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28 de março de 2016

Exército sírio reclama o controlo da cidade histórica de Palmira

Apoiado pela força aérea da Rússia, o exército sírio reclama o controlo da cidade histórica de Palmira. Esta informação foi confirmada às agências internacionais por observadores independentes que dão conta da retirada dos militantes do Daesh. (Sic)

15 de fevereiro de 2016

Irão e Rússia avisam Arábia Saudita

Recados, avisos, ameaças. Estes têm sido os ingredientes das declarações trocadas nos últimos dias por altos responsáveis internacionais sobre o conflito sírio. Ontem, o regime iraniano advertiu os sauditas para uma eventual retaliação caso as suas tropas entrem por terra em território da Síria. E a Rússia alertou para o risco de uma guerra total e longa naquele país.

"Não permitiremos que a situação na Síria evolua de acordo com a vontade de "países rebeldes". Tomaremos decisões no momento certo", disse à televisão Al-Alam o adjunto do chefe do estado maior das Forças Armadas do Irão Massoud Jazayeri.

No mesmo dia um alto responsável militar da Arábia Saudita, o brigadeiro-general Ahmed Assiri, em declarações à televisão Al-Jazeera, confirmou o posicionamento de aviões sauditas na base aérea militar turca de Incirlik. "Os aviões da força aérea saudita estão presentes com as suas tripulações para intensificar as operações aéreas [contra o Estado Islâmico]", disse o militar, que foi o primeiro responsável a falar numa eventual ofensiva terrestre dos sauditas na Síria.

"A Arábia Saudita está agora a enviar aviões para a base de Incirlik. "É uma intenção, não há um plano. A Arábia Saudita está a enviar aviões e a dizer "Posso mandar soldados por terra caso seja necessário". Turquia e Arábia Saudita podem juntar-se numa operação terrestre", disse na véspera o ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Mevlut Cavusoglu, em entrevista ao jornal 'Yeni Safak' à margem da Conferência sobre Segurança de Munique.

No âmbito deste mesmo evento, o ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Adel al-Jubeir, admitiu, em declarações à televisão CNN, a possibilidade de derrubar pela força o presidente sírio Bashar al-Assad caso este se recuse a sair através da negociação política. "Acredito que Bashar al-Assad está acabado. Irá sair - não tenho dúvidas sobre isso. Ou sai através de um processo político ou será removido pela força", declarou o chefe da diplomacia do regime de Riade.

Arábia Saudita avisa Assad: "Ou sai pelo processo político ou pela força"

Frequentemente acusada de estar na origem do Estado Islâmico, a participar já nos bombardeamentos aéreos contra os terroristas, a Arábia Saudita assume agora a iniciativa de se disponibilizar para lançar uma ofensiva por terra. Ressalvando, porém, que tal só aconteceria com o aval e participação da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos. Ontem, o mesmo ministro saudita afirmou em conferência de imprensa que nem a Rússia poderá valer a Assad. "[Ele] tem procurado o apoio da Rússia mas Moscovo não vai conseguir salvá-lo", alertou Adel al-Jubeir, citado pelas agências internacionais.

Os EUA insistem na necessidade de os russos pararem os bombardeamentos aéreos contra grupos que combatem o regime de Assad (que além da Rússia é apoiado pelo Irão e o Hezbollah). Numa conversa telefónica que ontem teve com o presidente russo, o presidente norte-americano "enfatizou a importância de a Rússia ter um papel construtivo e aliviar os ataques aéreos contra as forças da oposição moderadas na Síria", referiu um comunicado da Casa Branca.

Do lado de Moscovo, segundo um comunicado do Kremlin, Vladimir Putin e Barack Obama acordaram uma maior cooperação para implementar o acordo de cessar-fogo para a Síria, que foi acordado na sexta-feira. "Em particular, foi manifestado apoio aos esforços em dois campos principais: o do cessar-fogo e o da ajuda humanitária", indicou o comunicado, realçando que os dois líderes acordaram a necessidade de estreitar os contactos entre os ministérios da Defesa da Rússia e dos EUA para "combater com êxito o Estado Islâmico e outras organizações terroristas".

Cessar fogo é vitória para Assad. Poucos acreditam na paz

Recorde-se que, na véspera, na conferência de Munique, o primeiro-ministro russo tinha garantido ser falso que o seu país esteja a bombardear civis na Síria. Dmitri Medvedev foi mais longe e declarou: "Para ser sincero, parece que estamos a mover-nos rapidamente para um período de nova Guerra Fria." Ontem, à Euronews TV, o governante russo avisou que qualquer ofensiva terrestre na Síria levará a uma guerra total e longa. "Ninguém está interessado numa nova guerra e uma operação terrestre conduzirá a uma guerra total e longa", disse, numa altura em que o conflito sírio (que vai entrar no seu quinto ano) já fez pelo menos 470 mil mortos.

