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14 de maio de 2019

Oficiais de Artilharia da Marinha de Guerra Portuguesa visitam o Exército

(Exército)O Quartel da Artilharia da Brigada Mecanizada, no Campo Militar de Santa Margarida, recebeu no dia 29 de Abril, a visita dos alunos do Curso de Especialização de Oficiais em Artilharia da Marinha.

Ao longo da visita, os Oficiais em formação tiveram oportunidade de conhecer os sistemas e equipamentos da Artilharia de Campanha e Antiaérea, em utilização nesta Brigada, proporcionando-lhes uma visão geral sobre as capacidades e limitações da artilharia nas Forças Pesadas do Exército.

11 de março de 2019

Exercício de artilharia “TROVÃO 191”

(Exército)Entre os dias 14 e 22 de Fevereiro, o Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR), sedeado no Regimento de Artilharia N.º 4 (RA4), em Leiria, preparou e conduziu o exercício sectorial “TROVÃO 191".

Este exercício contou com a participação de cerca de 100 militares oriundos do GAC da BrigRR, da Brigada Mecanizada, das Zonas Militares dos Açores e da Madeira e do Centro de Saúde de Évora, tendo como finalidade desenvolver e testar a capacidade operacional do GAC no Apoio de Fogos à BrigRR.

No período entre 14 e 17 de Fevereiro, o Comando e Estado-Maior do GAC efectuaram o treino do Estado-Maior (EM) do Grupo, enquanto a 1.ª Bateria de Bocas de Fogo preparava todos os equipamentos e treinava Técnicas, Tácticas e Procedimentos (TTP) com o devido apoio da Bateria de Comando e Serviços.

Entre 18 e 20 de Fevereiro, as Unidades participantes foram projectadas do RA4 para o RA5, em Vendas Novas, tendo ali dado cumprimento à Ordem de Operações elaborada no período de treino do EM. Realizou-se tiro de armamento ligeiro e de morteiro TAMPELLA 120mm, e foram treinadas as TTP relativas ao reconhecimento, escolha e ocupação de posições de artilharia, ao fluxo dos pedidos de tiro e de relatórios, e à reacção a incidentes diversos. Neste período, ocorreram as visitas do Comandante da BrigRR, Brigadeiro-General Coelho Rebelo, do Segundo-Comandante da BrigRR, Coronel Dias Henriques, do Comandante do RA4, Coronel Silva Caravela, e do Comandante do RA5, Coronel Dias Martins.

Nos dias 21 e 22 de Fevereiro, a finalizar o exercício, foram executadas a manobra de retracção do GAC para o RA4, a aplicação dos planos de manutenção de equipamentos, materiais e viaturas, e as reuniões para a identificação das boas práticas e detalhes a melhorar nos procedimentos dos diferentes escalões tácticos.

4 de dezembro de 2018

O Dia da Arma de Artilharia em Vendas Novas

(Exército)O Exército Português comemorou hoje, dia 4 de Dezembro, em Vendas Novas, o Dia da Arma de Artilharia e respectiva Padroeira, Santa Bárbara, e o dia do Regimento de Artilharia Nº 5 (RA5).

Presidida pelo Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General Nunes da Fonseca, e contando com as presenças do Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Dr. Luís Carlos Piteira Dias, e da Presidente da Câmara de Setúbal, Dra. Maria das Dores Marques Banheiro Meira, entre outras ilustres entidades militares e civis, a Cerimónia Militar, que decorreu na Parada D. Pedro V do RA5, constituiu-se como o ponto alto de um programa comemorativo que teve o seu início no dia 21 de Novembro, no Fórum Cultural “A Praça”, em Vendas Novas, com um Painel subordinado ao tema “A IGG e a Artilharia Portuguesa”, continuando com um Concerto da Orquestra Ligeira do Exército, no dia 29 de Novembro, no Fórum Municipal “Luísa Todi”, em Setúbal.

