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24 de novembro de 2015

EXERCÍCIO "CIBER PERSEU 2015"

No período de 23 a 26 de Novembro de 2015, o Exército vai realizar o Exercício “CIBER PERSEU 2015”.

O exercício de Ciberdefesa “CIBER PERSEU 2015” tem como objectivo exercitar e avaliar a capacidade de resposta do Exército face à ocorrência de ciberataques, de âmbito nacional ou internacional, que ao afectar as Comunicações e Sistemas de Informação que suportam o Comando e Controlo do Exército ponham em causa a obtenção da superioridade de informação das Forças Terrestres.

Este exercício constitui, ainda, uma oportunidade para a condução de treino especializado contribuindo para a consolidação da edificação da capacidade de ciberdefesa no Exército e da Cibersegurança Nacional. (Exército)

21 de novembro de 2015

FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS PARTICIPAM EM EXERCÍCIO DE CIBERDEFESA DA NATO

O maior exercício de ciberdefesa da NATO - Cyber Coalition 2015, realizou-se no período de 16 a 20 de Novembro, tendo Portugal participado através do Centro de Ciberdefesa (CCD), com elementos da capacidade de ciberdefesa dos três Ramos das Forças Armadas (Marinha, Exército e Força Aérea) e com entidades civis que integraram uma célula de resposta nas instalações do CCD localizado no edifício do Estado-Maior-General das Forças Armadas, no Restelo.

O exercício decorreu simultaneamente em vários países da NATO e parceiros, tendo como objectivo principal a colaboração entre as nações participantes na resolução de vários incidentes reais, designadamente ataques informáticos em vários ambientes no ciberespaço.

O evento em Portugal, para além dos três Ramos das Forças Armadas, contou também com a participação de empresas civis, como a Redshift Consulting, a Edisoft, a Fireeye e a Checkpoint que, através dos seus recursos e experiência adquirida na área, colaboraram na resolução dos vários incidentes.

No dia 19, o CCD recebeu a visita de várias entidades nacionais e internacionais, como o Adjunto para o Planeamento e Coordenação, Tenente-General Pimenta Sampaio, o Director Geral do Gabinete Nacional de Segurança, Vice-Almirante Torres Sobral, o Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, Dr. José Carlos Martins, os Directores Técnicos dos Ramos militares, entre outros, tendo tomado conhecimento sobre a organização e o cenário criado para o exercício.

O Cyber Coalition, criado em 2008 e no qual Portugal participa desde 2011, é o principal exercício NATO de defesa cibernética. (emgfa)

14 de julho de 2015

Universidade de Defesa da China possui o supercomputador mais rápido do mundo

Um supercomputador desenvolvido pela Universidade de Defesa Nacional da China continua a ser o mais rápido do mundo, enquanto os Estados Unidos está próximo de uma baixa histórica do ranking dos Top 500 supercomputadores. A lista, publicada na segunda-feira (13/07), é feita por especialistas da Alemanha e dos EUA.

O computador The Tianhe-2, localizado no National Super Computer Center em Cantão, tem ficado no topo da lista há mais de dois anos e seu desempenho máximo alcançado foi 33.863 teraflops por segundo - quase o dobro do supercomputador do Departamento de Energia de Cray Titan nos Estados Unidos, que está no Oak Ridge National Laboratory, no Tennessee.

O supercomputador Sequoia da IBM, que fica no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, é a terceira máquina mais rápida. Já a quarta da lista ficou para a máquina Fujitsu K, do Advanced Institute for Computational Science, no Japão.

O único novo computador a entrar no top 10 é o Shaheen II do King Abdullah University of Science and Technology na Arábia Saudita, que ganhou a sétima posição.

A lista Top 500, publicada duas vezes por ano para coincidir com conferências de supercomputadores, é vista como um indicador do actual desenvolvimento e investimento em computação de alta performance ao redor do mundo. Também fornece insights sobre quais tecnologias são populares entre companhias que constroem tais máquinas. No entanto, a participação à lista é voluntária, o que torna bem provável que haja um número de supercomputadores secretos por aí.

Com 231 máquinas integrando o Top 500, os Estados Unidos ainda permanece como o país que, em termos de números, domina o desenvolvimento de supercomputadores. Mas vale lembrar que o número está bem próximo de sua maior baixa de todos os tempos - 226 em meados de 2002. Época em que a China começou a aparecer na lista. Actualmente, a China conta com 37 supercomputadores.

Embora existam algumas alterações importantes nas primeiras posições no ranking, o poder de computação agregado das 500 empresas continua a avançar. No entanto, o ritmo parece estar mais lento. Para comparação, a lista actual representa 361 petaflops por segundo de desempenho, um aumento de 31% sobre o ano passado, mas uma desaceleração perceptível no crescimento, de acordo com os autores do estudo.