Uma fonte militar da Síria citada pela agência Reuters afirmou que o exército sírio tenciona avançar sobre as posições controladas pelo Estado Islâmico em Raqqa. Um avanço sobre esta cidade tornaria mais difícil de justificar uma acção terrestre da Arábia Saudita. Entretanto, prossegue a ofensiva das tropas de Assad para tentar recuperar Aleppo, a maior cidade da Síria. Ontem surgiram ainda apelos por parte da França e dos EUA para que acabem os bombardeamentos aéreos das forças da Turquia, que aproveitaram já para atacar posições curdas em território sírio. Mas Ancara reafirmou que continuará a bombardear posições curdas. (DN)

18 de dezembro de 2015

Portugal não vai participar em operações militares na Síria

O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, fez saber esta quarta-feira que Portugal poderá ser chamado a intervir em operações militares ao redor do globo, isto numa altura em que estão a decorrer conversações com a França.

O pedido foi feito após os atentados em Paris, no dia 13 de Novembro, terem causado a morte a mais de 100 pessoas.

Descartado está a hipótese de Portugal participa em missões na Síria, onde a Rússia, Reino Unido, França ou Estados Unidos têm levado a cabo bombardeamentos.

«Não lhe vou dizer quais são as três opções principais que temos perante nós, [mas] o teatro de operações envolvido não diz directamente respeito à Síria», referiu Azeredo Lopes, no fim da sessão solene de abertura do ano académico do Instituto da Defesa Nacional, em Lisboa. (Abola)

24 de novembro de 2015

Turquia abate caça SU-24 da Rússia

As forças armadas turcas abateram um avião militar russo depois de este alegadamente ter violado o espaço aéreo da Turquia e de ter ignorado repetidamente avisos da Força Aérea turca. A queda do avião foi confirmada pelas duas partes, mas o governo russo nega que o avião tenha entrado em espaço aéreo turco e diz que se trata de um “incidente muito grave”. A pedido da Turquia, a NATO reúne-se de emergência esta tarde.

Um caça SU-24 foi abatido esta manhã e caiu perto de Latakia, na Síria, onde está localizada a principal base da operação russa contra o Estado Islâmico. Os primeiros relatos sobre o incidente foram avançados pela imprensa turca e davam conta apenas que um caça de origem desconhecida tinha sido abatido pelas forças turcas.

O Ministério da Defesa russo foi o primeiro a confirmar que o seu avião militar tinha sido abatido por forças turcas, alegadamente por forças terrestres e não pelos dois caças F-16 enviados pela força aérea turca.

No entanto, o Governo turco prontamente respondeu que o avião foi abatido realmente pelas suas forças armadas, mas porque violou o espaço aéreo turco, tal como ditam as regras, e que recebeu 10 avisos em cinco minutos e que ignorou as comunicações.

O Kremlin respondeu dizendo que o caça russo não chegou a entrar em espaço aéreo turco e que tem provas disso mesmo. Um porta-voz do governo russo disse aos jornalistas esta manhã que se trata de um “incidente muito grave”, mas não deu mais detalhes. O Ministério da Defesa russo também negou que o avião tenha invadido espaço aéreo turco.

O avião russo foi abatido no noroeste sírio, onde as forças russas estão instaladas e onde russos e sírios, aliados na luta contra o Estado Islâmico e na protecção do regime de Bashar al-Assad, têm realizado diversas operações contra rebeldes.

A zona é alvo de grande disputa entre Turquia e Rússia, uma vez que nas aldeias junto à fronteira vivem comunidades de sírios descendentes de turcos. O bombardeamento desta zona pelas forças russas e sírias levou inclusivamente as autoridades turcas a pedirem uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas para esta semana. A Turquia também mandou chamar o embaixador russo na semana passada para protestar contra os ataques aéreos a estas aldeias.

A Turquia tinha também pedido uma reunião extraordinária da NATO para discutir o incidente, e a NATO marcou a reunião para as 16h00 desta tarde (hora de Lisboa), com os representantes dos 28 países que fazem parte da Aliança, na qual está a Turquia.

Os dois tripulantes do caça russo terão conseguido ejectar-se antes de este se despenhar perto de Latakia, mas segundo a Reuters, citando uma fonte de um grupo rebelde na região, um deles estará morto. A CNN na Turquia avançava também que um dos tripulantes teria sido capturado pelos rebeldes sírios, que fazem oposição ao regime de Bashar al-Assad.

Entretanto, o governo turco mandou chamar o representante russo para os Negócios Estrangeiros a Ancara para protestar contra as violações do seu espaço aéreo pelo avião militar russo, que os russos continuam a negar.