Destaca-se, da Cerimónia Militar, a Cerimónia de Homenagem aos Mortos pela Pátria, na qual foi depositada, simbolicamente, uma coroa de flores, junto ao Monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra, assim como a evocação do General Loureiro dos Santos, que o General Nunes da Fonseca recordou como um “excelso militar, ilustre artilheiro e distinto académico, que deixa a Portugal um legado inestimável. Legou-nos, em particular, um exemplo de saber, inabalável conduta ética, inexcedível dedicação às causas, postura altruísta e sã camaradagem. O Exército curva-se perante a sua memória e expressa, no seio da Artilharia, o mais profundo respeito por este ilustre cidadão militar, cuja carreira será lembrada e evocada ao longo de gerações.”

Antecedendo a demonstração temática alusiva ao “Centenário do Armistício – A Artilharia de Campanha expedicionária desde a I Grande Guerra até à actualidade”, a Cerimónia Militar terminou com a participação de 108 alunos da Escola de Campos da Misericórdia, de Vendas Novas, com idades compreendidas entre os 7 e os 10 anos, que, acompanhados pela Banda do Exército, entoaram o Hino Nacional. Esta iniciativa, que deriva de um projecto da Escola de Campos da Misericórdia, designado por "Pequenos Cidadãos", pretende promover a cultura de segurança, fomentar o civismo e a cidadania e criar uma oportunidade de integração e socialização entre a comunidade local, designadamente a comunidade escolar, o Exército, através do RA5, e a Guarda Nacional Republicana (GNR), instituições militares presentes na cidade. Nesse âmbito, os 108 alunos, no momento da entoação d'A Portuguesa, foram enquadrados pelo Cabo Manuel Maçano, responsável local pelo Programa Especial Escola Segura, da GNR, que tem vindo a apoiar o projecto.

Já no Auditório do RA5, onde decorreu a Sessão Comemorativa, procedeu-se à entrega dos prémios de 2018 da Revista de Artilharia, designadamente o de melhor artigo publicado na Revista, atribuído ao Tenente-Coronel Octávio João Marques Avelar, com o tema "Future Artillery 2018" , publicado na Revista de Julho/Setembro, e do prémio "Coronel de Artilharia Zephyrino Brandão", fundador e primeiro Presidente da Comissão de Redação, que distingue o autor que se tenha destacado pela sua colaboração e dedicação à Revista, atribuído, no presente ano, ao Tenente-Coronel Pedro Alexandre Marcelino Marquês de Sousa.

Nas palavras que dirigiu aos presentes, aludindo ao Dia da Artilharia, o CEME enfatizou o emprego de forças de Artilharia no exterior do território nacional, nomeadamente “a valiosa prestação dos militares que têm integrado a missão de apoio à formação dos artilheiros afegãos – a Branch School Advisory Team (BSAT) – reveladora de excelente preparação, treino operacional e objectividade, que orgulham o Exército”.

27 de outubro de 2018

Os canhões da Arrábida estão abandonados e vandalizados

O objectivo era derrotar o governo. Em Setembro de 1936, um grupo de marinheiros da Organização Revolucionária da Armada — criada pelo PCP para lutar contra o fascismo — dava início a uma revolta juntamente com a tripulação de dois navios de guerra: o contratorpedeiro “Dão” e o Aviso de 1.ª Classe “Afonso de Albuquerque”. Faltaram apoios na capital e, por isso, o plano fracassou. As duas embarcações tentaram então fugir para Espanha, onde se iriam juntar à tropas da República, mas foram ambas atingidas ainda no rio Tejo pela artilharia disparada a partir de Oeiras, fiel a Salazar.

Os tiros de canhão, de 152 mm, foram os últimos disparos em fogo real do Regimento de Artilharia da Costa, composto por oito complexos bélicos instalados na zona de Lisboa e Setúbal. O objectivo era proteger os portos de mar e impedir uma possível invasão naval. Na mira dos modernos canhões Vickers, os dois navios ficaram à mercê do fogo pesado: seis marinheiros morreram, os restantes ergueram uma bandeira branca em sinal de rendição.

A história, contada no blogue “Operacional“, serve de pretexto a um conjunto de fotografias que mostra como estão actualmente os vários complexos militares. Depois de terem sido desactivados em 1998, pelo menos quatro das oito infraestruturas estão ao abandono. No Outão, por exemplo, onde estava instalada a 7ª Bateria, na Serra da Arrábida, sobram hoje em dia pouco mais do que alguns edifícios esventrados e vandalizados: há graffitis coloridos em quase todas as paredes. Mas as peças de artilharia pesada ainda lá estão, apontadas ao Atlântico. Uma herança ferrugenta e imponente, que em tempos albergou dezenas de militares portugueses.

