Mostrar mensagens com a etiqueta Cerimónias de Homenagem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cerimónias de Homenagem. Mostrar todas as mensagens
26 de abril de 2015
14 de abril de 2015
Maires de Richebourg e de La Couture condecorados pelo Governo português
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional impôs, este sábado, as Medalhas da Defesa Nacional - 1.ª Classe aos Maires de La Couture e de Richebourg (Pas-de-Calais, França). A condecoração foi atribuída a Raymond Gaquère e a Gérard Delahaye em reconhecimento pela disponibilidade e apoios concedidos para a realização anual das cerimónias evocativas da Batalha de La Lys.
Antes, Berta Cabral presidiu às cerimónias evocativas do 97.º Aniversário da Batalha de La Lys, no Cemitério Militar Português de Richebourg e junto ao Monumento aos Combatentes erigido pela Liga dos Combatentes no centro da localidade.
“Esta evocação, além de um ato de justiça é, igualmente, um ato patriótico, olhando para a História com a mesma ambição que levou os soldados a combaterem nestes campos até à morte: projectar um futuro de progresso económico, social, cultural e ecológico”, afirmou a Secretária de Estado, resumindo: “Numa palavra, a nossa ambição é o progresso da Humanidade.”
As cerimónias contaram com a presença do Sub-Prefeito de Béthune, Nicolas Honoré, do Cônsul-Geral de Portugal em Paris, Pedro Lourtie, do Representante Militar de Portugal junto da Nato e da União Europeia, Tenente-General Carvalho Cordeiro, do Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-General Chito Rodrigues, dos Maires de La Couture e de Richebourg, de deputados, conselheiros e representantes da comunidade portuguesa e, como habitualmente, de delegações de antigos combatentes. (Defesa)
Antes, Berta Cabral presidiu às cerimónias evocativas do 97.º Aniversário da Batalha de La Lys, no Cemitério Militar Português de Richebourg e junto ao Monumento aos Combatentes erigido pela Liga dos Combatentes no centro da localidade.
“Esta evocação, além de um ato de justiça é, igualmente, um ato patriótico, olhando para a História com a mesma ambição que levou os soldados a combaterem nestes campos até à morte: projectar um futuro de progresso económico, social, cultural e ecológico”, afirmou a Secretária de Estado, resumindo: “Numa palavra, a nossa ambição é o progresso da Humanidade.”
As cerimónias contaram com a presença do Sub-Prefeito de Béthune, Nicolas Honoré, do Cônsul-Geral de Portugal em Paris, Pedro Lourtie, do Representante Militar de Portugal junto da Nato e da União Europeia, Tenente-General Carvalho Cordeiro, do Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-General Chito Rodrigues, dos Maires de La Couture e de Richebourg, de deputados, conselheiros e representantes da comunidade portuguesa e, como habitualmente, de delegações de antigos combatentes. (Defesa)
31 de outubro de 2014
CERIMÓNIAS EVOCATIVAS DO CENTENÁRIO DA I GUERRA MUNDIAL
No âmbito das comemorações do Centenário da Grande Guerra, decorreu, em 18 de Outubro de 2014, em todos os distritos de Portugal continental e das Regiões Autónomas, a cerimónia de Homenagem Nacional aos Mortos. Frente aos Monumentos evocativos da guerra, cumpriu-se o compromisso de honra de manter viva a memória de todos quantos, com o seu esforço e sacrifício, honraram o nome de Portugal nos campos de batalha da Flandres, Angola e Moçambique.
Nesta cerimónia participaram forças dos três Ramos das Forças Armadas e, após a deposição de uma coroa de flores e da Homenagem aos Combatentes Mortos, foi lida uma mensagem de Sua Excelência o Presidente da República. Nesta sua mensagem, o Comandante Supremo das Forças Armadas enalteceu o espírito inquebrável do Soldado Português e o legado de paz e liberdade que nos deixaram. (Exército)
Nesta cerimónia participaram forças dos três Ramos das Forças Armadas e, após a deposição de uma coroa de flores e da Homenagem aos Combatentes Mortos, foi lida uma mensagem de Sua Excelência o Presidente da República. Nesta sua mensagem, o Comandante Supremo das Forças Armadas enalteceu o espírito inquebrável do Soldado Português e o legado de paz e liberdade que nos deixaram. (Exército)
22 de outubro de 2014
Comandante Alpoim Calvão: Oficial português mais condecorado
Não entendo a polémica criada em torno das homenagens prestadas pela Marinha ao Comandante Alpoim Calvão. Afinal, ele era o oficial português mais condecorado, e suponho que a Torre e Espada, só por si, justifica especiais homenagens militares.
E o que fez ele de errado? Quando o 25 de Abril vacilava por caminhos ínvios, seguiu Spínola, numa rota discutível. Mas como Marcelo Rebelo de Sousa lembrou na sua última crónica dominical, Spínola acabou reintegrado nas Forças Armadas portuguesas, e até foi promovido a marechal, ao que julgo, por proposta de Mário Soares.
Alpoim foi igualmente reintegrado nas Forças Armadas (mal seria se Spínola, bem por cima dele, o fosse, e ele não), e até recebido com carinho na Guiné, onde mantinha ultimamente negócios, e onde lutou bravamente do lado português na Guerra Colonial (o que, na altura, não se pode dizer que fosse crime). Talvez não tivesse feitio para a promoção a almirante. Mas as homenagens como herói nacional reconhecido por inúmeras condecorações – essas merecia-as com certeza. Além do mais, comandou a última operação ofensiva do Exército português, na Guiné Gonakri, pais que esteve sob o seu domínio, e operação considerada perfeita na forma como atingiu, e até superou, os objectivos militares estabelecidos. (Sol)
E o que fez ele de errado? Quando o 25 de Abril vacilava por caminhos ínvios, seguiu Spínola, numa rota discutível. Mas como Marcelo Rebelo de Sousa lembrou na sua última crónica dominical, Spínola acabou reintegrado nas Forças Armadas portuguesas, e até foi promovido a marechal, ao que julgo, por proposta de Mário Soares.
Alpoim foi igualmente reintegrado nas Forças Armadas (mal seria se Spínola, bem por cima dele, o fosse, e ele não), e até recebido com carinho na Guiné, onde mantinha ultimamente negócios, e onde lutou bravamente do lado português na Guerra Colonial (o que, na altura, não se pode dizer que fosse crime). Talvez não tivesse feitio para a promoção a almirante. Mas as homenagens como herói nacional reconhecido por inúmeras condecorações – essas merecia-as com certeza. Além do mais, comandou a última operação ofensiva do Exército português, na Guiné Gonakri, pais que esteve sob o seu domínio, e operação considerada perfeita na forma como atingiu, e até superou, os objectivos militares estabelecidos. (Sol)
21 de outubro de 2014
20 de outubro de 2014
Cerimónia Nacional de Homenagem aos Mortos da Grande Guerra
O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco presidiu, esta manhã, à Cerimónia de Homenagem Nacional aos Mortos da Grande Guerra, junto ao monumento evocativo dos Combatentes da Grande Guerra, na praça Carlos Alberto, no Porto.
