(Exército) Esta madrugada, partiram 50 militares da 9.ª Força Nacional Destacada (9FND) para o Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana (RCA), no âmbito da missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização daquele país (MINUSCA).
A Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Professora Doutora Catarina Sarmento e Castro, e o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca, entre outras entidades militares, estiveram presentes no momento de despedida dos militares que partiram hoje do Aeródromo de Trânsito N.º 1, em Figo Maduro, Lisboa.
A Secretária de Estado de Recursos Humanos dirigiu as suas primeiras palavras aos familiares dos militares, apelando à tranquilidade e à confiança no aprontamento árduo e intenso desenvolvido pela Força, onde os militares aperfeiçoaram capacidades técnicas, físicas e psicológicas, pelo que estão preparados a cumprir a sua missão no TO. “Esta é uma missão difícil, mas sabemos que trabalharam arduamente", reforçou a Professora Doutora Catarina Sarmento e Castro, desejando uma boa missão a todos os militares da 9FND.
A partida dos restantes 130 militares desta Força está prevista para o próximo dia 14 de Maio.
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19 de abril de 2021
24 de janeiro de 2020
ELOGIO À “CORAGEM, EFICÁCIA E VONTADE NA AJUDA À REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA”
(Emgfa)O Subsecretário dos EUA para os Assuntos Africanos, Sr. Tibor Nagy, visitou, no dia 21 de Janeiro, os militares do Exército e da Força Aérea Portuguesa que compõem a 6ª Força Nacional Destacada na missão das Nações Unidas na República Centro-Africana.
Esta visita teve como objectivo contactar com os militares portugueses, cujo desempenho acompanha regularmente pelos relatórios das Nações Unidas.
Foram prestadas as honras formais pela Companhia de Paraquedistas, apresentados o Estado-Maior e Comandantes das Subunidades, tendo-se seguido uma apresentação sobre os recentes empenhamentos da Força de Reacção Rápida Portuguesa, os seus meios e capacidades.
No final, o Sr. Tibor Nagy agradeceu a oportunidade de conhecer os militares portugueses e elogiou a sua coragem, eficácia e vontade na ajuda à República Centro-Africana.
Esta visita teve como objectivo contactar com os militares portugueses, cujo desempenho acompanha regularmente pelos relatórios das Nações Unidas.
Foram prestadas as honras formais pela Companhia de Paraquedistas, apresentados o Estado-Maior e Comandantes das Subunidades, tendo-se seguido uma apresentação sobre os recentes empenhamentos da Força de Reacção Rápida Portuguesa, os seus meios e capacidades.
No final, o Sr. Tibor Nagy agradeceu a oportunidade de conhecer os militares portugueses e elogiou a sua coragem, eficácia e vontade na ajuda à República Centro-Africana.
21 de janeiro de 2020
Chefe do Estado-Maior do Exército visita militares no Mali
(Exército)O Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca, acompanhou o Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, e o Enviado Especial de Portugal ao Sahel, Embaixador José Moreira da Cunha, em visita ao Teatro de Operações do Mali, nos dias 19 e 21 de Janeiro.
A Missão de Treino da União Europeia (EUTM) no Mali, liderada pelo militar português Brigadeiro-General João Boga Ribeiro, integra actualmente 17 militares portugueses, dos quais 12 são do Exército.
A delegação portuguesa efectuou a deposição de uma coroa de flores junto à identificação dos militares falecidos na EUTM Mali, seguindo-se um encontro com o Ministro da Defesa e Antigos Combatentes do Mali, o General Ibrahima Dahirou Dembélé.
A Missão de Treino da União Europeia (EUTM) no Mali, liderada pelo militar português Brigadeiro-General João Boga Ribeiro, integra actualmente 17 militares portugueses, dos quais 12 são do Exército.
A delegação portuguesa efectuou a deposição de uma coroa de flores junto à identificação dos militares falecidos na EUTM Mali, seguindo-se um encontro com o Ministro da Defesa e Antigos Combatentes do Mali, o General Ibrahima Dahirou Dembélé.
13 de janeiro de 2020
MILITARES PORTUGUESES E BRASILEIROS EM ACÇÃO SOLIDÁRIA NA REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA
(Emgfa)Os militares portugueses e brasileiros, integrados na Missão de Treino da União Europeia na República Centro-Africana, realizaram esta semana uma acção de solidariedade na Escola Saint Bernard de Menthon, em Kassai, Bangui, na qual foram doados brinquedos, roupa e calçado a crianças entre os 3 e os 10 anos.
Os militares portugueses e brasileiros regressam brevemente aos respectivos países, terminando a sua missão de formação e treino da Forças Armadas da República Centro-Africana.
Este tipo de acções foram realizadas frequentemente ao longo da missão, através da angariação de material junto dos respectivos Ramos (Marinha, Exército e Força Aérea), entregando-o a instituições, particularmente em épocas festivas, dando a hipótese a crianças mais desfavorecidas, muitas delas orfãs, de receberam um simbólico presente para assinalar a data, que de outra forma seria impossível.
A acção contou ainda com a presença de militares e civis de outras nações integradas nesta missão da União Europeia, que se associaram a esta causa.
Os militares portugueses e brasileiros regressam brevemente aos respectivos países, terminando a sua missão de formação e treino da Forças Armadas da República Centro-Africana.
Este tipo de acções foram realizadas frequentemente ao longo da missão, através da angariação de material junto dos respectivos Ramos (Marinha, Exército e Força Aérea), entregando-o a instituições, particularmente em épocas festivas, dando a hipótese a crianças mais desfavorecidas, muitas delas orfãs, de receberam um simbólico presente para assinalar a data, que de outra forma seria impossível.
