Defesa Nacional
Quinta-feira, 23 de Maio de 2013
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Os excelentes blogues "MPNST - A Minha Luta" e o "Meio Século de Aprendizagem" , entram directamente para a coluna de blogues/sítios em destaque no "Defesa Nacional".
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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
Exército vai transferir escolas para Mafra até 2014
O Exército revelou, esta quarta-feira, que Mafra vai acolher até 2014 a futura Escola de Armas que, além da Infantaria e do Centro Militar de Educação Física, vai receber as escolas práticas de Artilharia, Cavalaria, Engenharia e Transmissões até 2014.
Questionado pela Lusa, o Exército explicou que a transferência para Mafra vai implicar "menores custos", porque aí existem condições para instalar mais militares, infraestruturas como carreiras de tiro de armas ligeiras e lançamento de granadas, a tapada militar, o centro para Combate em Áreas edificadas, picadeiros, polidesportivos e alojamentos.
O processo de transferência vai acontecer ao longo de 2013 e 2014 e vai permitir instalar mais militares em Mafra.
A Escola de Armas resulta da fusão de várias escolas práticas, entre elas a de Infantaria e o Centro Militar de Educação Física e Desportos, que funcionam em Mafra.
Essa fusão vai implicar a deslocalização da Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas, da Escola Prática de Cavalaria de Abrantes após se ter aí instalado em 2006, da Escola Prática de Engenharia de Tancos, da Escola Prática de Transmissões do Porto par Mafra.
Segundo o Exército, "o projecto enquadra-se na continuidade do processo de transformação e optimização dos recursos humanos e materiais alocados à formação, contribuindo para um sistema de formação mais eficiente e consentâneo com a actual conjuntura".(JN)
Questionado pela Lusa, o Exército explicou que a transferência para Mafra vai implicar "menores custos", porque aí existem condições para instalar mais militares, infraestruturas como carreiras de tiro de armas ligeiras e lançamento de granadas, a tapada militar, o centro para Combate em Áreas edificadas, picadeiros, polidesportivos e alojamentos.
O processo de transferência vai acontecer ao longo de 2013 e 2014 e vai permitir instalar mais militares em Mafra.
A Escola de Armas resulta da fusão de várias escolas práticas, entre elas a de Infantaria e o Centro Militar de Educação Física e Desportos, que funcionam em Mafra.
Essa fusão vai implicar a deslocalização da Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas, da Escola Prática de Cavalaria de Abrantes após se ter aí instalado em 2006, da Escola Prática de Engenharia de Tancos, da Escola Prática de Transmissões do Porto par Mafra.
Segundo o Exército, "o projecto enquadra-se na continuidade do processo de transformação e optimização dos recursos humanos e materiais alocados à formação, contribuindo para um sistema de formação mais eficiente e consentâneo com a actual conjuntura".(JN)
Novo assessor militar do primeiro-ministro é da Marinha
O contra-almirante Tavares de Almeida é o novo assessor militar do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, soube esta quarta-feira o DN.
Tavares de Almeida, militar da reserva na efectividade de serviço, vai substituir o major-general Carlos Chaves (Exército), agora presidente da Comissão de Acompanhamento para a Reforma da Defesa Nacional (CARDN) criada no Ministério da Defesa para "acompanhar e monitorizar" a reforma do sector (cujo despacho de criação foi publicado esta quarta-feira em Diário da República).
O oficial general da Marinha, entre outros cargos e funções que desempenhou, foi comandante de um patrulha da classe Cacine e da fragata Hermenegildo Capelo. Passou à reserva por limite de idade como segundo comandante naval da Armada.
Tavares de Almeida é o primeiro oficial da Marinha a ocupar o cargo de assessor militar do chefe do Governo nas últimas décadas, o que ocorre nas vésperas da cerimónia final das comemorações do Dia da Marinha (domingo, no Barreiro).
A nomeação coincide também com o prolongar da insistência, pela Marinha, em declarar que exerce competências e tem poderes de autoridade no cumprimento das missões de interesse público não militar que lhe estão vedadas pela Constituição e pela lei (fiscalização e policiamento, por exemplo). (DN)
Tavares de Almeida, militar da reserva na efectividade de serviço, vai substituir o major-general Carlos Chaves (Exército), agora presidente da Comissão de Acompanhamento para a Reforma da Defesa Nacional (CARDN) criada no Ministério da Defesa para "acompanhar e monitorizar" a reforma do sector (cujo despacho de criação foi publicado esta quarta-feira em Diário da República).
O oficial general da Marinha, entre outros cargos e funções que desempenhou, foi comandante de um patrulha da classe Cacine e da fragata Hermenegildo Capelo. Passou à reserva por limite de idade como segundo comandante naval da Armada.
Tavares de Almeida é o primeiro oficial da Marinha a ocupar o cargo de assessor militar do chefe do Governo nas últimas décadas, o que ocorre nas vésperas da cerimónia final das comemorações do Dia da Marinha (domingo, no Barreiro).
A nomeação coincide também com o prolongar da insistência, pela Marinha, em declarar que exerce competências e tem poderes de autoridade no cumprimento das missões de interesse público não militar que lhe estão vedadas pela Constituição e pela lei (fiscalização e policiamento, por exemplo). (DN)
Evocações do Centenário da I Guerra Mundial
Decorreu no Museu Militar de Lisboa a cerimónia oficial de apresentação do programa das Evocações da I Guerra Mundial, cujo centenário se assinala em 2014, com diversos eventos a decorrer ao longo do período 2014-2018.
A cerimónia, presidida pelo Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, e pela Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, contou também com a presença do ex-ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, tendo este proferido uma palestra sob o tema “Portugal na Grande Guerra”.
No seu discurso, Berta Cabral chamou a atenção para uma das lições que este conflito nos deixou, a de nos “relembrar os erros cometidos que levaram ao desencadear da 1ª Grande Guerra, e os erros não corrigidos, que nos levaram a uma segunda Guerra Mundial.”
Seguiu-se uma visita à Sala da Grande Guerra, o local museológico onde estão expostos inúmeros artefactos e várias obras de arte que assinalam a participação portuguesa no conflito, bem como referências biográficas e o espólio militar de alguns dos militares mais destacados.
O momento foi também aproveitado para anunciar a criação do site institucional das evocações - www.portugalgrandeguerra.defesa.pt ,que irá disponibilizar vários documentos iconográficos que testemunham a presença dos militares portugueses no conflito.(Defesa Nacional)
No seu discurso, Berta Cabral chamou a atenção para uma das lições que este conflito nos deixou, a de nos “relembrar os erros cometidos que levaram ao desencadear da 1ª Grande Guerra, e os erros não corrigidos, que nos levaram a uma segunda Guerra Mundial.”
Seguiu-se uma visita à Sala da Grande Guerra, o local museológico onde estão expostos inúmeros artefactos e várias obras de arte que assinalam a participação portuguesa no conflito, bem como referências biográficas e o espólio militar de alguns dos militares mais destacados.
O momento foi também aproveitado para anunciar a criação do site institucional das evocações - www.portugalgrandeguerra.defesa.pt ,que irá disponibilizar vários documentos iconográficos que testemunham a presença dos militares portugueses no conflito.(Defesa Nacional)
Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional recebeu a Liga dos Combatentes em audiência
O presidente, Tenente-General Chito Rodrigues, aproveitou o encontro desta quarta-feira para dar conta de alguns projectos da instituição, como as residências assistidas na área do Porto, a valorização do arquivo e o processo de requalificação dos cemitérios nas ex-colónias e em França.
A Liga dos Combatentes é uma instituição apolítica que se dedica à promoção do amor à Pátria e dos valores morais e históricos de Portugal, no país e no estrangeiro, por exemplo através da divulgação do significado dos símbolos nacionais. Também coopera com os órgãos de soberania, nomeadamente na assistência ou recompensa daqueles que se distinguiram ao serviço da Pátria.
A Liga dos Combatentes tem quase uma centena de núcleos espalhados pelo país, seis centros de apoio médico, psicológico e social (CAMPS), quatro museus e outras estruturas de apoio aos seus associados.
O Dia da Liga e do Armistício (11 de Novembro), o Dia de Portugal (10 de Junho) e o Dia do Combatente (14 de Abril) são datas essenciais no calendário de actividades da instituição tutelada pelo Ministério da Defesa Nacional.(Defesa Nacional)
A Liga dos Combatentes é uma instituição apolítica que se dedica à promoção do amor à Pátria e dos valores morais e históricos de Portugal, no país e no estrangeiro, por exemplo através da divulgação do significado dos símbolos nacionais. Também coopera com os órgãos de soberania, nomeadamente na assistência ou recompensa daqueles que se distinguiram ao serviço da Pátria.
