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4 de maio de 2021
1800 militares participam no Exercício ORION 21
(Exército) Teve início, a 02 de maio, o Exercício "ORION 21", o maior exercício anual planeado e executado pelo Exército, que decorre, até ao dia 14 de maio, nas regiões de Santa Margarida, Bemposta e Vendas Novas.
Este Exercício tem como objetivos principais treinar, avaliar e certificar várias capacidades e meios do Exército Português.
No Campo militar de Santa Margarida estão empenhados o Agrupamento Mecanizado “Very High Readiness Joint Task Force" 2022, a “Multinacional Task Force" e a “Special Operations Land Task Unit". No Regimento de Artilharia N.º 5 está empenhada a Força de Reação Imediata e no Regimento de Apoio Militar de Emergência, em modo “Command Post Exercise", o Módulo de Apoio Miliar de Emergência.
No total estão empenhados cerca de 1 800 militares, sendo de destacar a participação da Força do Exército Espanhol.
25 de novembro de 2019
Conferência de Imprensa do exercício “ORION19” no Campo Militar de Santa Margarida
(Exército)No âmbito do exercício “ORION19", que decorre até sexta feira nas áreas de Abrantes, Constância e Vendas Novas, foi apresentado hoje pelo Comandante da Brigada de Intervenção e Director do Exercício, Brigadeiro-General Matos Alves, no Campo Militar de Santa Margarida, as linhas de actuação das diferentes tipologias de Forças.
A montagem de bases militares nas povoações, a realização de fogos reais, a integração dos veículos aéreos não tripulados, assim como os dias abertos à comunidade estudantil em Vendas Novas e em Santa Margarida foram os destaques apresentados, numa conferência de imprensa que contou com a presença de diversas entidades militares e civis.
O exercício da serie ORION é planeado e executado anualmente pelo Exército e tem como objectivo principal planear e executar operações de resposta a crises, centradas na componente terrestre, em ambiente operacional de cariz conjunto e combinado, associados com compromissos internacionais da NATO, Nações Unidas e União Europeia.
Na edição de 2019 estão empenhadas 180 viaturas e cerca de 1 300 militares, nomeadamente das Forças dos países aliados de Espanha, Estados Unidos da América, Roménia e Lituânia, bem como observadores do Brasil, Espanha, França e Grécia, contribuindo para o aperfeiçoamento da interoperabilidade e desenvolvimento de sinergias no âmbito da partilha do esforço de Defesa e Segurança das Organizações Internacionais da NATO e União Europeia.
Na conferência de imprensa, o Brigadeiro-General Matos Alves realçou a interoperabilidade de actuação em Santa Margarida, onde cerca de 1 050 militares, dos quais 133 Espanhóis, 33 Lituanos, 32 Norte-americanos e 30 Romenos, actuam sob um enquadramento doutrinário que potencie essa mesma interoperabilidade, seguindo os padrões da NATO. A título de exemplo, destacou a demonstração de fogos reais que decorrerá na próxima sexta feira e que integra os vários sistemas de armas e todas as Unidades nacionais e internacionais envolvidas.
Na região de Santa Margarida, as forças ocupam bases no Tramagal, Bemposta e Água Travessa, estando empenhados um total de 143 viaturas das quais 58 viaturas blindadas e 9 Carros de Combate.
O Comandante da Brigada de Intervenção realçou, ainda, a actuação em Vendas Novas, a cerca de 80 km de Santa Margarida, onde num contexto de emprego de Forças Nacionais, decorre o treino da Componente Terrestre da Força de Reacção Rápida. O cenário treino consiste numa operação de reforço a uma Força Nacional Destacada, num Teatro de Operações cuja situação securitária se degradou severamente e Portugal reforçará essa Força para lidar com tal situação e no sentido de contribuir para a extracção de militares nacionais isolados.
Esta Força já está a treinar com o novo armamento do Exército, constituído pelas espingardas automática SCAR-L e SCAR-H, pistola Glock e pelas metralhadoras ligeira e média, FN Minimi 5.56 Mk3 e FN Minimi 7.62 Mk3, respectivamente.
A montagem de bases militares nas povoações, a realização de fogos reais, a integração dos veículos aéreos não tripulados, assim como os dias abertos à comunidade estudantil em Vendas Novas e em Santa Margarida foram os destaques apresentados, numa conferência de imprensa que contou com a presença de diversas entidades militares e civis.
O exercício da serie ORION é planeado e executado anualmente pelo Exército e tem como objectivo principal planear e executar operações de resposta a crises, centradas na componente terrestre, em ambiente operacional de cariz conjunto e combinado, associados com compromissos internacionais da NATO, Nações Unidas e União Europeia.
Na edição de 2019 estão empenhadas 180 viaturas e cerca de 1 300 militares, nomeadamente das Forças dos países aliados de Espanha, Estados Unidos da América, Roménia e Lituânia, bem como observadores do Brasil, Espanha, França e Grécia, contribuindo para o aperfeiçoamento da interoperabilidade e desenvolvimento de sinergias no âmbito da partilha do esforço de Defesa e Segurança das Organizações Internacionais da NATO e União Europeia.
Na conferência de imprensa, o Brigadeiro-General Matos Alves realçou a interoperabilidade de actuação em Santa Margarida, onde cerca de 1 050 militares, dos quais 133 Espanhóis, 33 Lituanos, 32 Norte-americanos e 30 Romenos, actuam sob um enquadramento doutrinário que potencie essa mesma interoperabilidade, seguindo os padrões da NATO. A título de exemplo, destacou a demonstração de fogos reais que decorrerá na próxima sexta feira e que integra os vários sistemas de armas e todas as Unidades nacionais e internacionais envolvidas.
Na região de Santa Margarida, as forças ocupam bases no Tramagal, Bemposta e Água Travessa, estando empenhados um total de 143 viaturas das quais 58 viaturas blindadas e 9 Carros de Combate.
