O ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, esteve terça-feira, dia 22 de maio, na Base Aérea Nº 11 (BA11), em Beja, onde assistiu de perto ao maior exercício de helicópteros da Europa, o HOT BLADE 2018, envolvendo militares de Portugal, Bélgica, Alemanha, Hungria, Holanda e Eslovénia e observadores de diversos países como Timor-Leste, Guiné-Bissau, Rússia, Espanha e China.
O HOT BLADE 2018 incluiu missões de Busca e Salvamento em Combate, Assalto Aéreo, Extracção de Não-Combatentes e Operações Especiais durante as quais se pretendeu reproduzir um ambiente realista tão próximo quanto possível dos teatros de operações actuais, devidamente adaptado às necessidades de treino das várias forças armadas participantes.
O exercício que decorreu entre 9 e 23 de Maio, insere-se no programa de treino de helicópteros da Agência Europeia de Defesa (EDA), e movimentou na BA11 cerca de 1200 militares e 29 aeronaves, tendo Portugal, enquanto país anfitrião, contribuído com helicópteros EH-101 MERLIN e ALOUETTE III da Força Aérea e vários meios do Exército.
Em declarações aos jornalistas no final do exercício, o ministro da Defesa Nacional relembrou que a EDA quer instalar um Centro Multinacional de Treino de Helicópteros no continente europeu e lembrou que Portugal mostrou, “há mais de um ano e meio”, disponibilidade e vontade para acolher esta infraestrutura na Base Aérea Nº 1 (BA1), em Sintra.
Por enquanto, a candidatura de Portugal “é a única consolidada”, o que indica que “soubemos convencer os nossos amigos e aliados” de que é uma “solução boa” para a instalação do centro, disse Azeredo Lopes.
Segundo o ministro, “à luz da distribuição de capacidades e forças da Força Aérea Portuguesa”, a BA1 foi a escolhida por ser a Base que tem “as características mais adequadas” e onde faz “mais sentido” instalar o centro.
O ministro disse ainda que “agora, resta esperar pela tomada de decisão da EDA”, fazendo notar que se trata de “um processo que vai demorar algum tempo”.
O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Teixeira Rolo, que falou também aos jornalistas sobre este Centro, disse que Portugal é “o país que melhores condições ofereceu” à EDA e, portanto, “é expectável” que a candidatura portuguesa “tenha sucesso” e seja possível instalar o Centro, em Sintra.
Segundo o CEMFA, a escolha da Base Aérea Nº 1 “tem uma razão de ser”, ou seja, “este tipo de Centros, normalmente, tem que estar o mais próximo possível das capitais dos países por questões logísticas”.
“Se tudo correr bem”, disse o general, a EDA estima que a capacidade inicial de operação (initial operational capability) do centro “acontecerá em 2021” e a capacidade final de operação (final operational capability) em 2022.
Para além do Ministro da Defesa, estiveram presentes no HOT BLADE 2018 o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, General Teixeira Rolo, o Chefe de Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, o Vice-Presidente da Comissão de Defesa Nacional, Miranda Calha, o Comandante Aéreo, Tenente-General Joaquim Borrego, o Comandante da BA11, Coronel Fernando Costa, o Coordenador do Exercício, Tenente-Coronel João Rosa e o Representante da Agência Europeia de Defesa, Brigadeiro-General Roland van Reybroeck. (Defesa)
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29 de maio de 2018
Ministro da Defesa assiste ao maior exercício de helicópteros da Europa
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17 de abril de 2018
Exercício Hot Blade 2018 decorre entre 09 e 23 de Maio
A Força Aérea Portuguesa irá acolher, de 09 a 23 de Maio, na Base Aérea N.º11, em Beja, o exercício Hot Blade 2018 (HB18).
Este exercício multinacional surge no âmbito do Helicopter Exercise Programme, da Agência Europeia de Defesa (EDA), e será planeado sob a égide do Comando Aéreo.
A edição deste ano envolve, além da Força Aérea e do Exército de Portugal, a participação de forças militares de Bélgica, Alemanha, Hungria, Holanda e Eslovénia, num total de 29 aeronaves e 1200 militares, que ficarão sediados na BA11, em Beja, estando as suas acções planeadas para o interior Centro/Sul de Portugal Continental.
