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21 de fevereiro de 2014

Portugal avalia envio de C-130 para República Centro-Africana por um mês

A participação de Portugal na missão da União Europeia na República Centro-Africana, com o envio de um avião C-130, deverá restringir-se a um mês, segundo indicou esta sexta-feira o ministro da Defesa Nacional, Aguiar-Branco.

José Pedro Aguiar-Branco disse que o planeamento dos meios a enviar - "um avião C-130 para transporte de militares e respectiva guarnição de 30 homens" - e a duração da participação têm em consideração "as estimativas orçamentais para 2014".

"A nossa participação está apontada para um mês. E depois logo se veria se haveria condições ou interesse de ver renovada essa participação. Tem a ver com as condições das estimativas orçamentais para 2014", afirmou o ministro da Defesa Nacional à Agência Lusa no final da reunião informal dos ministros da Defesa da União Europeia, que terminou hoje em Atenas, e que analisou, entre outros temas, a situação da República Centro-Africana.

O envio de meios portugueses, que terá de ser aprovado em Conselho Superior de Defesa Nacional, dependerá também das necessidades que forem definidas no âmbito da missão militar europeia, cuja composição e duração ainda não está definida.

A República Centro-Africana mergulhou no caos desde que em Março do ano passado a coligação Séléka, de maioria muçulmana, derrubou o Governo do país maioritariamente cristão, desencadeando uma espiral de violência sectária, que já causou milhares de mortos e centenas de milhares de deslocados.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou no fim de Janeiro uma resolução que autoriza a intervenção de forças militares europeias na República Centro-Africana. (Público)

28 de janeiro de 2014

C-130: Mais de 35 anos ao serviço da Força Aérea Portuguesa

O C-130H é uma das aeronaves mais carismáticas e icónicas do mundo da aviação, militar e civil. Na Força Aérea Portuguesa, esta aeronave leva mais de 35 anos ao serviço, cumprindo sempre com distinção.

Para além de Portugal continental, Açores, Madeira, Afeganistão, Angola, Bósnia, Cabo Verde, Egipto, Estados Unidos da América, Haiti, Iraque, Islândia, Kosovo, Líbia, Lituânia, Mali, Moçambique, Ruanda, S. Tomé e Príncipe e Timor são apenas alguns dos territórios onde esta aeronave já esteve.

Fruto das suas valências, a esquadra 501 – “Bisontes”, à qual o C-130 pertence, está qualificada para executar missões nos mais diversificados, complexos e delicados cenários de empenhamento, independentemente da permissividade do teatro de operações. (Fonte: FAP)

9 de outubro de 2013

C-130: Um Milhão de Passageiros

A aeronave C-130 - da Esquadra 501 - "Bisontes" - atingiu em Agosto o milhão de passageiros transportados ao serviço da Força Aérea Portuguesa.

É uma das muitas marcas atingidas por esta aeronave, que totaliza já mais de 71 mil horas de voo e mais de 88 mil toneladas de carga, em 36 anos de serviço. Este ano, o C-130 já leva mais de 100 missões operacionais, das quais se destacam as participações no Kosovo, Holanda, Afeganistão, Estados Unidos da América e Noruega.

De salientar ainda, em anos anteriores, as missões humanitárias efectuadas em Angola, Moçambique, S. Tomé, Cabo Verde, Timor, Golfo Pérsico, Moscovo, Ruanda, Balcãs, Haiti, Egito e Líbia.
O elevado número de participações em missões operacionais deve-se à polivalência desta aeronave, que executa missões de transporte de passageiros e carga , transporte táctico, observação, Airdrop (largada de paraquedistas e/ou carga durante o voo), evacuação táctica de zonas de conflito, etc. Assim, graças à sua elevada capacidade de resposta face aos mais diversos cenários, é um meio regularmente empenhado pela Força Aérea Portuguesa. Ao serviço de Portugal e da população.(FAP)

22 de janeiro de 2013

Frota C-130 alcança as 70 501 horas de voo


A Esquadra 501 "Bisontes" assinalou, no dia 21 de Janeiro, na Base Aérea Nº 6 (BA6) - Montijo - a passagem das 70 501 horas de voo com uma pintura alusiva à marca alcançada.

Militares da BA6, elementos desta esquadra de voo e convidados, marcaram presença no evento, que contou com uma apresentação sobre a Esquadra 501 e sobre a aeronave C-130, proferida pelo Comandante da Esquadra 501, Major Jorge Gonçalves. Na sua alocução, fez uma breve passagem pela história, com referência às missões efectuadas ao longo de mais de 30 anos de actividade.

