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9 de janeiro de 2015

Contingente militar e avião C-295 partem segunda-feira para missão no Mali

Um contingente de 47 militares portugueses parte na próxima segunda-feira para o Mali, onde vai integrar nos próximos quatro meses a missão das Nações Unidas de apoio às populações, revelou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

Em comunicado, o EMGFA refere que os militares portugueses da Força Aérea e do Exército e um avião C-295 partirão da Base Aérea do Montijo para integrarem nos próximos meses a operação "MINUSMA", a missão "multidimensional" e "integrada"das Nações Unidas naquele país norte-africano.

Na partida da Força Nacional Destacada "estarão presentes o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Pina Monteiro, e o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general José Araújo Pinheiro.

Portugal teve até ao fim de 2014 uma aeronave C-130 a participar nesta missão da ONU. (RTP)

22 de dezembro de 2014

Estreia dos novos aviões C-295 em África provoca apreensão na Força Aérea

Modernos aparelhos de transporte vão substituir os C-130, há anos à espera de modernização, na próxima missão da ONU no Mali

A nova missão militar portuguesa no Mali, no quadro da ONU, obrigará a estrear os modernos aparelhos de transporte C-295 em África. A solução é uma consequência de há anos não se modernizarem os C-130 e, soube o DN, suscita alguma apreensão dentro e fora da Força Aérea.

"Como é que, em termos de estrutura, o C-295 vai aguentar" a operação em pistas rudimentares, esburacadas e onde é frequente pó e pedras serem projetadas à passagem das aeronaves, interrogou-se uma das fontes ouvidas pelo DN.

"O C-130 é um cavalo de batalha, uma máquina testada para esses ambientes, enquanto o C-295, estando bem equipado com novas tecnologias, tem uma capacidade operacional bastante mais limitada, assim como menos capacidade de absorção dos impactos inerentes ao uso intensivo" naquelas pistas, adiantou uma fonte. Além disso, o C-295, ao contrário do C-130, terá de reabastecer no Sul de Marrocos ou no Senegal para chegar ao Mali. (Diário de Notícias)

15 de julho de 2014

Governo e Airbus estudam capacidade de reforço da Força Aérea no combate a incêndios

O ministro portuguesa da Defesa e o vice-presidente da Airbus Rodriguez Barberán iniciaram nesta segunda-feira “conversas exploratórias” sobre a possibilidade de adaptar o avião C-295 para combate a incêndios.

“Esta conversa que tivemos hoje [segunda-feira] é exploratória no que diz respeito a este avião C-295 ter também a capacidade ao nível de combate a incêndios e de poder desenvolver-se entre a Força Aérea Portuguesa e a Airbus um projecto de desenvolvimento”, afirmou Aguiar-Branco.

O ministro da Defesa falava aos jornalistas no final de uma reunião com Rodriguez Barberán, durante a feira de indústria de aeronáutica e defesa, em Farnborough, nos arredores de Londres.

Segundo Aguiar-Branco, o reforço da capacidade da Força Aérea no combate a incêndios é uma prioridade do ministério da Defesa.

O governante, que visitou um C-205 da FAP em exposição na feira de Farnborough a convite da Airbus, defendeu durante o encontro a necessidade de Portugal ter uma “capacidade mais forte” e um “papel mais activo” no combate a incêndios visando “mais eficácia”.

Considerando que “há uma base” para desenvolver o projecto, o ministro mencionou ainda a oportunidade para o estudo, afirmando que existe um grupo de trabalho governamental que tem como objectivo encontrar soluções para dar mais eficácia ao combate a incêndios.

Por outro lado, sublinhou, um papel mais activo da FA naquela área poderá aumentar a qualificação dos pilotos, respondendo a um “problema que é crónico”, frisando que desde 2000 até hoje saíram 275 pilotos da Força Aérea.

“Isso permitiria também que houvesse maior número de horas de voo para os pilotos da Força Aérea, o que facilitaria porque essas horas entram para a qualificação dos pilotos”, disse.

A Farnborough International Airshow realiza-se de dois em dois anos desde 1948 naquela cidade dos arredores a sul de Londres, constituindo uma das feiras mais importantes da indústria da aviação na Europa. (Público)

26 de junho de 2014

Esquadra 502 participa em Airshow na Holanda

A Esquadra 502 - "Elefantes" esteve presente no Royal Netherlands Air Force Airshow 2014, que se realizou dias 20 e 21 de Junho em Gilze Rijen, na Holanda.