O Comandante da Brigada de Intervenção realçou, ainda, a actuação em Vendas Novas, a cerca de 80 km de Santa Margarida, onde num contexto de emprego de Forças Nacionais, decorre o treino da Componente Terrestre da Força de Reacção Rápida. O cenário treino consiste numa operação de reforço a uma Força Nacional Destacada, num Teatro de Operações cuja situação securitária se degradou severamente e Portugal reforçará essa Força para lidar com tal situação e no sentido de contribuir para a extracção de militares nacionais isolados.
Esta Força já está a treinar com o novo armamento do Exército, constituído pelas espingardas automática SCAR-L e SCAR-H, pistola Glock e pelas metralhadoras ligeira e média, FN Minimi 5.56 Mk3 e FN Minimi 7.62 Mk3, respectivamente.
9 de maio de 2018
MINISTRO DA DEFESA NACIONAL IMPRESSIONADO NA DESPEDIDA DO EXERCÍCIO ORION18
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| Foto: mediotejo.net |
O último dia do ORION18 foi assinalado com a visita do Ministro da Defesa Nacional ao Campo Militar de Santa Margarida (CMSM), acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, General Frederico Rovisco Duarte, e o presidente da Câmara Municipal de Constância, Sérgio Oliveira. A comitiva integrou ainda representantes de entidades regionais, nacionais e internacionais, no último caso com a presença dos militares espanhóis e lituanos que, juntamente com a Cruz Vermelha, participaram no ORION18.
Seguiu-se a visita à exposição estática guiada pelo Comandante do Batalhão de Apoio de Serviços, Tenente-Coronel Félix, onde estavam presentes alguns dos mais de 2400 militares e de 500 viaturas – como o carro de combate Leopard 2 A6, viatura blindada de transporte de pessoal M113, viatura de artilharia M109, viatura blindada ligeira M11 Panhard e viatura de combate de infantaria Pizarro – envolvidos no ORION18. Destes, 1800 militares e 100 viaturas no âmbito da certificação.
Os CC Leopard e as VCI Pizarro participaram na demonstração de capacidades e meios com fogos reais realizada mais tarde na Carreira de Tiro D. Pedro. O cenário envolveu uma reacção a emboscada conduzida por um pelotão lituano, um ataque deliberado com uma brigada de escalão de companhia com militares portugueses e espanhóis e o apoio de fogos de artilharia foi assegurado por duas baterias de artilharia espanholas e um pelotão de morteiros português.
No final, o Ministro da Defesa Nacional considerou a demonstração “espectacular” e destacou que o exercício explicado momentos antes pelo Tenente-Coronel de Infantaria João Barros foi “executado de forma absolutamente exemplar”. Na sua intervenção salientou que “não se consegue competência, não se consegue capacidade sem treino exigente, sobretudo, sem a realização de exercícios tão próximos quanto possível daquilo que nós antecipamos e esperamos que nunca aconteça”.
O “trabalho invisível que envolveu milhares de pessoas das Forças Armadas Portuguesas, de Espanha e da Lituânia” e a forma “competente” como este exercício, que integra o plano dos realizados pela NATO, foi “preparado, planeado e executado” foram destacados por José Azeredo Lopes, a par da importância do trabalho desenvolvido em conjunto com o objectivo de assegurar a defesa comum. Fonte: MediaTejo
7 de maio de 2018
Exército executa o exercício “ORION18”
Decorre, desde 28 de Abril, nas áreas de treino militar de Viseu, Santa Margarida, Beja, Madeira e Açores, o “ORION 18", exercício planeado e executado pelo Exército Português.
O exercício, que termina a 8 de Maio, tem como finalidade o desenvolvimento de planeamento e execução táctica de operações de combate de alta intensidade e de assistência às autoridades governamentais, enquadradas numa operação multinacional em ambiente operacional volátil, complexo, ambíguo e urbano, num ritmo operacional de 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.
Contando com a participação dos exércitos aliados de Portugal, Espanha e Lituânia, bem como com elementos da Cruz Vermelha Portuguesa, e tendo Brasil, Estados Unidos da América, França e Roménia como países observadores, o “ORION 18" tem um empenhamento de 2300 elementos e cerca de 400 viaturas, e, como objectivo final, a certificação de cerca de 1800 militares e um número superior a 100 viaturas.
Com o contributo da avaliação executada e pelo processo de Lições Aprendidas implementado, serão identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento contínuo do produto operacional.
O ORION, como exercício sectorial do Exército, evidencia o empenhamento do Ramo no esforço subsidiário dos assuntos de Defesa e Segurança de Portugal e dos Portugueses, no seio das Organizações Internacionais, de que fazemos parte. (Exército)
O exercício, que termina a 8 de Maio, tem como finalidade o desenvolvimento de planeamento e execução táctica de operações de combate de alta intensidade e de assistência às autoridades governamentais, enquadradas numa operação multinacional em ambiente operacional volátil, complexo, ambíguo e urbano, num ritmo operacional de 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.
Contando com a participação dos exércitos aliados de Portugal, Espanha e Lituânia, bem como com elementos da Cruz Vermelha Portuguesa, e tendo Brasil, Estados Unidos da América, França e Roménia como países observadores, o “ORION 18" tem um empenhamento de 2300 elementos e cerca de 400 viaturas, e, como objectivo final, a certificação de cerca de 1800 militares e um número superior a 100 viaturas.
Com o contributo da avaliação executada e pelo processo de Lições Aprendidas implementado, serão identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento contínuo do produto operacional.
O ORION, como exercício sectorial do Exército, evidencia o empenhamento do Ramo no esforço subsidiário dos assuntos de Defesa e Segurança de Portugal e dos Portugueses, no seio das Organizações Internacionais, de que fazemos parte. (Exército)
4 de julho de 2017
EXERCÍCIO ORION 2017
Decorreu, no período de 5 a 22 de Junho, nas áreas de treino militar de São Jacinto, Mafra, Tancos – Santa Margarida e Beja, o Exercício “ORION 17”.
