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28 de abril de 2021

ESQUADRA 751 43 ANOS “PARA QUE OUTROS VIVAM”


(FAP) Em 28 de abril de 1978 era criada a Esquadra 751 – "Pumas". São 43 anos de história dedicados sobretudo às missões de busca e salvamento, missão essencial da esquadra desde a sua fundação.

Equipada inicialmente com os helicópteros SA-330 PUMA, a qual deve o cognome, em 2005 a Esquadra 751 recebia o atual sistema de armas EH-101 Merlin. Um marco significativo que permitiu à esquadra ficar dotada de tecnologia de ponta e aumentar a capacidade de operação.

Prova disso são as mais de 4470 vidas salvas desde que a esquadra opera com o EH-101 Merlin, que registou este ano o marco das 30 mil horas de voo.

Sediada na Base Aérea N.º 6 (BA6), atualmente a Esquadra 751 tem como missão executar operações de apoio tático e de busca e salvamento, que incluiu operações de busca e salvamento e de evacuação sanitária; mobilidade e assalto; transporte tático e geral; reconhecimento e apoio; operações de vigilância e fiscalização marítima; e extração de combatente no âmbito de busca e salvamento em combate (CSAR).

Os militares que compõem a Esquadra 751 dedicam-se 24 horas por dia, 365 dias por ano, com tripulações de alerta permanente na BA6, em Montijo, no Aeródromo de Manobra N.º 3 (AM3), no Porto Santo, e Base Aérea N.º 4 (BA4), nas Lajes, tudo “Para que Outros Vivam”.

2 de setembro de 2017

MARINHA E FORÇA AÉREA REALIZAM EXERCÍCIO CONJUNTO DE SALVAMENTO NO MAR

A Marinha e a Força Aérea realizaram esta quinta-feira um exercício conjunto denominado SAREX ao Sul da Ilha Terceira, na Região Autónoma dos Açores. O exercício, com treinos diurnos e nocturnos, envolveu um helicóptero EH-101 da Esquadra 751 e o NRP António Enes.

Este exercício simula uma missão de resgate médico a partir da corveta António Enes. A realização deste tipo de exercício é frequente para treinar e preparar as guarnições que podem ser chamadas a intervir em ocorrências desta natureza no âmbito das missões de busca e salvamento marítimo.

O NRP António Enes é uma das várias unidades navais da Marinha que, em permanência, assegura o dispositivo de busca e salvamento marítimo na região dos Açores, efectuando simultaneamente acções de vigilância, patrulha, fiscalização marítima e apoio à proteção civil regional em caso de necessidade. (MGP)

23 de agosto de 2017

Força Aérea e REBONAVE assinam protocolo

A Força Aérea e a empresa REBONAVE estabeleceram, no dia 21 de Agosto, um protocolo para colaboração em missões de treino de busca e salvamento a navios.

A assinatura deste protocolo foi realizada no Salão Nobre da Base Aérea N.º6, no Montijo, entre o Comandante da Unidade, Coronel Hélder Martins Rebelo, por delegação do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, e o Administrador da REBONAVE, Engenheiro Possidónio Borba. Antes da assinatura, realizou-se uma visita à Esquadra 751, que opera o helicóptero EH-101 Merlin e, em 2016, realizou 33 missões de resgate em navios.

A colaboração estabelecida através deste protocolo revela-se de extrema importância para o treino e aprontamento das tripulações do EH-101 Merlin, nomeadamente no que concerne a situações de resgates a navios em ambiente diurno, mas especialmente em ambiente nocturno.

De igual importância, esta colaboração já implementada visa ainda ser alargada a áreas de cariz mais formativo, prevendo-se num futuro próximo acções de formação para tripulantes de rebocadores da empresa REBONAVE, ministradas por militares da Esquadra 751, com o intuito de familiarizar estes profissionais com procedimentos e técnicas de resgate. (FAP)

2 de fevereiro de 2017

EH-101 Merlin passaram cinco dias em terra

Os 12 helicópteros EH-101 da Força Aérea, usados em missões de busca e salvamento de pessoas ao largo da costa portuguesa, estiveram todos parados durante cinco dias, na última semana. Ao Observador, a Força Aérea (FA) sublinha que a decisão foi toma “por prudência” e que nunca esteve em causa o socorro a vítimas em risco de vida.

Na quarta-feira, num teste de rotina a um dos helicópteros, “foi detectado um problema num dos motores”, explica o gabinete de relações públicas daquele ramo das Forças Armadas. Como não foi possível identificar a origem do “problema”, a Força Aérea contactou o fabricante — um procedimento normal para estas situações e que permite manter o registo das intervenções feitas nas máquinas. Nesse momento, “por prudência”, foi dada ordem para que todas as aeronaves permanecessem em terra.

“O componente causador do problema foi identificado pelo fabricante e, mais uma vez, em nome da segurança, foi decidida a sua substituição em todas as aeronaves, operação já concluída”, esclarece a Força Aérea. Essa operação decorreu entre quarta-feira e domingo da semana passada.

