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4 de março de 2015

Chefes do três Ramos visitam Real Thaw

A Base Aérea N.º11, em Beja, recebeu no dia 03 de Março a visita do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, durante o já habitual Distinguished Visitors Day do Real Thaw. Igualmente presentes estiveram o Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Almirante Luís Fragoso, e o Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General Carlos Jerónimo.

Sem que o Real Thaw abrandasse o ritmo de trabalho, os Chefes dos três Ramos assistiram ao debriefing táctico das missões da tarde e seguiram de perto a acção dos militares em exercício. Houve ainda tempo para as entidades conhecerem a sala das operações e percorrerem os hangares onde estão posicionadas as diferentes aeronaves empenhadas.

A visita terminou com CEMFA, CEMA E CEME a desejarem um bom resto de missão aos cerca de três mil militares envolvidos no Real Thaw, que termina no dia 06 de Março. (FAP)

22 de janeiro de 2015

Actividade operacional de 2014 apresentada ao MDN

O ministro da Defesa Nacional (MDN), José Pedro Aguiar-Branco, realizou no dia 20 de Janeiro uma visita de trabalho ao Comando Aéreo (CA), em Monsanto.

Na deslocação do ministro ao CA, foi apresentado o balanço da actividade operacional da Força Aérea em 2014 e discutido o planeamento para 2015.

O MDN teve oportunidade de conhecer os resultados operacionais das várias esquadras de voo e analisar não só o regime de esforço, mas também a tipologia das missões concretizadas em território nacional e outras envolvendo Forças Nacionais Destacadas.

A acompanhar José Pedro Aguiar-Branco estiveram o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Pina Monteiro, e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro.(FAP)

12 de novembro de 2014

Chefe de Estado-Maior da Força Aérea alerta para riscos da redução de meios

O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, José Araújo Pinheiro, alertou, hoje, na ilha Terceira, para os riscos que a redução de meios físicos e humanos acarreta para o cumprimento das missões.

"Perante a complexa situação que a Força Aérea vive ao nível dos seus pilotos, particularmente os mais qualificados, e a realidade orçamental nos últimos anos, as opções de resposta vão sendo mais limitadas, sendo já notória uma redução da capacidade de prontidão e um consequente aumento do risco operacional", frisou.

José Araújo Pinheiro discursava na cerimónia de rendição do Comandante da Base Aérea n.º4, nas Lajes, na ilha Terceira, Açores, onde Eduardo Faria foi substituído por Tito Mendonça.

Apesar das dificuldades, garantiu que a Força Aérea tem feito todos os esforços para manter um "clima de segurança e bem-estar nas pessoas" da Região Autónoma dos Açores.

"O conhecimento geral tem-nos levado a tomar medidas para adequar as horas de voo e aprontamento de tripulações ao máximo possível e financiável e a determinar como prioritárias as missões de soberania e de segurança humana, com ênfase no apoio às ilhas, ou seja, orientar o esforço para as missões críticas e de inquestionável relevância", salientou.

Destacando a "relação íntima" entre a Força Aérea a comunidade local na ilha Terceira, que não se verifica de forma igual noutras partes do país, José Araújo Pinheiro sublinhou que as missões de busca e salvamento e as evacuações sanitárias sempre foram consideradas prioritárias na base das Lajes, entre as "vastas" responsabilidades da Força Aérea.

"No que concerne à Base Aérea n.º 4, sempre foi dado relevo às missões de busca e salvamento e à evacuação sanitária, pelo que, apesar de todos os constrangimentos, se tem feito tudo para garantir a prontidão dos meios afectos a estas tarefas de socorro e assistência", frisou.

O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea realçou ainda o "espírito de missão" dos militares e civis da base, "a quem de forma continuada tem sido pedido muito mais do que seria normal".

"A recorrente redução de recursos humanos e materiais tem obrigado a um grande empenho e enorme exigência individual e colectiva de todos os militares e civis", apontou, acrescentando que o "quadro difícil" se repete em cada órgão ou unidade da Força Aérea.

José Araújo Pinheiro salientou também o "exemplo único e marcante de cooperação e relacionamento" com os Estados Unidos da América, com quem a Força Aérea portuguesa partilha infraestruturas nas Lajes, há mais de 68 anos, "em perfeita sintonia, espírito de entreajuda e sã convivência na persecução de objectivos comuns de preservação da paz".