A Esquadra 501 foi criada em 23 de Setembro de 1977, com a missão de transporte aéreo e busca e salvamento. O primeiro C-130 aterrou no Montijo em 15 de Setembro de 1977, tendo a frota ficado completa com a chegada, em 1991, do último de seis C-130 que equipam a Esquadra 501.

Ao longo das 70 501 horas de voo, pela sua natureza e pela excepcional capacidade da aeronave C-130, a Esquadra 501 tem levado o nome da Força Aérea e de Portugal pelos quatro cantos do mundo, no cumprimento das mais variadas missões, honrando o seu lema "Onde Necessário, Quando Necessário". Das mais variadas missões, destacam-se as de combate a incêndios florestais, as de apoio humanitário em Moçambique, na Turquia, no Haiti e, mais recentemente no Egipto e Líbia. A Esquadra 501 teve ainda um papel preponderante nas operações militares no âmbito dos compromissos de Portugal com a ONU, NATO e União Europeia, bem como no apoio às Forças Nacionais Destacadas. A Esquadra 501 efectuou ainda destacamentos aéreos em vários teatros de operações, integrando missões da EUROFOR, NATO - NRF e ISAF, culminando recentemente com o apoio às missões Ocean Shield e Iceland Air Policing, efectuadas pelas aeronaves P-3 e F-16, respectivamente.

Por todos estes serviços relevantes e extraordinários, a Esquadra 501 foi condecorada com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos e com a Medalha de Mérito de Protecção e Socorro, Grau Ouro. (FAP)

9 de janeiro de 2013

Aviões e helicópteros para formação de pilotos da Força Aérea sustentáveis até 2018


O chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), José Pinheiro, afirmou hoje que os aviões Alpha Jet e os helicópteros Alouette só são "sustentáveis" até 2018 devido aos anos de operação e terão de ser substituídos.
"É um avião e um helicóptero que já tem muitos anos de serviço, o Alouette 3 vai comemorar este ano os 50 anos de operação na Força Aérea Portuguesa, são dois meios que só poderemos sustentar até 2018 e portanto julgo que será adequado equacionar em sede própria e no momento próprio a sua eventual substituição", afirmou o chefe militar.
O general José Pinheiro falava aos jornalistas no final de uma audição de mais de duas horas na comissão parlamentar de Defesa, que decorreu à porta fechada.
Já sobre os aviões Hércules C-130, o CEMFA referiu que  "já têm muitos anos de operação", mas "vão ser sujeitos a um programa de modernização que lhes vai garantir capacidade para operar por mais algum tempo".
Sobre a situação do ramo, o CEMFA disse que "as dificuldades são conhecidas, existem", mas que a Força Aérea "vai ter de se acomodar na medida das possibilidades à realidade com que está confrontada, na certeza de que vai continuar a cumprir a sua missão".
O general referiu que os pilotos da Força Aérea têm "a expectativa de voar ligeiramente mais" em 2013 (em 2012 foram realizadas 15.500 horas de voo) devido "a um ligeiro acréscimo" nas verbas para operação e manutenção e que existe preocupação com "a regeneração e a capacidade de sustentar a capacidade".
"Gostaríamos de voar mais? Com certeza, porque isso permitia-nos ter mais pilotos e mais pilotos qualificados", afirmou, no entanto.
Questionado sobre o interesse da Bulgária na compra de caças F-16 da Força Aérea Portuguesa, o CEMFA sublinhou que esse é um assunto que "decorre na alçada do Ministério da Defesa", remetendo "os detalhes do programa" para a tutela. (I)

17 de abril de 2012

P3 Orion e C-130 portugueses já estão estacionados na ilha cabo-verdiana do Sal

Os aviões militares portugueses "P3 Orion" e "C-130" estão estacionados desde domingo à noite no aeroporto da ilha cabo-verdiana do Sal para apoiar eventuais operações de retirada de cidadãos portugueses da Guiné-Bissau.

Fontes oficiais confirmaram hoje à Agência Lusa que os dois aparelhos aterraram no aeroporto internacional Amílcar Cabral, devendo o "C-130", após descarregar material diverso, regressar a Lisboa.

As fontes, que solicitaram anonimato, confirmaram que Portugal solicitou também às autoridades cabo-verdianas a respetiva autorização para a corveta e a fragata portuguesas, que partiram também no domingo, utilizarem as águas territoriais do arquipélago.

