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29 de novembro de 2018

Governo assinala 3 anos com a iniciativa “soldado do futuro”

(Defesa)O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho recebeu o Primeiro-Ministro, António Costa, esta manhã na Universidade do Minho (UM) em Braga, um dos parceiros do “Soldado do Futuro”.

Nesta iniciativa estavam expostas viaturas, fardamento, sistemas de carga, sistemas de proteção e postos de comando, os projectos das empresas parceiras que constituem os sistemas de combate do “Soldado do Futuro” que incluí equipamentos de proteção, fardamento e sistemas de carga, sistemas de comando e controlo, comunicações, computadores e informação.

Após a visita, em declarações aos jornalistas, o Ministro da Defesa sublinhou o interesse do projecto em que “aqui se vê como se pode fazer uma aliança entre as necessidades de proteção dos nossos soldados que vão muitas vezes para ambientes adversos, não permissivos e precisam de ter toda a proteção possível e desenvolve-se aqui ao longo dos últimos anos, onde tem havido um investimento para melhorar a capacidade de proteção dos nossos soldados, através de equipamentos inovadores, muito ligeiros e muito protectores e isto acontece através de uma aliança, com a investigação, o sistema nacional de investigação, e temos excelentes investigadores aqui na Universidade do Minho e outros pontos do país e uma capacidade empresarial inovadora também”.

“Portanto é um circulo virtuoso que permitirá, não só habilitar e capacitar melhor os nossos soldados, protege-los melhor que é a nossa primeira obrigação, mas permite também desenvolver novas aplicações e criar novas possibilidades de exportação e novas possibilidades de utilização destes materiais para fins civis” acrescentou o Ministro da Defesa.

João Gomes Cravinho enalteceu que “são tecnologias portuguesas pensadas para o ambiente e necessidades portuguesas num primeiro momento e pensadas para as possibilidades de internacionalização num segundo momento”.

O Ministro da Defesa referiu que “a indústria mais relacionada com a proteção” a que “nós temos aqui, não tanto as indústrias letais, são mais as de proteção”, onde “por exemplo a indústria automóvel pode beneficiar dos mecanismos das blindagens que estão a ser desenvolvidas com materiais muito leves para” as viaturas blindadas de rodas Pandur “mas que podem vir a ser utilizadas e incorporadas em automóveis normais de uso civil”.

Questionado sobre a possibilidade da utilização, por parte das Forças Armadas Portuguesas, da utilização destes equipamentos, o governante afirmou que “o 8º contingente que está no Iraque, de quem me despedi há poucas semanas, já está a utilizar este equipamento, os novos fardamentos que foram desenvolvidos primeiro no ambiente de laboratório e num segundo momento testados aqui pelos nossos Comandos e Para-quedistas, enfim, forças com maior grau de exigência e agora, terceiro e último momento do teste, na prática, no terreno, no Iraque”.

Após esta visita no Campus de Gualtar da UM, o Primeiro-Ministro e o Ministro da Defesa Nacional dirigiram-se para a Reitoria da universidade, no centro da cidade, outra das iniciativas destes três anos da Legislatura, para uma sessão de perguntas ao Primeiro-Ministro onde estiveram presentes outros membros do Governo.

Sobre o “Soldado do Futuro”

“Sistemas de Combate do Soldado” é um dos sete projectos estruturantes da proposta de Lei de Programação Militar aprovada esta quinta-feira, 22 de Novembro, em Conselho de Ministros.

A Defesa Nacional, o Exército, a Academia e a Indústria nacional uniram-se para melhorar a proteção dos soldados e a eficácia da sua missão, o que vai ao encontro da aposta no factor humano como directriz política de defesa nacional. O fardamento e o equipamento de proteção individual, produzidos exclusivamente por empresas nacionais, já estão a ser utilizados no Iraque pelo 8º contingente, que partiu a 5 de Novembro. Estes equipamentos iniciarão a fase de produção em larga escala em 2019, sendo estimada a sua distribuição em 2020.

Este projecto visa dotar o soldado português de equipamentos de alta tecnologia, que faz com que esteja nos mais altos patamares do desenvolvimento tecnológico na área, em termos de segurança e conforto, para que possa atingir os melhores desempenhos, mesmo em condições extremas, apelidado de “soldado do futuro” devido ao patamar elevado de tecnologia que atingem os equipamentos utilizados.

Trata-se de um projecto que conjuga a experiência operacional do Exército, o conhecimento científico e a tecnologia portuguesa, potenciando a economia e o emprego qualificado.

Este projecto de Sistemas de Combate do Soldado abrange ainda equipamentos de comando e controlo, comunicações, computadores e informações, sensores e auxiliares de pontaria.