A acção contou ainda com a presença de militares e civis de outras nações integradas nesta missão da União Europeia, que se associaram a esta causa.
5 de dezembro de 2019
Militares da 11.ª Força Nacional Destacada em aprontamento para o Iraque
(Exército)O Exército reforça as competências dos militares que integram a 11.ª Força Nacional Destacada (11FND) actualmente em aprontamento para desempenho de missões no Teatro de Operações (TO) do Iraque, no âmbito da Operation Inherent Resolve (OIR).
As referidas competências foram desenvolvidas na Zona Militar dos Açores, desde o dia 21 de Outubro, sendo que o Regimento de Guarnição N.º 1, na Ilha Terceira, constitui-se como a Unidade Mobilizadora da Força
Nesta fase do aprontamento estão previstas actividades de carácter administrativo-logístico, tais como, o aprontamento sanitário, a avaliação psicológica, a aferição linguística, os testes toxicológicos e a emissão de Passaporte Diplomático.
Em simultâneo, decorrem actividades correspondentes ao treino orientado para a missão, nomeadamente, palestras, preparação física, tiro, treino de armamento, treino de combate em áreas edificadas, entre outras tarefas essenciais ao cumprimento da missão.
As referidas competências foram desenvolvidas na Zona Militar dos Açores, desde o dia 21 de Outubro, sendo que o Regimento de Guarnição N.º 1, na Ilha Terceira, constitui-se como a Unidade Mobilizadora da Força
Nesta fase do aprontamento estão previstas actividades de carácter administrativo-logístico, tais como, o aprontamento sanitário, a avaliação psicológica, a aferição linguística, os testes toxicológicos e a emissão de Passaporte Diplomático.
Em simultâneo, decorrem actividades correspondentes ao treino orientado para a missão, nomeadamente, palestras, preparação física, tiro, treino de armamento, treino de combate em áreas edificadas, entre outras tarefas essenciais ao cumprimento da missão.
9 de outubro de 2019
Militares Portugueses envolvidos em confronto armado na República Centro-Africana
(Emgfa)No período de 23 a 30 de Setembro, a companhia portuguesa, que é a Força de Reacção Imediata (Quick Reaction Force – QRF) da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), no cumprimento de ordens emanadas pelo Comando daquela operação de “capacetes azuis”, foi projectada para a povoação de Bocaranga, na região Noroeste da República Centro-Africana, com a finalidade de proteger a população contra a postura ofensiva de um dos grupos armados existentes na RCA. Este, em manifesto incumprimento com o estipulado nos Acordos de Paz assinados em Fevereiro deste ano, em Bangui, entre o Governo da República Centro- Africana e os grupos armados, hostilizava a população e operava fora da Região de Koui (cerca de 25 quilómetros a oeste de Bocaranga), à qual deveria estar circunscrito.
A projecção da força portuguesa fez-se com um destacamento avançado por via aérea e o grosso da força por via terrestre.
A projecção por via terrestre implicou um movimento de cerca de 600 Km que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de três dias.
A passagem em itinerários estreitos, sobre sucessivos cursos de água em que as pontes são improvisadas e frágeis face à tipologia de viaturas da força, como são o caso das Viaturas Blindadas Pandur 8x8, exigiu das guarnições um cuidado redobrado e muitas vezes terem de lidar com imprevistos de vária ordem.
À chegada da força portuguesa a Yade (cerca de 20 quilómetros a sudoeste de Bocaranga), no dia 26 de Setembro, foi observado pelos meios aéreos (helicópteros e os novos Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven” do Exército Português) a fuga precipitada de vários elementos, pertencentes ao grupo armado opositor.
Num dos movimentos subsequentes da força portuguesa para garantir a segurança das populações numa área mais alargada, uma das colunas da força foi emboscada. É observável pelas imagens o momento em que um engenho explosivo é deflagrado (coluna de fumo) à frente da viatura testa, acompanhado de fogo de armas ligeiras sobre a coluna. Verifica-se que esta aumenta a velocidade para sair da zona perigosa, ao mesmo tempo que responde ao fogo com as suas armas de bordo, em estreita coordenação com a aeronave que se mantinha em sobreapoio.
Na resposta à emboscada, a força portuguesa empenhou a viatura Pandur com arma controlada remotamente (Remote Weapon System), a qual permite realizar fogo com muita precisão, evitando danos colaterais.
No evoluir da operação, a força deslocou-se à região onde tinha sido identificado positivamente pelos meios aéreos a presença de elementos do grupo armado. Nessa região, parte da Força apeou – em condições de contacto iminente – com a finalidade de garantir que o local se encontrava seguro e que não havia a presença, não autorizada, de elementos do grupo armado.
É observável que o grupo armado, numa manobra de detecção, usa material do UNHCR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).
Nos trabalhos subsequentes de recolha de indícios, foram identificados uniformes militares com a identificação objectiva do grupo armado, equipamentos de comunicações e estupefacientes.
A operação contou sempre com o apoio aéreo dos meios da MINUSCA que tinham também a bordo militares portugueses.
Durante a emboscada, algumas viaturas portuguesas foram atingidas. Nas imagens é observável uma viatura do tipo HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle) que conseguindo mover-se por meios próprios, apresenta o lado esquerdo flagelado por rebentamento de um engenho explosivo.
Este tipo de operações é realizado empenhando toda a tipologia de viaturas blindadas, incluindo, como observado nas imagens, a Viatura Blindada Pandur de Recuperação e viaturas blindadas ambulância do tipo Pandur e HMMWV.
Esta é a 6ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, sendo o actual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.
A projecção da força portuguesa fez-se com um destacamento avançado por via aérea e o grosso da força por via terrestre.
A projecção por via terrestre implicou um movimento de cerca de 600 Km que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de três dias.
