(FAP)Uma aeronave C-295M e 15 militares da Força Aérea descolaram da Base Aérea N.º 6, no Montijo, no dia 13 de Outubro, para integrar, até ao dia 12 de Dezembro, a Operação JO INDALO 2019, da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (FRONTEX).
O destacamento português vai estar a operar a partir de Málaga, numa operação de controlo e vigilância marítima das fronteiras do sul de Espanha.
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16 de outubro de 2019
31 de outubro de 2018
C-295M DA FORÇA AÉREA PATRULHA MEDITERRÂNEO CENTRAL
Um avião C-295M e cerca de 20 militares da Força Aérea integram, de 01 de Novembro a 20 de Dezembro, a Operação Themis, da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (FRONTEX).
O destacamento português vai estar sediado em Lamezia Terme, em Itália, para esta operação de controlo de fronteiras, vigilância marítima e busca e salvamento no Mediterrâneo Central. (FAP)
O destacamento português vai estar sediado em Lamezia Terme, em Itália, para esta operação de controlo de fronteiras, vigilância marítima e busca e salvamento no Mediterrâneo Central. (FAP)
26 de maio de 2018
Força Aérea participou no Montemuro 18
Entre 18 e 19 de Maio, a Força Aérea participou num exercício no qual testou a aeronave C-295M numa missão de reconhecimento aéreo do teatro de operações com transmissão de imagens em sistema vídeo downlink.
Denominado PROCIV MONTEMURO 18 e envolvendo os distritos de Aveiro e Viseu, o exercício da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) simulou um cenário de excepção decorrente de um incêndio rural de grandes dimensões.
No decorrer da missão, a Força Aérea adicionalmente testou com sucesso um sistema de captação e transmissão de vídeo a partir de um meio aéreo não tripulado no âmbito da parceria com a empresa UA Vision.
A par do C-295M, a Força Aérea empenhou um destacamento da Repartição de Engenharia de Aeródromos constituído por uma equipa de cinco militares, uma máquina de rasto e um semi-reboque porta máquinas.
A participação da Força Aérea neste exercício permitiu testar os processos de activação, bem como exercitar o emprego e a interoperabilidade dos meios dos três ramos das Forças Armadas em apoio à ANPC. (FAP)
Denominado PROCIV MONTEMURO 18 e envolvendo os distritos de Aveiro e Viseu, o exercício da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) simulou um cenário de excepção decorrente de um incêndio rural de grandes dimensões.
No decorrer da missão, a Força Aérea adicionalmente testou com sucesso um sistema de captação e transmissão de vídeo a partir de um meio aéreo não tripulado no âmbito da parceria com a empresa UA Vision.
A par do C-295M, a Força Aérea empenhou um destacamento da Repartição de Engenharia de Aeródromos constituído por uma equipa de cinco militares, uma máquina de rasto e um semi-reboque porta máquinas.
A participação da Força Aérea neste exercício permitiu testar os processos de activação, bem como exercitar o emprego e a interoperabilidade dos meios dos três ramos das Forças Armadas em apoio à ANPC. (FAP)
3 de maio de 2018
Força Aérea em operação no Mediterrâneo
Os meios da Força Aérea participam na operação INDALO da Agência Europeia da Guarda Costeira e Fronteiras (FRONTEX), de 01 de Maio a 30 de Junho, com destacamento em Málaga.
A Esquadra 502 – Elefantes, com uma aeronave C-295M VIMAR, colabora assim na promoção da estabilidade e da segurança em todo o Mediterrâneo, monitorizando situações de narcotráfico, de migração ilegal e de poluição marítima.
Para isso, contribuem não só a experiência dos militares envolvidos, mas também a tecnologia associada a esta aeronave, no que concerne a comunicações e sensores de reconhecimento e vigilância. (FAP)
A Esquadra 502 – Elefantes, com uma aeronave C-295M VIMAR, colabora assim na promoção da estabilidade e da segurança em todo o Mediterrâneo, monitorizando situações de narcotráfico, de migração ilegal e de poluição marítima.
Para isso, contribuem não só a experiência dos militares envolvidos, mas também a tecnologia associada a esta aeronave, no que concerne a comunicações e sensores de reconhecimento e vigilância. (FAP)
18 de janeiro de 2018
Esquadra 502 detectaram mais de 27 mil embarcações na operação FRONTEX
Terminou a 30 de Novembro a participação da Esquadra 502 - Elefantes na operação FRONTEX de 2017. A retracção deste destacamento, de Málaga para a Base Aérea N.º 6, contou com a cooperação da Esquadra 501 - Bisontes.
Este foi sétimo ano consecutivo em que os “Elefantes” contribuíram para a vigilância do mar Mediterrâneo, tendo cumprido no total sete meses de missão, operando a partir de Catânia (Itália) e de Málaga (Espanha).
Com mais de 700 horas de voo ao serviço da FRONTEX, no ano passado, os ‘Elefantes’ asseguraram a cobertura de uma área superior a quatro milhões de quilómetros quadrados, bem como a identificação de mais de 27 mil embarcações.