Equipados com armamento pesado, o poder de fogo era tal que a rádio nacional emitia um aviso sempre que os canhões eram disparados. O objectivo era prevenir a população que morava nas imediações destes complexos para que abrisse as janelas. A onda de choque era tão violenta que partia os vidros das casas à volta. Aliás, uma parte destas estruturas militares deixaram de ser utilizadas em exercícios graças as casas que nasceram em redor.

Distribuídas na zona de Lisboa e de Setúbal, o Regimento de Artilharia da Costa incluía, a norte do Tejo, as baterias de Alcabideche, Parede, Lage e Forte do Bom Sucesso; enquanto que a sul erguiam-se as de Raposeira, na Trafaria, a da Fonte da Telha, Outão, na Serra da Arrábida, e a de Albarquel.

No complexo do Outão, que está acessível a qualquer pessoa que se aventure pelas curvas da Serra da Arrábida, ainda existem os três canhões apontados ao mar, que tinham um alcance médio entre 10 a 20 quilómetros. Também é possível ver a casa da guarda, a residência de oficiais, a caserna, a oficina, o depósito de água e as edificações de apoio directo à bateria. A sua construção foi iniciada em 1944 e ficou operacional dez anos depois.

Não muito longe dali fica a 8.ª Bateria de Albarquel. Os dois complexos estão ligados por uma rede de túneis, que também foram abandonados Existe até um vídeo no YouTube onde se podem ver dois homens a fazerem este percurso em motos de cross. Situada no morro contiguo à fortaleza de Albarquel, com uma localização privilegiada sobre a foz do rio Sado, junto à praia de Albarquel, no concelho de Setúbal e da região turística da Costa Azul. Segundo o blog Oliraf, logo à entrada existe uma pequena casa da guarda em ruínas.

“Na primeira metade do século XX foi erguida, em 1939, no morro por detrás do forte de Albarquel, uma fortificação subterrânea acasamatada, artilhada por três canhões Krupp CTR de 150 mm, de origem alemã, e guarnecida por cerca de 30 homens”, refere o blogue, adiantando que as únicas partes visíveis à superfície são as peças de artilharia. Os militares eram conhecidos por “toupeiras” porque a vida era passada numa rede de galerias subterrâneas e túneis de acesso às baterias, camufladas entre a vegetação.

Também a Direcção-Geral do Património Cultural faz referência à bateria de Albarquel, cuja arquitectura militar data do século XX: situada num morro “com dispositivo de camuflagem” é composta por “três peças fixas sobre plataformas em socalcos”. A página refere ainda como se faz o acesso a esta infraestrutura.

A Associação de Turismo Militar Português (ATMPT), cuja missão passa pelo desenvolvimento deste tipo de turismo em Portugal, assim como a sua promoção e preservação do património histórico e militar português, aponta o dedo à tutela e à dificuldade de alienação das estruturas abandonadas em território nacional. “O país está geneticamente abandonado”, começa por dizer Álvaro Covões, presidente da ATMPT.

“Os políticos e funcionários acham-se donos da propriedade de todos e como não têm dinheiro para a manter também não fazem parcerias com privados para utilizar os espaços mantendo o património”, acusa Covões.

A 5.ª Bateria, situada na Trafaria, transformou-se num destino de passeio ao domingo. Está totalmente abandonada, mas as pintas azuis e vermelhas nas paredes indicam que agora a batalha é outra: haverá melhor cenário do que este para os amantes de paint ball? Situada no cimo do monte da Raposeira, entre a Trafaria e a Costa da Caparica, a 5.ª Bateria foi abandonada com a extinção do Regimento de Artilharia da Costa. O cenário remete para um qualquer filme da Segunda Guerra Mundial. O armamento pesado mantém-se firme, cimentado no chão, mas os pequenos edifícios guardam apenas as paredes e alguns telhados: tudo o resto foi arrancado, vandalizado e grafitado.