Até agora, ninguém do Governo cabo-verdiano se mostrou disponível para comentar, quer a presença militar portuguesa no arquipélago, quer a evolução da situação político-militar na Guiné-Bissau.

Os dois navios e o avião, após o "C-130" regressar a Lisboa, integram a Força de Reação Rápida (FRI) que partiu no domingo de Portugal com o objetivo de, caso necessário, apoiar as operações de retirada de cidadãos portugueses da Guiné-Bissau, país que foi alvo de um golpe de Estado na quinta-feira.

No domingo, fonte oficial do Ministério da Defesa português disse à Lusa que os militares não têm, para já, qualquer operação definida, sublinhando que a decisão foi tomada na sequência do aumento do nível de prontidão da FRI.

A decisão de aumentar o nível de prontidão da FRI foi conhecida na sexta-feira, um dia depois do golpe militar de um autodenominado Comando Militar.

A FRI tem meios dos três ramos das Forças Armadas que variam consoante o tipo de missão, pode ser deslocada em 72 horas e é comandada pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).

Na quinta-feira à noite um grupo de militares guineenses atacou a residência do primeiro-ministro e candidato presidencial, Carlos Gomes Júnior, e ocupou vários pontos estratégicos da capital da Guiné-Bissau.

Desde quinta-feira que se desconhece o paradeiro de Carlos Gomes Júnior e do Presidente interino, Raimundo Pereira.

A ação foi justificada por um autodenominado Comando Militar, cuja composição se desconhece, como visando defender as Forças Armadas de uma alegada agressão de militares angolanos, que teria sido autorizada pelos chefes do Estado interino e do Governo.

No sábado, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) decidiu "tomar a iniciativa" de propor "uma força de interposição para a Guiné-Bissau, com mandato definido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas". (I)

29 de março de 2012

Aeródromo de Manobra Nº1 recebeu Destacamento Belga

No período de 20 de fevereiro a 23 de março, o Aeródromo de Manobra Nº 1, em Ovar, recebeu um destacamento da Componente Aérea das Forças Armadas Belgas, para a realização de exercícios de treino táctico e qualificação de tripulações, designado Air Block Training 2012 (ATB12).

A força, composta por quatro aeronaves C-130, diversos meios terrestres e um efectivo de 210 militares, efetuou várias missões de transporte aéreo táctico diurnas e nocturnas (com night vision goggles), a destacar a largada de para-quedistas e largada de cargas.

O ATB12 contou também com a participação de meios aéreos da Força Aérea Portuguesa, nomeadamente as aeronaves C-130 da Esquadra 501 e F-16 das Esquadras 201 e 301, e de tropas para-quedistas do Exército.

A presença da Componente Aérea Belga em Portugal surge no âmbito de uma cooperação Luso-Belga existente há mais de 10 anos e que tem permitido não só o treino de forças dos dois países como também a partilha de conhecimentos e experiências nas várias vertentes da aeronáutica. (FAP)

15 de novembro de 2011

Proposta do Governo tem 9 milhões de euros inscritos para modernizar aviões C-130

O ministro da Defesa disse hoje que estão previstos na proposta de Orçamento do Estado para 2012 cerca de 9 milhões de euros para avançar com o processo de modernização dos aviões C-130, da Força Aérea.

Durante o debate na especialidade do Orçamento para 2012 para o sector da Defesa, Aguiar-Branco referiu que esta verba está inscrita na proposta de lei do Governo.

Os Hércules C-130 aguardam pelo processo de modernização há largos meses, sendo obrigados a fazer recorrentes ajustamentos nos seus planos de voo devido a limitações nos sistemas de comunicação, que precisam de ser adaptados a normas europeias que estão em vigor. (LUSA)

13 de julho de 2011

Falta de verba "trava" há mais de dois anos modernização dos C-130

A modernização de seis aeronaves militares de transporte da Força Aérea está parada há mais de dois anos "por falta de financiamento" e dependente da venda de helicópteros PUMA, refere o Relatório de Execução da Lei de Programação Militar de 2010.

O pedido para a modernização dos aviões já com limitações de voo em espaço aéreo europeu, e com uma previsão de verba máxima no valor de 45 milhões de euros, foi apresentado em abril de 2009 ao então ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira.

A execução deste projeto "está dependente da alienação dos helicópteros PUMA" (SA-330 PUMA), que foram desactivados com a compra dos novos helicópteros actualmente ao serviço da Força Aérea EH-101.