O evento teve a participação de esquadras de voo de vários países e contou com a presença de 245000 visitantes. Durante o Airshow, os entusiastas da aviação puderam apreciar diferentes aeronaves em exposição estática e várias demonstrações aéreas. (FAP)

17 de fevereiro de 2014

C-295M da Força Aérea Portuguesa em Díli

Uma aeronave C-295M da Força Aérea portuguesa esteve em Díli, Timor-Leste, para uma missão de demonstração das capacidades da aeronave, feita a pedido das autoridades timorenses.

O objectivo desta paragem foi demonstrar as valências e as capacidades que a Força Aérea tem e que de algum modo possam contribuir também para desenvolver a cooperação com Timor.

O C-295 pertence à Esquadra 502 - "Elefantes" da Força Aérea Portuguesa e realiza missões de transporte táctico e geral, apoio logístico, vigilância marítima, busca e salvamento, evacuações médicas, bem como lançamento de tropas aerotransportadas, carga aérea e transporte de altas entidades.

A demonstração da capacidade da aeronave em termos de vigilância e reconhecimento, busca e salvamento e controlo de pescas incluiu um voo por Timor-Leste, levando a bordo o primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, e alguns elementos do Governo, forças de defesa e segurança, bem como o embaixador de Portugal, Manuel Gonçalves de Jesus. No final do voo, Xanana Gusmão afirmou que esta aeronave responde às necessidades dos timorenses.

A visita do C-295 a Díli ocorre depois de uma demonstração das capacidades da aeronave em Singapura, no âmbito de um protocolo celebrado entre a Força Aérea Portuguesa e a Airbus Militar. (Fonte: F.A.P)

31 de outubro de 2013

CNN faz reportagem com militares portugueses

Os homens da Força Aérea Portuguesa que participam nas operações de vigilância das proximidades da ilha de Lampedusa, em Itália, são esta quarta-feira notícia na CNN. A estação norte-americana de televisão acompanhou os militares da Esquadra 502 Elefantes sediada na Base Aérea do Montijo que, a bordo de uma aeronave C-295M, efectuam missões de patrulha ao largo da ilha italiana. O patrulhamento serve para travar os naufrágios com embarcações de imigrantes africanos, como o que provocou mais de 300 mortos no início de Outubro.

A CNN refere que, com a disponibilização do meio aéreo para a Operação Herme, a Força Aérea Portuguesa corresponde a um pedido da Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (Frontex), que solicitou a Portugal o apoio à vigilância daquela área.

«O avião militar Português C- 295M descola de uma pista na Sicília e percorre os céus acima do Mediterrâneo, vasculhando lá em baixo os mares azuis em busca de sinais de vida», refere o repórter da CNN, para sublinhar que o objectivo das missões não é apenas detectar, seguir e identificar alvos suspeitos que tentem entrar na União Europeia de forma ilegal e sem autorização. O objectivo é também auxiliar embarcações que se encontrem em dificuldades e salvar vidas.

O tráfico de seres humanos na região é um grande negócio. Por isso, a equipa da CNN não foi autorizada a identificar qualquer um dos membros da tripulação do C-295M por medo de que possam tornar-se alvo de quadrilhas de contrabandistas.

«Nas missões, em cada semana, encontramos três ou quatro alvos de interesse», refere à CNN o capitão da aeronave. «O objectivo principal é detectar alvos de interesse de que a Frontex [nos dá as coordenadas]... Vamos lá e verificamo-los e, em seguida, transmitimos tudo à Frontex», acrescenta.

Os barcos de pesca são frequentemente alvos de interesse, porque às vezes são usados para traficar pessoas da África para a Europa. Em alguns casos, também as embarcações a vela são usadas para o mesmo propósito.

Durante o voo que a equipa da CNN acompanhou, a tripulação da aeronave portuguesa avistou um barco de borracha abandonado, que ali pode ter sido deixado por pessoas que tentavam atingir uma praia da Europa.