No final da cerimónia realizada no Porto, José Pedro Aguiar-Branco considerou esta “uma justa homenagem” a todos os que “no passado, combateram, em nome de Portugal, por valores tão caros como a liberdade e da democracia” e que “no contexto internacional” actual têm sido “postos em causa”.
A cerimónia realizou-se no âmbito das actividades evocativas do Centenário da Grande Guerra e decorreu, simultaneamente, nas cidades de Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Funchal, Guarda, Leiria, Lisboa, Ponta Delgada, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Tavira, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
Em todas as cidades de distrito e regiões autónomas foi lida uma mensagem do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, na qual o Comandante Supremo das Forças Armadas quis prestar “uma justa e sentida homenagem aos mortos da Primeira Grande Guerra” e cumprir com “o compromisso de Honra de manter viva a memória do seu exemplo de dedicação à Pátria”.
Relembrando o “exemplo extraordinário da coragem e do amor à Pátria do Soldado português”, bem como a sua “vontade inquebrável”, “capacidade de sofrimento” e “espírito de sacrifício sem limites”, o Presidente da República frisou, na sua mensagem, que o esforço dos combatentes na Grande Guerra não terá sido “em vão” e que “é vital que olhemos e aprendamos com o passado, nunca deixando de valorizar a Paz e a Liberdade e nunca subestimando o esforço daqueles que as conquistaram e as mantêm”.
Para Aníbal Cavaco Silva a lição a reter, da Grande Guerra, é a “incapacidade do País para assumir”, na altura, “tão exigente compromisso”, do qual resultou “a impreparação e o abandono dos nossos militares, com trágicas consequências e custos humanos elevados”. (Defesa.Pt)
No final da cerimónia realizada no Porto, José Pedro Aguiar-Branco considerou esta “uma justa homenagem” a todos os que “no passado, combateram, em nome de Portugal, por valores tão caros como a liberdade e da democracia” e que “no contexto internacional” actual têm sido “postos em causa”.
A cerimónia realizou-se no âmbito das actividades evocativas do Centenário da Grande Guerra e decorreu, simultaneamente, nas cidades de Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Funchal, Guarda, Leiria, Lisboa, Ponta Delgada, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Tavira, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
Em todas as cidades de distrito e regiões autónomas foi lida uma mensagem do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, na qual o Comandante Supremo das Forças Armadas quis prestar “uma justa e sentida homenagem aos mortos da Primeira Grande Guerra” e cumprir com “o compromisso de Honra de manter viva a memória do seu exemplo de dedicação à Pátria”.
Relembrando o “exemplo extraordinário da coragem e do amor à Pátria do Soldado português”, bem como a sua “vontade inquebrável”, “capacidade de sofrimento” e “espírito de sacrifício sem limites”, o Presidente da República frisou, na sua mensagem, que o esforço dos combatentes na Grande Guerra não terá sido “em vão” e que “é vital que olhemos e aprendamos com o passado, nunca deixando de valorizar a Paz e a Liberdade e nunca subestimando o esforço daqueles que as conquistaram e as mantêm”.
Para Aníbal Cavaco Silva a lição a reter, da Grande Guerra, é a “incapacidade do País para assumir”, na altura, “tão exigente compromisso”, do qual resultou “a impreparação e o abandono dos nossos militares, com trágicas consequências e custos humanos elevados”. (Defesa.Pt)
31 de julho de 2014
HOMENAGEM DA CAVALARIA A MOUZINHO DE ALBUQUERQUE
Em 21 de Julho passado, uma comitiva constituída por militares de todas as Unidades de Cavalaria do Exército, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e outras entidades convidadas, deslocou-se à Vila da Batalha a fim de prestar a tradicional homenagem ao Patrono da Cavalaria, Joaquim Mouzinho de Albuquerque.
Neste dia, evocativo do Combate de Macontene ocorrido em Moçambique em 1897, o então Capitão Mouzinho de Albuquerque, à frente de uma pequena força expedicionária, carregou sobre um inimigo dez vezes mais numeroso, tendo-o destroçado e, em consequência, assegurado a estabilidade na região, nos anos que se seguiram.
A cerimónia foi presidida pelo Director Honorário da Arma de Cavalaria (DHAC), Tenente-General Mourato Caldeira, tendo contado com a presença do Presidente da Câmara da Batalha, Dr. Paulo Batista dos Santos, bem com inúmeros batalhenses e turistas, atraídos pelo brilho e colorido dos metais, uniformes e estandartes, bem como pela graciosidade dos cavalos.
A formatura, comandada pelo Tenente-Coronel de Cavalaria Paulo Zagalo, foi organizada com o seguinte dispositivo:
Terno de Clarins reforçado da Fanfarra do Exército;
Bloco de Estandartes Heráldicos, constituído pelos estandartes do Regimento de Lanceiros Nº 2, Regimento de Cavalaria Nº 3, Regimento de Cavalaria Nº 6, Escola das Armas, Quartel da Cavalaria da Brigada Mecanizada e Unidade de Segurança e Honras de Estado, da GNR.
Força a Cavalo, integrando representantes das diversas unidades presentes.
O singelo mas sentido tributo prestado pelos Cavaleiros, com o apoio do Município da Batalha, a um dos mais brilhantes Portugueses do final do séc. XIX, constituiu uma breve revisitação da História de Portugal e ainda um momento de reflexão sobre os valores e os traços distintivos da identidade de um Povo, num tempo em que as referências éticas, morais e espirituais são, amiudadas vezes, negligenciadas ou adulteradas. (Exército)
Neste dia, evocativo do Combate de Macontene ocorrido em Moçambique em 1897, o então Capitão Mouzinho de Albuquerque, à frente de uma pequena força expedicionária, carregou sobre um inimigo dez vezes mais numeroso, tendo-o destroçado e, em consequência, assegurado a estabilidade na região, nos anos que se seguiram.
A cerimónia foi presidida pelo Director Honorário da Arma de Cavalaria (DHAC), Tenente-General Mourato Caldeira, tendo contado com a presença do Presidente da Câmara da Batalha, Dr. Paulo Batista dos Santos, bem com inúmeros batalhenses e turistas, atraídos pelo brilho e colorido dos metais, uniformes e estandartes, bem como pela graciosidade dos cavalos.
A formatura, comandada pelo Tenente-Coronel de Cavalaria Paulo Zagalo, foi organizada com o seguinte dispositivo:
Terno de Clarins reforçado da Fanfarra do Exército;
Bloco de Estandartes Heráldicos, constituído pelos estandartes do Regimento de Lanceiros Nº 2, Regimento de Cavalaria Nº 3, Regimento de Cavalaria Nº 6, Escola das Armas, Quartel da Cavalaria da Brigada Mecanizada e Unidade de Segurança e Honras de Estado, da GNR.
Força a Cavalo, integrando representantes das diversas unidades presentes.
