(MGP)Esta será a última navegação do navio, que completou, no passado dia 16 de Junho, 48 anos de vida ao serviço da Marinha e de Portugal.
Durante estes 48 anos a corveta "Jacinto Cândido" cumpriu inúmeras missões, tendo navegado mais de 60 mil horas e percorrido cerca de 700 mil milhas, o que corresponde a navegar aproximadamente 2500 dias consecutivos, realizando 175 voltas à Terra em torno do equador.
Após a realização da faina, o navio largará do cais militar do Portinho da Costa e irá regressar à Base Naval de Lisboa onde continuará o processo de desarmamento.
A corveta "Jacinto Cândido" concluirá assim a sua vida operacional, regressando à Base Naval de onde partiu para tantas missões.
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4 de novembro de 2018
14 de outubro de 2017
MARINHA E FORÇA AÉREA EM EXERCÍCIO CONJUNTO
Entre os dias 11 e 12 de Outubro, a Marinha em conjunto com a Força Aérea Portuguesa (FAP), realizou um exercício de busca e salvamento marítimo denominado SAREX.
A corveta Jacinto Cândido e o helicóptero EH-101 da FAP foram empenhados num conjunto de simulações de resgate urgente de feridos e náufragos, transportando-os do navio para terra, com recurso às capacidade de transferência vertical entre o navio e o helicóptero. (MGP)
A corveta Jacinto Cândido e o helicóptero EH-101 da FAP foram empenhados num conjunto de simulações de resgate urgente de feridos e náufragos, transportando-os do navio para terra, com recurso às capacidade de transferência vertical entre o navio e o helicóptero. (MGP)
14 de junho de 2017
Corveta Jacinto Cândido em missão de patrulha da ZEE
A corveta da Marinha Jacinto Cândido, em missão no mar dos Açores, realizou nos dias 10 e 11 de Junho uma missão de controlo da actividade da pesca nos limites da Zona Económica Exclusiva (ZEE) da Região Autónoma dos Açores, a cerca de 200 milhas náuticas a norte da ilha de São Miguel.
Esta acção foi realizada na sequência da detecção de um número elevado de embarcações comunitárias em aproximação à ZEE portuguesa, tendo a corveta da Marinha sido deslocada para a área, de modo a monitorizar a actividade das embarcações e fiscalizar as que se encontrassem em actividade de pesca no interior da ZEE.
Para além da monitorização de cerca de duas dezenas de embarcações de pesca estrangeiras, foi fiscalizada uma embarcação de pesca espanhola, que se encontrava a pescar dentro da ZEE nacional. Durante a fiscalização foi verificada a documentação e autorização de pesca, e verificados ainda os porões e pescado existente a bordo.
Estas acções de fiscalização têm como principal objectivo impedir actividades de pesca ilegal na ZEE dos Açores, por parte de embarcações estrangeiras que não estejam devidamente autorizadas. (MGP)
Esta acção foi realizada na sequência da detecção de um número elevado de embarcações comunitárias em aproximação à ZEE portuguesa, tendo a corveta da Marinha sido deslocada para a área, de modo a monitorizar a actividade das embarcações e fiscalizar as que se encontrassem em actividade de pesca no interior da ZEE.
Para além da monitorização de cerca de duas dezenas de embarcações de pesca estrangeiras, foi fiscalizada uma embarcação de pesca espanhola, que se encontrava a pescar dentro da ZEE nacional. Durante a fiscalização foi verificada a documentação e autorização de pesca, e verificados ainda os porões e pescado existente a bordo.
Estas acções de fiscalização têm como principal objectivo impedir actividades de pesca ilegal na ZEE dos Açores, por parte de embarcações estrangeiras que não estejam devidamente autorizadas. (MGP)
14 de março de 2016
Marinha inicia exercício para preparar resposta a cenários de crise
A Marinha iniciou hoje um exercício naval para assegurar a prontidão, a eficiência e eficácia da força naval portuguesa na resposta a cenários de crise, informou hoje este ramo militar em comunicado.
