Mostrar mensagens com a etiqueta Primeiro-Ministro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Primeiro-Ministro. Mostrar todas as mensagens

16 de setembro de 2019

Primeiro-Ministro preside à “Apresentação da Nova Arma Ligeira do Exército Português”

(Exercito)No âmbito do projecto do Armamento Ligeiro, inserido no Programa Sistemas do Combate do Soldado, o Exército apresentou hoje, na Escola das Armas, em Mafra, a Nova Arma Ligeira, a Espingarda de Assalto SCAR-L, que irá progressivamente substituir a Espingarda Automática G3.

Este evento foi presidido pelo Primeiro-Ministro, Doutor António Costa e contou com a presença do Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, do Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca, entre outras entidades militares e civis.

O projecto Armamento Ligeiro visa substituir a família de armas ligeiras, a maioria ao serviço desde a década de 60, nomeadamente a Espingarda Automática G3. O processo aquisitivo deste Armamento Ligeiro foi conduzido na NATO Support and Procurement Agency (NSPA) e o concurso internacional, que terminou em Fevereiro deste ano, culminou com a assinatura do Outline Agreement, entre esta agência e a FN Herstal.

Neste âmbito, o Exército passará a estar equipado com uma nova família de armas ligeiras, nomeadamente a Espingarda de Assalto SCAR-L, a Espingarda de Atirador Especial SCAR-H, a Metralhadora Ligeira MINIMI 5.56 MK3, a Metralhadora Média MINIMI 7.62 MK3 e o Lança Granadas 40GL-SMK2, sendo que de momento encontra-se a decorrer no Exército a preparação da receção dos equipamentos, que engloba a formação técnica das novas Armas, a elaboração manuais, como por exemplo um novo manual de ordem unida e a elaboração de novas tabelas de tiro.

Do projecto de reequipamento vão resultar a aquisição de 15 000 Espingardas automáticas SCAR-L, 2 000 Lança Granadas FN40, 1 000 metralhadoras ligeiras Minimi 5,56mm, 550 espingardas de precisão SCAR-H e 400 Minimi 7.62mm. Também ao nível dos aparelhos de pontaria para estas armas, serão introduzidas novas ópticas, que melhorarão a precisão e a rapidez de empenhamento.

Do programa do evento destaca-se, ainda, as demonstrações de tiro de precisão, do emprego da arma em ambiente táctico e de ordem unida.

15 de março de 2019

Portugal entrega formalmente a Academia de Comunicações e Informação da NATO

(Defesa)O Governo entregou hoje, em Oeiras, numa cerimónia simbólica, a chave da Academia de Comunicações e Informação da NATO, ao Director-Geral da Agência de Comunicações e Informação (NCI Agency), Kevin Scheid.

A cerimónia, que incluiu uma breve visita às instalações e a visualização de um filme sobre o nascimento do projecto e a importância da Academia, contou com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa, do Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, e do Director-Geral da NCI Agency.

Tendo como público alvo os técnicos da NATO, a missão desta Academia passa pela Educação e Treino relativos aos sistemas de Comando, Controlo Aéreo, Cripto e regras de segurança, Comunicações, Computadores, Informações, Vigilância, Reconhecimento, Ciberdefesa e Cibersegurança.

A Escola NATO de Comunicações e Sistemas de Informação contribui, assim, para afirmar Portugal como um centro de desenvolvimento de “know how” e conhecimento nos domínios das comunicações e da ciberdefesa, áreas estratégicas da NATO e de grande importância para a Defesa Nacional.

O Primeiro-Ministro mostrou-se satisfeito por estar neste mesmo espaço, menos de dois anos depois da cerimónia de lançamento da primeira pedra, a entregar a chave dentro do prazo previsto. António Costa felicitou a Agência, mas também “toda a equipa do Ministério da Defesa Nacional que ao longo dos últimos cerca de 5 anos tem coordenado todo o apoio que o Estado Português prestou a este projecto na sua qualidade de nação hospedeira”.

A qualidade do edifício, com engenharia e arquitectura portuguesas, foi destacada pelo Primeiro-Ministro e também pelo Ministro da Defesa, que disse tratar-se de “um Edifício Inteligente, do ponto de vista energético, equipado com as soluções tecnologicamente mais avançadas para minimizar o seu impacto ambiental”. “Temos tudo o que há de melhor em termos dos acessos de segurança e em termos dos sistemas, para que a Aliança Atlântica possa capacitar, a partir daqui os técnicos dos Países Aliados para responder aos inúmeros e crescentes desafios que resultam das tecnologias de informação”, salientou.

