A fragata portuguesa Bartolomeu Dias, após ter terminado a sua participação no exercício internacional SAHARAN EXPRESS 2015, atracou no dia 25 de Abril no Mindelo, ilha de São Vicente, a fim de conduzir acções de cooperação técnico-militar (CTM) com a Guarda Costeira (GC) e outras entidades oficiais da República de Cabo Verde, no âmbito da iniciativa MAR ABERTO.
Das várias acções planeadas, salientam-se o treino médico e socorrismo de combate, a formação e apoio a bordo de meios navais cabo-verdianos, na área técnico-naval da mecânica, electrotecnia, frio e electricidade, com particular enfoque no apoio e auxilio a navios sinistrados no mar.
Estão ainda previstas acções de adestramento e aferição das técnicas, tácticas e procedimentos nas acções de abordagem a navios suspeitos, com o objectivo de treinar e reforçar as capacidades no combate a diversos tipos de ameaças marítimas.
A Bartolomeu Dias terá a bordo, de 30 de Abril a 1 de maio, elementos da GC e inspectores de pesca para efectuar acções de fiscalização marítima nas águas jurisdicionais de Cabo Verde, estando prevista, no dia 30 Abril, uma operação de apoio humanitário na ilha de Santo Antão, na localidade de Tarrafal do Monte Trigo, com recurso a meios de bordo.
A iniciativa da Marinha Portuguesa denominada MAR ABERTO tem por objectivo apoiar na cooperação e desenvolvimento de actividades tendentes à edificação de capacidades próprias das Marinhas e Guardas Costeiras dos países da CPLP, no quadro da estrutura superior das Forças Armadas, dos sistemas de segurança marítima e de autoridade marítima.
A fragata Bartolomeu Dias é comandada pelo Capitão-de-fragata Paulo Cavaleiro Ângelo e tem embarcados 172 militares da Marinha Portuguesa, bem como alguns militares convidados de outras nacionalidades.
O navio largou de Lisboa no passado dia 2 de Março e desenvolveu até ao momento várias acções de cooperação técnico-militar em São Tomé e Príncipe e Angola, tendo ainda participado nos exercícios internacionais de segurança marítima OBANGAME EXPRESS e SAHARAN EXPRESS 2015, no Golfo da Guiné e ao largo da África Ocidental respectivamente. (Emgfa)
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27 de abril de 2015
25 de abril de 2015
MILITARES PORTUGUESES PARTICIPAM EM BUSCA E SALVAMENTO EM CABO VERDE
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| Patrulha da Marinha de Cabo Verde |
O exercício de salvaguarda da vida humana no mar, de grande complexidade, foi realizado conjuntamente com meios navais de Espanha, Cabo Verde e Senegal, tendo participado também uma aeronave P3C Orion da Força Aérea Portuguesa (FAP).
Neste âmbito, a fragata Bartolomeu Dias simulou um navio mercante que emitiu um pedido de socorro por perda de um tripulante no mar. O Centro de Operações de Segurança Marítima (COSMAR) de Cabo Verde, sito na cidade da Praia, assumiu de imediato a coordenação das operações de busca e salvamento activando os meios existentes na área. Foi ainda destacado para a zona o P3 Orion da FAP que colaborou intensivamente nas buscas e posterior recolha. O exercício permitiu treinar o accionamento dos meios de busca e salvamento em águas internacionais, bem como exercitar a coordenação dos meios disponíveis nessas acções.
Para além deste exercício de busca e salvamento, a Bartolomeu Dias tem realizado diversas acções de treino, com parceiros africanos da costa ocidental de África, em intercepção e posterior abordagem de embarcações suspeitas de ilícitos marítimos, no âmbito do exercício internacional SAHARAN EXPRESS, que tem por principal objectivo a promoção de segurança marítima na região. (Emgfa)
16 de abril de 2015
FRAGATA BARTOLOMEU DIAS PARTICIPA EM EXERCÍCIO SAHARAN EXPRESS 2015
A fragata Bartolomeu Dias atracou no porto da cidade da Praia, Cabo Verde, a 16 de Abril de 2015, para participar no exercício internacional SAHARAN EXPRESS 2015, que vai decorrer entre 19 e 26 de Abril na costa ocidental africana, ao largo deste arquipélago.
Este exercício, sob a égide do Comando Norte-Americano para África (AFRICOM), visa o reforço da capacidade dos parceiros africanos no combate às ameaças marítimas, bem como a promoção da cooperação destes parceiros Africanos com os Estados Unidos e a Europa.
O evento tem como finalidade o adestramento das forças militares das nações participantes no âmbito do conhecimento situacional marítimo e em técnicas, tácticas e procedimentos necessários à intercepção e abordagem de navios suspeitos em alto mar, com vista ao combate a actos ilícitos marítimos, como o narcotráfico, o tráfico de armas, pessoas e bens, a pirataria, a pesca ilegal entre outros.
A fragata Bartolomeu Dias actuará conjuntamente com a aeronave P3C Orion, da Força Aérea Portuguesa e com meios navais e aéreos de Cabo Verde, Senegal e Espanha.
A fragata Bartolomeu Dias é comandada pelo Capitão-de-fragata Paulo Cavaleiro Ângelo e tem embarcados 172 militares, estando embarcados alguns militares convidados de outras nacionalidades. O navio largou de Lisboa no passado dia 2 de Março e participou até ao momento no exercício internacional OBANGAME EXPRESS 2015, no Golfo da Guiné e em diversas actividades no âmbito da cooperação técnico-militar com Angola e São Tomé e Príncipe. (emgfa)
Este exercício, sob a égide do Comando Norte-Americano para África (AFRICOM), visa o reforço da capacidade dos parceiros africanos no combate às ameaças marítimas, bem como a promoção da cooperação destes parceiros Africanos com os Estados Unidos e a Europa.
O evento tem como finalidade o adestramento das forças militares das nações participantes no âmbito do conhecimento situacional marítimo e em técnicas, tácticas e procedimentos necessários à intercepção e abordagem de navios suspeitos em alto mar, com vista ao combate a actos ilícitos marítimos, como o narcotráfico, o tráfico de armas, pessoas e bens, a pirataria, a pesca ilegal entre outros.
A fragata Bartolomeu Dias actuará conjuntamente com a aeronave P3C Orion, da Força Aérea Portuguesa e com meios navais e aéreos de Cabo Verde, Senegal e Espanha.