As parcerias de empresas, academias que contribuem para esta evolução nos sistemas e nos equipamentos constituem-se como grupos tecnológicos e destacamos o CITEVE, que é um Centro Tecnológico, organização privada sem fins lucrativos, sediado em Vila Nova de Famalicão e com delegações comerciais em vários países e que disponibiliza as empresas do Sector Têxtil e do Vestuário, principalmente PME (90%), um portefólio de serviços que inclui ensaios laboratoriais, certificação de produtos, consultoria técnica e tecnológica, I&D+inovação, formação, moda e design.

O AuxDefense é um projecto financiado pelo Ministério da Defesa Nacional que tem como objectivo o desenvolvimento de equipamentos de proteção individual avançados com elevada resistência ao impacto, corte e perfuração e de componentes de equipamentos militares (compósitos) com excelente resistência ao impacto.

Deste projecto resultou a criação de produtos inovadores, incluindo coletes e capacetes balísticos e fardamento de combate como joelheiras e cotoveleiras, recorrendo a estruturas com comportamento auxético.

A Critical Software é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções de software e serviços de engenharia de informação para o suporte de sistemas críticos orientados à segurança, à missão e ao negócio de empresas.

Em 15 de Setembro de 2014, o Exército Português e a Critical Software constituíram um consórcio com a Marinha, a Autoridade Marítima e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Investigação e Desenvolvimento – Lisboa, para apresentação de uma candidatura à Call I&D da Defesa – 2014 com o projecto “Produto de Conhecimento Situacional para baixos escalões, Tecnologia de duplo uso TRL 8”. Em 12 de Outubro de 2015, foi assinado o protocolo entre o consórcio do projecto BMS - Battlefield Management System & EMM – Emergency Mobile Mesh e o Ministério da Defesa Nacional, com um horizonte temporal de desenvolvimento até 2018.

20 de outubro de 2018

'Exército - parceiro tecnológico nacional'

As comemorações do Dia do Exército arrancaram hoje com um evento dedicado à tecnologia. A Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto, marcou presença, ao lado do Chefe de Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, no "Exército – Parceiro Tecnológico Nacional’, um evento que leva até à cidade-berço o Exército Português de hoje.

No seu primeiro acto oficial, a Secretária de Estado da Defesa Nacional, destacou o triângulo virtuoso das “sinergias entre as Forças Armadas, neste caso particular o Exército, a Academia e a Base Industrial e Tecnológica de Defesa, com esta componente muitíssimo importante das empresas”.

Para Ana Santos Pinto, “aquilo que vimos hoje são concretizações do presente”, e não do futuro. “Apresentam uma realidade presente, da qual todos nós nos devemos orgulhar e que deve servir de exemplo para aquilo que é o potencial de desenvolvimento de projectos que têm como objectivo, não só a capacitação, as capacidades e desenvolvimentos das capacidades das Forças Armadas e do Exército, mas também aquilo que é o potencial de exportação, através dos consórcios”.

A governante recordou que “estes produtos que vimos hoje são fruto de vários anos de trabalho, são fruto de várias experiências que foram sendo realizadas, de várias melhorias e que têm a particularidade de procurar responder às necessidades particulares, neste caso do Exército, neste trabalho conjunto que foi feito, mas também tem a capacidade de duplo uso, e que no ponto de vista do financiamento internacional, por exemplo, tem uma dimensão muito importante”.

Após a assistir à apresentação de vários projectos de entidades e empresas, como o Centro de Informação Geoespacial do Exército, a Repartição de Capacidades/Divisão de Planeamento de Forças, do Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), da Universidade do Minho e da empresa Critical Software, a Secretária de Estado relevou como o potencial destes projectos para a proteção dos soldados e a melhoria do próprio conforto. “Quero dar os meus parabéns, o meu reconhecimento e o meu incentivo à continuidade destes projectos”.

Apresentar o Exército de hoje na cidade-berço

‘O Exército, Parceiro Tecnológico Nacional’ é uma iniciativa inserida nas comemorações do Dia do Exército, na cidade de Guimarães, que leva até à cidade-berço o Exército Português de hoje.

Pretende promover o conhecimento das sinergias já concretizadas, em concretização ou motivador de novas parcerias, através da ligação entre as necessidades da sociedade nacional e as possibilidades e capacidades do Exército.

Esta iniciativa contou ainda com uma demonstração e exposição de sistemas de comando e controlo, de proteção de viaturas e de contentores e um projecto futuro para o desenvolvimento de módulos de comando avançados, permitiu o contacto físico do que foi apresentado e os resultados concretos.