Enaltecendo a importância militar desta Academia, João Gomes Cravinho sublinhou também o impacto que esta infraestrutura pode ter no mundo civil, na medida em que se debruça sobre matérias de duplo uso, civil e militar. “É, portanto, uma grande vantagem para Portugal termos entre nós a NCIA, porque temos a possibilidade de criar profícuas sinergias com o mundo universitário – o Instituto Universitário Militar, mas também todas as universidades civis, incluindo a Nova aqui ao lado”, acrescentou.

As alterações aprovadas no seio da Organização do Tratado Atlântico Norte quanto à nova orgânica dos seus Comandos determinaram a desactivação do Allied Joint Force Command Lisbon, instalado no mesmo espaço que agora viu nascer a Escola. Foi então acordada a transferência desta Academia para Portugal, até agora a funcionar em Itália.

Esta iniciativa resulta de um intenso trabalho desenvolvido pelo Estado Português, no âmbito da reorganização das estruturas da NATO, com o intuito de manter em território nacional uma presença relevante desta organização internacional.

A escolha do local reveste-se de grande simbolismo, como destacou João Gomes Cravinho, tendo em conta a ligação histórica com a NATO, “foi aqui que estiveram durante 45 anos, entre 1967 e 2012, as instalações do Allied Joint Force Command Lisbon, agora desactivadas.”

Também Kevin Scheid salientou a dimensão histórica do local, ao lembrar que da mesma costa onde agora está instalada a NCI Academy partiram os navios dos descobrimentos portugueses. No seu discurso, o Director-Geral da Agência de Comunicações e Informação assegurou que a parceria de sucesso com Portugal será para continuar, “não vamos ser estranhos, vamos ser parceiros”.

A construção do edifício de 13.000m2 de área bruta, no valor de cerca de 24M€, foi assegurado na totalidade pela Aliança Atlântica. São cerca de 100 gabinetes, 43 laboratórios e 26 salas de aula, que estão agora à disposição de professores e alunos, de modo a capacitá-los para enfrentar os desafios do futuro.

Uma vez em funcionamento pleno, prevê-se que possam ser ministrados 400 cursos por ano, para um universo estimado de 6000 estudantes, oriundos de todos os países que integram a Aliança Atlântica. Uma nova vida para o Reduto Gomes Freire, como salientou o Ministro da Defesa, que será também sentida na economia nacional e local.

15 de outubro de 2018

Primeiro-Ministro destaca os “novos desafios” da Força Aérea Portuguesa

O Primeiro-Ministro, António Costa, realçou esta manhã, na sua primeira visita à Força Aérea Portuguesa (FAP) os “novos desafios” que o ramo “tem pela frente, e no qual está concentrado a trabalhar”, designadamente a gestão e operação dos meios de combate aos incêndios florestais.

António Costa adiantou que este processo teve a sua aprovação, na semana passada, na resolução de Conselho de Ministros e que irá empenhar progressivamente a Força Aérea numa missão “de grande importância para a salvaguarda da segurança nacional”.

Na Base Aérea n.º 5 (BA5), em Monte Real, o governante que esteve acompanhado pelo Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes e pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Rolo, visitou o hangar da manutenção e a chamada “linha da frente” e, pôde ainda assistir a várias descolagens de aeronaves F-16 para missões de treino operacional.

“Pude assistir às várias capacidades deste ramo e destaco o trabalho de todos os homens e mulheres que servem o país na Força Aérea”, elogiou António Costa salientando que o ramo assegura “a integridade do nosso território nacional, a defesa do nosso espaço aéreo e tem o papel insubstituível em várias missões de interesse público, especificamente, em missões de busca e salvamento”.

O chefe do Governo considerou ainda que “cabe também à Força Aérea um desafio importante que tem a ver com a disponibilização de uma das suas bases aéreas (BA 6) para que o aeroporto de Lisboa possa ser complementado com o aeroporto do Montijo”.

António Costa aproveitou a ocasião para falar sobre a próxima Lei de Programação Militar — que o Governo prevê apresentar brevemente na Assembleia da República — referindo que esta “procurará responder às necessidades mais prementes e imediatas da Força Aérea em matéria de equipamento”.

O Primeiro-Ministro antes de partir para a BA5, a bordo de um helicóptero EH 101, Merlin, operado pela Esquadra 751 (Pumas), esteve no Comando Aéreo, em Monsanto, onde assistiu a um briefing sobre a Força Aérea, no Centro de Operações Aéreas. (Defesa)

11 de outubro de 2018

PRIMEIRO-MINISTRO VISITA FORÇA AÉREA

O Primeiro-Ministro, Dr. António Costa, visitou a Força Aérea no dia 8 de Outubro.

A visita teve início no Comando Aéreo, em Monsanto, onde o Primeiro-Ministro assistiu a um briefing sobre a organização e missões desempenhadas por este Ramo das Forças Armadas.