A aeronave C-295M está equipada com um sistema de vigilância, composto por sensores infravermelhos e câmaras de alta precisão que permitem identificar e rastrear alvos a grandes distâncias. A tripulação vai olhar para as embarcações que possuem um número invulgarmente elevado de pessoas a bordo, mas também irá verificar se um navio se move de forma estranha na água, um possível sinal de que está sobrecarregado com migrantes debaixo do convés.

No âmbito da FRONTEX, a Força Aérea Portuguesa realizou, entre 2011 e 2013, 274 missões, resultando no salvamento de 733 pessoas. No total, foram percorridos mais de 14 milhões de quilómetros quadrados, em cerca de 1400 horas de voo. (TVI)

14 de setembro de 2013

C-295M: Aeronave multi-funções

 Uma das missões executadas pela Esquadra 502 "Elefantes" prende-se com a evacuação sanitária. Sobretudo nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, em que cada arquipélago tem uma aeronave C-295M da Força Aérea Portuguesa em destacamento permanente, no apoio às populações.

Esta esquadra de voo, através de um C-295M, efectuou no dia 12 de Setembro uma destas missões com o transporte de um doente, da ilha das Flores para a ilha Terceira.

O C-295M permite - pelos sistemas, características e capacidades que possui - a execução de outras missões. Assim, a Força Aérea Portuguesa dispõe de sete destas aeronaves configuradas para Transporte Aéreo Táctico e cinco para Vigilância Marítima.

A Esquadra 502 realiza actualmente missões de Transporte Aéreo geral, Transporte Aéreo táctico, Apoio Logístico, Vigilância Marítima, Busca e Salvamento, Evacuações Aeromédicas, Lançamentos de Tropas Aerotransportadas, lançamento de carga aérea e Transporte de Altas Entidades.


Por possuir todas estas valências, é uma aeronave com uma capacidade de resposta abrangente, muito útil à Força Aérea e ao desempenho das suas missões. Recentemente, cooperou a nível internacional com a Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX) em operações de controle da imigração ilegal, detectando, seguindo e identificando alvos que tentem dar entrada na União Europeia de forma ilícita, bem como detecção de redes criminosas que possam por em causa a segurança europeia. Em colaboração com a Autoridade Nacional de Protecção Civil tem também prestado apoio nas acções de combate a incêndios florestais, em Portugal.(FAP)

24 de agosto de 2013

Avião C-295M da Força Aérea no combate às chamas

A Força Aérea revelou esta sexta-feira que um avião C-295M, que esteve a ser operado pela Esquadra 502, esteve nos céus a ajudar nas operações de combate aos incêndios, que têm assolado as regiões centro e norte do País, mormente nos distritos de Viseu e Vila Real.

O pedido de ajuda foi levado a cabo ontem, quinta-feira pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).

«A tripulação do C-295 operou durante 6H35, a maior parte em ambiente nocturno com recurso a Night Vision Goggles (óculos/máscara de visão nocturna), outra das valências desta aeronave, tendo terminado a sua missão na madrugada do dia 23 de Agosto, pelas 02.55 horas», detalhou a Força Aérea em comunicado.(Bola)

31 de maio de 2013

Força Aérea vai dar apoio ao combate a incêndios

No âmbito da colaboração existente com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) no apoio ao combate a incêndios, a Força Aérea vai disponibilizar a Base Aérea Nº5 – Monte Real, a Base Aérea Nº6 – Montijo, a Base Aérea Nº11– Beja e o Aeródromo de Manobra Nº1 – Ovar para o reabastecimento e parqueamento de aeronaves que integram o dispositivo especial de combate aos incêndios.

Este ano, e na área de Comando e Controlo, também integra este dispositivo a aeronave C-295M, pertencente à Esquadra 502, que tem a capacidade de efectuar acções de reconhecimento e vigilância sobre os fogos (visualização estratégica da zona de operações; captação do pormenor; georreferenciação dos meios humanos, materiais e zonas de fogo; caracterização de fogos), informando em permanência o elemento da ANPC que se encontra a bordo. Numa situação de incêndio e a bordo do C-295M, este elemento, identifica o foco de incêndio mais importante e consegue redistribuir e reposicionar os meios no terreno.

Para além do C-295M, e à semelhança de anos anteriores, o helicóptero ALOUETTE III poderá ser empenhado para missões de reconhecimento visual, avaliação e coordenação aérea, caso seja solicitado pela ANPC.

