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13 de maio de 2017

Força Aérea marcou presença no Segurex 2017

A Força Aérea participou no Salão Internacional de Protecção, Segurança e Defesa (Segurex 2017), de 3 a 6 de maio, nos pavilhões da Feira Internacional de Lisboa (FIL). Em destaque estiveram as suas capacidades na concepção e operação de UAVs (aeronaves não tripuladas), na formação e operação nas áreas de EOD (reconhecimento e inativação de engenhos explosivos), no campo da defesa NRBQ (ambientes de natureza nuclear, radiológica, biológica ou química) e em missões de busca e salvamento, evacuação sanitária e transporte de órgãos para transplante.

A área de UAV’s esteve à responsabilidade do Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da Força Aérea (CIDIFA), tendo sido apresentadas duas aeronaves e conteúdos audiovisuais alusivos aos projectos TROANTE, ANDROMEDA e SUNNY – nos quais o CIDIFA se encontra actualmente empenhado.

A mostra relativa à formação e operação de EOD e NRBQ, por sua vez, foi levada à FIL pelo Centro de Treino de Sobrevivência da Força Aérea (CTSFA). O pessoal do CTSFA deu a conhecer algumas das suas missões, tendo recorrido a peças reais e a conteúdos multimédia.

As missões de busca e salvamento, evacuação sanitária e transporte de órgãos para transplante foram representadas pelas Esquadras 502, 504 e 751, da Base Aérea nº 6 (BA6), Montijo. Ao longo do evento, militares da BA6, do CIDIFA, do CTFSA e da Inspecção Geral da Força Aérea (IGFA) procuraram esclarecer todas as questões colocadas pelos visitantes.

Embora o Segurex seja um salão essencialmente dedicado aos profissionais do sector da proteção e da segurança, existiu um grande interesse do público em visitar o espaço da Força Aérea, principalmente da parte dos jovens. (FAP)

23 de março de 2016

Ministro da Defesa destaca inovação e capacidade de empresas portuguesas

O ministro Azeredo Lopes destacou hoje a capacidade de inovação da indústria portuguesa de defesa, num sector que vai além da capacidade militar e abrange desde a alimentação, o têxtil até aos sistemas de `software´ e engenharia.

«Evidentemente na área da defesa tem se comer, na área da defesa as pessoas vestem-se e na área de defesa também precisam de sistemas de refrigeração e por aí adiante», disse o ministro da Defesa Nacional, no final de uma visita à sede da agência de compras da NATO, NSPA, em Capellen, Luxemburgo.

Sessenta e quatro empresas portuguesas mostraram hoje os seus produtos e serviços na NSPA, que em 2015 contratualizou cerca de 33 milhões de euros a empresas portuguesas, dos quais 30 milhões de euros à OGMA, empresa de fabrico e manutenção aeronáutica.

Dinheiro Digital / Lusa

22 de março de 2016

Ministro da Defesa visita feira de indústrias da NATO

O ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, visita quarta-feira a feira de indústrias de Defesa da agência NSPA da NATO, no Luxemburgo, num dia dedicado à indústria portuguesa, com 64 empresas representadas. 

A NSPA (Nato Support and Procurement Agency), com sede em Capellen, Luxemburgo, é uma agência que funciona como intermediário entre os clientes - os 28 países membros da NATO - e os fornecedores, constituindo uma central de compras de bens ou serviços, não actuando no entanto como fornecedor. 

De acordo com o programa, José Alberto Azeredo Lopes visita de manhã a exposição dedicada à indústria portuguesa e reúne-se, à tarde, com o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa luxemburguês, Etienne Schneider. 

Este ano, o dia da indústria portuguesa na NSPA contará com 64 empresas - o dobro das participaram na primeira edição, em 2013, e abrangem sectores desde a energia, calçado, têxtil, aeroespacial e naval e comunicações, entre outros. 

O Arsenal do Alfeite, a OGMA, Indústria aeronáutica de Portugal, os Estaleiros Navais de Peniche, a Edisoft - Thales Group, a Novabase, na área dos sistemas de comunicação, a Riopele, a Citeve, na área têxtil, são algumas das empresas representadas. 