A fragata Bartolomeu Dias é comandada pelo Capitão-de-fragata Paulo Cavaleiro Ângelo e tem embarcados 172 militares, estando embarcados alguns militares convidados de outras nacionalidades. O navio largou de Lisboa no passado dia 2 de Março e participou até ao momento no exercício internacional OBANGAME EXPRESS 2015, no Golfo da Guiné e em diversas actividades no âmbito da cooperação técnico-militar com Angola e São Tomé e Príncipe. (emgfa)
20 de janeiro de 2015
Esquadra 601 "Lobos" em Cabo Verde
A Esquadra 601 encontra-se desde o passado dia 13 de Janeiro na African Maritime Law Enforcement Partnership(AMLEP) 2015, na operação designada de JunctionRain15, onde tem realizado várias missões conjuntas e combinadas.
A natureza dessas missões prende-se com o patrulhamento das áreas previamente definidas, assim como a partilha de informações com outra nação participante, os Estados Unidos. As Informações são relativas ao tipo de tráfego na área, a eventuais actividades ilícitas de narcotráfico, pesca ou mesmo pirataria. Esta partilha e operação conjunta visa garantir que se necessário, caso a situação o justifique, seja activada uma equipa de boarding que se encontra num navio de guerra americano, também ele a participar na mesma operação. A bordo do navio americano está também um UAV, meio orgânico que pretende ser usado para aumentar a projecção. (FAP)
A natureza dessas missões prende-se com o patrulhamento das áreas previamente definidas, assim como a partilha de informações com outra nação participante, os Estados Unidos. As Informações são relativas ao tipo de tráfego na área, a eventuais actividades ilícitas de narcotráfico, pesca ou mesmo pirataria. Esta partilha e operação conjunta visa garantir que se necessário, caso a situação o justifique, seja activada uma equipa de boarding que se encontra num navio de guerra americano, também ele a participar na mesma operação. A bordo do navio americano está também um UAV, meio orgânico que pretende ser usado para aumentar a projecção. (FAP)
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13 de janeiro de 2015
P3C Cup+ mobilizado para buscas em Cabo Verde
A aeronave P3C Cup+ foi mobilizada no dia 10 de Janeiro para reforçar a missão de Busca e Salvamento em Cabo Verde, na sequência do naufrágio que envolveu o navio “Vicente”, dia 08 de Janeiro, a sudoeste da ilha do Fogo. A aeronave da Esquadra 601 foi activada ao abrigo do protocolo entre os dois países, que contempla a fiscalização conjunta dos espaços marítimos e colaboração em missões de busca e salvamento.
Durante dois dias, o P3C Cup+ foi utilizado para localizar passageiros e tripulantes desaparecidos, em colaboração com outros meios aéreos que iniciaram buscas logo após o incidente e conseguiram resgatar várias pessoas com vida.
No primeiro dia de buscas, a aeronave portuguesa permitiu a detecção de destroços, coletes e balsas salva-vidas. No dia seguinte, 11 de caneiro, a aeronave dos “Lobos” descolou rumo a uma nova área atribuída pelo Centro de Operações de Segurança Marítima (COSMAR), a 250 milhas náuticas a sudoeste da ilha Brava.
Após reporte do resultado das buscas ao COSMAR, a aeronave da Esquadra 601 abandonou a área e dirigiu-se para a ilha do Sal, a fim de abastecer e voltar a descolar rumo à Base Aérea N.º11, em Beja.
Nos dois dias de missão, realizaram-se 21 horas de voo.
Cerca de 60 % da tripulação envolvida nas buscas regressa a Cabo Verde no dia 13 de janeiro para participar na Operação JUNCTION RAIN - African Maritime Law Enforcement Partnership (AMLEP) 2015. Nesta operação, Portugal vai trabalhar em parceria com as nações de Cabo Verde, Estados Unidos da América, Senegal e Gana, contra actividades de pesca ilícita, tráfico e pirataria. (FAP)
Durante dois dias, o P3C Cup+ foi utilizado para localizar passageiros e tripulantes desaparecidos, em colaboração com outros meios aéreos que iniciaram buscas logo após o incidente e conseguiram resgatar várias pessoas com vida.
No primeiro dia de buscas, a aeronave portuguesa permitiu a detecção de destroços, coletes e balsas salva-vidas. No dia seguinte, 11 de caneiro, a aeronave dos “Lobos” descolou rumo a uma nova área atribuída pelo Centro de Operações de Segurança Marítima (COSMAR), a 250 milhas náuticas a sudoeste da ilha Brava.
Após reporte do resultado das buscas ao COSMAR, a aeronave da Esquadra 601 abandonou a área e dirigiu-se para a ilha do Sal, a fim de abastecer e voltar a descolar rumo à Base Aérea N.º11, em Beja.
Nos dois dias de missão, realizaram-se 21 horas de voo.
Cerca de 60 % da tripulação envolvida nas buscas regressa a Cabo Verde no dia 13 de janeiro para participar na Operação JUNCTION RAIN - African Maritime Law Enforcement Partnership (AMLEP) 2015. Nesta operação, Portugal vai trabalhar em parceria com as nações de Cabo Verde, Estados Unidos da América, Senegal e Gana, contra actividades de pesca ilícita, tráfico e pirataria. (FAP)
13 de dezembro de 2014
FRAGATA ÁLVARES CABRAL REGRESSA DE CABO VERDE
A fragata ÁLVARES CABRAL chega amanhã, dia 14 de Dezembro, pelas 10h00, à Base Naval de Lisboa, após ter participado nas operações de apoio à população de Cabo Verde, afectada pela erupção do vulcão Pico do Fogo, na ilha do Fogo.
A operar no arquipélago cabo-verdiano desde 3 de Dezembro, o navio da Marinha Portuguesa, conduziu várias missões de apoio à população de Chã das Caldeiras, a mais afectada pela erupção vulcânica que está em curso desde 23 de Novembro.
Entre as várias missões, salienta-se o apoio médico-sanitário e alimentar prestado nos centros de deslocados e o empenhamento do helicóptero orgânico Lynx, na monitorização da actividade vulcânica e captação de imagens com recurso a câmara de imagem térmica na área compreendida entre a cidade dos Mosteiros e São Filipe, e ainda na evacuação de uma cidadã portuguesa grávida, da ilha do Fogo para a ilha de Santiago.