O singelo mas sentido tributo prestado pelos Cavaleiros, com o apoio do Município da Batalha, a um dos mais brilhantes Portugueses do final do séc. XIX, constituiu uma breve revisitação da História de Portugal e ainda um momento de reflexão sobre os valores e os traços distintivos da identidade de um Povo, num tempo em que as referências éticas, morais e espirituais são, amiudadas vezes, negligenciadas ou adulteradas. (Exército)
16 de julho de 2014
Portugueses desfilam em Paris em homenagem aos soldados da I Guerra
Três militares e quatro estudantes portugueses participaram esta segunda-feira em Paris no desfile do 14 de Julho, dedicado ao centenário do início da I Guerra Mundial, que juntou pela primeira vez delegações de todos os países combatentes, incluindo Portugal.
Cerca de 3700 pessoas, incluindo 200 soldados vindos de 80 países, desfilaram na longa Avenida dos Campos Elísios, com as delegações estrangeiras a abrirem o desfile com honras militares, enquanto o encerramento coube a 250 estudantes oriundos dos países que participaram no primeiro conflito mundial.
O desfile contou ainda com 54 aviões, 36 helicópteros, 285 veículos e 241 cavalos, pelo que o chefe da delegação militar portuguesa e porta-estandarte, Bruno Canhão, admitiu à Lusa estar «um bocadinho nervoso porque ver tanta gente cria uma impressãozinha na barriga».
Por sua vez, Carlos Valente, cabo da Marinha com 54 anos e 33 de serviço militar, prometeu que no dia em que sair da Marinha leva consigo «a recordação de ter participado nos cem anos da comemoração da I Guerra Mundial para contar aos filhos e netos».
A delegação portuguesa desceu os Campos Elísios e marchou até à Praça da Concórdia, posicionando-se na primeira linha, frente à repleta tribuna presidencial, onde estavam os representantes estrangeiros, incluindo o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete.
«Com 80 países a desfilar, o mundo vai estar a ver-nos. 80 países é o mundo aqui», descreveu, orgulhoso, Nuno Pinho, sargento-ajudante do Exército, acrescentando ser uma «imensa honra e orgulho representar tanto os atuais portugueses como os que participaram cá na I Guerra Mundial».
O militar, de 46 anos, relembrou que «a maioria dos franceses não sabe que Portugal esteve na I Guerra Mundial com mais de dez mil homens em La Lys», precisando que apenas algumas pessoas da comunidade portuguesa estão a par e salientando o seu bom acolhimento.
Milhares de pessoas afluíram de madrugada aos Campos Elísios para ver o desfile, como Maria de Lurdes Cardoso, de 86 anos e residente em Sesimbra, que veio a Paris visitar a neta para assistir às comemorações da I Guerra Mundial porque o seu pai «andou na guerra de 1914, era marinheiro e sobreviveu».
O desfile foi o culminar de uma semana de ensaios durante a madrugada nos Campos Elísios, de visitas ao Palácio de Versalhes, ao Museu do Louvre e ao Museu dos Inválidos e até de uma viagem turística pelo Sena com cerca de três mil militares franceses e estrangeiros.
«De terça até sábado levantámo-nos cerca das três da manhã para tomar o pequeno-almoço às 3:40 horas porque tínhamos de embarcar nos autocarros às 4:00 horas. Os ensaios eram às 4:30 horas ou cinco da manhã», contou Bruno Canhão, segundo-tenente da Marinha Portuguesa, durante uma festiva viagem de barco na véspera do desfile.
Quem também passou a semana em ensaios foram os quatro estudantes portugueses, dois rapazes e duas raparigas, com idades entre os 18 e os 22 anos, escolhidos em função do mérito escolar nas escolas militares que frequentam, contou à Lusa José Cunha, aluno na Escola Naval.
Fá Sanhá, da Academia da Força Aérea de Sintra, sublinhou «a missão de prestar homenagem aos combatentes da I Guerra Mundial» e de representar os países combatentes «nesta grande festa da juventude». (TVI24)
Cerca de 3700 pessoas, incluindo 200 soldados vindos de 80 países, desfilaram na longa Avenida dos Campos Elísios, com as delegações estrangeiras a abrirem o desfile com honras militares, enquanto o encerramento coube a 250 estudantes oriundos dos países que participaram no primeiro conflito mundial.
O desfile contou ainda com 54 aviões, 36 helicópteros, 285 veículos e 241 cavalos, pelo que o chefe da delegação militar portuguesa e porta-estandarte, Bruno Canhão, admitiu à Lusa estar «um bocadinho nervoso porque ver tanta gente cria uma impressãozinha na barriga».
Por sua vez, Carlos Valente, cabo da Marinha com 54 anos e 33 de serviço militar, prometeu que no dia em que sair da Marinha leva consigo «a recordação de ter participado nos cem anos da comemoração da I Guerra Mundial para contar aos filhos e netos».
A delegação portuguesa desceu os Campos Elísios e marchou até à Praça da Concórdia, posicionando-se na primeira linha, frente à repleta tribuna presidencial, onde estavam os representantes estrangeiros, incluindo o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete.
«Com 80 países a desfilar, o mundo vai estar a ver-nos. 80 países é o mundo aqui», descreveu, orgulhoso, Nuno Pinho, sargento-ajudante do Exército, acrescentando ser uma «imensa honra e orgulho representar tanto os atuais portugueses como os que participaram cá na I Guerra Mundial».
O militar, de 46 anos, relembrou que «a maioria dos franceses não sabe que Portugal esteve na I Guerra Mundial com mais de dez mil homens em La Lys», precisando que apenas algumas pessoas da comunidade portuguesa estão a par e salientando o seu bom acolhimento.
Milhares de pessoas afluíram de madrugada aos Campos Elísios para ver o desfile, como Maria de Lurdes Cardoso, de 86 anos e residente em Sesimbra, que veio a Paris visitar a neta para assistir às comemorações da I Guerra Mundial porque o seu pai «andou na guerra de 1914, era marinheiro e sobreviveu».
O desfile foi o culminar de uma semana de ensaios durante a madrugada nos Campos Elísios, de visitas ao Palácio de Versalhes, ao Museu do Louvre e ao Museu dos Inválidos e até de uma viagem turística pelo Sena com cerca de três mil militares franceses e estrangeiros.
«De terça até sábado levantámo-nos cerca das três da manhã para tomar o pequeno-almoço às 3:40 horas porque tínhamos de embarcar nos autocarros às 4:00 horas. Os ensaios eram às 4:30 horas ou cinco da manhã», contou Bruno Canhão, segundo-tenente da Marinha Portuguesa, durante uma festiva viagem de barco na véspera do desfile.
Quem também passou a semana em ensaios foram os quatro estudantes portugueses, dois rapazes e duas raparigas, com idades entre os 18 e os 22 anos, escolhidos em função do mérito escolar nas escolas militares que frequentam, contou à Lusa José Cunha, aluno na Escola Naval.