Durante esse período, nenhum dos helicópteros EH-101 operacionais levantou voo. Ainda assim, garante o gabinete de relações públicas, “durante este período, todas as missões foram realizadas”. A Força Aérea não explicou como.

Na última quinta-feira, logo no dia seguinte à decisão de manter os helicópteros em terra, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou quatro distritos em alerta amarelo devido à intensa chuva que se previa para os dias seguintes. Já no início dessa semana, a chuva e vento forte tinham levado ao accionar do mesmo nível de alerta.

Mas as respostas da Força Aérea às questões enviadas pelo Observador afastam qualquer possibilidade de perigo. “Se a utilização do EH-101 fosse imperiosa, pela existência de vidas em risco, esta seria sempre considerada”. Essa opção acabou por não ser necessária porque, segundo a Força Aérea, durante aqueles cinco dias não foi reportado qualquer pedido de resgate.

Os EH-101, ou Merlin, são regularmente accionados para resgatar pessoas envolvidas em acidentes com embarcações ao largo da costa portuguesa.

A Força Aérea tem ao seu dispor 12 aeronaves, das quais seis estão vocacionadas para este tipo de missão e apenas quatro estão prontas a voar em qualquer momento: dos oito helicópteros estacionados no Montijo há um operacional, dos três nos Açores podem voar dois e há ainda outro na Madeira. As restantes aeronaves realizam as missões de vigilância e fiscalização das águas nacionais, .
Os equipamentos começaram a chegar a Portugal em 2005 para substituir os míticos Puma e custaram entre 23 e 27 milhões de euros cada um. (Observador)

17 de dezembro de 2016

Esquadra 751 - 3500 Vidas Salvas

A Esquadra 751 - “Pumas” comemorou a marca das 3.500 vidas salvas, durante o lançamento de um relógio com a marca da esquadra.

O evento contou com a presença do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General Manuel Teixeira Rolo. e demais entidades militares e civis.

O comandante da Esquadra 751, Tenente-Coronel João Carita, dirigiu-se à plateia para falar da importância da missão realizada e do marco das 3.500 vidas salvas, dando lugar ao representante da CASIO Portugal que entregou o primeiro relógio ao General CEMFA. No final, os presentes assistiram a uma demonstração de busca e salvamento efectuada pela Esquadra.

Contando com 38 anos de história, a Esquadra 751 é responsável por missões de Busca e Salvamento e apoio táctico. Nos últimos meses foram realizadas diversas missões operacionais, efectuando 470 horas de voo em missões de salvaguarda da vida humana. Destacam-se missões como o resgate dos dez náufragos do pesqueiro Ilhas do Mar; dos seis tripulantes do pesqueiro Avô Melro; e o resgate de um praticante de caiaque ao final do dia ao largo de Peniche. Estas são apenas algumas das missões realizadas no último ano.

Provida de 12 helicópteros EH-101 Merlin, os cerca de cem militares que compõem a Esquadra 751 - "Pumas" estão ao serviço do país 24 horas por dia, sete dias por semana. Com sacrifício e dedicação, fazendo jus ao lema “Para que outros vivam”. (FAP)

12 de outubro de 2016

MINISTRO DA DEFESA AUTORIZA NEGOCIAÇÃO DA MANUTENÇÃO DOS HELICÓPTEROS EH-101

O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, autorizou o início do procedimento de negociação para o programa de manutenção dos 38 motores da frota de helicópteros EH-101 operados pela Força Aérea Portuguesa.

Os encargos com a manutenção destes helicópteros, a executar nos próximos 10 anos (2017 a 2026), não poderão exceder o montante máximo de cerca de 81,02 milhões de euros, conforme se encontra estabelecido na Lei de Programação Militar.

Os EH-101 são essenciais à realização de missões de interesse público, missões de busca e salvamento, evacuações aeromédicas, operações de fiscalização das pescas e outras de cariz militar.

Portugal tem 12 helicópteros trimotor EH-101, através dos quais a Força Aérea Portuguesa garante o dispositivo permanente de busca e salvamento, no continente e nas regiões da Madeira e dos Açores, bem como mantém em permanência dois helicópteros em estado de prontidão para serem usados em caso de necessidade, a nível nacional ou para responder a compromissos internacionais.

A manutenção de motores da frota EH-101 é assegurada presentemente através de um contrato celebrado entre a Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, e a Safran Helicopter Engines (antiga Turbomeca) em Outubro de 2010, com renovação anual. Contudo, o actual processo de manutenção tem-se revelado desajustado face às necessidades da Força Aérea Portuguesa, constituindo por vezes um constrangimento à execução das missões que se encontram atribuídas a estas aeronaves.

Novo modelo de contrato

A presente autorização do procedimento de negociação da manutenção dos EH-101 visa, precisamente, colmatar a ocorrência de limitações na operacionalidade dos EH-101 no futuro, por via da celebração de um contrato de sustentação dos motores da frota EH-101, que garanta a disponibilidade operacional destas aeronaves e possibilite uma opção financeira mais vantajosa face à existente.