O Exercício teve como finalidade o treino e certificação de forças designadas para assumirem compromissos nacionais e internacionais, e contou com forças da componente operacional do Exército, da Força Aérea, da Cruz Vermelha Portuguesa e da Autoridade Nacional da Protecção Civil, com forças internacionais de Espanha, dos Estados Unidos da América, e do Brasil num total de cerca de 2000 militares, relevando-se a execução de operações aéreas com de 5 aeronaves, 4 C-130 e 1 MV-22, e mais de 300 viaturas. (Exército)
O Exercício teve como finalidade o treino e certificação de forças designadas para assumirem compromissos nacionais e internacionais, e contou com forças da componente operacional do Exército, da Força Aérea, da Cruz Vermelha Portuguesa e da Autoridade Nacional da Protecção Civil, com forças internacionais de Espanha, dos Estados Unidos da América, e do Brasil num total de cerca de 2000 militares, relevando-se a execução de operações aéreas com de 5 aeronaves, 4 C-130 e 1 MV-22, e mais de 300 viaturas. (Exército)
19 de junho de 2017
Exército pára exercício para combater fogos
Parte dos militares do Exército que estão a apoiar os bombeiros no fogo de Pedrógão estavam a participar num exercício militar em Beja, que foi interrompido para aumentar a resposta às necessidades da Protecção Civil, segundo soube o JN.
O Estado-Maior do Exército confirmou a informação e adiantou que o exercício em causa era o Orion17, em Beja - o exercício anual que é o mais importante do ramo terrestre das Forças Armadas.
De acordo com a mesma fonte, a ordem partiu do tenente-general Faria Menezes, que, em comunicação do chefe do Exército, general Rovisco Duarte, mandou retirar um batalhão de pára-quedistas que estava no Orion17. Faria Menezes mandou a força regressar ao quartel de Tancos logo que a situação começou a perigar, para ficar pré-posicionado e em situação de alerta.
Foi esta medida que permitiu ao Exército conseguir responder de imediato quando a Protecção Civil pediu reforço de meios militares e ao mesmo tempo com garantias de uma reserva credível, a nível de homens e meios. (JN)
O Estado-Maior do Exército confirmou a informação e adiantou que o exercício em causa era o Orion17, em Beja - o exercício anual que é o mais importante do ramo terrestre das Forças Armadas.
De acordo com a mesma fonte, a ordem partiu do tenente-general Faria Menezes, que, em comunicação do chefe do Exército, general Rovisco Duarte, mandou retirar um batalhão de pára-quedistas que estava no Orion17. Faria Menezes mandou a força regressar ao quartel de Tancos logo que a situação começou a perigar, para ficar pré-posicionado e em situação de alerta.
Foi esta medida que permitiu ao Exército conseguir responder de imediato quando a Protecção Civil pediu reforço de meios militares e ao mesmo tempo com garantias de uma reserva credível, a nível de homens e meios. (JN)
17 de junho de 2017
Exercício ORION
O Exército Português planeia e executa o exercício ORION 17, na área de treino militar TANCOS – SANTA MARGARIDA e BEJA, de 12 Junho a 23 Junho. No âmbito do Artigo V da NATO, é planeada e executada uma operação de cariz multinacional centrada na componente terrestre. Possui a finalidade de certificar os objectivos de força do Exército, em ambiente multinacional, associados com compromissos internacionais da NATO, e União Europeia.
As Nações Aliadas de Espanha e Estados Unidos da América, a Marinha, a Força Aérea Portuguesa, e a Cruz Vermelha Portuguesa integram o ORION 17, contribuindo para o aperfeiçoamento da interoperabilidade, e desenvolvimento de sinergias, no âmbito da partilha do esforço de Defesa e Segurança das Organizações Internacionais da NATO e União Europeia.
Como estado final, os objetivos de força integrando cerca de 1960 militares -1609 PRT, 130 de ESP e 221 dos EUA -, cerca de 4 aeronaves C-130, 2 MV-22 (Osprey), e mais de 116 viaturas, foram certificados. Com o contributo da avaliação executada, do processo de lições aprendidas implementado, são identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento contínuo do produto operacional.
O ORION 17, evidencia o empenhamento do Exército no esforço subsidiário dos assuntos de Defesa e Segurança de Portugal e dos Portugueses, no seio das Organizações Internacionais, de que fazemos parte. (Exército)
As Nações Aliadas de Espanha e Estados Unidos da América, a Marinha, a Força Aérea Portuguesa, e a Cruz Vermelha Portuguesa integram o ORION 17, contribuindo para o aperfeiçoamento da interoperabilidade, e desenvolvimento de sinergias, no âmbito da partilha do esforço de Defesa e Segurança das Organizações Internacionais da NATO e União Europeia.
Como estado final, os objetivos de força integrando cerca de 1960 militares -1609 PRT, 130 de ESP e 221 dos EUA -, cerca de 4 aeronaves C-130, 2 MV-22 (Osprey), e mais de 116 viaturas, foram certificados. Com o contributo da avaliação executada, do processo de lições aprendidas implementado, são identificados os requisitos operacionais que viabilizam o aperfeiçoamento contínuo do produto operacional.
O ORION 17, evidencia o empenhamento do Exército no esforço subsidiário dos assuntos de Defesa e Segurança de Portugal e dos Portugueses, no seio das Organizações Internacionais, de que fazemos parte. (Exército)
16 de junho de 2017
Orion 17 em Beja
Decorreu ontem, quinta-feira, uma das mais visíveis iniciativas do exercício militar Orion 17, com o lançamento de 400 para-quedistas na zona de Beja, Ferreira do Alentejo, Vidigueira, Aljustrel e Serpa. O exercício decorrerá até ao próximo 23 em Beja, Tancos e Santa Margarida. Durante o fim de semana é ainda possível ouvir algum barulho, visto que serão realizados exercícios com fogo real.
