Os militares portugueses, em missão na República Centro-Africana (RCA), receberam um voto de congratulação, pela coragem e profissionalismo demonstrados, apresentado pelo PS, PSD e CDS-PP e aprovado pelo Parlamento Português no dia 28 de Setembro.
No âmbito da decisão, em 2014, do Conselho de segurança das Nações Unidas, de implementação de uma missão de manutenção da paz, a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), bem como do convite formulado à União Europeia pelas autoridades da RCA, no sentido de apoiar o processo de formação das suas Forças Armadas (Forces Armées Centrafricaines – FACA), concretizada em 2016 com a Missão de Treino da União Europeia (European Union Training Mission – EUTM), Portugal, pretendendo colaborar no esforço da comunidade internacional para garantir a segurança das populações, destacou, em 2017, uma Força Nacional, que assumiu a missão de Força de Reacção Rápida (Quick Reaction Force) da MINUSCA, e, em 2018, um Oficial-General português, que assumiu o comando da EUTM na RCA, reforçando a presença nacional naquele Teatro de Operações.
O voto do Parlamento refere que, “apesar da extraordinária delicadeza das missões desempenhadas e do ambiente difícil e por vezes hostil, os cerca de duzentos militares portugueses presentes na RCA têm sido alvo dos mais rasgados elogios, por parte dos responsáveis pelas organizações internacionais onde estão integrados, mas também das autoridades políticas da RCA e ainda das populações, que têm constatado a determinação e o humanismo dos soldados portugueses".
A Assembleia da República, nota o texto aprovado, "congratula-se deste modo pela forma corajosa, abnegada, equilibrada e altamente profissional como os militares portugueses têm cumprido as suas missões, contribuindo para assegurar a paz e estabilidade na RCA, dignificando Portugal e as Forças Armadas Portuguesas". (Exército)
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6 de outubro de 2018
7 de março de 2018
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA VISITA FRAGATA ÁLVARES CABRAL EM CABO VERDE
O Presidente da Assembleia da República Portuguesa acompanhado pelo seu homólogo cabo-verdiano e pelos vice-presidentes da Assembleia da República Portuguesa, os deputados José Manuel Pureza e Teresa Caeiro, e pelos presidente e vice-presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal - Cabo Verde, deputados Carlos César e Pedro Pimpão, visitaram o navio por forma a enaltecer e valorizar as actividades de cooperação que têm vindo e serão realizadas pelos dois países futuramente, tanto no campo político, como no campo militar.
O NRP Álvares Cabral e o NRP Bérrio encontram-se a realizar desde o dia 05 até ao dia 16 de Março, uma missão na República de Cabo Verde em apoio à Cooperação Técnico-militar nacional através da partilha de conhecimento, experiências e capacidade com as Forças Armadas cabo-verdianas, e em particular com a sua Guarda Costeira com quem serão realizadas acções de patrulha e fiscalização conjuntas nas águas de jurisdição deste país, à luz dos acordos estabelecidos entre os dois Estados.
O NRP Álvares Cabral e o NRP Bérrio encontram-se a realizar desde o dia 05 até ao dia 16 de Março, uma missão na República de Cabo Verde em apoio à Cooperação Técnico-militar nacional através da partilha de conhecimento, experiências e capacidade com as Forças Armadas cabo-verdianas, e em particular com a sua Guarda Costeira com quem serão realizadas acções de patrulha e fiscalização conjuntas nas águas de jurisdição deste país, à luz dos acordos estabelecidos entre os dois Estados.
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19 de janeiro de 2018
Assembleia da República elogia exemplo da Marinha na defesa dos interesses de Portugal
O parlamento aprovou hoje um voto de congratulação pelos 700 anos da Marinha portuguesa, cumpridos no dia 12 de Dezembro, uma "referência perene" na defesa dos interesses de Portugal e "um exemplo" de abertura.
"Num tempo de mudanças globais constantes, a Marinha mantém-se uma referência perene na defesa dos interesses de Portugal", é sublinhado no voto proposto pela comissão parlamentar de Defesa Nacional e aprovado por unanimidade hoje em plenário.
A Marinha é "um exemplo de adaptação e de abertura à nova abordagem dos oceanos, da segurança nacional, da manutenção da paz e das acções de carácter humanitário", é assinalado no voto.
No documento, os deputados congratulam-se com a "comemoração dos 700 anos da Marinha portuguesa, realçando o seu histórico e determinante papel na defesa do país" e na "configuração da nação que Portugal é hoje".
No voto é assinalado que a "certidão de nascimento" da Marinha é um documento de 1317, no qual o rei D. Dinis outorga, através de um diploma régio, o título de Almirante do reino de Portugal ao genovês Manuel Pessanha.
"Não seria apenas mais um almirante, seria o Comandante das forças navais com a incumbência de dar corpo ao almirantado, concedendo-lhe os meios e o poder jurisdicional sobre as questões do mar", é sublinhado. (DN)
"Num tempo de mudanças globais constantes, a Marinha mantém-se uma referência perene na defesa dos interesses de Portugal", é sublinhado no voto proposto pela comissão parlamentar de Defesa Nacional e aprovado por unanimidade hoje em plenário.
