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12 de janeiro de 2016

ENTREGA DE BENS À CRUZ VERMELHA

No âmbito da parceria existente entre o Regimento de Cavalaria Nº 6 (RC6) e a Câmara Municipal de Braga, realizou-se nas instalações do RC6, em 06 de Janeiro, a cerimónia de entrega de cerca de 600 kg de bens alimentares à Cruz Vermelha Portuguesa, Delegação de Braga.

Os bens resultaram do contributo dos militares e civis do Regimento, através da sua participação, em 20 de Dezembro de 2015, na 38.ª Corrida de S. Silvestre e Caminhada do Pai Natal, bem como do contributo dos cidadãos bracarenses que participaram na Caminhada do Pai Natal. (Exército)

20 de outubro de 2014

Defesa investe 700 mil euros em edifício para IASFA, CVP e LC

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional anunciou esta sexta-feira, em Ponta Delgada, o investimento de 700 mil euros em obras de adequação do Prédio Militar 07 de Ponta Delgada, na Rua do Frias, para que o Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA), a Cruz Vermelha Portuguesa e a Liga dos Combatentes fiquem condignamente instalados e possam desenvolver as suas actividades na maior cidade dos Açores.

"A partilha do edifício, sem retirar autonomia a qualquer das três instituições, tem implícita a potenciação da complementaridade, sobretudo no que diz respeito aos cuidados de saúde, à promoção de hábitos de vida saudável e ao apoio social e humanitário às faixas da população mais desprotegidas", afirmou Berta Cabral na cerimónia de assinatura do protocolo de cooperação entre as três instituições, realizada no Forte de São Brás.

Na presença do Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, do novo Comandante Operacional dos Açores, Tenente-General Mourato Caldeira, e dos mais altos responsáveis nacionais e regionais das instituições envolvidas, foi feita a apresentação do projecto, cujas obras deverão ter início ainda este ano. A expectativa é que o IASFA, a Cruz Vermelha Portuguesa e a Liga dos Combatentes estejam instaladas na Rua do Frias no próximo ano.

Além deste investimento, o Ministério da Defesa Nacional, no exercício das suas funções de soberania, também investiu recentemente 6,4 milhões de euros no Centro de Comunicações da Ribeira Grande. (Defesa)

1 de julho de 2013

Voluntariado da Cruz Vermelha Portuguesa valorizado por Berta Cabral

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional destacou, esta quinta-feira, o “valor do voluntariado e do que ele representa em termos de humanismo e de dádiva”, acrescentando que, naturalmente, “as pessoas têm de sentir que é pessoalmente gratificante participar” em projectos como o da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).

Berta Cabral acabava de fazer uma visita ao Hospital, ao Lar Militar e à sede nacional desta “instituição de referência” e dirigia-se ao presidente Luís Barbosa e a outros altos responsáveis da CVP para realçar ser “mérito das pessoas e não das infraestruturas” a excelência alcançada em algumas actividades, como é exemplo a unidade hospitalar, em Benfica.

A visita começou precisamente pelo Hospital da Cruz Vermelha, onde os administradores Teresa Cota Dias e Borges Castro e o director clínico Manuel Pedro Magalhães apresentaram as instalações com alguma tecnologia de ponta e explicaram o funcionamento pioneiro do hospital, numa lógica organizativa por áreas de intervenção, que tem permitido índices de produtividade por cirurgião muito acima dos alcançados nas restantes unidades de saúde do país, organizadas por especialidades médicas.

O Lar Militar é uma unidade em processo de remodelação que estará disponível para auxiliar a reabilitação física e também sócio-profissional, indo além da missão inicial de se dedicar apenas aos deficientes das Forças Armadas. Inclui uma oficina de próteses e um serviço de apoio à adaptação das residências habituais dos utentes às suas novas necessidades.

Na sede nacional da CVP, no Palácio Conde de Óbidos, também em Lisboa, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional recebeu informação detalhada sobre o funcionamento da Coordenação Nacional para a Emergência, incluindo o apoio prestado à Linha Nacional de Emergência Social – Linha 144, uma resposta imediata e permanente a situações de violência doméstica, menores em perigo, ausência/perda de autonomia, desalojamento, mendicidade e sem abrigo. Berta Cabral acompanhou durante alguns instantes a acção do serviço inovador de Teleassistência.

A Cruz Vermelha Portuguesa é uma instituição humanitária de utilidade pública com 148 anos, que existe para defender a paz, garantir o respeito pela dignidade da pessoa humana, menorizar os efeitos da guerra e promover a vida e a saúde. Pertence ao Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e está em cerca de 180 países.(DN)

22 de setembro de 2012

PSP - Recolha de Roupas Usadas

No âmbito do Modelo Integrado de Policiamento de Proximidade, a Divisão da PSP da Amadora, através da 65ª Esquadra - Brandoa, estabeleceu uma parceria com as Juntas de Freguesia da Brandoa e de Alfornelos e com a Cruz Vermelha, no sentido de desenvolver uma campanha de recolha de roupas usadas a distribuir posteriormente por pessoas carenciadas.

Os pontos de entrega de bens abrangem as diversas Esquadras da Divisão. 