O Orion é o maior exercício anual, realizado pelo Exército, e que tem como objectivo “certificar a Brigada de Reacção Rápida [para-quedistas, comandos e rangers] para operar em ambiente multinacional”, no âmbito das forças da NATO. Estão a participar no Orion 17 quase dois mil militares portugueses, espanhóis, americanos e ainda observadores italianos e brasileiros, apoiados em quatro aeronaves e 116 viaturas.
Além do Exército português, participam nesta acção militares de Espanha e dos Estados Unidos da América, bem como militares da Marinha, da Força Aérea e ainda da Cruz Vermelha.
Paralelamente à missão, Exército e Cruz Vermelha, em conjunto, prepararam para a população destes concelhos várias actividades. Hoje, sexta-feira, 16, é o último dia em que decorrem estas actividades a ter lugar na Casa da Cultura, em Beja, nomeadamente rastreios médicos, consultas de oftalmologia, demonstrações cinotécnicas e ainda uma torre multiusos. Paralelamente tem ainda lugar uma formação em suporte básico de vida. (Fonte: Diário do Alentejo)
O Orion é o maior exercício anual, realizado pelo Exército, e que tem como objectivo “certificar a Brigada de Reacção Rápida [para-quedistas, comandos e rangers] para operar em ambiente multinacional”, no âmbito das forças da NATO. Estão a participar no Orion 17 quase dois mil militares portugueses, espanhóis, americanos e ainda observadores italianos e brasileiros, apoiados em quatro aeronaves e 116 viaturas.
Além do Exército português, participam nesta acção militares de Espanha e dos Estados Unidos da América, bem como militares da Marinha, da Força Aérea e ainda da Cruz Vermelha.
Paralelamente à missão, Exército e Cruz Vermelha, em conjunto, prepararam para a população destes concelhos várias actividades. Hoje, sexta-feira, 16, é o último dia em que decorrem estas actividades a ter lugar na Casa da Cultura, em Beja, nomeadamente rastreios médicos, consultas de oftalmologia, demonstrações cinotécnicas e ainda uma torre multiusos. Paralelamente tem ainda lugar uma formação em suporte básico de vida. (Fonte: Diário do Alentejo)
21 de abril de 2017
ORION17 - Seminário Warfighting Challenges
Realizou-se no passado dia 11 de Abril, no auditório General José Morais Sarmento, na Academia Militar, o seminário relativo ao exercício ORION 17, subordinado ao tema Warfighting Challenges, presidido pelo Comandante das Forças Terrestres, Tenente-General Faria Menezes. O evento contou com a presença do Major-General Vaquero, em representação da NATO Rapid Deployable Corps Spain, do Tenente-Coronel KAUFMANN em representação dos United States Marine Corps, e o Major RIGGS em representação do United States Army Europe, Training and Doctrine branch.
As apresentações realizadas desenvolveram-se no actual contexto de Defesa e Segurança e os desafios a enfrentar na obtenção de um produto operacional coerente, credível, no âmbito dos compromissos complexos assumidos pelos países da Aliança e por Portugal no seio das Organizações Internacionais de que faz parte.
O seminário Warfighting Challenges constituiu uma valiosa oportunidade de enriquecimento do debate e partilha de conhecimento, em resultado dos conteúdos expostos. (Exército)
As apresentações realizadas desenvolveram-se no actual contexto de Defesa e Segurança e os desafios a enfrentar na obtenção de um produto operacional coerente, credível, no âmbito dos compromissos complexos assumidos pelos países da Aliança e por Portugal no seio das Organizações Internacionais de que faz parte.
O seminário Warfighting Challenges constituiu uma valiosa oportunidade de enriquecimento do debate e partilha de conhecimento, em resultado dos conteúdos expostos. (Exército)
25 de junho de 2016
Exercício Orion leva mais de 3.000 militares a Santa Margarida
Cerca de 3.100 militares, dos quais 140 de nacionalidade espanhola e americana, e 300 viaturas estão envolvidos no “Orion16”, o exercício anual do Exército Português que está a decorrer até ao próximo dia 2 de Julho, na área de treino militar de Santa Margarida, concelho de Constância.
Este exercício, que culmina o ciclo anual do treino operacional dos elementos da componente operacional do Sistema de Forças Terrestres, decorre “no âmbito de uma Operação de Resposta a Crises”, e tem por finalidade “certificar o Comando e Estado-Maior da Brigada de Intervenção, que se encontra afiliada à «Allied Rapid Reaction Corps», reforçando assim o contributo do Exército para o cumprimento dos internacionais assumidos por Portugal”.
A Brigada de Infanteria Mecanizada “Extremadura” XI, de Espanha, e a Special Purpose Marine Air Ground Task Force, dos Estados Unidos da América, estão a participar no exercício, assim como a Força Aérea Portuguesa e a Cruz Vermelha Portuguesa.
A presença destas forças contribui para “o aperfeiçoamento da interoperabilidade, e desenvolvimento de sinergias, no âmbito da partilha do esforço de defesa e segurança das organizações internacionais da NATO e da União Europeia, explica o Exército Português em comunicado. (Rede Regional)
Este exercício, que culmina o ciclo anual do treino operacional dos elementos da componente operacional do Sistema de Forças Terrestres, decorre “no âmbito de uma Operação de Resposta a Crises”, e tem por finalidade “certificar o Comando e Estado-Maior da Brigada de Intervenção, que se encontra afiliada à «Allied Rapid Reaction Corps», reforçando assim o contributo do Exército para o cumprimento dos internacionais assumidos por Portugal”.
A Brigada de Infanteria Mecanizada “Extremadura” XI, de Espanha, e a Special Purpose Marine Air Ground Task Force, dos Estados Unidos da América, estão a participar no exercício, assim como a Força Aérea Portuguesa e a Cruz Vermelha Portuguesa.