A solução a prosseguir consiste na contratualização de um pacote global de sustentação e manutenção dos motores, que não só garanta o fornecimento de determinadas peças e a prestação de serviços concretos, como sucede presentemente, mas que garanta a disponibilidade integral e efectiva dos motores sob responsabilidade do prestador dos serviços de manutenção.

As manutenções dos motores dos EH-101 só podem ser realizadas pela Safran Helicopter Engines, uma vez que esta é a única empresa titular de direitos intelectuais de componentes dos motores que equipam os EH-101 (RTM322-02/8-MK 250).

Face a esta situação, o procedimento de contratação pública que se adequa é o procedimento de negociação sem publicação prévia de anúncio, com consulta à Safran Helicopter Engines.

O financiamento do contrato de manutenção dos motores dos EH-101 encontra-se devidamente assegurado pelas verbas inscritas na Lei de Programação Militar, nas medidas de capacidades Conjuntas afectas aos Serviços Centrais (2017 e 2018) e através das dotações previstas na medida Capacidade de Busca e Salvamento, da Força Aérea (2019 e 2026).

O montante global máximo autorizado (81,02 milhões de euros) será executado de acordo com limites de investimento anuais já definidos em despacho (Despacho n.º 12261/2016)

O Ministro da Defesa Nacional atribuiu a competência pela condução do procedimento de negociação e celebração do contrato à Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, e determinou que a equipa de avaliação e negociação da proposta deverá ser composta por elementos a indicar pela Defloc, Locação de Equipamentos de Defesa, pela Direcção-Geral de Recursos da Defesa Nacional do Ministério da Defesa Nacional, e pela Força Aérea. (MDN)

17 de dezembro de 2015

Força Aérea garante mais disponibilidade dos helicópteros EH 101

A disponibilidade dos helicópteros EH 101, utilizados em missões de busca e salvamento, "ainda merece alguma preocupação" mas está "em vias de ser resolvida" de forma sustentada, garantiu esta quarta-feira o chefe do Estado-Maior da Força Aérea.

José Pinheiro esteve hoje reunido durante três horas, à porta fechada, com os deputados da nova comissão parlamentar de Defesa Nacional, aos quais apresentou o ponto da situação do ramo e a realidade operacional da Força Aérea.

Questionado pela agência Lusa no final da audição, José Pinheiro afirmou que entre as dificuldades mais conhecidas do ramo mantém-se a necessidade de horas de treino para formar mais pilotos e mais pilotos comandantes.

"Uma Força Aérea para ser competente tem que voar, tem que treinar as suas pessoas, tem que treinar os pilotos e ter pilotos em qualidade e também alguma quantidade para conseguir absorver as contingências."

"A questão da disponibilidade dos EH101 ainda nos merece alguma preocupação mas está em vias de ser resolvida de forma sustentada. Temos vindo a melhorar, obviamente queremos sempre mais mas tenho expectativa que possa entretanto encontrar-se um mecanismo definitivo para que, com o contrato de manutenção dos motores, possa entrar na normalidade", declarou.

O CEMFA precisou que o que está previsto é "maior disponibilidade de helicópteros, logo maior disponibilidade de horas de voo, logo maior capacidade de resposta para treinar mais gente", visando ter uma "prontidão que permita voar mais".

Colmatada a falta de piloto-comandante no destacamento daquele ramo na Madeira, falta ainda garantir "a segunda tripulação nos Açores" o que acontecerá quando houver capacidade para qualificar mais dois comandantes, disse.

A saída de pilotos e a redução do número de comandantes da Força Aérea nos últimos anos afectou o destacamento em Porto Santo, que ficou, em 2014, sem o profissional que operava o helicóptero EH 101, "Merlin", utilizado nas missões de busca e salvamento.

Questionado sobre as expectativas quanto a um eventual reforço da capacidade de financiamento no Orçamento do Estado para 2016, José Pinheiro afirmou que o planeamento que apresentou aos deputados se baseia "no que existe e no que é previsível", sublinhando que a Força Aérea "precisava de um pouco mais". (Tvi)

20 de maio de 2015

Falta de pilotos para o helicóptero da Força Aérea no Porto Santo está ultrapassada

É uma garantia de secretária de Estado da Defesa, que se encontra na Região, no âmbito do Dia da Defesa Nacional. Berta Cabral disse que veio para a Região um comandante do EH101 – Merlin e que a “situação está regularizada”.

Aliás, a própria governante, depois de ter visto o avião em que viajava de Lisboa ter divergido para o Porto Santo, devido ao vento, ‘apanhou boleia’ para a Madeira, no helicóptero, que evacuou um doente daquela ilha para o hospital.