A ascensão do uso de processadores de gráfico, chamados de computação por GPU, é refletida no top 10. Duas máquinas utilizam processadores Nvidia K20x; a segunda Cray Titan e a sexta do ranking usa Cray Piz Daint, instalada pela Swiss National Supercomputing Centre.

No entanto, chips Xeon E5 da Intel continuam a superar todos os outros. Tomados em conjunto, as três gerações do chip (SandyBridge, Ivybridge e Haswell) estão em 80% dos sistemas, o que representa 67% do rendimento total. (CW)

25 de abril de 2015

Força Aérea vence na categoria de "Gestão de Risco" no Bright Challenge 2015

Uma equipa da Força Aérea participou no “Bright Challenge 2015, The Project Management Games”, que se realizou nas instalações da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa, nos dias 16 e 17 de Abril.

Promovido pela empresa Bright Partners, o “Bright Challenge” é uma acção de formação de gestão de projectos, efectuada em ambiente de competição entre equipas, através da utilização do software SimulTrain®.

Na edição de 2015, entre os 25 grupos participantes – de diversas entidades, públicas e privadas –, a equipa da Força Aérea, constituída por Coronel Armando Barros, Tenente-Coronel Caros Lourenço, Tenente-Coronel António Cravo e Tenente-Coronel Maria Nunes, foi merecedora de destaque, ao sair vencedora na categoria de “Gestão de Risco”. (FAP)

5 de fevereiro de 2014

INÍCIO DA "ERA DIGITAL" NA 111TH CAPITAL DIVISION (KCD)

No âmbito da implementação na KCD do Plano Qadam ba Qadam, que incorpora um conjunto de projectos com vista ao desenvolvimento das áreas que o Major-General Qadam Shah, comandante da KCD, definiu como prioridade desenvolver (planeamento, manutenção, treino, pessoal, informações e comando e controlo) e cujo acompanhamento e gestão por parte do estado-maior da divisão obriga ao conhecimento e à utilização das ferramentas informáticas, realizou-se entre os dias 19 e 22 de Janeiro de 2014, o primeiro curso do Microsoft Outlook.

O planeamento deste curso, que aparece na sequência da implementação do Plano Qadam ba Qadam, teve como formandos doze oficiais e dois sargentos e contou com a presença, como aluno, do comandante da KCD, e de todo o seu estado-maior.

O curso foi ministrado por elementos do CN e teve como objectivo desenvolver níveis básicos de utilização e do conhecimento das capacidades do Microsoft Outlook, para que todo o estado-maior da KCD possa em breve, iniciar um novo tipo de comunicação entre si, promovendo dinâmicas de grupo e de coesão colectiva, essenciais aos novos desafios de liderança que o seu comandante entende serem essenciais para o futuro da sua divisão. Outras réplicas deste curso seguir-se-ão no futuro, desta feita conduzidas pela própria KCD. Neste particular, considera-se dado o primeiro passo para o início da "era digital" na 111th Capital Divison.

Para complemento do curso de Outlook, foi ainda ministrado pelo chefe do G6 da KCD, apoiado pelos advisors da MAT, formação sobre o gráfico deGantt, ou diagrama de Gantt, que é uma ferramenta de software que permite efetuar o acompanhamento da evolução das actividades que fazem parte dos projectos do Plano Qadam ba Qadam.

VISITA A OBRAS DE BENEFICIAÇÃO DA ACADEMIA DA FORÇA AÉREA AFEGÃ

Elementos da Força Aérea Portuguesa que integram o 7.º Contingente Nacional e prestam assessoria na Pohantoon-e-Hawayee (Academia da Força Aérea afegã) visitaram as obras de beneficiação das instalações que irão receber os novos alunos do Officer Candidate School (OCS). A acompanhá-los encontrava-se o Chief of Staff da PeH, Lt Col Matiullah, e uma comitiva de oficiais afegãos deste estabelecimento de ensino militar.

O OCS iniciar-se-á em 22 de Março de 2014, terá uma duração prevista de 18 meses e representa um marco importante na história recente da Pohantoon-e-Hawayee, visto que pela primeira vez serão formados oficiais por esta Academia oriundos da sociedade civil.

EQUIPA DO KAIA TRANSITION PLAN (P15) DO CN/ ISAF COMPLETA MAIS UMA FASE DE FORMAÇÃO A 22 ALUNOS AFEGÃOS

Decorrente da participação de Portugal na International Security Assistance Force (ISAF), a Força Aérea Portuguesa tem actualmente uma equipa de 11 militares a ministrar formação a formandos afegãos no aeroporto internacional de Cabul.

Esta formação insere-se no Programa de Transição do Kabul International Airport (KIA) e materializa-se nas valências de Air Traffic Control, Flight Safety, Meteorology e Communications, Navigation and Surveillance (CNS).