A Liga dos Combatentes tem quase uma centena de núcleos espalhados pelo país, seis centros de apoio médico, psicológico e social (CAMPS), quatro museus e outras estruturas de apoio aos seus associados.
O Dia da Liga e do Armistício (11 de Novembro), o Dia de Portugal (10 de Junho) e o Dia do Combatente (14 de Abril) são datas essenciais no calendário de actividades da instituição tutelada pelo Ministério da Defesa Nacional.(Defesa Nacional)
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17º Aniversário da Estação de Radar Nº1
No dia 21 de Maio foi assinalada com uma cerimónia militar o 17º aniversário da Estação de Radar Nº1 (ER1), localizada na serra de Monchique – pico da Fóia.
Presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José Pinheiro, a cerimónia contou com a presença das altas patentes militares e entidades civis da região, tendo sido marcada pela alocução do Comandante da ER1, Capitão Mário Duarte, e pela imposição de condecorações.
Por ocasião deste dia foi também efectuada uma visita de trabalho às instalações da ER1 por parte do GEN CEMFA e respectiva comitiva.(FAP)
Presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José Pinheiro, a cerimónia contou com a presença das altas patentes militares e entidades civis da região, tendo sido marcada pela alocução do Comandante da ER1, Capitão Mário Duarte, e pela imposição de condecorações.
Por ocasião deste dia foi também efectuada uma visita de trabalho às instalações da ER1 por parte do GEN CEMFA e respectiva comitiva.(FAP)
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Governo exclui associações militares da reforma da Defesa
As associações profissionais de militares não vão participar na reforma da Defesa nacional. Esta quarta-feira, o despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Defesa que cria a comissão de acompanhamento da reforma foi de novo publicado em Diário da República e não inclui as associações.
O presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, diz à Renascença que o Governo usou de uma “habilidade” para os afastar do processo de reestruturação das Forças Armadas.
“Aparece publicada a constituição desta comissão de acompanhamento, que é uma figura que não está prevista na lei, porque a lei diz que as associações legalmente constituídas gozam dos seguintes direitos: integrar conselhos consultivos, comissões de estudo e grupos de trabalho constituídos para proceder à análise”, explica Lima Coelho.
“Efectivamente, a comissão de acompanhamento não é esta figura. Isto é uma habilidade”, conclui.
O presidente da ANS diz ainda não compreender a razão da repetição do despacho em Diário da República, uma dúvida que a Renascença está a tentar esclarecer junto do Ministério da Defesa Nacional.(RR)
O presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, diz à Renascença que o Governo usou de uma “habilidade” para os afastar do processo de reestruturação das Forças Armadas.
“Aparece publicada a constituição desta comissão de acompanhamento, que é uma figura que não está prevista na lei, porque a lei diz que as associações legalmente constituídas gozam dos seguintes direitos: integrar conselhos consultivos, comissões de estudo e grupos de trabalho constituídos para proceder à análise”, explica Lima Coelho.
“Efectivamente, a comissão de acompanhamento não é esta figura. Isto é uma habilidade”, conclui.
O presidente da ANS diz ainda não compreender a razão da repetição do despacho em Diário da República, uma dúvida que a Renascença está a tentar esclarecer junto do Ministério da Defesa Nacional.(RR)
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Terça-feira, 21 de Maio de 2013
SECRETÁRIA DE ESTADO DESTACA O SERVIÇO PRESTADO PELOS CERCA DE 7000 PORTUGUESES MORTOS NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, destacou o «profundo significado» do serviço prestado pelos cerca de 7000 portugueses mortos na Primeira Guerra Mundial.
Durante a sua intervenção na apresentação do programa das evocações do Centenário da I Guerra Mundial, que decorreu no Museu Militar, em Lisboa, Berta Cabral referiu que todos temos «o dever de evocarmos e distinguirmos, no nosso País, o primeiro centenário da Primeira Grande Guerra».
«As lições humanas, morais e éticas que o primeiro conflito mundial encerra não podem ser esquecidas. Cada vez que o fizemos, certos e seguros de que tal horror jamais se repetiria, fomos mergulhados na mesma tragédia», referiu a Secretária de Estado.
Berta Cabral manifestou ainda o apoio do Ministério da Defesa Nacional à iniciativa, acrescentando que o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, expressou «um efectivo compromisso financeiro do Ministério da Defesa Nacional, tendo em vista garantir a realização das primeiras actividades, em 2014».
«O Governo assume e concretiza o dever inalienável de preservar e manter viva a memória histórica dos actos praticados por uma gesta de portugueses em proveito da nossa soberania, da nossa segurança e dos nossos interesses, na esteira de um passado honroso e pleno de tradições, onde a valentia de um Soldado Milhais que vale milhões foi apenas mais um dos seus inumeráveis exemplos», frisou a Secretária de Estado.
O programa das evocações do centenário da I Guerra Mundial inclui, entre outras iniciativas, apoios à investigação, seminários, congressos e colóquios, evocações militares nos ramos e exposições, publicações e ainda participação em eventos internacionais. Estão envolvidas escolas militares e universidades.
Foi também lançado um sítio dedicado ao tema com diversos artigos, filmes, fotografias e outros documentos. (MDN)
Durante a sua intervenção na apresentação do programa das evocações do Centenário da I Guerra Mundial, que decorreu no Museu Militar, em Lisboa, Berta Cabral referiu que todos temos «o dever de evocarmos e distinguirmos, no nosso País, o primeiro centenário da Primeira Grande Guerra».
«As lições humanas, morais e éticas que o primeiro conflito mundial encerra não podem ser esquecidas. Cada vez que o fizemos, certos e seguros de que tal horror jamais se repetiria, fomos mergulhados na mesma tragédia», referiu a Secretária de Estado.
Berta Cabral manifestou ainda o apoio do Ministério da Defesa Nacional à iniciativa, acrescentando que o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, expressou «um efectivo compromisso financeiro do Ministério da Defesa Nacional, tendo em vista garantir a realização das primeiras actividades, em 2014».
«O Governo assume e concretiza o dever inalienável de preservar e manter viva a memória histórica dos actos praticados por uma gesta de portugueses em proveito da nossa soberania, da nossa segurança e dos nossos interesses, na esteira de um passado honroso e pleno de tradições, onde a valentia de um Soldado Milhais que vale milhões foi apenas mais um dos seus inumeráveis exemplos», frisou a Secretária de Estado.
O programa das evocações do centenário da I Guerra Mundial inclui, entre outras iniciativas, apoios à investigação, seminários, congressos e colóquios, evocações militares nos ramos e exposições, publicações e ainda participação em eventos internacionais. Estão envolvidas escolas militares e universidades.
Foi também lançado um sítio dedicado ao tema com diversos artigos, filmes, fotografias e outros documentos. (MDN)
Portugal mantem a "prioridade da cooperação estratégia" com os países lusófonos na área da Defesa
O Ministro da Defesa Nacional referiu hoje que Portugal conseguiu manter "a prioridade da cooperação estratégia" com os países lusófonos na Defesa, apesar do actual período de "maior exigência orçamental" na União Europeia.
"A cooperação, em geral, está numa lógica positiva, e, no caso concreto de Portugal, nós conseguimos manter o nosso nível de apoio e de orçamento, mesmo num ano difícil, porque vivemos uma situação de grande exigência financeira", defendeu José Pedro Aguiar-Branco
Ainda no âmbito da sua deslocação por ocasião do encontro dos responsáveis da Defesa da CPLP, o Ministro da Defesa Nacional recebeu, esta manhã, em audiência a Associação dos Deficientes das Forças Armadas Portuguesas em Moçambique. No final da audiência, que decorreu na Embaixada de Portugal, Aguiar-Branco enfatizou que "há preocupações de natureza humanitária que nós devemos sempre preservar e salvaguardar, que estão para além de qualquer ideologia. O tributo maior é tentar reparar todas essas situações".
O Ministro da Defesa Nacional recebeu ainda a Liga Parlamentar de Amizade, Solidariedade e Cooperação entre a Assembleia da República de Moçambique e o Parlamento Português e depois seguiu para um briefing na Cooperação Técnico-Militar em Maputo.