De seguida, embarcou num helicóptero EH-101 Merlin, tendo rumado à Base Aérea N.º 5 (BA5), em Monte Real, onde teve oportunidade de visitar os hangares de manutenção do F-16, o Quick Reaction Alert e assistir à descolagens dos caças.

O regresso a Lisboa foi feito a bordo de um P-3C CUP+, assistindo a uma demonstração da capacidades de vigilância marítima desta aeronave. (FAP)

21 de julho de 2018

Primeiro Ministro anuncia mais sete novos navios para a Marinha

O primeiro-ministro anunciou esta sexta-feira, em Viana do Castelo, a construção, nos próximos seis a oito anos, de sete novos navios para a Marinha portuguesa, no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar (LPM).

António Costa falava nos estaleiros da West Sea, na cerimónia de baptismo do Navio-Patrulha Oceânico (NPO) Sines, o primeiro de dois em construção nos estaleiros da subconcessionária dos extintos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

A madrinha de baptismo do novo navio foi a sua mulher, Fernanda Tadeu.

O chefe do Governo revelou que o investimento se integra no compromisso assumido por Portugal junto da NATO de reforço do dispositivo das Forças Armadas até 2024 e adiantou que a construção será efectuada na indústria portuguesa.

“Cada euro investido passará a valer por três porque reforçaremos a Defesa nacional, o sistema científico e o tecido industrial”, disse.

António Costa adiantou que, no total, serão construídos dez NPO e um navio logístico polivalente.

Cada um dos NPO custará 60 milhões de euros e demorará cerca de dois anos a construir.

António Costa disse que hoje “é um dia de parabéns para a indústria portuguesa de construção e reparação naval”, confirma a “vitalidade dos estaleiros” e honra a sua “longa actividade”, sublinhando que toda a tecnologia usada foi desenvolvida em Portugal e está ao nível do melhor que se faz em todo o mundo”.

“É um exemplo muito feliz do que pretendemos fazer para reforçar as nossas Forças Armadas”, concluiu. (Expresso)

10 de abril de 2018

Centenário da Batalha de La Lys

As cerimónias do centésimo aniversário da Batalha de La Lys e de homenagem aos militares portugueses que participaram na Primeira Guerra Mundial realizaram-se nos dias 8 e 9 de Abril, em França.

O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, e o Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, participaram nas cerimónias, acompanhando o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o Primeiro-Ministro, António Costa, em representação do governo português.

A Avenue des Portugais foi o local simbolicamente escolhido para o início das cerimónias, onde foi descerrada uma placa evocativa do centenário da Batalha de La Lys, em Paris, seguida do reavivar da “Chama da Lembrança”, no monumento de homenagem ao Soldado Desconhecido, no Arco do Triunfo.

A evocação do centenário da Batalha de La Lys prosseguiu na manhã de 9 de Abril, no Cemitério Militar Português de Richebourg com uma cerimónia militar de homenagem aos portugueses que perderam a vida na Primeira Guerra Mundial.

Após este sentido momento, no qual estiveram presentes milhares de portugueses e franceses, a comitiva portuguesa visitou a exposição Racines, de Aurore Rouffelaers, baseada em depoimentos dos descendentes, que dão voz às histórias familiares e procuram assegurar a transmissão destas memórias às gerações futuras. A manhã termina com o almoço tradicional no pavilhão desportivo de Richebourg.

Da parte da tarde, visitaram a Igreja, onde está exposto o Cristo das Trincheiras e um fresco sobre a Batalha de La Lys, e prestaram homenagem aos militares portugueses, em La Couture, com uma cerimónia militar no monumento aos portugueses mortos na Primeira Guerra Mundial.

As cidades de Arras e de Lille não foram esquecidas, tendo ambas sido agraciadas. Em Arras, onde as tropas portuguesas exerceram, durante maior parte do tempo a sua ação foi inaugurada a exposição do único pintor de guerra português presente na frente de Batalha, Sousa Lopes: “Portugal au front: visions d’artistes (1918-2018)”, patente no Musée des Beaux-arts d’Arras. Enquanto em Lille, cidade cuja libertação contou com divisões portuguesas, as primeiras a entrar na cidade na perseguição final ao inimigo, foi inaugurada a exposição alusiva à Primeira Guerra Mundial “Le Portugal et La Grande Guerre”, e com o agraciamento à cidade,

Estiveram presentes nas cerimónias do centenário da Batalha de La Lys o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Frederico Rovisco Duarte, o Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, Vice-Almirante Jorge Novo Palma, o Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-General Chito Rodrigues, e o Presidente da Comissão Coordenadora das Evocações do Centenário da Primeira Grande Guerra, Tenente-General Mário Cardoso. (Defesa)

19 de julho de 2017

CERIMÓNIA MILITAR EM HOMENAGEM AOS TRIPULANTES DO CAÇA-MINAS ROBERTO IVENS

Foram hoje homenageados, a bordo da fragata Bartolomeu Dias, os 15 tripulantes do Caça-minas Roberto Ivens desaparecido há 100 anos durante a Primeira Grande Guerra, após o navio ter embatido numa mina alemã e afundado.

