Mostrar mensagens com a etiqueta Transmissões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Transmissões. Mostrar todas as mensagens

20 de abril de 2021

Batalhão de Transmissões participa em exercício da Brigada “GALICIA" VII do Exército Espanhol


(Exército) No âmbito do Projeto de Geminação entre a Brigada de Intervenção (BrigInt) e a Brigada “GALICIA" VII (BRILAT), do Exército Espanhol, decorreu o Exercício de Comunicações da Compañía de Transmisiones 7 (CIATRANS 7), de 12 a 16 de Abril, que contou com a participação de cinco militares do Batalhão de Transmissões (BTm).

27 de março de 2019

Dia da Arma de Transmissões foi celebrado no Porto

(Exército)O Exército comemorou, hoje, o 49.º aniversário da Arma de Transmissões e o 54.º aniversário do Regimento de Transmissões (RTm), numa cerimónia presidida pelo Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General Nunes da Fonseca, no Regimento de Transmissões, no Porto.

Após as Honras Militares regulamentares, teve início o programa do evento com a Cerimónia de Homenagem aos Militares Mortos em Defesa da Pátria, seguindo-se a cerimónia militar que contemplou a entrega do “Bastão" ao Director Honorário da Arma de Transmissões (DHAT), Major-General Viegas Pires e a imposição de condecorações.

Enquanto DHAT, o Major-General Viegas Pires fez um balanço das actividades desenvolvidas, no último ano, pela Arma de Transmissões, destacando as actividades do âmbito operacional, como a participação da Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação no exercício Cyber Coalition da NATO e a respectiva organização da 8.ª edição do exercício CiberPerseu, no qual participaram 70 instituições externas ao Exército, oriundas do universo da Defesa Nacional, da Comunidade Académica, dos Sectores Público e Privado e da Base Industrial de Defesa.

Por sua vez, o General CEME evidenciou “o esforço permanente, desenvolvido pela Arma de Transmissões, em estreita ligação com a indústria e universidades", que tem contribuído para “o apoio à estratégia genética nacional, com resultados que não se restringem forçosamente ao Exército", destacando os projectos de emissores-receptores para a rede rádio de combate, a introdução e operacionalização de centrais telefónicas digitais em Portugal, as redes de dados metropolitanas com utilização de tecnologia Internet Protocol (IP) e o levantamento inicial da capacidade de ciberdefesa nas Forças Armadas. A terminar, felicitou a competente acção do RTm, em especial dos militares e civis que ali prestam serviço, que tem desempenhado um “relevante e meritório trabalho na criação de competências específicas na área das tecnologias e sistemas de informação", enquanto polo de formação da Escola das Armas e Unidade aprontadora de Forças.

24 de abril de 2015

24 de Março - DIA DA ARMA DE TRANSMISSÕES E DO REGIMENTO DE TRANSMISSÕES

Decorreu no mês de Março a celebração dos 45 anos da criação da Arma de Transmissões e Dia da Arma, que incluiu as Jornadas Técnicas da Arma 2015.

Em 24 de Março decorreu, no Regimento de Transmissões (RTm), a cerimónia militar da comemoração do Dia da Arma e do próprio Regimento, sediado na cidade do Porto desde o ano transacto. A cerimónia foi presidida por Sua Exa. o Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, e teve início com uma guarda de honra á entidade, seguindo-se a cerimónia de Homenagem aos Mortos e a Cerimónia Militar em parada.

Da Cerimónia Militar destacam-se as alocuções do Comandante da Unidade, do Diretor Honorário da Arma de Transmissões e de Sua Exa. o General CEME, a que se seguiu a imposição de condecorações a militares da Arma de Transmissões e do Regimento, terminando com um desfile das Forças em Parada.

Posteriormente procedeu-se à demonstração de capacidades do RTm, no âmbito da Guerra Electrónica, das Comunicações ( BTm/CTmAp/SIC-T) e das Academias Cisco e Microsoft. (Exército)

23 de outubro de 2014

TOMADA DE POSSE DO COMANDANTE DO REGIMENTO DE TRANSMISSÕES

Em 14 de Outubro de 2014 tomou posse, como Comandante do Regimento de Transmissões, o Coronel de Transmissões Carlos Jorge de Oliveira Ribeiro, por ter sido nomeado “por escolha” nos termos do Despacho de 06 Agosto de 2014, de S. Exa o Gen CEME.

