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11 de outubro de 2018

FORÇA AÉREA PARTICIPA NO FESTIVAL MILITAR EM CASCAIS

A Força Aérea participou, entre 5 e 7 de Outubro, no grande Festival Militar das Comemorações do Dia de Implantação da República, que decorreu em Cascais.

O evento, organizado pelo Estado-Maior-General das Forças Armadas em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, contou com várias exposições estáticas e demonstrações de capacidades dos três Ramos das Forças Armadas na Baía, no Hipódromo Manuel Possolo e no Parque Marechal Carmona.

Ao longo dos três dias, a Força Aérea teve em exposição um caça F-16, da Base Aérea N.º 5, e um helicóptero Alouette III, da Base Aérea N.º 11. Esteve também presente uma equipa do Centro de Recrutamento, pronta a esclarecer qualquer dúvida sobre formas de ingresso na vida militar.

No dia 5 de Outubro, os visitantes puderam assistir a uma demonstração cinotécnica, à simulação de um resgate com o helicóptero EH-101 Merlin e, ainda, à actuação da Banda de Música da Força Aérea. (Fap)

5 de outubro de 2012

5 de Outubro de 1143 - Assinatura do Tratado de Zamora

Foi a 5 de Outubro, do ano de 1143, que Afonso VII de Castela e Leão reconheceu a independência do Condado Portucalense, com a assinatura, na cidade de Zamora, um tratado de paz.

5 de outubro de 2010

867º Aniversário da assinatura do Tratado de Zamora

5 de Outubro de 1143 - Assinatura do Tratado de Zamora

Foi a 5 de Outubro, do ano de 1143, que Afonso VII de Castela e Leão reconheceu a independência do Condado Portucalense, com a assinatura, na cidade de Zamora, um tratado de paz.

O Tratado de Zamora foi também assinado por D. Afonso Henriques, o soberano do novo Estado. A oficialização do documento culminou dois dias de conversações de paz que os dois primos mantiveram muito por influência do então Arcebispo de Braga, D. João Peculiar. Ao longo dos séculos, contou-se também que o prelado coroaria, nesse mesmo ano, D. Afonso, em Lamego, mas este nunca foi um facto reconhecido pelos historiadores.

Nas conversações e na cerimónia de assinatura do Tratado de Zamora esteve presente um enviado do Papa, D. Guido de Vico, cardeal italiano. A Santa Sé estava preocupada com o conflito mantido pelos dois primos, ambos líderes cristãos. Essa divisão era vista como uma fraqueza face aos mulçumanos que habitavam territórios da Península Ibérica e tinham ambições expansionistas.

Antes de Zamora, Afonso Henriques já usava o título de "rei". Fazia-o desde a vitória na Batalha de Ourique, em 1139, pelo que foram precisos quatro anos para obter o reconhecimento da outra parte.

A data de 1143 é, assim, apontada, como a da fundação da nacionalidade, embora fosse preciso esperar mais de 30 anos por outro reconhecimento fundamental - o do Papa. Esse viria a consumar-se em 1179, com a bula Manifestis Probatum, assinada por Alexandre III. (Rádio Renascença)

2 de outubro de 2009

Honras militares a António Costa causam mal-estar na GNR


A organização da tradicional cerimónia comemorativa da implantação da República Portuguesa, no próximo dia 5, está a provocar acesa polémica entre os serviços do protocolo da Câmara Municipal de Lisboa (CML) e a GNR. A GNR está a ser pressionada para que um seu batalhão da Unidade de Segurança e Honras de Estado preste honras militares ao António Costa, que este ano preside à cerimónia nacional, na Praça do Município, em vez do Presidente da República. Cavaco Silva invocou o facto desta data ser próxima das eleições autárquicas para não participar.

O problema é que de acordo com o Regulamento de Continências e Honras militares, os presidentes de câmara não têm direito a esta homenagem. Numa fase inicial da organização da cerimónia a GNR explicou a situação, mas o protocolo da Câmara insistiu na "Lei das precedências do Protocolo do Estado Português" segundo a qual os presidentes das câmaras municipais, no respectivo concelho, gozam do estatuto protocolar dos ministros. E assim, no seu entender, terão direito.

Acontece que as cerimónias militares, como é o caso desta, regem-se pelo regulamento militar, e apenas as entidades que nele constam têm direitos a honras militares. No entendimento de militares da guarda ouvidos pelo DN, "o presidente da Câmara Municipal, não pode invocar a sua equiparação a ministro nas cerimónias do concelho para nessa qualidade receber honras militares, até porque a cerimónia do 5 de Outubro é uma cerimónia nacional". Ao que o DN apurou o ministério da Administração Interna apoiou o desejo da Câmara e interveio junto ao comando-geral da GNR que terá acabado por aceitar.

O entendimento do ponto de vista militar, é de que é completamente irregular e inédita esta situação, a não ser que a cerimónia fosse presidida pelo presidente da Assembleia da República. Ainda foi equacionada a hipótese de as cerimónia não integrar o Estandarte nacional, ou de o Presidente da Câmara não prestar continência ao estandarte. Mas, como sublinhou uma fonte da organização "era pior a emenda que o soneto".

O DN contactou o gabinete de imprensa de António Costa mas, como explicou a assessora, "dada a hora tardia foi possível esclarecer a questão junto aos serviços de protocolo". Mas, acrescentou, que "será o presidente da Câmara a presidir à cerimónia e que toda a logística foi tratada com o Presidente da República".

Por seu turno, o porta-voz oficial da GNR, afirma que a guarda "neste momento não tem ainda conhecimento oficial de quem vai presidir à cerimónia". Garante ainda que "a haver alguma alteração ao figurino tradicional, a GNR adaptará os seus procedimentos". (DN)

Oh..Sr. António Costa,tenha mas é juizo!

30 de setembro de 2009

Render Solene extraordinário ao Palácio Nacional de Belém

A Guarda Nacional Republicana vai realizar um Render Solene extraordinário ao Palácio Nacional de Belém, no dia 5 de Outubro, pelas 11:00 horas, assinalando desta forma o dia da Implementação da República.

A cerimónia, que decorre no mesmo local onde habitualmente se realiza (Praça Afonso de Albuquerque), tem como significado a rendição simbólica do efectivo da Guarda responsável pela segurança do Palácio e, pela já longa tradição, entrou no roteiro turístico da cidade de Lisboa.
Da sequência de acções da cerimónia destacam-se momentos como o cumprimento das duas Forças (a Guarda rendida passa em frente à que assume o serviço e cumprimenta com olhar à direita), a saudação entre comandantes de ambas as forças (simbólica passagem de testemunho), a escolta ao "Santo e Senha" e o "Brinco da Banda", momento em que a Banda de Música executa trechos musicais enquanto evolui, desenhando figuras em marcha pelo recinto.

Após este cerimonial pode assistir-se a uma exibição da Charanga a Cavalo da USHE, no Jardim Vieira Portuense. Esta Charanga é a única no mundo que executa peças musicais em evoluções a galope. (GNR)