"No contexto internacional, importa referir que apesar das mudanças geo-estratégicas, as Lajes continuam a ser uma facilidade aeronáutica extremamente importante face à sua localização central no Atlântico, como ponto de apoio para aeronaves em trânsito e para operações militares", frisou.

Por sua vez, o novo comandante da Base Aérea n.º 4, Tito Mendonça, disse estar "consciente dos obstáculos e dos condicionamentos" que terá de enfrentar, mas confiante de que conseguirá cumprir o seu dever.

"Tenho consciência das dificuldades que nos esperam. Acredito no profissionalismo, talento, generosidade e dedicação de quantos servem esta unidade. Não regatearemos esforços e tudo faremos para responder de forma eficiente e rigorosa aos desafios que encontrarmos pela frente", salientou. (DN)

10 de setembro de 2014

CEMFA marca presença na EURAC 2014 - Suiça

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, esteve presente na European Air Chiefs Conference (EURAC14), que aconteceu dias 5 e 6 de Setembro, em Brunnen, Suíça. Na reunião, 24 Comandantes de Forças Aéreas europeias discutiram o treino de pilotos sob o mote ‘Opportunities in Pilot Screening and Trainning”.

No âmbito desta conferência, as altas entidades aproveitaram ainda para realizar uma visita ao festival aéreo AIR14, que decorreu simultâneamente em Payerne – também na Suíça – e teve a participação da Esquadra 103 "Caracóis" com duas aeronaves Alpha-Jet. O evento assinalou os 100 anos da Força Aérea Suíça, os 50 anos da Patrulha Suíça e os 25 anos da Equipa PC–7.

Durante o AIR 14, há a destacar o carinho demonstrado por todos os visitantes e pela comunidade portuguesa em particular. Fonte : FAP

15 de julho de 2014

Aeronaves satisfazem, mas faltou contrato de manutenção a helicópteros

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea mostrou-se hoje satisfeito com o parque aeronáutico disponível e sua renovação na década anterior, mas estranhou a inexistência de um contrato de manutenção para os helicópteros EH-101.

O general José Araújo Pinheiro garantiu ter existido "transferência tecnológica efectiva para as Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica (OGMA) porque foram fazendo revisões gerais das aeronaves da Força Aérea (portuguesa) e a empresa foi sendo subcontratada por outras forças para modificações em modelos semelhantes", em resposta a deputados do PCP e do PS, na Comissão Parlamentar de Inquérito aos Programas Relativos à Aquisição de Equipamentos Militares (EH-101, P-3 Orion, C-295, torpedos, F-16, submarinos, Pandur II).

"A manutenção técnica é da responsabilidade do fabricante, sendo que quem está a fazer a manutenção no dia-a-dia é as OGMA, sob supervisão da Augusta Westland (empresa britânica construtora dos EH101)", explicou, esclarecendo não saber "o que esteve na base da decisão de não se ter feito logo um contrato de manutenção", pois, por exemplo, quando a FA adquiriu o (avião bimotor) C295 tal foi garantido.

O deputado comunista Jorge Machado tinha estranhado a opção por um modelo que é "um dos helicópteros mais caros do Mundo" e questionou o responsável sobre outras escolhas possíveis ou mesmo a possibilidade de não ter 12 aparelhos daqueles, mas antes uma frota complementar de aeronaves mais acessíveis.
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"Não foi a FA que decidiu a aquisição nem o poderia fazer porque os valores em causa implicam decisão ao mais alto nível. Foi decidido pelo Governo. Obviamente, a intervenção da FA é identificar uma necessidade e propor uma opção. A aquisição, seja qual for o equipamento militar, é sempre do Governo", afirmou o general, remetendo as dúvidas sobre os valores em causa para relatórios publicados pelo Tribunal de Contas.

O parlamentar socialista José Magalhães também lembrou o plano de aquisição por parte do Exército de "helicópteros leves", entretanto abandonada, e formalizou mesmo um requerimento para saber mais pormenores junto do Chefe do Estado-Maior do Exército, já ouvido na Assembleia da República.