Amanhã, decorre a XIV Reunião de Ministros da Defesa da CPLP, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano e o programa termina com um jantar oficial no Hotel Cardoso.(Defesa Nacional)
"A cooperação, em geral, está numa lógica positiva, e, no caso concreto de Portugal, nós conseguimos manter o nosso nível de apoio e de orçamento, mesmo num ano difícil, porque vivemos uma situação de grande exigência financeira", defendeu José Pedro Aguiar-Branco
Ainda no âmbito da sua deslocação por ocasião do encontro dos responsáveis da Defesa da CPLP, o Ministro da Defesa Nacional recebeu, esta manhã, em audiência a Associação dos Deficientes das Forças Armadas Portuguesas em Moçambique. No final da audiência, que decorreu na Embaixada de Portugal, Aguiar-Branco enfatizou que "há preocupações de natureza humanitária que nós devemos sempre preservar e salvaguardar, que estão para além de qualquer ideologia. O tributo maior é tentar reparar todas essas situações".
O Ministro da Defesa Nacional recebeu ainda a Liga Parlamentar de Amizade, Solidariedade e Cooperação entre a Assembleia da República de Moçambique e o Parlamento Português e depois seguiu para um briefing na Cooperação Técnico-Militar em Maputo.
Amanhã, decorre a XIV Reunião de Ministros da Defesa da CPLP, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano e o programa termina com um jantar oficial no Hotel Cardoso.(Defesa Nacional)
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7º SIMPÓSIO INTERNACIONAL “ESTRATÉGIA DA INFORMAÇÃO NACIONAL” (29 de Maio )
A Academia Militar e o Gabinete Nacional de Segurança, com a colaboração do CINAMIL e do CIIWA, organizam o:
7º Simpósio Internacional “Estratégia da Informação Nacional” e o 1º Simpósio Internacional “Organizações, Valores e Liderança”, dedicado ao tema: "CIBERESPAÇO: LIDERANÇA, SEGURANÇA E DEFESA NA SOCIEDADE EM REDE"
O Simpósio irá decorrer em 29 de maio de 2013, no Aquartelamento da Academia Militar na Amadora, com início pelas 09h30. (Exército)
7º Simpósio Internacional “Estratégia da Informação Nacional” e o 1º Simpósio Internacional “Organizações, Valores e Liderança”, dedicado ao tema: "CIBERESPAÇO: LIDERANÇA, SEGURANÇA E DEFESA NA SOCIEDADE EM REDE"
O Simpósio irá decorrer em 29 de maio de 2013, no Aquartelamento da Academia Militar na Amadora, com início pelas 09h30. (Exército)
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Segunda-feira, 20 de Maio de 2013
Dia da Marinha
Passaram 515 anos desde que o navegador e explorador português, Vasco da Gama com a sua Armada, alcançou, no dia 20 de Maio, Calecute na Índia, nesta data assinala-se também o Dia da Marinha.
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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013
Ex-assessor do primeiro-ministro lidera reforma da Defesa
A nova Comissão de Acompanhamento para a Reforma da Defesa Nacional (CARDN), liderada pelo general Carlos Chaves e que vai acompanhar a reforma do sector, já está em funcionamento e deverá apresentar o primeiro relatório no próximo mês.
O despacho de nomeação da CARDN, a que a agência Lusa teve acesso, foi assinado a 13 de maio, pelos ministros da Defesa e das Finanças, e apesar de esta comissão ser constituída no âmbito do ministério de Aguiar-Branco, ficará instalada noutro edifício, na rua da Junqueira, em Lisboa.
A CARDN é liderada pelo general Carlos Chaves, que deixou as funções de assessor do primeiro-ministro para a segurança e a defesa, que estará acompanhado por mais três elementos (Paulo Costa, tenente-coronel da Força Aérea, Maria Cândido Almeida Morgado, chefe de divisão na direcção-geral de Pessoal e Recrutamento Militar, e João Leal, tenente-coronel do Exército) e por representantes ainda a designar dos quatro chefes militares, da secretária de Estado da Defesa e do Instituto da Defesa Nacional.
No plano administrativo, logístico e financeiro, a comissão será apoiada pela secretaria-geral do Ministério da Defesa, através do gabinete de José Pedro Aguiar-Branco.
Além de acompanhar a execução das medidas, cabe à comissão apresentar propostas e relatórios mensais à tutela, funcionado como "elo de ligação" entre o ministro da Defesa e os vários intervenientes no processo.(TVI24)
O despacho de nomeação da CARDN, a que a agência Lusa teve acesso, foi assinado a 13 de maio, pelos ministros da Defesa e das Finanças, e apesar de esta comissão ser constituída no âmbito do ministério de Aguiar-Branco, ficará instalada noutro edifício, na rua da Junqueira, em Lisboa.
A CARDN é liderada pelo general Carlos Chaves, que deixou as funções de assessor do primeiro-ministro para a segurança e a defesa, que estará acompanhado por mais três elementos (Paulo Costa, tenente-coronel da Força Aérea, Maria Cândido Almeida Morgado, chefe de divisão na direcção-geral de Pessoal e Recrutamento Militar, e João Leal, tenente-coronel do Exército) e por representantes ainda a designar dos quatro chefes militares, da secretária de Estado da Defesa e do Instituto da Defesa Nacional.
No plano administrativo, logístico e financeiro, a comissão será apoiada pela secretaria-geral do Ministério da Defesa, através do gabinete de José Pedro Aguiar-Branco.
Além de acompanhar a execução das medidas, cabe à comissão apresentar propostas e relatórios mensais à tutela, funcionado como "elo de ligação" entre o ministro da Defesa e os vários intervenientes no processo.(TVI24)
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Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional visita Exército e assiste ao exercício “Rosa Brava”
Berta Cabral foi recebida pelo Chefe de Estado-Maior do Exército, General Pina Monteiro, pelo Vice-CEME, Tenente General Campos Gil, pelo Comandante das Forças Terrestres, Tenente General Hernandez Jerónimo, e pelo Comandante da Brigada Mecanizada, Major General Faria Menezes. Como convidados, estiveram também presentes os Chefes de Estado-Maior dos outros ramos das Forças Armadas, Almirante Saldanha Lopes (Armada) e General José Pinheiro (Força Aérea).
O General Pina Monteiro realçou o facto de, pela primeira vez na história da maior unidade militar portuguesa, ter sido feita Guarda de Honra a uma mulher, no mesmo dia em que, curiosamente, o comando do esquadrão dos carros de combate Leopard no exercício "Live Fire Exercise LFX" ter pertencido a outra mulher, a Capitão Correia.
Berta Cabral conheceu de perto um carro de combate e visitou o posto de comando das operações antes de confraternizar com grande parte dos intervenientes no exercício, a quem agradeceu o empenho e a competência. “Tive muito orgulho em estar aqui”, disse Berta Cabral, acrescentando ter consciência de que “sem treino há desmotivação” e prometendo estar do lado de quem “sente e vivência a sua actividade profissional” como os militares presentes.
No início da visita, o General Pina Monteiro fez um retrato do Exército a Berta Cabral e aproveitou a ocasião para, na perspectiva do ramo que chefia, realçar os aspectos mais sensíveis da reforma em curso nas Forças Armadas. (Defesa Nacional)
O General Pina Monteiro realçou o facto de, pela primeira vez na história da maior unidade militar portuguesa, ter sido feita Guarda de Honra a uma mulher, no mesmo dia em que, curiosamente, o comando do esquadrão dos carros de combate Leopard no exercício "Live Fire Exercise LFX" ter pertencido a outra mulher, a Capitão Correia.
Berta Cabral conheceu de perto um carro de combate e visitou o posto de comando das operações antes de confraternizar com grande parte dos intervenientes no exercício, a quem agradeceu o empenho e a competência. “Tive muito orgulho em estar aqui”, disse Berta Cabral, acrescentando ter consciência de que “sem treino há desmotivação” e prometendo estar do lado de quem “sente e vivência a sua actividade profissional” como os militares presentes.
No início da visita, o General Pina Monteiro fez um retrato do Exército a Berta Cabral e aproveitou a ocasião para, na perspectiva do ramo que chefia, realçar os aspectos mais sensíveis da reforma em curso nas Forças Armadas. (Defesa Nacional)
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OBSERVADORES DA ARGÉLIA E DA TUNÍSIA EM SANTA MARGARIDA
No âmbito do Plano de Cooperação Bilateral 2013/2014 entre Portugal, a República Democrática e Popular da Argélia e a República da Tunísia, a Brigada Mecanizada (BrigMec) recebeu, entre os dias 07 e 12 de Maio de 2013, uma delegação de Oficiais dos dois países com a finalidade de observarem o “EXERCICIO ROSA BRAVA 13”, cujo cenário se desenvolveu num conflito de alta intensidade no quadro evolutivo da escalada da violência numa operação de Manutenção de Paz.