A passagem em itinerários estreitos, sobre sucessivos cursos de água em que as pontes são improvisadas e frágeis face à tipologia de viaturas da força, como são o caso das Viaturas Blindadas Pandur 8x8, exigiu das guarnições um cuidado redobrado e muitas vezes terem de lidar com imprevistos de vária ordem.
À chegada da força portuguesa a Yade (cerca de 20 quilómetros a sudoeste de Bocaranga), no dia 26 de Setembro, foi observado pelos meios aéreos (helicópteros e os novos Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven” do Exército Português) a fuga precipitada de vários elementos, pertencentes ao grupo armado opositor.
Num dos movimentos subsequentes da força portuguesa para garantir a segurança das populações numa área mais alargada, uma das colunas da força foi emboscada. É observável pelas imagens o momento em que um engenho explosivo é deflagrado (coluna de fumo) à frente da viatura testa, acompanhado de fogo de armas ligeiras sobre a coluna. Verifica-se que esta aumenta a velocidade para sair da zona perigosa, ao mesmo tempo que responde ao fogo com as suas armas de bordo, em estreita coordenação com a aeronave que se mantinha em sobreapoio.
Na resposta à emboscada, a força portuguesa empenhou a viatura Pandur com arma controlada remotamente (Remote Weapon System), a qual permite realizar fogo com muita precisão, evitando danos colaterais.
No evoluir da operação, a força deslocou-se à região onde tinha sido identificado positivamente pelos meios aéreos a presença de elementos do grupo armado. Nessa região, parte da Força apeou – em condições de contacto iminente – com a finalidade de garantir que o local se encontrava seguro e que não havia a presença, não autorizada, de elementos do grupo armado.
É observável que o grupo armado, numa manobra de detecção, usa material do UNHCR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).
Nos trabalhos subsequentes de recolha de indícios, foram identificados uniformes militares com a identificação objectiva do grupo armado, equipamentos de comunicações e estupefacientes.
A operação contou sempre com o apoio aéreo dos meios da MINUSCA que tinham também a bordo militares portugueses.
Durante a emboscada, algumas viaturas portuguesas foram atingidas. Nas imagens é observável uma viatura do tipo HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle) que conseguindo mover-se por meios próprios, apresenta o lado esquerdo flagelado por rebentamento de um engenho explosivo.
Este tipo de operações é realizado empenhando toda a tipologia de viaturas blindadas, incluindo, como observado nas imagens, a Viatura Blindada Pandur de Recuperação e viaturas blindadas ambulância do tipo Pandur e HMMWV.
Esta é a 6ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, sendo o actual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.
27 de setembro de 2019
Força de Fuzileiros e Mergulhadores regressa este sábado a Portugal
(Emgfa)A Força de 146 militares da Marinha Portuguesa (140 Fuzileiros e 6 Mergulhadores) que esteve, durante cerca três meses, em missão na Lituânia, no quadro das medidas de tranquilização da NATO para o flanco leste da Europa, regressa este sábado, dia 28 de Setembro, a Portugal.
Esta Força esteve sediada em Klaipeda, na Costa do Mar Báltico, e englobou um Elemento de Operações Especiais e um Elemento de Projecção de Força, o qual inclui a equipa de mergulhadores-sapadores.
A missão teve como objectivo reforçar a presença de forças aliadas na Lituânia e conduzir treinos e exercícios combinados, com vista à obtenção de elevados níveis de prontidão e interoperabilidade.
A Força desenvolveu, neste âmbito, um programa de actividades que incluiu exercícios de operações anfíbias no Mar Báltico e exercícios de defesa contra forças convencionais e irregulares, de grande realismo, assim como exercícios de operações especiais, incluindo um grande exercício em que o Elemento de Operações Especiais foi certificado para integrar uma Força Combinada NATO, que permanecerá em elevada prontidão durante o ano de 2020 (parte das “NATO Response Forces”).
Esta foi a primeira vez que uma equipa de mergulhadores integrou esta missão, dando à Força a valência de inativação de engenhos explosivos, guerra de minas e apoio a operações anfíbias.
Esta Força esteve sediada em Klaipeda, na Costa do Mar Báltico, e englobou um Elemento de Operações Especiais e um Elemento de Projecção de Força, o qual inclui a equipa de mergulhadores-sapadores.
A missão teve como objectivo reforçar a presença de forças aliadas na Lituânia e conduzir treinos e exercícios combinados, com vista à obtenção de elevados níveis de prontidão e interoperabilidade.
A Força desenvolveu, neste âmbito, um programa de actividades que incluiu exercícios de operações anfíbias no Mar Báltico e exercícios de defesa contra forças convencionais e irregulares, de grande realismo, assim como exercícios de operações especiais, incluindo um grande exercício em que o Elemento de Operações Especiais foi certificado para integrar uma Força Combinada NATO, que permanecerá em elevada prontidão durante o ano de 2020 (parte das “NATO Response Forces”).
Esta foi a primeira vez que uma equipa de mergulhadores integrou esta missão, dando à Força a valência de inativação de engenhos explosivos, guerra de minas e apoio a operações anfíbias.
25 de setembro de 2019
Equipa de Engenharia Militar é projectada para a República Centro-Africana
(Exército)O Exército, através do Regimento de Engenharia N.º 3, projectou uma Equipa de Engenharia Militar para o Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana, entre 21 de Junho e 13 de Setembro.
A Equipa projectada teve como principal missão executar trabalhos de engenharia, essencialmente orientados para a melhoria e adequação das infraestruturas relacionadas com a operação e manutenção de equipamentos e viaturas.