O primeiro-ministro turco já tinha alertado em outubro a aviação russa que as regras se aplicam a todos os países que decidam invadir o espaço aéreo turco, depois de caças russos terem invadido, alegadamente por engano, este espaço aéreo.

A televisão turca Habertürk TV captou as imagens da queda do avião e publicou-as no twitter. Nas imagens pode-se ver o caça russo a cair no norte da Síria, perto da fronteira com a Turquia, uma zona onde a avaliação russa e síria têm levado a cabo ataques aéreos.

Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, o avião militar russo ter-se-á despenhado na zona de Latakia. Os dois pilotos terão conseguido ejectar-se a tempo, mas ainda não se sabe se sobreviveram à queda, que acontece numa zona onde as forças russas e sírias terão feito bombardeamentos recentemente, diz a mesma organização.

Na zona onde o avião terá sido abatido vive uma comunidade de sírios com ascendência turca. O bombardeamento desta zona pelas forças russas e sírias levou inclusivamente as autoridades turcas a pedirem uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas para esta semana. A Turquia também mandou chamar o embaixador turco na semana passada para protestar contra os ataques aéreos a estas aldeias. (Observador)

23 de novembro de 2015

Força aérea russa bombardeia centenas de alvos na Síria

A força aérea russa realizou pelo menos 141 voos militares sobre a Síria e alvejou 472 alvos de grupos jihadistas durante o fim de semana.

As missões foram realizadas nas províncias de Damasco, Idlib, Latakia, Hama, Raqqa, Homs, e Deir ez-Zor.

De acordo com o comando russo, bombardeiros SU-34 destruíram uma refinaria do auto proclamado Estado Islâmico a cerca de 50 quilómetros no sul de Raqqa. O petróleo é um das principais fontes de financiamento da organização também conhecida como Daesh.

Por seu lado, a força aérea francesa conta a partir desta segunda-feira com o porta-aviões Charle de Gaulle no mediterrâneo, que deverá multiplicar por três o poder de ataque da aviação gaulesa na Síria (EN)

18 de outubro de 2015

Exército russo diz que abateu 60 alvos

O exército russo anunciou este domingo que abateu 60 alvos "terroristas" na Síria nas últimas 24 horas, prosseguindo a estratégia dos últimos dias e "alterando completamente" a organização dos grupos jihadistas visados na região. 

No total, a força aérea russa realizou nas últimas 24 horas 39 ataques contra 60 alvos, mais do que os 49 alvos atingidos no sábado, de acordo com um comunicado do Ministério da Defesa russo. 

Os raides aéreos mais recentes foram lançados nas províncias de Hama (centro), Homs (centro), Aleppo (noroeste), Latakia (oeste) e na região da capital, Damasco, de acordo com o Governo russo.

Em Hama, os militares russos assinalaram a destruição de um posto de comando da coligação jihadista Jaich al-Fatah (Exército da Conquista), que inclui a Frente al-Nusra, o rama da Al-Qaeda na Síria. 

"Os ataques aéreos tiveram como resultado a viragem completa da gestão da organização al-Fatah Jaich nesta aérea, obrigando os guerrilheiros a abandonar as suas posições", declarou o Ministério da Defesa russo. 

Em Homs, os aviões russos destruíram "uma vasta rede de túneis fortificados" que eram usados pelos jihadistas para entrar e sair da linha da frente do combate, sem o conhecimento do exército sírio. (Correio Manhã)

14 de outubro de 2015

Exército sírio recupera cidades estratégicas

Depois dos caças russos, chega o exército sírio. O governo de Damasco anunciou ontem ter tomado várias cidades estratégicas. O exército sírio, com auxílio das milícias xiitas do Hezbollah, reconquistou a localidade estratégica de Kafer Nabuda, que faz fronteira entre as províncias sírias de Hama e Idlin. O controlo deste ponto permite ao exército do regime de Bashar al-Assad atacar posições de forças rebeldes na estratégica estrada M5, que vai desde a fronteira jordana até à cidade de Alepo.

O exército sírio comunicou também ter reconquistado mais quatro localidades na província de Hama e a cidade de Jub al Ahmar na província de Lakatia. É nesta última região, de maioria alauita, a mesma confissão religiosa que o presidente Al -Assad, que os russos têm a sua principal base, que lhes permite o acesso ao Mediterrâneo no porto de Tartus.

A conquista desta localidade abre caminho para que as tropas de Damasco possam aceder e dominar a fértil planície de Ghab, essencial para a sobrevivência do governo sírio.

No entanto, segundo o Observatório dos Direitos Humanos, organização ligada à oposição, nestas localidades ainda se verificam combates entre rebeldes e tropas governamentais.
O governo dos EUA, por seu turno, garante que já conseguiu lançar 50 toneladas de armamento para grupos “moderados” que se opõem ao governo sírio e combatem o Estado Islâmico. “Foi um êxito o lançamento”, garantiu um porta-voz do Departamento de Estado, que garantiu que esses grupos foram cuidadosamente seleccionados por não terem laços com o EI.

