18 de abril de 2019

Parabéns Fuzileiros !


16 de abril de 2019

Dia da Marinha em Coimbra

O Dia da Marinha vai desembarcar em Coimbra! De 11 a 19 de Maio, traga a sua família e participe nas várias actividades que temos para si. Coimbra, o mar nunca esteve tão perto.

12 de abril de 2019

Força naval portuguesa termina treino de resposta a cenários de crises

​​​​(MGP)A Força Naval Portuguesa envolveu cerca de 500 militares, integrando a fragata NRP Corte-Real (navio chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata RNM Sultan M. Ismail da Marinha Real de Marrocos. A sua actividade foi desenvolvida em águas nacionais, num cenário fictício de projecção para uma região assolada por elevada instabilidade social e política, cumprindo com uma determinação da comunidade internacional, e tendo como principal missão garantir a resposta rápida e eficaz em cenário de crise.

Durante cinco dias foi realizado um diversificado conjunto de exercícios desde as áreas convencionais (guerra de superfície, guerra antissubmarina e guerra anti-aérea), defesa contra ameaça assimétrica, operações de interdição marítima e embargo, exercícios de artilharia e exercícios de reabastecimento.

Com maior especificidade, foi realizado um desembarque anfíbio, projectando do mar para terra, uma força de fuzileiros com o objectivo de controlar um porto considerado essencial para a condução das operações, e, destaca-se ainda a concretização de uma abordagem e inspecção ao navio mercante Daytona, que, tendo colaborado no contexto deste exercício, permitiu uma oportunidade única de treino deste tipo de operação.

Acompanhando o desenvolvimento das ameaças que hoje se colocam nos teatros de operações, foram ainda realizados diversos exercícios de cyber defesa, testando a capacidade de reacção da força a ataques cibernéticos.

O principal objectivo estabelecido para o exercício INSTREX19/ALCANTARA19 foi o treino de operações litorais em grupo-tarefa promovendo as relações bilaterais com a Marinha Real de Marrocos e o United States Marine Corps. Considera-se que o objectivo foi amplamente atingido.

9 de abril de 2019

Marinha treina cenários de instabilidade e insegurança

(MGP)O INSTREX19 é conduzido segundo um cenário de crise regional que requer a intervenção de uma força-tarefa multinacional para a realização de uma operação destinada a contribuir para a segurança, estabilidade e paz da região, ao abrigo de um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A Força Naval Portuguesa integra diversos meios da esquadra, nomeadamente, a fragata NRP Corte-Real (Navio-chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata Marroquina RNM Sultan M. Ismail.

A bordo do navio-chefe estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra João Paulo Silva Pereira, e respectivo Estado-Maior.
Os referidos meios irão operar com uma Força de Fuzileiros Nacional (Força de Desembarque), uma Força de Fuzileiros do U.S. Marine Corps, o Destacamento de Acções Especiais e diversas aeronaves da Força Aérea Portuguesa.

Sendo este o primeiro exercício naval de 2019, o INSTREX19/ALCANTARA19 permitirá desenvolver as competências do Estado-Maior da Força Naval Portuguesa para a condução de operações navais, o treino de operações anfíbias e operações especiais, e, a interoperabilidade com as Marinhas dos Estados Unidos e de Marrocos.

A Força Naval Portuguesa contará aproximadamente com 492 militares no teatro de operações.

7 de abril de 2019

635.º aniversário da Batalha dos Atoleiros

(Exército)O Exército Português, através da Direcção de História e Cultura Militar (DHCM), em conjunto com a Câmara Municipal de Fronteira, assinalou hoje o 635.º aniversário da Batalha dos Atoleiros.

O episódio evocativo remonta ao dia 6 de Abril de 1384, onde, na Herdade dos Atoleiros, o Exército Castelhano com mais de 1000 cavaleiros, acompanhados por numerosa tropa de infantaria atacou uma força portuguesa de apenas 300 cavaleiros, 100 besteiros e pouco mais de 1000 peões. Perante isto, D. Nuno Álvares Pereira adoptou uma táctica defensiva e ordenou aos seus homens montados a cavalo que lutassem a pé. Os cavaleiros castelhanos carregaram em força, mas viram-se embaraçados pela ribeira das Águas Belas e tiveram de conter o ímpeto, o que resultou numa heróica vitória das forças portuguesas.

Junto ao Padrão da Batalha dos Atoleiros realizou-se a cerimónia de homenagem aos mortos em campanha, presidida pelo Diretor da DHCM, Major-General Aníbal Alves Flambó. De seguida, na Avenida Heróis dos Atoleiros, decorreu a cerimónia militar presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, na qual estiveram presentes o Presidente da Câmara Municipal de Fronteira, Dr. Rogério da Silva, e o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, entre outras entidades civis e militares.

As comemorações dos 635 anos da Batalha dos Atoleiros, segundo as palavras do Ministro da Defesa Nacional, “são um bom pretexto para recordar os actos heróicos do nosso Exército e o sentido de dever e de entrega que caracteriza as nossas Forças Armadas", evocando D. Nuno Álvares Pereira como “uma figura ímpar e um superior exemplo da capacidade dos militares portugueses de defenderem o país face às ameaças externas".

Destacou, ainda, o trabalho desenvolvido em prol da preservação do património militar, dos museus e núcleos museológicos, com a criação de centros de interpretação dedicados às grandes batalhas travadas pelo Exército Português, dizendo que “em todas essas iniciativas aproximamos a defesa dos cidadãos e mostramos o seu contributo para o país ao longo dos seus séculos de história".