O objetivo do exercício é "garantir ações prontas de resposta militar para a defesa do território nacional e proteção dos interesses nacionais onde tal for necessário", refere a Marinha.
O exercício, denominado INSTREX-16-1 e que ocorre anualmente, vai decorrer até sexta-feira no porto e no mar.
Na edição deste ano, participam as fragatas Bartolomeu Dias, D. Francisco Almeida e Álvares Cabral, as corvetas Jacinto Cândido e João Roby, o submarino Tridente e o navio reabastecedor de esquadra Bérrio.
Segundo o comunicado, no exercício participam também o navio hidrográfico D. Carlos I, as lanchas de fiscalização Dragão e Orion, bem como as forças de fuzileiros, mergulhadores e elementos das operações especiais, num total de 980 militares da Marinha. (DN Madeira)
O objetivo do exercício é "garantir ações prontas de resposta militar para a defesa do território nacional e proteção dos interesses nacionais onde tal for necessário", refere a Marinha.
O exercício, denominado INSTREX-16-1 e que ocorre anualmente, vai decorrer até sexta-feira no porto e no mar.
Na edição deste ano, participam as fragatas Bartolomeu Dias, D. Francisco Almeida e Álvares Cabral, as corvetas Jacinto Cândido e João Roby, o submarino Tridente e o navio reabastecedor de esquadra Bérrio.
Segundo o comunicado, no exercício participam também o navio hidrográfico D. Carlos I, as lanchas de fiscalização Dragão e Orion, bem como as forças de fuzileiros, mergulhadores e elementos das operações especiais, num total de 980 militares da Marinha. (DN Madeira)
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16 de junho de 2015
15 de março de 2015
Visitas à corveta Jacinto Cândido
No âmbito da sua missão na Região Autónoma dos Açores, a Corveta Jacinto Cândido, da Marinha Portuguesa, atraca hoje no Porto da Graciosa.
Os graciosenses estão convidados a visitar o Navio e a Guarnição, das 10 às 12 horas ou entre as 14 e as 16 horas.
A Corveta Jacinto Cândido é o segundo de uma série de seis navios da classe João Coutinho e foi construída nos estaleiros da BLOM & VOSS AG, em Hamburgo, na Alemanha, sob planos de concepção nacional.
O Navio entrou ao serviço da Marinha Portuguesa no dia 16 de Junho de 1970. De 1971 a 1975 participou em diversas missões nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Moçambique, Guiné e Cabo Verde.
A partir de 1975 participou em vários exercícios de âmbito nacional e internacional e tem operado nas águas de interesse nacional, nomeadamente no desempenho de missões de busca e salvamento, vigilância e fiscalização das águas territoriais e da Zona Económica Exclusiva.
Foi condecorada, em 13 de maio de 1981, com a medalha de ouro de serviços distintos, pelo Presidente da República, General António Ramalho Eanes, pela acções de apoio às populações dos Açores por ocasião do sismo de 01 de Janeiro de 1980. (RTP)
Os graciosenses estão convidados a visitar o Navio e a Guarnição, das 10 às 12 horas ou entre as 14 e as 16 horas.
A Corveta Jacinto Cândido é o segundo de uma série de seis navios da classe João Coutinho e foi construída nos estaleiros da BLOM & VOSS AG, em Hamburgo, na Alemanha, sob planos de concepção nacional.
O Navio entrou ao serviço da Marinha Portuguesa no dia 16 de Junho de 1970. De 1971 a 1975 participou em diversas missões nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Moçambique, Guiné e Cabo Verde.
A partir de 1975 participou em vários exercícios de âmbito nacional e internacional e tem operado nas águas de interesse nacional, nomeadamente no desempenho de missões de busca e salvamento, vigilância e fiscalização das águas territoriais e da Zona Económica Exclusiva.