Hoje estão no RG3 78 jovens de Santana e 17 do Porto Moniz. Outros, dos demais concelhos da ilha já por lá passaram. O Dia de defesa Nacional, em que todos os jovens que completam 18 anos são obrigados a participar, termina, no que diz respeito à RAM, na próxima sexta-feira, no Porto Santo.

Na Madeira, apenas 70% dos convocados comparecem, o que é explicado pelo facto de muitos frequentarem o ensino superior fora da Região e alguns estarem a residir no estrangeiro. É a menor taxa de comparência do País. A maior é registada em Lisboa, com 88%.

Na Região, neste ano, foram convocados 3.400 jovens, dos dois sexos, mas predominantemente mulheres (53%). (DN.M)

2 de abril de 2015

Sessão de Encerramento do Projeto SHERLOC

O consórcio do projecto de Investigação e desenvolvimento SHERLOC (advanced tools and systems for Structural HEalth diagnostics of Rotorcraft critical cOmposite Components) apresentou à ANI-Agência Nacional de Inovação, no dia 01 de abril de 2015, na Base Aérea N.º 6, os resultados finais deste projecto.

O projecto teve como resultado final a criação e validação de ferramentas avançadas de diagnóstico de aeroestruturas/componentes compósitos considerando todo o seu ciclo de vida, incluindo testes de protótipos em laboratório e instrumentação de componentes em compósito a bordo da aeronave EH-101 Merlin.

Neste projecto foram desenvolvidas as seguintes ferramentas:

1) Técnica expedita de NDT (Non Destructive Testing) baseada na medição de impedância electromecânica para detecção de defeitos e danos em compósitos;
2) Técnica avançada de NDT para diagnóstico de dano (detecção, localização e severidade) em componentes compósitos baseados na tecnologia VS2™ para operações de inspecção e manutenção;
3) Sistema avançado de SHM baseada na tecnologia VS2™, testado com dados de voo, de avaliação da condição estrutural de aeroestruturas;
4) Sistema avançado de integração de ferramentas de NDT e SHM (Structural Health Monitoring) (com actualização da informação do sistema SHM).

O contributo mais relevante da Força Aérea neste projecto foi possibilitar a utilização de uma ferramenta de SHM a bordo de uma aeronave, garantindo que a mesma tem potencialidade para uma utilização operacional. A implementação da ferramenta de SHM compreendeu a instalação do sistema de aquisição de dados, a instalação de sensores nos painéis e a instalação e fixação das cablagens dos sensores entre o sistema de aquisição de dados e os sensores.

Para tal, foi necessário garantir que esta ferramenta cumprisse com os necessários requisitos de certificação de aeronavegabilidade, que se traduzem numa instalação da ferramenta SHM segura, não causando riscos adicionais à segurança da aeronave, tripulantes e seus ocupantes. Para a realização de testes em voo com a ferramenta SHM a bordo da aeronave EH-101 foi emitida uma Licença Especial de Aeronavegabilidade pela Autoridade Aeronáutica Nacional. (FAP)

5 de março de 2015

Esquadra 751 - "Pumas" galardoada pela Helicopter Aviation International

A esquadra 751 – “Pumas” da Força Aérea Portuguesa recebeu dia 04 de Março de 2015 – nos Estados Unidos da América - o prémio internacional de serviço humanitário pela Helicopter Aviation International (HAI).

Os galardões atribuídos por esta associação gozam de um reconhecido prestígio mundial, sendo tradicionalmente encarados como os “Óscares” da aviação de helicópteros.

No comunicado sobre a atribuição do prémio, a HAI refere que apesar da dimensão geográfica de Portugal, os militares da Força Aérea têm uma área de responsabilidade que abrange aproximadamente um terço do Atlântico Norte. A associação refere a missão de busca e salvamento dos “Pumas” numa área que corresponde a cerca de dois terços do tamanho dos Estados Unidos - incluindo os Estados do Alaska e Hawaii – ou cerca de um terço do Atlântico Norte. Enaltece ainda a maior operação sem reabastecimento executada pela Esquadra 751, que durou mais de sete horas, num trajecto superior a 1340 quilómetros.

Com quase 20 mil horas de voo feitas ao longo dos dez anos de operação da Força Aérea Portuguesa nos helicópteros EH-101 Merlin, os “Pumas” já salvaram mais de 3.500 vidas.

É com orgulho que a Força Aérea Portuguesa vê uma das suas esquadras de voo ser reconhecida mundialmente por um trabalho valoroso, esforçado e com o sacrifício pessoal e diário de muitos dos nossos militares.(FAP)

4 de março de 2015

Prémio internacional distingue esquadra 751 da Força Aérea

A esquadra dos helicópteros Merlin EH-101, da Força Aérea, recebe, na quarta-feira, nos Estados Unidos, um prémio internacional de serviço humanitário. 

O Sikorsky Humanitarian Service Award é um dos prémios internacionais mais importantes atribuído pela Associação Internacional de Helicópteros (AIH) e vai ser entregue aos pilotos da esquadra 751, os "Pumas" da Força Aérea Portuguesa, numa cerimónia que vai ter lugar na quarta-feira, em Orlando, no estado da Florida. 