A equipa constituída por 1 Oficial, 1 Sargento e 10 Praças, materializou a construção de um conjunto de infraestruturas, que garantem a sustentabilidade das Viaturas Blindada de Rodas PANDUR 8X8 e dos Veículos Blindados de Transporte de Pessoal HUMVEE, viaturas que equipam a Força de Reacção Rápida, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas.
Os trabalhos desenvolvidos incluíram a construção de 3 parques cobertos, de 1 tenda oficina, dedicada à manutenção das PANDUR, e 1 tenda que irá ser utilizada como terminal da Força, com os inerentes trabalhos de instalação da rede eléctrica de cada infraestrutura.
Para o efeito executaram-se diversos trabalhos de movimentação de terras, execução de fundações em betão armado e montagem de estruturas metálicas, demonstrando, desta forma, as diversas capacidades e meios da Engenharia Militar, numa das suas importantes missões de Apoio Geral de Engenharia.
A Equipa projectada teve como principal missão executar trabalhos de engenharia, essencialmente orientados para a melhoria e adequação das infraestruturas relacionadas com a operação e manutenção de equipamentos e viaturas.
A equipa constituída por 1 Oficial, 1 Sargento e 10 Praças, materializou a construção de um conjunto de infraestruturas, que garantem a sustentabilidade das Viaturas Blindada de Rodas PANDUR 8X8 e dos Veículos Blindados de Transporte de Pessoal HUMVEE, viaturas que equipam a Força de Reacção Rápida, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas.
Os trabalhos desenvolvidos incluíram a construção de 3 parques cobertos, de 1 tenda oficina, dedicada à manutenção das PANDUR, e 1 tenda que irá ser utilizada como terminal da Força, com os inerentes trabalhos de instalação da rede eléctrica de cada infraestrutura.
Para o efeito executaram-se diversos trabalhos de movimentação de terras, execução de fundações em betão armado e montagem de estruturas metálicas, demonstrando, desta forma, as diversas capacidades e meios da Engenharia Militar, numa das suas importantes missões de Apoio Geral de Engenharia.
13 de setembro de 2019
Paraquedistas já descolaram… BOA SORTE!!
(Emgfa)Os 180 militares do Exército Português que compõem a 6ª Força Nacional Destacada para a República Centro-Africana, maioritariamente composta por Paraquedistas do 1º Batalhão de Infantaria Paraquedista da Brigada de Reacção Rápida, já se encontram a caminho daquele país para cumprir seis meses de missão.
A 6.ª Força Nacional Destacada neste país constituir-se-á, à semelhança das anteriores Forças, como Força de Reacção Rápida da componente militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), no âmbito das operações de apoio à paz em qualquer região do país, a fim de contribuir para a estabilização, segurança e controlo do território da República Centro-Africana.
A Cerimónia Militar de despedida destes militares, decorreu, há minutos, no aeroporto de Lisboa, e foi presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, que no seu discurso, deixou a todos uma palavra de esperança e confiança e desejos de uma boa missão.
Na despedida, estiveram ainda presentes, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Nunes Borrego e o Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Soares de Almeida.
A todos o Estado-Maior-General das Forças Armadas deseja os maiores sucessos!
BOA SORTE PÁRAS!!!
A 6.ª Força Nacional Destacada neste país constituir-se-á, à semelhança das anteriores Forças, como Força de Reacção Rápida da componente militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), no âmbito das operações de apoio à paz em qualquer região do país, a fim de contribuir para a estabilização, segurança e controlo do território da República Centro-Africana.
A Cerimónia Militar de despedida destes militares, decorreu, há minutos, no aeroporto de Lisboa, e foi presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, que no seu discurso, deixou a todos uma palavra de esperança e confiança e desejos de uma boa missão.
Na despedida, estiveram ainda presentes, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Nunes Borrego e o Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Soares de Almeida.
A todos o Estado-Maior-General das Forças Armadas deseja os maiores sucessos!
BOA SORTE PÁRAS!!!
20 de julho de 2019
Militares do Exército Português condecorados na Roménia
(Exército)Após um ano a servir Portugal e a NATO no âmbito da “Tailored Forward Presence", na Roménia, o Tenente-Coronel José Pimenta e o Tenente-Coronel Pedro Almeida cessam funções e dão lugar ao Tenente-Coronel Luís Laranjo e ao Major Bruno Moura, como Elementos Nacionais Destacados.
No decorrer da cerimónia de despedida, que teve lugar no Quartel-General da Brigada Multinacional Sudeste, em Cracóvia, os dois militares portugueses foram distinguidos pelo Comandante do Exército Romeno. O Tenente-Coronel Pedro Almeida recebeu a Medalha de Mérito “Partner for Defense" e o Tenente-Coronel José Pimenta a Medalha de Honra das Forças Terrestres Romenas, que é a mais alta condecoração que pode ser atribuída pelo Comandante Romeno, sendo que esta foi a primeira vez que foi atribuída naquela Brigada.
O desempenho de ambos os militares resultou num notável prestígio para o Exército e para as Forças Armadas Portuguesas, tendo merecido a apreciação e o reconhecimento da Comando da Brigada Multinacional Sudeste, em particular do seu Comandante, o Brigadeiro-General Daniel Christian Dan.
No decorrer da cerimónia de despedida, que teve lugar no Quartel-General da Brigada Multinacional Sudeste, em Cracóvia, os dois militares portugueses foram distinguidos pelo Comandante do Exército Romeno. O Tenente-Coronel Pedro Almeida recebeu a Medalha de Mérito “Partner for Defense" e o Tenente-Coronel José Pimenta a Medalha de Honra das Forças Terrestres Romenas, que é a mais alta condecoração que pode ser atribuída pelo Comandante Romeno, sendo que esta foi a primeira vez que foi atribuída naquela Brigada.