Na sua intervenção, o Presidente da Câmara Municipal de Fronteira enalteceu todos os militares presentes pelo “papel que diariamente desempenham na segurança das pessoas e na defesa do país", referindo que “o Exército Português, cuja história se confunde com a própria Nação, é uma Instituição merecedora de enorme respeito e gratidão", pelo que em nome da população do concelho de Fronteira afirmou reconhecer categoricamente o enorme mérito dos extraordinários feitos levados a cabo pelo Exército, entre os quais a Batalha dos Atoleiros.

A terminar a cerimónia, todos os presentes testemunharam o desfile das forças em parada, constituídas por militares do Regimento de Cavalaria Nº3, de Estremoz, do Regimento de Artilharia Nº 5, de Vendas Novas, da Banda do Exército e da Guarda Nacional Republicana, tendo ainda marcado presença os Bombeiros Voluntários de Fronteira.

A visita ao Centro de Interpretação dedicado à Batalha dos Atoleiros encerrou o dia festivo.

6 de abril de 2019

Dia Nacional do Combatente e do 101.º aniversário da Batalha de La Lys

(Exército)A Liga dos Combatentes assinalou hoje, no Mosteiro da Batalha, o Dia Nacional do Combatente, o 101.º aniversário da Batalha de La Lys e a 83.º Romagem ao Túmulo do Soldado Desconhecido.

5 de abril de 2019

Fragata Álvares Cabral regressa a Lisboa

​​(MGP)A fragata Álvares Cabral largou de Lisboa no dia 22 de Janeiro tendo sido empenhada na missão Iniciativa Mar Aberto, com o objectivo de contribuir para o esforço internacional de capacitação dos países do Golfo da Guiné, com especial ênfase junto dos países amigos de língua oficial portuguesa, em matéria de segurança marítima e no apoio ao combate às actividades ilícitas no mar.

Durante a missão, o navio percorreu mais de 11.500 milhas náuticas, tendo visitado 8 portos em 5 países (Cabo Verde, Camarões, São Tomé e Príncipe, Angola e Costa do Marfim) onde desenvolveu 38 acções de capacitação no domínio da defesa, e entregue mais de 30 toneladas de material e equipamento de apoio à capacitação no âmbito da defesa e segurança marítima, e material social proveniente de várias instituições privadas de solidariedade social.

Das diversas acções destacam-se a entrega de viaturas e material diverso oferecidos pelo Grão-Ducado do Luxemburgo à Guarda Costeira de Cabo Verde, durante a estadia no porto do Mindelo, ao abrigo do acordo trilateral assinado pelos três países em 2018, o apoio à visita presidencial a Angola, onde o Presidente da República Português recebeu a bordo da Álvares Cabral a comunidade portuguesa residente em Angola, a participação no maior e mais importante exercício internacional Golfo da Guiné, o OBANGAME EXPRESS 2019, que tem como objectivo principal promover a segurança marítima na região.

Durante a permanência do navio no Golfo da Guiné, região que suscita a atenção da comunidade internacional em matéria de segurança marítima, a fragata da Marinha acompanhou de forma próxima a navegação mercante de bandeira portuguesa na região. De salientar que no primeiro trimestre de 2019 ocorreram 32 ataques de pirataria na região, tendo como resultado o roubo de carga diversa e o rapto de 34 pessoas, sendo que, por semana, e em média, 20 navios de bandeira portuguesa cruzam esta área.

No âmbito do apoio à politica externa, o navio recebeu a bordo mais de 1.000 pessoas, entre representantes do Estado português e entidades estrangeiras dos países visitados, bem como elementos das comunidades locais e crianças e jovens em idade escolar.

Paralelamente, militares do NRP Álvares Cabral visitaram diversas escolas da região divulgando a importância do mar e as missões da Marinha, onde entregaram diverso material de apoio escolar.

Já na área médica, a equipa de saúde da fragata Álvares Cabral deslocou-se a vários hospitais e Centros de Saúde tendo dado consultas às populações locais mais carenciadas e distribuído medicamentos e apósitos médicos.

A fragata Alvares Cabral tem embarcados 159 militares, incluindo o uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.

Corrida e caminhada da Defesa Nacional

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(MGP)Este evento desportivo, que conta o envolvimento de toda a estrutura da Defesa Nacional, Forças Armadas Portuguesas e Forças de Segurança, é marcado pela participação das Mulheres nas Forças Armadas e pela comemoração dos 70 anos de Portugal na Nato.

Para além do acto desportivo (10KM: Av. liberdade/Belém e caminhada 5KM: Belém) o dia será marcado pela demonstração de meios e actuações Militares, aberto ao público em geral desde as 11h30 até cerca das 17h30.

Assim, temos a honra de convidar a estar presente neste evento que une as Forças Armadas e de Segurança à população civil num acto desportivo.

Em pareceria com a Cruz Vermelha, temos o objectivo de apoiar as vítimas do ciclone de Moçambique, pelo que convidamos a participar na entrega de um donativo para esta causa.
As receitas obtidas no evento revertem, na sua maioria, para o Lar militar da CVP.

Venha correr, caminhar ou simplesmente assistir à demonstração de meios militares.
Informações e inscrições em: www.corridadadefesanacional.com - receba o seu KIT (T’shirt, saco e medalha)

Contamos com a sua presença!

Exército participou na cerimónia comemorativa do 70.º aniversário da NATO

(Exército)Presidida pelo Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, a cerimónia reuniu, hoje, numa parada militar junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Belém, militares dos três ramos das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana, antigos combatentes, representantes das organizações NATO com sede em Portugal, entre outras entidades militares e civis.