O "dia da indústria portuguesa" na NSPA é uma iniciativa dos ministérios da Defesa e dos Negócios Estrangeiros e da Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais em coordenação com a Delegação Permanente de Portugal junto da NATO. 

 O objectivo, segundo o ministério da Defesa, é proporcionar os contactos entre a indústria portuguesa e a agência da NATO para que os empresários portugueses acedam às oportunidades de negócio, promovendo assim um aumento das exportações. 

De acordo com dados do ministério da Defesa, em 2013, o valor do total dos contratos celebrados com empresas portuguesas foi de 1,13 milhões de euros, o que situava Portugal no 22.º lugar no grupo dos 28 países. 

Em 2014, foram celebrados contratos no total de 6,62 milhões de euros e o ano passado de 33,81 milhões de euros, colocando Portugal na décima posição como fornecedor entre os 28 países da NATO. 

A OGMA, no sector da manutenção e fabrico aeronáutico, foi a empresa portuguesa que mais vendeu em 2015, com contratos celebrados com a NSPA no valor de 30,3 milhões de euros. 

A EFACEC Serviços de Manutenção e Assistência, no ramo de engenharia, energia e mobilidade, com um total de 1,3 milhões de euros e a TAP Air Portugal, com cerca de 900 mil euros são as empresas portuguesas com maior volume de negócios com a NSPA em 2015. (CM)

18 de junho de 2015

Portugal marca presença no Paris Air Show

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional visitou um conjunto de cerca de duas dezenas de empresas portuguesas que marcaram presença no 51º Salão Internacional Paris Air Show, um dos maiores do mundo do sector da aeronáutica.

Berta Cabral quis dar um sinal de incentivo do Governo português às empresas, em especial às que integram ou poderão integrar a Plataforma das Indústrias de Defesa.

“Trata-se de um conjunto de empresas que operam num dos sectores mais competitivos da economia internacional e que já demonstraram ter capacidade para se impor, acrescentando valor e inovação, como me foi transmitido por responsáveis de grupos internacionais nos quais algumas delas estão integradas”, disse Berta Cabral.

“O Ministério da Defesa Nacional, nomeadamente através da idD – Plataforma das Indústrias da Defesa Nacional, quer estimular a criação de um cluster aeronáutico e a interacção destas empresas, que lhes permita ganhar dimensão e visibilidade, com vantagens para elas próprias e para o nosso país” acrescentou a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional.

As indústrias de Defesa em Portugal representam 1,7 mil milhões de euros de volume de negócios (cerca de 1 por cento do PIB), dos quais 1,2 mil milhões pertencem ao sector da aeronáutica.

Em Paris, Berta Cabral encontrou-se com os empresários portugueses e visitou todos os stands do Paris Air Show com presença de portugueses, directamente ou através dos grupos empresariais de origem. A AED – Associação da Indústria Aeronáutica reuniu no Pavilhão de Portugal algumas empresas e consórcios.

O Paris Air Show reúne mais de 2.200 expositores de 44 países numa área de 200 mil metros quadrados. O Salão recebe 140 mil visitantes profissionais de 180 nações e o público não profissional aproxima-se dos 200 mil. Mais de 3 mil jornalistas fazem a cobertura do acontecimento. (Defesa)

16 de abril de 2015

Portugal marca presença na LAAD Defence & Security 2015

O ministro da Defesa Nacional esteve presente na cerimónia oficial de abertura da LAAD Defence & Security 2015 – Feira Internacional de Defesa e Segurança.

José Pedro Aguiar-Branco visitou vários espaços da feira incluindo o da ABIMDE (congénere brasileira da idD) e o da idD - Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais - tendo ainda almoçado, neste último, com vários empresários portugueses.

O ministro da Defesa Nacional esteve ainda presente na cerimónia de assinatura do protocolo de colaboração entre a idD e a ABIMDE, que visa estreitar ligações entre estas duas estruturas.