"A manutenção (dos EH101) é cara", reconheceu Araújo Pinheiro, adiantando que "está a ser renegociado o contrato" pela direcção-geral respectiva e "haverá margem de manobra para a FA poder assumir alguma da manutenção e assim reduzir custos".

Falando globalmente dos quatro programas de equipamento em causa - helicópteros EH101 e aviões P-3 Orion, C-295 e F-16 -, o CEMFA garantiu estarem "aprovados e em curso, decorrendo com alguma normalidade e a chegar ao seu termo" e que "os equipamentos que foram adquiridos eram necessários e no tempo certo, sem perda de capacidade".

Os deputados do PSD e do CDS-PP António Prôa e Cecília Meireles, respectivamente, apresentaram também questões sobre a necessidade e o real emprego dos referidos equipamentos e pormenores sobre as datas das decisões políticas.

Araújo Pinheiro esclareceu que as decisões sobre os F-16 remontam a 1990 - a primeira de duas frotas - e a 1998, enquanto os contratos para as restantes aeronaves foram assinados pelo Estado português em Dezembro de 2001 (EH101) e em agosto de 2005 (P-3 e C-295), ou seja, com o PS no Governo.

A comissão de inquérito retomará os seus trabalhos quarta-feira, pelas 10:00, com a audição do antigo ministro da Defesa Nacional António Vitorino, seguindo-se outro ex-responsável pela pasta Castro Caldas, às 15:00. (Jornal I)

9 de maio de 2014

Força Aérea Portuguesa perdeu 60 por cento dos pilotos comandantes

O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa (FAP), general José Pinheiro, disse esta sexta-feira que a FAP perdeu cerca de 60 por cento dos seus pilotos comandantes razão pela qual o Destacamento na ilha do Porto Santo está parcialmente operacional.

«A FAP, de há uns meses para cá, sofreu uma restrição drástica no número de pilotos comandantes da Esquadra dos EH101 e, como é normal, estamos a passar por uma situação de dificuldades porque não temos capacidade para repor imediatamente aquilo que perdemos», disse.

O general salientou que «a FAP perdeu cerca de 60 por cento dos pilotos comandantes que tinha e, portanto, entrou numa situação muito difícil», reconheceu à margem da cerimónia que assinalou o primeiro aniversário da Estação de Radar n/4, no Pico do Arrieiro, na Madeira.

Segundo o general José Pinheiro, assim que for possível requalificar ou qualificar novos pilotos comandantes será preenchida a vaga no Destacamento da FAP No Porto Santo.

Lembrou que «a qualificação não é automática, os pilotos têm que demonstrar, têm que voar, têm que fazer muitas horas de voo porque voar de dia e de noite, com bom ou mau tempo exige uma qualificação que se obtém ao longo de anos com muita experiência e muitas horas de voo». «O Destacamento do Porto Santo não tem cá o piloto comandante, o helicóptero está cá, está operativo, tem uma equipa de mecânicos, tem o copiloto», enumerou.

Em caso de emergência ou de busca e salvamento o plano de acção - «que é aquilo que, neste momento, é o melhor que podemos fazer» - é empenhar ou o helicóptero que está no continente, ou o que está nos Açores, ou, então, «trazer um piloto comandante para Porto Santo de forma o mais expedita possível sendo que, enquanto o piloto comandante está em viagem para o Porto Santo, os que estão cá vão aprontando o helicóptero, vão preparando a missão de modo a que não se perca tempo».

«Estamos a fazer o possível por mitigar o problema o tão breve quanto possível», acrescentou.

Apesar de hoje comemorar um ano de existência, a Estação de Radar n/4 da FAP no Pico do Arrieiro não está 100 por cento operacional por «não estar ainda integrado no sistema de defesa aérea nacional» devido a «algumas anomalias». «Esperamos que seja no segundo semestre, temos expectativas que durante o segundo semestre o sistema fica operativo», vaticinou.

A Estação Radar n/4 (ER4) é parte integrante do projecto de extensão do Sistema de Comando e Controlo Aéreo de Portugal (SICCAP) ao arquipélago da Madeira. (TVI24)

12 de abril de 2014

CEMFA no Simpósio de Trabalho das Forças Aéreas da NATO

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) Portuguesa, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, participou, no dia 08 de Abril de 2014, na Reunião de Chefes das Forças Aéreas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO/OTAN).