Pelas 10H30 foi recebido à Porta de Armas pelo 2º Comandante, Tenente-Coronel de Transmissões José Vieira e pelo Adjunto do Comandante, Sargento-Mor de Transmissões Eduardo Cardoso, que conduziram o Ex.º Comandante ao edifício do Comando, seguindo-se, na Parada principal do Regimento, a cerimónia de Tomada de Posse. (Exército)

27 de junho de 2014

UM TELÉGRAFO ERICSSON AO SERVIÇO DAS FORÇAS ARMADAS

A comunicação à distância é, desde os tempos mais remotos da Humanidade, uma necessidade básica à sobrevivência humana e ao seu desenvolvimento. A voz gritada, o assobio, o rufar dos tambores, os sinais de fumo e a luz solar reflectida em superfícies espelhadas, foram sem dúvida algumas das formas ancestrais das telecomunicações. Mas, no século XVIII, emergiu a vontade de comunicar a distâncias cada vez maiores, em espaços temporais cada vez menores.

O telégrafo foi o primeiro sistema de transmissão de mensagens à distância. Inventado por Claude Chappe, em 1793, transmitia mensagens visíveis através de braços articulados. Mas várias limitações se verificaram, tais como a impossibilidade de comunicar à noite ou a longas distâncias. Em 1837, Samuel Morse inventou um telégrafo cuja comunicação era feita através de um dispositivo com uma única tecla que, quando premida, enviava um impulso eléctrico que se traduzia num sinal gráfico, sonoro ou luminoso (código Morse). Foi o principal sistema de comunicação no século XIX e início do século XX.

O telégrafo teve um papel crucial nas comunicações militares. A Unidade Telegráfica de Campanha Ericsson Tipo MD-100 constitui disso exemplo, um equipamento fabricado na Suécia em 1910 e utilizado pelas Forças Armadas Portuguesas entre as décadas de 20 e 50 do século XX.

Trata-se de um equipamento complexo e muito interessante, composto por uma caixa de madeira com quatro tampas articuladas abrindo com chave para aceder ao aparelho, bobinas metálicas com suporte para fita de papel e respectivo rolo de papel, manipulador de Morse, campainha, chave para corda do mecanismo de relógio, galvanómetro, terminais para ligações diversas, dispositivo para tinteiro com tampa e respectivo tinteiro de vidro.

O seu funcionamento baseia-se no estabelecimento da comunicação em código Morse por fios, fechando o circuito eléctrico, através de manipulador (chave de Morse). Desta forma é activado um electroíman acoplado a um ponteiro marcador, situado na unidade telegráfica receptora, fazendo o ponteiro traçar uma linha sobre uma tira contínua de papel, movida por um mecanismo de relógio.

O chamado código de Morse consiste na combinação de dois sinais de diferente duração: sinais curtos, representados por um ponto; sinais longos, representados por um traço. Assim na unidade receptora aparecem pontos e traços, referentes a cada letra do Código Morse transmitida pelo manipulador da unidade emissora.

A instalação telegráfica de campanha militar da marca Ericsson, tipo MD-100, fabricada na Suécia, em 1910, e usado na transmissão e recepção de mensagens em código Morse, era propriedade do Exército Português – Regimento de Transmissões do Porto
(RTPorto).

Foi cedida ao Museu dos Transportes e Comunicações no contexto da exposição COMUNICAR, na qual ilustra a evolução dos meios de comunicação no núcleo “Mensageiros”.

O Museu dos Transportes e Comunicações abre de terça a sexta, das 10h às 13h (entrada até às 12h) e das 14h às 18h (entrada até às 17h), e aos sábados, domingos e feriados, das 15h às 19h (entrada até às 18h). (Porto 24)

11 de outubro de 2013

PORTUGAL TRANSFERE CONHECIMENTO E CERTIFICA MILITARES DE PAÍSES AMIGOS

O Regimento de Transmissões, através do seu pólo permanente no Porto (antiga EPT), ministrou um curso piloto para os países participantes no exercício multinacional Combined Endeavour 2013, que decorreu na Alemanha, com o objectivo de formar e certificar militares em Cisco Certified Network Associate – Exploration. Esta iniciativa, levada a cabo por oficiais e sargentos do Batalhão de Transmissões, articulou-se em duas fases, em regime e-learning de 03/06 a 30/08/2013 e em regime presencial de 13/09 a 27/09/2013, tendo no final concluído o curso com aproveitamento militares da Alemanha, Eslovénia, Letónia, Moldávia, Ucrânia e Estados-Unidos.