No dia 25 de Janeiro concluiu-se uma nova Fase do Curso CNS em que a terminaram com sucesso mais 22 alunos afegãos. A formação em CNS teve início em Abril de 2012 com o objectivo de qualificar técnicos de acordo com os requisitos da International Civil Aviation Organization publicadas no Air Traffic Safety Electronics Personnel.

Espera-se que estes técnicos assumam em pleno as suas funções até final de 2014, data em que a ISAF transferirá toda a responsabilidade de gestão e funcionamento do KIA para o Ministério dos Transportes e Aviação Civil Afegão. (Notícia e Créditos Fotográficos : EMGFA)

22 de novembro de 2013

EXERCICIO CIBERPERSEU

Realizou-se entre os dias 05 e 07 de Novembro de 2013, o exercício de Ciberdefesa do Exército, CIBERPERSEU 2013.

Este exercício visou exercitar e avaliar a capacidade de resposta do Exército, face à ocorrência de ciberataques de âmbito nacional ou internacional que, afectando as Comunicações e Sistemas de Informação (CSI) que suportam o Comando e Controlo (C2) do Exército, ponham em causa a obtenção da Superioridade de Informação das Forças Terrestres. Serviu igualmente para a condução de acções de treino especializado, de teste e validação de procedimentos operacionais e técnicos a desenvolver por parte dos utilizadores da rede e da infraestrutura de resposta e mitigação de incidentes de segurança informática, contribuindo assim para a consolidação da edificação da capacidade de Ciberdefesa no Exército.

Destaca-se a participação, na qualidade de jogadores ou de observadores, de uma quantidade muito significativa de instituições, organismos e empresas do Estado e da sociedade civil, que aproveitaram o Exercício para testar os seus processos internos.

No dia 07 teve lugar o Distinguished Visitors Day no auditório do Comando das Forças Terrestres, em Oeiras, sessão que foi presidida por S. Exª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Artur Pina Monteiro, e que contou com significativa presença de representantes do MDN, GNS, EMGFA e Ramos, bem como dos organismos e das empresas convidadas a fazer parte integrante do exercício e que materializam uma parte dos Sistemas Críticos a nível nacional.

O Exercício foi também visitado pelos Adidos Militares de Angola, Argélia, Brasil, Espanha, Estados Unidos da América, França, Marrocos, Rússia, Timor Leste e Turquia, cujas impressões ficaram marcadas pelo interessante debate no final da apresentação. (Exército)

5 de julho de 2012

Critical Software nomeada no SmartOcean 2012

A Critical Software - empresa especializada no fornecimento de soluções, serviços e tecnologias fiáveis para sistemas de informação críticos - foi nomeada pela organização do evento SmartOcean 2012, na categoria de empresa inovadora, pelo desenvolvimento do sistema de informação e suporte a operações marítimas Oversee, desenvolvido em parceria com a Marinha.

O Oversee responde a um conjunto de necessidades de organizações privadas e governamentais com responsabilidades no âmbito da segurança, defesa e proteção do ambiente marinho, trazendo-lhes eficácia e eficiência.

Esta solução desenvolvida pela Critical Software, em cooperação com a Marinha Portuguesa, destaca-se por oferecer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes. Traz também a capacidade de antecipação de incidentes, oferecendo igualmente ferramentas de apoio à decisão e comando e controlo.

A organização da terceira edição do SmartOcean Workshop and Innovation Exchange 2012, que se realizou a 2 e 3 de Julho e Galway (Irlanda), decidiu nomear a Critical Software pelo carácter inovador da solução Oversee, um sistema de informação para suporte a operações marítimas nomeadamente busca e salvamento, fiscalização marítima e monitorização ambiental.

A edição 2012 do SmartOcean decorreu sob o lema "Getting more from our Marine Resources through Technology", contando com a presença de profissionais do sector, agências de inovação de diversos países e vários institutos de investigação. O prémio SmartOcean Innovation Exchange 2012, premeia empresas pela sua inovação, segundo critérios de desenvolvimento e implementação de tecnologias no sector do mar, que produzam benefícios económicos e possibilitem um alcance verdadeiramente global. (MGP)

28 de março de 2012

Marinha é referida pela Microsoft como caso de sucesso

A experiência da Marinha Portuguesa na utilização da ferramenta da Microsoft para gestão de projetos – o Enterprise Project Management (EPM) – foi recentemente alvo de dois estudos de caso, um pela própria Microsoft e outro pela Bright Partners (empresa portuguesa que apoiou a Marinha na implementação do EPM), pelo sucesso obtido e pela inovação na forma como esta ferramenta está também a ser utilizada para alavancar a gestão estratégica da Marinha.