“O que aconteceu à armaria? Onde estão os espólios militares de Portugal?”, pergunta o autor do blogue “ruinarte”, num extenso trabalho fotográfico sobre a zona. Instalado no meio da vegetação, dissimulado entre o pinhal, o contraste com as cores vivas dos graffitis dá ainda mais destaque a um património esquecido. As bocas dos canhões permanecem quase todas erguidas, possivelmente por causa do ferro pesado que é difícil de dobrar ou roubar. Mas todos eles sucumbiram ao aerossol.

Contactado pela NiT, fonte oficial do Ministério da Defesa Nacional não prestou qualquer esclarecimento até ao fecho deste artigo. (Fonte;NIT)

6 de março de 2017

Vendas Novas homenageia a Artilharia e os Artilheiros

A 20 de Fevereiro teve lugar a cerimónia de homenagem aos militares que prestaram e prestam serviço na Escola Prática de Artilharia e no Regimento de Artilharia Nº 5, em Vendas Novas, através da colocação de um Obus M114 155mm na rotunda localizada na entrada nascente da cidade.

A homenagem, iniciativa da edilidade, foi presidida pelo Secretário de Estado da Defesa Nacional.

Antecedendo o simbólico descerrar de uma placa alusiva, teve lugar no Auditório Municipal uma sessão solene de que se destacam os discursos do Secretário de Estado da Defesa Nacional, do Presidente da Câmara e do General CEME.

Os discursos do General CEME e do Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas enfatizaram a estreita e contínua ligação dos Artilheiros à cidade, que ao longo de gerações tem contribuído para o desenvolvimento da cidade. Citando Antoine de Saint-Exupéry, o General Rovisco Duarte referiu que “Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."

Ao dirigir-se aos presentes, o Secretário de Estado salientou o facto de Vendas Novas ser mais um dos casos de sucesso em que a implementação territorial do Exército permite criar sinergias locais que têm contribuído sempre e de forma inequívoca para o desenvolvimento local. (Exército)

9 de julho de 2016

Projecção da Light Artillery Battery para a Lituânia

Decorreu entre 17 e 30 de Junho de 2016, a projecção da Light Artillery Battery disponibilizada para a NATO, no âmbito das Assurance Measures 2016, a decorrer na Lituânia, entre Julho e Outubro do corrente ano, envolvendo 35 viaturas, 7 Obuses e 120 militares.

A projecção desta Bateria de Artilharia de Campanha iniciou-se no dia 17 de Junho de 2016 com o movimento de viaturas e obuses Light Gun M119, desde o Regimento de Artilharia Nº 4, em Leiria, até ao porto de Setúbal. Já no dia 20 de Junho de 2016, após a chegada dos contentores com material destinado a equipar a força, iniciaram-se as operações de carregamento do navio, tendo este largado rumo ao porto de Klaipéda, na Lituânia, no dia 21 de Junho de 2016.

Os militares que constituem a força foram projectados por via aérea, tendo o destacamento avançado partido no dia 21 de Junho e os restantes no dia 29. Iniciaram no dia 30 de Junho as operações de recepção e movimentação de todo o material, desde o porto de Klaipéda até à região de Rukla, onde a força está aquartelada para o cumprimento da sua missão.

A Light Artillery Battery durante a sua permanência na Lituânia irá efectuar diversos exercícios de fogos reais de Artilharia em estreita ligação com forças da Lituânia, Alemanha, Estados Unidos da América, Letónia e Ucrânia. (Emgfa)

25 de maio de 2016

EXERCÍCIO “EFICÁCIA 16”

Decorreu no Campo Militar de Santa Margarida, entre 14 e 20 de Maio, o exercício “EFICÁCIA 16”. O exercício, de nível Exército, destinou-se prioritariamente a desenvolver a capacidade operacional das Unidades de Apoio de Fogos, constituintes da Componente Operacional do Sistema de Forças do Exército (COSFE), incluindo também meios de apoio de fogos oriundos da Marinha e da Força Aérea.

O “EFICÁCIA 16” teve como finalidade garantir a proficiência operacional do planeamento, coordenação e controlo do apoio de fogos, durante a conduta de operações terrestres, com particular ênfase para os Grupos de Artilharia de Campanha do Sistema de Forças do Exército.