Foi condecorada, em 13 de maio de 1981, com a medalha de ouro de serviços distintos, pelo Presidente da República, General António Ramalho Eanes, pela acções de apoio às populações dos Açores por ocasião do sismo de 01 de Janeiro de 1980. (RTP)
26 de julho de 2014
Dia da Defesa Nacional a bordo da Corveta Jacinto Cândido
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional visitou esta quarta-feira as actividades do Dia da Defesa Nacional a bordo do NRP Jacinto Cândido, que serve de unidade móvel para os residentes nas sete ilhas açorianas que não dispõem de Centro do Dia da Defesa Nacional, evitando os custos das deslocações por via aérea.
Berta Cabral realçou o papel da Marinha na operacionalização deste modelo inovador do Dia da Defesa Nacional e considerou-o "um bom exemplo de colocação das capacidades da Forças Armadas ao serviço das populações de forma mais interactiva".
"Queremos que esta actividade seja um momento especial nas vossas vidas e não apenas uma obrigação. Queremos que deixe a recordação de uma experiência única e que consiga mostrar-vos o que a Marinha representa para Portugal e, especialmente, para os Açores", disse a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, dirigindo-se aos jovens participantes.
"É muito importante valorizar as Forças Armadas e para valorizar é preciso conhecer", acrescentou ainda Berta Cabral.
No segundo dia da edição 2014 do Dia da Defesa Nacional dedicado ao Pico, estiveram a bordo da corveta em missão nos Açores, 40 jovens que completam 18 anos em 2014. (DN)
Berta Cabral realçou o papel da Marinha na operacionalização deste modelo inovador do Dia da Defesa Nacional e considerou-o "um bom exemplo de colocação das capacidades da Forças Armadas ao serviço das populações de forma mais interactiva".
"Queremos que esta actividade seja um momento especial nas vossas vidas e não apenas uma obrigação. Queremos que deixe a recordação de uma experiência única e que consiga mostrar-vos o que a Marinha representa para Portugal e, especialmente, para os Açores", disse a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, dirigindo-se aos jovens participantes.
"É muito importante valorizar as Forças Armadas e para valorizar é preciso conhecer", acrescentou ainda Berta Cabral.
No segundo dia da edição 2014 do Dia da Defesa Nacional dedicado ao Pico, estiveram a bordo da corveta em missão nos Açores, 40 jovens que completam 18 anos em 2014. (DN)
28 de novembro de 2012
Corveta Jacinto Cândido reintegrada no dispositivo operacional da Marinha
O dispositivo operacional da Marinha acaba de ser reforçado com mais uma corveta após uma reparação de mais de dois meses que custou 164.000 euros, confirmou à Lusa fonte oficial daquele ramo das Forças Armadas.
O NRP (Navio da República Portuguesa) Jacinto Cândido estava em reparação no Arsenal do Alfeite desde 18 de Setembro, intervenção que, segundo a mesma fonte, se prolongou até à passada sexta feira, data em que foi feita a "reintegração" daquele meio no dispositivo operacional naval.
Trata-se de uma corveta já com 42 anos de serviço na Marinha e cuja intervenção, não prevista, obrigou à reparação do grupo electrogéneo de emergência, de uma electrobomba do serviço de combate a incêndios e do quadro eléctrico.
A 21 de Dezembro, segundo a mais recente calendarização da Marinha, será concluída a revisão intermédia do NRP João Roby.
Esta corveta está ao serviço da Marinha desde 1975 e desde Abril que está a ser alvo de uma intervenção, igualmente no Alfeite, por cerca de seis milhões de euros, para possibilitar a sua operacionalidade até 2016.
Segunda a Marinha, a integração destas duas corvetas "vai permitir uma maior flexibilidade na rotatividade dos meios", ficando por isso "mais próximo do óptimo".
"Ficará melhor, mas o ideal continua a ser termos oito navios ao serviço", explicou fonte oficial da Marinha.
Em causa estão corvetas com 85 metros de comprimento e uma guarnição de cerca de 70 marinheiros que asseguram missões de busca e salvamento, vigilância e fiscalização das águas territoriais e da Zona Económica Exclusiva.