Esta capacidade insere-se no Smart Defence Multinational Project 1.6 CIS E-Learning Training Centres Network de que Portugal é Lead Nation na NATO, constituindo assim Portugal, através do Exército, o primeiro país com Forças Armadas com capacidade de formar e certificar na área das redes de comunicações. (Exército)

23 de julho de 2013

REGIMENTO DE TRANSMISSÕES AGRACIADO COM A MEDALHA DOURADA DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE COLUMBOFILIA

No passado dia 13 de Julho de 2013, o Regimento de Transmissões foi agraciado com a Medalha Dourada da Federação Portuguesa de Columbofilia, numa cerimónia realizada na Câmara Municipal de Mira, integrada no Campeonato Mundial de Columbofilia que decorreu no “Columbódromo Gaspar Vila Nova”, em Portomar-Mira.

A atribuição da Medalha constitui o reconhecimento pelo contributo do Regimento de Transmissões para a divulgação e preservação do património histórico associado à Columbofilia. Esse contributo tem actualmente expressão na reactivação e manutenção de um pombal militar, nas instalações do Regimento de Transmissões, e na exposição de material associado à Columbofilia, composta por vários artefactos utilizados pela columbofilia Militar, que o Exército tem disponibilizado para os principais eventos da Federação Portuguesa de Columbofilia. (Exército)

3 de abril de 2013

DIA DA ARMA DE TRANSMISSÕES E DA ESCOLA PRÁTICA DE TRANSMISSÕES

Em 22 de Março de 2013, decorreu na Escola Prática de Transmissões (EPT), no Porto, as cerimónias comemorativas do Dia da Arma de Transmissões e do 42º aniversário da criação da sua Escola Prática.

Do evento realça-se, integrando a cerimónia militar, os discursos do Comandante da EPT, e de Sua Exª o General Chefe do Estado-Maior do Exército, uma imposição de condecorações a militares da Arma de Transmissões e da EPT, o desfile das Forças em Parada e a actuação da Banda Militar do Porto.

Estiveram presentes altas individualidades civis e militares, destacando-se a presença de S. Exª o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Dr Paulo Braga Lino, que presidiu ao evento, do Chefe do Estado-Maior do Exército, General Artur Pina Monteiro, e do General Garcia do Santos.

As cerimónias terminaram com uma visita às “Capacidades Sistemas de Comunicação“ (Área da Formação e Sistemas Tácticos) da Direcção de Formação da EPT, onde ficaram patentes a alta qualidade das infraestruturas e dos equipamentos, agora à disposição da EPT e dos seus formandos.(Exército)

16 de setembro de 2012

Interoperabilidade entre a Rede Rádio SIRESP (Portugal) e Rede Rádio SIRDEE (Espanha)

A Guarda Nacional Republicana desenvolveu um sistema que permitirá estabelecer comunicações rádio, principalmente entre o Comando Territorial da Guarda e a Comandância de Salamanca da Guarda Civil espanhola.

Este sistema desenvolvido nas Oficinas da Companhia de Transmissões, Informática e Eletrónica da GNR, e que foi instalado no Destacamento Territorial de Vilar Formoso em junho deste ano, vem colmatar as necessidades operacionais ao longo da fronteira entre os dois países que antes se faziam através de repetidores analógicos partilhados pelas duas forças de segurança (GNR e Guarda Civil).

As antigas ligações foram gradualmente abandonadas por não garantirem a segurança das comunicações e, também, por terem sido implementadas novas redes digitais: a rede SIRESP (Sistema de Redes de Emergência e Segurança de Portugal) e a rede SIRDEE (Sistema de Radiocomunicaciones Digitales de Emergencia del Estado).

Com a implementação deste sistema pretende-se melhorar a ação de coordenação entre as forças policiais dos dois países, principalmente junto à fronteira, dando assim cumprimento ao que foi acordado entre Portugal e Espanha.

O sistema permite que qualquer terminal da rede rádio SIRESP (GNR ou outra entidade) que esteja autorizado a comunicar no Grupo de Conversação definido pela GNR, o possa fazer de forma direta para o Grupo de Conversação que a Guarda Civil definiu.

Possibilita, ainda, o estabelecimento de uma comunicação telefónica de uma qualquer operadora da rede pública, a segurança das comunicações rádio por estas estarem encriptadas e a sobrevivência em caso de falha de energia da rede elétrica. Prevê-se que no futuro novas ligações possam vir a ser estabelecidas entre as duas redes ao longo da fronteira e ainda com os conhecimentos adquiridos possam outras redes rádio na Europa ser interligadas.(GNR)

30 de janeiro de 2012

O último pombal militar

No amplo jardim do Quartel de Sapadores, em Lisboa, 25 pombos-correios enchem o recém-renovado pombal militar. É o único activo em Portugal e, por agora, apenas funciona por "razões históricas", explica o comandante do regimento de transmissões Bento Soares. No entanto, quem lida com estas aves garante que, "apesar de numa situação normal não terem valor operacional, em situação de catástrofe podem ser utilizados como mensageiros". Em Novembro de 2011 a China anunciou a criação do maior contingente militar do género, com dez mil pombos-correios em fase de treino, e outros países seguem o exemplo.