A Marinha é "um exemplo de adaptação e de abertura à nova abordagem dos oceanos, da segurança nacional, da manutenção da paz e das acções de carácter humanitário", é assinalado no voto.
No documento, os deputados congratulam-se com a "comemoração dos 700 anos da Marinha portuguesa, realçando o seu histórico e determinante papel na defesa do país" e na "configuração da nação que Portugal é hoje".
No voto é assinalado que a "certidão de nascimento" da Marinha é um documento de 1317, no qual o rei D. Dinis outorga, através de um diploma régio, o título de Almirante do reino de Portugal ao genovês Manuel Pessanha.
"Não seria apenas mais um almirante, seria o Comandante das forças navais com a incumbência de dar corpo ao almirantado, concedendo-lhe os meios e o poder jurisdicional sobre as questões do mar", é sublinhado. (DN)
7 de julho de 2017
Ministro da Defesa ouvido hoje no parlamento
O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, vai responder hoje no parlamento sobre o furto de material de guerra nos Paióis Nacionais de Tancos, Santarém.
6 de julho de 2017
Chefe do Exército diz que houve erros graves em Tancos
O Chefe do Estado-Maior do Exército disse na comissão parlamentar de Defesa que houve desleixo e erros estruturais graves em Tancos. Rovisco Duarte chamou ao Exército todas as responsabilidades pelo roubo de material de guerra.
Em audição em comissão parlamentar de Defesa, na sequência de requerimento do PSD sobre o desaparecimento de material de guerra da base militar de Tancos, o Chefe do Estado-Maior do Exército afirmou que houve erros militares graves na base militar e que foram esses erros que levaram à exoneração de cinco comandantes das unidades estacionadas naquele local.
Apesar de audição ter decorrido à porta fechada, o jornalista da RTP Tiago Contreiras, no Parlamento, que foi tendo conhecimento do que foi dito da comissão, avançou que o general afirmou ainda que os meios humanos de patrulhamento existentes eram os adequados e os necessários.
Palavras, acrescentou Tiago Contreiras em directo no 360 da RTP 3, que foram lidas por muitos deputados como um ilibar de responsabilidades políticas do Governo e também do ministro da Defesa Azeredo Lopes.
No final da audição, o presidente da comissão de Defesa, Marco António Costa, do PSD, disse que todas as perguntas feitas pelos deputados tiveram resposta e agradeceu a "total franqueza e total liberdade de expressão" do general nas explicações que deu. E lamentou que tivesse saído informação sobre o que foi dito na comissão.
Os deputados pretendiam explicações de Rovisco Duarte sobre o furto de material de guerra de Tancos, na semana passada.
Entre o material desaparecido há granadas anti-carro, lança-rockets, munições de calibre 9mm e explosivos.
Por causa do assalto a Tancos, Rovisco Duarte anunciou a exoneração temporária dos cinco comandantes das unidades que estão ligados aos processos de averiguações.(RTP)
Em audição em comissão parlamentar de Defesa, na sequência de requerimento do PSD sobre o desaparecimento de material de guerra da base militar de Tancos, o Chefe do Estado-Maior do Exército afirmou que houve erros militares graves na base militar e que foram esses erros que levaram à exoneração de cinco comandantes das unidades estacionadas naquele local.
Apesar de audição ter decorrido à porta fechada, o jornalista da RTP Tiago Contreiras, no Parlamento, que foi tendo conhecimento do que foi dito da comissão, avançou que o general afirmou ainda que os meios humanos de patrulhamento existentes eram os adequados e os necessários.
Palavras, acrescentou Tiago Contreiras em directo no 360 da RTP 3, que foram lidas por muitos deputados como um ilibar de responsabilidades políticas do Governo e também do ministro da Defesa Azeredo Lopes.
No final da audição, o presidente da comissão de Defesa, Marco António Costa, do PSD, disse que todas as perguntas feitas pelos deputados tiveram resposta e agradeceu a "total franqueza e total liberdade de expressão" do general nas explicações que deu. E lamentou que tivesse saído informação sobre o que foi dito na comissão.
Os deputados pretendiam explicações de Rovisco Duarte sobre o furto de material de guerra de Tancos, na semana passada.
Entre o material desaparecido há granadas anti-carro, lança-rockets, munições de calibre 9mm e explosivos.
Por causa do assalto a Tancos, Rovisco Duarte anunciou a exoneração temporária dos cinco comandantes das unidades que estão ligados aos processos de averiguações.(RTP)
14 de setembro de 2016
Ministro da Defesa Nacional na Comissão de Defesa Nacional
A Comissão de Defesa Nacional recebe, em audição, o Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, para debater a política geral do Ministério e outros assuntos de actualidade. (A.R)
26 de abril de 2016
Ministro da Defesa Nacional na Comissão de Defesa Nacional
A Comissão de Defesa Nacional recebe, em audição, o Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, para debater a política geral do Ministério e outros assuntos de actualidade.