Fá Sanhá, da Academia da Força Aérea de Sintra, sublinhou «a missão de prestar homenagem aos combatentes da I Guerra Mundial» e de representar os países combatentes «nesta grande festa da juventude». (TVI24)
Etiquetas:
Cerimónias Comemorativas,
Cerimónias de Homenagem,
Cerimónias Militares,
Forças Armadas Portuguesas,
França,
I Guerra Mundial,
Portugal
7 de julho de 2014
Missa de acção de graças e sufrágio pelos mortos da Força Aérea
No dia 6 de Julho realizou-se na Capela da Serra do Carvalho, em Vila Nova de Poiares uma Missa de Sufrágio e Evocação dos 8 pilotos falecidos no acidente aéreo ocorrido dia 1 de Julho de 1955, naquele local.
O acidente vitimou oito pilotos da Força Aérea que executavam uma manobra integrada nas comemorações do seu 3º aniversário enquanto Ramo independente. Foi o mais trágico acidente na história da Força Aérea Portuguesa. Como tal, e de forma a preservar a memória das vítimas deste lamentável sucedido, foi construída no local uma Capela em honra de Nossa Senhora do Ar. (Fap)
O acidente vitimou oito pilotos da Força Aérea que executavam uma manobra integrada nas comemorações do seu 3º aniversário enquanto Ramo independente. Foi o mais trágico acidente na história da Força Aérea Portuguesa. Como tal, e de forma a preservar a memória das vítimas deste lamentável sucedido, foi construída no local uma Capela em honra de Nossa Senhora do Ar. (Fap)
4 de junho de 2014
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional inaugura monumento ao Combatente em Ribeirão
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional afirmou que “é inspirados no testemunho daqueles que já deram tudo pela Pátria que mais facilmente encontraremos motivação” para vencer os grandes desafios com que o nosso país se debate.
Falando durante a inauguração do Monumento em Homenagem às Mães e todos os Combatentes da Guerra do Ultramar, na Vila de Ribeirão (Vila Nova de Famalicão), este domingo, Berta Cabral disse estar a participar num ato, acima de tudo, de “reconhecimento para todos os Combatentes e para as suas Famílias, que recebem uma justíssima homenagem, um tributo ao esforço e ao sacrifício de quem defendeu a Pátria até ao limite da sua própria vida”.
Na ocasião, Berta Cabral recordou os ex-combatentes que “permanecem com traumas que merecem a nossa especial atenção” e acrescentou ter sido por esta razão que o Ministério da Defesa Nacional impôs “maior celeridade na resolução dos processos pendentes de qualificação como Deficientes das Forças Armadas, em particular dos que sofrem de Perturbação Pós-Stress Traumático de Guerra”.
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional frisou também que o “monumento não apaga a dor dos combatentes e das suas famílias mas é um permanente reavivar da memória de todos, para que tenhamos consciência da necessidade imperiosa de evitar a guerra. É essencial que – sobretudo as jovens gerações que, felizmente, têm sido poupadas deste sofrimento – percebam a necessidade de investir na paz.”
O Monumento em Homenagem às Mães e a todos os Combatentes da Guerra do Ultramar, da autoria do presidente do Núcleo da Liga dos Combatentes da Liga de Ribeirão, José Ferreira dos Santos, do arquitecto Eduardo Varandas dos Santos e do mestre escultor Salvador Vieira, ficou instalado no Souto de Santa Ana, junto à sede do Núcleo.
Na cerimónia de inauguração, perante centenas de ex-combatentes e familiares, participaram o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, o presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Chito Rodrigues, e o presidente da Junta de Freguesia de Ribeirão, Adelino dos Santos Oliveira, além de outras autoridades civis, religiosas e militares. (Defesa)
Falando durante a inauguração do Monumento em Homenagem às Mães e todos os Combatentes da Guerra do Ultramar, na Vila de Ribeirão (Vila Nova de Famalicão), este domingo, Berta Cabral disse estar a participar num ato, acima de tudo, de “reconhecimento para todos os Combatentes e para as suas Famílias, que recebem uma justíssima homenagem, um tributo ao esforço e ao sacrifício de quem defendeu a Pátria até ao limite da sua própria vida”.
Na ocasião, Berta Cabral recordou os ex-combatentes que “permanecem com traumas que merecem a nossa especial atenção” e acrescentou ter sido por esta razão que o Ministério da Defesa Nacional impôs “maior celeridade na resolução dos processos pendentes de qualificação como Deficientes das Forças Armadas, em particular dos que sofrem de Perturbação Pós-Stress Traumático de Guerra”.
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional frisou também que o “monumento não apaga a dor dos combatentes e das suas famílias mas é um permanente reavivar da memória de todos, para que tenhamos consciência da necessidade imperiosa de evitar a guerra. É essencial que – sobretudo as jovens gerações que, felizmente, têm sido poupadas deste sofrimento – percebam a necessidade de investir na paz.”
O Monumento em Homenagem às Mães e a todos os Combatentes da Guerra do Ultramar, da autoria do presidente do Núcleo da Liga dos Combatentes da Liga de Ribeirão, José Ferreira dos Santos, do arquitecto Eduardo Varandas dos Santos e do mestre escultor Salvador Vieira, ficou instalado no Souto de Santa Ana, junto à sede do Núcleo.
Na cerimónia de inauguração, perante centenas de ex-combatentes e familiares, participaram o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, o presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Chito Rodrigues, e o presidente da Junta de Freguesia de Ribeirão, Adelino dos Santos Oliveira, além de outras autoridades civis, religiosas e militares. (Defesa)
2 de junho de 2014
Famalicão inaugurou Monumento às Mães e aos Combatentes do Ultramar
A Secretária de Estado da Defesa Nacional, Berta Cabral, anunciou ontem em Vila Nova de Famalicão, a criação de um grupo de trabalho para acelerar os processos de qualificação dos antigos combatentes do ultramar.
O anúncio foi feito no decorrer da cerimónia de inauguração do Monumento às Mães e aos Combatentes do Ultramar, situado junto à capela de Santa Ana, na freguesia famalicense de Ribeirão. “Admitimos mais juristas para dar mais celeridade aos processos, porque ainda há muitos em atraso. Foi criado um grupo de trabalho para dar impulso aos processos de qualificação, que pensamos que estejam concluídos até ao final da legislatura”, explicou Berta Cabral. Ao todo estão pendentes cerca de dois mil processos.
A governante acrescentou que “o Estado tem obrigação de respeitar estes homens e não se deve limitar aos apoios sociais dos cerca de 13 mil beneficiários”. Nesse sentido Berta Cabral prometeu realizar actividades em conjunto com a Liga dos Combatentes (LC), nomeadamente nas comemorações nacionais do centenário da I Guerra Mundial.
A notícia da celeridade nos processos da qualificação foi bem acolhida pelo presidente da LC. O general Chito Rodrigues reconheceu o empenho do Governo , mas
adiantou que “esperamos que as diligências resultem no bom sentido e que os que têm direito a esses apoios sejam reconhecidos. Justiça seja feita. Quem é responsável pelo país está a fazer uma leitura correcta da situação.”