O Comandante do Allied Air Command (AIRCOM), General Franc Gorenc da Força Aérea norte-americana, recebeu os seus congéneres na Base Aérea de Ramstein, Alemanha, e agradeceu-lhes pela sua liderança e empenho na organização, treino e equipamento das respectivas Forças Aéreas.

Tratando-se de uma reunião anual organizada pelo AIRCOM, a deste ano tomou a forma de um simpósio de trabalho. A ordem de trabalhos focou-se sobretudo no desenvolvimento de capacidades, aumento de treinos e exercícios e reforço das relações com as estruturas de Comando e de Forças da NATO, bem como das políticas de Policiamento Aéreo da Organização.

Foram também abordados o futuro da defesa balística de mísseis da Aliança e da INTEL, vigilância e reconhecimento em conjunto.

Na despedida, o Comandante do AIRCOM confessou estar extremamente optimista sobre o futuro do Poder Aéreo da Organização.

O AIRCOM é responsável por toda a defesa e policiamento aéreos 24 horas por dia em toda a zona da NATO. Tem a sua sede em Ramstein (Alemanha) e dispõe de dois centros de Operações Aéreas Combinadas em Uedem (Alemanha) e Torrejón (Espanha) células, bem como de um Comando Aéreo e Centro de Controlo móvel em Poggio Renatico (Itália). (FAP)

21 de fevereiro de 2014

CEMFA condecorado com Ordem Nacional da Legião de Honra - Grau Oficial

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) – General José António de Magalhães Araújo Pinheiro - foi agraciado, a 18 de Fevereiro de 2014, com a Ordem Nacional da Legião de Honra - Grau Oficial, na Embaixada de França em Portugal.

A cerimónia foi presidida pelo Embaixador de França em Portugal, Jean-François Barel, que condecorou pessoalmente o General CEMFA e que aproveitou para reiterar os fortes laços que unem Portugal e França, bem como a estreita cooperação entre as Forças Aéreas de ambos os países.

O General José Pinheiro, recentemente reconduzido como CEMFA, declarou que sente esta condecoração não como sua de forma pessoal, mas como de todos os militares e civis que prestam serviço na Força Aérea Portuguesa e que é em seu nome que a recebe.

A Ordem Nacional da Legião de Honra (em francês, Ordre National de la Légion dHonneur) foi instituída em 1802 e recompensa os méritos eminentes militares ou civis à nação francesa.

Na cerimónia estiveram presentes os Oficiais Generais da Força Aérea, bem como os representantes de cada classe do Gabinete do CEMFA. (Fonte: Força Aérea)

31 de janeiro de 2014

Força Aérea visitada por Ramos de Forças Armadas internacionais

A Força Aérea Portuguesa tem recebido, recentemente, a visita de algumas forças militares de outras nações.

O 1º Curso de Promoção a Oficial Superior (CPOS) de Timor-Leste visitou a Base Aérea N.º 1 (Granja do Marquês – Sintra), Academia da Força Aérea e Museu do Ar, a 24 de Janeiro de 2014, onde foram recebidos pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea em exercício de funções na data, Tenente-General Carlos José Tia.

Também o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea da Roménia, Major General Luarian Anastasof, esteve a 29 de Janeiro em Lisboa, para apresentar cumprimentos ao Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro.

Este tipo de visitas entre Ramos das Forças Armadas são habituais e cada vez mais frequentes, num mundo em crescente globalização e onde a interacção internacional é uma das melhores formas de conhecer e apreender as diferentes formas e metodologias de trabalho e aprontamento. (Fonte: F.A.P)

24 de janeiro de 2014

Chefe do Estado-Maior da Força Aérea em Angola

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, visitou a Força Aérea de Angola entre 20 e 25 de Janeiro de 2014.

A visita decorreu a convite do Comandante da Força Aérea de Angola, General Francisco L. G. Afonso, inserida no âmbito da cooperação institucional e técnico-militar entre estes ramos das Forças Armadas de ambos os países, bem como por ocasião da comemoração do 38º aniversário da Força Aérea de Angola, que se realizou a 21 de Janeiro.

