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2 de março de 2010

APOIO DO EXÉRCITO A MADEIRA

Em 20 de Fevereiro de 2010 a Ilha da Madeira foi sujeita a um forte temporal que deu origem a cheias catastróficas causadoras de significativas perdas humanas e avultados danos materiais. As Forças Armadas foram de imediato chamadas a colaborar no esforço de recuperação da ilha da Madeira.

O Exército foi o primeiro a intervir a partir do Regimento de Guarnição nº 3, do Funchal, garantindo alojamento, alimentação, transporte e apoio sanitário a cerca de 200 desalojados.

Igualmente, a rápida intervenção de cerca de 200 militares, distribuídos em equipas de remoção de escombros e limpeza, permitiu acelerar os trabalhos de busca e salvamento, assim como melhoria da mobilidade dos meios de socorro. Foi também prestado apoio na distribuição de água e na garantia de energia eléctrica em locais específicos e carenciados da ilha.

No decorrer de uma semana de trabalhos, em que estiveram empenhados cerca de 450 homens e mulheres que servem o Exército, em actividade 24 horas por dia, foram percorridos mais de 10.000 Km, para realização dos diversos apoios prestados e das mais diversas acções de solidariedade. (Exército Português)

23 de fevereiro de 2010

Forças Armadas Portuguesas apoiam vítimas da tragédia na Madeira

Dois helicópteros EH-101 Merlin, um avião C-130, um Falcon, uma Fragata e dois autotanques para distribuição de água potável, são apenas alguns dos meios que, até ao momento, as Forças Armadas disponibilizaram para apoiar a população de Madeira e executar os trabalhos de reconstrução, conforme adiantou o Estado-Maior-General das Forças Armadas, em comunicado emitido no dia 22 de Fevereiro. A estes recursos técnicos juntam-se 103 homens empenhados nas diversas acções que estão em curso nas zonas do arquipélago mais afectadas. Estão ainda a ser fornecidos alojamento e apoio médico a 120 pessoas no quartel do Exército do Funchal (Regimento de Guarnição n. º 3).

O apoio das Forças Armadas às vítimas da tragédia na Madeira processa-se através do Comando Operacional da Madeira e do CEMGFA, em colaboração com o Serviço Regional de Protecção Civil, o Ministério da Defesa Nacional e o Governo Regional da Madeira.

Em Conselho de Ministros foi declarado luto nacional, até dia 24 de Fevereiro, e decretada a "continuidade da prestação de auxílio através de meios de emergência, nomeadamente dos serviços de protecção civil e da defesa nacional", mantendo "em elevada prontidão os meios de reforço que, a solicitação do Governo Regional, poderão ainda vir a ser disponibilizados". (MDN)

22 de fevereiro de 2010

APOIO DO EXÉRCITO Á MADEIRA

No âmbito da Catástrofe que recentemente assolou a Região Autónoma da Madeira (RAM) o Exército, através do Comando das Forças Terrestres, em coordenação com o Regimento de Guarnição Nº3 (Funchal), disponibilizou de imediato:

- Alojamento, Alimentação e Apoio Sanitário a cerca 120 desalojados (mais de 30 Famílias, essencialmente constituídas por mulheres e crianças);

- Várias Equipas de Remoção de Escombros e Limpeza (mais de 100 militares);

- Viaturas para Transporte de Pessoas e Bens (colchões, auto-tanques, geradores eléctricos, etc..);

- Equipas de Reconhecimento de Engenharia (analisam as necessidades objectivas em termos de pontes ou outro material da Engenharia);

- Oficiais de Ligação junto dos Bombeiros, Protecção Civil e Governo Regional.

Informa-se ainda que o Exército tem, em elevado grau de prontidão, um conjunto significativo de meios humanos e materiais (designadamente na área da Engenharia Militar) a projectar, à ordem, para a RAM.

Mais se informa que o Exército está disponível, dentro das suas possibilidades e capacidades, para auxiliar com todo o tipo de equipamentos e meios humanos que lhe vierem a ser solicitados.

Fonte : Exército Português

Fragata Corte-Real chega à Ilha da Madeira para prestar ajuda à população

A fragata “Corte-Real” chegou hoje à cidade do Funchal, com a missão de reforçar a capacidade de busca e salvamento marítimo em apoio ao MSRC Funchal e Autoridade Marítima Nacional, em resposta à recente calamidade que assolou a Ilha da Madeira.

O objectivo da “Corte-Real” é salvar vidas, apoiar as populações sinistradas e prestar auxílio na recuperação de infra-estruturas básicas. Para isso, o navio reforçou a sua guarnição de 183 militares com 40 fuzileiros e 7 mergulhadores. Embarcou, também, o seu helicóptero orgânico.

A “Corte-Real” encontra-se preparada e certificada internacionalmente (no Reino Unido) para intervenção em operações de assistência humanitária em terra. Para o efeito, o navio conta com 120 militares da guarnição treinados e preparados para apoio a populações sinistradas, capacidade em fornecer assistência médica e emprego especializado das equipas de Fuzileiros e de Mergulhadores. Conta, também, com a utilização do seu helicóptero para reconhecimento, evacuação aérea e transporte logístico.

O Comandante Gonçalves Alexandre diz: “A participação nesta operação de apoio humanitário representa para mim e para todos os elementos da minha guarnição um factor acrescido de motivação. Esperamos poder contribuir nesta nobre missão de auxílio a populações em dificuldade, a quem queremos restituir a dignidade e tranquilidade devidas.”