As capacidades e competências da Força Aérea têm sido reconhecidas pela ANPC e pelos Bombeiros de Portugal, quer ao nível do empenhamento dos seus meios quer ao nível de desempenho de funções do seu pessoal.

Exemplo recente foi a atribuição do Prémio Prestígio 2012, pela Associação Nacional de Bombeiros Profissionais ao Coronel José Codeço, pela colaboração e empenho que dispensou à associação e aos bombeiros profissionais enquanto 2º Comandante Operacional Nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil. Este prémio foi entregue na X Gala de Homenagem aos Bombeiros de Portugal, que decorreu no Cinema S. Jorge, em Lisboa, no presente mês. (FAP)

15 de maio de 2013

C-295 M vai dar apoio aéreo aos bombeiros no combate aos incêndios

Este ano, e pela primeira vez, o avião de transporte táctico da Força Aérea, o C-295 M, vai dar apoio aéreo aos bombeiros no combate aos incêndios. O acordo entre o Ministério da Defesa e a Autoridade Nacional de Protecção Civil está assinado e o avião militar pode ser chamado a qualquer momento a entrar em acção.

O C-295 M é uma aeronave com tecnologia altamente avançada e preparada para actuar em missões de busca e salvamento, combate à poluição, tráfico de droga, controlo de fronteiras e agora combate aos incêndios.

O comandante da Esquadra 502 revela que o objectivo é usar a vantagem da visão aérea, sensores e outro equipamento para recolher informação sobre os fogos e informar o elemento da protecção civil que vai a bordo. É ele quem decide o que fazer.

“Ele consegue perceber exactamente qual é o fogo mais importante, estamos a falar de fogos de grande dimensões, o que deve ser atacado imediatamente e redistribuir os meios para que se consiga a tempo útil salvar vidas, casas, habitações”, explica à Renascença o tenente-coronel Pedro Bernardino.

O avião militar está de alerta, pronto a descolar em 30 minutos, totalmente equipado, do Montijo, Porto Santo e Açores.

Sentado junto ao equipamento, o controlador vai registando os locais do fogo, mas também pontos de água para abastecer as viaturas dos bombeiros. Como a velocidade é uma das vantagens, rapidamente se acompanham vários incêndios em todo o país. Para Pedro Bernardino essa “é uma das grandes mais-valias deste meio”.

“Como consegue uma velocidade de 500 quilómetros hora e estar 10 horas no ar, consegue estar num fogo e em 30 minutos passar de um fogo no sul do país para outro no norte”, sublinha o comandante da Esquadra 502 que opera o C-295.

Um avião que vai a partir de agora apoiar os bombeiros no combate aos incêndios de dia, mas também de noite, graças ao sistema de visão nocturna que tem equipado.

A aeronave está a postos para a fase Bravo que começa esta quarta-feira. É a segunda mais importante relativa ao dispositivo de meios de prevenção e combate aos fogos florestais. Esta fase, que dura até 30 de Junho, envolve cinco mil operacionais no terreno, apoiados por 1.200 viaturas e 30 meios aéreos.(RR)

Acordo de parceria entre a Força Aérea e a Airbus Military

A Força Aérea (FAP) e a Airbus Military celebraram, no dia 13 de Maio, em Sevilha, um protocolo de cooperação técnica e operacional que visa a melhoria contínua do desempenho da aeronave C-295M e do seu sistema de missão.

Decorrentes desta parceria, já estão em curso dois projectos específicos - instalação de depósitos auxiliares (aumento da capacidade de autonomia de voo) e formação de Navegadores (SIFNAV) - desenvolvidos pelos engenheiros da FAP e que estão a ser estudados pela Airbus Military, para certificação e posterior incorporação na frota.

A partilha deste conhecimento operacional e de engenharia da FAP aliada ao conhecimento de projecto da aeronave e sistemas da Airbus Military, irá optimizar recursos, introduzir maior eficiência e eficácia, no cumprimento do vasto e diversificado leque de missões desta aeronave, como a vigilância marítima, a busca e salvamento, o apoio no combate de incêndios e a evacuação médica, ou mesmo na formação de profissionais navegadores.

A estreita cooperação entre ambas as partes e no âmbito deste protocolo, a FAP poderá usufruir da implementação nas suas aeronaves C-295M das soluções desenvolvidas na modernização destes sistemas de armas.