No sentido de gerir os projetos intersectoriais que decorrem das suas atribuições e competências, a Marinha Portuguesa decidiu implementar uma solução na área da gestão de projetos baseada na tecnologia Microsoft EPM.

Uma vez provada a capacidade desta ferramenta, após a sua utilização num caso real de aprontamento do comando português da força naval da UE empenhada na operação ATALANTA de combate à pirataria no oceano Índico, foi decidido usá-la para apoio à gestão estratégica da Marinha, pois constatou-se que as suas potencialidades permitem planear, conduzir, monitorizar e controlar a execução das iniciativas estratégicas e, por essa via, controlar dinamicamente a forma como os objetivos estratégicos estabelecidos pelo Chefe do Estado-Maior da Armada estão a ser atingidos.

A utilização do EPM sobre o Sharepoint, com alguns serviços desenvolvidos pela Marinha para aplicação específica na gestão estratégica, é algo realmente inovador e que se pode definir como uma espécie de “Strategic Management as a Service”, o que motivou o interesse da Microsoft e da Bright Partners, que resolveram estudar em maior detalhe esta experiência de sucesso da Marinha Portuguesa. Os dois estudos de caso encontram-se disponíveis em: http://www.microsoft.com/project/pt/pt/customer-success.aspx e http://www.brightpartners.com/frontoffice/casestudies.aspx?idcod=CASSTU
(Marinha)

3 de novembro de 2011

Seminário "IPv6 O futuro das redes de informação"




A 10 de Novembro de 2011 terá lugar no Instituto de Estudos Superiores Militares, o Seminário “IPv6 – O futuro das redes de informação".


O evento é organizado pela Associação para as Comunicações, Eletrónica, Informações e Sistemas de Informação para Profissionais (AFCEA Portugal) contando com o apoio do IESM.
Participam no evento as seguintes entidades e empresas além da AFCEA Portugal: Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), PT Telecom, CISCO Portugal, ANACOM, CEGER, Autoridade Nacional de Segurança e Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional (SG/MDN).


O Evento tem os seguintes objetivos:
- Contribuir para a divulgação das últimas inovações associadas às redes de informação;
- Informar sobre o papel do IPv6 e os novos serviços associados à internet do futuro;
- Preparar os Organismos de Segurança e Defesa para esta transição.

»»» Programa

7 de outubro de 2011

A empresa portuguesa OutSystems vende software ao Exército dos Estados Unidos

"Foi uma sorte provocada. A nossa máquina de marketing trabalha muito bem”, disse à Lusa o fundador e presidente executivo da OutSystems, Paulo Rosado, explicando que foi próprio Exército norte-americano que contactou a empresa, depois de concluir que tinha “a única solução possível” para a consolidação dos centros de dados informáticos do exército norte-americano.

A solução da OutSystems é a Agile Platform, ferramenta informática premiada internacionalmente que permite às empresas desenvolver, alterar e actualizar redes de aplicações Web “10,9 vezes mais rapidamente” do que qualquer outra, indica Paulo Rosado.

“O que aconteceu foi que um dos departamentos fulcrais de informática dentro do Exército dos Estados Unidos estava à procura de uma solução que lhe permitisse fazer a consolidação de todos os data centres do exército”, afirmou Paulo Rosado, destacando a dimensão “absolutamente gigantesca” do projecto.

O administrador reconheceu que a atenção manifestada pelo exército norte-americano surpreendeu a própria OutSystems, mas salientou que o interesse também demonstra que a empresa tem “um dos posicionamentos no mercado mais agressivos e mais inovadores”.

“Depois de terem feito uma análise profunda da nossa plataforma e do nosso site, contactaram-nos a dizer assim: ‘Vocês têm a única solução possível para este problema’. Ficámos um bocado surpreendidos. Acabou por ser o próprio Exército dos Estados Unidos que se vendeu a si mesmo”, referiu.

Paulo Rosado afirmou que a OutSystems espera ultrapassar brevemente os 70 por cento de facturação no mercado externo.

Fundada em 2001, a OutSystems emprega actualmente cerca de 140 pessoas, a maior parte na sede, em Lisboa, 22 no pólo de Proença-a-Nova e cerca de 30 fora de Portugal.

A empresa é 100 por cento portuguesa, financiada por capital de risco pela InovCapital e Espírito Santo Ventures.

A Agile Plataform, recentemente actualizada para a versão 6.0, é uma base de programação rápida, já com mais de 20 mil instalações em empresas de 22 sectores de actividade.

Além da rapidez e flexibilidade, a utilização contínua da Agile Platform permite também uma “redução drástica de custos de manutenção”, realçou Paulo Rosado.

“O seu valor torna-se cada vez maior à medida que é utilizado. Os clientes mais antigos são aqueles que mais valor dão à plataforma. E aqueles que menos vontade têm de discutir connosco preços. Nunca dizem que é caro”, salientou. (Público)