Diferente é a opinião do ministro dos Negócios Estrangeiros russos, Sergey Lavrov, que acusou ontem, em conferência de imprensa, os EUA de estarem na prática a armar o Estado Islâmico. “Os Estados Unidos informaram que tinham mudado o seu conceito de apoio à oposição ao governo sírio. Em vez de formação, enviam-lhes armas e munições a partir do ar. Lançaram mais de 50 toneladas de armas e munições”, disse Lavrov, acrescentando que a maior parte desse apoio está a cair nas mãos do Estado Islâmico.

O ministro russo lamentou que o governo de Obama se recuse a coordenar esforços com a Rússia na luta contra o EI. E afirma esperar que os EUA proporcionem dados sobre o Exército Livre da Síria a Moscovo, para decidir que atitude as forças russas terão com eles. (I)

13 de outubro de 2015

Israel bombardeia posições do exército sírio nos Golã

A artilharia israelita bombardeou esta terça-feira duas posições do exército sírio nos Montes Golã, retaliando a tiros de 'rockets' contra a parte desta região ocupada por Israel, informou o exército israelita. 

Antes, os disparos de 'rockets' a partir da Síria, que não causaram vítimas ou danos, tinham sido divulgados por Israel como "tiros perdidos devido aos combates internos na Síria". 

No comunicado em que anuncia ter ripostado, Israel indica considerar "o exército sírio como responsável desta flagrante violação da soberania israelita". Israel anexou em 1981 uma parte dos Montes Golã (nordeste) que tinha ocupado na guerra de Junho de 1967.

 Apesar de Israel e Síria estarem oficialmente em guerra desde então, a linha de cessar-fogo nos Golã era considerada relativamente calma até ao início do conflito na Síria em 2011. A partir dessa altura, tem sido habitual a queda de projécteis no lado dos Golã ocupado por Israel. (Correio Manhã)

França lança segundo ataque ao estado islâmico na Síria

A França fez o segundo ataque aéreo contra o grupo estado islâmico na Síria durante a noite de quinta-feira e a madrugada de hoje, anunciou o ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian.

"Dois [aviões] Rafale lançaram bombas sobre um campo de treino [do estado islâmico]. Os objectivos foram cumpridos", declarou Drian à rádio Europe 1, acrescentando que outras operações se seguirão.

O primeiro bombardeamento francês na Síria aconteceu no final de Setembro. (Económico)

12 de outubro de 2015

Rússia bombardeou 53 alvos na Síria nas últimas 24 horas

Aviões russos bombardearam 53 alvos na Síria nas últimas 24 horas, destruindo campos de treino, postos de comando e depósitos de munições do grupo extremista Estado Islâmico, anunciou esta segunda-feira o Ministério da Defesa, citado pelas agências russas. 

Bombardeiros tácticos Su-34 e aviões de apoio Su-24M e Su-25SM fizeram 55 saídas aéreas nas províncias de Homs e Hama (centro), Latakya e Idelb (noroeste), segundo o porta-voz do ministério, Igor Konashenkov. 

"Num ataque de precisão de bombardeiros Su-24 perto de Salma, na província de Latakya, bombas de fragmentação destruíram um ponto de transporte do EI com instalações subterrâneas e depósitos de munições detectados por reconhecimento satélite", disse o porta-voz. 

"A detonação das munições provocou um grande incêndio. O objecto foi completamente destruído", acrescentou. 

O responsável disse ainda que os ataques permitiram destruir um campo em Mastuma, na província de Idleb, usado para reunir combatentes chegados do estrangeiro. 

Na província de Hama foi destruído um centro de comando subterrâneo e depósitos de munições e combustível. 

Segundo Moscovo, os ataques aéreos iniciados pela Força Aérea russa a 30 de Setembro já permitiram destruir uma parte importante do arsenal do Estado Islâmico. 

"Nos últimos dias, os terroristas fazem tentativas desesperadas para enviar para a linha da frente com as forças sírias munições, armas, combustível e material militar" a partir da província de Raqa. (CM)

8 de outubro de 2015

Nato pronta para enviar tropas para Turquia após violações aéreas russas

A NATO «está pronta para defender todos os aliados e enviar tropas para defender a Turquia contra «qualquer tipo de ameaça», advertiu hoje o secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg, após a reunião dos ministros da Defesa em Bruxelas.

As afirmações de Stoltenberg surgem depois de a Rússia ter violado repetidamente o espaço aéreo turco, o que a NATO considerou «inaceitável» e um «comportamento irresponsável».
Jens Stoltenberg disse ainda que existe uma «escalada das actividades militares russas na Síria preocupante» e que é preciso avaliar as implicações que esta iniciativa tem na segurança da aliança.