Portugal marca assim presença naquele que é considerado o maior evento de exposição de defesa da América Latina através da idD – em representação de 14 empresas nacionais.

No espaço de exposição português, ocorreram diversas reuniões de apresentação das empresas nacionais a delegações oficiais, nomeadamente das delegações de Defesa de Moçambique, do Zimbabwe, da República Checa, da Mauritânia, da Colômbia, de São Tomé e Príncipe, da Rússia e de França.

A LAAD reúne fabricantes e fornecedores de tecnologias, equipamentos e serviços para várias entidades nomeadamente Marinha, Exército, Força Aérea, Forças Policiais, Forças Especiais, gestores de segurança de grandes corporações, concessionárias de serviços e infraestrutura crítica. (Defesa)

15 de abril de 2015

Drones portugueses invadem o Brasil

Foi à última hora que a OceanScan integrou a comitiva de empresas portuguesas presentes na brasileira LAAD (Feira Internacional de Defesa e Segurança). Apesar disso, é vista pelo responsável português que gere a promoção da indústria de Defesa nacional como uma das que tem maior potencial de sair do Brasil a facturar.

Ao mesmo tempo, a Tekever prepara-se para assumir uma participação na única empresa brasileira certificada como estratégica na área dos drones. Junto com as restantes 13 empresas que seguiram com José Pedro Aguiar-Branco para o Brasil representam a esperança de “70 potenciais negócios”, essenciais para atingir o objectivo definido para este ano de aumentar em 100 milhões de euros as exportações portuguesas no sector.

Tanto a OceanScan como a Tekever já trabalham há alguns anos com as Forças Armadas Portuguesas. Os seus equipamentos de sucesso servem essencialmente para levar a cabo missões de vigilância e rastreio, mas em meios diferentes. A primeira resulta de anos de cooperação entre especialistas da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto com a Marinha. Daí resultou uma start-up que se especializou em pequenos veículos submarinos vocacionados para fazer mapeamento e rastreio marítimo.

É Eduardo Filipe, presidente do Conselho de Administração da idD, quem destaca o potencial desta empresa na feira que agora se realiza, assinalando a “grande procura” que existe por este tipo de equipamento. No caso da OceanScan, além dos sistemas já disponibilizados à Marinha portuguesa, foram já vendidas três sistemas à Marinha da Lituânia (para detecção de minas) dois sistemas à Rússia (para operarem em missões de busca e salvamento) outros dois à Universidade de Zagreb (Croácia) e outros tantos a uma universidade chinesa.

Os drones submarinos que a OceanScan produz já têm, portanto, nome na Europa e a aposta é que, agora, os seus LAUV (Light Autonomous Underwater Vehicle – Veículo Submarino Autónomo Leve) passem a operar nos mares do Atlântico Sul.

Mas Eduardo Filipe antecipa outra oportunidade de negócio comdrones, desta vez no ar. A Tekever – que vendeu dois drones à Polícia de Segurança Pública e tem estabelecido protocolos de cooperação e cedência dos seus sistemas ao Exército, Marinha e GNR – prepara-se para adquirir uma participação na SANTOSLAB. A empresa Brasiliera que fornece à Marinha brasileira os seus drones de vigilância.

Já há mais de um ano que existia uma ligação entre as duas empresas. Desde há ano e meio que o Carcará da SANTOS LAB é equipado com material da Tekever. Segundo Ricardo Mendes, responsável da empresa portuguesa, o interior da aeronave era quase exclusivamente português (sistema de comunicação e de controlo em terra, por exemplo). Com o passar do tempo, ambas as empresas chegaram à conclusão de que “faria sentido trabalharem juntas”. E assim se avançou para a assinatura de um acordo para a aquisição de uma participação na empresa brasileira. O objectivo é tornar a Tekever num “accionista de grande significado” na SANTOS LAB. Ricardo Mendes escusou-se a quantificar – tanto em termos da percentagem da participação como em termos de verbas investidas - o que representa essa expressão, argumentando com as rígidas regras de sigilo que o Estado brasileiro impõe no sector.