Na sequência dos requerimentos apresentados pelo BE e pelo PSD, esta reunião inclui um ponto específico sobre a demissão do General Carlos Jerónimo, antigo Chefe do Estado-Maior do Exército. (A.R)
Na sequência dos requerimentos apresentados pelo BE e pelo PSD, esta reunião inclui um ponto específico sobre a demissão do General Carlos Jerónimo, antigo Chefe do Estado-Maior do Exército. (A.R)
18 de abril de 2016
COMISSÃO DE DEFESA NACIONAL VISITA A MARINHA
A Marinha recebe amanhã, dia 19 de Abril na Base Naval de Lisboa, Almada, a visita dos Deputados da Comissão de Defesa Nacional da Assembleia da República (CDNAR), da XIII Legislatura. (MGP)
8 de abril de 2015
CEMGFA e CEMA ouvidos na AR sobre compra do navio Siroco
O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, general Pina Monteiro, e o chefe da Marinha, almirante Macieira Fragoso, são ouvidos hoje na comissão parlamentar de Defesa sobre a compra à França do navio polivalente logístico Siroco.
Na terça-feira, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que o Governo aguarda pelas conclusões destas audiências para tomar os “procedimentos adequados” sobre a compra do navio.
“Neste momento esperamos e vamos ver o que do ponto de vista militar, operacional vai ser dito na comissão de Defesa e nós acreditamos que vai ser dito no sentido de poder viabilizar procedimentos em vista à aquisição”, acrescentou.
A 26 de Março, fonte do Ministério da Defesa Nacional disse à Lusa que Aguiar-Branco admitia suspender “todas as negociações” com a França para comprar o Siroco devido à abstenção do PS na votação da Lei de Programação Militar (LPM) na especialidade com o argumento de que esta aquisição deve ser inscrita expressamente no diploma.
A mesma fonte sublinhou que a opção pela compra do navio francês partiu de “uma deliberação unânime” do Conselho de chefes militares e que tanto o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, como o chefe da Marinha discutiram a questão com os deputados nas audições na comissão parlamentar de Defesa, em Fevereiro.
O Ministério da Defesa salientou ainda que a lei, aprovada na generalidade com votos da maioria e do PS, foi entregue na Assembleia da República “há mais de dois meses, sem que tenha havido qualquer iniciativa para aprofundar a discussão sobre este tema”.
Entretanto, o PSD e o CDS-PP decidiram voltar a ouvir no parlamento o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e o chefe do Estado-Maior da Armada sobre a compra do navio polivalente logístico.
O deputado centrista João Rebelo disse à agência Lusa que espera que estes possam fornecer “mais informações sobre a necessidade deste meio naval” e das suas “capacidades operacionais”.(Observador)
Na terça-feira, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que o Governo aguarda pelas conclusões destas audiências para tomar os “procedimentos adequados” sobre a compra do navio.
“Neste momento esperamos e vamos ver o que do ponto de vista militar, operacional vai ser dito na comissão de Defesa e nós acreditamos que vai ser dito no sentido de poder viabilizar procedimentos em vista à aquisição”, acrescentou.
A 26 de Março, fonte do Ministério da Defesa Nacional disse à Lusa que Aguiar-Branco admitia suspender “todas as negociações” com a França para comprar o Siroco devido à abstenção do PS na votação da Lei de Programação Militar (LPM) na especialidade com o argumento de que esta aquisição deve ser inscrita expressamente no diploma.
A mesma fonte sublinhou que a opção pela compra do navio francês partiu de “uma deliberação unânime” do Conselho de chefes militares e que tanto o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, como o chefe da Marinha discutiram a questão com os deputados nas audições na comissão parlamentar de Defesa, em Fevereiro.
O Ministério da Defesa salientou ainda que a lei, aprovada na generalidade com votos da maioria e do PS, foi entregue na Assembleia da República “há mais de dois meses, sem que tenha havido qualquer iniciativa para aprofundar a discussão sobre este tema”.
Entretanto, o PSD e o CDS-PP decidiram voltar a ouvir no parlamento o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e o chefe do Estado-Maior da Armada sobre a compra do navio polivalente logístico.
O deputado centrista João Rebelo disse à agência Lusa que espera que estes possam fornecer “mais informações sobre a necessidade deste meio naval” e das suas “capacidades operacionais”.(Observador)
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7 de abril de 2015
Desapareceram milhões do Fundo de Defesa Militar do Ultramar
Foram ouvidos dois antigos inspectores da PJ que investigaram a queda do avião a 4 de Dezembro de 1980. Para um deles, a tragédia de Camarate tratou-se de um acidente.
Foram retomados os trabalhos da X Comissão Parlamentar de Inquérito à Tragédia de Camarate, que estavam parados há cerca de ano e meio. Os deputados ouviram os peritos que auditaram o Fundo de Defesa Militar do Ultramar, os quais admitiram não saber para onde foi a quase totalidade do dinheiro.
Em 1982, o Fundo de Defesa do Ultramar tinha 2,5 milhões de euros, aproximadamente 18 milhões de euros aos valores actuais. Mas em 1993 ficaram no fundo 145 mil euros, cerca de 246 mil euros aos valores de hoje.
Em 11 anos "desapareceram" 17 milhões e 755 mil euros. Fernando Lobo do Vale, que chefiou a equipa de peritos da Inspecção-geral de Finanças, reconheceu perante os deputados que não há documentação.