O objectivo global deste exercício é o de obter um elevado nível de interoperabilidade entre as aeronaves dos Estados-Membros da EDA, expondo as tripulações a um ambiente operacional complexo, no qual poderão treinar procedimentos e tácticas, de forma dotá-las das qualificações necessárias à realização de operações nos actuais teatros de conflito internacionais e missões de apoio humanitário.
As missões vão ter lugar por todo o País, dia e noite, no ar, em terra e no mar, tendo sido planeadas de modo a não afectar o meio ambiente e a população. (Emgfa)
Este exercício multinacional surge no âmbito do Helicopter Exercise Programme, da Agência Europeia de Defesa (EDA), e será planeado sob a égide do Comando Aéreo.
A edição deste ano envolve, além da Força Aérea e do Exército de Portugal, a participação de forças militares de Bélgica, Alemanha, Hungria, Holanda e Eslovénia, num total de 29 aeronaves e 1200 militares, que ficarão sediados na BA11, em Beja, estando as suas acções planeadas para o interior Centro/Sul de Portugal Continental.
O objectivo global deste exercício é o de obter um elevado nível de interoperabilidade entre as aeronaves dos Estados-Membros da EDA, expondo as tripulações a um ambiente operacional complexo, no qual poderão treinar procedimentos e tácticas, de forma dotá-las das qualificações necessárias à realização de operações nos actuais teatros de conflito internacionais e missões de apoio humanitário.
As missões vão ter lugar por todo o País, dia e noite, no ar, em terra e no mar, tendo sido planeadas de modo a não afectar o meio ambiente e a população. (Emgfa)
19 de junho de 2017
EATT 2017 "descola" na Base Aérea N.º11
A Força Aérea Portuguesa irá acolher, de 19 a 30 de Junho, na Base Aérea N.º11, em Beja, o exercício European Air Transport Training 2017 (EATT 2017). Este exercício multinacional surge no âmbito do Programa Europeu de Transporte Aéreo da Agência Europeia de Defesa (EDA) e será executado pelo Centro Europeu de Transporte Aéreo Táctico (ETAC), apoiado pelo Comando Europeu de Transporte Aéreo (EATC).
Portugal, como país anfitrião do EATT 2017, irá contar com 1700 militares de França, Alemanha, Holanda, Polónia, Roménia e Reino Unido, que ficarão sediados na BA11, em Beja, estando as suas acções planeadas para o interior Centro/Norte de Portugal Continental.
O objectivo global deste exercício é o de obter um elevado nível de interoperabilidade entre as aeronaves de transporte aéreo dos Estados-Membros da EDA, expondo as tripulações a um ambiente operacional complexo, no qual poderão treinar procedimentos e tácticas, de forma dotá-las das qualificações necessárias à realização de operações nos actuais teatros de conflito internacionais e missões de apoio humanitário. (FAP)
Portugal, como país anfitrião do EATT 2017, irá contar com 1700 militares de França, Alemanha, Holanda, Polónia, Roménia e Reino Unido, que ficarão sediados na BA11, em Beja, estando as suas acções planeadas para o interior Centro/Norte de Portugal Continental.
O objectivo global deste exercício é o de obter um elevado nível de interoperabilidade entre as aeronaves de transporte aéreo dos Estados-Membros da EDA, expondo as tripulações a um ambiente operacional complexo, no qual poderão treinar procedimentos e tácticas, de forma dotá-las das qualificações necessárias à realização de operações nos actuais teatros de conflito internacionais e missões de apoio humanitário. (FAP)
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14 de junho de 2017
Exercício em Portugal vai treinar 1.700 militares de forças aéreas de oito países
Um total de 1.700 militares de forças aéreas de oito países vai participar num exercício em Portugal, entre os dias 19 e 30 deste mês, para treinar e qualificar tripulações para operações em teatros internacionais, foi hoje anunciado.