Destaque para a missão de 28 de maio, onde foi efectuado pela Esquadra 502 o primeiro lançamento, em ambiente operacional, de uma balsa salva-vidas (kit MA-1). Esta balsa, lançada a partir da aeronave C-295M, permitiu o salvamento de 34 migrantes, que estavam em perigo de vida, após a embarcação em que seguiam se ter incendiado.
Os destacamentos da Esquadra 502 foram merecedores da visita de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa e Comandante Supremo das Forças Armadas, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, e ainda da Ministra da Imigração e Integração da Dinamarca, Inger Stojberg, e do ministro dos Negócios Estrangeiros da Áustria, Sebastian Kurz.
Nos últimos anos de operação para a agência europeia FRONTEX, a Esquadra 502 realizou 754 missões, tendo efectuado mais de 3600 horas de voo, com cobertura de, aproximadamente, 30 milhões de quilómetros quadrados e a detecção de mais de 6400 migrantes. (FAP)
Este foi sétimo ano consecutivo em que os “Elefantes” contribuíram para a vigilância do mar Mediterrâneo, tendo cumprido no total sete meses de missão, operando a partir de Catânia (Itália) e de Málaga (Espanha).
Com mais de 700 horas de voo ao serviço da FRONTEX, no ano passado, os ‘Elefantes’ asseguraram a cobertura de uma área superior a quatro milhões de quilómetros quadrados, bem como a identificação de mais de 27 mil embarcações.
Destaque para a missão de 28 de maio, onde foi efectuado pela Esquadra 502 o primeiro lançamento, em ambiente operacional, de uma balsa salva-vidas (kit MA-1). Esta balsa, lançada a partir da aeronave C-295M, permitiu o salvamento de 34 migrantes, que estavam em perigo de vida, após a embarcação em que seguiam se ter incendiado.
Os destacamentos da Esquadra 502 foram merecedores da visita de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa e Comandante Supremo das Forças Armadas, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, e ainda da Ministra da Imigração e Integração da Dinamarca, Inger Stojberg, e do ministro dos Negócios Estrangeiros da Áustria, Sebastian Kurz.
Nos últimos anos de operação para a agência europeia FRONTEX, a Esquadra 502 realizou 754 missões, tendo efectuado mais de 3600 horas de voo, com cobertura de, aproximadamente, 30 milhões de quilómetros quadrados e a detecção de mais de 6400 migrantes. (FAP)
30 de outubro de 2017
Força Aérea detecta 13 focos de incêndio
Os meios da Força Aérea foram activados, nos dias 27 e 28 de Outubro, para missões de apoio no combate a incêndios, tendo detectado 13 focos de incêndio.
Uma aeronave C-295M, operada pela Esquadra 502 – “Elefantes”, realizou cerca de 11h30 de voo, em missões diurnas e nocturnas, com o empenhamento de diversas tripulações.
Estes meios aéreos, com os seus avançados sensores de deteção térmica, foram fundamentais para orientar os meios no terreno durante o combate aos incêndios no território nacional.
Após a detecção e monitorização dos focos de incêndio, as informações recolhidas pelas tripulações da Força Aérea eram processadas pelo centro de Comando e Controlo do Comando Aéreo e, de imediato, difundidas para o Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS). Posteriormente, o CNOS disseminava essas informações pelos seus órgãos ou centros de coordenação locais, de forma a poder efectuar o combate com eficácia. (Fap)
Uma aeronave C-295M, operada pela Esquadra 502 – “Elefantes”, realizou cerca de 11h30 de voo, em missões diurnas e nocturnas, com o empenhamento de diversas tripulações.
Estes meios aéreos, com os seus avançados sensores de deteção térmica, foram fundamentais para orientar os meios no terreno durante o combate aos incêndios no território nacional.
Após a detecção e monitorização dos focos de incêndio, as informações recolhidas pelas tripulações da Força Aérea eram processadas pelo centro de Comando e Controlo do Comando Aéreo e, de imediato, difundidas para o Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS). Posteriormente, o CNOS disseminava essas informações pelos seus órgãos ou centros de coordenação locais, de forma a poder efectuar o combate com eficácia. (Fap)
21 de outubro de 2017
Força Aérea participa no Atlantic Polex 2017
A Força Aérea participou no exercício Atlantic Polex 2017, promovido pelo Serviço do Combate à Poluição do Mar da Autoridade Marítima, nos dias 18 e 19 de Outubro, em Vila Real de Santo António, Algarve. O evento contou com a presença do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, e do Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, bem como de outras individualidades militares e civis.
No primeiro dia, correspondente à primeira fase do Atlantic Polex 2017, foi apresentado o exercício e realizado um seminário subordinado ao tema “A Preservação do meio marinho”.