Onde está o dinheiro? Onde foi aplicado? A equipa de peritos assegura que há apenas indicações sobre gastos efectuados, nomeadamente em obras, mas apenas num curto período de quatro anos, entre 1982 e 1986.
Fernando Lobo do Vale lembrou que na época muitas empresas não tinham contas-corrente, devido à "desorganização que o país vivia", fruto do 25 de Abril de 1974.
Questionado sobre os negócios do material de Defesa, reconheceu apenas que existia alguma "opacidade".
Tragédia foi "acidente"?
Durante a manhã foram ouvidos dois antigos inspectores da Polícia Judiciária que investigaram a queda do avião, em que viajavam entre outros, o então primeiro-ministro Francisco de Sá Carneiro e o ministro da Defesa Amaro da costa.
Joaquim Gonçalves alegou que um problema de saúde lhe tinha afectado a memória e que se lembra de "muito pouco" do que aconteceu há mais de 30 anos, recordando apenas que o caso de Camarate foi entregue a um seu colega - Pedro Amaral - que, na altura, era estagiário.
Já Paulo Condenso Franco, outro antigo inspector da Polícia Judiciária, afirmou que em sua opinião a tragédia de Camarate se tratou de um "acidente".
Presidida pelo deputado social-democrata José Matos Rosa, a comissão de inquérito ao caso Camarate visa averiguar as "causas e circunstâncias em que, no dia 4 de Dezembro de 1980, ocorreu a morte do primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, do ministro da Defesa Nacional, Adelino Amaro da Costa, e dos seus acompanhantes". (RR)
Foram retomados os trabalhos da X Comissão Parlamentar de Inquérito à Tragédia de Camarate, que estavam parados há cerca de ano e meio. Os deputados ouviram os peritos que auditaram o Fundo de Defesa Militar do Ultramar, os quais admitiram não saber para onde foi a quase totalidade do dinheiro.
Em 1982, o Fundo de Defesa do Ultramar tinha 2,5 milhões de euros, aproximadamente 18 milhões de euros aos valores actuais. Mas em 1993 ficaram no fundo 145 mil euros, cerca de 246 mil euros aos valores de hoje.
Em 11 anos "desapareceram" 17 milhões e 755 mil euros. Fernando Lobo do Vale, que chefiou a equipa de peritos da Inspecção-geral de Finanças, reconheceu perante os deputados que não há documentação.
Onde está o dinheiro? Onde foi aplicado? A equipa de peritos assegura que há apenas indicações sobre gastos efectuados, nomeadamente em obras, mas apenas num curto período de quatro anos, entre 1982 e 1986.
Fernando Lobo do Vale lembrou que na época muitas empresas não tinham contas-corrente, devido à "desorganização que o país vivia", fruto do 25 de Abril de 1974.
Questionado sobre os negócios do material de Defesa, reconheceu apenas que existia alguma "opacidade".
Tragédia foi "acidente"?
Durante a manhã foram ouvidos dois antigos inspectores da Polícia Judiciária que investigaram a queda do avião, em que viajavam entre outros, o então primeiro-ministro Francisco de Sá Carneiro e o ministro da Defesa Amaro da costa.
Joaquim Gonçalves alegou que um problema de saúde lhe tinha afectado a memória e que se lembra de "muito pouco" do que aconteceu há mais de 30 anos, recordando apenas que o caso de Camarate foi entregue a um seu colega - Pedro Amaral - que, na altura, era estagiário.
Já Paulo Condenso Franco, outro antigo inspector da Polícia Judiciária, afirmou que em sua opinião a tragédia de Camarate se tratou de um "acidente".
Presidida pelo deputado social-democrata José Matos Rosa, a comissão de inquérito ao caso Camarate visa averiguar as "causas e circunstâncias em que, no dia 4 de Dezembro de 1980, ocorreu a morte do primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, do ministro da Defesa Nacional, Adelino Amaro da Costa, e dos seus acompanhantes". (RR)
24 de setembro de 2014
Ministro da Defesa Nacional na Comissão de Defesa Nacional
A Comissão de Defesa Nacional recebe hoje, em audição, o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, sobre:
As conclusões da Cimeira da NATO, em Cardiff, nos dias 4 e 5 de Setembro;
Ponto da situação sobre as Forças Nacionais Destacadas.
16 de julho de 2014
General Valença Pinto com reservas sobre reforço de competências do parlamento na Defesa
O general Valença Pinto manifestou esta quarta-feira as "maiores reservas" quanto ao reforço das competências do parlamento na apreciação do envio de militares para o exterior, prevista na proposta de lei da Defesa Nacional. O ex-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas defendeu, na comissão parlamentar de Defesa Nacional, que em princípio "é sempre bom" quando mais órgãos de soberania se envolvem nas decisões mas advertiu que a proposta em concreto "é extraordinariamente problemática". (Correio da Manhã)
24 de junho de 2014
25 de Junho - Ministro da Defesa Nacional na Comissão de Defesa Nacional
A Comissão de Defesa Nacional recebe, em audição, o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, para debater a política geral do Ministério e outros assuntos de actualidade.(A.R)
25 de Junho | 9h30
4 de junho de 2014
Submarinos à espera de documentos da Defesa
A Comissão Parlamentar de Inquérito aos Programas Relativos à Aquisição de Submarinos e de Viaturas Blindadas "Pandur" decidiu hoje, na sua quarta reunião, aguardar pela documentação pedida a diversas entidades para requerer as audições pretendidas pelos diversos partidos.