A presença destas forças contribui para “o aperfeiçoamento da interoperabilidade, e desenvolvimento de sinergias, no âmbito da partilha do esforço de defesa e segurança das organizações internacionais da NATO e da União Europeia, explica o Exército Português em comunicado. (Rede Regional)
5 de junho de 2015
Ministro da Defesa presidiu ao final do exercício Orion
O ministro da Defesa Nacional presidiu esta quinta-feira, no campo militar de Santa Margarida, ao final do exercício Orion, que envolveu cerca de três mil militares, incluindo a colaboração de elementos da Marinha e da Força Aérea.
O exercício decorreu nas últimas três semanas na área territorial de Santa Margarida (Constância), Abrantes, Vila Nova da Barquinha, Chamusca e Golegã, no distrito de Santarém.
José Pedro Aguiar-Branco, que não prestou declarações à comunicação social, assistiu no terreno ao culminar de uma acção que tinha por finalidade "avaliar e certificar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças na resposta a um espectro abrangente das operações terrestre, e de resposta a crises e de alta intensidade”.
A primeira missão do Exército português, neste exercício, era retirar cerca de 50 cidadãos nacionais de um país fictício situado a mais três mil quilómetros de Portugal.
Nesse país fictício, que ocupava as áreas de Tancos, Constância e Abrantes, existia um conflito com várias milícias que lutavam entre si por recursos hídricos, colocando a população em risco.
Passado um ano, que no exercício representa um dia, a situação degradou-se e o Conselho de Segurança das Nações Unidas emitiu um parecer que legitimou a missão da NATO para criar condições de um ambiente seguro para a intervenção da ajuda humanitária e a reposição das fronteiras desse país.
No exercício final, que incluiu a montagem de um hospital de campanha com capacidade para efectuar quase todo o tipo de intervenções, como Raio X, cirurgias e unidades de apoio para cuidados intensivos, a missão de resgate dos cidadãos foi cumprida, numa intervenção demonstrativa que recorreu à utilização de metralhadoras pesadas, tanques Pandur e caças F16, com execução de fogo real.
O emprego de forças no terreno utilizou um cenário desenvolvido pela NATO, viabilizando que a Força de Reacção Imediata e Elementos de Operações Especiais, o Batalhão PANDUR/NRF 16 e a Brigada Mecanizada concretizassem a missão.
Na sequência deste exercício, conduzido pelo Exército, decorrerá um outro denominado TRIDENT JUNCTURE 15 da NATO, entre os meses de Outubro e Novembro, em Itália, Espanha e Portugal, onde serão treinados cerca de 20 mil militares, dos quais 5.000 em Portugal, nos mesmos concelhos, recorda a Lusa. (Tvi)
O exercício decorreu nas últimas três semanas na área territorial de Santa Margarida (Constância), Abrantes, Vila Nova da Barquinha, Chamusca e Golegã, no distrito de Santarém.
José Pedro Aguiar-Branco, que não prestou declarações à comunicação social, assistiu no terreno ao culminar de uma acção que tinha por finalidade "avaliar e certificar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças na resposta a um espectro abrangente das operações terrestre, e de resposta a crises e de alta intensidade”.
A primeira missão do Exército português, neste exercício, era retirar cerca de 50 cidadãos nacionais de um país fictício situado a mais três mil quilómetros de Portugal.
Nesse país fictício, que ocupava as áreas de Tancos, Constância e Abrantes, existia um conflito com várias milícias que lutavam entre si por recursos hídricos, colocando a população em risco.
Passado um ano, que no exercício representa um dia, a situação degradou-se e o Conselho de Segurança das Nações Unidas emitiu um parecer que legitimou a missão da NATO para criar condições de um ambiente seguro para a intervenção da ajuda humanitária e a reposição das fronteiras desse país.
No exercício final, que incluiu a montagem de um hospital de campanha com capacidade para efectuar quase todo o tipo de intervenções, como Raio X, cirurgias e unidades de apoio para cuidados intensivos, a missão de resgate dos cidadãos foi cumprida, numa intervenção demonstrativa que recorreu à utilização de metralhadoras pesadas, tanques Pandur e caças F16, com execução de fogo real.
O emprego de forças no terreno utilizou um cenário desenvolvido pela NATO, viabilizando que a Força de Reacção Imediata e Elementos de Operações Especiais, o Batalhão PANDUR/NRF 16 e a Brigada Mecanizada concretizassem a missão.
Na sequência deste exercício, conduzido pelo Exército, decorrerá um outro denominado TRIDENT JUNCTURE 15 da NATO, entre os meses de Outubro e Novembro, em Itália, Espanha e Portugal, onde serão treinados cerca de 20 mil militares, dos quais 5.000 em Portugal, nos mesmos concelhos, recorda a Lusa. (Tvi)
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25 de maio de 2015
EXERCÍCIO ORION 2015
O ORION 15 é um exercício Sectorial de nível Exército, que tem como finalidade de avaliar e certificar capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças na resposta a um espectro abrangente das operações terrestres, nomeadamente, em Operações de intervenção limitada, de resposta a crises e de alta intensidade.
No período de 17 de Maio a 05 de Junho, encontram-se a decorrer as operações planeadas através do emprego táctico das Forças constituídas, culminando com a realização do DVD a 04 de Junho, designado de Demonstração de Capacidades - execução de fogos reais.
O emprego de forças no terreno, cerca de 3000 militares, incluindo a colaboração de elementos da Marinha e Força Aérea, utiliza um cenário desenvolvido pela NATO, viabilizando que a Força de Reacção Imediata e Elementos de Operações Especiais, o Batalhão PANDUR/NRF 16, e a Brigada Mecanizada, concretizem, respectivamente: a evacuação de cidadãos nacionais, a criação de condições para a existência de um ambiente seguro para a intervenção da ajuda humanitária, e a reposição das fronteiras de um país fictício. (Exército)
No período de 17 de Maio a 05 de Junho, encontram-se a decorrer as operações planeadas através do emprego táctico das Forças constituídas, culminando com a realização do DVD a 04 de Junho, designado de Demonstração de Capacidades - execução de fogos reais.
