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11 de maio de 2021

Curso de Explosivos, Destruições, Minas e Armadilhas teve início no Regimento de Engenharia N. º1

(Exército) Teve início, no Regimento de Engenharia N.º 1, em Tancos, o Curso de Explosivos, Destruições, Minas e Armadilhas, ministrado a Oficiais e Sargentos dos quadros permanentes da Arma de Engenharia.

Este curso tem a duração de 46 dias úteis de formação, incluindo 5 dias de Exercício Final de Campo, onde os formandos irão ser confrontados com diversos cenários para colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos ao longo do período de formação.

No final do curso os formandos ficarão habilitados a planear, coordenar e executar missões envolvendo o emprego de minas, armadilhas e substâncias explosivas, assim como a executar destruições e sabotagens diversas e a reconhecer engenhos explosivos.

17 de julho de 2018

Procuram formação no Exército militares da GNR, da PSP, da Marinha e do Exército Brasileiro

Terminou no dia 5 de Julho, o 7º Curso de Inativação de Engenhos Explosivos (EOD – Explosive Ordenance Disposal), que se realizou no Regimento de Engenharia n.º 1, tendo presidido à sua cerimónia de encerramento o Director de Formação do Exército, Major-General Nunes dos Reis, e estado presentes na efeméride, o Adido do Exército e da Aeronáutica do Brasil em Portugal, Coronel André Luís Correia de Castro, o Comandante da Esquadrilha de Subsuperfície, Capitão de Mar e Guerra Silva Gouveia, o Intendente Luís Ferreira em representação do Comandante da Unidade Especial de Polícia, o Major Miguel Rodrigues em representação do Comandante da Unidade de Intervenção, e a Major Sílvia Dias em representação do Comandante da Escola das Armas.

O curso, que tem como finalidade habilitar os militares para a execução e planeamento de missões que envolvam engenhos explosivos convencionais, engenhos explosivos improvisados e busca militar; foi frequentado por 12 formandos oriundos do Exército (4), da Marinha (2), da Guarda Nacional Republicana (2), da Polícia de Segurança Pública (2) e do Exército Brasileiro (2).

Este curso permite ao Exército formar recursos humanos destinados ao Grupo de Equipas EOD que possui valências de duplo uso, no âmbito das operações militares, no apoio à actividade de treino operacional do Exército e no âmbito das operações de apoio civil, na prevenção e resposta a acidentes graves ou catástrofes, de natureza biológica, química, radiológica com ou sem associação a explosivos, e no apoio a Autoridades Civis e a Forças de Segurança no restabelecimento ou manutenção da lei e da ordem. (Exército)

5 de janeiro de 2017

Curso de Técnico Especialista em Demolições com Explosivos

Decorreu no Regimento de Engenharia Nº1, de 21 de Novembro a 15 de Dezembro, o 2º Curso de Técnico Especialista em Demolições com Explosivos (TEDEX). O curso habilita ao planeamento, controlo e execução de demolições por métodos explosivos, através dos módulos de Escoramentos de Emergência, Cargas e Explosivos, e de Demolição e Modelação de Estruturas, e culmina com a execução de um Projecto de Demolição.

O método explosivo é empregue em Portugal fundamentalmente pela Engenharia Militar e o seu domínio exige a capacidade de interligar conceitos das engenharias de estruturas e de explosivos.

O Exército assume assim um papel preponderante nesta matéria, tanto no âmbito da cooperação técnico-militar como no apoio militar de emergência, em resposta à ruína prematura de estruturas por causas naturais ou intencionais. (Exército)

6 de fevereiro de 2015

ABERTURA E DESTRUIÇÃO DE CONTENTORES COM MATERIAIS INDUSTRIAIS PERIGOSOS - RE 1

O Regimento de Engenharia Nº1 (RE1), através do Grupo de Equipas EOD (GrEqEOD), executou entre 07 e 08 de Janeiro de 2015 uma operação de abertura à distância e destruição de contentores metálicos contendo materiais industriais facilmente inflamáveis, em apoio a uma empresa do Parque de Resíduos da Chamusca.

Na sequência de várias tentativas de abertura dos contentores manualmente e também por meios mecânicos, tendo ambas as situações resultado em deflagrações descontroladas, e tendo-se verificado que o manuseamento destes contentores originava frequentemente deflagrações com elevado grau de perigosidade, devido particularmente ao estado de degradação do material, foi solicitado o apoio do RE1.

Através do emprego de um Veículo de Controlo Remoto (VCR) “tEODor” operado à distância, para colocação e detonação de cargas lineares de corte de aço, o GrEqEOD apresentou uma modalidade de acção com baixo nível de risco.

A operação contou também com a participação das equipas internas de operadores de equipamentos de engenharia e de combate a incêndios da própria unidade apoiada e de uma equipa do Núcleo de Substâncias Perigosas do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa.

O VCR “tEODor” é um equipamento de alta robustez e versatilidade, empregue em operações de inactivação de engenhos explosivos improvisados (IED), permitindo obter acesso, visualização e acção sobre um IED por meios remotos, sem fios, mantendo o pessoal envolvido na operação a uma distância segura.

As cargas de corte linear de aço utilizadas são cargas militares empregues na inactivação de engenhos explosivos convencionais, bem como em demolições por métodos explosivos para corte de elementos de estruturas metálicas.

Estas cargas são dimensionadas e moldadas no local pelos operadores EOD, permitindo, através de reduzidas quantidades de explosivo, efectuar cortes de grande precisão em estruturas metálicas com espessuras superiores a 20 mm (em aço). Aplicam um princípio similar às cargas de efeito dirigido utilizadas nos sistemas de Armas Anti-Carro (Minas AC, RPG, Mísseis, etc.).

O domínio do manuseamento de materiais explosivos, os conhecimentos base acerca de explosivos improvisados e misturas inflamáveis dos militares com qualificação EOD, os meios e equipamentos disponíveis e a sobriedade, serenidade e pragmatismo característicos da conduta do militar, granjearam ao GrEqEOD e ao RE1 um elevado reconhecimento de todas as partes envolvidas, sendo-lhe reconhecidas as elevadas competências nesta área sensível do saber e do saber fazer. (Exército)