Desde a fundação da Aliança Atlântica, a 04 de Abril de 1949, que o Exército garante um significativo nível de empenhamento na satisfação dos objectivos da Aliança Atlântica, quer através da participação e afiliação de forças e elementos isolados, quer num esforço significativo de harmonização doutrinária, reequipamento e normalização de procedimentos.

No âmbito específico da NATO, o Exército tem integrado múltiplas Missões e Teatros de Operações, designadamente: Implementation Force (IFOR) e Stabilisation Force (SFOR), na Bósnia-Herzegovina (1996-2004); Albania Force (AFOR), na Albânia (1999); Task Force Harvest / Task Force Fox (TFH/TFF) na Macedónia (2001-2002); Kosovo Force (KFOR), no Kosovo (2005-2017); NATO Training Mission-Iraq(NTM-I), no Iraque (2005-2011); International Security Assistance Force (ISAF), no Paquistão e Afeganistão (2005-2014) e Resolute Support (RSM) no Afeganistão (2018), envolvendo um efectivo de 16.200 militares ao longo dos últimos 23 anos.

De igual modo, garantimos desde 2003 o aprontamento e sustentação de 23 unidades para a componente terrestre da NATO Response Force (NRF), tendo participado também no âmbito das Assurance Measuresna Lituânia (2015 a 2017), envolvendo um efectivo de 4.788 militares, enquadrados em unidades de escalão Batalhão, Companhia ou Grupo Tarefa (Task Group), devidamente equipados, treinados e certificados conforme os exigentes padrões da Aliança Atlântica.

Hoje evocaram-se todos os militares que deram o seu contributo para as missões e operações da NATO, bem como as sete décadas de existência desta organização, que tem possibilitado a manutenção da paz, segurança e estabilidade internacional.

A cerimónia iniciou-se com as honras militares regulamentares, seguindo-se a cerimónia de homenagem aos mortos, tendo o Comandante Supremo das Forças Armadas realçado que Portugal, enquanto país fundador da Aliança Atlântica, “diz presente e pronto à Aliança Atlântica a pensar num futuro mais seguro e justo", com o contributo dos seus “valorosos militares, prontos e eficazes (…) sempre louvados nos mais diversos palcos externos".

A terminar, as forças em parada desfilaram em continência ao Presidente da República, sendo as Forças do Exército constituídas por um Batalhão da Brigada de Intervenção, a duas companhias, reforçado com uma Companhia da Brigada Mecanizada, e um Batalhão da Brigada de Reacção Rápida, com um Esquadrão de Reconhecimento, uma Companhia de Para-quedistas e uma Companhia a dois Pelotões, um de Comandos e um de Operações Especiais.

3 de abril de 2019

CERIMÓNIA MILITAR | Evocativa do 70.º Aniversário da NATO

(Emgfa)As Forças Armadas assinalam esta 5ª feira os 70 anos da assinatura do Tratado do Atlântico Norte, que criou a NATO em 4 de Abril de 1949, prestando homenagem à organização que tem permitido manter a paz entre os Aliados e contribuir para a segurança e estabilidade internacional, ao longo destas últimas sete décadas.

Este momento pretende, também, homenagear todos os militares que deram o seu contributo para as missões e operações da Aliança Atlântica, afirmando o compromisso de Portugal para com a defesa colectiva, a gestão de crises e a segurança cooperativa.

Com este objectivo, antigos combatentes, militares dos três ramos das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana e representantes das organizações NATO com sede em Portugal, reúnem-se numa parada militar no próximo dia 4 de Abril, às 15h00, junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Belém.

29 de março de 2019

P3-C CUP+ inicia missão ao serviço da NATO no Báltico

(Emgfa)Uma aeronave P3-C CUP+, da Força Aérea portuguesa parte hoje, dia 29 de Março, para a Polónia, para iniciar uma missão no âmbito das medidas de tranquilização da NATO no flanco leste.

A aeronave portuguesa será empenhada na missão da NATO "Focused Collection Activities", até ao próximo dia 20 de abril, onde irá contribuir para a vigilância das actividades militares naquela região.

Os 30 militares que constituem o destacamento juntam-se, neste período, aos F-16 portugueses já em missão na Polónia a realizar treino com aliados e parceiros da Aliança, nos Bálticos.

28 de março de 2019

Fuzileiros e marines treinam em conjunto em Portugal

(MGP)Está a realizar-se até 13 de Abril um exercício bilateral entre a Força de Fuzileiros Nº 2 (FFZ2) e a 22nd Marine Expeditionary Unit (22nd MEU) do United States Marines Corps (USMC). As actividades têm lugar na Escola de Fuzileiros, Ponto de Apoio Naval de Tróia, Fonte da Telha e no campo de tiro de Alcochete e envolvem cerca de 200 militares.

Comandos em acção na República Centro-Africana

(Emgfa)Duas semanas depois chegar à capital Bangui, a 5ª Força Nacional Destacada ao serviço das Nações Unidas (MINUSCA), maioritariamente composta por Comandos, tem realizado tarefas de adaptação ao teatro de operações e realizado as rotinas operacionais inerentes ao cumprimento da missão de paz.

Das actividades desenvolvidas destacam-se as sessões de treino de tiro, os reconhecimentos na área de operações com as viaturas blindadas HUMVEE e PANDUR, os reconhecimento aéreos a nordeste da capital, com apoio dos helicópteros MI17 da aviação do Sri Lanka, a demonstração das capacidades dos drones da Força à MINUSCA, a formação no âmbito das operações de paz ministrada pelas Nações Unidas aos comandantes dos grupos de combate e ao comandante do módulo das viaturas blindadas de rodas PANDUR.