"Estes pombos têm capacidade para percorrer grandes distâncias e até de serem mais rápidos do que as actuais transmissões sem fios, sujeitas a interferências, em que 512 gigabytes demoram 20 horas a chegar ao destino. Os pombos-correios podem levar um chip na anilha, com mensagem encriptada, só acessível a quem saiba ler o código", diz.

Foi em Dezembro último que o pombal dos Sapadores voltou às funções para as quais nasceu em finais do séc. XIX. "Esta é a única unidade do exército português responsável pelos sistema de comunicações e transmissões e no historial das nossas instalações estava o antigo pombal militar de Lisboa, que desde 1959 deixou de funcionar para fins operacionais", frisa o comandante Bento Soares.

Neste momento, e porque o pombal é mantido sem orçamentos extras, são os cabos quarteleiros do regimento que asseguram a limpeza, alimentação e vacinação dos animais. Mas tempos houve em que o treino de pombos-correios para missões militares era intenso.

RESISTÊNCIA À FADIGA

Mais garbosos do que os pombos comuns, os que são destinados a ‘correio’ distinguem--se pela cor viva, porte garboso, resistência à fadiga e forte musculatura, que lhes permite percorrer distâncias de 120 quilómetros em apenas uma hora. Não espanta por isso que a sua utilização para fins militares tenha crescido em tempos de conflito, com especial incidência no século XIX, com as guerras franco-prussianas, e no início do séc. XX, durante as duas guerras mundiais.

Em Portugal, a utilização destas "mensagens aladas" para serviço de guerra surgiu em 1875, quando o columbófilo belga La Perre de Roo doou 40 pombos-correios. "O exército português preparou-se, organizou pombais militares, publicou doutrina, como o livro do capitão de Infantaria Bom de Sousa ‘Serviços dos Pombos-correios nos Exércitos em Campanha e seu Emprego no Recreio e Indústria Militar’, mas a sua utilização operacional foi reduzida, pois Portugal como país continental já estava formado", recorda o comandante Bento Soares.

A única vez que no País foram usados pombos-correios para fins de guerra foi durante a 1ª Guerra Mundial, para informar da detecção de submarinos alemães entre as ilhas da Madeira e Porto Santo, nota a Federação Portuguesa de Columbofilia.

Ainda assim, o investimento foi grande, dos vários pombais militares instalados pelo País. A criação de uma rede "era obrigatória para assegurar que a mensagem seguia. Pois os pombos têm de ser ‘aduzidos’ ao pombal de origem e aos outros onde vão entregar a mensagem", adianta o tenente-coronel Afonso, um dos responsáveis, a par do capitão Mateus, pela reinstalação do pombal no Quartel de Sapadores.

Columbófilo dedicado, o capitão Mateus lida com pombos-correios desde sempre. Na zona de Santarém, onde cresceu, este desporto "é comum e uma forma de ajudar a passar o tempo. Participava em concursos, dedicava cerca de duas horas por dia à limpeza, tratamentos e alimentação e apliquei esses conhecimentos aqui", diz, enquanto mostra os espaços diferenciados do Pombal Militar de Lisboa: um para casais e outro para os borrachos, mais novos.

Os 25 pombos-correios estão em fase de ‘adução’, ou seja de habituação ao espaço para depois serem largados. A falta de outro pombal militar pode dificultar a missão, mas a requisição civil a pombais privados – em Portugal há cerca de dois milhões de pombos-correios recenseados – é alternativa.

Tratar destes mensageiros exige saber e dedicação, diz o capitão Mateus. "Com o tempo alguns ficam de fora porque não chegam ao destino ou não cumprem a missão. É necessário ir seleccionando e cruzando com os que têm características ideais para pombo-correio".

REGRESSO AOS CÉUS

Aos 77 anos, Octávio Mesquita, engenheiro de telecomunicações reformado, mantém como passatempo a missão que nos anos de 1950 assumiu enquanto sargento miliciano. Era a época áurea da contra-espionagem e Portugal queria evitar que muita informação fosse "captada" por agentes infiltrados.