Na cerimónia militar estiveram presentes o Primeiro-Ministro, Doutor António Costa, e o Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor José Azeredo Lopes.

Durante a cerimónia, que teve lugar no mar a sul do porto de Lisboa junto à posição do afundamento agora conhecido, foi também assinado o protocolo entre a Câmara Municipal de Cascais, a Câmara Municipal de Almada e a Marinha, através da Escola Naval, para preservação e estudo do património cultural marítimo da entrada da Barra de Lisboa.

Os convidados tiveram a oportunidade de observar os destroços do caça-minas num vídeo subaquático efectuado pela Marinha, através do Instituto Hidrográfico. (MGP)

12 de fevereiro de 2017

Primeiro-ministro diz que Comandos "orgulham Portugal e as Forças Armadas"

O primeiro-ministro, António Costa, expressou hoje na República Centro-Africana um "grande apreço" pelos militares dos Comandos, que classificou como "uma tropa de elite que orgulha Portugal e as Forças Armadas portuguesas". 

"Quero deixar uma palavra muito particular aos elementos dos Comandos que integram as unidades de combate, a quem quero dar uma palavra de grande apreço", afirmou hoje o chefe do Governo aos militares que integram as missões das Nações Unidas e da União Europeia na República Centro-Africana. 

António Costa sublinhou que "os Comandos são uma tropa de elite das Forças Armadas portuguesas de há muitas dezenas de anos, que há muitas dezenas de anos orgulham Portugal e as Forças Armadas portuguesas e continuarão a ser um motivo de orgulho das Forças Armadas Portuguesas". (Correio da Manhã)

26 de outubro de 2016

Primeiro-ministro defende que Portugal não pode perder capacidade de proteger portugueses no estrangeiro

António Costa assistiu na BA 11 a uma demonstração de actividades militares no âmbito do “Lusitano 2016”. O exercício pretende preparar os três ramos das Forças Armadas Portuguesas para operações simultâneas de evacuação de não combatentes, de resposta a crises e de apoio à protecção civil, dentro e fora do território nacional.

Para o chefe de Governo o exercício “demonstra bem como as Forças Armadas e os serviços de segurança podem e são capazes de actuar conjuntamente para responder às necessidades de cumprimento das missões que são definidas”.

António Costa frisou que as Forças Armadas têm que estar preparadas para proteger os portugueses no estrangeiro.

António Costa esteve na Base Aérea 11 acompanhado pelo Ministro da Defesa. (Radio Pax)

17 de agosto de 2016

Primeiro-Ministro agradece apoio aéreo internacional no combate aos incêndios

O Primeiro-Ministro, António Costa, visitou no passado domingo, 14 de Agosto, a Base Aérea Nº5, em Monte Real, para agradecer pessoalmente o apoio aéreo que está a ser prestado por forças estrangeiras no combate aos incêndios florestais.

Marrocos, Rússia, Itália e Espanha enviaram para Portugal sete meios aéreos pesados, os quais, à excepção das aeronaves espanholas, operam a partir de Monte Real para os vários teatros de operações com o apoio logístico da Força Aérea Portuguesa.

Durante a visita, o Primeiro-Ministro sublinhou a colaboração que as Forças Armadas estão a prestar a vários níveis no combate aos incêndios, agradecendo à Força Aérea Portuguesa todo o apoio prestado à Autoridade Nacional de Protecção Civil, através do empenhamento dos seus meios aéreos para a projecção de pessoal e equipamento para as zonas mais afectadas pelos incêndios.

O Primeiro-Ministro explicou que a Força Aérea Portuguesa não dispõe presentemente de meios aéreos de combate a incêndios florestais, razão pela qual “é essencial usar o dispositivo que temos e recorrer ao apoio internacional sempre que necessário”, e acrescentou que “o ideal, no futuro, é um dia poder voltar a contar com a Força Aérea para fazer esse combate”.

O Primeiro-Ministro visitou a Base Aérea de Monte Real acompanhado pelo Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, pelo Presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raúl Castro, pelo Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, pelo Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo, e pelo Comandante Operacional Nacional da ANPC, José Manuel Moura. (Defesa)

13 de julho de 2016

Cimeira de Varsóvia reforça combate ao terrorismo

A Cimeira NATO em Varsóvia terminou no último sábado, 9 de Julho, após dois dias de reuniões de Chefes de Estado e de Governo, nos quais o Montenegro também participou. Portugal foi representado pelo Primeiro-Ministro, António Costa, pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, e pelo Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes.