O exercício teve como audiência primária de treino o Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) da Brigada de Intervenção, que foi reforçado por uma Bateria de Bocas de Fogo de cada GAC da COSFE. Como audiências secundárias de treino, participaram o Pelotão de Morteiros Pesados (PelMortPes) da Zona Militar da Madeira, o PelMortPes do 2BIMec(R)/NRF2016 e o PelMortPes do AgrMec(Lag), tendo ainda participado um PelMortPes do Corpo de Fuzileiros, uma parelha de F-16 da Força Aérea Portuguesa e seis observadores de Artilharia do Exército Espanhol, realizando-se sessões de fogos reais nos dias 18 a 20 de maio.

O exercício terminou com a realização do Distinguished Visitors Day, presidido pelo Exmo. Tenente-General Comandante das Forças Terrestres. (Exército)

18 de dezembro de 2015

Comemorações do Dia da Arma de Artilharia e do Regimento de Artilharia N.º 5

Decorreram no dia 04 de Dezembro, em Vendas Novas, as tradicionais comemorações do dia da Arma de Artilharia e do Regimento de Artilharia N.º 5 (RA5), com diversas actividades de natureza militar e cultural.

O dia iniciou-se com a alvorada festiva, o içar da Bandeira Nacional e uma Missa de Sufrágio e de Acção de Graças em honra de todos os Artilheiros, seguindo-se as cerimónias militares com a Guarda de Honra, acompanhada por salvas de Artilharia, a Sua Excelência o General Chefe do Estado-Maior do Exército, uma parada militar, com efectivos de todas as Unidades de Artilharia, e uma demonstração de capacidades e meios de Artilharia.

Seguiu-se uma Sessão Solene, onde foi atribuído o prémio Revista de Artilharia, uma palestra relativa à Artilharia no Teatro de Operações da Ucrânia, uma apresentação sobre a Companhia de Sistemas de Vigilância do Agrupamento de Informações, Vigilância, Aquisição de Objectivos e Reconhecimento (ISTAR) e o lançamento dum livro sobre o Corpo de Artilharia Pesada Independente.

No final do dia decorreu, no Auditório Municipal de Vendas Novas, um concerto da Orquestra Ligeira do Exército, aberto à população. (Exército)

5 de novembro de 2015

TREINO DA ARTILHARIA DE CAMPANHA PORTUGUESA NO EXERCÍCIO TRIDENT JUNCTURE

Na fase LIVEX do Exercício Trident Juncture 15 (TRJE15), que decorre no Campo Militar de Santa Margarida até 06 de Novembro, o Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) tem como missão assegurar o apoio de fogos contínuo e oportuno à Brigada Multinacional Canadiana (MN CA Bde) que é constituída por cerca de 2.700 militares de sete nacionalidades.

Esta subunidade da MN CA Bde é um GAC misto constituído por 253 militares de 3 Baterias: a Bateria de Comando e Serviços com 77 militares, onde se inclui o Pelotão de Aquisição de Objectivos do Regimento de Artilharia Nº 5 (Vendas Novas); a 1ª Bateria de Bocas-de-fogo (Light Artillery Battery NRF 2015), equipada com o obus M119 LG 105 mm, constituída por 93 militares do Regimento de Artilharia Nº 4 (Leiria); e a Bateria M109 A5 AP 155 mm, com 83 militares do GAC/BrigMec (Santa Margarida).

A primeira fase do LIVEX decorreu num período de 10 dias, denominado Serialized Field Training Program (SFTP), e teve como objectivo treinar as Tácticas Técnicas e Procedimentos (TTP) das unidades da MN CA Bde. Nesta fase de treino, que permitiu estabelecer a interoperabilidade entre as forças multinacionais, destacam-se as sessões de fogos reais efectuadas pelas Baterias do GAC em apoio aos Batalhões de manobra Português, Italiano e Canadiano. Os pedidos e regulação do tiro foram efectuados por observadores avançados e equipas de controladores aéreos italianos, canadianos e portugueses que integraram o apoio de fogos do GAC com a manobra terrestre e missões de apoio aéreo próximo da Força Aérea.

Durante a conduta do SFTP foi possível confirmar a prontidão e capacidade de resposta do GAC, não só em termos de procedimentos NATO, mas também na capacidade dos sistemas de armas e meios de comando e controlo. Constatando-se que os meios da Artilharia de Campanha nacionais estão prontos a actuar, de forma autónoma, em ambiente multinacional e em todo o espectro das operações.