Trata-se do exercício multinacional "European Air Transport Training 2017" (EATT17), que vai ser executado pelo Centro Europeu de Transporte Aéreo Táctico (ETAC) no âmbito do Programa Europeu de Transporte Aéreo da Agência Europeia de Defesa (EDA), refere a Força Aérea Portuguesa (FAP), num comunicado enviado hoje à agência Lusa.
O exercício, que tem Portugal como país anfitrião, vai envolver 1.700 militares das forças aéreas de Portugal, França, Alemanha, Itália, Holanda, Polónia, Roménia e Reino Unido, que ficarão sediados na Base Aérea n.º 11, de Beja, no Alentejo, estado as acções planeadas para o interior Centro/Norte de Portugal Continental.
Segundo a FAP, o exercício, que será apoiado pelo Comando Europeu de Transporte Aéreo (EATC), visa "obter um elevado nível de interoperabilidade entre as aeronaves de transporte aéreo dos Estados-membros da EDA, expondo as tripulações a um ambiente operacional complexo". (DN)
Trata-se do exercício multinacional "European Air Transport Training 2017" (EATT17), que vai ser executado pelo Centro Europeu de Transporte Aéreo Táctico (ETAC) no âmbito do Programa Europeu de Transporte Aéreo da Agência Europeia de Defesa (EDA), refere a Força Aérea Portuguesa (FAP), num comunicado enviado hoje à agência Lusa.
O exercício, que tem Portugal como país anfitrião, vai envolver 1.700 militares das forças aéreas de Portugal, França, Alemanha, Itália, Holanda, Polónia, Roménia e Reino Unido, que ficarão sediados na Base Aérea n.º 11, de Beja, no Alentejo, estado as acções planeadas para o interior Centro/Norte de Portugal Continental.
Segundo a FAP, o exercício, que será apoiado pelo Comando Europeu de Transporte Aéreo (EATC), visa "obter um elevado nível de interoperabilidade entre as aeronaves de transporte aéreo dos Estados-membros da EDA, expondo as tripulações a um ambiente operacional complexo". (DN)
25 de setembro de 2015
Agência de Defesa Europeia escolheu 30 projectos inovadores. Dois são portugueses
O SeaNet e ALIR são ainda desconhecidos da maioria dos portugueses, mas já despertaram o interesse dos peritos da Agência Europeia de Defesa (EDA), que os seleccionaram para uma lista de 30 projectos inovadores que estão bem colocados para serem abrangidos pelos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (Portugal 2020, no nosso País). O relatório da EDA estima que cada um destes dois projectos que contam com a participação do Ministério da Defesa Nacional poderá vir a beneficiar de um financiamento máximo de 900 mil euros. O que têm de especial estes dois projectos? Duas frases chegam para a resposta: O ALIR pretende desenvolver compósitos alternativos para as placas usadas nos coletes anti-bala; o SeaNet propõe-se a desenvolver um sistema que permita gerir conjuntos de robôs subaquáticos para missões civis e militares.
SeaNet e ALIR foram escolhidos entre 13 projectos de empresas ou instituições portuguesas que se submeteram à avaliação da EDA, com o propósito de apurar o potencial para receber um futuro (e ainda hipotético) apoio do Portugal 2020. «A selecção da EDA funciona como um aval, que confirma que esta ideia tem futuro e pode ter interesse», explica Luís Madureira, um dos líderes da OceanScan, empresa portuense que tem vindo a desenvolver o projecto SeaNet em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e o Centro de Investigação Naval da Marinha Portuguesa (CINAV).
Luís Correia, investigador do Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial (INEGI) e um dos responsáveis pelo projecto ALIR, confirma que a selecção da EDA, apesar de não garantir qualquer financiamento, pode ajudar a valorizar os cartões de visita das empresas seleccionadas: «A escolha do projecto ALIR abre perspectivas no que toca à participação em projectos da EDA, e de outros organismos europeus».