«A NATO está a responder aumentando a nossa capacidade e o nosso estado de preparação para enviar forças para o sul, incluindo a Turquia», disse, referindo-se não só ao seu aliado turco, mas também à cada vez mais tensa situação na Síria. «Estamos a implementar o maior reforço na nossa defesa colectiva desde o fim da Guerra Fria. Também demos aprovação final ao conceito militar para reforço da Força de Resposta da NATO, no sentido de a tornar maior, mais rápida e com maior capacidade», disse.

A Turquia tem-se queixado de que o respectivo espaço aéreo tem sido repetidamente violado pela Rússia, que iniciou uma campanha aérea na Síria contra o Estado Islâmico.

O presidente turco, o islamita Recep Tayyip Erdogan, ameaçou já suspender a cooperação com a Rússia no sector de gás e nuclear devido às recentes tensões no espaço aéreo turco.

Em conferência de imprensa durante o voo rumo ao Japão, onde fará uma visita oficial, Erdogan disse que a Rússia deve considerar o impacto das suas acções sobre as relações com a Turquia, um país com o qual tem um volume de negócios de cerca de 40 mil milhões de dólares (cerca de 35,53 mil milhões de euros) por ano.

Na quarta-feira, a Rússia também disparou pela primeira vez mísseis de cruzeiros sobre o Mar Cáspio, tendo como alvo objectivos do Estado Islâmico na Síria. Segundo o ministro da Defesa russo, quatro navios de guerra lançaram 26 rockets que passaram por cima do Iraque e do Irão.

No entanto, tanto os Estados Unidos como outros países ocidentais, além de grupos rebeldes moderados sírios, afirmam que 90% dos ataques militares russos na Síria não têm tido como alvo o Estado Islâmico ou afiliados terroristas da al-Qaeda, mas sim os grupos que combatem o regime de Assad.

O embaixador norte-americano da NATO, Douglas Lute, afirmou ontem que o Kremlin está aparentemente a tentar criar uma nova contra-aliança ao eixo ocidental do Golfo, juntando russos, iranianos, iraquianos e o Hezbollah, movimento xiita libanês aliado do regime sírio. (Diário Digital)

3 de outubro de 2015

Rússia vai intensificar ataques na Síria

"Não só iremos continuar os ataques como vamos aumentar a sua intensidade", afirmou Andreï Kartapolov, da chefia do Estado Maior General das Forças Armadas da Rússia, citado pela agência de notícias RIA.

O general afirmou também que os bombardeamentos russos na Síria lançaram o "pânico" entre as forças do grupo Estado Islâmico (EI), forçando 600 dos seus membros a abandonarem as suas posições.

"Conseguimos reduzir significativamente o potencial militar dos terroristas," disse Kartapolov.

"O pânico e a deserção começaram nas suas fileiras", acrescentou, estimando que "cerca de 600 militantes" do EI "abandonaram as suas posições e tentam fugir para a Europa".

O Presidente norte-americano apelou a Rússia a cessar os seus bombardeamentos, afirmando que vão levar a uma escalada no conflito e a uma radicalização.

Os russos têm sido acusados de atingir sobretudo alvos das forças rebeldes que combatem o Governo do Presidente Bashar al-Assad, assim como populações civis.

O Kremlin garante que o seu alvo são "terroristas" e afirma que a sua força aérea está apoiar o avanço das forças sírias leais a Assad no terreno, após semanas de perdas sucessivas para os grupos rebeldes, sobretudo na província de Idlib. (RTP)

30 de setembro de 2015

Parlamento russo autoriza uso de força militar na Síria

O presidente Vladimir Putin recebeu esta terça-feira a autorização da Câmara Alta do Parlamento da Rússia para a utilização da Força Aérea Russa na Síria. Moscovo quer também que Washington retire os aviões americanos do espaço aéreo sírio. (RTP)

23 de setembro de 2015

EUA encaram caças russos na Síria como "força de protecção"

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou em conferência de imprensa em Washington que o tipo de aviões de combate russos actualmente na Síria é consistente com o de "uma força de protecção".

"Sim, eles aumentaram o número de aviões. Mas, para já, os nossos militares e a maior parte dos nossos especialistas estimam que o nível e tipo [de caças] representam basicamente uma força de protecção das forças estacionadas na sua base aérea".

Na segunda-feira foi noticiado que a Rússia enviou para a Síria 28 caças. Moscovo afirma que está a cumprir acordos com o Governo sírio e a preparar-se para combater os grupos extremistas que controlam metade do país, o grupo Estado Islâmico e a Frente al-Nusra, afecta à Al Qaeda.