A fragata Álvares Cabral, comandada pelo Capitão-de-fragata Alexandre Gamurça Serrano, tem um total de 201 militares embarcados, sendo 26 do sexo feminino. (Emgfa)
A operar no arquipélago cabo-verdiano desde 3 de Dezembro, o navio da Marinha Portuguesa, conduziu várias missões de apoio à população de Chã das Caldeiras, a mais afectada pela erupção vulcânica que está em curso desde 23 de Novembro.
Entre as várias missões, salienta-se o apoio médico-sanitário e alimentar prestado nos centros de deslocados e o empenhamento do helicóptero orgânico Lynx, na monitorização da actividade vulcânica e captação de imagens com recurso a câmara de imagem térmica na área compreendida entre a cidade dos Mosteiros e São Filipe, e ainda na evacuação de uma cidadã portuguesa grávida, da ilha do Fogo para a ilha de Santiago.
A fragata Álvares Cabral, comandada pelo Capitão-de-fragata Alexandre Gamurça Serrano, tem um total de 201 militares embarcados, sendo 26 do sexo feminino. (Emgfa)
11 de dezembro de 2014
Ambulâncias oferecidas por Portugal já chegaram à ilha do Fogo
O avião C 130 da Força Aérea Portuguesa aterrou no início da tarde desta quarta-feira, no aeródromo de São Filipe, na ilha do Fogo, com as duas ambulâncias oferecidas pelo Governo português, no âmbito das ajudas à vítimas da erupção vulcânica.
Depois de ter deixado as duas ambulâncias, o C130 seguiu viagem para Dakar (Senegal) com a finalidade de transportar os donativos disponibilizados pela Argentina, constituído por tendas e kits de cozinha.
As duas ambulâncias estão devidamente equipadas para prestar os primeiros socorros e para transporte de doentes de um centro de saúde para o hospital regional.
Esta quarta-feira, deverão sair de Angola dois aviões cargueiros com ajuda humanitária, sendo que o de maior porte deverá aterrar na ilha do Sal e outro na Cidade da Praia, de onde os materiais serão encaminhados para a ilha do Fogo, via marítima, já que o aeródromo de São Filipe encontra-se fechado a voos comerciais desde o início da erupção vulcânica. (Bola)
Depois de ter deixado as duas ambulâncias, o C130 seguiu viagem para Dakar (Senegal) com a finalidade de transportar os donativos disponibilizados pela Argentina, constituído por tendas e kits de cozinha.
As duas ambulâncias estão devidamente equipadas para prestar os primeiros socorros e para transporte de doentes de um centro de saúde para o hospital regional.
Esta quarta-feira, deverão sair de Angola dois aviões cargueiros com ajuda humanitária, sendo que o de maior porte deverá aterrar na ilha do Sal e outro na Cidade da Praia, de onde os materiais serão encaminhados para a ilha do Fogo, via marítima, já que o aeródromo de São Filipe encontra-se fechado a voos comerciais desde o início da erupção vulcânica. (Bola)
5 de dezembro de 2014
FRAGATA ÁLVARES CABRAL INICIA MISSÃO NA ILHA DO FOGO
A fragata Álvares Cabral transportando a bordo vários órgãos de comunicação social locais e nacionais largou ontem, dia 04 de Dezembro, pelas 0800 (hora de Lisboa), da cidade da Praia em direcção à ilha do Fogo onde iniciou as actividades de apoio à população afectada pela erupção do vulcão Pico do Fogo.
Na proximidade do porto de Vale de Cavaleiros, ilha do Fogo, foi recebida a bordo a equipa de coordenação das operações em terra, acompanhada pela Ministra da Administração Interna de Cabo Verde, Dra. Marisa Morais. Após apresentação e avaliação da realidade local, procedeu-se à coordenação dos aspectos de apoio humanitário e logístico requeridos às organizações internacionais e ao planeamento do desembarque de bens logísticos e técnicos essenciais para o auxílio das povoações circundantes a SW da ilha, nomeadamente, Achada Furna, Monte Verde e povoação de São Filipe, onde grande parte dos cidadãos deslocados se encontra.
Paralelamente, foram entregues à equipa do consórcio de geociência C4G, os equipamentos de sismografia enviados pela universidade de Lisboa, no sentido de optimizar a recolha e monitorização de dados da actividade sísmica em curso.
Ainda no decorrer da reunião, a Ministra da Administração Interna transmitiu as principais preocupações e prioridades para a acção no local, que passam pela permanente monitorização da actividade vulcânica no sentido de antecipar potenciais focos de catástrofe, pela prestação do apoio médico-sanitário nos centros de deslocados mitigando carências existentes e pela identificação das possíveis áreas de actuação das equipas de bordo.
Já no final da tarde deu-se início à transferência do material proveniente das organizações e instituições portuguesas para a Protecção Civil Cabo Verdiana, que conduz toda a operação na ilha. (EMGFA)
Na proximidade do porto de Vale de Cavaleiros, ilha do Fogo, foi recebida a bordo a equipa de coordenação das operações em terra, acompanhada pela Ministra da Administração Interna de Cabo Verde, Dra. Marisa Morais. Após apresentação e avaliação da realidade local, procedeu-se à coordenação dos aspectos de apoio humanitário e logístico requeridos às organizações internacionais e ao planeamento do desembarque de bens logísticos e técnicos essenciais para o auxílio das povoações circundantes a SW da ilha, nomeadamente, Achada Furna, Monte Verde e povoação de São Filipe, onde grande parte dos cidadãos deslocados se encontra.
Paralelamente, foram entregues à equipa do consórcio de geociência C4G, os equipamentos de sismografia enviados pela universidade de Lisboa, no sentido de optimizar a recolha e monitorização de dados da actividade sísmica em curso.
Ainda no decorrer da reunião, a Ministra da Administração Interna transmitiu as principais preocupações e prioridades para a acção no local, que passam pela permanente monitorização da actividade vulcânica no sentido de antecipar potenciais focos de catástrofe, pela prestação do apoio médico-sanitário nos centros de deslocados mitigando carências existentes e pela identificação das possíveis áreas de actuação das equipas de bordo.