O ALIR junta investigadores do Centro de Investigação da Academia Militar (CINAMIL), o Instituto de Materiais de Aveiro (CICECO), e das empresas Rebelco e X.Aerosystems. Caso seja bem sucedido, o consórcio pode abrir caminho a uma nova geração de placas balísticas usadas nos coletes à prova de bala. Para alcançar esse objetivo, os investigadores propõem-se a substituir alguns dos compósitos de matriz termoendurecível que são usados para produzir as placas balísticas da actualidade por compósitos de matriz de termoplástico. «Além de aumentar o desempenho balístico, estes compósitos permitem criar painéis de adequados à forma do corpo humano», garante Luís Correia.
O relatório da EDA revela ainda que o projecto ALIR não se fica pela produção de uma nova geração de coletes à prova de bala. Também no sector aeronáutico e na protecção de infraestruturas esta solução poderá ter aplicações.
O projecto SeaNet, também não se esgota nos propósitos militares. Pescas, detecção de poluição ou sistemas de comunicações são algumas das missões que poderão tirar partido das acções levadas a cabo por um conjunto de submarinos robóticos. Os mentores do projecto admitem poder vir a desenvolver novas versões de submarinos, mas lembram que é o desenvolvimento de um sistema de «inteligência de grupo» que deverá concentrar grande parte dos esforços de investigação do projecto.
«Os projectos seleccionados no âmbito desta call, ou qualquer outro que seja aprovado no âmbito do programa Portugal 2020 e onde haja participação de entidades na estrutura do MDN, têm sempre e obrigatoriamente como requisito a sua aplicação dual (civil-militar). No âmbito das suas atribuições, as Forças Armadas têm contempladas missões de carácter não-militar, tais como missões de busca e salvamento, apoio em caso de catástrofes, missões de interesse público, missões no âmbito da protecção civil, ou até mesmo as missões de apoio à paz em países de interesse nacional ou no âmbito das alianças de que Portugal faz parte. Assim, existem impactos óbvios destes projectos na operacionalidade das Forças Armadas», explica um e-mail enviado pelos serviços institucionais do Ministério da Defesa Nacional (MDN) para a Exame Informática.
O MDN refere ainda que os projectos que mereceram uma menção positiva da EDA vão contar com apoio estratégico da Direcção-geral de Recursos da Defesa Nacional ou dos diferentes Ramos das Forças Armadas no que toca à identificação de necessidades, requisitos, recursos humanos e ensaios das diferentes soluções que vierem a ser desenvolvidas.
O SeaNet e o ALIR podem ser as mais recentes atracções no que toca à investigação na área da defesa que tem sido levada a cabo investigadores nacionais, mas não são os primeiros a merecer uma avaliação positiva da ESA. Em 2014, o projecto Turtle, que é liderado por investigadores do Inesc Tec, no Porto, integrou a lista de sete iniciativas distinguidas pela Agência Europeia. O projecto, que já garantiu fundos estruturais necessários, pretende desenvolver submarinos robóticos que podem operar a elevadas profundidades. (Exame)
SeaNet e ALIR foram escolhidos entre 13 projectos de empresas ou instituições portuguesas que se submeteram à avaliação da EDA, com o propósito de apurar o potencial para receber um futuro (e ainda hipotético) apoio do Portugal 2020. «A selecção da EDA funciona como um aval, que confirma que esta ideia tem futuro e pode ter interesse», explica Luís Madureira, um dos líderes da OceanScan, empresa portuense que tem vindo a desenvolver o projecto SeaNet em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e o Centro de Investigação Naval da Marinha Portuguesa (CINAV).
Luís Correia, investigador do Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial (INEGI) e um dos responsáveis pelo projecto ALIR, confirma que a selecção da EDA, apesar de não garantir qualquer financiamento, pode ajudar a valorizar os cartões de visita das empresas seleccionadas: «A escolha do projecto ALIR abre perspectivas no que toca à participação em projectos da EDA, e de outros organismos europeus».
O ALIR junta investigadores do Centro de Investigação da Academia Militar (CINAMIL), o Instituto de Materiais de Aveiro (CICECO), e das empresas Rebelco e X.Aerosystems. Caso seja bem sucedido, o consórcio pode abrir caminho a uma nova geração de placas balísticas usadas nos coletes à prova de bala. Para alcançar esse objetivo, os investigadores propõem-se a substituir alguns dos compósitos de matriz termoendurecível que são usados para produzir as placas balísticas da actualidade por compósitos de matriz de termoplástico. «Além de aumentar o desempenho balístico, estes compósitos permitem criar painéis de adequados à forma do corpo humano», garante Luís Correia.