No comunicado sobre a atribuição do prémio, a AIH refere que os militares da Força Aérea têm uma área de responsabilidade que abrange aproximadamente um terço do Atlântico Norte e que a maior operação executada - sem reabastecimento - durou mais de sete horas, num trajecto superior a 1340 quilómetros. 

"Apesar de Portugal ser geograficamente um dos países mais pequenos na Europa, tem uma longa história de relação com o mar. A esquadra 751 da Força Aérea Portuguesa prossegue essa tradição náutica na actualidade, através das operações de busca e salvamento. Embora também faça missões em terra, esta esquadra é mais conhecida pelas operações de longa distância e em águas abertas", pode ler-se.(CM)

18 de fevereiro de 2015

Força Aérea com oito helicópteros EH-101 Merlin parados por falta de manutenção

A Força Aérea Portuguesa tem a maior parte da sua frota de helicópteros Merlin EH-101 parada por um atraso do fornecedor, a empresa francesa Turbomeca, na manutenção dos motores, disseram à Lusa fontes parlamentares.

De acordo com as mesmas fontes, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general José Araújo Pinheiro, disse esta manhã aos deputados numa audição à porta fechada na Comissão de Defesa que neste momento estão a operar apenas quatro dos doze helicópteros comprados em 2001 à Agusta Westland.

O CEMFA precisou que o ramo pagou à empresa francesa a totalidade dos custos do processo de manutenção, mas que esta já ultrapassou há várias semanas o prazo para entregar os motores.

Uma das fontes referiu que apesar da "pressão" da Força Aérea e das reuniões que já tiveram lugar para tentar resolver o assunto, a Turbomeca não estará a conseguir responder às encomendas, existindo atrasos com outros clientes. (I)

31 de outubro de 2014

Parlamento dos Açores exige meios humanos para a Força Aérea nas ilhas

O parlamento dos Açores aprovou hoje, por unanimidade, uma resolução a ser enviada ao Governo da República e às Forças Armadas em que exige que sejam colocados nas Lajes os meios humanos necessários para assegurar as chamadas evacuações médicas.

O texto, proposto aos restantes deputados pelo CDS-PP sublinha a "dispersão geográfica" do território açoriano por nove ilhas, o que "condiciona a oferta de serviços de saúde".

Numa região em que apenas três ilhas têm hospital, as missões da Força Aérea que asseguram o transporte urgente de doentes nos Açores "são vitais" para quem reside no arquipélago, sublinha o texto.

Os deputados lembram que tem havido "anomalias na realização daquelas missões, tendo a Força Aérea Portuguesa justificado com a falta de operacionalidade de alguns aeroportos e aeródromos regionais".

"Igualmente foi veiculado publicamente, sem que tenha ocorrido qualquer desmentido oficial, que a falta de meios humanos da Força Aérea para tripular os helicópteros EH-101 MERLIN poderia estar na origem de algumas daquelas anomalias", lê-se ainda no documento.

Há alguns meses, um homem ferido numa tourada na ilha de São Jorge morreu enquanto aguardava meios da Força Aérea para ser transferido para o hospital.

A Força Aérea justificou a falta de resposta com a indisponibilidade do único piloto que neste momento tem para pilotar os três helicópteros com que assegura as evacuações médicas nos Açores e na Madeira.

Por outro lado, disse que a pista do aeródromo de São Jorge não tem a iluminação certificada, recusando por isso usar outro tipo de aeronave para ir buscar o ferido.

O presidente do CDS-PP/Açores sublinhou que esta questão precisa também de ser esclarecida, uma vez que se o argumento de falta de piloto é uma "justificação aceitável", já o da iluminação da pista "custa a aceitar".

Artur Lima sublinhou que a iluminação da pista de São Jorge "até é nova" e que a questão da certificação só importa para a aviação civil, lembrando que os militares aterram em pistas com "condições mínimas" de segurança e em cenários de catástrofe, por exemplo.

Durante o debate da iniciativa, a secretária regional Adjunta da Presidência, Isabel Rodrigues, assegurou que o inquérito que o Governo açoriano abriu ao caso de São Jorge está em "fase final" e que as conclusões serão conhecidas "muito brevemente".

Todos os partidos com assento no parlamento açoriano sublinharam que não se trata neste caso de "pedir" alguma coisa ao Governo nacional, mas de lhe exigir que cumpra as "obrigações" do Estado na região autónoma.

O debate desta iniciativa acabou por levar para o plenário regional o tema da visita oficial que o primeiro-ministro fez esta semana aos Açores.

Zuraida Soares, do BE, disse esperar que a resolução que vai ser enviada para Lisboa "não caia em saco roto" e que na próxima deslocação de Passos Coelho aos Açores leve "alguma coisa de concreto às ilhas" e não o "bolso vazio" que mostrou neste "passeio de pré-campanha eleitoral".