Kerry acrescentou, contudo, que a presença dos aviões russos na Síria poderia levantar algumas questões, dependendo das decisões a longo prazo de Moscovo.

Provas de satélite

Novas fotografias de satélite parecem mostrar forças russas a construir duas novas bases militares na Síria, afirmou por seu lado o Instituto londrino de informações de defesa IHS Jane's.

Ambos os locais das bases estão próximo da costa síria com o Mediterrâneo, refere.

"Após a análise das imagens de satélite, o IHS Jane's identificou dois novos locais na Síria que poderiam estar a ser preparados para acolher forças russas. Nestas duas bases - o complexo de arsenais Istamo e o complexo militar al-Sanobar, ambos a norte do aeroporto de Lataquia - os preparativos parecem decorrer para acolher as forças militares russas", afirma ainda o Instituto de análise de informação.

Desde há duas semanas que diversos relatórios revelam a presença de forças russas a ampliar um aeroporto sírio em Latakia, um bastião do Presidente sírio Bashar al-Assad, e a construir uma nova base militar perto de Tartessos.

O artigo publicado no site do IHS Jane's parece confirmar os relatórios, revelando uma imagem satélite de uma pista de aterragem com diversos aviões de combate estacionados.

Grupo "poderoso" de caças

O Instituto identifica a pista como pertencendo a uma base síria e integrada no aeroporto internacional Bassel al-Assad na província de Lataquia. A base aloja também os helicópteros Mi-14P e Ka-28 das forças navais sírias.

O IHS Jane's afirma ainda que a Síria está a preparar duas bases para acolher os reforços russos, referindo que este é um sinal de que Moscovo se prepara para reforçar a sua luta contra o grupo extremista Estado Islâmico e revela o tipo de aviões de combate que Moscovo está a enviar para os locais referidos.

"A Força Aérea Russa enviou para a Síria um poderoso grupo aéreo que inclui 12 SU-24 e 12 Su-25, caças de ataque ao solo, confirmaram imagens de satélite da Airbus Defense & Space. Os Su-25 chegaram à base aérea naval de Lataquia a 20 de Setembro e os SU-24 a 21", refere o HIS Jane's.

A imagem satélite que ilustra o artigo mostra quatro aviões russos SU-30 SM, 12 Su-24 e 12 Su-25 na pista de aterragem, a 21 de Setembro.

Os 24 novos aviões parecem vir completar a força de quatro Su-30, aviões multifunções já presentes na Síria desde 15 de Setembro, também de acordo com imagens satélite do AD&S.

O Instituto conclui que não é claro quanto tempo ficarão na Síria os novos caças detectados a 21 de Setembro. (RTP)

24 de julho de 2015

Primeiro ataque turco contra jihadistas do Estado Islâmico na Síria

Três caças F-16 da força aérea turca bombardearam esta madrugada várias posições do grupo estado islâmico em território sírio, depois de um confronto entre o exército turco e os ‘jihadistas’ na fronteira, anunciou o gabinete do primeiro-ministro turco.

Os aviões turcos atacaram entre as 3h40 e 3h53 locais (1h40 e 1h53 em Lisboa) “dois quartéis e um posto de reunião” dos combatentes do estado islâmico com mísseis, antes de voltarem para a base de Diyarbakir (sudeste), acrescenta o comunicado publicado pelos serviços de Ahmet Davutoglu.

Esta foi a primeira intervenção aérea de Ankara contra a milícia ‘jihadista’, refere a agência Efe.

Segundo a agência Dogan, os alvos foram localizados perto da localidade de Havar, no sul do país.

“A República da Turquia está determinada a tomar todas as medidas necessárias para defender a segurança nacional”, informa o comunicado, precisando que os ataques foram decididos durante uma reunião de segurança na quinta-feira com o chefe do governo.

Na quinta-feira combatentes ‘jihadistas’ abriram fogo a partir da Síria contra um posto fronteiriço do exército turco na região de Kilis, matando um militar e ferindo dois outros soldados, segundo o estado-maior.

A Turquia autoriza os Estados Unidos a usar bases aéreas do país, entre as quais a de Incirlik, no sul do território, como ponto de apoio nos ataques ao grupo auto proclamado Estado Islâmico (EI), comunicaram na quinta-feira as autoridades norte-americanas.

O anúncio da cooperação entre as forças turcas e norte-americanas surge três dias após o atentado suicida, atribuído ao grupo extremista, contra os activistas pró-curdos em Suruç, no sul da Turquia, perto da fronteira síria, que fez 32 mortos e uma centena de feridos. (Observador)

3 de julho de 2015

Exército sírio afirma ter morto mais de cem terroristas

Uma fonte militar, afirmou que as forças armadas abateram os alegados combatentes e destruíram 14 veículos nas zonas de Hleise, Al Yabul, Ain al Hanash, Deir Hafer, Maskane, Al Castelo, Tel Alam e Tel al Treks, na área de Alepo e arredores.