O pedido seguiu por escrito através do ofício 1153/DGAED/2009 mas "por falta de financiamento não foi viável prosseguir com os trabalhos", lê-se no relatório da Lei de Programação Militar (LPM), a que a agência Lusa teve acesso.

A "não modernização das aeronaves acarreta, já de momento, graves limitações na utilização", em "determinadas zonas de voo no espaço aéreo europeu", lê-se no documento. (DN)

21 de fevereiro de 2011

Força Aérea vai retirar portugueses da Líbia

O Governo colocou em marcha o plano de contingência e enviou um C-130 para retirar os portugueses da Líbia. O avião está já a caminho e deve aterrar em Tripoli dentro de "três ou quatro horas", indicou o secretário de Estado António Braga. O avião da Força Aérea deverá evacuar do país cidadãos de outros países da União Europeia, mas a preocupação do MNE Luís Amado vai para problemas logísticos na retirada de Benghazi, segunda cidade líbia.

"A operação de repatriamento está a ser desenvolvida na Líbia. Dadas as dificuldades dos voos comerciais em fazerem o repatriamento, o Governo disponibilizou um C-130 que dentro de três ou quatro horas está em Tripoli", precisou António Braga, acrescentando que o avião da Força Aérea Portuguesa também vai retirar do país cidadãos de outros países da União Europeia.A operação está a ser "coordenada pela embaixada de Portugal na Líbia por instruções do Ministério dos Negócios Estrangeiros"

De acordo com o governante, "há famílias que já saíram em voos normais", mas “para hoje já estão esgotados os voos (para Lisboa), daí esta necessidade do Governo" de disponibilizar mais meios para a evacuação.

A partir de Bruxelas, o ministro dos Negócios Estrangeiros explicou que Portugal já desde ontem tinha “um avião na região", havendo ainda "uma operação com um avião civil que está preparada" também desde domingo tendo em vista o repatriamento de cidadãos portugueses.

Revelando “dificuldades operacionais no aeroporto de Benghazi", Luís Amado indicou que "os portugueses têm vindo a sair progressivamente" da Líbia.

O MNE assinalou contudo problemas com “um conjunto de portugueses que está em Benghazi, cerca de 50 que trabalham para uma empresa brasileira, e que neste momento estão à espera" da evacuação.

Na região leste da Líbia, onde se situa Benghazi, "há dificuldades operacionais" para retirar os europeus que pretendem sair do país e "é precisamente para fazer face a essas dificuldades operacionais que os representantes da UE estão a trabalhar”, acrescentou.

"Nós estamos muito preocupados com o que se passa. Neste momento está em curso uma reunião dos embaixadores da UE (em Tripoli) que visa coordenar as ações, os recursos, a logística necessários para que os cidadãos da UE que queiram abandonar a Líbia possam fazê-lo", revelou Amado.

Os cidadãos nacionais que vivem na Líbia aguardavam desde ontem por uma solução para sair do país. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, já havia dado garantias de que o Governo tinha salvaguardado um plano de resgate, à semelhança do que aconteceu na Tunísia e no Egito.

A UE indicou a meio da manhã que está a ultimar planos de evacuação para retirar os seus cidadãos de Benghazi, cidade onde se concentram as maiores manifestações contra o regime de Khadafi.

A informação foi avançada pela chefe da diplomacia espanhola, Trinidad Jiménez, em Bruxelas, no início de uma reunião da diplomacia europeia que deverá produzir um comunicado a condenar a repressão contra os manifestantes na Líbia.

Também as petrolíferas britânica BP e a norueguesa Statoil fizeram já saber que se preparam para retirar do país parte dos seus funcionários.A BP chegou em 2007 a acordo com o regime líbio para explorar cinco poços no Golfo de Sirte; a petrolífera britânica tem no país um total de 140 funcionários

Um porta-voz da BP declarou à agência France Press que estavam "a seguir a situação e a fazer preparativos para retirar algumas das famílias e algum pessoal não-essencial nos próximos dois dias".

A Statoil iniciou igualmente os preparativos para retirar da Líbia famílias expatriadas e funcionários não-essenciais: "A nossa sede local (em Tripoli) está fechada. O punhado de funcionários estrangeiros já deixou o país ou está em vias de o fazer”, indicou à AFP Baard Glad Pedersen, porta-voz do grupo.