Já Aníbal Pires, do PCP, sublinhou que Passos Coelho disse ter ficado "a nutrir um amor" pelos Açores, havendo "aqui uma esperança" de que o Estado passe a garantir o funcionamento dos seus serviços nas ilhas. (RTP)

20 de agosto de 2014

A Agusta Westland vai manter-se como responsável pela manutenção dos EH-101.

O Governo vai investir 56 milhões de euros na manutenção de doze helicópteros EH101 da Força Aérea. Uma fonte do ministério da Defesa terá confirmado à Rádio Renascença que o contrato assinado com a Agusta Westland foi feito por ajuste directo e será válido por quatro anos e meio.

A mesma fonte terá ainda explicado as razões para o contrato ter sido feito por ajuste directo: uma exigência de certificação aeronáutica faz com que tenha de ser a empresa anglo-italiana que construiu os helicópteros a manter-se como responsável pela manutenção dos aparelhos.

Os doze helicópteros encontram-se ao serviço da Esquadra 751 da Força Aérea Portuguesa. Seis foram encaminhados para operações de busca e salvamento, quatro foram designados para realizar buscas e salvamento mas em situação de combate. Os dois restantes fazem parte do sistema de fiscalização das pescas. (NM)

15 de julho de 2014

Aeronaves satisfazem, mas faltou contrato de manutenção a helicópteros

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea mostrou-se hoje satisfeito com o parque aeronáutico disponível e sua renovação na década anterior, mas estranhou a inexistência de um contrato de manutenção para os helicópteros EH-101.

O general José Araújo Pinheiro garantiu ter existido "transferência tecnológica efectiva para as Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica (OGMA) porque foram fazendo revisões gerais das aeronaves da Força Aérea (portuguesa) e a empresa foi sendo subcontratada por outras forças para modificações em modelos semelhantes", em resposta a deputados do PCP e do PS, na Comissão Parlamentar de Inquérito aos Programas Relativos à Aquisição de Equipamentos Militares (EH-101, P-3 Orion, C-295, torpedos, F-16, submarinos, Pandur II).

"A manutenção técnica é da responsabilidade do fabricante, sendo que quem está a fazer a manutenção no dia-a-dia é as OGMA, sob supervisão da Augusta Westland (empresa britânica construtora dos EH101)", explicou, esclarecendo não saber "o que esteve na base da decisão de não se ter feito logo um contrato de manutenção", pois, por exemplo, quando a FA adquiriu o (avião bimotor) C295 tal foi garantido.

O deputado comunista Jorge Machado tinha estranhado a opção por um modelo que é "um dos helicópteros mais caros do Mundo" e questionou o responsável sobre outras escolhas possíveis ou mesmo a possibilidade de não ter 12 aparelhos daqueles, mas antes uma frota complementar de aeronaves mais acessíveis.
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"Não foi a FA que decidiu a aquisição nem o poderia fazer porque os valores em causa implicam decisão ao mais alto nível. Foi decidido pelo Governo. Obviamente, a intervenção da FA é identificar uma necessidade e propor uma opção. A aquisição, seja qual for o equipamento militar, é sempre do Governo", afirmou o general, remetendo as dúvidas sobre os valores em causa para relatórios publicados pelo Tribunal de Contas.

O parlamentar socialista José Magalhães também lembrou o plano de aquisição por parte do Exército de "helicópteros leves", entretanto abandonada, e formalizou mesmo um requerimento para saber mais pormenores junto do Chefe do Estado-Maior do Exército, já ouvido na Assembleia da República.

"A manutenção (dos EH101) é cara", reconheceu Araújo Pinheiro, adiantando que "está a ser renegociado o contrato" pela direcção-geral respectiva e "haverá margem de manobra para a FA poder assumir alguma da manutenção e assim reduzir custos".

Falando globalmente dos quatro programas de equipamento em causa - helicópteros EH101 e aviões P-3 Orion, C-295 e F-16 -, o CEMFA garantiu estarem "aprovados e em curso, decorrendo com alguma normalidade e a chegar ao seu termo" e que "os equipamentos que foram adquiridos eram necessários e no tempo certo, sem perda de capacidade".

Os deputados do PSD e do CDS-PP António Prôa e Cecília Meireles, respectivamente, apresentaram também questões sobre a necessidade e o real emprego dos referidos equipamentos e pormenores sobre as datas das decisões políticas.

Araújo Pinheiro esclareceu que as decisões sobre os F-16 remontam a 1990 - a primeira de duas frotas - e a 1998, enquanto os contratos para as restantes aeronaves foram assinados pelo Estado português em Dezembro de 2001 (EH101) e em agosto de 2005 (P-3 e C-295), ou seja, com o PS no Governo.