Durante a sua permanência na Brigada Mecanizada, para além da organização da BrigMec e contacto com os principais sistemas de armas, os Oficiais visitantes tiveram o oportunidade de observar a consecução de várias tarefas desenvolvidas pelas unidades da BrigMec, designadamente, planeamento e execução de tarefas primárias no quadro das operações ofensivas, num ambiente operacional caracterizador dos conflitos de alta intensidade.
No domínio cultural, as duas delegações visitaram os principais locais históricos e turísticos da região, actividade cultural que contou com o prestimoso apoio das autoridades e organismos locais.
No final, comitiva de observadores teve oportunidade de expressar ao Comandante da Brigada Mecanizada, Major-General António Menezes, o seu reconhecimento pelo modo como foram recebidos, sublinhando a proficiência e prontidão das tropas que servem o Exército Português na Brigada Mecanizada e que elevam o nome de Portugal. (Exército)
Durante a sua permanência na Brigada Mecanizada, para além da organização da BrigMec e contacto com os principais sistemas de armas, os Oficiais visitantes tiveram o oportunidade de observar a consecução de várias tarefas desenvolvidas pelas unidades da BrigMec, designadamente, planeamento e execução de tarefas primárias no quadro das operações ofensivas, num ambiente operacional caracterizador dos conflitos de alta intensidade.
No domínio cultural, as duas delegações visitaram os principais locais históricos e turísticos da região, actividade cultural que contou com o prestimoso apoio das autoridades e organismos locais.
No final, comitiva de observadores teve oportunidade de expressar ao Comandante da Brigada Mecanizada, Major-General António Menezes, o seu reconhecimento pelo modo como foram recebidos, sublinhando a proficiência e prontidão das tropas que servem o Exército Português na Brigada Mecanizada e que elevam o nome de Portugal. (Exército)
Comemorações do Dia da Marinha 2013
Passaram 515 anos desde que o navegador e explorador português, Vasco da Gama com a sua Armada, alcançou, no dia 20 de maio, Calecute na Índia, nesta data assinala-se também o Dia da Marinha. As comemorações deste ano têm por objectivo promover e apresentar à comunidade civil, a missão, meios, capacidades e o produto institucional que torna a Marinha indispensável para o País.
O Mar tem, para os portugueses, uma dimensão identitária e cultural única. A fim de reforçar esta ligação nacional ao mar, a Marinha desafia todos os portugueses, em especial a comunidade marítima (navegação de comércio, pesca, marítimo-turística, recreio, associações e clubes náuticos, entre outros) a juntarem-se a estas celebrações através do embandeiramento em arco de navios e embarcações, da promoção de festejos, cerimónias e eventos de homenagem a todos os “homens do mar” e às “marinhas de Portugal”, assinalando um pouco por todo o país esta data histórica para a nossa identidade como nação.
As comemorações, este ano centradas na cidade do Barreiro, decorrem entre os dias 18 e 26 de maio e incluem diferentes actividades de cariz militar, cultural, religioso e desportivo.
Em estreita colaboração com Câmara Municipal do Barreiro, a Marinha, irá promover diversos eventos, destacando-se o dia 26 de Maio:
10h00 - Missa na Igreja de Nossa Senhora do Rosário – em sufrágio dos militares, militarizados e civis da Marinha falecidos.
11h30 - Cerimónia Militar – Na Av. Bento Gonçalves.
Neste dia o Aquário Vasco da Gama, o Museu de Marinha e o Planetário Calouste Gulbenkian estão abertos a visitas, com entrada livre.
O programa das comemorações foi delineado tendo em conta a situação económica e financeira do País, através da contenção de custos na ausência de movimentos das Unidades Navais - mantendo, no entanto, os navios abertos a visitas na Base Naval de Lisboa-, através do cancelamento da demonstração naval, do desfile de navios e da coluna motorizada durante a cerimónia militar. A estas medidas junta-se ainda a movimentação dos militares, a partir da Base Naval de Lisboa para o Barreiro, na vedeta da marinha, transportando várias centenas de militares numa única viagem, de modo a diminuir os gastos que implicam o transporte rodoviário.
Actividades a decorrer no Barreiro
De 18 de maio a 01 de junho:
- Exposição de Atividades da Marinha
Auditório Municipal Augusto Cabrita
De dia 18 a 26 de maio:
- Actividades Complementares ao ar livre (batismos de mergulho, torre de escalada e outras atividades)
Parque da Cidade
De 20 a 25 de maio:
- Baptismos de mar em Lanchas de Anfíbias.
Praia na Rua de Maputo
De 21 a 23 de maio:
- Iniciação à Orientação, Lançamento da retenida, Tração à Corda e 12 minutos de corrida
Parque da Cidade
24 de maio – 22h00 - Concerto ao ar livre da Banda da Armada
Largo do Mercado Municipal 1º de maio
25 de maio – 09h00 - Passeio Pedestre “Descobrindo o Barreiro” e Iniciação à Orientação
Parque da Cidade
Nota: Para participar no Passeio Pedestre poderá fazer uma inscrição prévia através do email: cefa.secretaria@marinha.pt
Informações através dos telefones: 21 190 96 22
Actividades a decorrer na Base Naval de Lisboa (Almada)
Dia 18 e 19 de maio:
- Torneio Tiro Pistola
Carreira de tiro do CEFA
De 18 a 20 maio e 25, 26 de maio:
- Baptismos de mar em Lanchas de Fiscalização Rápidas.
Nota: Para os baptismos de mar é necessária inscrição prévia através do e-mail: DM2013@marinha.pt
- Visitas a navios
NRP Sagres
NRP D. Francisco de Almeida
NRP Vasco da Gama
NRP Viana do Castelo
NRP D. Carlos I
O Mar tem, para os portugueses, uma dimensão identitária e cultural única. A fim de reforçar esta ligação nacional ao mar, a Marinha desafia todos os portugueses, em especial a comunidade marítima (navegação de comércio, pesca, marítimo-turística, recreio, associações e clubes náuticos, entre outros) a juntarem-se a estas celebrações através do embandeiramento em arco de navios e embarcações, da promoção de festejos, cerimónias e eventos de homenagem a todos os “homens do mar” e às “marinhas de Portugal”, assinalando um pouco por todo o país esta data histórica para a nossa identidade como nação.
As comemorações, este ano centradas na cidade do Barreiro, decorrem entre os dias 18 e 26 de maio e incluem diferentes actividades de cariz militar, cultural, religioso e desportivo.
Em estreita colaboração com Câmara Municipal do Barreiro, a Marinha, irá promover diversos eventos, destacando-se o dia 26 de Maio:
10h00 - Missa na Igreja de Nossa Senhora do Rosário – em sufrágio dos militares, militarizados e civis da Marinha falecidos.
11h30 - Cerimónia Militar – Na Av. Bento Gonçalves.
Neste dia o Aquário Vasco da Gama, o Museu de Marinha e o Planetário Calouste Gulbenkian estão abertos a visitas, com entrada livre.
O programa das comemorações foi delineado tendo em conta a situação económica e financeira do País, através da contenção de custos na ausência de movimentos das Unidades Navais - mantendo, no entanto, os navios abertos a visitas na Base Naval de Lisboa-, através do cancelamento da demonstração naval, do desfile de navios e da coluna motorizada durante a cerimónia militar. A estas medidas junta-se ainda a movimentação dos militares, a partir da Base Naval de Lisboa para o Barreiro, na vedeta da marinha, transportando várias centenas de militares numa única viagem, de modo a diminuir os gastos que implicam o transporte rodoviário.
Actividades a decorrer no Barreiro
De 18 de maio a 01 de junho:
- Exposição de Atividades da Marinha
Auditório Municipal Augusto Cabrita
De dia 18 a 26 de maio:
- Actividades Complementares ao ar livre (batismos de mergulho, torre de escalada e outras atividades)
Parque da Cidade
De 20 a 25 de maio:
- Baptismos de mar em Lanchas de Anfíbias.
Praia na Rua de Maputo
De 21 a 23 de maio:
- Iniciação à Orientação, Lançamento da retenida, Tração à Corda e 12 minutos de corrida
Parque da Cidade
24 de maio – 22h00 - Concerto ao ar livre da Banda da Armada
Largo do Mercado Municipal 1º de maio
25 de maio – 09h00 - Passeio Pedestre “Descobrindo o Barreiro” e Iniciação à Orientação
Parque da Cidade
Nota: Para participar no Passeio Pedestre poderá fazer uma inscrição prévia através do email: cefa.secretaria@marinha.pt
Informações através dos telefones: 21 190 96 22
Actividades a decorrer na Base Naval de Lisboa (Almada)
Dia 18 e 19 de maio:
- Torneio Tiro Pistola
Carreira de tiro do CEFA
De 18 a 20 maio e 25, 26 de maio:
- Baptismos de mar em Lanchas de Fiscalização Rápidas.