O emprego de forças no terreno, cerca de 3000 militares, incluindo a colaboração de elementos da Marinha e Força Aérea, utiliza um cenário desenvolvido pela NATO, viabilizando que a Força de Reacção Imediata e Elementos de Operações Especiais, o Batalhão PANDUR/NRF 16, e a Brigada Mecanizada, concretizem, respectivamente: a evacuação de cidadãos nacionais, a criação de condições para a existência de um ambiente seguro para a intervenção da ajuda humanitária, e a reposição das fronteiras de um país fictício. (Exército)
14 de maio de 2015
FINAL COORDINATION CONFERENCE DO EXERCÍCIO ORION 15
Em 23 de Abril, realizou-se no Regimento de Engenharia N.º1 a Final Coordination Conference (FCC) do exercício ORION 15, que decorrerá na região de SANTA MARGARIDA/TANCOS no período de 18 de Maio a 04 de Junho de 2015.
O ORION 15 é um exercício Sectorial de nível Exército, que tem como finalidade o exercitar e testar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças na resposta a todo o espectro das operações terrestres nomeadamente em Operações de grande envergadura, de Apoio à Paz e de intervenção limitada.
A FCC foi presidida pelo Comandante das Forças Terrestres, Exmo. Tenente-General Faria Menezes, e contou com a presença de vários militares representantes das Unidades, Orgãos e Estabelecimentos que de uma forma directa e indirectamente participam no ORION 15.
Para além do Brífingue da FCC, incluiu uma reunião de trabalho na área da Logística, o reconhecimento de Comandantes aos locais onde se vai desenvolver o exercício, bem como uma operação de travessia do rio Tejo através da Companhia de Pontes e utilizando o trem flutuante Ribbon, transportando uma Viatura Blindada de Rodas Pandur. (Exército)
O ORION 15 é um exercício Sectorial de nível Exército, que tem como finalidade o exercitar e testar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças na resposta a todo o espectro das operações terrestres nomeadamente em Operações de grande envergadura, de Apoio à Paz e de intervenção limitada.
A FCC foi presidida pelo Comandante das Forças Terrestres, Exmo. Tenente-General Faria Menezes, e contou com a presença de vários militares representantes das Unidades, Orgãos e Estabelecimentos que de uma forma directa e indirectamente participam no ORION 15.
Para além do Brífingue da FCC, incluiu uma reunião de trabalho na área da Logística, o reconhecimento de Comandantes aos locais onde se vai desenvolver o exercício, bem como uma operação de travessia do rio Tejo através da Companhia de Pontes e utilizando o trem flutuante Ribbon, transportando uma Viatura Blindada de Rodas Pandur. (Exército)
DIVULGAÇÃO DOS EXERCÍCIOS ORION E TRIDENT JUNCTURE 2015
Em 07 de Maio realizou-se, no Regimento de Engenharia N.º1, a reunião de apresentação dos exercícios ORION 15 e TRIDENT JUNCTURE 15 que irão decorrer nas regiões de Abrantes, Chamusca, Constância, Golegã e Vila Nova da Barquinha, nos períodos de 18Mai15 a 04Jun15 e 21Out15 a 06Nov15, respectivamente.
A reunião foi presidida pelo Comandante das Forças Terrestres, Exmo. TGen Faria Menezes, e contou com as presenças do Adjunto do Comandante das Forças Terrestres, Exmo. MGen Pires da Silva, os Exmos. MGen Comandantes da BrigInt e BrigMec, o 2ºCmdt da BrigRR, os Presidentes das Câmaras Municipais da Chamusca e Constância, os Vice-Presidentes das Câmaras Municipais de Abrantes e Vila Nova da Barquinha, o Presidente da Junta de Freguesia de Santa Margarida e representantes do Comando Distrital de Operações de Socorro de Santarém, da Guarda Nacional Republicana, da Policia de Segurança Pública, da Central Termoeléctrica do Pego e dos Bombeiros Voluntários de Abrantes, Chamusca, Constância, Golegã e Vila Nova da Barquinha.
Após umas palavras introdutórias do Exmo. TGen Comandante das Forças Terrestres, a apresentação do brífingue às Autoridades Locais esteve a cargo do TCor Brito Teixeira, chefe da Repartição de Treino Operacional do CFT.
A reunião terminou com uma entrega de lembranças às várias entidades presentes. (Exército)
A reunião foi presidida pelo Comandante das Forças Terrestres, Exmo. TGen Faria Menezes, e contou com as presenças do Adjunto do Comandante das Forças Terrestres, Exmo. MGen Pires da Silva, os Exmos. MGen Comandantes da BrigInt e BrigMec, o 2ºCmdt da BrigRR, os Presidentes das Câmaras Municipais da Chamusca e Constância, os Vice-Presidentes das Câmaras Municipais de Abrantes e Vila Nova da Barquinha, o Presidente da Junta de Freguesia de Santa Margarida e representantes do Comando Distrital de Operações de Socorro de Santarém, da Guarda Nacional Republicana, da Policia de Segurança Pública, da Central Termoeléctrica do Pego e dos Bombeiros Voluntários de Abrantes, Chamusca, Constância, Golegã e Vila Nova da Barquinha.
Após umas palavras introdutórias do Exmo. TGen Comandante das Forças Terrestres, a apresentação do brífingue às Autoridades Locais esteve a cargo do TCor Brito Teixeira, chefe da Repartição de Treino Operacional do CFT.
A reunião terminou com uma entrega de lembranças às várias entidades presentes. (Exército)
29 de abril de 2015
FINAL COORDINATION CONFERENCE DO EXERCÍCIO ORION 15
Em 23 de Abril, realizou-se no Regimento de Engenharia N.º1 a Final Coordination Conference (FCC) do exercício ORION 15, que decorrerá na região de SANTA MARGARIDA/TANCOS no período de 18 de Maio a 04 de Junho de 2015.