Contudo, o centro de recolha será a própria Esquadra da Brandoa, atendendo a que constitui uma iniciativa das Freguesias daquela área de responsabilidade, sendo que a distribuição final ficará a cargo da Cruz vermelha. (PSP)

10 de novembro de 2011

INEM é a instituição em que os portugueses mais confiam

Os portugueses demonstram um elevado nível de confiança nas instituições de emergência e socorro e proteção civil, com os bombeiros, INEM e Cruz Vermelha a liderarem a lista, segundo um estudo da Universidade de Coimbra.

Os portugueses demonstram um elevado nível de confiança nas instituições de emergência e socorro e proteção civil, com os bombeiros, INEM e Cruz Vermelha a liderarem a lista, segundo um estudo da Universidade de Coimbra.

Numa escala de 1 a 5, todas as instituições ultrapassam o nível médio de confiança da população portuguesa, com destaque para os bombeiros (4,19), Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) (4,11) e Cruz Vermelha (3,96), refere o estudo efectuado pelo Observatório do Risco do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, a que a Lusa teve acesso.

Segundo o estudo realizado no âmbito de um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, as forças policiais, GNR e PSP, surgem logo a seguir (3,66), seguidas da proteção civil (3,65) e das autoridades locais, juntas de freguesia (3,32) e câmaras municipais (3,22).

Segundo o mesmo documento, a população portuguesa demonstra ter conhecimento dos avisos meteorológicos e dos alertas da proteção civil, "dois indicadores sólidos de uma preocupação geral quanto aos perigos e às suas consequências".

Alertas do IM e da Protecção Civil



Os resultados da investigação mostram igualmente que 69.6% dos inquiridos conhecem os avisos do Instituto de Meteorologia, 40.5% consultam os alertas da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e apenas 20.1% têm conhecimento dos alertas do Serviço Municipal de Protecção Civil.

Entre os que garantem conhecer os avisos meteorológicos e os alertas da proteção civil, 63,4% ativam estratégias de autoproteção após os alertas da ANPC e 50% fazem-no para os avisos do IM.

"Os mais jovens, os com maior nível de instrução e os que habitam em habitações com melhores condições são os que declaram maiores níveis de conhecimento dos alertas", refere o documento.

Como resposta a eventuais situações de emergência, a maioria dos portugueses tem em casa um estojo de primeiros socorros, 65,8 por
cento, enquanto que 41,4% admitem ter comida de reserva e 35,2% água de reserva em casa.

87,6% dos portugueses conhecem 112



Relativamente às medidas preventivas adotadas para enfrentar uma situação de emergência, 87,6% dos portugueses revelam ter conhecimento telefone nacional de emergência, 63,9% têm conhecimento do telefone dos bombeiros e 58,6% sabem qual é o número de telefone das forças policiais.

Pelo contrário, apenas 19,3% conhecem o telefone da polícia municipal, 9,4% admitem ter um curso de socorrismo e 8,2% estabeleceram um ponto de encontro da família no caso de ocorrer uma catástrofe.

O mesmo estudo indica que 14,4% dos inquiridos, 180 pessoas, já foram afetadas por acontecimentos extremos que causaram danos ou perdas.

Entre estes 180 indivíduos, 24,3% (44 pessoas) apontaram as cheias e inundações como o acidente que mais as afetou, seguindo-se os acidentes de viação, com 22,3% (40), as tempestades, trovoadas e chuvas intensas, com 18,1% (33) e os incêndios florestais, com 11% (20).

Mais de metade das pessoas garantiu não ter recebido qualquer tipo de ajuda após os acidentes, 66%, mas dos 23,4% que garantem ter sido ajudados, 63% apontam os bombeiros como o recurso mais fiel, seguidos dos vizinhos (47,4%).

Numa escala de 1 a 5, a maioria dos inquiridos entende que as entidades competentes devem impedir as pessoas de construírem habitações em sítios perigosos mesmo que os terrenos sejam delas (4,20) e que cabe ao Estado tomar medidas preventivas das catástrofes, ainda que isso implique um aumento dos impostos (3,22).

Este inquérito foi realizado entre setembro e outubro de 2008 num universo de 1.200 inquiridos e apresenta uma margem de erro de três por cento. (Expresso)

15 de março de 2011

Marinha Portuguesa participa no SEGUREX 2011

Marinha estará presente no SEGUREX - Salão Internacional de Protecção e Segurança, que terá lugar na FIL, Parque das Nações, de 16 a 19 de Março.

Esta feira contará com a presença do Ministério da Defesa Nacional, da Marinha, Força Aérea, Cruz Vermelha e EMPORDEF, e tem como objectivo destacar o papel das Forças Armadas no âmbito da Segurança Nacional, designadamente no apoio às populações.

Actividades:
Demonstrações cinotécnicas dos Fuzileiros -
1ª demonstração entre os Pavilhões 3 e 4 - Sexta-feira das 15h00 às 16h00
2ª demonstração entre os Pavilhões 3 e 4 – Sábado das 11h00 às 12h00 (Marinha)

10 de fevereiro de 2011

Ministro da Defesa Nacional no aniversário da Cruz Vermelha

O Ministro da Defesa Nacional, Augusto Santos Silva, participa este Sábado, 12 de Fevereiro, a partir das 14h30, na Academia Militar na Amadora, na cerimónia do 146º Aniversário da Cruz Vermelha Portuguesa e de Homenagem ao Voluntário no âmbito do Ano Internacional dos Voluntários e do Voluntariado – 2011(MDN)