Na quinta-feira, 13 facções armadas, incluindo a Frente al Nusra - uma filial da rede terrorista Al-Qaida na Síria, anunciaram a criação de uma sala de operações conjunta para "libertar totalmente" a população.

Mais de 230 mil pessoas morreram na Síria desde o início do conflito há mais de quatro anos, de acordo com dados do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Fonte: N.M

1 de junho de 2015

Estado Islâmico cada vez mais perto da Turquia

De acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, as forças do grupo Estado Islâmico capturaram várias localidades nos últimos dias.

A estrada que faz a ligação entre o norte da Síria e a Turquia já é controlada pelos extremistas.

Nos últimos dias, a força aérea norte-americana intensificou os ataques a várias cidades controladas pelo grupo terrorista. (RTP)

21 de maio de 2015

Estado Islâmico conquista Palmira e controla agora mais de metade da Síria

O autoproclamado Estado Islâmico (EI) tomou o controlo total de Palmira na noite de quarta-feira, horas depois de ter entrado na cidade. O exército de Assad bateu em retirada ainda durante a tarde face aos avanços dos extremistas e posicionou-se nos arredores da cidade, de onde, durante a madrugada desta quinta-feira, atacou com rockets e artilharia.

Com a conquista de Palmira, o autoproclamado califado controla agora mais de metade da Síria e passa a benficiar de um valioso ponto estratégico para lançar novas ofensivas. De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização com sede no Reino Unido que monotoriza o conflito no país, os jihadistas dominam uma área de 95 mil quilómetros quadrados, pouco mais de 50% do território total do país. Homs e Deir al-Zour, duas cidades disputadas pelos extremistas e forças leias a Assad, podem ser os próximos alvos.

Palmira resistiu durante uma semana à ofensiva dos jihadistas, que começou no dia 13 de Maio. Como aconteceu ao longo do ataque, as atenções estão sobretudo centradas nos monumentos da cidade, património mundial da UNESCO e uma das heranças arquitectónicas mais preciosas e bem-preservadas do Médio Oriente. Espera-se agora que o Estado Islâmico destrua grande parte dos monumentos de origem romana, grega e persa, alguns deles com mais de 2000 anos, tal como o fez antes em Mosul, Hatra e Nimrud, no Iraque.

Na manhã de quinta-feira não havia ainda notícias de que os islamistas tivessem destruído qualquer monumento de Palmira. Antes da tomada da cidade pelo autoproclamado Estado Islâmico, responsáveis sírios evacuaram centenas de estátuas e artefactos dos museus da cidade, mas os principais símbolos de Palmira não puderam ser deslocados, como o templo de Bel, por exemplo, os seus túmulos e colunas com centenas de anos. A sua destruição parece agora inevitável.

O Estado Islâmico contesta qualquer tipo de idolatria não islâmica, sobretudo a que antecede o tempo do profeta Maomé, como é o caso de grande parte do património de Palmira. Essa foi, aliás, uma das principais motivações para a destruição de um grande número de relíquias assírias e romanas na antiga Mesopotâmia. E agora, com os olhos do mundo postos na cidade antiga de Palmira, o autoproclamado Estado Islâmico tem diante de si uma nova oportunidade para avançar com a sua agenda de propaganda. Algo de que raramente desdenha.

Os jihadistas entraram pela primeira vez na cidade durante a tarde de quarta-feira, pelo Norte, obrigando o exército do regime a recuar e a ceder um terço de Palmira. Nessa altura, começaram a surgir notícias de que o exército sírio estava a evacuar a cidade de cerca de 50 mil habitantes, mais de 100 mil se for contabilizada a população nos subúrbios e os refugiados vindos de Homs e Deir al-Zour.

Ao bater em retirada, o exército sírio deixou a cidade à mercê dos jihadistas que, ao início da noite, controlavam Palmira por completo. “As forças do regime entraram em colapso”, escrevia durante a madrugada o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

“Um grande número de famílias estão a fugir de várias zonas de Palmira” contou à Al-Jazira Abo Muaz, ao final da tarde de quarta-feira, “há confrontos e os aviões do regime [de Bashar al-Assad] não param de bombardear a cidade”. Nesta quinta-feira, membros do autoproclamado Estado Islâmico publicaram nas redes sociais imagens de militares sírios executados nas ruas de Palmira, membros da tribo Shaitat que luta contra os jihadistas em Deir al-Zour.

A conquista de Palmira é uma pesada derrota para Bashar al-Assad. Além da cidade milenar, os jihadistas tomaram também o controlo de dois campos de exploração de gás natural, al-Hail e Arak, responsáveis pelo fornecimento de uma fatia importante da electricidade aos grandes bastiões de Assad na zona ocidental da Síria. Juntam-se ao domínio destes campos o aeroporto e a prisão de Palmira, assim como um centro de informações dos serviços secretos de Assad.