A comissão de inquérito retomará os seus trabalhos quarta-feira, pelas 10:00, com a audição do antigo ministro da Defesa Nacional António Vitorino, seguindo-se outro ex-responsável pela pasta Castro Caldas, às 15:00. (Jornal I)

6 de fevereiro de 2014

Esquadra 751 atinge número simbólico de 3.000 vidas salvas

 EH-101 Merlin  (Fotografia: F.A.P)
A Esquadra 751 “Pumas” alcançou a marca das 3000 vidas salvas, ao longo de 35 anos de existência, sob o lema “Para que outros vivam”.

Nos últimos quatro dias a Esquadra de voo realizou três missões de resgate aero-médico, duas delas efectuadas em navios ao largo da costa de Portugal Continental, e a última, ao navio de cruzeiro Boudicca a cerca de 560km a Este da Ilha Terceira – Açores.

Criada em Abril de 1978, ao longo dos 35 anos de história, a Esquadra 751 já executou cerca de 16000 horas de voo, totalizando actualmente 3001 vidas salvas.

Das mais importantes missões desenvolvidas pela esquadra, que só no ano transacto salvou 151 vidas, recorda-se o salvamento de nove tripulantes da embarcação espanhola Ghandi que naufragou a 240 km do Cabo Espichel, bem como o salvamento dos seis tripulantes das Caxinas a bordo da embarcação “Virgem do Sameiro”, encontrados três dias depois do naufrágio. Outras missões de relevância foram executadas pelos “Pumas” que em Setembro do ano passado viram nascer a bordo um bebé quando faziam o transporte de uma grávida da ilha da Graciosa para a Terceira, nos Açores.

Provida de doze helicópteros Merlin EH-101, os cerca de cem militares que compõem a Esquadra 751 estão ao serviço do país 24 horas por dia, 365 dias por ano, com sacrifício e dedicação, colocando a missão acima de tudo e arriscando a sua vida para salvar outras. (Fonte: FAP)

19 de julho de 2013

Força Aérea e Marinha com "espírito Blade", em treinos conjuntos de helicóptero

O helicóptero é enorme, impõe respeito mesmo parado e as primeiras instruções aos jornalistas são claras: "Vocês não repetem este atraso de 40 segundos. Fazem o que eu disser, quando eu disser, ou ficam em terra e não voltam a voar".

Na pista, liga-se o motor do EH-101 Merlin, o ar que daí se liberta quase queima a pele e só os civis parecem notar o excesso de temperatura, já que, em fila para entrar nesse "autocarro", há 15 homens tranquilos do Destacamento de Operações Especiais da Marinha Portuguesa - cada um deles com 10 a 20 quilos de equipamento às costas, como se nada fosse.

Camuflados na sombra proporcionada pela mata da Base de Manobra N.º 1 de Maceda, outros militares esperam a sua vez para entrar na aeronave que os leigos só conhecem dos filmes de guerra. E é então que, às 15:00 exactas, começa mais um dos rigorosos treinos do Hot Blade 2013, o exercício multinacional de helicópteros que, organizado pela Força Aérea Portuguesa, recebe em Ovar, até 31 de Julho, cerca de 3300 militares de várias forças armadas da Europa.

No interior do EH-101  já no ar, fala-se sobretudo por gestos. As operações são dirigidas por quatro elementos da Força Aérea e esses comunicam entre si através do sistema áudio instalado nos capacetes, mas, para todos os outros passageiros, a conversa faz-se com gestos de mão e indicações de dedos.

Quando o helicóptero para a 15 metros de altitude sobre o asfalto da pista de aviação, dá-se a primeira ordem silenciosa: um a um, os militares soltam os cintos de segurança, descem das cadeiras para o chão e, aí sentados, arrastam-se até à porta lateral do EH-101, ficando com as pernas a baloiçar do lado de fora.

Depois os mesmos homens agarram-se a uma corda presa à nave, recorrem ao que o capitão Teixeira já definira no briefing como a técnica de Fast Roping e descem pelas suas mãos até ao solo, perante quatro helicópteros Agusta A109 que, no ar, esperam em fila por passagem - porque "não é por um helicóptero poder levantar a direito, para cima, que não segue as regras da estrada", brinca um militar.

Pela porta sempre aberta do EH-101 passa a circular um ar mais fresco, o que revela a mudança de trajecto rumo ao mar alto. A paisagem faz-se apenas de céu e água, e, quando o helicóptero se inclina lateralmente para virar de direcção, a porta fica uns momentos a pairar de frente sobre a superfície das ondas. A voar de lado, o que se vê pela abertura é uma parede de água e bastaria soltar-se um cinto para se cair e bater contra ela. Os civis a bordo riem-se. O risco não impede que essa seja a melhor sensação de todo o voo e percebe-se nessa altura de que fala o tenente-coronel Carlos Lourenço, da Força Aérea, quando refere o "espírito Blade".

Daí a pouco, os militares voltam a sentar-se no chão e preparam-se para o segundo teste do exercício: o helicóptero fica suspenso num determinado local, pelo cockpit percebe-se que está a pairar sobre um navio e mais homens voltam a descer pela corda até uma plataforma oscilante, que lhes dará acesso ao NRP Bérrio.