27 de março de 2019

Dia da Arma de Transmissões foi celebrado no Porto

(Exército)O Exército comemorou, hoje, o 49.º aniversário da Arma de Transmissões e o 54.º aniversário do Regimento de Transmissões (RTm), numa cerimónia presidida pelo Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General Nunes da Fonseca, no Regimento de Transmissões, no Porto.

Após as Honras Militares regulamentares, teve início o programa do evento com a Cerimónia de Homenagem aos Militares Mortos em Defesa da Pátria, seguindo-se a cerimónia militar que contemplou a entrega do “Bastão" ao Director Honorário da Arma de Transmissões (DHAT), Major-General Viegas Pires e a imposição de condecorações.

Enquanto DHAT, o Major-General Viegas Pires fez um balanço das actividades desenvolvidas, no último ano, pela Arma de Transmissões, destacando as actividades do âmbito operacional, como a participação da Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação no exercício Cyber Coalition da NATO e a respectiva organização da 8.ª edição do exercício CiberPerseu, no qual participaram 70 instituições externas ao Exército, oriundas do universo da Defesa Nacional, da Comunidade Académica, dos Sectores Público e Privado e da Base Industrial de Defesa.

Por sua vez, o General CEME evidenciou “o esforço permanente, desenvolvido pela Arma de Transmissões, em estreita ligação com a indústria e universidades", que tem contribuído para “o apoio à estratégia genética nacional, com resultados que não se restringem forçosamente ao Exército", destacando os projectos de emissores-receptores para a rede rádio de combate, a introdução e operacionalização de centrais telefónicas digitais em Portugal, as redes de dados metropolitanas com utilização de tecnologia Internet Protocol (IP) e o levantamento inicial da capacidade de ciberdefesa nas Forças Armadas. A terminar, felicitou a competente acção do RTm, em especial dos militares e civis que ali prestam serviço, que tem desempenhado um “relevante e meritório trabalho na criação de competências específicas na área das tecnologias e sistemas de informação", enquanto polo de formação da Escola das Armas e Unidade aprontadora de Forças.

24 de março de 2019

Marinha abre a Base Naval ao público

No próximo dia 30 de Março a Marinha abre a Base Naval de Lisboa, localizada no Alfeite no horário das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

O público para além de conhecer a "casa" da Marinha terá oportunidade de visitar a fragata Vasco da Gama e o navio patrulha oceânico Viana do Castelo.

Esta iniciativa surge no seguimento da abertura da Marinha à sociedade civil e é uma das actividades contempladas para celebrar Março - o mês da Mulher na Marinha.

A 3 de Dezembro de 1958 foi criada formalmente a Base Naval de Lisboa, com sede no Alfeite. Contudo, a presença da Marinha no Alfeite remonta há mais de 100 anos. Recorde-se que o Alfeite era uma das setes quintas que constituíam um refúgio de bem estar para o Rei e que deu origem à expressão "estar nas 7 quintas".(MGP)

23 de março de 2019

Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas visita o Centro de Tropas de Operações Especiais

(Exército)O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), Almirante Silva Ribeiro, visitou hoje o Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE), em Lamego, tendo sido recebido pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca.

Na visita estiveram ainda presentes o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Mendes Calado, e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Nunes Borrego, entre outras entidades militares.

O Almirante Silva Ribeiro recebeu as honras regulamentares à Porta de Armas do Quartel de Santa Cruz, seguindo-se a Cerimónia de Homenagem aos Mortos que combateram com honra, coragem e lealdade ao serviço de Portugal.

O programa da visita incluiu um brífingue sobre o CTOE, uma exposição do material orgânico da Força de Operações Especiais (FOE) e a ida ao Posto de Controlo Táctico, dotado com equipamento de tratamento de imagem, montado na sala de operações da Secção de Operações, Informações e Segurança.

No Aquartelamento de Penude, o Almirante CEMGFA assistiu a uma demonstração técnico-táctica duma missão de Reconhecimento Especial, realizada pela FOE na Carreira de Tiro de 100m, e a uma exposição do equipamento e armamento da FOE.

A terminar a visita o Almirante Silva Ribeiro assinou o Livro de Honra do CTOE.

22 de março de 2019

Força de Reacção Imediata aterrou em Moçambique

(Emgfa)Os primeiros militares da Força de Reacção Imediata aterraram às 13h50 (hora de Lisboa) no aeroporto da Beira, em Moçambique. A missão será salvar vidas e prestar apoio às populações isoladas aproveitando as vias fluviais, com prioridade para o resgate de pessoas em perigo.

Amanhã, com a chegada da segunda aeronave C130, da Força Aérea, a equipa de militares das Forças Armadas passará a ser constituída por 41 militares dos três ramos das Forças Armadas.

A Força de Reacção Imediata projectada para a região da Beira será constituída por 41 militares, sendo composta pelo Comandante da Força (Coronel do Exército) e 4 elementos do seu Estado-maior, sendo três da Força Aérea, 25 fuzileiros e mais 11 militares do Exército, que constituem a equipa médica de emergência com competências na área da cirurgia geral e de situações de excepção, de engenharia e de apoio de serviços.

As Forças Armadas projectaram até ao momento 11 toneladas material de apoio militar de emergência e de sustentação aos militares no terreno, onde se destacam 12 botes pneumáticos e motores, purificador de água doce, comunicações satélite e comunicações rádio militares, dois drones, rações de combate para 15 dias, material de serviços de campanha, constituído por 7 tendas de grande dimensão, 1 quadro eléctrico de distribuição, 5 quadros monofásicos industriais, 50 camas articuladas de campanha, medicamentos, desinfectantes, material de tratamento e material de reanimação.