O CEMFA visitou as bases aéreas de Luanda e do Lobito, onde acompanhou pessoalmente os desenvolvimentos efectuados através da cooperação entre Portugal e Angola e onde pôde contactar com os militares que estão ao serviço da Força Aérea Portuguesa em Angola. (FAP)

16 de outubro de 2013

Chefe do Estado-Maior do Ejército del Aire visita FAP

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) - General José António de Magalhães Araújo Pinheiro - recebeu, nos dias 14 e 15 de Outubro, a visita do seu homólogo espanhol o Chefe do Estado-Maior do Ejército del Aire (JEMA) -General del Aire Don F. Javier García Arnaiz.

No primeiro dia, o JEMA e a sua comitiva foram recebidos com honras militares no Estado-Maior da Força Aérea e após esta breve cerimónia encontraram-se com o CEMFA para cumprimentos entre comitivas e briefing. Depois, iniciaram a visita pelas Unidades da Força Aérea Portuguesa (FAP), com a ida ao Comando Aéreo (Monsanto) e ao Centro de Operações Aéreas. De seguida, visitaram a Base Aérea n.º 1, Sintra, onde o JEMA assinou o Livro de Honra da FAP. Em Sintra, houve também uma visita ao Museu do Ar e à Academia da Força Aérea.

No segundo e último dia, a visita começou com uma viagem entre o Aeródromo de Trânsito n.º 1, Figo Maduro, e a Base Aérea n.º 5 (BA5), Monte Real, onde o JEMA conheceu algumas das capacidades do sistema de defesa aérea nacional e assinou o Livro de Honra da BA5. À tarde, as comitivas dirigiram-se à Embaixada de Espanha em Portugal (Lisboa), onde foram recebidos pelo Embaixador de Espanha - D. Eduardo Junco - e se encontraram com o Ministro da Defesa Nacional - José Pedro Aguiar-Branco -, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas - General Luís Evangelista Esteves de Araújo -, o Chefe do Estado-Maior da Armada - Almirante José Saldanha Lopes - e o Chefe do Estado-Maior do Exército - General Artur Neves Pina Monteiro. Na Embaixada de Espanha, o JEMA condecorou o CEMFA com a Grã-Cruz de Mérito Aeronáutico com distintivo branco.

A visita do JEMA à FAP contribuiu para o já estreito relacionamento entre os dois países da Península Ibérica, neste caso ao nível da Defesa. (FAP)

19 de abril de 2013

Ministro da Defesa quer aviões da Força Aérea a combater incêndios

O ministro da Defesa, Aguiar-Branco, disse na quinta-feira à noite que há todo o interesse em empenhar aviões da Força Aérea no combate aos incêndios, cenário já discutido com o ministro da Administração Interna e com o chefe do ramo militar.

“É uma situação que já foi objecto de análise entre mim e o senhor ministro da Administração Interna, onde também esteve o senhor general CEMFA [Chefe do Estado-Maior da Força Aérea]. Temos todo o interesse em poder aproveitar realmente este equipamento [avião C-295] para essa valência”, salientou José Pedro Aguiar-Branco, na Base Aérea n.º6 no Montijo, após acompanhar uma missão nocturna de vigilância e fiscalização a bordo da aeronave.

Durante um briefing que antecedeu o embarque, o CEMFA, general José Pinheiro, afirmou que o C-295 e o P3-C têm capacidade e podem ser empenhados em missões de “combate aos fogos” e na “ajuda na coordenação” das operações.

O oficial acrescentou que os meios servem para operar “em benefício” das pessoas e para “cumprir as missões da melhor maneira”.

Após o voo de cerca de duas horas e meia a bordo do C-295, o ministro da Defesa ficou impressionado com as “capacidades e o enorme potencial” do avião, que, segundo o governante, “justificaram a sua aquisição” em 2007.

“Demonstra que é uma mais-valia nas várias funções que pode desempenhar. Quer em missões de vigilância, de monitorização e de controlo, como a que tive a possibilidade de assistir, e que são muito importantes para a Força Aérea, para as Forças Armadas e até para a interoperabilidade conjunta que pode ter com outras forças de segurança”, frisou Aguiar-Branco.