Já no final da tarde deu-se início à transferência do material proveniente das organizações e instituições portuguesas para a Protecção Civil Cabo Verdiana, que conduz toda a operação na ilha. (EMGFA)
2 de dezembro de 2014
Portugal entrega equipamentos de telecomunicações na Ilha do Fogo
Uma equipa das Forças Armadas portuguesas entregou, esta terça-feira, cerca de dezena de equipamentos de telecomunicações por satélite aos elementos da Protecção Civil na povoação mais atingida pelas erupções vulcânicas na ilha cabo-verdiana do Fogo.
Em declarações agência Lusa, o major António Dias disse, à saída de Portela, que a partir de agora estão, pelo menos, resolvidos os problemas de comunicação entre as forças da Protecção Civil cabo-verdiana e os diversos centros de operação em São Filipe e na Cidade da Praia.
O oficial português, acompanhado por Luís Simões, da polícia portuguesa em missão permanente em Cabo Verde, faz parte da equipa avançada da Fragata portuguesa Álvares Cabral, que está a caminho do arquipélago, onde deverá chegar quarta-feira à cidade da Praia e partirá no dia seguinte para São Filipe, no Fogo.
António Dias salientou estar "muito impressionado" com o manto de lava que cobre não só o planalto central de Chã das Caldeiras e, sobretudo, a povoação de Portela, praticamente semi-destruída pela força da lava que, já a meio da localidade, se eleva a cerca de cinco metros de altura.
O vulcão do Fogo entrou em erupção a 23 de Novembro e até ao momento a lava já destruiu mais de 50 habitações, muitas cisternas de água, currais, várias casas de apoio à agricultura e uma vasta área de terreno agrícola.
Também consumiu a sede do Parque Natural do Fogo, inaugurada em Março deste ano e orçado em cerca de um milhão de euros, uma escola básica, um hotel, mas até agora não provocou vítimas. (JN)
Em declarações agência Lusa, o major António Dias disse, à saída de Portela, que a partir de agora estão, pelo menos, resolvidos os problemas de comunicação entre as forças da Protecção Civil cabo-verdiana e os diversos centros de operação em São Filipe e na Cidade da Praia.
O oficial português, acompanhado por Luís Simões, da polícia portuguesa em missão permanente em Cabo Verde, faz parte da equipa avançada da Fragata portuguesa Álvares Cabral, que está a caminho do arquipélago, onde deverá chegar quarta-feira à cidade da Praia e partirá no dia seguinte para São Filipe, no Fogo.
António Dias salientou estar "muito impressionado" com o manto de lava que cobre não só o planalto central de Chã das Caldeiras e, sobretudo, a povoação de Portela, praticamente semi-destruída pela força da lava que, já a meio da localidade, se eleva a cerca de cinco metros de altura.
O vulcão do Fogo entrou em erupção a 23 de Novembro e até ao momento a lava já destruiu mais de 50 habitações, muitas cisternas de água, currais, várias casas de apoio à agricultura e uma vasta área de terreno agrícola.
Também consumiu a sede do Parque Natural do Fogo, inaugurada em Março deste ano e orçado em cerca de um milhão de euros, uma escola básica, um hotel, mas até agora não provocou vítimas. (JN)
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1 de dezembro de 2014
NRP ÁLVARES CABRAL LARGA RUMO A CABO VERDE
A Fragata ÁLVARES CABRAL largou, no passado dia 28 de Novembro, pelas 17h30, da Base Naval de Lisboa em direcção a Cabo Verde para prestar apoio à população local afectada pela erupção do vulcão Pico do Fogo, na ilha do Fogo.
Na largada do navio estiveram presentes o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro e o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Luís Manuel Fourneaux Macieira Fragoso.
O General CEMGFA elogiou em discurso, a pronta resposta da Marinha no apoio a Cabo Verde, país irmão que se encontra em dificuldades devido às consequências da erupção do vulcão Pico do Fogo. (EMGFA)
Na largada do navio estiveram presentes o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro e o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Luís Manuel Fourneaux Macieira Fragoso.
O General CEMGFA elogiou em discurso, a pronta resposta da Marinha no apoio a Cabo Verde, país irmão que se encontra em dificuldades devido às consequências da erupção do vulcão Pico do Fogo. (EMGFA)
22 de março de 2014
FRAGATA BARTOLOMEU DIAS EM ACÇÃO DE APOIO À POPULAÇÃO DA ILHA BRAVA NA REPÚBLICA DE CABO VERDE
Para os diversos trabalhos associados a esta acção de assistência, foram desembarcados na ilha cerca de três dezenas de militares do navio, os quais estão a ser apoiados por autoridades locais e por uma equipa da Guarda Nacional de Cabo Verde.
O navio encontra-se integrado na Iniciativa Mar Aberto 2014, que visa o aprofundamento da cooperação bilateral junto de países membros da CPLP, complementando através de diversas acções no mar e em terra as actividades que se inserem no âmbito da Cooperação Técnico Militar – CTM.
A fragata Bartolomeu Dias tem embarcados 186 militares, incluindo uma equipa de fuzileiros, e é comandada pelo Capitão-de-fragata Rui M. Marcelo Correia. (Marinha)
O navio encontra-se integrado na Iniciativa Mar Aberto 2014, que visa o aprofundamento da cooperação bilateral junto de países membros da CPLP, complementando através de diversas acções no mar e em terra as actividades que se inserem no âmbito da Cooperação Técnico Militar – CTM.
A fragata Bartolomeu Dias tem embarcados 186 militares, incluindo uma equipa de fuzileiros, e é comandada pelo Capitão-de-fragata Rui M. Marcelo Correia. (Marinha)
19 de março de 2014
Força Aérea em exercício multinacional em Cabo Verde
A aeronave P-3C Cup+ regressou no dia 16 de Março de 2014 de Cabo Verde, onde esteve destacada durante a sua participação no Exercício Saharan Express 2014.
Este exercício decorreu em ambiente conjunto e combinado, proporcionando troca de conhecimentos e procedimentos e providenciando treino na interoperabilidade de forças - em contexto de operações de interdição marítima - entre países dos continentes europeu, africano e americano.
Durante a participação da Força Aérea Portuguesa, através da Esquadra 601 – “Lobos”, a aeronave P-3C Cup+ foi empregue no apoio a meios de superfície (fragatas das marinhas portuguesa, angolana, senegalesa, marroquina, inglesa, espanhola, francesa e americana), e também na recolha de informações necessárias para actualização do panorama de superfície e sua disseminação para a cadeia de comando. O que agiliza as tomadas de decisão e contribui para que as instruções transmitidas sejam o mais exactas possível. Neste contexto, a capacidade de comunicações e os sensores a bordo da aeronave foram preciosos na interoperabilidade dos meios.