"Tive a sorte de ir para o batalhão de telegrafia e mantive a funcionar o pombal de Lisboa entre 1955-57. Fazíamos transmissões com ‘pombogramas’, em linha com os pombais militares de Évora, Coimbra e Viseu. Havia comunicações todas as semanas e treinávamos pombos que chegavam a percorrer 70 quilómetros. Depois, por ordens superiores e com mágoa, desactivei os pombais. Mas acredito que vamos voltar ao mesmo sistema", frisa. Portugal não possui um satélite, tem de alugar o serviço, e "ao primeiro entrave basta tirar energia aos satélites para ficarmos sem comunicações. Nesse caso", explica, "teremos de voltar aos sistemas antigos, pombos-correios, cães e estafetas".

Especialista em pombos-correios desde que o pai lhe ofereceu "o primeiro casal de raça belga", Octávio Mesquita mantém na sua casa de Coimbra pombais e criação de raças puras. "Possuo estirpes únicas, com registo e árvore genealógica. Só para ter uma ideia do que valem estes pombos, os primeiros da raça George Frabry comprados pelo Exército entre 1951 e 1954 custaram três mil escudos (cerca de mil euros). Mas, recentemente, um japonês pagou por um pombo desta estirpe o seu peso (cerca de 400 gramas) em ouro".

NOTAS

GUERRA

Em 1918, Portugal usou pombos-correios para informar a detecção de submarinos alemães entre a Madeira e o Porto Santo.

EXÉRCITO

Em 1957 foram extintos os pombais militares de Coimbra, Évora e Porto.

POMBAIS

Em 1889, a rede de pombais militares em Portugal tinha nove estabelecidos, e 13 em projecto. (Correio da Manhã)

17 de setembro de 2011

Dia do Regimento de Transmissões


DIA FESTIVO DA UNIDADE (17 DE SETEMBRO) Em 17 de Setembro de 1873 entrou em funcionamento a primeira rede telegráfica militar, dando origem a um SERVIÇO TELEGRÁFICO MILITAR (serviço de guarnição) de carácter permanente. Foi escolhida esta data, por o actual REGIMENTO DE TRANSMISSÕES ser o herdeiro natural do Serviço Telegráfico Militar

17 de setembro de 2010

33º Aniversário do Regimento de Transmissões


Missão do Regimento de Transmissões

Missão Restabelecida:

O RTm, garante, com o CSI, a segurança dos Sistemas de Informação e Comunicações Operacionais do Exército (SIC-O). Instala, gere e sustenta, com o BCSI, o SIC-O do Exército e presta apoio de som ao Exército e a entidades exteriores, quando autorizado superiormente. Garante, o emprego de um módulo táctico de CIRC, com as vertentes ofensiva e defensiva.


Possibilidades Resultantes da Missão Restabelecida:

– Assegurar o funcionamento das infra-estruturas físicas de sistemas de informação e tecnologias de informação e comunicações das U/E/O e FND´s;

– Assegurar, de forma avançada, a operacionalidade de sistemas de informação e tecnologias de informação e comunicação, através dos Destacamentos, Norte, Centro e Sul, ZMA e ZMM;

– Instalar e sustentar Sistemas de Energia e de Som;

– Garantir a operacionalidade de hardware do SIC-O;

– Instalar e sustentar o software de desktops e portáteis;

– Garantir um serviço de apoio aos utilizadores;

– Operar os sistemas de gestão de comunicações e de informação;

– Assegurar a actualização da “Active Directory”;

– Assegurar a configuração dos Portais do Exército da Intranet e da Internet do Exército;

– Assegurar os serviços de rede e os serviços de informática operacional;

– Assegurar os serviços de transmissão, comutação e redes IP;

– Contribuir para as Operações de Informação/Guerra de Comando e Controlo, nas vertentes de Segurança da Informação e “Computer Network Operations” em ambiente Operacional;

– Assegurar o abastecimento, sustentação, operação e controlo das actividades do exército no domínio específico da Segurança da Informação (INFOSEC);

– Coordenar a investigação de incidentes com as equipas “CIRC Team” e partilhar informação com os elementos CIRC nacionais;

– Deter, prevenir, detectar e recuperar de qualquer tipo de incidente/ataque contra os Sistemas de Informação;

– Proporcionar a resposta a incidentes, aviso e alerta, apoio na prevenção contra “malware”;

– Efectuar relatórios de vírus, análise de incidentes e de segurança;

– Garantir o emprego de um módulo táctico de CIRC, com as vertentes ofensiva e defensiva;

– Colaborar em acções no âmbito das outras missões de interesse público, conforme lhe for determinado. (Exército Português)