20 de março de 2019

Exército comemora Dia da Arma de Infantaria e do Regimento de Infantaria N.º 14

(Exército)A celebração do Dia da Arma de Infantaria, este ano associado ao Dia do Regimento de Infantaria N.º 14 (RI14), teve como ponto mais alto a cerimónia militar, que decorreu hoje no Campo de Viriato, na cidade de Viseu.

O programa das actividades comemorativas, iniciado a 14 de Março com a tradicional “Patrulha D. Nun´Alvares Pereira", contemplou igualmente, no dia 17, a “Corrida dos Viriatos", e, no dia 19, o jantar comemorativo do Dia da Arma de Infantaria.

A cerimónia militar, presidida pelo Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General Nunes da Fonseca, foi antecedida pela sentida homenagem aos mortos em campanha, recordando com especial incidência os Infantes que deram a vida pela Pátria.

19 de março de 2019

Força Aérea quer operar helicópteros Kamov

(Correio Manhã)Este ano a Força Aérea assume a gestão e comando dos meios aéreos de combate a fogos. O número e o tipo de aeronaves foi definido pela Autoridade Nacional de Protecção Civil – serão 61 aparelhos, entre aviões e helicópteros, cujos concursos ainda estão em desenvolvimento, num processo dirigido pelos militares. Mas o Chefe do Estado Maior da Força Aérea não descarta vir a utilizar os seis Kamov que são propriedade do Estado, mas que estão todos inoperacionais.

De acordo com o general Joaquim Borrego, "os Kamov são excelentes helicópteros para o combate aos incêndios, mas temos de ver qual é o estado actual". "A Força Aérea não rejeita esses aparelhos, desde que estejam em condições para voar. Neste momento não têm essas condições", admitiu esta segunda-feira o oficial durante a cerimónia de entrega dos ‘brevets’ aos oito novos pilotos-aviadores formados pela Academia da Força Aérea, em Sintra.

Estes aparelhos estão envolvidos em polémica desde 2006, quando foram comprados pelo Estado – era José Sócrates primeiro-ministro e António Costa ministro da Administração Interna – por um valor superior a 42 milhões de euros, sendo que só chegaram dois anos depois do previsto. O Tribunal de Contas veio, anos depois, arrasar todo o negócio, sobretudo a parte da manutenção. Actualmente estão todos parados num hangar em Ponte de Sor, situação que se mantém desde o verão de 2018, quando o País ardia e mais de 100 pessoas morriam nas chamas. Não há previsão para quando serão reparados.

Exército participou no maior exercício de Operações Especiais no continente africano

(Exército)Dois militares do Centro de Tropas de Operações Especiais e da Célula de Planeamento de Operações Especiais do Comando Conjunto para as

Operações Militares, participaram no exercício “FLINTLOCK 2019", que decorreu na Mauritânia e Burkina Faso, entre os dias 18 de Fevereiro e 01 de Março.

Este exercício visou o treino conjunto e combinado nas áreas do contra-terrorismo, acção directa e assistência militar, promovendo a interoperabilidade das Forças de Operações Especiais e forçando a cooperação regional e o contributo dos países parceiros dos africanos para a estabilização daquela região de África, por forma a interditar ou reduzir o espaço de manobra a organizações extremistas violentas.

O Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos para a África (United States Special Operations Command Africa) realiza anualmente esta iniciativa, desde 2005, sendo operacionalizada no terreno pela Joint Special Operations Task Force Trans Sahel. O Exercício contou com a participação de cerca de 2000 efectivos oriundos de 35 países africanos, ocidentais e europeus, tendo decorrido em diversos países da região do Sahel, uma das mais pobres do mundo, que continua a ser palco de recorrentes actividades de grupos armados terroristas no Mali, Níger e Burkina Faso.

Os militares portugueses integraram uma unidade de operações especiais polaca, que teve como missão a condução de atividades de mentoria às unidades militares do Burkina Faso.

Este exercício militar é considerado um dos mais relevantes do continente africano e um dos maiores do mundo, no que concerne às Forças de Operações Especiais conjuntas e combinadas.

FORÇA AÉREA ENTREGA "ASAS" A OITO NOVOS PILOTOS AVIADORES

(FAP)A Força Aérea, através da Esquadra 101 - "Roncos", entregou as “asas” a oito novos Pilotos Aviadores.

A Cerimónia de Brevetamento realizou-se no dia 18 de Março, na Base Aérea N.º1, em Sintra, e foi presidida pela Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto.

Este momento marca o culminar de seis anos e meio de árduo trabalho dos alunos que se tornarem Pilotos Aviadores da Força Aérea e o início de uma nova etapa nas várias Esquadras de Voo.

Força Aérea Portuguesa ganha oito novos pilotos. Serão suficientes para o que é preciso?

(RR)A Força Aérea Portuguesa tem, a partir desta segunda-feira, oito novos pilotos aviadores. Depois de seis anos e meio de formação, os pilotos receberam esta manhã a suas asas e estão agora prontos a voar. Mas serão suficientes?

A secretaria de Estado da Defesa desvaloriza o facto de serem apenas oito, embora reconheça que o problema da falta de pilotos na Força Aérea é muito antigo. A questão ganha importância redobrada tendo em conta as novas responsabilidades daquele ramo das Forças Armadas na prevenção e combate aos incêndios.

Em conversa com os jornalistas, Ana Pinto preferiu enaltecer o facto de estes pilotos terem uma "formação muito rigorosa, exigente", que faz com que estejam "prontos a cumprir as missões necessárias". É, aliás, essa "a responsabilidade", ressalta a responsável. "Formar com rigor e qualidade."