Durante o destacamento, a Esquadra 601 realizou cerca de 37 horas de voo, repartidas entre projecção da força, empenhamento no exercício, demonstração de capacidades para as autoridades locais, voos de patrulhamento marítimo na República de Cabo Verde e retracção.
O posicionamento do arquipélago de Cabo Verde no Atlântico faz com que seja um ponto de cruzamento de várias rotas de navegação marítimas e aéreas. O volume de tráfego que daí advém impossibilita que a República de Cabo Verde consiga patrulhar e vigiar toda a sua Zona Económica Exclusiva (ZEE), composta por mais de 730.000km2. O que faz com que o governo deste país se debata com problemas de tráfico de droga, armas e pessoas, aos quais só consegue dar resposta com o auxílio de acordos de cooperação com nações como o Reino Unido, Estados Unidos da América, Brasil e Portugal.
Nesse âmbito, a Esquadra 601 efectuou voos levando a bordo tripulantes e agentes policiais nativos, de forma a poder partilhar um pouco da sua longa experiência de patrulhamento marítimo. Os voos decorreram a norte e a sul da ZEE de Cabo Verde, com demonstração e transmissão de procedimentos e conhecimentos, na área da monitorização, detecção, identificação e reporte de eventuais actividades ilícitas.
Após os voos, no debriefing com os elementos envolvidos nas missões, foram tecidas considerações baseadas no produto obtido com a análise dos dados recolhidos. Do feedback obtido, a experiência foi enriquecedora tanto para a Esquadra 601 como para as autoridades da República de Cabo Verde. (FAP)
Este exercício decorreu em ambiente conjunto e combinado, proporcionando troca de conhecimentos e procedimentos e providenciando treino na interoperabilidade de forças - em contexto de operações de interdição marítima - entre países dos continentes europeu, africano e americano.
Durante a participação da Força Aérea Portuguesa, através da Esquadra 601 – “Lobos”, a aeronave P-3C Cup+ foi empregue no apoio a meios de superfície (fragatas das marinhas portuguesa, angolana, senegalesa, marroquina, inglesa, espanhola, francesa e americana), e também na recolha de informações necessárias para actualização do panorama de superfície e sua disseminação para a cadeia de comando. O que agiliza as tomadas de decisão e contribui para que as instruções transmitidas sejam o mais exactas possível. Neste contexto, a capacidade de comunicações e os sensores a bordo da aeronave foram preciosos na interoperabilidade dos meios.
Durante o destacamento, a Esquadra 601 realizou cerca de 37 horas de voo, repartidas entre projecção da força, empenhamento no exercício, demonstração de capacidades para as autoridades locais, voos de patrulhamento marítimo na República de Cabo Verde e retracção.
O posicionamento do arquipélago de Cabo Verde no Atlântico faz com que seja um ponto de cruzamento de várias rotas de navegação marítimas e aéreas. O volume de tráfego que daí advém impossibilita que a República de Cabo Verde consiga patrulhar e vigiar toda a sua Zona Económica Exclusiva (ZEE), composta por mais de 730.000km2. O que faz com que o governo deste país se debata com problemas de tráfico de droga, armas e pessoas, aos quais só consegue dar resposta com o auxílio de acordos de cooperação com nações como o Reino Unido, Estados Unidos da América, Brasil e Portugal.
Nesse âmbito, a Esquadra 601 efectuou voos levando a bordo tripulantes e agentes policiais nativos, de forma a poder partilhar um pouco da sua longa experiência de patrulhamento marítimo. Os voos decorreram a norte e a sul da ZEE de Cabo Verde, com demonstração e transmissão de procedimentos e conhecimentos, na área da monitorização, detecção, identificação e reporte de eventuais actividades ilícitas.
Após os voos, no debriefing com os elementos envolvidos nas missões, foram tecidas considerações baseadas no produto obtido com a análise dos dados recolhidos. Do feedback obtido, a experiência foi enriquecedora tanto para a Esquadra 601 como para as autoridades da República de Cabo Verde. (FAP)
14 de março de 2014
'P3 Orion' português patrulha mar de Cabo Verde após exercício naval
O aparelho participou no quarto exercício militar "Saharan Express", que decorreu de segunda a quarta-feira ao largo da ilha cabo-verdiana de São Vicente e envolveu marinhas e guardas-costeiras de 11 países, incluindo Portugal.
Na quinta-feira, o "P3 Orion", recentemente equipado com nova tecnologia de vigilância marítima nos Estados Unidos, transportou um grupo de jornalistas, sobrevoando a costa leste e norte da ilha de Santiago, a ilha do Fogo, regressando depois à Cidade da Praia, num voo de quase uma hora.
Em declarações aos jornalistas presentes a bordo, o capitão Robert Teixeira, piloto aviador da FAP, indicou que a aeronave, além de ter participado no "Saharan Express", vai continuar nos próximos dias no arquipélago para apoiar Cabo Verde na fiscalização da Zona Económica Exclusiva (ZEE) e inspeccionar navios que sulcam às águas, estando também preparado para operações de busca e salvamento.
A pequena demonstração contou também com a presença do embaixador de Portugal em Cabo Verde, Bernardo Lucena, e do director da Polícia Judiciária (PJ) cabo-verdiana, Carlos Reis, não tendo sido permitido qualquer filmagem ou fotografia a bordo.
Robert Teixeira ressalvou que a aeronave tem a missão primária de executar operações de busca e salvamento, patrulhamento marítimo, detecção, localização e seguimento e ataque a submarinos e meios de superfície.
Hélder Ferreira, também oficial da força aérea, avançou à imprensa que o aparelho está equipado com tecnologia de ponta, recentemente adquirida nos Estados Unidos, tem uma autonomia de voo de 12 horas e está ainda preparada para executar operações de busca e salvamento.
Recentemente, lembrou, realizou, "com êxito", uma missão de salvamento da tripulação de veleiro nas águas de Cabo Verde, fruto da cooperação entre Portugal e Cabo Verde.
Com uma tripulação de 13 elementos, incluindo três mulheres, o "P3 Orion" opera a uma velocidade cruzeiro de 360 nós (cerca de 650 km/hora) e em quaisquer condições meteorológicas, sendo que Portugal conta com cinco aeronaves idênticas que têm vindo a ser adquiridas desde 2005 à Real Marinha Holandesa.