Na segunda fase, dia 19 de Outubro, iniciou-se então o exercício de combate à poluição, na Marina e Porto de Vila Real de Santo António e na Praia de Monte Gordo. A simulação de um incidente de poluição marítima criou o cenário para empenhar diversos meios, com diferentes missões atribuídas, a operar em terra e no mar. A Força Aérea contribuiu com uma aeronave C-295M VIMAR, da Esquadra 502 – “Elefantes”.
Além da Força Aérea, a Autoridade Marítima contou a participação da Marinha, da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, da Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA), do Instituto Hidrográfico, da Autoridade Nacional de Protecção Civil – Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro, da Associação Naval do Guadiana, da Sociedade Salvamento y Seguridad Marítima (SASEMAR), da SVITZER Portugal, da Tekever Group, da Universidade do Algarve, do Zoomarine, da Docapesca, da Rebonave e do Projecto MARPOCS.
Participou pela primeira vez neste exercício a Marinha Real Marroquina, que deslocou para Portugal um navio patrulha. (FAP)
No primeiro dia, correspondente à primeira fase do Atlantic Polex 2017, foi apresentado o exercício e realizado um seminário subordinado ao tema “A Preservação do meio marinho”.
Na segunda fase, dia 19 de Outubro, iniciou-se então o exercício de combate à poluição, na Marina e Porto de Vila Real de Santo António e na Praia de Monte Gordo. A simulação de um incidente de poluição marítima criou o cenário para empenhar diversos meios, com diferentes missões atribuídas, a operar em terra e no mar. A Força Aérea contribuiu com uma aeronave C-295M VIMAR, da Esquadra 502 – “Elefantes”.
Além da Força Aérea, a Autoridade Marítima contou a participação da Marinha, da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, da Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA), do Instituto Hidrográfico, da Autoridade Nacional de Protecção Civil – Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro, da Associação Naval do Guadiana, da Sociedade Salvamento y Seguridad Marítima (SASEMAR), da SVITZER Portugal, da Tekever Group, da Universidade do Algarve, do Zoomarine, da Docapesca, da Rebonave e do Projecto MARPOCS.
Participou pela primeira vez neste exercício a Marinha Real Marroquina, que deslocou para Portugal um navio patrulha. (FAP)
19 de setembro de 2017
.Presidente da República visita Destacamento da Força Aérea
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou no dia 18 de Setembro os meios da Força Aérea ao serviço da Agência Europeia da Guarda Costeira e Fronteiras (FRONTEX), a operar actualmente a partir de Málaga, Espanha.
Acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo, o Presidente da República reuniu com os militares da Esquadra 502 – “Elefantes”, assistiu a um briefing sobre a participação da Força Aérea nas operações da FRONTEX e acompanhou uma missão a bordo da aeronave C-295M VIMAR.
O destacamento português é constituído por 14 militares da Esquadra 502, aos quais se junta um oficial de ligação em Madrid. Os meios estão empenhados na Operação INDALO 2017 desde o início de Setembro e vão manter-se até ao final de Novembro.
O objectivo da operação é monitorizar situações de narcotráfico, de migração ilegal e de poluição marítima, colaborando na promoção da estabilidade e da segurança em todo o Mediterrâneo. Para isso, contribuem não só a experiência das tripulações envolvidas, mas também a tecnologia associada à aeronave C-295M VIMAR, bem equipada no que concerne a comunicações e sensores de reconhecimento e vigilância.
“É impressionante a sofisticação do controlo e a qualidade dos homens que fazem este controlo”, disse o Presidente da República aos jornalistas que acompanharam a visita a Málaga.
Entre 2011 e 2017, as Esquadras 502 - "Elefantes" e 601 - "Lobos" (esta última com a aeronave P-3C CUP+) ajudaram a resgatar perto de 9700 pessoas no mar, voaram mais de 4250 horas e patrulharam uma área de 37 440 004 Km2. (FAP)
Acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Manuel Teixeira Rolo, o Presidente da República reuniu com os militares da Esquadra 502 – “Elefantes”, assistiu a um briefing sobre a participação da Força Aérea nas operações da FRONTEX e acompanhou uma missão a bordo da aeronave C-295M VIMAR.
O destacamento português é constituído por 14 militares da Esquadra 502, aos quais se junta um oficial de ligação em Madrid. Os meios estão empenhados na Operação INDALO 2017 desde o início de Setembro e vão manter-se até ao final de Novembro.
O objectivo da operação é monitorizar situações de narcotráfico, de migração ilegal e de poluição marítima, colaborando na promoção da estabilidade e da segurança em todo o Mediterrâneo. Para isso, contribuem não só a experiência das tripulações envolvidas, mas também a tecnologia associada à aeronave C-295M VIMAR, bem equipada no que concerne a comunicações e sensores de reconhecimento e vigilância.
“É impressionante a sofisticação do controlo e a qualidade dos homens que fazem este controlo”, disse o Presidente da República aos jornalistas que acompanharam a visita a Málaga.