Na segunda fase do LIVEX, que vai decorrer até 06 de Novembro, vai ser efectuada a travessia do Rio Tejo e um ataque deliberado para conquistar uma posição defensiva inimiga. Durante toda esta operação o GAC vai continuar a assegurar o apoio de fogo contínuo e oportuno à MN CAN Bde. (Exército)

24 de outubro de 2014

EXPOSIÇÃO “ARTILHARIA – QUATRO SÉCULOS DE ARTE E CIÊNCIA”

A exposição temporária e de características itinerantes, sob o título “Artilharia – quatro séculos de arte e ciência”, encontra-se em exibição no Palácio dos Mesquitas – Évora, podendo ser visitada entre 2ª e 6ª feira, das 10H às 17H, até 06 de Janeiro de 2015.

Para além de breves textos sobre a importância e tecnicidade da artilharia no campo de batalha, desde os séculos XVI até ao XIX, encontram-se também expostas algumas peças museológicas interessantes desta temática e do acervo do Museu Militar de Lisboa.

5 de agosto de 2014

CERIMÓNIA DE TRANSFERÊNCIA DO REGIMENTO DE ARTILHARIA Nº 5 PARA VENDAS NOVAS

No passado dia 01 de Agosto de 2014, realizou-se em Vendas Novas a cerimónia comemorativa da entrada em funcionamento do Regimento de Artilharia Nº 5 (RA5). A cerimónia foi presidida pelo Comandante do RA5, Coronel de Artilharia António José Pardal dos Santos, tendo contado com a presença do Exmo. Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Dr. Luís Carlos Piteira Dias e várias entidades civis.

O evento teve início com a prestação de continência das Forças em Parada ao Comandante do RA5, após o que se procedeu à leitura de um excerto da Directiva Nº 117 de 01 de Julho de 2014 de S.Exª o General CEME, que determina a entrada em funcionamento do RA5 em Vendas Novas.

Seguidamente procedeu-se à entrega das flâmulas às Baterias, simbolizando o início das suas actividades em Vendas Novas. O Comandante do RA5 proferiu uma alocução alusiva ao ato, tendo feito referência às unidades que precederam o RA5 na Serra do Pilar e em Vendas Novas, por constituírem parte significativa do valioso património histórico e cultural, que constitui a memória de 205 anos de História Militar da Serra do Pilar e de 153 anos de actividade de unidades de Artilharia em Vendas Novas. Relevou ainda as tarefas que constituem a missão do RA5 em Vendas Novas, as quais definem o desafio a vencer.

Após se proceder ao descerramento do Nº 5 na Porta de Armas, que define o novo nome da Unidade Militar instalada em Vendas Novas, as Forças em Parada desfilaram prestando continência ao Comandante do RA5 e fizeram a sua primeira entrada no quartel como força constituída, dando-se assim por terminada a cerimónia. (Exército)

22 de novembro de 2012

EXERCÍCIO "TROVÃO 122"

Decorreu no Campo Militar de Santa Margarida, no período entre 12 e 16 de Novembro de 2012, o exercício de fogos reais de Artilharia de Campanha “TROVÃO 122”, da responsabilidade da Brigada de Reação Rápida (BrigRR).
Sendo um exercício sectorial da BrigRR, foi possível integrar os Grupos de Artilharia de Campanha da Brigada de Intervenção e da Brigada Mecanizada, conseguindo-se, desta forma, aproveitar as sinergias resultantes desta união de esforços para o planeamento e execução de um exercício englobando as vertentes técnicas e tácticas do apoio de fogos, aproveitando também as condições proporcionadas pelo Campo Militar de Santa Margarida. (Exército)

27 de maio de 2012

Exercício “EFICÁCIA 12”

No período entre 13 e 17 de maio de 2012 decorreu, no Campo Militar de Santa Margarida, o Exercício “EFICÁCIA 12”.

Este exercício teve como finalidade garantir a proficiência operacional nos procedimentos de coordenação de apoio de fogos, incluindo as atividades de Targeting, envolvendo os Grupos de Artilharia de Campanha e as componentes de Apoio de Fogos das Unidades de Escalão Batalhão.