O desempenho de ambos os militares resultou num notável prestígio para o Exército e para as Forças Armadas Portuguesas, tendo merecido a apreciação e o reconhecimento da Comando da Brigada Multinacional Sudeste, em particular do seu Comandante, o Brigadeiro-General Daniel Christian Dan.
15 de julho de 2019
Fuzileiros iniciam actividade operacional na Lituânia
(Emgfa)A Força de Fuzileiros, da Marinha Portuguesa, projectada para a Lituânia a 1 de Julho, já iniciou um intenso programa de activação de capacidades, adaptação à área de operações e entrosamento com as forças lituanas.
Têm realizado exercícios técnicos e tácticos de tiro, de combate a curtas distâncias, com emprego de viaturas todo-o-terreno, de natação de combate e de operação de veículos autónomos.
Durante as próximas semanas serão realizados exercícios complexos, centrados na costa do Mar Báltico, incluindo a realização de operações anfíbias, de combate em ambiente costeiro, de mergulho e de assalto a navios.
A Força de Fuzileiros dispõe de uma complexa matriz de capacidades, estruturadas num elemento de Projecção de Força e num elemento de Operações Especiais.
O elemento de Projecção de Força está vocacionado para a realização de operações anfíbias e para outras acções em ambiente marítimo e costeiro, podendo desenvolver, inclusive, operações prolongadas em terra. Este elemento inclui uma equipa de mergulhadores sapadores, que suplementam a capacidade de reconhecimento de zonas costeiras e de realização de acções complexas de inactivação de engenhos explosivos.
O elemento de Operações Especiais, correspondente a uma unidade-tarefa gerada pelo Destacamento de Acções Especiais, de pequena dimensão, mas de grande capacidade, está capacitado para realizar acções no Mar Báltico e em terra, cobrindo um amplo espectro de tarefas, desde missões de combate e resgate até acções de reconhecimento e recolha de informação.
Antes de ser projectada para este teatro de operações, a Força cumpriu um plano de aprontamento focalizado, especificamente, na actuação no território da Lituânia e no Mar Báltico, face a ameaças convencionais, não-convencionais ou híbridas.
Têm realizado exercícios técnicos e tácticos de tiro, de combate a curtas distâncias, com emprego de viaturas todo-o-terreno, de natação de combate e de operação de veículos autónomos.
Durante as próximas semanas serão realizados exercícios complexos, centrados na costa do Mar Báltico, incluindo a realização de operações anfíbias, de combate em ambiente costeiro, de mergulho e de assalto a navios.
A Força de Fuzileiros dispõe de uma complexa matriz de capacidades, estruturadas num elemento de Projecção de Força e num elemento de Operações Especiais.
O elemento de Projecção de Força está vocacionado para a realização de operações anfíbias e para outras acções em ambiente marítimo e costeiro, podendo desenvolver, inclusive, operações prolongadas em terra. Este elemento inclui uma equipa de mergulhadores sapadores, que suplementam a capacidade de reconhecimento de zonas costeiras e de realização de acções complexas de inactivação de engenhos explosivos.
O elemento de Operações Especiais, correspondente a uma unidade-tarefa gerada pelo Destacamento de Acções Especiais, de pequena dimensão, mas de grande capacidade, está capacitado para realizar acções no Mar Báltico e em terra, cobrindo um amplo espectro de tarefas, desde missões de combate e resgate até acções de reconhecimento e recolha de informação.
Antes de ser projectada para este teatro de operações, a Força cumpriu um plano de aprontamento focalizado, especificamente, na actuação no território da Lituânia e no Mar Báltico, face a ameaças convencionais, não-convencionais ou híbridas.
10 de julho de 2019
Ministro da Defesa Nacional visita militares portugueses na República Centro-Africana
(Exército)O Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, acompanhado pelo o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, pelo Chefe de Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Joaquim Almeida, e pelo Adjunto Diplomático do Ministério de Defesa Nacional, Dr. Nuno Cabral, deslocou-se, nos dias 07 e 08 de Julho, ao Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana (RCA).
Ao chegar ao aquartelamento de M'POKO, em Bangui, o Ministro da Defesa Nacional foi recebido pela Ministra da Defesa da RCA, Marie-Noëlle Koyara, pelo 2.º Comandante da Componente Militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), Tenente-General Marco Serronha, pelo Comandante da Missão de Treino da União Europeia (EUTM) na RCA, Major-General Hermínio Maio, e pelo Comandante da 5.ª Força Nacional Destacada (5FND), Tenente-Coronel Rui Moura.
No decorrer da visita o Professor Doutor João Gomes Cravinho, recebeu um brífingue proferido pelo Comandante da 5FND/MINUSCA e impôs a Medalha de Cruz de São Jorge, 1.º classe, ao Force Chief ofStaff da Componente Militar da MINUSCA, Brigadeiro-General Remi Seigle.
No Campo de M'POKO, num ambiente de proximidade e confraternização, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses que, desde Março, constituem a força de estabilização de paz para consolidação do território e assistiu a uma exposição estática de meios e capacidades.
No Campo EUCATEX, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses integrados na missão da EUTM RCA e participou na cerimónia de Transferência de Comando de Portugal para França.
Ao chegar ao aquartelamento de M'POKO, em Bangui, o Ministro da Defesa Nacional foi recebido pela Ministra da Defesa da RCA, Marie-Noëlle Koyara, pelo 2.º Comandante da Componente Militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), Tenente-General Marco Serronha, pelo Comandante da Missão de Treino da União Europeia (EUTM) na RCA, Major-General Hermínio Maio, e pelo Comandante da 5.ª Força Nacional Destacada (5FND), Tenente-Coronel Rui Moura.