Entre 2011 e 2017, as Esquadras 502 - "Elefantes" e 601 - "Lobos" (esta última com a aeronave P-3C CUP+) ajudaram a resgatar perto de 9700 pessoas no mar, voaram mais de 4250 horas e patrulharam uma área de 37 440 004 Km2. (FAP)
14 de julho de 2017
'Elefantes' voaram 400 horas ao serviço da Agência Frontex
No período compreendido entre Março e Junho, as tripulações da Esquadra 502 - Elefantes efectuaram 400 horas de voo, tendo, no total, feito cobertura de uma área superior a 1.489.500 milhas quadradas ao serviço da Agência FRONTEX. Foram identificados 14.893 alvos, que culminaram em 192 eventos, que por sua vez levaram à identificação de 89 contactos de interesse para a Agência FRONTEX.
Entre as várias missões efectuadas, é de destacar a missão do dia 28 de Maio onde, pela primeira vez na história da Esquadra 502, foi efectuado o lançamento real das balsas de salvamento (KIT-MA1), que permitiu o resgate bem sucedido, e sem vítimas a lamentar, de 34 migrantes.
O destacamento português operou a partir da Base Aérea de Málaga, em Espanha, apoiando na monitorização de situações de narcotráfico, de imigração ilegal e de poluição marítima, com o objectivo de promover a estabilidade e a segurança em todo o Mar Mediterrâneo. (FAP)
Entre as várias missões efectuadas, é de destacar a missão do dia 28 de Maio onde, pela primeira vez na história da Esquadra 502, foi efectuado o lançamento real das balsas de salvamento (KIT-MA1), que permitiu o resgate bem sucedido, e sem vítimas a lamentar, de 34 migrantes.
O destacamento português operou a partir da Base Aérea de Málaga, em Espanha, apoiando na monitorização de situações de narcotráfico, de imigração ilegal e de poluição marítima, com o objectivo de promover a estabilidade e a segurança em todo o Mar Mediterrâneo. (FAP)
19 de junho de 2017
Reconfiguração do C-295M traz mais eficiência
A frota C-295M, fruto das suas capacidades, tem vindo a ser solicitada para uma multiplicidade de diferentes tipos de missões, como sejam transportes aeromédicos, busca e salvamento, vigilância marítima, lançamentos de tropas aerotransportadas, transporte aéreo-táctico, aéreo-geral e de altas entidades. Estas missões exigem configurações especificas, muitas vezes decididas muito próximo da execução da missão, o que vinha colocando muita pressão e aumento da carga de trabalho nesta área, com recurso a muito trabalho para além das horas normais de serviço.
A análise detalhada da situação vivida permitiu identificar os principais problemas com este processo, nomeadamente: lacunas no planeamento, na comunicação interna e externa, bem como diversos desperdícios na reconfiguração das aeronaves propriamente ditas, excessos de deslocações das equipas, transporte de ferramentas e equipamentos e baixa normalização do processo.
Na construção da situação futura deste processo usou-se a metodologia “Lean”, no sentido de ser alcançado um processo com o mínimo desperdício possível e o menor número de recursos envolvidos.
Um novo processo de planeamento passará a balancear as necessidades mensais com a capacidade existente, no sentido de reduzir as variações ao planeamento ao máximo de duas por semana. Em julho de 2017, será criada uma nova área de controlo da execução, que reunirá em simultâneo toda a informação, operacional e da manutenção, e demais elementos relativos à missão.
Em Junho de 2017, fora criada uma célula de configurações no melhor local possível (tipo “Pit Stop da Formula 1”), com as ferramentas e kits de material necessários, prontos a usar para reconfigurar as aeronaves, com recurso a gestão visual e checklists para rápida configuração.
Foi também decidido consoante o número de aeronaves disponíveis quais as configurações pré-definidas a usar em função da procura habitual.
O novo processo irá permitir reduzir as habituais 471 reconfigurações para cerca de 160 por ano, com redução de cerca de 50 % no tempo de execução, optimizando em cerca de 40 % o tempo dos militares envolvidos. (FAP)
A análise detalhada da situação vivida permitiu identificar os principais problemas com este processo, nomeadamente: lacunas no planeamento, na comunicação interna e externa, bem como diversos desperdícios na reconfiguração das aeronaves propriamente ditas, excessos de deslocações das equipas, transporte de ferramentas e equipamentos e baixa normalização do processo.
Na construção da situação futura deste processo usou-se a metodologia “Lean”, no sentido de ser alcançado um processo com o mínimo desperdício possível e o menor número de recursos envolvidos.
Um novo processo de planeamento passará a balancear as necessidades mensais com a capacidade existente, no sentido de reduzir as variações ao planeamento ao máximo de duas por semana. Em julho de 2017, será criada uma nova área de controlo da execução, que reunirá em simultâneo toda a informação, operacional e da manutenção, e demais elementos relativos à missão.
Em Junho de 2017, fora criada uma célula de configurações no melhor local possível (tipo “Pit Stop da Formula 1”), com as ferramentas e kits de material necessários, prontos a usar para reconfigurar as aeronaves, com recurso a gestão visual e checklists para rápida configuração.
Foi também decidido consoante o número de aeronaves disponíveis quais as configurações pré-definidas a usar em função da procura habitual.