Nota: Para os baptismos de mar é necessária inscrição prévia através do e-mail: DM2013@marinha.pt
- Visitas a navios
NRP Sagres
NRP D. Francisco de Almeida
NRP Vasco da Gama
NRP Viana do Castelo
NRP D. Carlos I
Fonte: Marinha Portuguesa
Novos patrulhas da Marinha vão ser usados "preferencialmente" nos Açores
O comandante da Zona Marítima dos Açores, Pires da Cunha, afirmou hoje que os patrulhões que vão servir na fiscalização da Zona Económica Exclusiva portuguesa vão ser usados "preferencialmente" na subzona dos Açores.
"Os novos navios foram concebidos para os Açores porque as condições de mar na região são piores. Serão preferencialmente utilizados aqui nos Açores", revelou à agência Lusa o contra-almirante Pires da Cunha.
O comandante da Zona Marítima dos Açores explicou que existe um projecto que contempla a construção de seis navios nos Estaleiros Navais de Viana de Castelo, para efeitos de fiscalização, mas só dois estão já concluídos, tendo um já sido entregue à Marinha, enquanto o outro será entregue no final do ano. (Visão)
"Os novos navios foram concebidos para os Açores porque as condições de mar na região são piores. Serão preferencialmente utilizados aqui nos Açores", revelou à agência Lusa o contra-almirante Pires da Cunha.
O comandante da Zona Marítima dos Açores explicou que existe um projecto que contempla a construção de seis navios nos Estaleiros Navais de Viana de Castelo, para efeitos de fiscalização, mas só dois estão já concluídos, tendo um já sido entregue à Marinha, enquanto o outro será entregue no final do ano. (Visão)
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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013
General Loureiro dos Santos «Portugal deve prever desagregação da União Europeia»
O General Loureiro dos Santos defende que Portugal deve estar preparado para o caso de se verificar a independência de algumas zonas autónomas espanholas ou para uma situação de desagregação da União Europeia. Durante uma conferência sobre o novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional, o general disse esperar que estas «duas linhas de acção estratégica» estejam contempladas numa versão classificada do documento.
«O conceito deve ter partes que não são abertas, porque há muita coisa que não deve ser transparente», afirmou José Loureiro dos Santos, acrescentando que «não se vai dar o ouro ao bandido».
O também ex-chefe do Estado-Maior do Exército sustentou que este plano deve prever qual o posicionamento e as acções de Portugal no caso «de a Catalunha declarar a independência, de a Grécia sair do euro ou nós próprios [Portugal]».
Loureiro dos Santos confessou estar «um bocado céptico em relação ao futuro» da zona euro e do próprio projecto europeu: «O futuro do euro não o sabemos, em boa verdade, interessa-me que continue mas não sabemos se a União Europeia vai continuar na mesma situação».
O General apontou ainda a plataforma continental como um objectivo estratégico do qual Portugal tem de «tomar uma posse efectiva»: «A nossa expansão única é nesta área marítima, espero que não aconteça o que aconteceu quando foi a conferência em Berlim [para definir a ocupação de África, no século XIX] e que se diga que afinal o mar é todo europeu, que o mar não é português, não é francês, é europeu».
A este propósito, José Loureiro dos Santos acrescentou que se «fala na vocação atlântica», mas que Portugal «tem de ser mais concreto». «Temos de ter posse efectiva, explorar, vigiar, controlar a plataforma continental, isso é que pode ser a nossa grande fonte de riqueza, o nosso Brasil pode ser a plataforma continental», reforçou. (TVI24)
«O conceito deve ter partes que não são abertas, porque há muita coisa que não deve ser transparente», afirmou José Loureiro dos Santos, acrescentando que «não se vai dar o ouro ao bandido».
O também ex-chefe do Estado-Maior do Exército sustentou que este plano deve prever qual o posicionamento e as acções de Portugal no caso «de a Catalunha declarar a independência, de a Grécia sair do euro ou nós próprios [Portugal]».
Loureiro dos Santos confessou estar «um bocado céptico em relação ao futuro» da zona euro e do próprio projecto europeu: «O futuro do euro não o sabemos, em boa verdade, interessa-me que continue mas não sabemos se a União Europeia vai continuar na mesma situação».
O General apontou ainda a plataforma continental como um objectivo estratégico do qual Portugal tem de «tomar uma posse efectiva»: «A nossa expansão única é nesta área marítima, espero que não aconteça o que aconteceu quando foi a conferência em Berlim [para definir a ocupação de África, no século XIX] e que se diga que afinal o mar é todo europeu, que o mar não é português, não é francês, é europeu».
A este propósito, José Loureiro dos Santos acrescentou que se «fala na vocação atlântica», mas que Portugal «tem de ser mais concreto». «Temos de ter posse efectiva, explorar, vigiar, controlar a plataforma continental, isso é que pode ser a nossa grande fonte de riqueza, o nosso Brasil pode ser a plataforma continental», reforçou. (TVI24)
Cabo Verde aprova o acordo de cooperação de Defesa com Portugal
O Governo cabo-verdiano aprovou, esta quinta-feira, 16 de Maio, a resolução que prevê a ratificação, no Parlamento, do acordo de cooperação entre Cabo Verde e Portugal no domínio da Defesa, assinado no Mindelo, durante a Cimeira realizada em Dezembro de 2012.
Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros de Cabo Verde e ministro da Presidência do Conselho, Jorge Tolentino, esse acordo, que vai substituir o ainda em vigor, datado de 1988, visa o relançamento da cooperação para outros patamares, entre os dois Estados, ao nível da Defesa.
Jorge Tolentino indicou que, além das áreas tradicionais de cooperação, o novo acordo abrange a segurança cooperativa, particularmente no domínio da segurança marítima, bem como a preparação dos militares cabo-verdianos para a participação em operações de manutenção da paz.
«O que pretendemos com este acordo é desencadear, numa primeira fase, a formação dos nosso militares junto das Forças Armadas portuguesas e, num segundo momento, a participação de pequenos contingentes cabo-verdianos integrados em missões de manutenção da paz de Portugal. Num terceiro momento podermos participar de forma autónoma nesse tipo de missões», explicou o governante.
Cabo Verde já está a calendarizar acções, que deverão ser iniciadas ainda no decurso de 2013.
O diploma vai ser agora remetido ao Parlamento para ratificação e, na sequência, dar-se-á início às acções de preparação do contingente cabo-verdiano por parte de Portugal.
(c) PNN Portuguese News Network
Segundo o porta-voz do Conselho de Ministros de Cabo Verde e ministro da Presidência do Conselho, Jorge Tolentino, esse acordo, que vai substituir o ainda em vigor, datado de 1988, visa o relançamento da cooperação para outros patamares, entre os dois Estados, ao nível da Defesa.
Jorge Tolentino indicou que, além das áreas tradicionais de cooperação, o novo acordo abrange a segurança cooperativa, particularmente no domínio da segurança marítima, bem como a preparação dos militares cabo-verdianos para a participação em operações de manutenção da paz.
«O que pretendemos com este acordo é desencadear, numa primeira fase, a formação dos nosso militares junto das Forças Armadas portuguesas e, num segundo momento, a participação de pequenos contingentes cabo-verdianos integrados em missões de manutenção da paz de Portugal. Num terceiro momento podermos participar de forma autónoma nesse tipo de missões», explicou o governante.
Cabo Verde já está a calendarizar acções, que deverão ser iniciadas ainda no decurso de 2013.
O diploma vai ser agora remetido ao Parlamento para ratificação e, na sequência, dar-se-á início às acções de preparação do contingente cabo-verdiano por parte de Portugal.
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CEDN | Apresentação dos suportes de comunicação
O Ministro da Defesa Nacional apresentou no Instituto de Defesa Nacional (IDN) a nova plataforma de comunicação do Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN). Antes de presidir à cerimónia de encerramento do curso de auditores do IDN, relativo a 2012-2013, José Pedro Aguiar-Branco aproveitou a oportunidade para anunciar os suportes de divulgação do CEDN.