O presidente da comissão de inquérito, o centrista Telmo Correia, sugeriu uma reunião informal no final da semana com os diversos deputados-coordenadores para um "ponto da situação", uma vez que a maior parte da informação foi pedida ao Ministério da Defesa Nacional e ainda não houve um retorno.
Sobre a questão do relator ou relatores, os grupos parlamentares continuaram de acordo sobre a possibilidade de o nome ou nomes dos mesmos serem encontrados através do consenso, sendo que o prazo é o da próxima reunião formal, previsivelmente na próxima semana.
O PS apresentou uma lista de requisitos, que será complementada também até final da semana pelos restantes partidos.
A criação desta comissão foi aprovada em 21 de Março, com o voto favorável de todas as bancadas e a abstenção da deputada do PS Isabel Moreira.
O âmbito do inquérito, inicialmente apresentado pelo PS, era a compra de submarinos e "Pandur", durante o Governo de coligação liderado por Durão Barroso e no qual Paulo Portas era ministro da Defesa.
O texto sofreu depois modificações por proposta da maioria PSD/CDS-PP para abranger todos os contratos desde há cerca de 15 anos: P3 Orion, helicópteros EH101, Torpedos, C295, aviões F-16, submarinos e viaturas blindadas "Pandur". (DN)
O presidente da comissão de inquérito, o centrista Telmo Correia, sugeriu uma reunião informal no final da semana com os diversos deputados-coordenadores para um "ponto da situação", uma vez que a maior parte da informação foi pedida ao Ministério da Defesa Nacional e ainda não houve um retorno.
Sobre a questão do relator ou relatores, os grupos parlamentares continuaram de acordo sobre a possibilidade de o nome ou nomes dos mesmos serem encontrados através do consenso, sendo que o prazo é o da próxima reunião formal, previsivelmente na próxima semana.
O PS apresentou uma lista de requisitos, que será complementada também até final da semana pelos restantes partidos.
A criação desta comissão foi aprovada em 21 de Março, com o voto favorável de todas as bancadas e a abstenção da deputada do PS Isabel Moreira.
O âmbito do inquérito, inicialmente apresentado pelo PS, era a compra de submarinos e "Pandur", durante o Governo de coligação liderado por Durão Barroso e no qual Paulo Portas era ministro da Defesa.
O texto sofreu depois modificações por proposta da maioria PSD/CDS-PP para abranger todos os contratos desde há cerca de 15 anos: P3 Orion, helicópteros EH101, Torpedos, C295, aviões F-16, submarinos e viaturas blindadas "Pandur". (DN)
29 de maio de 2014
Reforço das competências do parlamento na defesa «é tiro de pólvora seca»
O Governo propôs o reforço das competências do parlamento no acompanhamento das missões militares no exterior mas a oposição argumentou que a proposta é vaga, com o PS afirmar que é «um tiro de pólvora seca».
A proposta de lei da Defesa Nacional, debatida esta quinta-feira na generalidade, prevê que a Assembleia da República tem a competência de «apreciar a decisão do Governo de envolver contingentes ou forças militares em operações militares no estrangeiro, que lhe é comunicada previamente, e acompanhar a participação desses contingentes ou forças nas missões, nos termos fixados em lei própria».
Na apresentação do diploma, o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, defendeu que «faz todo o sentido que o órgão representativo por excelência possa debater e participar mais activamente» nos «pilares da política de Defesa», afirmando que o Governo passará a comunicar previamente ao parlamento a sua decisão relativamente ao envio de militares para o estrangeiro.
No entanto, PS, PCP, BE e PEV consideraram que fica por perceber qual é a eficácia da alteração já que «o parlamento já tem a competência de acompanhar e a qualquer momento chamar o Governo para prestar informações», bem como a iniciativa de suscitar debates sobre a matéria.
Segundo o deputado do PS Marcos Perestrello, a menos que o parlamento passe a ter poder de aprovar previamente a decisão, a mudança proposta «é um tiro de pólvora seca» ao apresentar a mudança como «aspeto central» da reforma.
O deputado manifestou «sérias reservas» quanto à proposta de lei mas admitiu disponibilidade para a debater na especialidade, de preferência com as leis orgânicas do ministério da Defesa, e a lei de Programação Militar e das infraestruturas militares, que o ministro disse que apresentará nos «próximos meses».
Pelo PCP, o deputado António Filipe frisou que o termo «apreciar é demasiado vago» porque «não diz qual é a forma» de apreciação, «não havendo consequências».
O deputado apresentou também dois projectos de lei sobre a matéria, um que atribui à Assembleia da República a competência para a aprovação das Grandes Opções do Conceito Estratégico Nacional e outro que atribui ao parlamento a competência para aprovar o envio de militares para o estrangeiro, através da aprovação de proposta do Governo, que deverá ser enviada para «decisão final do Presidente da República».