O novo processo irá permitir reduzir as habituais 471 reconfigurações para cerca de 160 por ano, com redução de cerca de 50 % no tempo de execução, optimizando em cerca de 40 % o tempo dos militares envolvidos. (FAP)
22 de dezembro de 2016
Reactivar a base de Tancos como alternativa à BA6
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| Aeródromo de Tancos - Serrano Rosa |
A antiga base de Tancos (BA3), adaptada a partir de 1993 para receber helicópteros do Exército que não se compraram, será a solução natural para acolher as aeronaves de transporte da Força Aérea se este ramo deixar o Montijo por causa do novo aeroporto de Lisboa.
A escolha é admitida, embora sem estudos técnicos prévios, por fontes civis e militares ouvidas pelo DN, no quadro do debate sobre o futuro da base aérea do Montijo (BA6) e quanto às alternativas para a Força Aérea cumprir as missões que executa a partir daquela unidade na margem sul do rio Tejo.
Há pelo menos quatro condições de partida que justificam a opção de transferir, para Tancos, as esquadras de transporte militar dos C-295 e dos C-130, a primeira das quais decorre de ser ali - longe de núcleos urbanos - que se realizam os treinos de lançamento dos para-quedistas da Brigada de Reacção Rápida do Exército, bem como a projecção de várias Forças Nacionais Destacadas.
A existência de espaço livre e público no Polígono de Tancos (150 mil metros quadrados) para poder alargar o Aeródromo Militar de Tancos (AMT), construir hangares e infraestruturas aeroportuárias quando forem adquiridos os sucessores dos C-130 - que se prevê serem os KC-390 e mesmo no Montijo exigiriam estruturas de raiz - e, ainda, o facto de as novas aeronaves terem capacidade de combate aos incêndios aconselham "uma localização central no país" para instalar as esquadras de transporte, observaram duas das fontes.
As alternativas existentes também reforçam aquela solução e funcionam como quinto argumento a favor de Tancos: excluindo Sintra e Monte Real (sede dos caças de defesa aérea), resta a base de Beja - que está longe das unidades de para quedistas e das áreas de maior incidência dos fogos florestais, além de ter um terminal para a aviação civil.
"Não há infraestruturas noutras bases para a aviação de transporte. A Ota não é opção por causa das aproximações no espaço aéreo à Portela, Sintra idem aspas... Tancos é quase chave na mão, apenas exige remodelações", reconheceu um oficial superior da Força Aérea.
Sendo Tancos uma área sem restrições de sobrevoo e a partir da qual não há aeronaves a operar, será ainda favorecido o treino das aproximações por instrumentos e das tripulações, que a Força Aérea prevê serem impossibilitadas com o uso da BA6 pela aviação comercial.
Missões de treino noutras bases
Um dos constrangimentos identificados pela Força Aérea com a abertura da BA6 à aviação civil é o da redução, "seguramente mais de 50%" delas, das missões de treino e que "deverão ser executadas noutros aeródromos". E os restantes voos locais e de treino no Montijo, que não são prioritários face aos aviões comerciais, "terão de ser ajustados para não coincidirem com os picos do tráfego civil".
A Força Aérea prevê, porém, que "com o aumento do número de movimentos de aeronaves civis será, previsivelmente, incompatível manter a componente de voo local" no Montijo, "pelo que a totalidade das missões de treino será executada noutros aeródromos" - com o resultante aumento do número de horas de voo (traduzido em custos financeiros) só em trânsito da BA6 para essas unidades.
Além das aproximações das aeronaves por instrumentos, as missões de treino incluem a simulação de emergências, descolagens e aterragens, circuitos visuais para as pistas ou, entre outras, manobras no solo. Outro constrangimento referido pela Força Aérea é o dos "atrasos nos voos de experiência", em especial dos helicópteros EH101, que se realizam à vertical do aeródromo.
Relativamente fácil de concretizar em Tancos, no complexo quadro de mudanças associadas ao alargamento do aeroporto de Lisboa, seria a coexistência do Exército e da Força Aérea, desde logo porque seria uma demonstração da cultura de actuação conjunta de que há muito se fala nas Forças Armadas.
Tendo de retirar o comando e o Estado-Maior da Brigada de Reacção Rápida do AMT, a proximidade dos regimentos de Para-quedistas e Engenharia ou do Campo de Santa Margarida oferecem alternativas para reinstalação. O mesmo se diga quanto ao hospital de campanha do Exército (contentores e viaturas), que ocupa parte das instalações do aeródromo de Tancos. Em tempos foi equacionada a sua transferência para Abrantes, onde está o Regimento de Apoio Militar de Emergência, mas a ideia terá sido afastada devido à conveniência de estar junto a um aeródromo. (Fonte: DN)
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2 de maio de 2016
C-295M PORTUGUÊS PARTICIPA EM OPERAÇÃO DA FRONTEX
Uma aeronave C-295M e 18 militares da Força Aérea Portuguesa participam numa operação da agência FRONTEX (Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia) em cooperação com as autoridades italianas, para vigilância das fronteiras marítimas a sul daquele país.