Neste âmbito, a Escola Prática de Artilharia participou com o seu Encargo Operacional, nomeadamente com a 1ª Bateria de Bocas de Fogo, do Grupo de Artilharia de Campanha da Brigada de Intervenção e com a Bateria de Aquisição de Objectivos (BAO), das Forças de Apoio Geral.

Sendo um dos objetivos do exercício testar e treinar a utilização do Sistema Automático de Comando e Controlo (SACC), através da utilização do AFATDS (Advanced Field Artillery Tactical Data System), a BAO contribuiu significativamente para que este fosse alcançado, através da sua Secção de RADAR de Localização de Armas (RLA), equipada como RADAR AN/TPQ-36 (V8). Neste âmbito o exercício ficou marcado por duas missões de tiro (MT) efetuadas com sucesso, que resultaram do trabalho conjunto da BAO e do Grupo de Artilharia de Campanha da Brigada de Reação Rápida com o SACC. Exército)

27 de março de 2012

EXERCÍCIO “TAMPELLA 121”

O Grupo de Artilharia de Campanha da Brigada de Reacção Rápida realizou, no Campo Militar de Santa Margarida, no período de 19 a 20 de Março de 2012, o Exercício “TAMPELLA 121”. Este Exercicio constou de uma sessão de fogos reais de Morteiro Pesado TAMPELLA 120mm, com o objectivo de treinar e validar os procedimentos técnicos ao nível do Posto Central de Tiro, Observadores Avançados e Secções de Morteiro Pesado.

O exercício materializou a Initial Operational Capability (IOP), tendo sido maximizada a formação ministrada no Regimento de Artilharia Nº4 durante o Estágio de Morteiros Pesados TAMPELLA 120mm, estando as guarnições das Secções de Bocas de Fogos qualificadas em Secções de Morteiros Pesados (dupla valência).

Desta forma, o Grupo de Artilharia de Campanha adquire maior versatilidade na capacidade de apoio de fogos, com o Obús Light Gun ou com o Morteiro Pesado, conforme as necessidades de apoio específicas da Brigada de Reação Rápida e dependentes das variáveis de missão. (Exército)

21 de janeiro de 2011

Mensagem de Sua Excelência o General Chefe do Estado-Maior do Exército

Oficiais, Sargentos, Praças da Arma de Artilharia,
Militares e funcionários civis da Escola Prática de Artilharia

É com apreço e satisfação que o Comandante do Exército preside às comemorações do dia da Arma de Artilharia e da sua Escola Prática, prestando justo reconhecimento a todos os que servem o Exército nesta prestigiada Arma, relevando todo o seu esforço, determinação e competência.

A Arma de Artilharia, considerando as suas duas vertentes, «Campanha» e «Antiaérea», possui hoje uma estrutura coerente e integrada na componente operacional, designadamente nas três Brigada e nas Forças de Apoio Geral. Com o estabelecimento dos encargos operacionais desta Escola e do Regimento de Artilharia Antiaérea de Queluz, está materializada a capacidade das referidas unidades para organizar, planear e treinar.

A Artilharia Portuguesa sempre cultivou uma imagem de prontidão e de rigor, sustentada no profundo conhecimento dos seus sistemas, técnicas e tácticas, por forma a garantir um emprego operacional eficaz e eficiente. Esta forma de estar, conjugada com um espírito persistente e paciente na exploração dos meios existentes, materializa uma visão sustentada do futuro.

Destacaria neste domínio: a necessidade de implementação das capacidades ISTAR, designadamente pela aquisição das plataformas de vertente robótica, «UAV», previstas na revisão da LPM; o imperativo urgente de revisão do Sistema de Defesa Aérea Nacional no contexto do novo Conceito Estratégico da OTAN, com implicações directas para o Exército pela necessidade de concretização dos meios HIMAD; e, no âmbito dos materiais de Artilharia de Campanha, devem ser consideradas as tendências dos Exércitos de referência para calibres como o 155 mm, de grande mobilidade e capacidade tecnológica, com alcances acima dos 40 Km, ou outros que, com a mesma ordem de alcances, proporcionem elevada capacidade de interdição com fogos, garantindo as missões tácticas de Reforço de Fogos e Acção de Conjunto.