Para o deputado do BE Luís Fazenda, o diploma «não é claro sobre quais as consequências do envolvimento da Assembleia da República», questionando se a decisão do Governo é passível de propostas de alteração. O deputado do PEV José Luís Ferreira alertou que, no diploma, o papel do Presidente da República, como Comandante Supremo das Forças Armadas, «é muito reduzido porque se limita a ser informado».
Em defesa da proposta do executivo PSD/CDS-PP, o deputado social-democrata António Proa esclareceu que o que muda é a possibilidade de o parlamento «apreciar previamente» a decisão do Governo, permitindo que sejam «colhidos contributos» em tempo útil.
Na apresentação da proposta de lei, o ministro da Defesa disse que a principal alteração «é o reforço das competências do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas para a direcção estratégico-militar das Forças Armadas».
Entre as alterações, prevê-se que os chefes militares passam a depender hierarquicamente do CEMGFA, que passa a ser o interlocutor do ministro da Defesa.
O alcance deste reforço também foi criticado pelo deputado do PS Marcos Perestrello, que afirmou que o CEMGFA «é transformado numa figura omnisciente, é reitor, é administrador, é o fiel conselheiro».
«Esta opção, não estando em desacordo com reforço das suas competências, é no plano teórico desadequada. É errada no plano prático, inadequada e imprudente», defendeu o deputado socialista. (Tvi24)
A proposta de lei da Defesa Nacional, debatida esta quinta-feira na generalidade, prevê que a Assembleia da República tem a competência de «apreciar a decisão do Governo de envolver contingentes ou forças militares em operações militares no estrangeiro, que lhe é comunicada previamente, e acompanhar a participação desses contingentes ou forças nas missões, nos termos fixados em lei própria».
Na apresentação do diploma, o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, defendeu que «faz todo o sentido que o órgão representativo por excelência possa debater e participar mais activamente» nos «pilares da política de Defesa», afirmando que o Governo passará a comunicar previamente ao parlamento a sua decisão relativamente ao envio de militares para o estrangeiro.
No entanto, PS, PCP, BE e PEV consideraram que fica por perceber qual é a eficácia da alteração já que «o parlamento já tem a competência de acompanhar e a qualquer momento chamar o Governo para prestar informações», bem como a iniciativa de suscitar debates sobre a matéria.
Segundo o deputado do PS Marcos Perestrello, a menos que o parlamento passe a ter poder de aprovar previamente a decisão, a mudança proposta «é um tiro de pólvora seca» ao apresentar a mudança como «aspeto central» da reforma.
O deputado manifestou «sérias reservas» quanto à proposta de lei mas admitiu disponibilidade para a debater na especialidade, de preferência com as leis orgânicas do ministério da Defesa, e a lei de Programação Militar e das infraestruturas militares, que o ministro disse que apresentará nos «próximos meses».
Pelo PCP, o deputado António Filipe frisou que o termo «apreciar é demasiado vago» porque «não diz qual é a forma» de apreciação, «não havendo consequências».
O deputado apresentou também dois projectos de lei sobre a matéria, um que atribui à Assembleia da República a competência para a aprovação das Grandes Opções do Conceito Estratégico Nacional e outro que atribui ao parlamento a competência para aprovar o envio de militares para o estrangeiro, através da aprovação de proposta do Governo, que deverá ser enviada para «decisão final do Presidente da República».
Para o deputado do BE Luís Fazenda, o diploma «não é claro sobre quais as consequências do envolvimento da Assembleia da República», questionando se a decisão do Governo é passível de propostas de alteração. O deputado do PEV José Luís Ferreira alertou que, no diploma, o papel do Presidente da República, como Comandante Supremo das Forças Armadas, «é muito reduzido porque se limita a ser informado».
Em defesa da proposta do executivo PSD/CDS-PP, o deputado social-democrata António Proa esclareceu que o que muda é a possibilidade de o parlamento «apreciar previamente» a decisão do Governo, permitindo que sejam «colhidos contributos» em tempo útil.
Na apresentação da proposta de lei, o ministro da Defesa disse que a principal alteração «é o reforço das competências do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas para a direcção estratégico-militar das Forças Armadas».
Entre as alterações, prevê-se que os chefes militares passam a depender hierarquicamente do CEMGFA, que passa a ser o interlocutor do ministro da Defesa.
O alcance deste reforço também foi criticado pelo deputado do PS Marcos Perestrello, que afirmou que o CEMGFA «é transformado numa figura omnisciente, é reitor, é administrador, é o fiel conselheiro».
«Esta opção, não estando em desacordo com reforço das suas competências, é no plano teórico desadequada. É errada no plano prático, inadequada e imprudente», defendeu o deputado socialista. (Tvi24)
15 de maio de 2014
Propostas de lei da Defesa e das Forças Armadas discutidas dia 29 de Maio
As propostas do Governo para alterar a lei de Defesa Nacional e a lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas vão ser discutidas no parlamento no dia 29 de maio, decidiu esta quarta-feira a conferência de líderes.