Questionado pelos jornalistas sobre os cortes que terá de fazer este ano no seu ministério, Aguiar Branco escusou-se a revelar o valor em causa e remeteu essa informação para quando for conhecido o Orçamento Rectificativo.

A bordo do helicóptero seguiram igualmente o director nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, o presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), general Manuel Couto, e o comandante da Unidade de Controlo Costeiro da GNR, general José Fonseca.

No início de 2007 o Governo português assinou a compra de 12 aeronaves C-295 para substituir os aparelhos C-212 Aviocar, então sediados na Base Aérea n.º 1, em Sintra. Sete destes aviões estão configurados para transporte aéreo táctico e os restantes cinco para vigilância marítima.

Em 2009 deu-se a transferência da esquadra para a Base Aérea n.º 6 (Montijo), onde em Fevereiro desse ano aterrou o primeiro C-295. (Público)

9 de janeiro de 2013

Aviões e helicópteros para formação de pilotos da Força Aérea sustentáveis até 2018


O chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), José Pinheiro, afirmou hoje que os aviões Alpha Jet e os helicópteros Alouette só são "sustentáveis" até 2018 devido aos anos de operação e terão de ser substituídos.
"É um avião e um helicóptero que já tem muitos anos de serviço, o Alouette 3 vai comemorar este ano os 50 anos de operação na Força Aérea Portuguesa, são dois meios que só poderemos sustentar até 2018 e portanto julgo que será adequado equacionar em sede própria e no momento próprio a sua eventual substituição", afirmou o chefe militar.
O general José Pinheiro falava aos jornalistas no final de uma audição de mais de duas horas na comissão parlamentar de Defesa, que decorreu à porta fechada.
Já sobre os aviões Hércules C-130, o CEMFA referiu que  "já têm muitos anos de operação", mas "vão ser sujeitos a um programa de modernização que lhes vai garantir capacidade para operar por mais algum tempo".
Sobre a situação do ramo, o CEMFA disse que "as dificuldades são conhecidas, existem", mas que a Força Aérea "vai ter de se acomodar na medida das possibilidades à realidade com que está confrontada, na certeza de que vai continuar a cumprir a sua missão".
O general referiu que os pilotos da Força Aérea têm "a expectativa de voar ligeiramente mais" em 2013 (em 2012 foram realizadas 15.500 horas de voo) devido "a um ligeiro acréscimo" nas verbas para operação e manutenção e que existe preocupação com "a regeneração e a capacidade de sustentar a capacidade".
"Gostaríamos de voar mais? Com certeza, porque isso permitia-nos ter mais pilotos e mais pilotos qualificados", afirmou, no entanto.
Questionado sobre o interesse da Bulgária na compra de caças F-16 da Força Aérea Portuguesa, o CEMFA sublinhou que esse é um assunto que "decorre na alçada do Ministério da Defesa", remetendo "os detalhes do programa" para a tutela. (I)

4 de julho de 2012

60º Aniversário da Força Aérea Portuguesa

A Força Aérea Portuguesa assinala este ano o seu 60º Aniversário com várias actividades nas bases aéreas do país, mas foi no dia 2 de julho que se deu o momento alto do aniversário, com a realização da Cerimónia Militar comemorativa, na Base Aérea Nº6, Montijo.

Presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco (MDN), com a presença do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José Pinheiro, e de individualidades militares e civis, a cerimónia iniciou-se pela tarde, também sob o olhar de militares, famílias e curiosos, que não quiseram faltar ao evento.

Prestadas as honras militares às entidades presentes e depois da integração do Estandarte Nacional na Formatura, o General CEMFA proferiu uma alocução, na qual destacou as missões efetuadas pela Força Aérea, depositando plena confiança no trabalho que os militares e funcionários civis do ramo, têm realizado com dedicação ao serviço. Seguiu-se uma alocução do MDN e depois a leitura da Mensagem do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho. A cerimónia prosseguiu com uma homenagem aos militares e civis da Força Aérea já falecidos e com a imposição de condecorações. O desfile militar, com sobrevoo de 4 aeronaves F-16, marcou o final do evento.