Os suportes de comunicação incluem uma plataforma interactiva que vai estar disponível para o formato da Internet, tornando mais acessível e facilmente consultável todos os elementos que compõem o documento. Segundo o Ministro da Defesa Nacional, a disponibilização deste meio tecnológico é fundamental para “fazer a divulgação de algo que é de todos nós, que é a Defesa Nacional, na sua dimensão cívica, civil e militar”, sublinhando “a necessidade de incorporar a Defesa Nacional como um valor maior da cidadania.”
Com esta iniciativa, Aguiar-Branco pretende que o CEDN não seja “um livro colocado na prateleira”, mas antes “um documento que seja lido, pensado, reflectido, facilmente apreendido, e depois divulgado e assumido como seu.”
Além dos auditores do IDN, de dirigentes do Ministério da Defesa Nacional e de vários convidados, estiveram também presentes os Chefes de Estado-Maior dos Ramos das Forças Armadas.(Defesa Nacional)
Os suportes de comunicação incluem uma plataforma interactiva que vai estar disponível para o formato da Internet, tornando mais acessível e facilmente consultável todos os elementos que compõem o documento. Segundo o Ministro da Defesa Nacional, a disponibilização deste meio tecnológico é fundamental para “fazer a divulgação de algo que é de todos nós, que é a Defesa Nacional, na sua dimensão cívica, civil e militar”, sublinhando “a necessidade de incorporar a Defesa Nacional como um valor maior da cidadania.”
Com esta iniciativa, Aguiar-Branco pretende que o CEDN não seja “um livro colocado na prateleira”, mas antes “um documento que seja lido, pensado, reflectido, facilmente apreendido, e depois divulgado e assumido como seu.”
Além dos auditores do IDN, de dirigentes do Ministério da Defesa Nacional e de vários convidados, estiveram também presentes os Chefes de Estado-Maior dos Ramos das Forças Armadas.(Defesa Nacional)
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Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional visita IASFA em Oeiras
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, visitou esta terça-feira o Centro de Apoio Social de Oeiras (CASO) do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA) onde o presidente, Tenente-General Fialho da Rosa, fez um retrato panorâmico da instituição.
Da orgânica ao património, foram abordados vários aspectos relacionados com a missão do IASFA, com particular atenção para os recursos humanos e financeiros e também para a gestão do Apoio na Doença aos Militares (ADM). O IASFA está em processo de reestruturação e o conhecimento da realidade é essencial para se encontrar a melhor forma deste instituto público continuar a garantir os serviços e a Acção Social Complementar (ASC) aos seus mais de 108 mil beneficiários.
Alvo de melhoramentos recentes nas instalações e equipamentos médicos, o CASO é o maior dos doze centros do IASFA espalhados pelo continente e regiões autónomas. O centro de Oeiras possuiu uma importante unidade de cuidados continuados para idosos, além de uma vasta área residencial e um centro médico.(Defesa Nacional)
Da orgânica ao património, foram abordados vários aspectos relacionados com a missão do IASFA, com particular atenção para os recursos humanos e financeiros e também para a gestão do Apoio na Doença aos Militares (ADM). O IASFA está em processo de reestruturação e o conhecimento da realidade é essencial para se encontrar a melhor forma deste instituto público continuar a garantir os serviços e a Acção Social Complementar (ASC) aos seus mais de 108 mil beneficiários.
Alvo de melhoramentos recentes nas instalações e equipamentos médicos, o CASO é o maior dos doze centros do IASFA espalhados pelo continente e regiões autónomas. O centro de Oeiras possuiu uma importante unidade de cuidados continuados para idosos, além de uma vasta área residencial e um centro médico.(Defesa Nacional)
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EXÉRCITO PORTUGUÊS PRESENTE NO SALÃO INTERNACIONAL DE PROTECÇÃO E SEGURANÇA SEGUREX 2013
Decorreu durante o período de 07 a 11 de Maio na Feira Internacional de Lisboa, o Salão Internacional de Protecção e Segurança SEGUREX 2013, em que o Exército Português marcou presença no expositor atribuído ao Ministério da Defesa Nacional.
O certame abrangia os sectores da segurança de pessoas e bens, segurança no trabalho, protecção e combate a incêndios, socorro e salvamento, segurança na circulação e nos transportes, informática e comunicações, tendo o Exército participado com o Instituto Geográfico do Exército (IGeoE), Brigada de Intervenção (BrigInt), Centro de Tropas Comando (CTC) e Centro de Recrutamento de Lisboa (CR).
O IGeoE divulgou os seus produtos cartográficos, bem como o seu mais recente projecto - o Sistema de Informação Geográfica para Operações Militares (SOGOpMil), aplicação que se reveste de fundamental interesse para o Exército, com a finalidade de preparar e conduzir operações militares, podendo igualmente ser um factor determinante na operacionalização de meios de protecção e segurança, como são exemplos o planeamento e conduta de apoio a catástrofes, preparação das várias acções no âmbito da prevenção e treino, planeamento de deslocamentos, avaliação da extensão ou previsão da área de danos causados por intempéries, entre outros. Quer a Brignt quer o CTC apresentaram as viaturas que actualmente as equipam, respectivamente a viatura PANDUR 8X8 VCB e a viatura Land Rover DEFENDER 130 4X4 SOV.(Exército)
O certame abrangia os sectores da segurança de pessoas e bens, segurança no trabalho, protecção e combate a incêndios, socorro e salvamento, segurança na circulação e nos transportes, informática e comunicações, tendo o Exército participado com o Instituto Geográfico do Exército (IGeoE), Brigada de Intervenção (BrigInt), Centro de Tropas Comando (CTC) e Centro de Recrutamento de Lisboa (CR).
O IGeoE divulgou os seus produtos cartográficos, bem como o seu mais recente projecto - o Sistema de Informação Geográfica para Operações Militares (SOGOpMil), aplicação que se reveste de fundamental interesse para o Exército, com a finalidade de preparar e conduzir operações militares, podendo igualmente ser um factor determinante na operacionalização de meios de protecção e segurança, como são exemplos o planeamento e conduta de apoio a catástrofes, preparação das várias acções no âmbito da prevenção e treino, planeamento de deslocamentos, avaliação da extensão ou previsão da área de danos causados por intempéries, entre outros. Quer a Brignt quer o CTC apresentaram as viaturas que actualmente as equipam, respectivamente a viatura PANDUR 8X8 VCB e a viatura Land Rover DEFENDER 130 4X4 SOV.(Exército)
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«FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS TÊM DE REFORÇAR A SUA CAPACIDADE OPERACIONAL»
«As Forças Armadas portuguesas para cumprir as prioridades que estão no Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN) têm de reforçar a sua capacidade operacional», afirmou o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, em Lisboa, na cerimónia de encerramento do Curso de Defesa Nacional no IDN.
«Não pretendemos desmantelar as Forças Armadas mas sim aumentar a sua capacidade operacional (…) para terem uma intervenção mais forte nas Forças Nacionais Destacadas» consideradas prioritárias na «segurança colectiva e cooperativa», de acordo com o CEDN, recentemente aprovado.
Para Aguiar-Branco «a defesa nacional faz-se hoje mais (…) para lá das fronteiras geográficas em que o País se circunscreve», pelo que é «fundamental assumir as nossas vulnerabilidades e percebermos bem quais são as nossas potencialidades».
A Europa, a NATO e a parceria estratégica com os Estados Unidos foram as prioridades apontadas pelo Ministro em matéria de Política de Defesa Nacional, pelo que o «sistema de forças nacional deve também privilegiar uma estrutura baseada em capacidade de natureza conjunta».
Destacando a importância do Conselho Europeu marcado para Dezembro, por «tratar de forma muito oportuna e relevante as matérias de política comum de defesa», Aguiar-Branco referiu que o mesmo servirá para testar as «convicções que estão muito para lá da carteira».
«Nós estamos a chegar ao momento (…) de saber se somos capazes de dar passo mais consistente na Política Comum de Defesa que levará à consolidação de uma Europa que deixa de ser a Europa pura dos interesses para ser a Europa da confiança», referiu o Ministro da Defesa, acrescentando que «Portugal tem de ter uma participação proactiva», baseada não no peso das nações «na sua pura lógica demográfica ou de riqueza ou de PIB mas das convicções com que assume esses projectos».(MDN)
«Não pretendemos desmantelar as Forças Armadas mas sim aumentar a sua capacidade operacional (…) para terem uma intervenção mais forte nas Forças Nacionais Destacadas» consideradas prioritárias na «segurança colectiva e cooperativa», de acordo com o CEDN, recentemente aprovado.