O Brasil coloca sob reserva todos os números que estejam relacionados com as entidades que certificou como empresa estratégica brasileira. É precisamente por isso que a Tekever está interessada na SANTOS LAB. “É a única fabricante de drones que pode trabalhar no Brasil no sector de Defesa”, garante Ricardo Mendes. O sigilo militar impede mesmo que se revele quantos Carcará opera a Marinha brasileira e a Polícia Federal.

Sector vale 1,7 mil milhões em exportações

Criada há menos de um ano, a idD (Plataforma das Industrias de Defesas Nacionais) tem como objectivos a identificação de negócios no exterior e a internacionalização das empresas portuguesas de Defesa. Para isso, em meio ano, levou um conjunto dessas empresas a quatro feiras internacionais – Colômbia, Índia, Abu Dhabi e Madrid – como a que esta semana se realiza no Brasil.

Eduardo Filipe, presidente do Conselho de Administração, estabeleceu para 2015 a meta de fazer crescer em 100 milhões de euros as exportações portuguesas no sector. De acordo com o mesmo responsável, as exportações das 120 empresas que compõem o sector representaram “1,72 mil milhões de euros” no ano passado.

Eduardo Filipe identificou quatro áreas com maior potencial de crescimento. Além da indústria naval (onde se inclui a OceanScan) e dos UAV (onde estão os drones da Tekever), o CEO da idD sinalizou também os têxteis, as tecnologias da informação e os sistemas de detecção e socorro a náufragos como as áreas que mais podem contribuir para os “potenciais 70 negócios” que as empresas portuguesas podem trazer da América do Sul.

13 de abril de 2015

Indústrias portuguesas de defesa à conquista do Brasil

O ministro da Defesa parte esta segunda-feira para o Brasil com 14 empresários da área, com vista a novos negócios. Aguiar-Branco quer mostrar o potencial das indústrias de defesa portuguesas e aumentar as exportações.

O destino é a Feira Internacional de Segurança e Defesa, mas da agenda também faz parte um encontro com o ministro brasileiro da Defesa.

É a diplomacia económica a funcionar numa nova área de actividade do Ministério da Defesa Nacional, aproveitando a recém-criada plataforma das indústrias portuguesas de defesa.

Naquela feira, Portugal vai ter de tudo, desde botas militares, a drones e software sofisticado. A ideia é explorar ao máximo as oportunidades de negócios e o ministro da Defesa abrir caminho aos empresários portugueses, para que cheguem a quem decide.

A economia de Defesa representa 1,72 mil milhões de euros por ano. São empresas portuguesas que na Colômbia, na Índia e agora no Brasil querem aumentar as exportações. (RR)

11 de março de 2015

IDD leva empresas portuguesas a Madrid à HomSec 15

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional recebeu esta terça-feira o Ministro do Interior de Espanha no Pavilhão da IDD-Plataforma das Indústrias de Defesa, na Feira Internacional de Defesa e Segurança HomSec 15, imediatamente após a cerimónia de inauguração do certame, onde Portugal tem o estatuto de nação convidada.

Jorge Fernández Diaz tomou contacto com a realidade portuguesa no âmbito das Indústrias de Defesa e Segurança. No espaço da IDD estão representadas, a Lavoro, a Noras Performance, a Glexys, a Oceanscan, a Protactical, a Fibrenamics, a Sciencentris, a Penteadora e a AnubisNetwork e o CITEVE, nove empresas de sectores tão variados como o calçado ou os drones submarinos e um instituto que agrega várias empresas da indústria têxtil e do vestuário.

Dirigindo-se aos empresários presentes, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional manifestou a “grande esperança que o Ministério da Defesa Nacional deposita no trabalho das indústrias de Defesa” e o “optimismo” com que encara esta nova fase do relacionamento com as empresas, através da IDD, uma entidade que lhes “permite ganhar escala para se promover a internacionalização e projetá-las para outros mercados”.