O protocolo foi assinado pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, e pelo Presidente da Airbus Military, Domingos Ureña. (FAP)

19 de abril de 2013

C-295M demonstra capacidades à agência FRONTEX

A Base Aérea Nº6 (BA6), no Montijo, recebeu, no dia 17 de Abril, a visita de Georgios Vourekas - Head of Sea Border Sector - da Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX).

Esta entidade esteve na BA6, unidade militar onde está sediada a Esquadra 502, para conhecer as capacidades da aeronave C-295M na sua configuração ISR (Intelligence Surveillance and Reconnaissance), bem como alguns procedimentos na execução de missões de vigilância em ambiente marítimo e terrestre.

No âmbito da cooperação com a agência FRONTEX, no ano de 2012, o sistema de armas C-295M participou em várias missões de vigilância das fronteiras externas da União Europeia, nomeadamente, nas operações: Hermes, Índalo, Poseidon e Aeneas. Nestas operações, as tripulações da Esquadra 502, efectuaram um total de 409 horas de voo, numa área próxima dos 4.200.000 km2, tendo percorrido 111.045 km, que resultaram na identificação e monitorização de 11.736 embarcações.

As mais de cem missões de vigilância marítima, efectuadas por este sistema de armas, permitiram a detecção e intercepção de centenas de imigrantes ilegais, a realização de diversas acções de busca e salvamento, combate ao narcotráfico e recolha de dados de informação, fundamentais no controlo dos fluxos migratório e de operações ilícitas que tiveram lugar no mar Mediterrâneo.(F.A.P)

Ministro da Defesa quer aviões da Força Aérea a combater incêndios

O ministro da Defesa, Aguiar-Branco, disse na quinta-feira à noite que há todo o interesse em empenhar aviões da Força Aérea no combate aos incêndios, cenário já discutido com o ministro da Administração Interna e com o chefe do ramo militar.

“É uma situação que já foi objecto de análise entre mim e o senhor ministro da Administração Interna, onde também esteve o senhor general CEMFA [Chefe do Estado-Maior da Força Aérea]. Temos todo o interesse em poder aproveitar realmente este equipamento [avião C-295] para essa valência”, salientou José Pedro Aguiar-Branco, na Base Aérea n.º6 no Montijo, após acompanhar uma missão nocturna de vigilância e fiscalização a bordo da aeronave.

Durante um briefing que antecedeu o embarque, o CEMFA, general José Pinheiro, afirmou que o C-295 e o P3-C têm capacidade e podem ser empenhados em missões de “combate aos fogos” e na “ajuda na coordenação” das operações.

O oficial acrescentou que os meios servem para operar “em benefício” das pessoas e para “cumprir as missões da melhor maneira”.

Após o voo de cerca de duas horas e meia a bordo do C-295, o ministro da Defesa ficou impressionado com as “capacidades e o enorme potencial” do avião, que, segundo o governante, “justificaram a sua aquisição” em 2007.

“Demonstra que é uma mais-valia nas várias funções que pode desempenhar. Quer em missões de vigilância, de monitorização e de controlo, como a que tive a possibilidade de assistir, e que são muito importantes para a Força Aérea, para as Forças Armadas e até para a interoperabilidade conjunta que pode ter com outras forças de segurança”, frisou Aguiar-Branco.

Questionado pelos jornalistas sobre os cortes que terá de fazer este ano no seu ministério, Aguiar Branco escusou-se a revelar o valor em causa e remeteu essa informação para quando for conhecido o Orçamento Rectificativo.

A bordo do helicóptero seguiram igualmente o director nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, o presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), general Manuel Couto, e o comandante da Unidade de Controlo Costeiro da GNR, general José Fonseca.

No início de 2007 o Governo português assinou a compra de 12 aeronaves C-295 para substituir os aparelhos C-212 Aviocar, então sediados na Base Aérea n.º 1, em Sintra. Sete destes aviões estão configurados para transporte aéreo táctico e os restantes cinco para vigilância marítima.

Em 2009 deu-se a transferência da esquadra para a Base Aérea n.º 6 (Montijo), onde em Fevereiro desse ano aterrou o primeiro C-295. (Público)

18 de abril de 2013

AERONAVES DA FORÇA AÉREA PODEM SER USADAS NO COMBATE AOS INCÊNDIOS

O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que existe todo o interesse em empenhar as aeronaves C295 no combate aos incêndios e na ajuda à coordenação das operações.