No decorrer da visita o Professor Doutor João Gomes Cravinho, recebeu um brífingue proferido pelo Comandante da 5FND/MINUSCA e impôs a Medalha de Cruz de São Jorge, 1.º classe, ao Force Chief ofStaff da Componente Militar da MINUSCA, Brigadeiro-General Remi Seigle.
No Campo de M'POKO, num ambiente de proximidade e confraternização, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses que, desde Março, constituem a força de estabilização de paz para consolidação do território e assistiu a uma exposição estática de meios e capacidades.
No Campo EUCATEX, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses integrados na missão da EUTM RCA e participou na cerimónia de Transferência de Comando de Portugal para França.
28 de junho de 2019
Fuzileiros partem para missão na Lituânia
(Emgfa)Uma Força de Fuzileiros da Marinha Portuguesa parte na próxima segunda-feira, dia 1 de Julho, para a Lituânia, onde irá permanecer nos próximos três meses, no quadro das medidas de tranquilização da NATO naquele território.
A Força inclui uma equipa de Mergulhadores da Armada, num total de 146 militares (140 Fuzileiros e 6 Mergulhadores). Destes, 134 militares partem na segunda-feira, para se juntar a um destacamento avançado de 12 militares que já se encontra no teatro de operações.
Pela primeira vez que uma equipa de mergulhadores integrará esta missão, dando à Força a valência de inactivação de engenhos explosivos, guerra de minas e apoio a operações anfíbias.
Este é o segundo ano em que uma Força tão significativa, integralmente gerada e aprontada pela Marinha, irá operar num teatro Europeu e que será projectada para Klaipėda, na Lituânia, por mar e ar.
Durante os próximos três meses, os militares portugueses vão treinar com a Marinha da Lituânia e com o “Dragoon Battalion” do Exército Lituano, em operações anfíbias e operações terrestres.
No âmbito dos compromissos internacionais, Portugal participa nesta missão com o objectivo de contribuir para o esforço colectivo da NATO, no quadro de um conjunto de actividades militares, realizadas nos territórios da Europa central e de Leste, no sentido de reforçar a capacidade de dissuasão e resposta da Aliança face a potenciais ameaças.
A Força inclui uma equipa de Mergulhadores da Armada, num total de 146 militares (140 Fuzileiros e 6 Mergulhadores). Destes, 134 militares partem na segunda-feira, para se juntar a um destacamento avançado de 12 militares que já se encontra no teatro de operações.
Pela primeira vez que uma equipa de mergulhadores integrará esta missão, dando à Força a valência de inactivação de engenhos explosivos, guerra de minas e apoio a operações anfíbias.
Este é o segundo ano em que uma Força tão significativa, integralmente gerada e aprontada pela Marinha, irá operar num teatro Europeu e que será projectada para Klaipėda, na Lituânia, por mar e ar.
Durante os próximos três meses, os militares portugueses vão treinar com a Marinha da Lituânia e com o “Dragoon Battalion” do Exército Lituano, em operações anfíbias e operações terrestres.
No âmbito dos compromissos internacionais, Portugal participa nesta missão com o objectivo de contribuir para o esforço colectivo da NATO, no quadro de um conjunto de actividades militares, realizadas nos territórios da Europa central e de Leste, no sentido de reforçar a capacidade de dissuasão e resposta da Aliança face a potenciais ameaças.
27 de junho de 2019
Comandos regressam a Bangui após complexa operação
(Emgfa)Após um mês de uma complexa operação em Bocaranga, a cerca de 500 km de Bangui, os militares do Exército e da Força Aérea da 5ª Força Nacional Destacada na República Centro-Africana, maioritariamente composta por Comandos, estão de regresso à base na capital.
A Força de Reacção Rápida portuguesa foi chamada a intervir para proteger as localidades de Letele, Boukaya e Bohong da opressão de elementos afectos a grupos armados, na sequência do massacre de mais de 50 pessoas, no passado mês de maio.
Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e potenciou a negociação entre uma delegação da União Africana, o Governo da República Centro-Africana, representantes da Missão das Nações Unidas e a liderança do grupo armado, na procura de uma solução ao abrigo do acordo de paz de Cartum, firmado no início deste ano.
Relembra-se que o actual contingente desta Força de Reacção Rápida, de 180 militares em missão no país, é constituído maioritariamente por tropas especiais, Comandos, do Exército português, integrando militares de outras unidades do Exército e ainda três controladores aéreos avançados da Força Aérea.
A Força de Reacção Rápida portuguesa foi chamada a intervir para proteger as localidades de Letele, Boukaya e Bohong da opressão de elementos afectos a grupos armados, na sequência do massacre de mais de 50 pessoas, no passado mês de maio.
Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e potenciou a negociação entre uma delegação da União Africana, o Governo da República Centro-Africana, representantes da Missão das Nações Unidas e a liderança do grupo armado, na procura de uma solução ao abrigo do acordo de paz de Cartum, firmado no início deste ano.
Relembra-se que o actual contingente desta Força de Reacção Rápida, de 180 militares em missão no país, é constituído maioritariamente por tropas especiais, Comandos, do Exército português, integrando militares de outras unidades do Exército e ainda três controladores aéreos avançados da Força Aérea.
13 de junho de 2019
Militar ferido com gravidade em acidente de viação na República Centro-Africana
(Emgfa)Durante a tarde de hoje, um soldado do Exército português pertencente à força de reacção rápida portuguesa em missão na República Centro-Africana, ao serviço das Nações Unidas, sofreu um traumatismo grave nas duas pernas, na sequência de um acidente de viação.
A família do militar já foi informada.
O acidente aconteceu enquanto realizavam um trajecto logístico junto à região de Bouar, situada a 350 km a noroeste da capital do país, durante o qual ocorreu o despiste e capotamento de uma das viaturas tácticas ligeiras blindadas HMMWV, vulgarmente conhecidas por “Humvee”.