Esta Força Nacional Destacada, com meios da Esquadra 502 - "Elefantes", vai operar no âmbito da Operação JO TRITON 2016, a partir de Sigonella, entre os dias 01 de maio e 30 de Junho. (Emgfa)
Esta Força Nacional Destacada, com meios da Esquadra 502 - "Elefantes", vai operar no âmbito da Operação JO TRITON 2016, a partir de Sigonella, entre os dias 01 de maio e 30 de Junho. (Emgfa)
22 de outubro de 2015
Desenrolar da Operação TRITON
A Força Aérea Portuguesa mantém, desde 01 de Outubro, a sua presença na Operação TRITON, no âmbito da Agência Europeia FRONTEX. Esta Operação desenrola-se no Mar do Mediterrâneo e conta com a participação de uma aeronave C-295M da Esquadra 502 – “Elefantes”, bem como respectiva tripulação.
Neste momento temos deparado com um quadro de poucas detecções na área de Operações, em grande parte devido às condições atmosféricas que se fazem sentir naquela zona do Mediterrâneo e que têm obrigado a que os refugiados recorram a outras vias de entrada na Europa.
Contudo, o destacamento nacional mantém a sua vigilância marítima, numa Operação que terminará a 31 de Outubro de 2015. Efectuámos até ao momento um total de 13 missões, patrulhando quase 650 mil Km2, onde foram investigadas 1.989 embarcações e realizadas 61 horas de voo.
Neste momento temos deparado com um quadro de poucas detecções na área de Operações, em grande parte devido às condições atmosféricas que se fazem sentir naquela zona do Mediterrâneo e que têm obrigado a que os refugiados recorram a outras vias de entrada na Europa.
Contudo, o destacamento nacional mantém a sua vigilância marítima, numa Operação que terminará a 31 de Outubro de 2015. Efectuámos até ao momento um total de 13 missões, patrulhando quase 650 mil Km2, onde foram investigadas 1.989 embarcações e realizadas 61 horas de voo.
8 de outubro de 2015
Força Aérea termina participação na Operação HERA
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A aeronave C-295M esteve envolvida desde 22 de Agosto nesta operação em Dakar, no Senegal. Foram empenhados durante os 40 dias de destacamento mais de 40 militares da esquadra 502 - "Elefantes", envolvendo a movimentação de quatro aeronaves (três de apoio), em mais de 180 horas de voo entre operacionais e de apoio.
As missões tiveram como principal finalidade a detecção e a localização de embarcações suspeitas de migração ilegal. Contudo, foram efectuadas outras missões - nomeadamente de Busca e Salvamento (SAR) - em apoio às autoridades senegalesas. As missões de SAR estiveram relacionadas com: dois naufrágios, um deles devido ao mau tempo causado pelo furacão Fred; e uma Operação de SAR de grande envergadura, que teve na sua origem uma eventual colisão em voo entre duas aeronaves que causou o despenhar de uma delas.
Durante a Operação HERA, o destacamento efectuou um total de 33 missões operacionais, patrulhando quase 2 mil milhões de Km2. Foram investigadas 2. 271 embarcações e realizadas 120 horas de voo operacionais.
A participação na Operação HERA terminou no dia 30 de Setembro e foi amplamente elogiada pelas autoridades senegalesas, que agradeceram a vasta colaboração dos militares portugueses na costa ocidental africana. (FAP)
As missões tiveram como principal finalidade a detecção e a localização de embarcações suspeitas de migração ilegal. Contudo, foram efectuadas outras missões - nomeadamente de Busca e Salvamento (SAR) - em apoio às autoridades senegalesas. As missões de SAR estiveram relacionadas com: dois naufrágios, um deles devido ao mau tempo causado pelo furacão Fred; e uma Operação de SAR de grande envergadura, que teve na sua origem uma eventual colisão em voo entre duas aeronaves que causou o despenhar de uma delas.
Durante a Operação HERA, o destacamento efectuou um total de 33 missões operacionais, patrulhando quase 2 mil milhões de Km2. Foram investigadas 2. 271 embarcações e realizadas 120 horas de voo operacionais.
A participação na Operação HERA terminou no dia 30 de Setembro e foi amplamente elogiada pelas autoridades senegalesas, que agradeceram a vasta colaboração dos militares portugueses na costa ocidental africana. (FAP)
21 de setembro de 2015
A Força Aérea Portuguesa participa na Operação Hera
A Força Aérea Portuguesa mantém desde 22 de Agosto e no âmbito da Agência Europeia FRONTEX, participação na Operação Hera, na costa ocidental africana, com uma aeronave C-295M e respectiva tripulação.
Embora a finalidade da missão seja a detecção e localização de embarcações suspeitas de migração ilegal, as tripulações estão também preparadas para responder a qualquer pedido de Busca e Salvamento. É precisamente nesta área que o meio nacional já foi envolvido por diversas vezes, sendo a mais recente a busca por uma aeronave Hawker HS-125, desaparecida.