No final de uma missão nocturna de vigilância e fiscalização que acompanhou a bordo do C295, Aguiar-Branco referiu estar impressionado com as «capacidades e o enorme potencial» da aeronave e que «justificaram a sua aquisição» em 2007.

Para o Ministro da Defesa Nacional, as características do C295 são demonstrativas da «mais-valia nas várias funções que pode desempenhar (…) em missões de vigilância, de monitorização e de controlo», muito importantes para «a Força Aérea, para as Forças Armadas e até para a interoperabilidade conjunta que pode ter com as outras forças de segurança».

Recorde-se que, no início de 2007, o Governo português assinou a compra de doze aeronaves C295, para substituir os aparelhos C212 Aviocar sediados na Base Aérea de Sintra. Sete das doze aeronaves estão configuradas para transporte aéreo táctico e as restantes cinco para vigilância marítima. Em 2009 deu-se a transferência desta esquadra para a Base Aérea do Montijo.(MDN)

8 de abril de 2013

Trabalho em equipa no FALCON 50

A prontidão, a eficácia, a eficiência e a rapidez são características inerentes às equipas que trabalham diariamente para que as aeronaves coloquem as "rodas no ar" em tempo útil e cumprir a missão.

Nos últimos dias, as capacidades destas equipas, responsáveis pela manutenção da aeronave FALCON 50, foram colocadas à prova devido à natureza urgente das missões para as quais foi activada a tripulação da Esquadra 504, de alerta no Aeródromo de Trânsito Nº1 - Figo Maduro.

Do transporte aero-médico de uma criança, efectuado a 5 de Abril, à evacuação urgente de um doente, realizada a 7 de Abril, a aeronave FALCON 50 foi alvo de uma reconfiguração no seu layout, resultante das diferentes missões. A partir do momento em que foi accionado o alerta, uma equipa de especialistas, que se ocupa dos aspectos relacionados com a logística e com a manutenção, trabalhou de imediato na reconfiguração da aeronave, retirando e colocando componentes e equipamentos específicos para aquela missão.

O curto espaço de tempo não permite falhas e tudo fui cumprido ao pormenor e com o maior profissionalismo.

No total, e no último fim de semana, foram efectuadas cerca de nove horas de voo em missões de interesse público, efectuadas pela Esquadra 504 e pela Esquadra 502, através da aeronave C-295M, com a evacuação médica de dois doentes na Madeira.(FAP)

6 de dezembro de 2012

Frota C-295M alcança 10.000 horas de voo

No dia 5 de dezembro e numa cerimónia presidida pelo Chefe de Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José Pinheiro, foram assinaladas as 10.000 horas de voo da frota C-295M, operada pela Esquadra 502 “ELEFANTES” desde Fevereiro de 2009.

A comemoração das 10.000 horas de voo do sistema de armas C-295M, que contou com a presença das altas patentes militares, dos Presidentes da Airbus Military, da DEFAERLOC e da EMPORDEF, iniciou-se com uma reunião entre as chefias militares, o Presidente da Airbus Military e a Missão de Acompanhamento e Fiscalização (MAF FISS) do contrato de prestação de serviços logísticos associados de manutenção (FISS - Full in Service Support) das Aeronaves de Transporte Tático e Vigilância Marítima – C-295M.
Seguiu-se a cerimónia no hangar da Esquadra 502, onde foi apresentado um filme histórico sobre a Esquadra e o C-295, e na qual o Comandante dos “ELEFANTES”, Tenente-Coronel Pedro Bernardino, e o CEMFA proferiram algumas palavras alusivas ao evento.
Terminada a cerimónia, as entidades convidadas visitaram a exposição temática sobre “O sistema de armas C-295M, suas valências e capacidades operacionais” e, já no exterior, presenciaram a aterragem de uma aeronave com pintura alusiva a este marco histórico. (FAP)