Desconhecem-se ainda as causas do acidente, mas a forte precipitação que assola a região, bem como o estado altamente precário da rede viária, poderão ter sido causas contributivas para o despiste.
A equipa de médicos portugueses desta Força Nacional Destacada está a acompanhar a evolução clínica do militar em estreita ligação com os médicos do Hospital das Forças Armadas em Portugal.
A família do militar já foi informada.
O acidente aconteceu enquanto realizavam um trajecto logístico junto à região de Bouar, situada a 350 km a noroeste da capital do país, durante o qual ocorreu o despiste e capotamento de uma das viaturas tácticas ligeiras blindadas HMMWV, vulgarmente conhecidas por “Humvee”.
Desconhecem-se ainda as causas do acidente, mas a forte precipitação que assola a região, bem como o estado altamente precário da rede viária, poderão ter sido causas contributivas para o despiste.
A equipa de médicos portugueses desta Força Nacional Destacada está a acompanhar a evolução clínica do militar em estreita ligação com os médicos do Hospital das Forças Armadas em Portugal.
8 de maio de 2019
Ministro da Defesa Nacional visita Regimento de Cavalaria N.º 6
(exército)O Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, foi recebido hoje pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca, no Regimento de Cavalaria N.º 6 (RC6), em Braga.
Após as honras regulamentares e a apresentação de cumprimentos, o Ministro da Defesa Nacional assistiu a um brífingue proferido pelo Comandante do RC6, Coronel José Talambas.
O programa contemplou, ainda, a visita às instalações do Regimento, uma demonstração de capacidades e meios do Grupo de Reconhecimento, assim como das actividades de aprontamento da 3.ª Força Nacional Destacada (3FND), que iniciou a projecção para o Afeganistão na segunda-feira passada, 06 de maio, e cujo aprontamento esteve a cargo do RC6.
O Ministro da Defesa Nacional, na sua alocução, manifestou que conhecer o RC6 “in loco", era uma vontade que há muito pretendia satisfazer, sublinhado três pontos particularmente interessantes, que presenciou ao longo da visita.
No primeiro ponto evidenciou as excelentes condições de habitabilidade dos Praças e, no segundo ponto, o forte relacionamento entre o RC6 e a comunidade civil, uma vez que “é extremamente importante que a população conheça as Forças Armadas, enquanto instituição estruturante da nossa sociedade e da nossa democracia".
Por fim, evidenciou as qualidades do Regimento, enquanto entidade aprontadora de Forças, nomeadamente da 3FND, desejando “uma missão feliz aos militares que brevemente sairão para o Afeganistão."
A visita culminou com a assinatura do Livro de Honra do RC6.
Após as honras regulamentares e a apresentação de cumprimentos, o Ministro da Defesa Nacional assistiu a um brífingue proferido pelo Comandante do RC6, Coronel José Talambas.
O programa contemplou, ainda, a visita às instalações do Regimento, uma demonstração de capacidades e meios do Grupo de Reconhecimento, assim como das actividades de aprontamento da 3.ª Força Nacional Destacada (3FND), que iniciou a projecção para o Afeganistão na segunda-feira passada, 06 de maio, e cujo aprontamento esteve a cargo do RC6.
O Ministro da Defesa Nacional, na sua alocução, manifestou que conhecer o RC6 “in loco", era uma vontade que há muito pretendia satisfazer, sublinhado três pontos particularmente interessantes, que presenciou ao longo da visita.
No primeiro ponto evidenciou as excelentes condições de habitabilidade dos Praças e, no segundo ponto, o forte relacionamento entre o RC6 e a comunidade civil, uma vez que “é extremamente importante que a população conheça as Forças Armadas, enquanto instituição estruturante da nossa sociedade e da nossa democracia".
Por fim, evidenciou as qualidades do Regimento, enquanto entidade aprontadora de Forças, nomeadamente da 3FND, desejando “uma missão feliz aos militares que brevemente sairão para o Afeganistão."
A visita culminou com a assinatura do Livro de Honra do RC6.
3 de maio de 2019
Regressam da Polónia quatro F16 após dois meses de missão
(Emgfa)Despediram-se hoje da cidade de Malbork, Polónia, a Força Nacional Destacada composta por quatro aeronaves F16 MLU e respectivo destacamento de 55 militares da Força Aérea portuguesa, que operaram sob égide da NATO no âmbito das medidas de tranquilização do flanco Leste da Aliança.
Durante os dois meses de missão foram efectuadas mais de 350 horas de voo de treino operacional no âmbito das medidas de tranquilização na região. Exercitou-se uma força multidisciplinar nas várias vertentes do emprego do poder aéreo, foram efectuadas missões de treino ar-ar e ar-chão em apoio a diversas forças multinacionais destacadas na região.
Os militares portugueses exercitaram as capacidades operacionais dos seus pilotos de combate, que tiveram contacto com cenários de treino real, próximos do que é espectável encontrar em zonas de conflito, bem como a interoperabilidade com forças de 15 nações NATO aliadas ou parceiras, destacadas na região, voando no espaço aéreo de 5 países do Báltico (Polónia, Lituânia, Letónia, Estónia e Suécia).
Em terra, esta Força Nacional Destacada promoveu ainda em paralelo, acções de solidariedade direccionadas a instituições de integração de jovens carenciados e órfãos. Estas acções de solidariedade, reveladoras do que é o espírito português, só foram possíveis graças ao voluntarismo dos militares portugueses, que aderiram ao desafio com natural e genuína vontade de ajudar.