A fragata "Corte-Real" é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra António Manuel Gonçalves Alexandre.(Marinha)

19 de dezembro de 2009

Unidade de Busca e Salvamento Urbano da Armada - "Treinados para ajudar as populações"

Forças Armadas integram o sistema de Protecção Civil, pelo que a Armada criou uma unidade para treinar e formar militares para intervir em operações de busca e salvamento urbano em caso de catástrofes naturais.

A Marinha tem militares treinados para intervir em situações de catástrofe natural, como a que poderia ter ocorrido com o sismo registado este semana ao largo da costa algarvia, disse ontem ao DN o comandante Mota Duarte.

Este oficial é o director da Unidade de Busca e Salvamento Urbano da Armada (UBSU), sedeada na base naval do Alfeite, onde vão iniciar-se cursos de formação nesse domínio em Março de 2010.

"Queremos profissionalizar, nesta área, os militares da Marinha e dos outros ramos das Forças Armadas para dar uma resposta mais adequada e consentânea com a doutrina em vigor", a nível nacional ou das Nações Unidas e na própria NATO, sublinhou Mota Duarte.

Recorde-se que a NATO criou, nos anos 1990, o Conselho de Parceria Euro-Atlântica (EAPC, sigla em inglês) para coordenar o auxílio humanitário dos seus países membros aos Estados do leste europeu afectados por catástrofes naturais. A própria Aliança Atlântica, numa operação coordenada pelo seu comando operacional de Oeiras, também foi responsável pelo emprego das Forças Armadas nas operações de salvamento e ajuda ao Paquistão, aquando do terramoto de Outubro de 2005 - e onde participaram também militares portuguesas, recordou Mota Duarte.

Lembrando que as Forças Armadas integram o sistema de Protecção Civil, aquele capitão-de-fragata sublinhou que a UBSU já treina as guarnições da Armada há cerca de quatro anos.

Essa instrução operacional faz-se num edifício de três andares construído de forma a simular os efeitos de um terramoto - tectos inclinados, paredes tortas, entre outras características de um prédio em ruínas e onde se incluem os efeitos de luz, sons (vento ciclónico, água a cair, gemidos de pessoas feridas, queda de pedras), fumos e mesmo "stress induzido" nas equipas de socorro para criar "um ambiente de grande realismo", acrescentou Mota Duarte.

Isso envolve a verificação do estado das habitações atingidas, o corte de água e energia nas áreas afectadas, a marcação dos perímetros de segurança, a deslocação por entre os escombros até se alcançar as vítimas, a avaliação do seu estado e o transporte para o exterior.

Na base deste treino na Armada, tendo até em conta as lições aprendidas com o terramoto de 1980 nos Açores, está um dos efeitos comuns a esse tipo de catástrofe natural: estradas cortadas, o que nas zonas costeiras faz com que o acesso por mar seja o mais rápido e eficaz, adiantou Mota Duarte.

É por isso que todos os navios "têm equipamento de salvamento ligeiro" e membros da guarnição especificamente treinados para responder a calamidades daquela natureza", salientou Mota Duarte, explicando que em termos organizativos, essas equipas de salvamento incluem brigadas operacionais, técnicas e logísticas "para prestar a adequada assistência humanitária às populações vítimas de uma calamidade natural", em Portugal ou no estrangeiro. (DN)

17 de dezembro de 2009

O que fazer em caso de sismo

A Autoridade Nacional de Protecção Civil aconselha medidas de autoprotecção, para os diferentes cenários, quer esteja em casa ou na rua, enquanto ocorre um sismo.

Dentro de casa ou dentro de um edifício deve evitar a utilização das escadas e nunca utilizar elevadores. Abrigue-se no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou cama. Mantenha-se afastado das janelas, espelhos ou chaminés e evite estar próximo de objectos que possam cair. Caso se encontre no rés-do-chão de um edifício, e no caso da rua ser larga, é preferível que saia e, caminhando sempre pelo meio da rua, que se diriga para um local aberto.


Se estiver na rua deve dirigir-se para um local aberto caminhando com calma, sem correr. Não vá para casa. Mantenha-se afastado dos edifícios, em particular daqueles antigos, altos ou isolados, dos postes de electricidade e de quaisquer outros objectos que possam estar em risco de cair. O mesmo se aconselha no caso de taludes e muros que possam ruir.


Num local com uma grande concentração de pessoas deve evitar precepitar-se para as saídas já que podem ficar facilmente obstruídas. Fique no interior do edifício até que o sismo cesse, altura a partir da qual deve sair, com calma, mantendo-se sempre atento a objectos que possam cair tais como candeeiros e fios eléctricos. Se estiver no interior de uma fábrica, deve manter-se afastado das máquinas.


Caso esteja a conduzir no momento em que ocorre o sismo pare a viatura longe de edifícios, muros, taludes, postos e cabos de alta tensão e mantenha-se no interior do veículo.
Os locais mais seguros onde pode procurar abrigo são os vãos de portas interiores, preferencialmente os das paredes-mestras, os cantos das salas, debaixo das mesas, camas e outras superfícies estáveis e quaisquer lugares longe das janelas, espelhos, chaminés e ainda de objectos, candeeiros e móveis que possam cair. Para além destes últimos, as saídas, o meio das salas e os elevadores são os locais mais perigosos.


É fundamental que, acima de tudo, se mantenha calmo, evitando o pânico e contribuindo para que as outras pessoas também se mantenham serenas.(JN)