Para Aguiar-Branco «a defesa nacional faz-se hoje mais (…) para lá das fronteiras geográficas em que o País se circunscreve», pelo que é «fundamental assumir as nossas vulnerabilidades e percebermos bem quais são as nossas potencialidades».
A Europa, a NATO e a parceria estratégica com os Estados Unidos foram as prioridades apontadas pelo Ministro em matéria de Política de Defesa Nacional, pelo que o «sistema de forças nacional deve também privilegiar uma estrutura baseada em capacidade de natureza conjunta».
Destacando a importância do Conselho Europeu marcado para Dezembro, por «tratar de forma muito oportuna e relevante as matérias de política comum de defesa», Aguiar-Branco referiu que o mesmo servirá para testar as «convicções que estão muito para lá da carteira».
«Nós estamos a chegar ao momento (…) de saber se somos capazes de dar passo mais consistente na Política Comum de Defesa que levará à consolidação de uma Europa que deixa de ser a Europa pura dos interesses para ser a Europa da confiança», referiu o Ministro da Defesa, acrescentando que «Portugal tem de ter uma participação proactiva», baseada não no peso das nações «na sua pura lógica demográfica ou de riqueza ou de PIB mas das convicções com que assume esses projectos».(MDN)
Quarta-feira, 15 de Maio de 2013
Ministro da Defesa Nacional participou no 39º aniversário da ADFA
José Pedro Aguiar-Branco começou por dirigir-se informalmente à plateia que o ouvia, dando alguns exemplos pessoais da sua vida, referindo ter vivido “enquanto estudante de liceu a ansiedade que muitos jovens sentiram do que era a perspectiva de poder ter que ir - e uns foram mesmo e os senhores [aqui presentes] são exemplo disso - para a guerra colonial.”
O governante não deixou também de abordar aqueles que são os direitos e os deveres do estado, sobretudo no que diz respeito aos Deficientes das Forças Armadas, referindo que “é um dos deveres do estado garantir e salvaguardar a dignidade dos seus militares que deram tudo o que tinham pelo seu país”. “Olho para esta sala e tenho dúvidas que o estado tenha cumprido o seu dever”, concluiu o ministro.
Foi um discurso várias vezes interrompido por aplausos, em que Aguiar-Branco saudou a forma competente, empenhada e respeitosa com que decorreram as negociações com a ADFA, na pessoa do Comendador José Arruda. O Ministro da Defesa Nacional enunciou várias metas que ambos conseguiram cumprir, nomeadamente a manutenção dos deficientes militares no regime de isenção do pagamento de taxas moderadoras no SNS, o alargamento da assistência médica sem custos para os deficientes militares a todas situações de doença, a manutenção dos subsídios aos Deficientes das Forças Armadas em 2011 e 2012, a preservação do carácter indemnizatório nas pensões dos Deficientes das Forças Armadas e a actualização das pensões dos mesmos, com retroactivos a 2009.
Quanto ao futuro, José Pedro Aguiar-Branco terminou dizendo que “será um desafio ainda maior trabalhar nos próximos dois anos na resolução dos muitos problemas que ainda há por resolver [...] a começar pela questão dos processos de qualificação dos Deficientes das Forças Armadas que considero uma prioridade.” (Defesa Nacional)
O governante não deixou também de abordar aqueles que são os direitos e os deveres do estado, sobretudo no que diz respeito aos Deficientes das Forças Armadas, referindo que “é um dos deveres do estado garantir e salvaguardar a dignidade dos seus militares que deram tudo o que tinham pelo seu país”. “Olho para esta sala e tenho dúvidas que o estado tenha cumprido o seu dever”, concluiu o ministro.
Foi um discurso várias vezes interrompido por aplausos, em que Aguiar-Branco saudou a forma competente, empenhada e respeitosa com que decorreram as negociações com a ADFA, na pessoa do Comendador José Arruda. O Ministro da Defesa Nacional enunciou várias metas que ambos conseguiram cumprir, nomeadamente a manutenção dos deficientes militares no regime de isenção do pagamento de taxas moderadoras no SNS, o alargamento da assistência médica sem custos para os deficientes militares a todas situações de doença, a manutenção dos subsídios aos Deficientes das Forças Armadas em 2011 e 2012, a preservação do carácter indemnizatório nas pensões dos Deficientes das Forças Armadas e a actualização das pensões dos mesmos, com retroactivos a 2009.
Quanto ao futuro, José Pedro Aguiar-Branco terminou dizendo que “será um desafio ainda maior trabalhar nos próximos dois anos na resolução dos muitos problemas que ainda há por resolver [...] a começar pela questão dos processos de qualificação dos Deficientes das Forças Armadas que considero uma prioridade.” (Defesa Nacional)
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C-295 M vai dar apoio aéreo aos bombeiros no combate aos incêndios
Este ano, e pela primeira vez, o avião de transporte táctico da Força Aérea, o C-295 M, vai dar apoio aéreo aos bombeiros no combate aos incêndios. O acordo entre o Ministério da Defesa e a Autoridade Nacional de Protecção Civil está assinado e o avião militar pode ser chamado a qualquer momento a entrar em acção.
O C-295 M é uma aeronave com tecnologia altamente avançada e preparada para actuar em missões de busca e salvamento, combate à poluição, tráfico de droga, controlo de fronteiras e agora combate aos incêndios.
O comandante da Esquadra 502 revela que o objectivo é usar a vantagem da visão aérea, sensores e outro equipamento para recolher informação sobre os fogos e informar o elemento da protecção civil que vai a bordo. É ele quem decide o que fazer.
“Ele consegue perceber exactamente qual é o fogo mais importante, estamos a falar de fogos de grande dimensões, o que deve ser atacado imediatamente e redistribuir os meios para que se consiga a tempo útil salvar vidas, casas, habitações”, explica à Renascença o tenente-coronel Pedro Bernardino.
O avião militar está de alerta, pronto a descolar em 30 minutos, totalmente equipado, do Montijo, Porto Santo e Açores.
Sentado junto ao equipamento, o controlador vai registando os locais do fogo, mas também pontos de água para abastecer as viaturas dos bombeiros. Como a velocidade é uma das vantagens, rapidamente se acompanham vários incêndios em todo o país. Para Pedro Bernardino essa “é uma das grandes mais-valias deste meio”.
“Como consegue uma velocidade de 500 quilómetros hora e estar 10 horas no ar, consegue estar num fogo e em 30 minutos passar de um fogo no sul do país para outro no norte”, sublinha o comandante da Esquadra 502 que opera o C-295.
Um avião que vai a partir de agora apoiar os bombeiros no combate aos incêndios de dia, mas também de noite, graças ao sistema de visão nocturna que tem equipado.
A aeronave está a postos para a fase Bravo que começa esta quarta-feira. É a segunda mais importante relativa ao dispositivo de meios de prevenção e combate aos fogos florestais. Esta fase, que dura até 30 de Junho, envolve cinco mil operacionais no terreno, apoiados por 1.200 viaturas e 30 meios aéreos.(RR)
O C-295 M é uma aeronave com tecnologia altamente avançada e preparada para actuar em missões de busca e salvamento, combate à poluição, tráfico de droga, controlo de fronteiras e agora combate aos incêndios.
O comandante da Esquadra 502 revela que o objectivo é usar a vantagem da visão aérea, sensores e outro equipamento para recolher informação sobre os fogos e informar o elemento da protecção civil que vai a bordo. É ele quem decide o que fazer.
“Ele consegue perceber exactamente qual é o fogo mais importante, estamos a falar de fogos de grande dimensões, o que deve ser atacado imediatamente e redistribuir os meios para que se consiga a tempo útil salvar vidas, casas, habitações”, explica à Renascença o tenente-coronel Pedro Bernardino.
O avião militar está de alerta, pronto a descolar em 30 minutos, totalmente equipado, do Montijo, Porto Santo e Açores.
Sentado junto ao equipamento, o controlador vai registando os locais do fogo, mas também pontos de água para abastecer as viaturas dos bombeiros. Como a velocidade é uma das vantagens, rapidamente se acompanham vários incêndios em todo o país. Para Pedro Bernardino essa “é uma das grandes mais-valias deste meio”.
“Como consegue uma velocidade de 500 quilómetros hora e estar 10 horas no ar, consegue estar num fogo e em 30 minutos passar de um fogo no sul do país para outro no norte”, sublinha o comandante da Esquadra 502 que opera o C-295.
Um avião que vai a partir de agora apoiar os bombeiros no combate aos incêndios de dia, mas também de noite, graças ao sistema de visão nocturna que tem equipado.