Mas Palmira é também um ponto estratégico importante para a campanha dos extremistas na Síria, já que pode facilitar a conquista de outras grandes cidades do país. É o caso de Homs, a oeste de Palmira e, antes da guerra civil, a terceira maior cidade síria, mas também, e, mais imediatamente, o caso de Deir al-Zour, a leste, ambas cidades disputadas há meses pelos jihadistas e forças leais a Assad.

Palmira e subúrbios estão no centro do caminho entre Damasco e Deir al-Zour e é por lá que passam as principais vias de fornecimento de mantimentos e reforços vindos da capital. Estas caíram agora nas mãos do EI, o que fragilizará o controlo de Assad sobre Deir al-Zour e o que poderá dar aos jihadistas o empurrão necessário para fazerem crescer ainda mais o seu domínio da Síria. (Público)

7 de maio de 2015

Presidente sírio admite recentes revezes militares

O Presidente sírio Bashar al-Assad reconheceu hoje pela primeira vez que o seu exército sofreu diversos revezes militares mas assegurou que a guerra contra os grupos rebeldes não está perdida.

"Não falamos de nem de dezenas, nem de centenas mas de milhares de batalhas e naturalmente nas batalhas existem retiradas, vitórias e perdas. Existem altos e baixos", disse em Damasco durante as celebrações do Dia dos Mártires.

"Actualmente estamos envolvidos numa guerra, e uma guerra não é uma batalha, mas uma série de batalhas", acrescentou durante um discurso pronunciado numa escola para crianças de soldados mortos em combate.

Nas últimas semanas as forças rebeldes, incluindo a Frente Al-Nusra, o ramo sírio da Al-Qaida, conquistaram a estratégica cidade de Jisr al-Shughur, capital da província e Idlib, e uma base militar na região.

As derrotas militares nesta província, o avanço dos grupos insurgentes no sul e o fracasso das tentativas em avançar na região de Damasco face a uma rebelião unificada contribuíram para aumentar as especulações sobre a actual capacidade das forças do regime.

Mas al-Assad, rodeado de jovens estudantes, pediu aos seus apoiantes para se manterem firmes e com moral elevada. "Quando existem revezes, devemos enquanto sociedade cumprir o nosso dever e apoiar o moral do exército e não esperar que seja ele que deve apoiar o nosso", insistiu, antes de pedir que seja banido "o espírito de frustração e de desespero após uma perda aqui ou ali".

Sem reconhecer a queda de Jisr al-Shughur, o Presidente sírio prestou homenagem às forças do regime cercadas pelos rebeldes num hospital a sul da cidade. "O exército vai chegar em breve para ajudar os seus heróis bloqueados no hospital de Jisr al-Shughur", assegurou.

Cerca de 150 soldados estão cercados há duas semanas neste hospital e envolvidos em intensos combates com as forças sitiantes da Frente al-Nusra e de outras facções islamitas.

No plano internacional, al-Assad definiu o Presidente turco Recep Tayyip Erdogan como um "assassino" e comparou-o a Jamal Pacha, o governador otomano da Grande Síria, apelidado "o carniceiro" por ter ordenado, em 06 de Maio de 1916, o enforcamento de nacionalistas árabes em Damasco e Beirute, durante a I Guerra Mundial. O Dia dos Mártires foi instituído em sua memória. Lusa

25 de março de 2014

Portugal participa na neutralização das armas químicas sírias

A Forças Armadas Portuguesas vão ter três novas missões no estrangeiro. Nos próximos meses, 144 militares portugueses serão destacados para missões que vão dos países bálticos a África.

Destes, 22 serão incorporados na missão das Nações Unidas responsável pela neutralização das armas químicas sírias, juntamente com um avião C-130.

Para a missão da União Europeia encarregada da estabilização da República Centro-Africana seguirão 47 militares e um avião de vigilância P3 Orion. Outros 70 efectivos serão destacados para o policiamento do espaço aéreo da Lituânia, uma das responsabilidades da NATO.

Ao mesmo tempo que se preparam estas novas missões, ficou definida a redução do efectivo português no Afeganistão, retirando 60 militares daquele país.

As missões receberam o “parecer favorável” do Conselho Superior de Defesa Nacional, reunido na segunda-feira no Palácio de Belém. A informação foi veiculada pelo major-general Goulão de Melo.

O CSDN é um órgão para consulta do Presidente da República em relação a assuntos de defesa nacional. Este mesmo órgão, “após exposição e debate das propostas”, considerou “em condições de transitarem para decisão do Governo” as alterações apresentadas pelo executivo quanto à Lei de Defesa Nacional e a Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas. (Público)