No final, os representantes assinaram uma declaração, na qual reafirmam que a NATO continua a ter como missão essencial assegurar que a Aliança permaneça uma comunidade inigualável de liberdade, paz, segurança, valores partilhados, incluindo liberdade individual, direitos humanos, democracia e Estado de Direito.

Perante os inúmeros desafios que o terrorismo apresenta como ameaça à segurança das populações e à estabilidade internacional, os Chefes de Estado e de Governo comprometeram-se que todos os membros e muitos parceiros da NATO irão contribuir para a Coligação Global contra o Daesh. Na declaração final da cimeira, os países aliados sublinharam que o combate contra o Daesh na Síria só será possível com um governo legítimo e frisam a “necessidade de uma transição política genuína e imediata” neste país.

Os 28 países da Aliança Atlântica afirmam ainda que continuarão a combater o terrorismo de acordo com o Direito Internacional e os princípios da Carta das Nações Unidas. Para além disto, irão cooperar com os seus parceiros, auxiliando-os a criar resiliência contra os ataques, tendo em mente que “é necessário endereçar as condições conducentes à disseminação do terrorismo”.

Durante a Cimeira da NATO em Varsóvia foi declarada a capacidade operacional inicial da defesa contra misseis balísticos. Os aliados afirmaram que irão melhorar a antecipação estratégica do conhecimento situacional, considerando fundamentais as capacidades de informação, vigilância e reconhecimento para possibilitar “decisões políticas e militares atempadas e informadas”.

Como já tinha sido avançado durante a reunião ministerial ao nível dos Ministros da Defesa, decidiu-se fortalecer a ciberdefesa e reconhecer-se o ciberespaço como um novo domínio operacional, no qual “a NATO deve defender-se de forma eficaz, como o faz no ar, em terra e no mar”.

Durante a sexta-feira, os líderes decidiram também fortalecer a presença militar a leste, com quatro batalhões na Polónia, Estónia, Letónia e Lituânia numa base rotativa. No início de 2017, uma presença avançada, composta por forças multinacionais numa base voluntária, será colocada a leste liderada pela Alemanha, pelo Canadá, Reino Unido e pelos Estados Unidos da América.

À margem destas reuniões, o Secretário-geral da NATO assinou uma declaração conjunta com os Presidentes do Conselho Europeu e da Comissão Europeia, estreitando a parceria estratégica entre a NATO e a União Europeia. A declaração estabelece onde a NATO e a UE irão reforçar a cooperação, incluindo a segurança marítima e o combate a ameaças híbridas. (Defesa)

12 de julho de 2016

KC-390 "Um passo de gigante" para a aeronáutica nacional

A nova aeronave de carga e transporte militar da brasileira Embraer foi apresentada nas instalações da OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A., em Alverca. O Primeiro-Ministro, António Costa, felicitou os colaboradores de todas as empresas que colaboraram na produção do KC-390 e destacou o “trabalho em conjunto” do “Estado, da Indústria e da Academia”.

António Costa enalteceu ainda o trabalho da EMBRAER, acrescentando a importância do mesmo para Portugal, porque “representa” uma “parceria” com “um País irmão” que é o Brasil, “para além da história”, da “poesia” e da “novela”.

Classificando a produção do KC-390 como um “passo de gigante na qualificação do País” na aeronáutica, o Primeiro-Ministro referiu que “é com muito orgulho” que vê, na superfície da aeronave, a bandeira de Portugal, ao lado da bandeira do Brasil e da Argentina”:

António Costa relembrou ainda que Portugal contribuiu nas fases da “concepção”, da “engenharia” e da “produção”, faltando agora haver uma contribuição na “utilização”, referindo a este propósito que “lá chegaremos...”

Antes da apresentação física do KC-390, o Presidente da Embraer Defesa e Segurança, Jackson Schneider, falou da capacidade de criar emprego da empresa que lidera e destacou a “história bem-sucedida com Portugal, e que foi reforçada há cerca de 10 anos” quando a empresa decidiu colaborar com o “Governo Português”, através da OGMA.

Depois disso seguiu-se “o investimento em dois centros de excelência em Évora” e, mais recentemente, num de “materiais compósitos”, num total de 400 milhões de euros e empregando, diretamente, cerca de 2500 pessoas. “Cada KC-390 representa muitos empregos” e “muita exportação” para Portugal, sublinhou Jackson Schneider.