Desde Setembro que a Marinha estava a operar este dispositivo naval de patrulhamento e socorro com apenas quatro corvetas, com 40 anos de serviço, além do novo patrulha, construído em Viana do Castelo, que já soma mais de 1.500 horas de serviço.
Este dispositivo está agora reforçado com a corveta Jacinto Cândido, mas continua abaixo do "mínimo" de oito navios com que a própria Marinha reconhece que deveria operar para "harmonizar" as missões de interesse público que assegura na área do continente e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira.
Ainda segundo a Marinha, já em 2013 uma das restantes quatro corvetas em serviço também terá de entrar em manutenção, pelo que o dispositivo naval voltará a ser reduzido.
Entretanto, está em curso nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo a conclusão do segundo patrulha - NRP Figueira da Foz -, trabalhos que deverão decorrer até ao próximo Verão.
Já a construção dos restantes seis navios e cinco lanchas de fiscalização costeira foi revogada pelo Ministério da Defesa Nacional, tendo em conta os encargos da encomenda e o facto de a empresa estar em processo de reprivatização, a concluir até final do ano.(DN)
O NRP (Navio da República Portuguesa) Jacinto Cândido estava em reparação no Arsenal do Alfeite desde 18 de Setembro, intervenção que, segundo a mesma fonte, se prolongou até à passada sexta feira, data em que foi feita a "reintegração" daquele meio no dispositivo operacional naval.
Trata-se de uma corveta já com 42 anos de serviço na Marinha e cuja intervenção, não prevista, obrigou à reparação do grupo electrogéneo de emergência, de uma electrobomba do serviço de combate a incêndios e do quadro eléctrico.
A 21 de Dezembro, segundo a mais recente calendarização da Marinha, será concluída a revisão intermédia do NRP João Roby.
Esta corveta está ao serviço da Marinha desde 1975 e desde Abril que está a ser alvo de uma intervenção, igualmente no Alfeite, por cerca de seis milhões de euros, para possibilitar a sua operacionalidade até 2016.
Segunda a Marinha, a integração destas duas corvetas "vai permitir uma maior flexibilidade na rotatividade dos meios", ficando por isso "mais próximo do óptimo".
"Ficará melhor, mas o ideal continua a ser termos oito navios ao serviço", explicou fonte oficial da Marinha.
Em causa estão corvetas com 85 metros de comprimento e uma guarnição de cerca de 70 marinheiros que asseguram missões de busca e salvamento, vigilância e fiscalização das águas territoriais e da Zona Económica Exclusiva.
Desde Setembro que a Marinha estava a operar este dispositivo naval de patrulhamento e socorro com apenas quatro corvetas, com 40 anos de serviço, além do novo patrulha, construído em Viana do Castelo, que já soma mais de 1.500 horas de serviço.
Este dispositivo está agora reforçado com a corveta Jacinto Cândido, mas continua abaixo do "mínimo" de oito navios com que a própria Marinha reconhece que deveria operar para "harmonizar" as missões de interesse público que assegura na área do continente e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira.
Ainda segundo a Marinha, já em 2013 uma das restantes quatro corvetas em serviço também terá de entrar em manutenção, pelo que o dispositivo naval voltará a ser reduzido.
Entretanto, está em curso nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo a conclusão do segundo patrulha - NRP Figueira da Foz -, trabalhos que deverão decorrer até ao próximo Verão.
Já a construção dos restantes seis navios e cinco lanchas de fiscalização costeira foi revogada pelo Ministério da Defesa Nacional, tendo em conta os encargos da encomenda e o facto de a empresa estar em processo de reprivatização, a concluir até final do ano.(DN)
1 de setembro de 2011
Marinha fiscaliza Atlântico Noroeste – Missão NAFO 2011
Regressou hoje à Base Naval de Lisboa o NRP Jacinto Cândido que, desde 28 de Julho de 2011, desempenhou a missão de vigilância e inspecção da União Europeia na zona de pesca da Northwest Atlantic Fisheries Organization (NAFO).