Os diplomas, que foram aprovados em Conselho de Ministros no dia 17 de Abril, reforçam as atribuições do parlamento relativamente a forças militares portuguesas no estrangeiro e reforçam as competências do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).
Entre as alterações previstas na proposta de lei de Defesa Nacional, a Assembleia da República passa a ter a competência para "apreciar a decisão do Governo de envolver contingentes ou forças militares no estrangeiro" bem como para acompanhar essas participações.
O reforço da "direcção estratégico-militar do CEMGFA" surge como o primeiro objectivo da LOBOFA, que passa a estabelecer que os chefes dos ramos (Exército, Armada e Força Aérea) estão "na sua dependência hierárquica". (JN)
Os diplomas, que foram aprovados em Conselho de Ministros no dia 17 de Abril, reforçam as atribuições do parlamento relativamente a forças militares portuguesas no estrangeiro e reforçam as competências do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA).
Entre as alterações previstas na proposta de lei de Defesa Nacional, a Assembleia da República passa a ter a competência para "apreciar a decisão do Governo de envolver contingentes ou forças militares no estrangeiro" bem como para acompanhar essas participações.
O reforço da "direcção estratégico-militar do CEMGFA" surge como o primeiro objectivo da LOBOFA, que passa a estabelecer que os chefes dos ramos (Exército, Armada e Força Aérea) estão "na sua dependência hierárquica". (JN)
13 de fevereiro de 2014
Propostas legislativas apresentadas pela Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional Berta Cabral no Parlamento
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional apresentou no Plenário da Assembleia da República, esta quarta-feira, as propostas de dois diplomas do Governo, um relativo à regulamentação da actividade do mergulho profissional e outro respeitante à profissionalização e criação da carreira de nadador-salvador.
Segundo explicou Berta Cabral aos deputados, “o acesso à profissão de mergulhador apenas deve ser restringido na medida do necessário, tendo em conta o risco inerente à falta de qualificações profissionais, com impacto na segurança, defesa e protecção da vida e bem-estar do próprio e de terceiros”.
A carreira de mergulhador terá seis níveis: mergulhador-inicial, mergulhador-intermédio, mergulhador-técnico, mergulhador-especialista, mergulhador-formador e mergulhador-formador. Além da revisão das condições de formação e qualificação profissional dos mergulhadores a iniciativa legislativa prevê a criação da Comissão Técnica para o Mergulho Profissional.
Berta Cabral também apresentou, perante a Câmara dos deputados, o documento que aponta para a criação da carreira de nadador-salvador profissional, com três níveis de responsabilidade: nadador-salvador, nadador-salvador coordenador e nadador-salvador formador.
“Estamos a contribuir para a profissionalização desta actividade e a criar novas oportunidades de futuro. Mas, sobretudo, estamos a melhorar as condições de trabalho dos nadadores-salvadores e, em simultâneo, a promover uma maior segurança e bem-estar das pessoas que acedem a estes espaços”, justificou a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, realçando o facto de o diploma contemplar a regulamentação da actividade de vigilância em piscinas de acesso público, satisfazendo uma recomendação antiga do Parlamento (Resolução da AR n.º 78/2010), além de criar a Comissão Técnica para a Segurança Aquática.
Em ambos os casos existe intenção de liberalizar a formação, alargando-a a entidades devidamente certificadas.
Sem prejuízo de eventuais melhoramentos em sede de comissão especializada, para onde seguem, os diplomas foram acolhidos de forma pacífica por todos os grupos parlamentares.(Fonte: Defesa.pt)
Segundo explicou Berta Cabral aos deputados, “o acesso à profissão de mergulhador apenas deve ser restringido na medida do necessário, tendo em conta o risco inerente à falta de qualificações profissionais, com impacto na segurança, defesa e protecção da vida e bem-estar do próprio e de terceiros”.
A carreira de mergulhador terá seis níveis: mergulhador-inicial, mergulhador-intermédio, mergulhador-técnico, mergulhador-especialista, mergulhador-formador e mergulhador-formador. Além da revisão das condições de formação e qualificação profissional dos mergulhadores a iniciativa legislativa prevê a criação da Comissão Técnica para o Mergulho Profissional.
Berta Cabral também apresentou, perante a Câmara dos deputados, o documento que aponta para a criação da carreira de nadador-salvador profissional, com três níveis de responsabilidade: nadador-salvador, nadador-salvador coordenador e nadador-salvador formador.
“Estamos a contribuir para a profissionalização desta actividade e a criar novas oportunidades de futuro. Mas, sobretudo, estamos a melhorar as condições de trabalho dos nadadores-salvadores e, em simultâneo, a promover uma maior segurança e bem-estar das pessoas que acedem a estes espaços”, justificou a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, realçando o facto de o diploma contemplar a regulamentação da actividade de vigilância em piscinas de acesso público, satisfazendo uma recomendação antiga do Parlamento (Resolução da AR n.º 78/2010), além de criar a Comissão Técnica para a Segurança Aquática.
Em ambos os casos existe intenção de liberalizar a formação, alargando-a a entidades devidamente certificadas.