Sobre a inauguração do monumento, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, referiu que “é um verdadeiro memorial que dignifica os combatentes”, mas foi mais longe: “Também hoje é preciso convocar os portugueses para que tenham o cuidado de defender a nossa nação.”
O monumento, da autoria do escultor Salvador Vieira, retrata o sofrimento das mães de Ribeirão que viram os seus filhos partir para guerra do ultramar e o regresso de muitos militares a casa.
“A pátria exigia que os seus filhos a protegessem. Foi um sacrifício enorme para as famílias dos militares e muitos tombaram heroicamente. Perdemos tudo com outro tipo de combate” referiu José Ferreira dos Santos, presidente do Núcleo de Ribeirão da LC, aludindo assim à situação precária em que se encontram antigos combatentes e respectivas famílias.
A cerimónia de inauguração foi antecedida de uma missa e de um romagem ao cemitério, em memória dos combatentes falecidos. (Diário Minho)
O anúncio foi feito no decorrer da cerimónia de inauguração do Monumento às Mães e aos Combatentes do Ultramar, situado junto à capela de Santa Ana, na freguesia famalicense de Ribeirão. “Admitimos mais juristas para dar mais celeridade aos processos, porque ainda há muitos em atraso. Foi criado um grupo de trabalho para dar impulso aos processos de qualificação, que pensamos que estejam concluídos até ao final da legislatura”, explicou Berta Cabral. Ao todo estão pendentes cerca de dois mil processos.
A governante acrescentou que “o Estado tem obrigação de respeitar estes homens e não se deve limitar aos apoios sociais dos cerca de 13 mil beneficiários”. Nesse sentido Berta Cabral prometeu realizar actividades em conjunto com a Liga dos Combatentes (LC), nomeadamente nas comemorações nacionais do centenário da I Guerra Mundial.
A notícia da celeridade nos processos da qualificação foi bem acolhida pelo presidente da LC. O general Chito Rodrigues reconheceu o empenho do Governo , mas
adiantou que “esperamos que as diligências resultem no bom sentido e que os que têm direito a esses apoios sejam reconhecidos. Justiça seja feita. Quem é responsável pelo país está a fazer uma leitura correcta da situação.”
Sobre a inauguração do monumento, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, referiu que “é um verdadeiro memorial que dignifica os combatentes”, mas foi mais longe: “Também hoje é preciso convocar os portugueses para que tenham o cuidado de defender a nossa nação.”
O monumento, da autoria do escultor Salvador Vieira, retrata o sofrimento das mães de Ribeirão que viram os seus filhos partir para guerra do ultramar e o regresso de muitos militares a casa.
“A pátria exigia que os seus filhos a protegessem. Foi um sacrifício enorme para as famílias dos militares e muitos tombaram heroicamente. Perdemos tudo com outro tipo de combate” referiu José Ferreira dos Santos, presidente do Núcleo de Ribeirão da LC, aludindo assim à situação precária em que se encontram antigos combatentes e respectivas famílias.
A cerimónia de inauguração foi antecedida de uma missa e de um romagem ao cemitério, em memória dos combatentes falecidos. (Diário Minho)
15 de março de 2014
CIDADÃOS HOMENAGEADOS PUBLICAMENTE POR PRATICAREM ACTOS NOBRES
Alexandre Moreira, António Pedro Martins, Carlos Pinto, Joana Pontes, Joaquim Coelho, Maria Filomena Alves, Miguel Leitão e Paulo Durão foram os cidadãos que receberam, pelas mãos dos membros da Comissão de Honra da Nobre Casa de Cidadania, o título de Cidadão Nobre, por terem praticado Actos de altruísmo em benefício de terceiros, ausentes de qualquer interesse pessoal, revelando valores de integridade, honra e humanidade.
Salvar uma vida, interceptar um veículo descontrolado, fundar uma instituição, ajudar a comunidade local, arriscar a própria vida, ajudar famílias carenciadas, fazer sorrir crianças hospitalizadas e agir com as palavras no momento certo foram os Actos Nobres que se evidenciaram, entre os Louvores atribuídos, e cujos autores foram hoje reconhecidos numa cerimónia emotiva que reuniu, na sala dos Embaixadores do Palácio Nacional da Ajuda, cerca de 100 pessoas, entre cidadãos agraciados e respectivas famílias, representantes do Conselho Institucional e da Comissão de Honra, como o General Loureiro dos Santos, Rosário Farmhouse e Júlio Isidro.
Os Actos dos cidadãos agora homenageados com o Título Cidadão Nobre são exemplo de uma sociedade humana, generosa e corajosa, da qual fazem parte cidadãos exemplares, que ajudam o próximo, sem hesitar, de forma determinada e altruísta, e que se evidenciaram pela sua excepcionalidade, entre os 24 Louvores atribuídos nas três cerimónias anteriormente realizadas.
Em 2014, a Nobre Casa de Cidadania irá continuar a receber propostas para agraciarão, em www.nobrecasadecidadania.pt, de cidadãos que queiram ver alguém reconhecido por um ato praticado e que considerem ser nobre. Numa primeira fase, a selecção dos Actos a agraciar é feita pelo Conselho Institucional da Nobre Casa de Cidadania, do qual fazem parte a Autoridade Nacional para a Protecção Civil, o Corpo Nacional de Escutas, a Direcção Geral de Educação, o Estado Maior das Forças Armadas, a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, a GRACE, o INEM, a Liga dos Bombeiros Portugueses, a Plataforma Portuguesa das ONGs para o Desenvolvimento e a Polícia de Segurança Pública. Sendo, numa segunda fase, requerida a intervenção da Comissão de Honra, à qual pertencem personalidades distintas da sociedade portuguesa como o Professor António Barros Cardoso, o Professor Daniel Serrão, o General Loureiro dos Santos, Júlio Isidro, Manuel Sérgio, o Padre Vitor Melícias, Pedro Bacelar de Vasconcelos e Rosário Farmhouse.
A Nobre Casa de Cidadania surgiu sob a mentoria da empresa cidadã Nobre que identificou a necessidade e a oportunidade de reconhecer e homenagear os bons exemplos, contribuindo para que não caiam no esquecimento e, desta forma, potenciar a melhoria cívica do indivíduo e da sociedade.
A I Cerimónia de Atribuição do Título de Cidadão Nobre contou com a colaboração dos Bombeiros Voluntários da Ajuda e da Polícia de Segurança Pública, que tiveram algumas das suas viaturas em exposição e culminou com um concerto do Quarteto de Saxofones da Banda Sinfónica do Exército.