Na mesma linha, o chefe de Estado Maior da Força Aérea, Joaquim Borrego, diz que estes novos pilotos são recursos humanos necessários, até pelo "planeamento feito no início do curso", e refere que os jovens vão "dar uma ajuda no combate aos fogos". Isto apesar de, "nesta fase, a Força Aérea ainda estar a analisar os meios necessários" para essas missões.

16 de março de 2019

F-16 PORTUGUESES TREINAM EM CONJUNTO COM CAÇAS ALEMÃES

(FAP)Os F-16M da Força Aérea que voam na Polónia, no âmbito das medidas de tranquilização da NATO (Assurance Measures 2019), realizaram, nos dias 14 e 15 de Março, um treino conjunto com os Eurofighter Typhoons alemães, que participam actualmente na missão Baltic Air Policing da NATO e estão sediados na Base Aérea de Ämari, na Estónia.

O Comandante da Força Nacional Destacada na Base Aérea de Malbork, na Polónia, Tenente-Coronel João Rosa salienta a importância do treino conjunto como “uma grande oportunidade de trabalhar juntos e melhorar, ainda mais, as capacidades de voo das tripulações, aplicando-se tácticas, técnicas e procedimentos comuns”.

Para os pilotos que voam lado a lado estas operações conjuntas são importantíssimas para melhorar a interoperabilidade, a capacidade e a prontidão entre os aliados, garantindo a proficiência 24 horas por dia, sete dias por semana.

Exército relembra o antigo Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro

(Exército)O Regimento de Engenharia N.º1 (RE1), legítimo herdeiro das tradições do extinto Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro (ex-BSCF), recebeu hoje os antigos militares que serviram nesta unidade para a sua já habitual reunião anual, presidida este ano pelo Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General Nunes da Fonseca.

Após as Honras Militares regulamentares, teve início o programa do evento com a Cerimónia de Homenagem aos Militares do ex-BSCF mortos em defesa da Pátria, junto ao Monumento aos Mortos das Campanhas de África e França.

Do programa das comemorações destaca-se o momento de homenagem aos militares do ex-BSCF mortos em defesa da Pátria, testemunhado por todos os presentes, nomeadamente o Director Honorário da Arma de Engenharia, Major-General Alves Flambó, e o Presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, Dr. Jorge Manuel Alves de Faria, entre outras entidades militares e civis.

No decorrer da Sessão Solene, no Médio Auditório, foram efectuadas duas palestras subordinadas aos temas “O caminho de ferro e a Guerra" e “O comboio e o apoio sanitário na Grande Guerra", proferidas pelo Comandante do RE1, Coronel Leonel Martins, e pelo Subdirector da Direcção de Infraestruturas, Coronel José Berger, respectivamente.

O Director Honorário da Arma de Engenharia salientou, na sua intervenção, que “o espírito de missão do ex-BSCF ainda hoje rege a actuação da Engenharia Militar", que para além das missões do âmbito militar, designadamente a participação nas Forças Nacionais Destacadas, cumpre várias missões de apoio no desenvolvimento do bem-estar e segurança das populações, que abrange, a titulo de exemplo, o apoio ao combate de incêndios.

O General CEME enalteceu o desempenho deste Batalhão, como sendo “um excepcional representante das forças nacionais empenhadas na Primeira Grande Guerra", estendendo esta homenagem às “relevantes acções desta Unidade, em prol do Exército e de Portugal". Destacou, ainda, que “recordar a nossa história comum corporiza um ato cultural relevante de preservação da memória do que bem se cumpriu. (…) O Exército incentiva e apoiará todas as iniciativas como a presente, pois contribuem sobremaneira para o reforço da sua identidade, para a compreensão dos diversos contextos em que é chamado a cumprir a sua missão e para a motivação, coesão e querer de todos quantos nele servem."

A cerimónia comemorativa culminou com o descerramento de uma placa toponímica - “Avenida dos Sapadores de Caminhos de Ferro" -, para perpetuar a memória dos militares do ex-BSCF, seguindo-se a assinatura no Livro de Honra pelo General CEME.

15 de março de 2019

Portugal entrega formalmente a Academia de Comunicações e Informação da NATO

(Defesa)O Governo entregou hoje, em Oeiras, numa cerimónia simbólica, a chave da Academia de Comunicações e Informação da NATO, ao Director-Geral da Agência de Comunicações e Informação (NCI Agency), Kevin Scheid.

A cerimónia, que incluiu uma breve visita às instalações e a visualização de um filme sobre o nascimento do projecto e a importância da Academia, contou com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa, do Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, e do Director-Geral da NCI Agency.

Tendo como público alvo os técnicos da NATO, a missão desta Academia passa pela Educação e Treino relativos aos sistemas de Comando, Controlo Aéreo, Cripto e regras de segurança, Comunicações, Computadores, Informações, Vigilância, Reconhecimento, Ciberdefesa e Cibersegurança.

A Escola NATO de Comunicações e Sistemas de Informação contribui, assim, para afirmar Portugal como um centro de desenvolvimento de “know how” e conhecimento nos domínios das comunicações e da ciberdefesa, áreas estratégicas da NATO e de grande importância para a Defesa Nacional.

O Primeiro-Ministro mostrou-se satisfeito por estar neste mesmo espaço, menos de dois anos depois da cerimónia de lançamento da primeira pedra, a entregar a chave dentro do prazo previsto. António Costa felicitou a Agência, mas também “toda a equipa do Ministério da Defesa Nacional que ao longo dos últimos cerca de 5 anos tem coordenado todo o apoio que o Estado Português prestou a este projecto na sua qualidade de nação hospedeira”.