No quadro da nova conflitualidade, a Artilharia tem uma palavra a dizer, quer pelo envolvimento de subunidades suas, quer pela presença de artilheiros nos mais diversos domínios operacionais da actualidade, quer ainda, pela participação assídua nos de discussão, onde se procura estudar e sistematizar o emprego da Artilharia, nos variadíssimos cenários operacionais.

Constitui corolário deste desígnio a integração de uma Bateria de Artilharia de Campanha «Light Gun 10,5», na “NATO Response Force 17”, encontrando-se neste momento em fase de aprontamento Nacional para o seu período “Stand by” no segundo semestre de 2011.

Reconhecendo a Escola Prática de Artilharia como a mais antiga do Exército, aproximando-se os seus 150 anos de existência, presto justa homenagem às sucessivas gerações de artilheiros que contribuíram para a sua criação, desenvolvimento, consolidação e transformação ao longo dos tempos, sublinhando a sua dedicação à formação e ao treino operacional nesta “Casa Mãe”.

A Escola continua hoje a cumprir a sua missão com empenho e dedicação, distribuindo a sua atenção pela formação, quer no âmbito do Quadro Permanente quer no âmbito do RV/RC; pela investigação e desenvolvimento doutrinário, destacando-se a produção de manuais tácticos e técnicos; e pelo treino operacional, com a sua participação em inúmeros exercícios. É de referir ainda a sua ligação à comunidade e ao município de Vendas Novas, onde se registam relações de reciprocidade e interacção assináveis, em sintonia com as directrizes do Comando do Exército.
Perspectivando o futuro, muitos desafios se colocam à EPA, sendo de destacar a sua integração no processo de acreditação e certificação da estrutura de formação do Exército; bem como o seu envolvimento num Programa de Regeneração Urbana de Vendas Novas, com possibilidades de intervenção no património sob a sua responsabilidade.

Militares e funcionários civis que servem na Arma de Artilharia

O Comandante do Exército expressa o seu optimismo perante os desafios que se colocam, manifestando a sua inequívoca confiança em todos os que servem na Arma de Artilharia. Consciente da vossa competência, espírito de sacrifício e criatividade, exorto-vos a uma atitude centrada na busca permanente da excelência, servindo o Exército e prestigiando Portugal.

Vendas Novas, 04 de Dezembro de 2010.

O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO
JOSÉ LUÍS PINTO RAMALHO
General

8 de dezembro de 2010

Cerimónia Comemorativa do Dia da Arma de Artilharia e da Escola Prática de Artilharia

No dia 4 de Dezembro de 2010, realizou-se na Parada El-Rei D. Pedro V da Escola Prática de Artilharia (EPA) a Cerimónia Comemorativa do Dia da Arma de Artilharia e da Escola Prática de Artilharia. (Exército)

7 de outubro de 2010

APRESENTAÇÃO DAS COMEMORAÇÕES DOS 150 ANOS DA ESCOLA PRÁCTICA DE ARTILHARIA

Em 29 de Setembro de 2010 decorreu na Escola Prática de Artilharia (EPA), a Cerimónia de Apresentação das Comemorações dos 150 anos da Escola Prática mais antiga do Exército Português.

A Cerimónia foi presidida pelo Director Honorário da Arma de Artilharia, Exmº Tenente-General Joaquim Formeiro Monteiro e contou também com a presença do Director de Formação do Exército, Exmº Major-General João Manuel Santos Carvalho.

Além de outros Digníssimos Artilheiros que estiveram presentes neste evento, honraram-nos com a sua presença, os Exmºs Generais José Alberto Loureiro dos Santos e Gabriel Augusto do Espírito Santo, referências de toda uma geração de Oficiais, Sargentos e Praças.

A Cerimónia teve lugar no Auditório da EPA, com a seguinte sequência:

• Apresentação das Comissões de Honra, Consultiva e Executiva das comemorações;

• Apresentação do Programa e Logótipo das comemorações;

• Apresentação do Ciclo de Conferências evocativo dos 150 anos da EPA;

• Apresentação do Filme da EPA.

Com a intenção de envolver a sociedade civil do concelho e cidade de Vendas Novas, particularmente nas acções de carácter desportivo e cultural esteve presente na Apresentação o Exmº Presidente da Câmara Municipal de Vendas Novas, Dr. José Maria Rodrigues Figueira.(Exército)