Descubra os motivos que levaram a Nobre Casa de Cidadania a atribuir o título Cidadão Nobre a estes cidadãos (EMGFA)
Salvar uma vida, interceptar um veículo descontrolado, fundar uma instituição, ajudar a comunidade local, arriscar a própria vida, ajudar famílias carenciadas, fazer sorrir crianças hospitalizadas e agir com as palavras no momento certo foram os Actos Nobres que se evidenciaram, entre os Louvores atribuídos, e cujos autores foram hoje reconhecidos numa cerimónia emotiva que reuniu, na sala dos Embaixadores do Palácio Nacional da Ajuda, cerca de 100 pessoas, entre cidadãos agraciados e respectivas famílias, representantes do Conselho Institucional e da Comissão de Honra, como o General Loureiro dos Santos, Rosário Farmhouse e Júlio Isidro.
Os Actos dos cidadãos agora homenageados com o Título Cidadão Nobre são exemplo de uma sociedade humana, generosa e corajosa, da qual fazem parte cidadãos exemplares, que ajudam o próximo, sem hesitar, de forma determinada e altruísta, e que se evidenciaram pela sua excepcionalidade, entre os 24 Louvores atribuídos nas três cerimónias anteriormente realizadas.
Em 2014, a Nobre Casa de Cidadania irá continuar a receber propostas para agraciarão, em www.nobrecasadecidadania.pt, de cidadãos que queiram ver alguém reconhecido por um ato praticado e que considerem ser nobre. Numa primeira fase, a selecção dos Actos a agraciar é feita pelo Conselho Institucional da Nobre Casa de Cidadania, do qual fazem parte a Autoridade Nacional para a Protecção Civil, o Corpo Nacional de Escutas, a Direcção Geral de Educação, o Estado Maior das Forças Armadas, a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, a GRACE, o INEM, a Liga dos Bombeiros Portugueses, a Plataforma Portuguesa das ONGs para o Desenvolvimento e a Polícia de Segurança Pública. Sendo, numa segunda fase, requerida a intervenção da Comissão de Honra, à qual pertencem personalidades distintas da sociedade portuguesa como o Professor António Barros Cardoso, o Professor Daniel Serrão, o General Loureiro dos Santos, Júlio Isidro, Manuel Sérgio, o Padre Vitor Melícias, Pedro Bacelar de Vasconcelos e Rosário Farmhouse.
A Nobre Casa de Cidadania surgiu sob a mentoria da empresa cidadã Nobre que identificou a necessidade e a oportunidade de reconhecer e homenagear os bons exemplos, contribuindo para que não caiam no esquecimento e, desta forma, potenciar a melhoria cívica do indivíduo e da sociedade.
A I Cerimónia de Atribuição do Título de Cidadão Nobre contou com a colaboração dos Bombeiros Voluntários da Ajuda e da Polícia de Segurança Pública, que tiveram algumas das suas viaturas em exposição e culminou com um concerto do Quarteto de Saxofones da Banda Sinfónica do Exército.
Descubra os motivos que levaram a Nobre Casa de Cidadania a atribuir o título Cidadão Nobre a estes cidadãos (EMGFA)
12 de março de 2014
Voto de congratulação à Esquadra 751 – “Pumas”
A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores conferiu, por unanimidade, um voto de congratulação aos militares e civis que constituem e constituíram a Esquadra 751 – “Pumas”, da Força Aérea Portuguesa.
Esta Assembleia salienta a constante prontidão da Esquadra 751 no arquipélago dos Açores e para os vários tipos de missões que esta executa, desde transportes aeromédicos de feridos, doentes, grávidas e recém-nascidos a missões de busca e salvamento ou mesmo de resgate a tripulantes e passageiros de navios nesta zona do Oceano Atlântico. (FAP)
Esta Assembleia salienta a constante prontidão da Esquadra 751 no arquipélago dos Açores e para os vários tipos de missões que esta executa, desde transportes aeromédicos de feridos, doentes, grávidas e recém-nascidos a missões de busca e salvamento ou mesmo de resgate a tripulantes e passageiros de navios nesta zona do Oceano Atlântico. (FAP)
20 de fevereiro de 2014
NOVE CIDADÃOS, NOVE ACTOS NOBRES HOMEANGEADOS PUBLICAMENTE PELA NOBRE CASA DE CIDADANIA
![]() |
| Cerimónia de atribuição de Actos Nobres pela Nobre Casa da Cidadania, Vila Franca de Xira (Emgfa) |
Estas cerimónias que a Nobre Casa de Cidadania promove, visa o reconhecimento público destes Actos, de modo a evitar que estes cidadãos caiam no esquecimento e através desses exemplos estimular e motivar à Cidadania, contribuindo para a melhoria cívica do indivíduo e da sociedade.
A Nobre Casa de Cidadania, surgiu sob a mentoria da empresa Nobre que, a partir do Movimento Portugal é Nobre, percebeu a necessidade e oportunidade de homenagear os bons exemplos e exaltá-los, através da sua divulgação. Nasceu em maio de 2013 e ao longo do primeiro ano de actividade atribuiu Louvor a 24 cidadãos, de diferentes zonas do país, estratos sociais e idades demonstrando que qualquer cidadão pode praticar um Ato Nobre.
A sua principal missão é reconhecer e homenagear os Actos Nobres que sejam da autoria do cidadão comum e sensibilizar, através do exemplo, para a prática da Cidadania.
A Nobre Casa de Cidadania assenta a sua acção em três objectivos:
1. Identificar, reconhecer e distinguir cidadãos nacionais ou estrangeiros residentes em Portugal que se notabilizem pela realização de feitos, méritos ou acções de excepcional nobreza, de modo a dignificar e homenagear os cidadãos que praticam Actos Nobres;
2. Promover, através da educação pelo exemplo, a realização de Actos Nobres;
3. Divulgar e eternizar feitos, méritos ou acções de excepcional nobreza praticados por cidadãos nacionais ou estrangeiros residentes em Portugal.
A selecção das histórias a agraciar é feita pelo Conselho Institucional da Nobre Casa de Cidadania, formado pela Autoridade Nacional para a Protecção Civil, o Corpo Nacional de Escutas, a Direção Geral de Educação, o Estado-Maior-General das Forças Armadas, a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, a GRACE, o INEM, a Liga dos Bombeiros Portugueses, a Plataforma Portuguesa das ONGs para o Desenvolvimento e a Polícia de Segurança Pública.CFR José Lucena, numa intervenção em nome do GEN CEMGFA
A representar o Conselho Institucional da Nobre Casa de Cidadania estiveram o Comandante José Lucena, (Intervenção em Representação do Senhor Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas), António Marques, Secretário da Mesa dos Congressos da Liga dos Bombeiros Portugueses, João Teixeira, Secretário Executivo Nacional do Corpo Nacional de Escutas e, João Cardoso Marques, Representante do Instituto Nacional de Emergência Médica. Estiveram igualmente presentes Carlos Fernandes, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Franca de Xira e Rui Silva, mentor da Nobre Casa de Cidadania.