A qualidade do edifício, com engenharia e arquitectura portuguesas, foi destacada pelo Primeiro-Ministro e também pelo Ministro da Defesa, que disse tratar-se de “um Edifício Inteligente, do ponto de vista energético, equipado com as soluções tecnologicamente mais avançadas para minimizar o seu impacto ambiental”. “Temos tudo o que há de melhor em termos dos acessos de segurança e em termos dos sistemas, para que a Aliança Atlântica possa capacitar, a partir daqui os técnicos dos Países Aliados para responder aos inúmeros e crescentes desafios que resultam das tecnologias de informação”, salientou.

Enaltecendo a importância militar desta Academia, João Gomes Cravinho sublinhou também o impacto que esta infraestrutura pode ter no mundo civil, na medida em que se debruça sobre matérias de duplo uso, civil e militar. “É, portanto, uma grande vantagem para Portugal termos entre nós a NCIA, porque temos a possibilidade de criar profícuas sinergias com o mundo universitário – o Instituto Universitário Militar, mas também todas as universidades civis, incluindo a Nova aqui ao lado”, acrescentou.

As alterações aprovadas no seio da Organização do Tratado Atlântico Norte quanto à nova orgânica dos seus Comandos determinaram a desactivação do Allied Joint Force Command Lisbon, instalado no mesmo espaço que agora viu nascer a Escola. Foi então acordada a transferência desta Academia para Portugal, até agora a funcionar em Itália.

Esta iniciativa resulta de um intenso trabalho desenvolvido pelo Estado Português, no âmbito da reorganização das estruturas da NATO, com o intuito de manter em território nacional uma presença relevante desta organização internacional.

A escolha do local reveste-se de grande simbolismo, como destacou João Gomes Cravinho, tendo em conta a ligação histórica com a NATO, “foi aqui que estiveram durante 45 anos, entre 1967 e 2012, as instalações do Allied Joint Force Command Lisbon, agora desactivadas.”

Também Kevin Scheid salientou a dimensão histórica do local, ao lembrar que da mesma costa onde agora está instalada a NCI Academy partiram os navios dos descobrimentos portugueses. No seu discurso, o Director-Geral da Agência de Comunicações e Informação assegurou que a parceria de sucesso com Portugal será para continuar, “não vamos ser estranhos, vamos ser parceiros”.

A construção do edifício de 13.000m2 de área bruta, no valor de cerca de 24M€, foi assegurado na totalidade pela Aliança Atlântica. São cerca de 100 gabinetes, 43 laboratórios e 26 salas de aula, que estão agora à disposição de professores e alunos, de modo a capacitá-los para enfrentar os desafios do futuro.

Uma vez em funcionamento pleno, prevê-se que possam ser ministrados 400 cursos por ano, para um universo estimado de 6000 estudantes, oriundos de todos os países que integram a Aliança Atlântica. Uma nova vida para o Reduto Gomes Freire, como salientou o Ministro da Defesa, que será também sentida na economia nacional e local.

14 de março de 2019

Ministro da Defesa Nacional visita o Instituto Hidrográfico

(Defesa)O Ministro da Defesa Nacional João Gomes Cravinho visitou hoje o Instituto Hidrográfico, no Convento das Trinas, em Lisboa, considerado pelo próprio como “uma instituição incontornável e de enorme valor estratégico na Defesa Nacional”.

O Chefe do Estado-Maior da Armada Almirante Mendes Calado, na recepção ao Ministro, destacou o papel fundamental do Instituto, “cuja valia estratégica se afirma exactamente por ser parte integrante da própria Marinha Portuguesa, prossegue as suas missões fundamentais de natureza militar a que acresce a vertente cientifica e de defesa do ambiente no âmbito alargado de desenvolvimento do nosso país”.

Entre outros domínios de actuação, o Almirante assinalou o mapeamento do mar português, que permite conhecer o fundo do oceano sob soberania e jurisdição nacional; o apoio à esquadra e às organizações das quais o país faz parte, como a NATO, desenvolvendo a capacidade do Centro Meteorológico e Oceanográfico Naval nos domínios da informação geoespacial, meteorológica e oceanográfica; e a cooperação com os Países de Língua Portuguesa, onde se assume como parceiro para o desenvolvimento da economia do mar no que concerne à hidrografia e à cartografia.

No âmbito das atribuições do IH, o Ministro, lembrou a “grande utilidade na preparação e acompanhamento da acção das nossas Forças Armadas em contextos operacionais, permitindo-lhes informação mais detalhada, actualizada e fiável na preparação da sua acção”.

O Director-Geral do IH, Contra-Almirante Carlos Ventura Soares, fez uma breve apresentação do mesmo, que passou pela descrição da sua organização, dos recursos financeiros, meios operacionais, destacando o capital humano, que considerou “fundamental”.
Enquanto laboratório de estado e órgão da Marinha para as ciências de técnicas do mar, o IH tem vindo, ao longo do tempo, a fortalecer as suas valências nos domínios da previsão e monitorização meteo-oceanográfica (METOC), nomeadamente com a edificação de redes de observação e recolha de dados, assim como com a implementação de sistemas de previsão operacional.

Nessa medida, foi criado, em 2017, o Centro Meteorológico e Oceanográfico Naval (CMETOC), hoje visitado pelo Ministro, que tem por missão “assegurar a gestão e a disponibilização da informação geoespacial, meteorológica e oceanográfica (GEOMETOC), essencial ao planeamento e à condução das operações da Marinha e à actividade do IH, bem como promover e acompanhar a investigação, o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação, no domínio dos produtos e sistemas de apoio GEOMETOC militar”.