Actualizada com um conjunto de modernos sensores e um sistema táctico de missão completamente integrado, a aeronave tem uma capacidade de transmissão de vídeo em tempo real do alto mar, directamente para uma estação em terra.
A bordo da aeronave são transportados equipamentos de emergência que são lançados ao mar para possíveis naufrágios, designadamente salva-vidas com kits de sobrevivência, que incluem alimentos, água, primeiros socorros e meios de comunicação.
O potencial bélico do "P3 Orion" é constituído ainda por torpedos MK46, mísseis anti-navio, AGM -84 D Harpoon, bombas de profundidade MK54 e mísseis AR/AR AGM 65 Maverick. (Notícias ao Minuto)
Na quinta-feira, o "P3 Orion", recentemente equipado com nova tecnologia de vigilância marítima nos Estados Unidos, transportou um grupo de jornalistas, sobrevoando a costa leste e norte da ilha de Santiago, a ilha do Fogo, regressando depois à Cidade da Praia, num voo de quase uma hora.
Em declarações aos jornalistas presentes a bordo, o capitão Robert Teixeira, piloto aviador da FAP, indicou que a aeronave, além de ter participado no "Saharan Express", vai continuar nos próximos dias no arquipélago para apoiar Cabo Verde na fiscalização da Zona Económica Exclusiva (ZEE) e inspeccionar navios que sulcam às águas, estando também preparado para operações de busca e salvamento.
A pequena demonstração contou também com a presença do embaixador de Portugal em Cabo Verde, Bernardo Lucena, e do director da Polícia Judiciária (PJ) cabo-verdiana, Carlos Reis, não tendo sido permitido qualquer filmagem ou fotografia a bordo.
Robert Teixeira ressalvou que a aeronave tem a missão primária de executar operações de busca e salvamento, patrulhamento marítimo, detecção, localização e seguimento e ataque a submarinos e meios de superfície.
Hélder Ferreira, também oficial da força aérea, avançou à imprensa que o aparelho está equipado com tecnologia de ponta, recentemente adquirida nos Estados Unidos, tem uma autonomia de voo de 12 horas e está ainda preparada para executar operações de busca e salvamento.
Recentemente, lembrou, realizou, "com êxito", uma missão de salvamento da tripulação de veleiro nas águas de Cabo Verde, fruto da cooperação entre Portugal e Cabo Verde.
Com uma tripulação de 13 elementos, incluindo três mulheres, o "P3 Orion" opera a uma velocidade cruzeiro de 360 nós (cerca de 650 km/hora) e em quaisquer condições meteorológicas, sendo que Portugal conta com cinco aeronaves idênticas que têm vindo a ser adquiridas desde 2005 à Real Marinha Holandesa.
Actualizada com um conjunto de modernos sensores e um sistema táctico de missão completamente integrado, a aeronave tem uma capacidade de transmissão de vídeo em tempo real do alto mar, directamente para uma estação em terra.
A bordo da aeronave são transportados equipamentos de emergência que são lançados ao mar para possíveis naufrágios, designadamente salva-vidas com kits de sobrevivência, que incluem alimentos, água, primeiros socorros e meios de comunicação.
O potencial bélico do "P3 Orion" é constituído ainda por torpedos MK46, mísseis anti-navio, AGM -84 D Harpoon, bombas de profundidade MK54 e mísseis AR/AR AGM 65 Maverick. (Notícias ao Minuto)
10 de março de 2014
FRAGATA BARTOLOMEU DIAS EM EXERCÍCIOS NA COSTA OCIDENTAL AFRICANA E NO GOLFO DA GUINÉ
A fragata Bartolomeu Dias da Marinha portuguesa atracou ontem de manhã, dia 06 de Março, no porto Grande do Mindelo, Cabo Verde onde, conjuntamente com uma aeronave P3-C da Força Aérea, inicia a participação em dois exercícios que visam promover a segurança marítima na costa africana.
Os exercícios SAHARAN EXPRESS 14 e OBANGAME EXPRESS 14, promovidos pelo Comando da Componente Naval do Comando das Forças Americanas em África, realizam-se na costa ocidental africana, de 6 a 13 de Março e no Golfo da Guiné de 10 a 23 de Abril, respectivamente, contando com a presença de vários meios navais e aéreos de países dos continentes americano, europeu e africano.
O navio tem embarcados 186 militares, incluindo uma equipa de fuzileiros e é comandado pelo Capitão-de-fragata Rui M. Marcelo Correia.
A missão do Bartolomeu Dias termina em 20 de maio, com a chegada do navio à Base Naval de Lisboa. (Emgfa)
Os exercícios SAHARAN EXPRESS 14 e OBANGAME EXPRESS 14, promovidos pelo Comando da Componente Naval do Comando das Forças Americanas em África, realizam-se na costa ocidental africana, de 6 a 13 de Março e no Golfo da Guiné de 10 a 23 de Abril, respectivamente, contando com a presença de vários meios navais e aéreos de países dos continentes americano, europeu e africano.
O navio tem embarcados 186 militares, incluindo uma equipa de fuzileiros e é comandado pelo Capitão-de-fragata Rui M. Marcelo Correia.
A missão do Bartolomeu Dias termina em 20 de maio, com a chegada do navio à Base Naval de Lisboa. (Emgfa)
15 de janeiro de 2014
Tempo de serviço militar obrigatório aumenta 50% em Cabo Verde
No quadro da nova Lei do Serviço Militar Obrigatório, que deverá ser aprovada até ao próximo mês de Junho, Cabo Verde vai alargar, cerca de 50%, o tempo de serviço militar obrigatório, que actualmente é de 14 meses.
Em declarações aos jornalistas por ocasião do Dia da Defesa Nacional, assinalado esta quarta-feira, 15 de Janeiro, o ministro da Defesa cabo-verdiano, Jorge Tolentino, anunciou que o Governo vai continuar a trabalhar na regulamentação dos estatutos dos militares.
De acordo com o governante, todos estes esforços vão no sentido de tornar Cabo Verde um «país com uma defesa nacional moderna, que seja assumida com um objectivo e uma preocupação de toda a sociedade». (Bola)
Em declarações aos jornalistas por ocasião do Dia da Defesa Nacional, assinalado esta quarta-feira, 15 de Janeiro, o ministro da Defesa cabo-verdiano, Jorge Tolentino, anunciou que o Governo vai continuar a trabalhar na regulamentação dos estatutos dos militares.