"E vocês não saltam?", pergunta-se aos últimos passageiros do EH-101  "Ficamos para a parte pior", responde um deles. Refere-se à terceira descida de corda, no areal de Maceda, onde a força das hélices levanta a areia e a faz subir para o helicóptero, com impulso suficiente para atravessar roupa, picar na pele, ferir os olhos.

Quando se repara, os últimos homens da Marinha já se dissimularam entre a vegetação e os troncos caídos da floresta de Maceda, cada vez mais abatida sobre a praia por força da erosão. No helicóptero já só há jornalistas, piloto e co-piloto, e, ainda a controlar a porta aberta, o operador de sistemas e o recuperador salvador - que respondem com acenos a quem os segue da praia do Furadouro, uns 60 metros abaixo.

Regressa-se à Base pela linha da costa, num helicóptero grande, largo, comprido e quase vazio. Os jornalistas são então despachados para a pista, com a euforia de quem brincou aos heróis e a frustração de quem não saltou. Ao lado já há outra fila de militares equipados a rigor para embarcarem e repetirem o exercício. De costas muito direitas, continuam serenos como os primeiros. "Isto não é p'ra meninos", parecem dizer. (JN)

30 de abril de 2013

35 anos sob o lema "Para que outros vivam"

Na madrugada de 29 de Abril, uma tripulação de alerta do destacamento aéreo da Esquadra 751, na Base Aérea Nº4, Lajes, efectuou uma evacuação aeromédica urgente de uma doente, da ilha Terceira para a ilha de São Miguel.

Poucas horas antes (28 de Abril), mas há 35 anos atrás, em 1978, era criada esta esquadra de voo. São anos de História que hoje se traduzem em mais de 45.000 horas de voo e nas mais de 2800 vidas salvas, com as aeronaves SA-330 PUMA e EH-101 MERLIN, sob o lema "Para que outros vivam".

É este o lema que move os militares da Esquadra 751 que trabalham diariamente, a partir da Base Aérea Nº6, Montijo, Base Aérea Nº4, Lajes, e do Aeródromo de Manobra Nº3, Porto Santo, na execução de vários tipos de missões, quer seja de interesse público (operações de busca e salvamento e de evacuação sanitária, operações de vigilância marítima), ou de âmbito estritamente militar, como o transporte aéreo táctico.

É no cumprimento destas missões e com milhares de horas de voo nas suas "asas rotativas", ao serviço de Portugal e dos Portugueses, que a Esquadra 751 "Pumas" atinge, em 28 de Abril de 2013, este marco histórico: 35 anos a voar sob o lema "Para que outros vivam".(FAP)

9 de janeiro de 2013

30º Nascimento a bordo "Força Aérea dá as boas vindas ao Simão"

Uma criança do sexo masculino nasceu no dia 5 de Janeiro a bordo de um helicóptero EH-101 MERLIN da Força Aérea, que se encontrava a efectuar uma evacuação médica entre a ilha Graciosa e a ilha Terceira, nos Açores.

O menino, de nome "Simão", foi a trigésima (30) criança e o primeiro bebé de 2013 a nascer numa aeronave da Força Aérea. Nasceu às 15H45 (hora nos Açores), quando esta sobrevoava o Monte Brasil, a poucos quilómetros do heliporto de Angra do Heroísmo.

O parto foi assistido por uma equipa médica da Unidade de Evacuações Aéreas do Hospital de Angra do Heroísmo que horas antes acompanhou outra missão idêntica. Por pouco uma grávida de gémeos não deu à luz a bordo do EH-101 MERLIN que a transportou do Faial para o mesmo heliporto. As crianças nasceram minutos depois já no hospital de Angra do Heroísmo.

As mães e as crianças encontram-se bem de saúde, num início de ano que fica marcado por mais um nascimento a bordo de uma aeronave da Força Aérea, nos Açores, tendo o primeiro ocorrido há cerca de 20 anos, em 13 de Julho de 1993 na aeronave C-212 AVIOCAR. (FAP)

20 de outubro de 2012

COMUNICADO SOBRE O CONTRATO DE MANUTENÇÃO DOS HELICÓPTEROS EH-101


Na sequência da notícia publicada, hoje, na edição do Jornal Público, o Ministério da Defesa Nacional informa:




1. Ao contrário do que é insinuado, o Diretor Geral de Armamento e Infra-Estruturas de Defesa, não faz parte de qualquer processo decisório, do Contrato de Manutenção dos helicópteros EH101.

2. A responsabilidade pela condução e decisão desse processo compete, em exclusivo, à Empordef SGPS, SA, holding das indústrias de defesa portuguesas.

3. O Ministro da Defesa Nacional renova a sua confiança no Major General Manuel Chambel para defender, no âmbito das suas competências, os interesses do Estado português.

4. O Ministério da Defesa Nacional informa, ainda, que continuará empenhado na revisão de alguns contratos de fornecimento de equipamentos militares, na salvaguarda do interesse nacional.(MDN)