De manhã, já havia sido celebrada, pelo Bispo das Forças Armadas e de Segurança, D. Januário Torgal Ferreira, uma Missa de Ação de Graças, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em São Domingos de Benfica. (FAP)

3 de julho de 2012

Limitação nas horas de voo pode "comprometer eficácia" - Chefe da Força Aérea

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) advertiu hoje que a limitação nas horas de voo e na qualificação de pilotos pode "comprometer a eficácia" das operações e "conduzir a prazo a uma diminuição da prontidão".

Discursando nas comemorações do 60.º aniversário da Força Aérea Portuguesa (FAP), na base aérea do Montijo, o general José Pinheiro apontou como "principal preocupação" a "capacidade para gerar horas de voo" e para formar tripulações de aeronaves.

"No que diz respeito aos orçamentos de funcionamento é imperioso conseguir a sua compatibilização com as capacidades inerentes ao cumprimento da missão atribuída", salientou. (Destak)

13 de junho de 2012

Força Aérea está a "fazer os possíveis" para manter grau de eficácia

O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general José Pinheiro, assegurou hoje, na Base das Lajes, nos Açores, que este ramo militar está a "fazer os possíveis" para manter o grau de eficácia nas missões desempenhadas.

"Estamos a fazer os possíveis para que a eficácia da Força Aérea no cumprimento das suas missões não seja afetado (pelas dificuldades financeiras)", afirmou José Pinheiro, em declarações aos jornalistas no final da cerimónia comemorativa do 71.º aniversário da Base Aérea n.º 4, na ilha Terceira.

O CEMFA, apesar de reconhecer que "os cortes e restrições" que o país vive também se refletem nas instituições militares, garantiu que "vão ser mantidas" as condições que a Base das Lajes tem "para operar 24 horas, 365 dias por ano". Destak/Lusa

8 de novembro de 2011

Força Aérea vai ter de “cortar” 30 por cento nas horas de voo em 2012

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) afirmou hoje que a proposta de Orçamento para 2012 vai obrigar a uma redução de cerca de 30 por cento nas horas de voo e a mais "contenção" no ramo.

"É uma proposta restritiva, que nos vai obrigar a adaptar, vamos ter de voar menos, vamos ter de nos adaptar a uma situação de maior contenção", declarou à agência Lusa o general José Pinheiro.

O CEMFA falava no final de uma audição de quase três horas na Comissão Parlamentar de Defesa, que decorreu à porta fechada.

"Vou ter de voar menos, as horas de voo são directamente relacionadas com o Orçamento disponível", sublinhou.

O chefe militar disse ainda ter "a certeza" de que as "missões críticas" da Força Aérea - como a busca e salvamento e missões de soberania - "vão continuar a ser feitas", embora "noutras condições" e "com menos pilotos".

José Pinheiro adiantou que a redução nas verbas para voo anda "na casa dos 30 por cento" e que no próximo ano a Força Aérea Portuguesa vai voar cerca de 17.000 horas, quando este ano tinha planeadas 23.400 horas.

"Vamos gerir da melhor maneira possível o Orçamento que nos é atribuído tentando minimizar o impacto, mas obviamente que há impacto", reconheceu, manifestando "esperança de que o futuro será melhor".

As despesas do Estado com a Defesa Nacional vão diminuir 3,9 por cento no próximo ano, estando previsto um corte de 30 por cento nos encargos com saúde, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2012.

Segundo a proposta de lei do Governo, a despesa total consolidada do ministério da Defesa Nacional em 2012 ascende a 2.216 milhões de euros (contra 2.305,6 milhões de euros estimados em 2011).

O CEMFA afirmou ainda que o congelamento das promoções está a afectar as Forças Armadas e admitiu ter postos de comando ocupados por militares de posto inferior a oficial-general.

"As Forças Armadas, sendo uma estrutura hierarquizada, em que as competências estão muitas vezes relacionadas com a hierarquia e o posto, são naturalmente afectadas, a Força Aérea neste momento está, como os outros ramos, a ser afectada por isso", disse à agência Lusa o general José Pinheiro.

O CEMFA disse esperar ver esta restrição "minimizada". "Aguardemos melhores dias", reforçou, defendendo que é preciso "trabalhar em conjunto" para resolver o problema e encontrar "soluções".

O general José Pinheiro admitiu ainda ter "neste momento lugares de oficial-general que estão providos por pessoas de posto inferior".