O ORION 15 é um exercício Sectorial de nível Exército, que tem como finalidade o exercitar e testar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças na resposta a todo o espectro das operações terrestres nomeadamente em Operações de grande envergadura, de Apoio à Paz e de intervenção limitada.
A FCC foi presidida pelo Comandante das Forças Terrestres, Exmo. Tenente-General Faria Menezes, e contou com a presença de vários militares representantes das Unidades, Orgãos e Estabelecimentos que de uma forma directa e indirectamente participarão no ORION 15.
Para além do Brífingue da FCC, incluiu uma reunião de trabalho na área da Logística, o reconhecimento de Comandantes aos locais onde se vai desenvolver o exercício, bem como uma operação de travessia do rio Tejo através da Companhia de Pontes e utilizando o trem flutuante Ribbon, transportando uma Viatura Blindada de Rodas Pandur. (Exército)
O ORION 15 é um exercício Sectorial de nível Exército, que tem como finalidade o exercitar e testar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças na resposta a todo o espectro das operações terrestres nomeadamente em Operações de grande envergadura, de Apoio à Paz e de intervenção limitada.
A FCC foi presidida pelo Comandante das Forças Terrestres, Exmo. Tenente-General Faria Menezes, e contou com a presença de vários militares representantes das Unidades, Orgãos e Estabelecimentos que de uma forma directa e indirectamente participarão no ORION 15.
Para além do Brífingue da FCC, incluiu uma reunião de trabalho na área da Logística, o reconhecimento de Comandantes aos locais onde se vai desenvolver o exercício, bem como uma operação de travessia do rio Tejo através da Companhia de Pontes e utilizando o trem flutuante Ribbon, transportando uma Viatura Blindada de Rodas Pandur. (Exército)
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12 de outubro de 2010
EXÉRCITO TESTOU CAPACIDADES NO EXERCÍCIO “ORION 10”
Decorreu em Outubro de 2010, o principal Exercício anual do Exército – “ORION 10” - cuja responsabilidade de planeamento, comando, controlo e execução coube ao Comando das Forças Terrestres e que teve por finalidade testar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças Nacional - Exército (SFN-E), no âmbito de uma Operação de Resposta a Crises (CRO).
Para este ano, foi determinado que as Forças do Exército fossem testadas na execução de operações militares em todo o espectro da conflitualidade actual.
O exercício decorreu na modalidade FTX (Field Trainning Exercise), tendo a Brigada de Intervenção, Brigada de Reacção Rápida e a Brigada Mecanizada colocado forças no terreno, nas regiões de Idanha-a-Nova, Monfortinho e Santa Margarida, respectivamente.
Aproveitando a realização deste exercício, foram testadas, as novas funcionalidades de Comunicações e Sistemas de Informação do Centro de Operações Terrestres do Comando das Forças Terrestres, assim como as diversas valências do Hospital de Campanha.
Paralelamente, e inserido no aprontamento da Unidade de Engenharia 9 que irá ser destacada para o TO do Líbano, está a ser prestado um apoio ao Município de Alter do Chão através da apropriação de uma estrada rural com cerca de 3000m de extensão e que irá facilitar o acesso da população a algumas habitações e terrenos agrícolas. (Exército)
Para este ano, foi determinado que as Forças do Exército fossem testadas na execução de operações militares em todo o espectro da conflitualidade actual.
O exercício decorreu na modalidade FTX (Field Trainning Exercise), tendo a Brigada de Intervenção, Brigada de Reacção Rápida e a Brigada Mecanizada colocado forças no terreno, nas regiões de Idanha-a-Nova, Monfortinho e Santa Margarida, respectivamente.
Aproveitando a realização deste exercício, foram testadas, as novas funcionalidades de Comunicações e Sistemas de Informação do Centro de Operações Terrestres do Comando das Forças Terrestres, assim como as diversas valências do Hospital de Campanha.
Paralelamente, e inserido no aprontamento da Unidade de Engenharia 9 que irá ser destacada para o TO do Líbano, está a ser prestado um apoio ao Município de Alter do Chão através da apropriação de uma estrada rural com cerca de 3000m de extensão e que irá facilitar o acesso da população a algumas habitações e terrenos agrícolas. (Exército)
11 de outubro de 2010
Exercício "Oríon" com 13 viaturas blindadas de rodas Pandur II a operar
O exercício "Oríon", do Exército Português, que decorre entre o Alto Alentejo e a Beira Interior, conta com 13 viaturas Pandur II a operar, disse à agência Lusa o comandante das Forças Terrestres, tenente general Amaral Vieira.
O oficial general disse que no exercício está "uma companhia de Pandur a operar", ou seja, 13 - quatro por cada pelotão (três) e uma atribuída ao comandante da companhia.
O "Oríon" é o principal exercício do Exército e tem por finalidade testar as capacidades da sua Força Operacional Permanente (FOPE) em diversos cenários de crise. (DN)
O oficial general disse que no exercício está "uma companhia de Pandur a operar", ou seja, 13 - quatro por cada pelotão (três) e uma atribuída ao comandante da companhia.
O "Oríon" é o principal exercício do Exército e tem por finalidade testar as capacidades da sua Força Operacional Permanente (FOPE) em diversos cenários de crise. (DN)
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7 de outubro de 2010
Exercício "Orion 2010" envolve 20 mil militares
Cerca de 20 mil militares do Exército estão envolvidos no exercício "Orion 2010", que decorre no Alentejo e na Beira Interior, com o objectivo de testar a capacidade de resposta das tropas portuguesas em cenários de crise.
"Em termos de meios humanos envolvidos nas duas fases do exercício, nós temos aproximadamente cerca de 20 mil militares", revelou o major de Infantaria, João Carvalho.
Este número, explicou, abrange os militares envolvidos desde que os planos de segurança foram activados nas respectivas unidades até agora, ou seja, na fase em que os militares estão no terreno.