Os 56 portugueses que vivem em Benghazi foram apanhados na onda de violência, com alguns a serem vítimas de assaltos, tendo passado a noite na casa de outros cidadãos nacionais. Várias cidades líbias, entre as quais Benghazi e Syrte, são agora controladas pelos opositores do regime; em Benghazi os populares estão a ser apoiados por soldados que desertaram e confrontaram as forças leais ao presidente Muammar Kadhafi

Ontem, o Governo reiterava os avisos para que os portugueses que vivem nos países árabes em convulsão tenham "cuidado".

Lisboa lembrou a estes cidadãos nacionais que se for necessário serão postos em prática "planos de contingência".

"Todos os cenários estão a ser acompanhados e aconselham-se os portugueses a manter os cuidados próprios nestas circunstâncias", declarou à Agência Lusa o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, deixando a garantia de que, "em caso de necessidade, Portugal tem condições para aplicar planos de contingência".De acordo com o gabinete de António Braga há cerca de dois mil portugueses na região: 200 na Líbia (90% na capital, Tripoli), 700 em Marrocos, 600 na Argélia, 70 no Bahrein, 50 no Líbano, 330 nos Emirados Árabes Unidos, 20 na Jordânia e seis na Síria)

António Braga respondia a uma pergunta sobre se o Governo tinha previsto um plano de retirada de portugueses à semelhança do que foi feito no Egito, no início do mês, quando dois aviões C-130 viajaram para o Cairo para ir buscar 51 cidadãos nacionais.

Luís Amado disse entretanto que vê com preocupação o que se está a passar na Líbia. O ministro dos Negócios Estrangeiros acrescentou que a crise que atravessa nestas semanas o norte de África e os países árabes vai obrigar a Europa a ter mais atenção ao que se passa nas fronteiras a sul.

Lembrando que já em 2007, durante a presidência da União Europeia, Portugal tentara "imprimir uma sensibilidade própria para os problemas que se desenvolvem em toda esta fronteira mediterrânica e oriental da União", Luís Amado considerou que a UE descurou durante muitos anos a relação de vizinhança com o Mediterrâneo.

Mais do que nunca, sustentou o MNE português, é agora tempo de dar atenção aos problemas desta fronteira e ter "uma visão estratégica sobre a relação com toda esta região de vizinhança".

"Face à pressão destes acontecimentos, mais do que nunca nós temos que dar atenção aos problemas de longo prazo com que seremos confrontados", declarou Amado à entrada para um jantar informal de chefes de diplomacia da UE, em Bruxelas, cuja agenda rondou as revoluções e os protestos no mundo árabe. (RTP)

3 de fevereiro de 2011

O segundo C-130 já chegou do Egipto


O segundo C-130 da Força Aérea empenhado na missão de repatriamento de cidadãos que se encontravam no Egipto, aterrou na madrugada do dia 3 de Fevereiro, no Aeródromo de Trânsito Nº1, pelas 04H31, com 42 passageiros de várias nacionalidades, entre elas, portuguesa, guineense, holandesa, francesa, irlandesa, suíça, brasileira, sul-africana, líbia e ainda malaia.

A aeronave descolou do Aeroporto do Cairo, no dia 2 de Fevereiro, tendo efectuado escala em Creta, na Grécia, de onde saiu pelas 22H49 rumo a Lisboa.

A Força Aérea empenhou duas aeronaves C-130 da Esquadra 501, no repatriamento de cidadãos portugueses, prestando ainda auxílio a pessoas de outras nacionalidades, na sua missão de salvaguarda de vidas humanas. (FAP)

2 de fevereiro de 2011

C-130 cumpre missão de repatriamento

Um C-130 da Força Aérea aterrou no dia 2 Fevereiro, pelas 05H52, no Aeródromo de Trânsito Nº1 (AT1), trazendo 47 passageiros que estavam na cidade do Cairo, no Egipto, onde se vive uma crise política e social.

A aeronave descolou de Lisboa na madrugada do dia 31 de Janeiro, com a missão de retirar os portugueses que se encontravam naquele país. O C-130 efectuou escala na Grécia e só no dia seguinte obteve autorização para aterrar no Aeroporto do Cairo.

O regresso a Lisboa iniciou-se na noite de 1 de Fevereiro e demorou cerca de 8 horas, com escala técnica na ilha de Creta, na Grécia.

Depois de uma longa viagem, a chegada foi vivida com grande emoção pelos passageiros e pelos familiares que aguardavam pelo seu regresso.