Descubra os Actos Nobre de cada um dos agraciados da 3ª Cerimónia de Atribuição de Louvores da Nobre Casa de Cidadania: (PDF)
A Nobre Casa de Cidadania continuará a receber propostas de cidadãos que pretendem prestar o seu reconhecimento por um Ato Nobre que tenham presenciado ou de que tenham sido alvo. Basta para isso, aceder a www.nobrecasadecidadania.pt. (Fonte: EMGFA)
17 de fevereiro de 2014
Força Aérea homenageou “Isabelinha Rilvas”
A Força Aérea Portuguesa homenageou no dia 15 de Fevereiro de 2014 - no Museu do Ar em Sintra (Granja do Marquês) - a Senhora Maria Manuela Teixeira Bandeira de Melo, primeira para-quedista da Península Ibérica.
Isabel Bandeira de Mello, conhecida no meio militar como “Isabelinha Rilvas”, teve grande ligação à aeronáutica portuguesa, quer em Portugal Continental, quer nas então Províncias Ultramarinas. Em 1956, tornou-se a primeira mulher da Península Ibérica a saltar em pára-quedas, em Biscarrosse, França. Dois anos antes tinha obtido o seu brevet de pilotagem de aviões ligeiros, seguido do brevet de voo à vela. Foi piloto de aeronaves e recebeu instrução de pilotagem em Sintra, tendo por instrutores alguns dos oficiais da Escola de Aviação Militar. Em 1959 saltou saltou também em Tancos, em Angola e em Moçambique.
A cerimónia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro e estiveram presentes várias figuras de relevo da sociedade portuguesa. (Fonte: F.A.P)
Isabel Bandeira de Mello, conhecida no meio militar como “Isabelinha Rilvas”, teve grande ligação à aeronáutica portuguesa, quer em Portugal Continental, quer nas então Províncias Ultramarinas. Em 1956, tornou-se a primeira mulher da Península Ibérica a saltar em pára-quedas, em Biscarrosse, França. Dois anos antes tinha obtido o seu brevet de pilotagem de aviões ligeiros, seguido do brevet de voo à vela. Foi piloto de aeronaves e recebeu instrução de pilotagem em Sintra, tendo por instrutores alguns dos oficiais da Escola de Aviação Militar. Em 1959 saltou saltou também em Tancos, em Angola e em Moçambique.
A cerimónia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro e estiveram presentes várias figuras de relevo da sociedade portuguesa. (Fonte: F.A.P)
25 de novembro de 2013
IN MEMORIUM 1SARG JOÃO PAULO ROMA PEREIRA
O 7º Contingente Nacional da ISAF, Afeganistão, recordou com saudade o 1SARG CMD João Paulo Roma Pereira falecido em Cabul no dia 18 de Novembro de 2005.
Uma escolta militar deslocou-se a Cabul para a realização de uma cerimónia de homenagem ao 1SARG CMD Roma Pereira que, a 18 de Novembro de 2005, perdia a vida no cumprimento do dever.
Homenagem singela mas carregada de significado e emoção constou na deposição de uma coroa de flores e de uma oração. Estiveram presentes o Comandante do Contingente Nacional, COR CAV Meireles dos Santos, o Comandante da UnAp TCOR INF Pires da Silva, o Comandante da Companhia de Protecção CAP INF "CMD" Hélio Silva, o Adjunto da Companhia de Protecção SAJ INF "CMD" António Ferreira e um conjunto de militares "CMD" que permitiu a alguns camaradas recordar o militar que com eles trabalharam. Finalizou-se a cerimónia de Homenagem em KAIA com uma celebração eucarística.(EMGFA)
Uma escolta militar deslocou-se a Cabul para a realização de uma cerimónia de homenagem ao 1SARG CMD Roma Pereira que, a 18 de Novembro de 2005, perdia a vida no cumprimento do dever.
Homenagem singela mas carregada de significado e emoção constou na deposição de uma coroa de flores e de uma oração. Estiveram presentes o Comandante do Contingente Nacional, COR CAV Meireles dos Santos, o Comandante da UnAp TCOR INF Pires da Silva, o Comandante da Companhia de Protecção CAP INF "CMD" Hélio Silva, o Adjunto da Companhia de Protecção SAJ INF "CMD" António Ferreira e um conjunto de militares "CMD" que permitiu a alguns camaradas recordar o militar que com eles trabalharam. Finalizou-se a cerimónia de Homenagem em KAIA com uma celebração eucarística.(EMGFA)
16 de novembro de 2013
SESSÃO DE HOMENAGEM AO ALMIRANTE ANTÓNIO SOUSA LEITÃO
Realizou-se no passado dia 14 de Novembro de 2013, uma sessão de homenagem do Instituto Hidrográfico ao Almirante António Egídio de Sousa Leitão.
Esta sessão contou com a presença da Sra. D.ª Maria Alexandra Magalhães Galhardo Leitão, viúva do homenageado, dos seus filhos – Dr. Rui Galhardo Leitão e o Comandante Nuno Galhardo Leitão, e restantes familiares.Contou ainda com a presença do Presidente da Academia de Marinha, Almirante Vieira Matias, do Director-geral - Autoridade Nacional de Segurança, Vice-almirante Torres Sobral, do Prof. Doutor Neto Pereira da Sociedade de Geografia de Lisboa, do Inspector Geral da Marinha e Superintendente dos Serviços do Material, Vice-almirante Macieira Fragoso, do Director-geral da Autoridade Marítima, Vice-almirante Cunha Lopes, entre outros ilustres convidados.
Esta sessão teve início com uma alocução proferida pelo Director-geral do IH, Contra-almirante Silva Ribeiro, onde agradeceu a presença de todos os convidados e salientou a importância da “vida e obra do Almirante Sousa Leitão, que constituem um referencial inspirador para as novas gerações; são um enorme património do Instituto Hidrográfico, da Sociedade de Geografia de Lisboa e da Marinha que tanto amou…”.
Seguiu-se a evocação do Almirante Sousa Leitão, pelo Dr. Carlos Gomes, do Centro de Documentação e informação do Instituto Hidrográfico, cujo discurso apresentado se encontra disponível na íntegra aqui .
Posteriormente foi descerrada a placa de homenagem que atribui o nome do Almirante António Sousa Leitão à Divisão de Oceanografia do Instituto Hidrográfico, pela Sra. D.ª Maria Alexandra Galhardo Leitão, pelo justo reconhecimento que é devido àquele que na realidade constitui um dos vultos maiores que integram o panteão da Hidrografia portuguesa. (MGP)
Esta sessão teve início com uma alocução proferida pelo Director-geral do IH, Contra-almirante Silva Ribeiro, onde agradeceu a presença de todos os convidados e salientou a importância da “vida e obra do Almirante Sousa Leitão, que constituem um referencial inspirador para as novas gerações; são um enorme património do Instituto Hidrográfico, da Sociedade de Geografia de Lisboa e da Marinha que tanto amou…”.
Seguiu-se a evocação do Almirante Sousa Leitão, pelo Dr. Carlos Gomes, do Centro de Documentação e informação do Instituto Hidrográfico, cujo discurso apresentado se encontra disponível na íntegra aqui .