A União Europeia (UE) é parte contratante em várias organizações regionais de pesca, entre elas, no Atlântico Noroeste a NAFO, sendo que os países comunitários que têm navios a pescar em águas desta organização, estão obrigados a participar nas missões de fiscalização da actividade da pesca, a realizar nessa área.
Esta zona de pesca é uma área onde parte da frota pesqueira de Portugal, desde há muito tempo, exerce as suas actividades de pesca, sobretudo em busca de bacalhau.
Embora sem o vigor de outras épocas a frota de pesca nacional mantém-se bastante activa nos Grand Banks e no Flemish Cap. Assim Portugal, como Estado membro da EU com navios de pesca autorizados a pescar na área de regulamentação NAFO, assumiu, por intermédio da Direcção-Geral das Pescas e Aquicultura (DGPA), a participação nas tarefas de controlo nesta área pelo período de um mês. A Marinha Portuguesa, decorrente da sua atitude de colaboração interdepartamental, e na óptica do modelo de uma “marinha de duplo uso” (assegurando a execução de tarefas de serviço público militar e não militar), empenhou nesta tarefa de fiscalização da DGPA o NRP Jacinto Cândido, no período de 28 de Julho a 31 de Agosto de 2011.
O empenhamento desta unidade naval proporcionou às equipas de inspecção embarcadas a capacidade de exercer no mar as acções de vistoria necessárias ao cumprimento da regulamentação em vigor. Assim, em dois períodos de 16 dias de mar, estiveram embarcadas duas equipas de inspecção constituídas por um coordenador da Agência Comunitária de Controlo das Pescas (CFCA – Community Fisheries Control Agency), com sede em Vigo, e dois inspectores.
Os períodos de mar foram intercalados com uma escala logística de 3 dias no porto de St. John’s, Newfoundland (no Canadá), região que por força da história há muito que se encontra ligada a Portugal.
A realidade da frota nacional de pesca longínqua fez parte do quotidiano do NRP Jacinto Cândido que durante 20 dos 32 dias de mar, em que patrulhou e fiscalizou esta zona do Oceano Atlântico. Ao longo dos 35 dias da missão foram cumpridas 735 horas de navegação com 8051 milhas percorridas, num mar que nem sempre foi favorável mas que ainda assim permitiu efectuar várias inspecções.
É ainda de realçar o apoio médico prestado na evacuação de um pescador português, acção que demonstrou a flexibilidade que uma Marinha de duplo uso permite.(MGP)
A realidade da frota nacional de pesca longínqua fez parte do quotidiano do NRP Jacinto Cândido que durante 20 dos 32 dias de mar, em que patrulhou e fiscalizou esta zona do Oceano Atlântico. Ao longo dos 35 dias da missão foram cumpridas 735 horas de navegação com 8051 milhas percorridas, num mar que nem sempre foi favorável mas que ainda assim permitiu efectuar várias inspecções.
É ainda de realçar o apoio médico prestado na evacuação de um pescador português, acção que demonstrou a flexibilidade que uma Marinha de duplo uso permite.(MGP)
16 de junho de 2011
16 de Junho de 1970 - NRP Jacinto Cândido entra ao serviço da Marinha Portuguesa
A corveta NRP "Jacinto Cândido" (F476), é o segundo da série de seis navios da classe "João Coutinho" e foi construída nos estaleiros da BLOM & VOSS AG, em Hamburgo, na Alemanha, sob planos de concepção inteiramente nacionais, entrou ao serviço da Armada Portuguesa no dia 16 de Junho de 1970.De 1971 a 1975 participou em diversas missões nas antigas províncias ultramarinas portuguesas de Moçambique, Guiné e Cabo Verde.
A partir de 1975 tem operado nas águas de interesse nacional, nomeadamente no desempenho de missões de busca e salvamento, vigilância e fiscalização das águas territoriais e da Zona Económica Exclusiva.
Foi autorizada em 13 de Maio de 1981 a usar a medalha de ouro de serviços distintos, pela acção desempenhada no apoio das populações dos Açores por ocasião do sismo de 01 de Janeiro de 1980. (Marinha)
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