Esta missão está atribuída à Força Aérea no âmbito da salvaguarda da vida e dos interesses dos portugueses. (FAP)

23 de outubro de 2010

Ministro não garante que modernização de C-130 da Força Aérea comece em 2011

Questionado sobre quando começará a modernização dos C-130 da Força Aérea, que o Governo tinha intenção de iniciar já em 2011, o ministro afirmou que aquela “vai avançar ainda no quadro do PEC, porque esse é que é o critério”, recordando que “a decisão do PEC 2010/2013 foi a de suspender até ao fim de 2013 o início de novos programas e a aquisição de equipamento militar”.

No caso da modernização dos C-130, especificou o ministro, “não estamos a falar de aquisição, mas na necessidade de introduzir alterações técnicas que permitam que continuem a voar sem qualquer restrição no espaço europeu”. O governante, que manteve que a revisão da Lei de Programação Militar (LPM) será concluída este ano, deixou, porém, em aberto a data de início da modernização das aeronaves, visto que o PEC vigora até 2013, assinalando ainda que se não forem introduzidas “essas alterações eles continuam a voar e continuam a voar no espaço europeu”.

“Mas há questões de altitude de voo e de consumo que ficariam diferentes e, portanto, inscrevemos a modernização dos C-130 ainda no âmbito das actividades de Programação Militar até 2013”, referiu. Questionado sobre a verba envolvida neste processo de modernização, Santos Silva respondeu: “Tentaremos fazê-lo da forma que seja estritamente necessária para o objectivo, que é os aviões voarem sem qualquer restrição no espaço europeu.”(Público)

11 de setembro de 2010

Portugal quer fabricar software e fuselagem para aeronave KC-390

O ministro da Defesa adiantou esta quinta-feira que Portugal pode vir a participar no fabrico da fuselagem e equipamentos de informação e comunicação das aeronaves KC-390, referindo que a Força Aérea deu «resposta positiva» relativamente à participação neste projecto brasileiro.

Em declarações à agência Lusa, Augusto Santos Silva disse que este é um projecto com «benefícios recíprocos» para ambos os países.

«A fase de projecto já está em curso no Brasil e também já estão identificadas as áreas em que uma eventual participação portuguesa faria sentido, a área de engenharia de aeroestruturas e de software, portanto, sistemas de informação e comunicação», referiu Santos Silva.

O KC-390 (a Força Aérea Brasileira já anunciou que pretende comprar 28) é um avião de transporte militar que a Embraer está a desenvolver e que pode substituir os Hércules C-130 actualmente usados pela Força Aérea Portuguesa, sendo um concorrente directo do Airbus A400M, outro projecto cooperativo em que Portugal chegou a estar envolvido, mas do qual desistiu.

Sem adiantar uma data, o governante disse que as negociações para a participação de Portugal na construção do KC-390 «deverão ser conduzidas com a rapidez necessária para que esta, a confirmar-se, se faça incidir logo nas primeiras fases de desenvolvimento do projecto».

«Do nosso ponto de vista, uma eventual e desejável participação portuguesa neste programa, para além de permitir vir a dar melhores condições de satisfação a prazo da necessidade de substituir os C-130 da Força Aérea, quando estes terminarem o seu ciclo de vida, constituirá adicionalmente uma poderosíssima alavanca para o desenvolvimento de um cluster aeronáutico português», vincou.

Santos Silva considerou que «a eventual utilização do KC-390 como aeronave de substituição só faz sentido no fim de ciclo de vida» dos C-130 e que estes, com a modernização, que se deverá iniciar no próximo ano, deverão ser capazes de continuar a operar «por mais de um quinquénio (cinco anos)».

O responsável pela pasta da Defesa adiantou que a Força Aérea foi consultada sobre as capacidades desta aeronave e que o ramo validou o projecto: «Evidentemente que sem uma resposta positiva da Força Aérea, não fazia nenhum sentido do ponto de vista do Governo sequer iniciar negociações».

«O KC390 é, do ponto de vista técnico e operacional, uma aeronave que satisfaz os requisitos necessários para o transporte estratégico militar», acrescentou. (Tvi24)

28 de maio de 2010

Modernização dos aviões Hércules C-130 prevista para 2011

O Governo prevê "criar as condições para que esse programa se possa iniciar já em 2011", no quadro de revisão da Lei de Programação Militar,
afirmou à Lusa o ministro em relação à modernização dos aviões C-130, à margem do Seminário Ensino e Formação nas Forças Armadas que hoje começou no Estado Maior da FAP, em Alfragide.

Santos Silva questionado sobre a modernização, reequipamento ou aquisições militares respondeu que "o actual Governo decidiu, por razões de restrição orçamental, suspender os novos programas de aquisição de equipamento militar, isso não significa que o Estado Português deixe de cumprir obrigações que resultam de aquisições feitas ao tempo em que essas decisões foram tomadas".