O "Orion" é o principal exercício do Exército Português e tem por finalidade testar as capacidades da sua Força Operacional Permanente (FOPE) em diversos cenários de crise.
De acordo com o major João Carvalho, que falava numa conferência de imprensa em Alter do Chão (Portalegre), este exercício, que termina na segunda-feira, está a decorrer em "duas regiões do país".
Dentro deste contexto, foram criados países "fictícios" nos quais decorrem operações de contenção de acções terroristas e de ajuda a populações em situação de calamidade pública.
"O cenário fictício envolve duas áreas, a região de Monfortinho (Idanha a Nova) e a região de Castelo Branco, onde está a operar a Brigada de Intervenção, e as zonas de Santa Margarida (Santarém) e de Alter do Chão, onde está fisicamente a Brigada Mecanizada", explicou.
No domingo, realiza-se em Alter do Chão, no Pólo da Universidade de Évora, um briefing do exercício "Orion 2010", no posto de comando avançado do Comando da Componente Terrestre.
Já na segunda-feira, último dia do exercício, realiza-se na aldeia de Alter Pedroso (Alter do Chão) uma demonstração de capacidade da Componente Operacional do Exército. (JN)
"Em termos de meios humanos envolvidos nas duas fases do exercício, nós temos aproximadamente cerca de 20 mil militares", revelou o major de Infantaria, João Carvalho.
Este número, explicou, abrange os militares envolvidos desde que os planos de segurança foram activados nas respectivas unidades até agora, ou seja, na fase em que os militares estão no terreno.
O "Orion" é o principal exercício do Exército Português e tem por finalidade testar as capacidades da sua Força Operacional Permanente (FOPE) em diversos cenários de crise.
De acordo com o major João Carvalho, que falava numa conferência de imprensa em Alter do Chão (Portalegre), este exercício, que termina na segunda-feira, está a decorrer em "duas regiões do país".
Dentro deste contexto, foram criados países "fictícios" nos quais decorrem operações de contenção de acções terroristas e de ajuda a populações em situação de calamidade pública.
"O cenário fictício envolve duas áreas, a região de Monfortinho (Idanha a Nova) e a região de Castelo Branco, onde está a operar a Brigada de Intervenção, e as zonas de Santa Margarida (Santarém) e de Alter do Chão, onde está fisicamente a Brigada Mecanizada", explicou.
No domingo, realiza-se em Alter do Chão, no Pólo da Universidade de Évora, um briefing do exercício "Orion 2010", no posto de comando avançado do Comando da Componente Terrestre.
Já na segunda-feira, último dia do exercício, realiza-se na aldeia de Alter Pedroso (Alter do Chão) uma demonstração de capacidade da Componente Operacional do Exército. (JN)
22 de outubro de 2009
EXÉRCITO TESTOU CAPACIDADES NO EXERCÍCIO “ORION 09”
Decorreu entre 08 e 16 de Outubro, o principal exercício anual do Exército “ORION 09”, cuja responsabilidade de planeamento, comando, controlo e execução coube ao Comando Operacional e que teve por finalidade testar as capacidades da Componente Operacional do Sistema de Forças Nacional - Exército (SFN-E), no âmbito de uma Operação de Resposta a Crises (CRO).
Para este ano foi determinado que as Forças do Exército fossem testadas na execução de operações militares em todo o espectro da conflitualidade actual.
O exercício decorreu na modalidade CPX/LIVEX, tendo a Brigada de Intervenção, Brigada Mecanizada e Brigada de Reacção Rápida, colocado forças no terreno nas regiões da Figueira da Foz, Santa Margarida e Tancos, respectivamente.
Este ano foi decidido alargar o âmbito do exercício a todas as Unidades, Estabelecimentos e Órgãos do Exército (UEO), com a finalidade de treinar e testar o Estado de Prontidão Militar pela alteração dos Estados de Segurança. Neste exercício estiveram envolvidos cerca de 2300 militares, 320 viaturas e vários meios aéreos. Durante a implementação do Estado de Alerta DELTA, estiveram envolvidos cerca de 16500 militares e 1700 viaturas.
Aproveitando a realização deste exercício, foram testadas com sucesso, as novas funcionalidades de Comunicações e Sistemas de Informação do Centro de Operações Terrestres do Comando Operacional. (Exército)
Para este ano foi determinado que as Forças do Exército fossem testadas na execução de operações militares em todo o espectro da conflitualidade actual.
O exercício decorreu na modalidade CPX/LIVEX, tendo a Brigada de Intervenção, Brigada Mecanizada e Brigada de Reacção Rápida, colocado forças no terreno nas regiões da Figueira da Foz, Santa Margarida e Tancos, respectivamente.
Este ano foi decidido alargar o âmbito do exercício a todas as Unidades, Estabelecimentos e Órgãos do Exército (UEO), com a finalidade de treinar e testar o Estado de Prontidão Militar pela alteração dos Estados de Segurança. Neste exercício estiveram envolvidos cerca de 2300 militares, 320 viaturas e vários meios aéreos. Durante a implementação do Estado de Alerta DELTA, estiveram envolvidos cerca de 16500 militares e 1700 viaturas.
Aproveitando a realização deste exercício, foram testadas com sucesso, as novas funcionalidades de Comunicações e Sistemas de Informação do Centro de Operações Terrestres do Comando Operacional. (Exército)
17 de outubro de 2009
Exército português caminha para a excelência
O Exército português caminha para a excelência, disse hoje, na Figueira da Foz, o Chefe de Estado-Maior (CEME), General Pinto Ramalho, durante o exercício ORION 09, destinado a testar as capacidades da Força Operacional Permanente (FOPE).Em declarações aos jornalistas, no final de uma acção de demonstração nas matas nacionais de Lavos, Pinto Ramalho Sustentou que o Exército português "conta em termos internacionais".
"Estamos no bom caminho. O Exército português, em termos internacionais, no seio da NATO e União Europeia, é um exército a caminho da excelência", afirmou.(EPA)
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