O chefe militar referiu no entanto que "o fundamental é que a missão está a ser cumprida" e que não é "bom para a coesão que se promovam só oficiais-generais e não se promova noutros postos".

"Será algo que está a ser visto e que tenho esperança que possa vir a ser resolvido da melhor maneira possível, mas não sei qual é", concluiu.

Os chefes do Exército e da Marinha, assim como o próprio chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), também já tinham manifestado a sua preocupação com o congelamento das promoções e o seu efeito da estrutura das Forças Armadas.(P)

25 de outubro de 2011

"Base das Lajes é uma unidade vital para a Força Aérea"

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general José Pinheiro, considerou hoje a Base Aérea das Lajes (BA4), na ilha Terceira, Açores, "uma unidade vital no dispositivo da Força Aérea Portuguesa".

"Constitui o garante da soberania e integridade do território nacional, como é exemplo de integração na comunidade e cumprimento do serviço público no socorro dos que precisam de auxílio no mar e no ar", afirmou o general na cerimónia de transferência de comando da BA4. O CEMFA sublinhou a acção de serviço público da Força Aérea Portuguesa nos Açores, salientando que "no último ano foram realizadas 900 horas de voo e evacuados 158 doentes" entre as ilhas do arquipélago e de navios que circulam no Oceano Atlântico ao largo dos Açores.

José Pinheiro presidiu à cerimónia de transferência de comando da BA4 para o coronel piloto-aviador Sérgio Ferreira, que substitui o coronel Alexandre Figueiredo. O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea apelou aos militares para que, "apesar da situação de crise, austeridade e consequente redução de meios humanos materiais e financeiros", continue a ser "dada a resposta até ao limite das possibilidades".

O novo comandante da BA4, Sérgio Ferreira, é natural das Lajes, na Terceira, de onde partiu com apenas três anos de idade, mas regressou em 1999 para comandar a Esquadra 711. Exerceu até ao momento aos funções de Chefe de Gabinete de Estudos e Planeamento, Director do Curso de Piloto Aviador, docente e chefe do Departamento de Ciências Aeronáuticas e Piloto Instrutor. (DN)

4 de abril de 2011

Chefe do Estado-Maior da Força Aérea visita hoje BA 11

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, encontra-se hoje, na BA 11 com os militares destacados para a Operação OCEAN SHIELD. Na cerimónia serão entregues ao Destacamento Aéreo, os Símbolos Nacionais que acompanham os militares nas missões no estrangeiro, nomeadamente, a Nossa Senhora do Ar, as Bandeiras Nacional e da Força Aérea, anuncia a Força Aérea Portuguesa (FAP).

Este Destacamento Aéreo que integrará a Força Internacional da NATO na Operação OCEAN SHIELD, será constituído por uma aeronave P-3, da Esquadra 601 “Lobos” e 42 militares do Ramo. Terá como missão efectuar patrulhamento marítimo, apoiando o processo de combate à pirataria na Costa da Somália.

A Cerimónia começa às 11h30 e termina às 12h45.(Rádio Pax)

25 de fevereiro de 2011

Tomada de posse do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea

O Presidente da República, Prof. Cavaco Silva, conferiu posse ao novo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José Pinheiro, numa cerimónia no Palácio de Belém, no dia 23 de Fevereiro.

No dia 24 de Fevereiro, o CEMFA foi recebido com Honras Militares à chegada ao Estado-Maior da Força Aérea.

Nesta cerimónia estiveram presentes Oficiais Generais, Comandantes de Unidade, Coronéis do Complexo de Alfragide, o Assessor do CEMFA para a Categoria de Sargentos, e ainda delegações de Sargentos, Praças e Funcionários Civis.

No decorrer da Cerimónia, foram prestadas Honras Militares ao CEMFA, que passou revista às forças em parada e proferiu algumas palavras, salientando a honra e o orgulho que é assumir o Comando da Força Aérea, definindo como prioridades a Missão da Força Aérea e as Pessoas que nela servem.

A Cerimónia terminou com o desfile das forças em parada que prestaram Honras Militares ao Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, que "conta convosco, para que todos, em conjunto, sejamos capazes de estar à altura do que os portugueses e a Nação esperam da sua Força Aérea". (FAP)