Nestes dois meses de operação, sempre pautados pela excelência e profissionalismo dos militares nacionais, merece nota de destaque o reconhecimento das autoridades polacas, que fizeram rasgados elogios ao desempenho operacional dos militares da Força Aérea Portuguesa.
Durante os dois meses de missão foram efectuadas mais de 350 horas de voo de treino operacional no âmbito das medidas de tranquilização na região. Exercitou-se uma força multidisciplinar nas várias vertentes do emprego do poder aéreo, foram efectuadas missões de treino ar-ar e ar-chão em apoio a diversas forças multinacionais destacadas na região.
Os militares portugueses exercitaram as capacidades operacionais dos seus pilotos de combate, que tiveram contacto com cenários de treino real, próximos do que é espectável encontrar em zonas de conflito, bem como a interoperabilidade com forças de 15 nações NATO aliadas ou parceiras, destacadas na região, voando no espaço aéreo de 5 países do Báltico (Polónia, Lituânia, Letónia, Estónia e Suécia).
Em terra, esta Força Nacional Destacada promoveu ainda em paralelo, acções de solidariedade direccionadas a instituições de integração de jovens carenciados e órfãos. Estas acções de solidariedade, reveladoras do que é o espírito português, só foram possíveis graças ao voluntarismo dos militares portugueses, que aderiram ao desafio com natural e genuína vontade de ajudar.
Nestes dois meses de operação, sempre pautados pela excelência e profissionalismo dos militares nacionais, merece nota de destaque o reconhecimento das autoridades polacas, que fizeram rasgados elogios ao desempenho operacional dos militares da Força Aérea Portuguesa.
2 de maio de 2019
Militares portugueses em missão no Afeganistão foram condecorados
(Exército)Os militares do Exército da Quick Reaction Force (QRF) e do National Support Element (NSE) da 2.ª Força Nacional Destacada (2FND), no âmbito da Resolute Support Mission (RSM) no Afeganistão, foram condecorados, no dia 25 de Abril, com a Medalha NATO Non-Article 5 Afghanistan.
O Comandante do Aeroporto Internacional Hamid Karzai (HKIA), Brigadeiro-General Hasan Kanbur, presidiu à cerimónia de condecoração dos militares portugueses e no seu discurso realçou o excelente trabalho realizado nos últimos meses pelas Forças Portuguesas neste exigente Teatro de Operações, agradecendo e enaltecendo o excelente desempenho, profissionalismo e dedicação dos militares portugueses.
O Comandante do Aeroporto Internacional Hamid Karzai (HKIA), Brigadeiro-General Hasan Kanbur, presidiu à cerimónia de condecoração dos militares portugueses e no seu discurso realçou o excelente trabalho realizado nos últimos meses pelas Forças Portuguesas neste exigente Teatro de Operações, agradecendo e enaltecendo o excelente desempenho, profissionalismo e dedicação dos militares portugueses.
17 de abril de 2019
DELEGAÇÃO DA NATO VISITA DESTACAMENTOS NA POLÓNIA
(FAP) A NATO Force Integration Unit na Polónia (NFIU Poland) visitou os destacamentos portugueses (P-3C CUP+ e F-16M) a participar na operação NATO Assurance Measures. O papel desta delegação é conhecer os meios aéreos e terrestres destacados naquele país, proporcionando suporte no estabelecimento dos contactos entre as várias unidades militares a operar na região.
A NFIU Poland, composta por quatro militares de diferentes nacionalidades (Itália, Alemanha, Holanda e Espanha), inteirou-se sobre o modo de operar dos destacamentos portugueses, com vista a melhorar a colaboração entre os diversos meios e organismos.
Nesta deslocação, ficou patente a importância da missão em curso na Polónia, na medida em permite treinar, de forma intensa e realista, a interoperabilidade entre os meios aéreos e os vários Multinational Battle Groups a operar no leste da Europa.
A NFIU Poland, composta por quatro militares de diferentes nacionalidades (Itália, Alemanha, Holanda e Espanha), inteirou-se sobre o modo de operar dos destacamentos portugueses, com vista a melhorar a colaboração entre os diversos meios e organismos.
Nesta deslocação, ficou patente a importância da missão em curso na Polónia, na medida em permite treinar, de forma intensa e realista, a interoperabilidade entre os meios aéreos e os vários Multinational Battle Groups a operar no leste da Europa.
28 de março de 2019
Comandos em acção na República Centro-Africana
(Emgfa)Duas semanas depois chegar à capital Bangui, a 5ª Força Nacional Destacada ao serviço das Nações Unidas (MINUSCA), maioritariamente composta por Comandos, tem realizado tarefas de adaptação ao teatro de operações e realizado as rotinas operacionais inerentes ao cumprimento da missão de paz.
Das actividades desenvolvidas destacam-se as sessões de treino de tiro, os reconhecimentos na área de operações com as viaturas blindadas HUMVEE e PANDUR, os reconhecimento aéreos a nordeste da capital, com apoio dos helicópteros MI17 da aviação do Sri Lanka, a demonstração das capacidades dos drones da Força à MINUSCA, a formação no âmbito das operações de paz ministrada pelas Nações Unidas aos comandantes dos grupos de combate e ao comandante do módulo das viaturas blindadas de rodas PANDUR.
Das actividades desenvolvidas destacam-se as sessões de treino de tiro, os reconhecimentos na área de operações com as viaturas blindadas HUMVEE e PANDUR, os reconhecimento aéreos a nordeste da capital, com apoio dos helicópteros MI17 da aviação do Sri Lanka, a demonstração das capacidades dos drones da Força à MINUSCA, a formação no âmbito das operações de paz ministrada pelas Nações Unidas aos comandantes dos grupos de combate e ao comandante do módulo das viaturas blindadas de rodas PANDUR.
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