Sem prejuízo de eventuais melhoramentos em sede de comissão especializada, para onde seguem, os diplomas foram acolhidos de forma pacífica por todos os grupos parlamentares.(Fonte: Defesa.pt)
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3 de junho de 2013
Ministro da Defesa no Parlamento a 11 de junho e 16 de julho
O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, vai ser ouvido no Parlamento duas vezes antes do final da sessão legislativa, confirmou à Lusa o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa, o social-democrata José de Matos Correia.
Aguiar-Branco vai assim ser ouvido pelos grupos parlamentares a 11 de Junho, continuando os trabalhos da anterior reunião, e depois em 16 de Julho com a denominada "Reforma das Forças Armadas 2020" em cima da mesa.(LUSA)
Aguiar-Branco vai assim ser ouvido pelos grupos parlamentares a 11 de Junho, continuando os trabalhos da anterior reunião, e depois em 16 de Julho com a denominada "Reforma das Forças Armadas 2020" em cima da mesa.(LUSA)
29 de abril de 2013
Ministro da Defesa Nacional na Comissão de Defesa Nacional
No dia 30 de Abril, às 15 horas, a Comissão de Defesa Nacional recebe, em audição, o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar Branco, sobre os Estaleiros Navais de Viana do Castelo e sobre a Reforma da Defesa 2020.
1 de abril de 2013
Grandes Opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional
Na Sessão Plenária do dia 8 de Março teve lugar o debate sobre as Grandes Opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional, assim se concluindo o processo parlamentar de apreciação daquele documento, que foi apresentado pelo Governo à Assembleia da República em 2 de Janeiro de 2013.
Nos termos da Lei de Defesa Nacional, este debate é obrigatório, precedendo a aprovação do Conceito Estratégico de Defesa Nacional, por resolução do Conselho de Ministros. O Conceito Estratégico de Defesa Nacional constitui um documento estruturante na área da defesa nacional - tal como estatuído pela referida Lei, «define as prioridades do Estado em matéria de defesa, de acordo com o interesse nacional, e é parte integrante da política de defesa nacional».
Com vista a propiciar uma análise aprofundada do documento, conducente à preparação do debate em Plenário, a Comissão de Defesa Nacional definiu uma metodologia que incluiu uma audição conjunta do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas e dos Chefes de Estado-Maior da Marinha, do Exército e da Força Aérea, a organização de um colóquio com um conjunto de personalidades externas à Assembleia da República e a realização de uma reunião da Comissão dedicada ao tema, à porta fechada.
A audição dos Chefes Militares realizou-se no dia 5 de Fevereiro, na Sala D. Maria, e nela os Deputados puderam colher as suas opiniões e contributos sobre o documento apresentado pelo Governo.
O colóquio realizou-se no dia 19 de fevereiro, na Sala do Senado, e teve como oradores Luís Fontoura, Carlos Gaspar, Miguel Monjardino, Pinto Ramalho e Jaime Nogueira Pinto. O colóquio foi aberto ao público, e muito participado, nele tendo estado presentes mais de 200 pessoas, designadamente militares dos três ramos das Forças Armadas, académicos, estudantes e diplomatas.
A reunião de reflexão interna da Comissão realizou-se no dia 5 de Março, na Sala da Comissão, e nela os membros da Comissão tiveram oportunidade de reflectir em conjunto e trocar impressões sobre o tema, designadamente tendo em conta os contributos entretanto recolhidos.(A.R)
Nos termos da Lei de Defesa Nacional, este debate é obrigatório, precedendo a aprovação do Conceito Estratégico de Defesa Nacional, por resolução do Conselho de Ministros. O Conceito Estratégico de Defesa Nacional constitui um documento estruturante na área da defesa nacional - tal como estatuído pela referida Lei, «define as prioridades do Estado em matéria de defesa, de acordo com o interesse nacional, e é parte integrante da política de defesa nacional».
Com vista a propiciar uma análise aprofundada do documento, conducente à preparação do debate em Plenário, a Comissão de Defesa Nacional definiu uma metodologia que incluiu uma audição conjunta do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas e dos Chefes de Estado-Maior da Marinha, do Exército e da Força Aérea, a organização de um colóquio com um conjunto de personalidades externas à Assembleia da República e a realização de uma reunião da Comissão dedicada ao tema, à porta fechada.
A audição dos Chefes Militares realizou-se no dia 5 de Fevereiro, na Sala D. Maria, e nela os Deputados puderam colher as suas opiniões e contributos sobre o documento apresentado pelo Governo.
O colóquio realizou-se no dia 19 de fevereiro, na Sala do Senado, e teve como oradores Luís Fontoura, Carlos Gaspar, Miguel Monjardino, Pinto Ramalho e Jaime Nogueira Pinto. O colóquio foi aberto ao público, e muito participado, nele tendo estado presentes mais de 200 pessoas, designadamente militares dos três ramos das Forças Armadas, académicos, estudantes e diplomatas.
O vídeo da conferência disponíveis na página da Comissão na internet.
A reunião de reflexão interna da Comissão realizou-se no dia 5 de Março, na Sala da Comissão, e nela os membros da Comissão tiveram oportunidade de reflectir em conjunto e trocar impressões sobre o tema, designadamente tendo em conta os contributos entretanto recolhidos.(A.R)
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