Posteriormente foi descerrada a placa de homenagem que atribui o nome do Almirante António Sousa Leitão à Divisão de Oceanografia do Instituto Hidrográfico, pela Sra. D.ª Maria Alexandra Galhardo Leitão, pelo justo reconhecimento que é devido àquele que na realidade constitui um dos vultos maiores que integram o panteão da Hidrografia portuguesa. (MGP)
7 de outubro de 2013
ATRIBUIÇÃO DA MEDALHA DE HONRA, GRAU DE OURO, DO MUNICÍPIO DE SOUSEL AO RC3
No dia 16 de Setembro de 2013, o Regimento de Cavalaria 3 (RC3), “Dragões de Olivença”, foi agraciado com a Medalha de Honra do Município de Sousel, Grau Ouro, conferida em Sessão Solene na Câmara Municipal de Sousel.
A atribuição da medalha constitui o reconhecimento pelo património histórico comum entre o Município Souselense e o RC 3, tendo sido recentemente reforçado pelo contributo do Regimento na divulgação e prática de sessões de hipoterapia a várias instituições do concelho de Sousel, bem como no reconhecimento da interajuda entre instituições nas mais variadas áreas.
Durante a sessão solene nos Paços do Concelho de Sousel, usou da palavra o Comandante do RC 3, Coronel de Cavalaria João Nabais, realçando a importância da cooperação civil – militar e manifestando a disponibilidade do RC3 para cooperar e colaborar com as populações dos concelhos na área de responsabilidade do Regimento. O Senhor Presidente da Câmara de Sousel, Dr. Armando Varela agradeceu e manifestou votos de continuação dos Dragões de Olivença em Estremoz, reiterando a receptividade do Município de Sousel para reforçar e incrementar os laços de amizade e cooperação entre as duas instituições. (Exército)
A atribuição da medalha constitui o reconhecimento pelo património histórico comum entre o Município Souselense e o RC 3, tendo sido recentemente reforçado pelo contributo do Regimento na divulgação e prática de sessões de hipoterapia a várias instituições do concelho de Sousel, bem como no reconhecimento da interajuda entre instituições nas mais variadas áreas.
Durante a sessão solene nos Paços do Concelho de Sousel, usou da palavra o Comandante do RC 3, Coronel de Cavalaria João Nabais, realçando a importância da cooperação civil – militar e manifestando a disponibilidade do RC3 para cooperar e colaborar com as populações dos concelhos na área de responsabilidade do Regimento. O Senhor Presidente da Câmara de Sousel, Dr. Armando Varela agradeceu e manifestou votos de continuação dos Dragões de Olivença em Estremoz, reiterando a receptividade do Município de Sousel para reforçar e incrementar os laços de amizade e cooperação entre as duas instituições. (Exército)
2 de outubro de 2013
REGIMENTO DE ARTILHARIA Nº 4 RECEBE CHAVE DA VILA DA BATALHA
O Regimento de Artilhara Nº 4 (RA 4), foi agraciado com a “Chave da Vila da Batalha”, por deliberação do executivo da Câmara Municipal da Batalha, em reunião de 12 de Setembro de 2013, considerando a excelente colaboração que ao longo dos anos tem existido entre o RA4 e o município da Batalha.
A “Chave” foi entregue pelo Exmo Presidente da Câmara Municipal da Batalha, Dr. António Lucas, ao Exmo Comandante do RA 4, Coronel de Artilharia Luís Henriques, numa cerimónia que decorreu no dia 26 de Setembro, na Sala de Sessões dos Paços do Concelho. (Exército)
A “Chave” foi entregue pelo Exmo Presidente da Câmara Municipal da Batalha, Dr. António Lucas, ao Exmo Comandante do RA 4, Coronel de Artilharia Luís Henriques, numa cerimónia que decorreu no dia 26 de Setembro, na Sala de Sessões dos Paços do Concelho. (Exército)
25 de julho de 2013
CERIMÓNIA MILITAR DE HOMENAGEM AO PATRONO DA ARMA DE CAVALARIA, E ENTREGA DA CHAVE DA VILA À ESCOLA PRÁTICA DE CAVALARIA
No passado dia 21 de Julho de 2013 as Unidades de Cavalaria realizaram, junto ao Mosteiro da Batalha, a Cerimónia Militar de homenagem ao Patrono da Arma de Cavalaria, Joaquim Mouzinho de Albuquerque.
O evento contou com uma Força a Cavalo comandada pelo Exmo Comandante da Escola Prática de Cavalaria (EPC) em exercício de funções, e composta por uma delegação de todas as Unidades de Cavalaria, do CMEFD e ainda da GNR, num total de 30 conjuntos.
A cerimónia foi presidida pelo Exmo Diretor Honorário da Arma de Cavalaria, Tenente-General Luís Miguel de Negreiros Morais de Medeiros, contando com a presença de diversas entidades civis e militares, destacando-se o Presidente da Câmara Municipal da Batalha, António José Lucas, e o vereador Engº Carlos Henriques.
Integrado nas Comemorações, o Presidente da Câmara Municipal da Batalha entregou ao Comandante da EPC a Chave da Vila da Batalha. No seu discurso, o edil local agradeceu reconhecidamente a forma ímpar, briosa e muito digna como a Escola Prática de Cavalaria tem cooperado com a Câmara Municipal da Batalha, principalmente na evocação e homenagem realizada ao longo de quase 40 anos, ao Batalhense e Patrono da Arma de Cavalaria, Joaquim Mouzinho de Albuquerque. Esta é a terceira vez que a Chave da Vila foi entregue, tendo sido as duas anteriores ao Dr Mário Soares e o Dr Jorge Sampaio, durante os respectivos mandatos como Presidentes da República Portuguesa.(Exército)
O evento contou com uma Força a Cavalo comandada pelo Exmo Comandante da Escola Prática de Cavalaria (EPC) em exercício de funções, e composta por uma delegação de todas as Unidades de Cavalaria, do CMEFD e ainda da GNR, num total de 30 conjuntos.
A cerimónia foi presidida pelo Exmo Diretor Honorário da Arma de Cavalaria, Tenente-General Luís Miguel de Negreiros Morais de Medeiros, contando com a presença de diversas entidades civis e militares, destacando-se o Presidente da Câmara Municipal da Batalha, António José Lucas, e o vereador Engº Carlos Henriques.
Integrado nas Comemorações, o Presidente da Câmara Municipal da Batalha entregou ao Comandante da EPC a Chave da Vila da Batalha. No seu discurso, o edil local agradeceu reconhecidamente a forma ímpar, briosa e muito digna como a Escola Prática de Cavalaria tem cooperado com a Câmara Municipal da Batalha, principalmente na evocação e homenagem realizada ao longo de quase 40 anos, ao Batalhense e Patrono da Arma de Cavalaria, Joaquim Mouzinho de Albuquerque. Esta é a terceira vez que a Chave da Vila foi entregue, tendo sido as duas anteriores ao Dr Mário Soares e o Dr Jorge Sampaio, durante os respectivos mandatos como Presidentes da República Portuguesa.(Exército)
Subscrever:
Mensagens (Atom)