“O envolvimento do Governo nesta espécie de parceria para atingir estes objectivos não tem de envolver participação no capital das empresas mas dá um aval muito importante nestes mercados em que, a nível internacional, existe uma grande componente institucional, Estado a Estado”, realçou Berta Cabral.(Defesa)

10 de março de 2015

Empresas portuguesas apresentam novidades na área da Defesa em feira de Madrid

Novos coletes balísticos mais leves ou drones subaquáticos que já equipam a marinha russa são algumas das novidades tecnológicas que as empresas portuguesas apresentam no Salão Internacional de Tecnologias de Segurança Nacional, que arrancou nesta terça-feira em Madrid.

Reunidas no stand da idD - Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais, dez empresas portuguesas de pequena e média dimensão trouxeram o que de melhor se faz em Portugal em áreas como o têxtil, telecomunicações de defesa e segurança ou mesmo a robótica subaquática.

Um dos produtos é um novo tipo de colete balístico que "substitui as placas de cerâmica usadas nos coletes anti-bala tradicionais por malhas 3D revestidas", contou à agência Lusa Ana Barros, do CITEVE (Centro Tecnológico de Têxtil e Vestuário).

"A grande vantagem do novo colete é que tem muito menos peso"
, explicou a mesma responsável.

O projecto de âmbito europeu - liderado por um consórcio semelhante espanhol, mas com participação portuguesa - está a ser desenvolvido há um ano, e ainda não tem prazos para ser colocado no mercado.

Já em fase de conclusão está um novo fato com sistema de climatização frio e quente, este um projecto inteiramente nacional.

"É um sistema patenteado, com circulação de água que arrefece o corpo do soldado até aos 15 graus e aquece até aos 40. Estará finalizado em Abril" para ser disponibilizado a eventuais clientes, disse Ana Barros.

Também a nível europeu, com a Agência Europeia de Defesa, a CITEVE tem trabalhado no Aclitexsys, um outro projecto de refrigeração individual do soldado.

O CITEVE reúne várias empresas portuguesas e, nos projectos de defesa, colabora com as forças armadas nacionais.

Noutro ponto do stand, Alexandre Sousa apresenta um drone subaquático com o nome "Light Autonomous Underwater System".

Projeto da OceanScan, o drone está equipado como sensores e sonar e pode ser programado para fazer percursos subaquáticos de monitorização de solos, de espécies marinhas e, em contexto militar, operações anti-minas.

"Já equipamos a Marinha Russa, a Marinha Portuguesa e em Março vamos fechar novo contrato com a Marinha da Lituânia", contou Alexandre Sousa.

O drone funciona até 100 metros de profundidade, não implica ser controlado à distância e, no caso da Marinha Russa, desempenha funções de "Busca e Salvamento".

O produto é de duplo uso (militar e civil) e funciona com engenharia totalmente portuguesa, mas com componentes estrangeiros (computador de bordo, baterias ou sonar).

A empresa, acrescentou Alexandre Sousa, conta desenvolver um outro drone para profundidades maiores, até 500 metros.

Presente na inauguração do stand português, a secretária de Estado da Defesa, Berta Cabral, enalteceu o "potencial humano" das empresas portuguesas do sector, um factor que as diferencia da concorrência.

"São empresas com muito conhecimento e que por vezes dão saltos para a internacionalização através de participações com empresas de maior dimensão", disse a responsável, acrescentando que, por isso mesmo, "são muito apetecíveis".

Para Berta Cabral, "são vários os exemplos de start-ups e de empreendedorismo que depois se lançam no mercado internacional".

"Essa é a grande diferença: o capital humano, a formação. (...) A maior parte destas empresas nasceu de projectos de investigação ligados às forças armadas e às suas academias, que depois em parceria com universidades e com empresas se projectaram, transformando o "saber" em "saber fazer", realçou a secretária de Estado.

Na HOMSEC2015, que decorre até quinta-feira, estão 10 empresas: Anubis, CITEVE, Sciencentris, Fibrenamics, Latino Confecções, OceanScan, Penteadora, Glexys, Noras Performance e Lavoro.