A proposta de criação, a partir do CMETOC, de um Centro de Excelência NATO nesta matéria – o NATO Maritime Geospatial, Meteorological & Oceanographic Centre of Excellence -, já em avaliação pela NATO, permite, nas palavras do Ministro, “dar visibilidade ao trabalho de qualidade superior aqui desenvolvido e que pode ser colocado ao serviço da Aliança Atlântica”.

Ainda sobre este projecto, João Gomes Cravinho considera que “dará ao IH, às Forças Armadas e ao país um reconhecimento da qualidade da investigação científica aqui desenvolvida e do seu potencial operacional”.

A terminar o seu discurso, o Ministro destacou o carácter histórico do IH, mas também as possibilidades em aberto para o futuro, “o trabalho para desenvolver este Centro de Excelência é uma forma de dinamizar este futuro, neste caso em particular relacionado com a NATO, mas também mais uma vez com múltiplas possibilidades de utilização civil e militar”. Trata-se, nas palavras do Ministro, de um “reforço entre a Defesa Nacional e o desenvolvimento económico, social, cientifico do nosso país. Creio que aqui congregam-se, de forma simbólica, muitos elementos característicos do relacionamento entre as Forças Armadas e a nossa sociedade para o futuro”.

No próximo ano o Instituto Hidrográfico comemorá o seu 60º aniversário.

13 de março de 2019

Presidente da República recebeu CEMFA

(PR)O Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas recebeu, em audiência no Palácio de Belém, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General Piloto Aviador Joaquim Nunes Borrego, para apresentação de cumprimentos.

12 de março de 2019

Fuzileiros realizam exercícios na Lituânia

(MGP)Até quinta-feira, 14 de Março, está a decorrer a terceira fase do aprontamento da Força de Fuzileiros nº2 (FFZ2), com o objetivo de preparar e treinar os militares para a futura missão no quadro das Medidas de Tranquilização da NATO na Lituânia.

​​​​Este exercício, que se realiza na península de Tróia e na área de Pinheiro da Cruz, tem por objetivo avaliar o potencial de combate da Força de Fuzileiros, no quadro das operações anfíbias e das técnicas, tácticas e procedimentos adoptados, bem como a sua integração com uma unidade naval, simulando-se a sua projecção numa costa hostil.

Esta força de fuzileiros vai constituir o elemento modular de Projeção de Força na Lituânia e é constituída por 153 militares​ comandados pelo primeiro-tenente Robert Viola.

11 de março de 2019

OGMA E FORÇA AÉREA MODERNIZAM F-16

(FAP)Um F-16 que tinha voado pela última vez há 24 anos, quando ainda pertencia à Força Aérea dos Estados Unidos da América, foi modernizado pela OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal e será acrescentado à frota da Força Aérea Portuguesa. Após a modificação Mid Life Update (MLU) e depois de trabalhos de reparação estrutural, o avião com o número de cauda 15142 efectuou o voo de experiência e aterrou em segurança, no aeródromo de Alverca, no dia 13 de Fevereiro de 2019.

Neste voo, ainda sem a pintura final, a aeronave foi completamente testada, tendo sido dada como apta. O voo de ensaio marcou o final de um processo iniciado em 2015 e que representou um notável esforço também da Força Aérea, que tem ajudado a capacitar a OGMA e participou no projecto nas áreas de planeamento, engenharia e logística.

Este programa beneficiou do consolidado conhecimento da Força Aérea em programas de manutenção e modificação de aeronaves F-16, algo que permitiu cimentar a posição de Portugal enquanto referência mundial nesta área.

Exercício de artilharia “TROVÃO 191”

(Exército)Entre os dias 14 e 22 de Fevereiro, o Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR), sedeado no Regimento de Artilharia N.º 4 (RA4), em Leiria, preparou e conduziu o exercício sectorial “TROVÃO 191".

Este exercício contou com a participação de cerca de 100 militares oriundos do GAC da BrigRR, da Brigada Mecanizada, das Zonas Militares dos Açores e da Madeira e do Centro de Saúde de Évora, tendo como finalidade desenvolver e testar a capacidade operacional do GAC no Apoio de Fogos à BrigRR.

No período entre 14 e 17 de Fevereiro, o Comando e Estado-Maior do GAC efectuaram o treino do Estado-Maior (EM) do Grupo, enquanto a 1.ª Bateria de Bocas de Fogo preparava todos os equipamentos e treinava Técnicas, Tácticas e Procedimentos (TTP) com o devido apoio da Bateria de Comando e Serviços.

Entre 18 e 20 de Fevereiro, as Unidades participantes foram projectadas do RA4 para o RA5, em Vendas Novas, tendo ali dado cumprimento à Ordem de Operações elaborada no período de treino do EM. Realizou-se tiro de armamento ligeiro e de morteiro TAMPELLA 120mm, e foram treinadas as TTP relativas ao reconhecimento, escolha e ocupação de posições de artilharia, ao fluxo dos pedidos de tiro e de relatórios, e à reacção a incidentes diversos. Neste período, ocorreram as visitas do Comandante da BrigRR, Brigadeiro-General Coelho Rebelo, do Segundo-Comandante da BrigRR, Coronel Dias Henriques, do Comandante do RA4, Coronel Silva Caravela, e do Comandante do RA5, Coronel Dias Martins.

Nos dias 21 e 22 de Fevereiro, a finalizar o exercício, foram executadas a manobra de retracção do GAC para o RA4, a aplicação dos planos de manutenção de equipamentos, materiais e viaturas, e as reuniões para a identificação das boas práticas e detalhes a melhorar nos procedimentos dos diferentes escalões tácticos.