Antes de terminar, o presidente da EMBRAER, Segurança e Defesa destacou ainda a importância da parceria com a Ministério da Defesa Nacional e a Força Aérea que, desde sempre, “acreditaram no projeto”, relembrando ainda que a mesma irá continuar, num “potencial e efetivo uso” por este Ramo das Forças Armadas

Portugal é um parceiro de referência do programa do KC-390, sendo que colabora no projeto desde a fase de investigação e desenvolvimento. Enquanto o Ministério da Defesa Nacional, através da Força Aérea, apresenta-se como um parceiro estratégico essencial em todo o projeto, nomeadamente ao nível da certificação de requisitos operacionais e logísticos, para que a aeronave cumpra todas as exigências e requisitos operacionais e de segurança.

O KC-390 é uma aeronave de transporte militar táctico com capacidade de reabastecimento em voo, que representa um avanço em termos de tecnologia e inovação, tendo sido projetado para estabelecer novos padrões na sua categoria, com menor custo operacional.

Esta aeronave pode executar uma ampla gama de missões: transporte e lançamento de cargas e tropas, evacuação aeromédica, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais, entre outras. Apesar de concebido como um avião militar, este transporte estratégico pode servir fins civis, com capacidade para participar em todos os tipos de missões de interesse público. (Defesa)

23 de janeiro de 2016

"Bunker do Monsanto" - O comando do país em caso de ataque

Portugal está a ser atacado com armas químicas e biológicas. Há relatos de explosões na área de Benfica e os serviços de inteligência têm informações de que o primeiro-ministro - que assiste a um jogo entre o Benfica e o FC Porto, no estádio da Luz - é um dos alvos dos terroristas. No parque de Monsanto, o ‘pulmão’ de Lisboa, os militares da Força Aérea que estão de turno no centro de comando e controlo não podem sair dos dois bunkers. Juntam-se militares dos outros ramos das Forças Armadas e minutos depois chega ao heliporto descaracterizado um EH-101 com António Costa a abordo. É a partir dali, que Portugal será comandado durante algumas horas ou vários dias.

Isto não aconteceu, mas poderá um dia ser realidade e várias fontes, que preferiram não ser identificadas, garantem que o país está preparado. O alerta para o risco de armas químicas e biológicas no espaço europeu foi dado em Novembro pelo primeiro-ministro francês, Manuel Valls.

Em situação de crise, os dois bunkers de Monsanto têm como objectivo principal o controlo e comando militar. No entanto, se isso for solicitado à Força Aérea, poderão ser adaptados em tempo recorde para receber as mais altas figuras do Estado, como o primeiro-ministro e o Presidente da República - transformando-se assim no cérebro militar e político do país. A Força Aérea, porém, só fará o resgate e abrigará grandes individualidades se isso lhe for expressamente solicitado pelas autoridades a quem cabe fazer a segurança.

“Não há nenhum plano de contingência escrito que refira que a Força Aérea tem de fazer um transporte em caso de estado de emergência ou que existe um espaço apenas dedicado ao Presidente da República ou ao primeiro-ministro, mas os bunkers podem ser usados para dar essa resposta, claro. Há sempre a possibilidade de haver planos secundários de activação do espaço”, explicou fonte das Forças Armadas que pediu para não ser identificada.

Estas são as únicas instalações do país desenhadas para ter “um certo coeficiente de sobrevivência em ‘situações NBQ’ (Nuclear, Biológicas e Químicas”.

Contactada pelo SOL, a PSP - responsável pela segurança do primeiro-ministro e do Presidente da República - disse não poder revelar informações sobre este assunto: “Relativamente às questões que nos coloca [sobre a possível utilização dos bunkers para protecção de altas figuras do Estado], estamos certos de que compreenderá que as mesmas se referem a matéria de natureza reservada e, como tal, a PSP não irá pronunciar-se sobre o assunto”.

A hipótese também não foi referida oficialmente pela Força Aérea: “A Força Aérea confirma a existência de instalações militares desta natureza, as quais visam a utilização operacional”.

Autonomia para 30 dias sem contacto com o exterior

Se a lotação não for superior a 40 pessoas, os dois espaços subterrâneos têm autonomia para garantir a sobrevivência de quem lá estiver durante 30 dias, sem contacto com o mundo exterior.

Ao que o SOL apurou, os dois espaços têm sistemas de telecomunicações e de filtragem de ar. Além disso, existem geradores e mantimentos: “Comida enlatada é o que está previsto para dar resposta a qualquer momento. Mas perante uma situação planeada pode pensar-se em outras soluções”.

Caso a opção estratégica passe por colocar mais pessoas dentro dos dois espaços, a Força Aérea não consegue garantir que a autonomia seja tão prolongada.