A aeronave está a postos para a fase Bravo que começa esta quarta-feira. É a segunda mais importante relativa ao dispositivo de meios de prevenção e combate aos fogos florestais. Esta fase, que dura até 30 de Junho, envolve cinco mil operacionais no terreno, apoiados por 1.200 viaturas e 30 meios aéreos.(RR)
Comitiva do Tajiquistão visita a Base Aérea Nº 5
Uma comitiva do Tajiquistão visitou a Base Aérea Nº 5 no passado dia 08 de Maio, no âmbito de uma inspecção da UNAVE, Unidade Nacional de Verificações.
A inspecção realizou-se ao abrigo do Vienna Document 2011 – Confidence and Security Building Measures, documento da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, organização da qual Portugal é membro integrante.
Após um briefing de enquadramento na Sala Aleixo Corbal, a comitiva composta por 11 elementos teve a oportunidade de visitar vários locais na Base Aérea de Monte Real.(FAP)
A inspecção realizou-se ao abrigo do Vienna Document 2011 – Confidence and Security Building Measures, documento da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, organização da qual Portugal é membro integrante.
Após um briefing de enquadramento na Sala Aleixo Corbal, a comitiva composta por 11 elementos teve a oportunidade de visitar vários locais na Base Aérea de Monte Real.(FAP)
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Museu do Ar assinala Dia Internacional dos Museus
O Museu do Ar alia-se à comemoração do Dia Internacional dos Museus e da Noite dos Museus, no dia 18 de Maio, com várias actividades e eventos que pretendem assinalar a efeméride e dar a conhecer este espaço de Memória e de História.
A partir das 10H00 e até às 00H00, a população vai poder visitar o acervo aeronáutico nacional e, através de visitas guiadas, agendadas para as 11H00 e 15H00, conhecer em detalhe algumas das peças em exposição.
Para quem é amante de cinema, e sendo o Museu do Ar um espaço museológico dedicado à Aviação, vai poder assistir, pelas 20H00, na sala multimédia, ao filme "O Aviador" de Martin Scorsese. (F.A.P)
A partir das 10H00 e até às 00H00, a população vai poder visitar o acervo aeronáutico nacional e, através de visitas guiadas, agendadas para as 11H00 e 15H00, conhecer em detalhe algumas das peças em exposição.
Para quem é amante de cinema, e sendo o Museu do Ar um espaço museológico dedicado à Aviação, vai poder assistir, pelas 20H00, na sala multimédia, ao filme "O Aviador" de Martin Scorsese. (F.A.P)
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Acordo de parceria entre a Força Aérea e a Airbus Military
A Força Aérea (FAP) e a Airbus Military celebraram, no dia 13 de Maio, em Sevilha, um protocolo de cooperação técnica e operacional que visa a melhoria contínua do desempenho da aeronave C-295M e do seu sistema de missão.
Decorrentes desta parceria, já estão em curso dois projectos específicos - instalação de depósitos auxiliares (aumento da capacidade de autonomia de voo) e formação de Navegadores (SIFNAV) - desenvolvidos pelos engenheiros da FAP e que estão a ser estudados pela Airbus Military, para certificação e posterior incorporação na frota.
A partilha deste conhecimento operacional e de engenharia da FAP aliada ao conhecimento de projecto da aeronave e sistemas da Airbus Military, irá optimizar recursos, introduzir maior eficiência e eficácia, no cumprimento do vasto e diversificado leque de missões desta aeronave, como a vigilância marítima, a busca e salvamento, o apoio no combate de incêndios e a evacuação médica, ou mesmo na formação de profissionais navegadores.
A estreita cooperação entre ambas as partes e no âmbito deste protocolo, a FAP poderá usufruir da implementação nas suas aeronaves C-295M das soluções desenvolvidas na modernização destes sistemas de armas.
O protocolo foi assinado pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, e pelo Presidente da Airbus Military, Domingos Ureña. (FAP)
Decorrentes desta parceria, já estão em curso dois projectos específicos - instalação de depósitos auxiliares (aumento da capacidade de autonomia de voo) e formação de Navegadores (SIFNAV) - desenvolvidos pelos engenheiros da FAP e que estão a ser estudados pela Airbus Military, para certificação e posterior incorporação na frota.
A partilha deste conhecimento operacional e de engenharia da FAP aliada ao conhecimento de projecto da aeronave e sistemas da Airbus Military, irá optimizar recursos, introduzir maior eficiência e eficácia, no cumprimento do vasto e diversificado leque de missões desta aeronave, como a vigilância marítima, a busca e salvamento, o apoio no combate de incêndios e a evacuação médica, ou mesmo na formação de profissionais navegadores.
A estreita cooperação entre ambas as partes e no âmbito deste protocolo, a FAP poderá usufruir da implementação nas suas aeronaves C-295M das soluções desenvolvidas na modernização destes sistemas de armas.
O protocolo foi assinado pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, e pelo Presidente da Airbus Military, Domingos Ureña. (FAP)
Segunda-feira, 13 de Maio de 2013
NEGOCIAÇÕES COM ROMÉNIA PARA VENDA DE F16 DEVERÃO ESTAR CONCLUÍDAS EM JUNHO
O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que pretende fechar, no próximo mês de Junho, as negociações com o seu homólogo romeno, para a venda de 12 aeronaves F16.
«Tive recentemente uma reunião com o Ministro da Defesa romeno», em Portugal, na qual ficou estabelecido «como prazo para ter uma opção definitiva, a este propósito, o próximo mês de Junho», referiu Aguiar-Branco em entrevista à Antena 1.
«A Roménia está interessada em adquirir 12 caças F16», referiu o Ministro, acrescentando que as negociações estão a ser acompanhadas pelo Chefe de Estado-Maior da Força Aérea.
Relativamente à revisão do Estatuto dos Militares das Forças Armadas, Aguiar-Branco referiu que espera que a mesma esteja concluída até ao final do presente ano.
A reavaliação das remunerações dos militares na reserva é uma das questões a considerar uma vez que, para o Ministro da Defesa Nacional, «a situação que vier a aplicar-se na generalidade a todos os portugueses», deverá também ser aplicada aos militares.
Sobre o aumento da idade da reforma para os militares, Aguiar-Branco referiu que será necessário averiguar primeiro se a medida representará uma contenção efectiva da despesa.
O Ministro da Defesa acrescentou, porém, que a conjuntura de há 20 anos atrás, quando da criação do regime de reserva dos militares, é «completamente diferente» da actual, pelo que o mesmo deverá ser alvo de uma reavaliação.
Relativamente à intervenção da Força Aérea no combate aos incêndios florestais, Aguiar-Branco referiu que esta já está prevista no programa para 2013, e que a questão reside agora no empenhamento dos cinco helicópteros Kamov.
«A Força Aérea tem, no âmbito do programa da Protecção Civil, uma participação efectiva», referiu o Ministro, acrescentando que a questão é saber se o futuro aponta «para que haja um reforço da sua capacidade de intervenção».
«Tive recentemente uma reunião com o Ministro da Defesa romeno», em Portugal, na qual ficou estabelecido «como prazo para ter uma opção definitiva, a este propósito, o próximo mês de Junho», referiu Aguiar-Branco em entrevista à Antena 1.
«A Roménia está interessada em adquirir 12 caças F16», referiu o Ministro, acrescentando que as negociações estão a ser acompanhadas pelo Chefe de Estado-Maior da Força Aérea.
Relativamente à revisão do Estatuto dos Militares das Forças Armadas, Aguiar-Branco referiu que espera que a mesma esteja concluída até ao final do presente ano.
A reavaliação das remunerações dos militares na reserva é uma das questões a considerar uma vez que, para o Ministro da Defesa Nacional, «a situação que vier a aplicar-se na generalidade a todos os portugueses», deverá também ser aplicada aos militares.
Sobre o aumento da idade da reforma para os militares, Aguiar-Branco referiu que será necessário averiguar primeiro se a medida representará uma contenção efectiva da despesa.
O Ministro da Defesa acrescentou, porém, que a conjuntura de há 20 anos atrás, quando da criação do regime de reserva dos militares, é «completamente diferente» da actual, pelo que o mesmo deverá ser alvo de uma reavaliação.
Relativamente à intervenção da Força Aérea no combate aos incêndios florestais, Aguiar-Branco referiu que esta já está prevista no programa para 2013, e que a questão reside agora no empenhamento dos cinco helicópteros Kamov.
«A Força Aérea tem, no âmbito do programa da Protecção Civil, uma participação efectiva», referiu o Ministro, acrescentando que a questão é saber se o futuro aponta «para que haja um reforço da sua capacidade de intervenção».
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