Um dos programas a decorrer na Força Aérea, em relação às aeronaves, passa pela modernização do caça F-16, que "apesar de alguns atrasos iniciais está quase concluído", de acordo com uma fonte da FAP.

"A modernização dos aviões P-3 Orion também está a decorrer", bem como a "entrega dos aviões C-295, que apesar de um ou outro atraso já estão ao serviço sete dos 12 previstos, faltando apenas os cindo para vigilância marítima", referiu a mesma fonte.

"Quaisquer contratos que já tenham sido celebrados, devem ser cumpridos", concluiu o ministro Santos Silva.

A Força Aérea tem ao serviço seis aviões C-130, três na versão longa e os restantes numa versão mais curta, que integram a esquadra 501 'Bisontes' sedeada na Base Aérea 6, no Montijo, e têm como principal missão o transporte aéreo a busca e o salvamento e apoio a missões humanitárias.

O C-130H é um avião quadrimotor turbo-hélice, de asa alta e trem retráctil, com acesso ao compartimento de carga efectuado por uma rampa na parte traseira do avião, para operações de transporte de cargas ou lançamento de tropas pára-quedistas.

Lusa

31 de março de 2010

A OGMA e os novos aviões militares

A OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal está a negociar o fabrico de componentes, incluindo partes da fuselagem, para o novo avião militar da Embraer. O processo está a ser intermediado pelo Ministério da Defesa e poderá culminar com um contrato que preveja a substituição dos aviões de transporte Hercules C-130 da Força Aérea Portuguesa pelos novos aparelhos que poderão mesmo vir a ser montados em Portugal.

A Embraer é uma empresa produtora de aviões civis e militares maioritária na OGMA de Alverca, cujo capital partilha com a Airbus, e está a construir duas outras fábricas em Évora, num investimento de 148 milhões de euros que criará 570 postos de trabalho directos. A vantagem de este contrato vir a concretizar-se é óbvia, quer por representar novas exportações para uma empresa portuguesa, quer por ser contribuição para a constituição de um ‘cluster' aeronáutico no nosso país. A indústria aeronáutica e o sector militar têm contribuído desde sempre para a investigação e desenvolvimento tecnológico das empresas que produzem os aviões e de todas as outras que lhes fornecem componentes. Portugal bem precisa de desenvolver novas áreas tecnologicamente mais evoluídas.(D.Económico)

8 de março de 2010

C130 portugueses estão em risco de ser proibidos de sobrevoar Europa !

O atraso na modernização dos aviões C130 está a criar fortes constrangimentos à operacionalidade destes aparelhos, determinantes na projecção das forças nacionais e no cumprimento das missões humanitárias. Em causa, segundo apurou o CM, está o facto destas aeronaves da Força Aérea não possuírem o novo sistema de segurança TCAS, exigido a todos os aviões que queiram sobrevoar o espaço aéreo europeu.

Com surgimento das companhias low-cost, o tráfego aéreo na Europa aumentou significativamente nos últimos anos e para resolver a situação foi necessário reduzir a distância mínima de segurança entre os aviões.
Mas, para garantir que tal é feito sem qualquer perigo, todos os aviões são obrigados, desde Janeiro, a possuir um sistema de voo incorporado (TCAS), cujo objectivo é evitar colisões entre aeronaves.

Acontece que a modernização dos C130, que incluía a incorporação deste sistema e que está prevista desde 2006 na Lei de Programação Militar (LPM), ainda não foi concretizada. O CM questionou o Ministério da Defesa e a Força Aérea, mas não obteve resposta.

Segundo apurou o CM, sem aquele sistema de segurança, os C130 são obrigados a sobrevoar o espaço europeu a uma altitude mais baixa do que seria normal. O que significa um aumento de custos com o combustível. Mais: A burocracia também aumenta, já que o Governo português é obrigado a pedir uma autorização especial aos países que a aeronave tenha de sobrevoar.

No final do ano passado, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Luís Araújo, lamentou a falta de verbas para a modernização dos aviões e sublinhou: "A modernização do C130 é essencial para Portugal. O C130 é tão necessário à Nação como o F-16".

O ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, pouco tempo após tomar posse, em Novembro de 2009, garantiu que a modernização dos aviões são uma "prioridade absoluta": "Seja no quadro da actual LPM, seja na próxima revisão, essa prioridade será acautelada."