O C-295M, em conjunto com outros meios de busca e salvamento, tem efectuado inúmeras missões em busca da aeronave desaparecida não tendo, até ao momento, sido avistados quaisquer objectos que possam ser considerados correspondentes à aeronave desaparecida.
O destacamento nacional, que participa na Operação Hera que terminará dia 30 de Setembro de 2015, efectuou já um total de 23 missões, patrulhando mais de 1.200.000 Km2. Foram investigadas quase 2000 embarcações e realizadas cerca de 80 horas de voo. (Emgfa)
Embora a finalidade da missão seja a detecção e localização de embarcações suspeitas de migração ilegal, as tripulações estão também preparadas para responder a qualquer pedido de Busca e Salvamento. É precisamente nesta área que o meio nacional já foi envolvido por diversas vezes, sendo a mais recente a busca por uma aeronave Hawker HS-125, desaparecida.
O C-295M, em conjunto com outros meios de busca e salvamento, tem efectuado inúmeras missões em busca da aeronave desaparecida não tendo, até ao momento, sido avistados quaisquer objectos que possam ser considerados correspondentes à aeronave desaparecida.
O destacamento nacional, que participa na Operação Hera que terminará dia 30 de Setembro de 2015, efectuou já um total de 23 missões, patrulhando mais de 1.200.000 Km2. Foram investigadas quase 2000 embarcações e realizadas cerca de 80 horas de voo. (Emgfa)
27 de julho de 2015
Força Aérea Portuguesa nas Operações TRITON E INDALO "Semana 3"
O P-3C CUP+ Orion da Força Aérea Portuguesa foi decisivo nas operações multinacionais que decorreram esta semana, no Mar Mediterrâneo e que resultaram no resgate de centenas de migrantes irregulares.
As operações, coordenadas pelas autoridades italianas, envolveram meios de vários países que integram a Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX).
Recorda-se que um destacamento da Esquadra 601 - "Lobos", juntamente com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, está até 31 de Agosto em Sigonella, Itália, a participar na operação TRITON, da FRONTEX.
Estas operações de vigilância marítima têm, por norma, incidência numa área que vai do sul de Itália ao norte da Líbia, com especial foco na região de Malta. Até ao momento, os "Lobos" já patrulharam uma aérea superior a 900 mil milhas náuticas quadradas, investigaram mais de sete mil alvos e voaram cerca de 70 horas.
Simultaneamente e até final de Julho, está a ser conduzida também a Operação INDALO, a partir de Málaga (Espanha), com o empenhamento de uma aeronave C-295M, da Esquadra 502 - "Elefantes". Esta projecta-se na área da costa sul de Espanha, onde existe uma excelente cooperação entre a Força Aérea Portuguesa e as autoridades espanholas, com vista ao apoio ao controlo da migração irregular com origem no norte de África. (Emgfa)
As operações, coordenadas pelas autoridades italianas, envolveram meios de vários países que integram a Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX).
Recorda-se que um destacamento da Esquadra 601 - "Lobos", juntamente com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, está até 31 de Agosto em Sigonella, Itália, a participar na operação TRITON, da FRONTEX.
Estas operações de vigilância marítima têm, por norma, incidência numa área que vai do sul de Itália ao norte da Líbia, com especial foco na região de Malta. Até ao momento, os "Lobos" já patrulharam uma aérea superior a 900 mil milhas náuticas quadradas, investigaram mais de sete mil alvos e voaram cerca de 70 horas.
Simultaneamente e até final de Julho, está a ser conduzida também a Operação INDALO, a partir de Málaga (Espanha), com o empenhamento de uma aeronave C-295M, da Esquadra 502 - "Elefantes". Esta projecta-se na área da costa sul de Espanha, onde existe uma excelente cooperação entre a Força Aérea Portuguesa e as autoridades espanholas, com vista ao apoio ao controlo da migração irregular com origem no norte de África. (Emgfa)
2 de julho de 2015
Força Aérea portuguesa integra missão no Mediterrâneo
Os dois aviões descolaram na terça-feira de Portugal e vão até 31 de Julho participar em missões de reconhecimento e vigilância das fronteiras marítimas do sul de Itália e do sul de Espanha confiadas à agência europeia de gestão da cooperação operacional nas fronteiras externas dos Estados-membros da União Europeia.
Os principais objectivos das missões onde participam os aviões P-3C Cup e C-295M são a "deteção, localização, identificação e acompanhamento de eventuais fluxos migratórios irregulares, de modo a apoiar unidades marítimas no seu controlo", lê-se na nota do EMGFA.
O comunicado divulgado hoje refere ainda que o avião C-295M da Esquadra 502 -- "Elefantes" ficará destacado na operação 'JO EPN INDALO 2015', em Málaga (Espanha), enquanto a aeronave P-3C CUP+, da Esquadra 601 -- "Lobos" actuará em Sigonella (Itália), na operação 'JO EPN TRITON 2015'.