A nível global a feira de Madrid, uma das maiores deste sector na Europa, reúne mais de 160 delegações e expositores, esperando mais de 10 mil visitantes. (Público)

Força Aérea na Futurália

A Força Aérea Portuguesa "aterra" na Futurália – Oferta Educativa, Formação e Empregabilidade, de 11 a 14 de Março, na Feira Internacional de Lisboa.

Esta feira pretende apresentar um leque de oportunidades para os que estão à procura de novos rumos e saídas profissionais.

"Segue o teu Futuro!" é o lema da presença da Força Aérea Portuguesa na edição de 2015, que visa direccionar os jovens para a campanha de recrutamento deste ano. Assim, o Centro de Recrutamento da Força Aérea estará presente na feira, para esclarecer os interessados no processo de selecção, com informações acerca das especialidades presentes na Força Aérea e apoiar o processo de candidatura dos mesmos.

A exposição terá artigos do Museu do Ar, a actuação da Banda de Música da Força Aérea, uma parede de escalada, viaturas Humvee Protec-Fire que os visitantes poderão visitar, uma cadeira de Barany (que simula a desorientação espacial) e - para além do F-16 - terá ainda a aeronave Chipmunk. Teremos um F-16 visitável, bem como outras aeronaves. Haverá também simuladores de voo.

A Futurália abre portas das 10h00 às 19h00 nos dias 11, 12 e 13 de Março e das 11h00 às 20h00 no dia 14 de Março (FAP)

9 de março de 2015

Portugal em destaque na feira Internacional de Defesa em Madrid

No Salão Internacional de Tecnologias de Segurança Nacional de Madrid (HOMSEC 2015), uma das mais importantes feiras internacionais de Defesa e Segurança da Europa, Portugal vai contar com um stand "de destaque e dimensão especial", onde estarão em exposição empresas nacionais de setores desde o têxtil ao tecnológico: Anubis, CITEVE, Sciencentris, Fibrenamics, Latino Confecções, OceanScan, Penteadora, Glexys, Noras Performance e Lavoro.

"As empresas Portuguesas de defesa representadas na HOMSEC2015 são sobretudo pequenas e médias empresas, que abrangem um amplo espectro de actividades, desde os têxteis e calçado ao software, passando pela busca e salvamento até aos drones subaquáticos. São empresas extremamente inovadoras nos seus segmentos de mercado e, por isso mesmo, muito competitivas internacionalmente", disse à agência Lusa o presidente do Conselho de Administração e administrador executivo (CEO) da idD, Eduardo Neto Filipe.

Para algumas destas empresas, acrescentou o mesmo responsável, "é a primeira vez que se encontram representadas numa feira internacional de defesa, estabelecendo contactos ao mais alto nível junto das autoridades espanholas, sendo, por isso, fundamental o apoio da idD" neste importante passo.

Eduardo Neto Filipe considerou, ainda, que o facto de Portugal ser o país convidado de honra desta exposição "trará às empresas portuguesas presentes uma maior visibilidade no mercado internacional".

"A Economia de defesa representa 1,72 mil milhões de euros por ano, ou seja aproximadamente 1% do PIB nacional. É constituída por mais de 100 empresas e emprega cerca de 20 mil profissionais, altamente qualificados", realçou o mesmo responsável.

A idD - Plataforma das Industrias de Defesa Nacionais é a representante do Ministério da Defesa Nacional para as Indústrias de Defesa, uma sociedade anónima de capital exclusivamente público, que tem por objeto a promoção e divulgação, nacional e internacional, da actividade das empresas do sector da Defesa.

Também lhe compete a realização de acções de formação e acções no âmbito de Economia de Defesa.

A feira, que se realiza a cada dois anos, vai decorrer até quinta-feira e no dia da abertura, terça-feira, contará com a presença da secretária de Estado da Defesa de Portugal, Berta Cabral. A governante portuguesa estará presente na cerimónia de inauguração da HOMSEC, ao lado do Ministro do Interior de Espanha, que depois visitará o stand português.

Ao longo do dia de terça-feira, Berta Cabral manterá reuniões com os empresários portugueses presentes na feira e com o seu homólogo espanhol, Pedro Argüelles. (NM)