"OS AVIÕES C130 ESTÃO A VOAR COM UMA CERTA TOLERÂNCIA"
Os constrangimentos à operacionalidade dos actuais C130 são reconhecidos pelos deputados que alertam o Governo para a urgência da modernização das aeronaves. "Este é um problema que tem de ser resolvido, embora não haja nenhum perigo para o C130. Mas estão a voar com uma certa tolerância", disse Luís Campos Ferreira (PSD).

Também João Rebelo (CDS) sublinhou que, dada a importância da aeronave, por exemplo em missões humanitárias, é "urgente" a sua modernização. "É um investimento patriótico e aceitável", afirmou.

CUSTOS
A modernização dos seis aviões C130 vai custar entre os 45 e os 60 milhões de euros. As aeronaves são operadas pela Esquadra 501 da Base Aérea do Montijo e entraram ao serviço há 32 anos, a 15 de Setembro de 1977.(Correio da Manhã)

17 de janeiro de 2010

C-130 português já chegou aos Barbados

O avião da Força Aérea Portuguesa Hercules C-130 com ajuda humanitária portuguesa destinada ao Haiti chegou às 05:00 de Lisboa a Bridgetown, capital dos Barbados, onde aguarda autorização para aterrar no aeroporto haitiano de Port-au-Prince.

"A tripulação do aparelho aguarda autorização para aterrar no Haiti e o resto da missão e jornalistas que a acompanham descansa neste momento", informou o jornalista da Lusa Tiago Petinga.

O controlo do tráfego aéreo do aeroporto da capital haitiana está entregue às tropas norte-americanas estacionadas no país e a sua gestão é demorada dado o elevado número de voos internacionais com ajuda humanitária.

26 de outubro de 2009

Imposição de Medalhas e fim da actividade operacional do Destacamento da Força Aérea no Afeganistão

A aeronave C-130 destacada no Teatro de Operações do Afeganistão concluiu, no passado dia 24 de Outubro, a actividade operacional em que esteve empenhada, ao serviço da NATO/ISAF, no âmbito do "Election Support Forces".

Durante um período de cerca de três meses, a aeronave da Força Aérea realizou 37 missões de transporte aéreo táctico na "Joint Operations Area", tendo transportado 1.751 passageiros e 206.015 Kg de carga, num total de 152 horas de voo.

Operando num cenário de empenhamento extremamente exigente (dadas as características da ameaça presente, da morfologia do terreno e das condições de algumas infra-estruturas aeronáuticas), que não constitui novidade para a Esquadra 501, em cujo vasto historial se inscrevem as anteriores campanhas realizadas em 2004, 2005 e 2008, os “Bisontes” voltaram a cruzar os céus afegãos e a revisitar lugares como Kandahar, Feyzabad, Farah, Herat, Chaghcharan, Shindand, Mazar‑e‑Shariff e Bagram.

O contingente de 41 militares que integraram o Destacamento inicia a viagem de regresso a Portugal no dia 26 de Outubro, estando prevista a sua chegada à Base Aérea Nº 6, no Montijo, pelas 13H00 do dia 28.

No passado dia 24 de Outubro teve lugar no "Apron 2" do Campo Militar de KAIA Sul, a cerimónia de imposição das Medalhas de Serviço da ISAF, e de entrega das Moedas identificativas de KAIA, aos militares da Força Aérea que integraram a segunda rotação do Destacamento da aeronave C-130 no Afeganistão.

As medalhas foram impostas pelo Comandante do Campo (COMKAIA), Coronel Ruben Servert, e pelo 2º Comandante (DCOMKAIA), Tenente-coronel Pascal Noviveaux.

Após a imposição das medalhas, o COMKAIA proferiu um breve discurso em português, onde enalteceu a actuação dos militares da Força Aérea, que participaram no Destacamento da aeronave C-130 no Afeganistão.

A Medalha de Serviço da ISAF é uma condecoração NATO, atribuída no âmbito de operações realizadas fora do artigo 5º do Tratado de Washington (artigo que prevê a defesa colectiva, por parte de todos os Membros da Aliança Atlântica, em caso de agressão a qualquer país membro) e destina-se a galardoar os militares que participaram em missões na "Joint Operations Area" (JOA) do Afeganistão, isto é, a área de operações que cobre todo o território afegão e as zonas fronteiriças dos países vizinhos, onde a ISAF está autorizada a operar. O período de qualificação para a concessão da Medalha de Serviços da ISAF é de 30 dias de serviço contínuo, ou acumulado desde 1 de Junho de 2003. (F.A.P)