De acordo com o governante, todos estes esforços vão no sentido de tornar Cabo Verde um «país com uma defesa nacional moderna, que seja assumida com um objectivo e uma preocupação de toda a sociedade». (Bola)
6 de outubro de 2013
Portugal forma militares cabo-verdianos para proteção a altas entidades
As Forças Armadas portuguesas, em parceria com a congénere cabo-verdiana, ministraram em Cabo Verde um curso de protecção a altas entidades nacionais e internacionais, tendo formado 16 elementos.
Segundo o comandante do Pessoal das Forças Armadas, Armindo Sá Miranda, que falava à imprensa após o final das oito semanas do curso, na Cidade da Praia, a formação veio reforçar a qualificação dos militares.
"Era uma necessidade do país porque as altas entidades nacionais e estrangeiros que vêm a Cabo Verde devem ter uma protecção que garanta a estadia deles no nosso país", salientou Sá Miranda, citado pela Inforpress.
O curso consistiu em dar informações teóricas e práticas aos recém-formados, habilitando-os a exercer as funções de protecção a altas entidades.
Sá Miranda adiantou que, para o exercício da missão de protecção de altas entidades, as Forças Armadas cabo-verdianas receberam da sua congénere portuguesa um conjunto de equipamentos.
"Há determinado equipamento que não existe no mercado local, por isso, os portugueses trouxeram equipamentos básicos para que esses elementos possam estar devidamente equipados", frisou.
Entre os equipamentos constam rádios, sacos profissionais de transporte de primeiros socorros, coletes táticos e supressores de ruídos . Lusa/Fim
Segundo o comandante do Pessoal das Forças Armadas, Armindo Sá Miranda, que falava à imprensa após o final das oito semanas do curso, na Cidade da Praia, a formação veio reforçar a qualificação dos militares.
"Era uma necessidade do país porque as altas entidades nacionais e estrangeiros que vêm a Cabo Verde devem ter uma protecção que garanta a estadia deles no nosso país", salientou Sá Miranda, citado pela Inforpress.
O curso consistiu em dar informações teóricas e práticas aos recém-formados, habilitando-os a exercer as funções de protecção a altas entidades.
Sá Miranda adiantou que, para o exercício da missão de protecção de altas entidades, as Forças Armadas cabo-verdianas receberam da sua congénere portuguesa um conjunto de equipamentos.
"Há determinado equipamento que não existe no mercado local, por isso, os portugueses trouxeram equipamentos básicos para que esses elementos possam estar devidamente equipados", frisou.
Entre os equipamentos constam rádios, sacos profissionais de transporte de primeiros socorros, coletes táticos e supressores de ruídos . Lusa/Fim
16 de maio de 2013
Cabo Verde aprova o acordo de cooperação de Defesa com Portugal
O Governo cabo-verdiano aprovou, esta quinta-feira, 16 de Maio, a resolução que prevê a ratificação, no Parlamento, do acordo de cooperação entre Cabo Verde e Portugal no domínio da Defesa, assinado no Mindelo, durante a Cimeira realizada em Dezembro de 2012.
Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros de Cabo Verde e ministro da Presidência do Conselho, Jorge Tolentino, esse acordo, que vai substituir o ainda em vigor, datado de 1988, visa o relançamento da cooperação para outros patamares, entre os dois Estados, ao nível da Defesa.
Jorge Tolentino indicou que, além das áreas tradicionais de cooperação, o novo acordo abrange a segurança cooperativa, particularmente no domínio da segurança marítima, bem como a preparação dos militares cabo-verdianos para a participação em operações de manutenção da paz.
«O que pretendemos com este acordo é desencadear, numa primeira fase, a formação dos nosso militares junto das Forças Armadas portuguesas e, num segundo momento, a participação de pequenos contingentes cabo-verdianos integrados em missões de manutenção da paz de Portugal. Num terceiro momento podermos participar de forma autónoma nesse tipo de missões», explicou o governante.
Cabo Verde já está a calendarizar acções, que deverão ser iniciadas ainda no decurso de 2013.
O diploma vai ser agora remetido ao Parlamento para ratificação e, na sequência, dar-se-á início às acções de preparação do contingente cabo-verdiano por parte de Portugal.
(c) PNN Portuguese News Network
Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros de Cabo Verde e ministro da Presidência do Conselho, Jorge Tolentino, esse acordo, que vai substituir o ainda em vigor, datado de 1988, visa o relançamento da cooperação para outros patamares, entre os dois Estados, ao nível da Defesa.
Jorge Tolentino indicou que, além das áreas tradicionais de cooperação, o novo acordo abrange a segurança cooperativa, particularmente no domínio da segurança marítima, bem como a preparação dos militares cabo-verdianos para a participação em operações de manutenção da paz.
«O que pretendemos com este acordo é desencadear, numa primeira fase, a formação dos nosso militares junto das Forças Armadas portuguesas e, num segundo momento, a participação de pequenos contingentes cabo-verdianos integrados em missões de manutenção da paz de Portugal. Num terceiro momento podermos participar de forma autónoma nesse tipo de missões», explicou o governante.
Cabo Verde já está a calendarizar acções, que deverão ser iniciadas ainda no decurso de 2013.
O diploma vai ser agora remetido ao Parlamento para ratificação e, na sequência, dar-se-á início às acções de preparação do contingente cabo-verdiano por parte de Portugal.
(c) PNN Portuguese News Network
17 de abril de 2012
P3 Orion e C-130 portugueses já estão estacionados na ilha cabo-verdiana do Sal
Os aviões militares portugueses "P3 Orion" e "C-130" estão estacionados desde domingo à noite no aeroporto da ilha cabo-verdiana do Sal para apoiar eventuais operações de retirada de cidadãos portugueses da Guiné-Bissau.
Fontes oficiais confirmaram hoje à Agência Lusa que os dois aparelhos aterraram no aeroporto internacional Amílcar Cabral, devendo o "C-130", após descarregar material diverso, regressar a Lisboa.
As fontes, que solicitaram anonimato, confirmaram que Portugal solicitou também às autoridades cabo-verdianas a respetiva autorização para a corveta e a fragata portuguesas, que partiram também no domingo, utilizarem as águas territoriais do arquipélago.