9 de novembro de 2012

Missão simbólica na Esquadra 502

Ao serviço da Força Aérea Portuguesa desde 2009 e atribuída à Esquadra 502 “Elefantes”, a aeronave C-295M efetuou no dia 8 de novembro, nos Açores, a 502ª evacuação médica, desde que entrou em alerta 24H00 no continente, Açores e Madeira.
Esta missão, que reveste de simbolismo para a Esquadra, consistiu no transporte médico de um doente com uma patologia clínica grave, de São Jorge para São Miguel, para que o mesmo recebesse assistência hospitalar. A primeira evacuação realizada pelo C-295 também ocorreu nos Açores, em março de 2010, tendo os Destacamentos Aéreos dos Açores e da Madeira um papel fundamental na emergência médica das populações destes arquipélagos.
Para além desta missão, as características e capacidades do C-295M permitem uma diversa variedade de missões, tal como o transporte de tropas e carga, lançamento de cargas, busca e salvamento e vigilância marítima.
No âmbito da vigilância marítima, esta aeronave está equipada com sensores e equipamentos vocacionados e orientados para operar em diversas missões, tais como, monitorização e controlo das atividades de pesca, monitorização e controlo de atividades ilícitas, monitorização e controlo da poluição marítima e monitorização e controlo do tráfego marítimo. (FAP)

7 de novembro de 2012

Participação da Força Aérea nas Operações FRONTEX

Realizou-se no dia 5 de novembro, na Base Aérea Nº6 – Montijo, a cerimónia de receção dos militares que participaram, no presente ano, nas operações da Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX).
Nesta cerimónia, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, dirigiu uma palavra de reconhecimento aos cerca de 60 militares que participaram nas diferentes operações enaltecendo o seu empenho, competência e dedicação.
A Força Aérea Portuguesa participou, pelo segundo ano consecutivo, com uma aeronave C-295M, pertencente à Esquadra 502, e militares das áreas de operações, manutenção e apoio em quatro operações distintas da agência FRONTEX – HERMES (Itália), AENEAS (Itália), INDALO (Espanha) E POSEIDON (Grécia) – de julho a outubro de 2012, com a principal missão de controlar os fluxos de migração irregular a partir do norte de África.

Nas quatro operações, o destacamento nacional perfez 101 missões de vigilância marítima numa área próxima dos 4 200 000 km2, onde percorreu 111 045 km num total de 409 horas de voo, que resultaram na identificação e monitorização de 11 736 embarcações, das quais 27 foram alvo de interceção por indícios de atividade ilegal.(FAP)

1 de novembro de 2012

C-295M - Inscrição "Força Aérea Portuguesa"

Aterrou na Base Aérea Nº6, no dia 25 de Outubro, a primeira aeronave C-295M com a inscrição “Força Aérea Portuguesa” na fuselagem, após conclusão de trabalhos de manutenção efectuados nas instalações da AirBus Military, em Sevilha.

Esta aeronave, com o número de cauda 16704, é a primeira da frota C-295M a ter incorporada a inscrição “Força Aérea Portuguesa”. As restantes aeronaves irão receber de forma gradual esta inscrição, que tem por finalidade reforçar a identificação das mesmas em contexto de operações conjuntas e combinadas.(FAP)

13 de julho de 2012

Força Aérea em Farnborough

A Força Aérea (FAP) está presente na Farnborough International Airshow 2012, em Inglaterra, com uma aeronave C-295M. Esta também em exposição a plataforma SIFNAV - Sistema de Formação de Navegadores, implementada pela Direção de Engenharia e Programas (DEP) do Comando da Logística da Força Aérea, com a colaboração de militares e civis da Base Aérea Nº6 e da Esquadra 502.

A conceção desta plataforma inovadora nasceu da necessidade da criação de uma "Escola de Navegadores", que tornasse possível a formação e o treino operacional em voo. Esta necessidade originou uma solicitação à DEP para que esta lançasse mãos à obra e conduzisse a sua implementação. Desta forma e de acordo com os requisitos de conceção, a DEP desenhou e materializou o SIFNAV, composto por uma palete, uma consola com 3 postos de instrução, embarcada na aeronave C-295M. O posto de instrução do centro é ocupada pelo Navegador instrutor, sendo os restantes preenchidos pelos Navegadores instruendos. Esta composição torna possível a interação, troca de informação e comunicação, entre ambos, elevando o nível de formação para um patamar superior.

Trata-se de um projeto inovador, cuja construção e operação obedece aos requisitos de certificação de aeronavegabilidade aplicáveis, que a FAP tem em exposição na Farnborough International Airshow 2012, até ao dia 15 de julho. (FAP)