Um bunker operacional e outro para dormir

Os actuais bunkers resultam do aproveitamento do antigo bunker do Monsanto, que tinha como principal objectivo o abrigo em caso de crise. Um dos espaços é o centro de comando e controlo: é lá que está a área de relato e controlo, ou seja, onde chega toda a informação do tráfego aéreo, civil e militar, e toda a informação dos sensores de defesa aérea. Existe também uma sala de situação onde estão os controladores e se tomam as decisões no que respeita ao emprego operacional dos meios. Algumas destas salas, ao que o SOL sabe, terão entre 200 a 300 metros quadrados,

O outro bunker - conhecido entre os militares como “o buraco” - é onde estão as estruturas de apoio, como por exemplo os quartos. Aqui as divisões têm uma dimensão bastante mais reduzida.

Os militares que trabalham nestas instalações estão proibidos de levar telemóveis, computadores ou tablets. “Há hipótese de estes dispositivos serem preparados para captar comunicações e emitir dados”, explica ao SOL uma fonte conhecedora dos protocolos, adiantando: “O que se passa ali é o definido no padrão NATO”.

Portas só abrem com sensores biométricos e cartões

As instalações são discretas e nem o heliporto é identificável por vista aérea. Na verdade aquilo a que se chama heliporto secundário é um espaço amplo onde podem aterrar helicópteros como o EH-101 - modelo que transportou o Papa Bento XVI na visita oficial a Portugal e que é usado para busca e salvamento. Apesar de não ser comum isso acontecer, o SOL sabe que por várias vezes houve aparelhos a pousar naquele local.

Além disso, para se entrar nos bunkers as medidas de segurança são muito rigorosas. Além do controlo humano, há diversos tipos de sensores, entre os quais os biométricos, câmaras e ainda portas que só abrem quando tudo isto é conjugado com um cartão de acesso. Estas medidas existem não só à entrada dos bunkers, como nas ligações entre a área operacional e a de apoio.

Até hoje, as portas dos bunkers de Lisboa nunca tiveram de se fechar durante muito tempo ao exterior, a não ser em simulações. (Sol)

31 de julho de 2015

PRIMEIRO-MINISTRO VISITA DESTACAMENTO EM MÁLAGA

O destacamento da Força Aérea Portuguesa em Málaga, a participar na operação da Agência FRONTEX para controlo da migração irregular no Mediterrâneo, recebeu a visita do Primeiro-ministro (PM), Dr. Pedro Passos Coelho, no dia 29 de Julho de 2015.

A acompanhar o PM nesta deslocação, estiveram o Ministro da Defesa Nacional, Dr. Pedro Aguiar-Branco, a Ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues e o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro.

A Operação INDALO, onde participam 19 militares e uma aeronave C-295 da Esquadra 502 - "Elefantes", teve inicio a 01 de Julho e decorrerá até final deste mês. Até ao dia da visita, tinham sido referenciadas 146 embarcações, detectados 672 migrantes ilegais e realizadas mais de 100 horas no patrulhamento das fronteiras marítimas a sul de Espanha.

Portugal colabora anualmente, desde 2011, em operações conjuntas da FRONTEX, especialmente no âmbito da detecção dos fluxos migratórios irregulares no Mediterrâneo - em resposta a pedidos internacionais veiculados através do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que integra também o destacamento na INDALO com um elemento.

No dia 31 de Julho, a Esquadra 502 termina a participação na operação INDALO. (EMGFA)

20 de abril de 2015

CERIMÓNIA COMEMORATIVA DO 631º ANIVERSÁRIO DA BATALHA DOS ATOLEIROS

O 631º aniversário da Batalha dos Atoleiros foi comemorado no dia 06 de Abril, na vila de Fronteira. O Exército Português, através do Regimento de Cavalaria 3, associou-se às comemorações no dia do concelho de Fronteira e do seu Feriado Municipal.

As comemorações tiveram início com a Romagem ao Padrão da Batalha, na Herdade dos Atoleiros, onde teve lugar a homenagem aos mortos, seguindo-se depois para o centro da vila, onde se realizou a parada das forças militares e militarizadas.

Estiveram presentes neste dia festivo várias altas individualidades civis e militares, destacando-se a presença de Sua Excelência o Primeiro-Ministro, Dr. Pedro Passos Coelho, que presidiu ao evento.(Exército)

6 de abril de 2015

Primeiro-Ministro diz que a próxima legislatura deve servir para consolidar reformas na Defesa Nacional

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que a próxima legislatura deve implicar a consolidação da reforma "Defesa 2020", o que vai demonstrar a «relevância e indispensabilidade da Defesa Nacional e das suas Forças Armadas».

«Como todas as grandes reformas, também a reforma 'Defesa 2020', pela sua abrangência, complexidade e especificidade, deve continuar a ser executada a avaliada», disse.

E, continuou Passos Coelho, «a próxima legislatura deve trazer a sua consolidação, o que tornará ainda mais patente diante do país a relevância e a indispensabilidade da defesa nacional e das suas Forças Armadas».