Até agora, ninguém do Governo cabo-verdiano se mostrou disponível para comentar, quer a presença militar portuguesa no arquipélago, quer a evolução da situação político-militar na Guiné-Bissau.
Os dois navios e o avião, após o "C-130" regressar a Lisboa, integram a Força de Reação Rápida (FRI) que partiu no domingo de Portugal com o objetivo de, caso necessário, apoiar as operações de retirada de cidadãos portugueses da Guiné-Bissau, país que foi alvo de um golpe de Estado na quinta-feira.
No domingo, fonte oficial do Ministério da Defesa português disse à Lusa que os militares não têm, para já, qualquer operação definida, sublinhando que a decisão foi tomada na sequência do aumento do nível de prontidão da FRI.
A decisão de aumentar o nível de prontidão da FRI foi conhecida na sexta-feira, um dia depois do golpe militar de um autodenominado Comando Militar.
A FRI tem meios dos três ramos das Forças Armadas que variam consoante o tipo de missão, pode ser deslocada em 72 horas e é comandada pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).
Na quinta-feira à noite um grupo de militares guineenses atacou a residência do primeiro-ministro e candidato presidencial, Carlos Gomes Júnior, e ocupou vários pontos estratégicos da capital da Guiné-Bissau.
Desde quinta-feira que se desconhece o paradeiro de Carlos Gomes Júnior e do Presidente interino, Raimundo Pereira.
A ação foi justificada por um autodenominado Comando Militar, cuja composição se desconhece, como visando defender as Forças Armadas de uma alegada agressão de militares angolanos, que teria sido autorizada pelos chefes do Estado interino e do Governo.
No sábado, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) decidiu "tomar a iniciativa" de propor "uma força de interposição para a Guiné-Bissau, com mandato definido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas". (I)
Fontes oficiais confirmaram hoje à Agência Lusa que os dois aparelhos aterraram no aeroporto internacional Amílcar Cabral, devendo o "C-130", após descarregar material diverso, regressar a Lisboa.
As fontes, que solicitaram anonimato, confirmaram que Portugal solicitou também às autoridades cabo-verdianas a respetiva autorização para a corveta e a fragata portuguesas, que partiram também no domingo, utilizarem as águas territoriais do arquipélago.
Até agora, ninguém do Governo cabo-verdiano se mostrou disponível para comentar, quer a presença militar portuguesa no arquipélago, quer a evolução da situação político-militar na Guiné-Bissau.
Os dois navios e o avião, após o "C-130" regressar a Lisboa, integram a Força de Reação Rápida (FRI) que partiu no domingo de Portugal com o objetivo de, caso necessário, apoiar as operações de retirada de cidadãos portugueses da Guiné-Bissau, país que foi alvo de um golpe de Estado na quinta-feira.
No domingo, fonte oficial do Ministério da Defesa português disse à Lusa que os militares não têm, para já, qualquer operação definida, sublinhando que a decisão foi tomada na sequência do aumento do nível de prontidão da FRI.
A decisão de aumentar o nível de prontidão da FRI foi conhecida na sexta-feira, um dia depois do golpe militar de um autodenominado Comando Militar.
A FRI tem meios dos três ramos das Forças Armadas que variam consoante o tipo de missão, pode ser deslocada em 72 horas e é comandada pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).
Na quinta-feira à noite um grupo de militares guineenses atacou a residência do primeiro-ministro e candidato presidencial, Carlos Gomes Júnior, e ocupou vários pontos estratégicos da capital da Guiné-Bissau.
Desde quinta-feira que se desconhece o paradeiro de Carlos Gomes Júnior e do Presidente interino, Raimundo Pereira.
A ação foi justificada por um autodenominado Comando Militar, cuja composição se desconhece, como visando defender as Forças Armadas de uma alegada agressão de militares angolanos, que teria sido autorizada pelos chefes do Estado interino e do Governo.
No sábado, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) decidiu "tomar a iniciativa" de propor "uma força de interposição para a Guiné-Bissau, com mandato definido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas". (I)
21 de julho de 2011
NRP Sagres apoia edificação de capacidades da Guarda Costeira de Cabo Verde
Na sequência da visita do N.R.P. Sagres ao porto do Mindelo em Cabo Verde, no período de 14 a 18 de Julho, o navio concretizou a iniciativa Mar Aberto 2011, ao abrigo da qual a Marinha Portuguesa tem apoiado a edificação de capacidades próprias na Guarda Costeira de Cabo Verde, tendo proporcionado diversos workshops a bordo, relacionados com a formação marinheira e a fiscalização dos espaços marítimos.Nesse âmbito, no dia 15 de Julho de 2011 ocorreu a bordo da Sagres a cerimónia de entrega de diplomas aos militares de Cabo Verde que participaram nestas acções de formação.
Em paralelo, foram realizadas a bordo duas apresentações subordinadas aos temas “Capacidades da Indústria de Defesa de Portugal” e “Potencial Científico e Tecnológico português na Área do Mar”, em articulação com a Direcção Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN), com a Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM) e com a EMPORDEF. Estas apresentações contaram com a presença de diversas entidades cabo-verdianas. (Marinha)
18 de julho de 2011
Navio-Escola NRP Sagres entrega a Bispo do Mindelo material educativo angariado em Portugal
O navio-escola português Sagres, que terminou hoje uma passagem de quatro dias pelo Mindelo (Cabo Verde), entregou à igreja mindelense diverso material educativo angariado pela paróquia da Póvoa de Santo Adrião, nos arredores de Lisboa.
Segundo uma nota da Marinha de Portugal, a oferta, com gramáticas e dicionários de Português, foi entregue pelo comandante do navio-escola ao Bispo do Mindelo, D. Ildo Fortes, e insere-se no quadro da 58.ª viagem de instrução de cadetes da Escola Naval realizada pelo NRP Sagres.
Na viagem, o NRP Sagres foi ainda veículo de mais duas acções de solidariedade e cooperação de âmbito cultural. (SIC)
Segundo uma nota da Marinha de Portugal, a oferta, com gramáticas e dicionários de Português, foi entregue pelo comandante do navio-escola ao Bispo do Mindelo, D. Ildo Fortes, e insere-se no quadro da 58.ª viagem de instrução de cadetes da Escola Naval realizada pelo NRP Sagres.
Na viagem, o NRP Sagres foi ainda veículo de mais duas acções de solidariedade e cooperação de âmbito cultural. (SIC)
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