O relatório da EDA revela ainda que o projecto ALIR não se fica pela produção de uma nova geração de coletes à prova de bala. Também no sector aeronáutico e na protecção de infraestruturas esta solução poderá ter aplicações.
O projecto SeaNet, também não se esgota nos propósitos militares. Pescas, detecção de poluição ou sistemas de comunicações são algumas das missões que poderão tirar partido das acções levadas a cabo por um conjunto de submarinos robóticos. Os mentores do projecto admitem poder vir a desenvolver novas versões de submarinos, mas lembram que é o desenvolvimento de um sistema de «inteligência de grupo» que deverá concentrar grande parte dos esforços de investigação do projecto.
«Os projectos seleccionados no âmbito desta call, ou qualquer outro que seja aprovado no âmbito do programa Portugal 2020 e onde haja participação de entidades na estrutura do MDN, têm sempre e obrigatoriamente como requisito a sua aplicação dual (civil-militar). No âmbito das suas atribuições, as Forças Armadas têm contempladas missões de carácter não-militar, tais como missões de busca e salvamento, apoio em caso de catástrofes, missões de interesse público, missões no âmbito da protecção civil, ou até mesmo as missões de apoio à paz em países de interesse nacional ou no âmbito das alianças de que Portugal faz parte. Assim, existem impactos óbvios destes projectos na operacionalidade das Forças Armadas», explica um e-mail enviado pelos serviços institucionais do Ministério da Defesa Nacional (MDN) para a Exame Informática.
O MDN refere ainda que os projectos que mereceram uma menção positiva da EDA vão contar com apoio estratégico da Direcção-geral de Recursos da Defesa Nacional ou dos diferentes Ramos das Forças Armadas no que toca à identificação de necessidades, requisitos, recursos humanos e ensaios das diferentes soluções que vierem a ser desenvolvidas.
O SeaNet e o ALIR podem ser as mais recentes atracções no que toca à investigação na área da defesa que tem sido levada a cabo investigadores nacionais, mas não são os primeiros a merecer uma avaliação positiva da ESA. Em 2014, o projecto Turtle, que é liderado por investigadores do Inesc Tec, no Porto, integrou a lista de sete iniciativas distinguidas pela Agência Europeia. O projecto, que já garantiu fundos estruturais necessários, pretende desenvolver submarinos robóticos que podem operar a elevadas profundidades. (Exame)
12 de maio de 2015
Portugal vai continuar a participar em 5 projectos militares europeus
O Ministério da Defesa aprovou a continuação da participação portuguesa em cinco projectos tecnológico/militares da Agência Europeia de Defesa, ligados ao desenvolvimento de baterias ou de materiais ultra leves, segundo os despachos publicados , esta segunda-feira, em Diário da República.
Os cinco despachos autorizam a nova direcção-geral de Recursos da Defesa Nacional, que resulta da agregação das direcções-gerais de património, pessoal e de armamento, a continuar as negociações para o desenvolvimento destes projectos cooperativos internacionais no âmbito da Agência Europeia de Defesa (EDA, sigla em inglês).
Projectos com participação portuguesa
Entre os principais projectos estão o "Submarine Application for the Management of a Battery System", que consiste no desenvolvimento de "um sistema de gestão de baterias para acumuladores de tecnologia de iões de lítio, a ser usado em submarinos convencionais, substituindo as actuais baterias de ácido de chumbo".
Um dos despachos assinados pelo ministro José Pedro Aguiar-Branco refere que programa de baterias permitirá "melhorar a performance" dos submarinos, "reduzir custos de manutenção ao longo do ciclo de vida da plataforma e garantir todos os aspectos de segurança decorrentes do seu uso".