Aludindo à reforma estrutural da defesa nacional e das Forças Armadas, designada "Defesa 2020", o primeiro-ministro discursava em Fronteira, no distrito de Portalegre, durante as cerimónias dos 631 anos da Batalha dos Atoleiros. (TSF)

11 de março de 2015

Primeiro-ministro considerou que a criação de exército europeu "está longe"

"Nós sempre estivemos em acordo com um reforço do pilar de defesa dentro da União Europeia (UE), porque é importante para assegurar a sua segurança e defesa, mas estamos muito longe de ter qualquer exército europeu", afirmou hoje Pedro Passos Coelho.

No entanto, o chefe de Governo disse esperar que "a UE não repouse excessivamente na ideia de que temos uma participação dos países da NATO e que isso é suficiente para os americanos defenderem a Europa se for necessário".

Para Passos Coelho, a UE "tem a obrigação" de se defender das ameaças externas, recusando que esse dever seja "repousado nos Estados Unidos".

O primeiro-ministro falava no debate parlamentar que decorreu esta tarde sobre o próximo Conselho Europeu, marcado para a próxima semana, respondendo ao secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, que o questionou sobre a posição do Governo quanto à formação de um exército único europeu.

No domingo, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse ser a favor da criação de um exército europeu, considerando que isso contribuiria para desenhar uma política externa e de segurança comuns perante países como a Rússia. (NM)

5 de dezembro de 2014

Primeiro-ministro e ministro da Defesa visitam hoje navio Viana do Castelo

O primeiro-ministro e o ministro da Defesa Nacional visitam hoje o navio de patrulha oceânico Viana do Castelo, que participou na operação de controlo dos fluxos migratórios no Mediterrâneo.

No quadro da Operação Triton 2014, da Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros (FRONTEX) da União Europeia, o navio de patrulha oceânico português salvou, de acordo com dados da Marinha de dia 27 de Novembro, 585 imigrantes em dificuldades que tentavam atravessar o Mediterrâneo.

O navio da Marinha portuguesa terminou a 30 de Novembro a sua participação nesta missão da União Europeia de controlo dos fluxos migratórios a sul da Sicília.

A visita de Pedro Passos Coelho e de José Pedro Aguiar-Branco está prevista para as 09:00, na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.

O último resgate de imigrantes noticiado pela Marinha pelo navio de patrulha oceânico português ocorreu a 27 de Novembro, dia em que foram resgatados um total de 182 imigrantes ao largo da Líbia, posteriormente entregues às autoridades italianas. (Observador)

29 de outubro de 2014

Primeiro-Ministro visita Base Aérea N.º 4

O Primeiro-Ministro, Dr. Pedro Passos Coelho, visitou a Base Aérea N.º 4 (BA4) – nas Lajes, Ilha Terceira, Açores - no dia 28 de Outubro de 2014.

Na sua primeira deslocação oficial ao arquipélago dos Açores enquanto Primeiro-Ministro, o Dr. Pedro Passos Coelho foi recebido pela Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional (Dra. Berta Cabral), pelo Vice-Chefe do Estado Maior da Força Aérea, pelo Comandante Aéreo, pelo Comandante da Zona Aérea dos Açores e pelo Comandante da Base Aérea N.º 4.

O Primeiro-Ministro assistiu depois a um briefing sobre esta Unidade da Força Aérea e sobre as missões que lhe estão atribuídas. Posteriormente efectuou uma breve visita pela BA4 e pelos diferentes locais onde diariamente trabalham vários militares e civis. (FAP)

Primeiro-Ministro Passos Coelho visita Base das Lajes

Pedro Passos Coelho incluiu a Base das Lajes no roteiro da visita à Região Autónoma dos Açores iniciada no domingo e dedicou parte da tarde de terça-feira à Base da Força Aérea Portuguesa, que acolhe um destacamento da Força Aérea dos Estados Unidos da América.

Durante a visita, o Primeiro-Ministro recebeu uma delegação da Comissão Representativa dos Trabalhadores portugueses, reunião na qual participou também a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional.

Na sua deslocação à Ilha Terceira, Berta Cabral visitou o Regimento de Guarnição nº1, instalado no Forte de São João Batista, em Angra do Heroísmo, onde foi recebida pelo Comandante, Coronel Carlos Filipe.

Durante a manhã, Berta Cabral esteve nas Capitanias dos Portos de Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória, ambas instaladas no Cabo da Praia, onde foi recebida pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima, Capitão-de-Fragata Silva Carvalho. Com meia centena de militares e civis, estas capitanias têm jurisdição nas ilhas Terceira e Graciosa.

Durante a visita da Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional à Ilha Terceira foram ainda concedidas audiências aos Presidentes da Junta de Freguesia das Lajes e do Clube de Tiro da Terceira. (Defesa)