Em Maio, a Comissão Europeia apresentou a sua estratégia para a migração, com várias medidas, entre elas o reforço para o triplo dos meios das missões de vigilância e salvamento "Triton" e "Poseidon", confiadas à agência Frontex, e a criação de regimes de acolhimento de refugiados.
Os principais objectivos das missões onde participam os aviões P-3C Cup e C-295M são a "deteção, localização, identificação e acompanhamento de eventuais fluxos migratórios irregulares, de modo a apoiar unidades marítimas no seu controlo", lê-se na nota do EMGFA.
O comunicado divulgado hoje refere ainda que o avião C-295M da Esquadra 502 -- "Elefantes" ficará destacado na operação 'JO EPN INDALO 2015', em Málaga (Espanha), enquanto a aeronave P-3C CUP+, da Esquadra 601 -- "Lobos" actuará em Sigonella (Itália), na operação 'JO EPN TRITON 2015'.
Em Maio, a Comissão Europeia apresentou a sua estratégia para a migração, com várias medidas, entre elas o reforço para o triplo dos meios das missões de vigilância e salvamento "Triton" e "Poseidon", confiadas à agência Frontex, e a criação de regimes de acolhimento de refugiados.
Fonte: NM
29 de abril de 2015
C-295M em demonstrações de capacidades na Irlanda
A Força Aérea Portuguesa foi convidada a realizar uma demonstração de capacidades da aeronave C-295M, configuração Vigilância Marítima (VIMAR), ao Irish Air Corps (IAC), Irlanda.
No dia 28 de Abril, foram concretizados dois voos, um deles com representantes do Departamento da Defesa e do Estado-Maior do IAC e outro com militares da Esquadra 101 do IAC, que operam o C-235.
Todos eles mostraram extremo interesse nas capacidades da aeronave da Esquadra 502 – “Elefantes”, certificada para voar em quaisquer condições meteorológicas, não só em missões de vigilância, mas também de transporte de tropas e de carga, transportes médicos e lançamento de cargas.(FAP)
No dia 28 de Abril, foram concretizados dois voos, um deles com representantes do Departamento da Defesa e do Estado-Maior do IAC e outro com militares da Esquadra 101 do IAC, que operam o C-235.
Todos eles mostraram extremo interesse nas capacidades da aeronave da Esquadra 502 – “Elefantes”, certificada para voar em quaisquer condições meteorológicas, não só em missões de vigilância, mas também de transporte de tropas e de carga, transportes médicos e lançamento de cargas.(FAP)
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16 de março de 2015
C-130 rende C-295 em Força Nacional Destacada no Mali
A aeronave C-130 substituiu a aeronave C-295M na Força Nacional Destacada por Portugal na MINUSMA (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali), no Mali.
No dia 15 de Março de 2015 decorreu a cerimónia de partida para o Mali do destacamento que integra militares portugueses da Força Aérea e do Exército. Esta nova força renderá uma outra que cumpriu a sua missão naquele país e que regressa a Portugal. Desta vez, para além da troca de meios humanos, também a aeronave será trocada: o C-130 H, da Esquadra 501 – “Bisontes” substitui o C-295 M, da Esquadra 502 – “Elefantes”. Esta cerimónia foi presidida pelo Vice-Almirante Pires da Cunha, Comandante Operacional Conjunto, em representação do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. (FAP)
No dia 15 de Março de 2015 decorreu a cerimónia de partida para o Mali do destacamento que integra militares portugueses da Força Aérea e do Exército. Esta nova força renderá uma outra que cumpriu a sua missão naquele país e que regressa a Portugal. Desta vez, para além da troca de meios humanos, também a aeronave será trocada: o C-130 H, da Esquadra 501 – “Bisontes” substitui o C-295 M, da Esquadra 502 – “Elefantes”. Esta cerimónia foi presidida pelo Vice-Almirante Pires da Cunha, Comandante Operacional Conjunto, em representação do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. (FAP)
1 de fevereiro de 2015
C-295M opera em aeródromos no norte do Mali
A Força Nacional Destacada no Mali continua ao serviço das Nações Unidas na missão de manutenção de paz daquele país. Durante as primeiras semanas da MINUSMA (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali), coube ao destacamento português operar com a aeronave C-295M em vários aeródromos da zona norte, entre eles o da vila de Kidal.
A missão está a decorrer desde o dia 12 de Janeiro e, além da aeronave da Esquadra 502 – “Elefantes”, conta com 47 militares portugueses (41 da Força Aérea e 6 do Exército).
A FND vai estar no Mali durante quatro meses para realizar missões de transporte, apoio sanitário e lançamento de carga. (FAP)
A missão está a decorrer desde o dia 12 de Janeiro e, além da aeronave da Esquadra 502 – “Elefantes”, conta com 47 militares portugueses (41 da Força Aérea e 6 do Exército).
A FND vai estar no Mali durante quatro meses para realizar missões de transporte, apoio sanitário e lançamento de carga. (FAP)
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