Já o "Lightweight Constructions for Armoured Multi-purpose Vehicles" é um projecto internacional da EDA que visa estudar e investigar "oportunidades e desafios na construção de veículos blindados com recurso a materiais ultra leves e o desenho de estruturas mais eficientes na dissipação de energia resultante de impactos balísticos ou explosões".
Os restantes programas abrangem comunicações militares ("Cognitive Radio for Dynamic Spectrum Management" e "Unnamed Maritime Systems"), protecção nuclear e biológica ("Joint Investment Programme on Chemical, Biological, Radiological and Nuclear Protection"), materiais inertes e equipamento. (CM)
26 de julho de 2014
Altas entidades em novo sucesso do Hot Blade em Portugal
O Hot Blade 2014 recebeu no dia 24 de Julho a visita de altas entidades militares e civis que se deslocaram ao Aeródromo de Manobra N.º1 - em Ovar - para acompanhar as operações no terreno e assistir a uma missão.
Presentes estiveram o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, e a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral.
Integraram ainda a visita o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, um representante da European Defense Agency, Rini Goos, e outras personalidades de relevo das diferentes nações e organizações envolvidas, bem como representantes do poder regional e local.
As entidades tiveram um briefing pela manhã e circularam pelos vários cantos do exercício. De tarde, assistiram a uma missão operacional em Linhares da Beira.
Presentes estiveram o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, e a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral.
Integraram ainda a visita o Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, um representante da European Defense Agency, Rini Goos, e outras personalidades de relevo das diferentes nações e organizações envolvidas, bem como representantes do poder regional e local.
As entidades tiveram um briefing pela manhã e circularam pelos vários cantos do exercício. De tarde, assistiram a uma missão operacional em Linhares da Beira.
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25 de julho de 2014
Secretária da Defesa Nacional assistiu à terceira edição do Exercício HOTBLADE realizado em Portugal
Pelo terceiro ano consecutivo, o Comando Aéreo da Força Aérea foi o órgão de planeamento e operacionalização do HOTBLADE 2014 que contou com a participação das Forças Armadas Portuguesas, juntamente com forças da Bélgica, Alemanha, Holanda, Áustria e Reino Unido.
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional assistiu a um dos exercícios realizados no âmbito do HOTBLADE 2014, juntamente com o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro. Estiveram também presentes o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Araújo Pinheiro, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Macieira Fragoso e o Presidente da Câmara Municipal de Ovar, Eng. Salvador Malheiro Ferreira da Silva.
O HOTBLADE é um Exercício Multinacional de Helicópteros, integrado no programa da Agência Europeia de Defesa (EDA), que tem como objectivo permitir que as tripulações dos helicópteros da Europa possam executar missões num ambiente operacional quente, montanhoso e empoeirado, simulando o desafio e as condições dinâmicas que as forças participantes poderão encontrar num teatro real de operações. Este ano realiza-se de 16 a 30 de Julho, na base militar de Ovar e em Linhares da Beira.
Da Força Aérea Portuguesa participam três mil militares, vinte e sete helicópteros, dez F-16, um avião de vigilância e reconhecimento P3C Cup+ e dois aviões de transporte táctico C295M. (EMGFA)
A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional assistiu a um dos exercícios realizados no âmbito do HOTBLADE 2014, juntamente com o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro. Estiveram também presentes o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Araújo Pinheiro, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Macieira Fragoso e o Presidente da Câmara Municipal de Ovar, Eng. Salvador Malheiro Ferreira da Silva.
O HOTBLADE é um Exercício Multinacional de Helicópteros, integrado no programa da Agência Europeia de Defesa (EDA), que tem como objectivo permitir que as tripulações dos helicópteros da Europa possam executar missões num ambiente operacional quente, montanhoso e empoeirado, simulando o desafio e as condições dinâmicas que as forças participantes poderão encontrar num teatro real de operações. Este ano realiza-se de 16 a 30 de Julho, na base militar de Ovar e em Linhares da Beira.
Da Força Aérea Portuguesa participam três mil militares, vinte e sete helicópteros, dez F-16, um avião de vigilância e reconhecimento P3C Cup+ e dois aviões de transporte táctico C295M. (EMGFA)
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