Procedeu-se à apresentação e entrega dos Selos de Qualidade Army Tested e Combat Proven, um modelo de certificação da responsabilidade do Estado Maior do Exército que qualifica sistemas de armas e equipamentos militares, É destinado às empresas da Base Tecnológica Industrial de Defesa que sejam testados pelo Exército Português, mediante candidatura prévia.(Defesa)

15 de abril de 2016

Empresas portuguesas de Defesa tentam conquistar Marinha brasileira

Há um ano, a 14 de Abril de 2015, a Tekever assinou um acordo para a entrada no capital da Santos Lab, empresa brasileira líder de mercado na produção de aviões não tripulados, os chamados drones.

A cerimónia, que contou com as presenças dos então ministros português e brasileiro da Defesa, decorreu no primeiro dia da LAAD – a maior feira do sector da Defesa e Segurança da América Latina, onde participaram 16 empresas portuguesas.

Um ano depois, o Comandante da Marinha do Brasil, no âmbito de uma visita à Marinha Portuguesa, esteve esta quarta-feira, 13 de Abril, na Base Naval de Lisboa, a conhecer os projectos de empresas portuguesas do sector da Defesa, nomeadamente ligados à construção naval e veículos não tripulados.

Eduardo Bacellar Leal Ferreira teve a oportunidade de, entre outras empresas e produtos, experienciar os drones da Tekever e da Uavision, o "software" da Critical e a "estrela" da Oceanscan, que, para explorar o fundo do mar, desenvolveu um submarino que consegue detectar minas subaquáticas.

Esta iniciativa surgiu no plano de promoção externa das indústrias de Defesa portuguesas, desenvolvido pela IdD (Plataforma das Indústrias de Defesa) e na sequência de uma acção semelhante com a Marinha das Filipinas, realizada a 28 de Março.

A IdD estima que o número de empresas deste sector esteja já próximo dos 300, para um volume de negócios da ordem dos 1,8 mil milhões de euros, dos quais 88% gerados por mercados externos. A plataforma liderada por Eduardo Filipe aponta como objectivo chegar aos dois mil milhões de euros de facturação, dentro de dois a três anos. (Sábado)

9 de fevereiro de 2015

Empordef tem 11 interessados

A Empordef Tecnologias de Informação (ETI), empresa de tecnologia da indústria da Defesa que está em processo de privatização, conta já com 11 interessados, disse ao Diário Económico fonte oficial do ministério da Defesa Nacional.

A tutela recebeu manifestações de interesse de entidades nacionais e internacionais que têm agora até ao final do mês para formalizar a candidatura. Os 11 interessados só se tornarão efectivamente candidatos quando apresentarem uma proposta, explicou a mesma fonte.

O processo de privatização da ETI foi lançado no final do ano, com os potenciais compradores a ter de manifestar o seu interesse até 8 de Dezembro. O objectivo é que o processo esteja concluído no início de Abril, segundo o calendário definido na altura pela tutela. 

Não foram revelados os nomes dos potenciais compradores, mas empresas como a Critical Software ou a Novabase já admitiram que poderiam olhar para o processo.

A privatização da ETI faz parte do plano do Governo de alienar as empresas da Defesa e extinguir a Empordef, ‘holding' que agrega estas entidades. A ‘holding' já está, aliás, em processo de extinção.

A excepção deverá ser o Arsenal do Alfeite que, pela sua especificidade, ainda não tem solução concreta. A Defesa encomendou um estudo a Augusto Mateus, para definir o futuro dos estaleiros da Marinha mas este ainda não está concluído.

No âmbito desta reestruturação das indústrias da Defesa foi criada a IDD, que funciona como a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) deste sector, agregando as empresas e estabelecendo contactos a nível internacional.

A venda da ETI esteve prevista para o início de 2014, mas acabou por ser adiada para o final do ano. Na altura, o ministro da Defesa justificou o atraso com o facto da tutela estar focada em encontrar soluções para os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), cujos terrenos foram subconcessionados à Martifer devido a um processo de Bruxelas sobre alegadas ajudas de Estado e que obrigaram ao encerramento da empresa e despedimento de todos os trabalhadores.

Foi, aliás, a subconcessão dos terrenos dos ENVC que levou a tutela a decidir a liquidação da Empordef. Aguiar-Branco defendeu, na altura, que o objectivo da ‘holding' já não fazia sentido e que as participações da Defesa em empresas, como os 35% que detém na OGMA, poderiam ser transferidas para outras tutelas, como o ministério das Finanças, ou directamente a Defesa, sem ser necessário um intermediário.

A conclusão da extinção da Empordef vai acontecer ainda este ano, conforme as empresas da Defesa forem sendo vendidas ou reestruturadas.

Além da ETI, o Governo quer vender a participação na EID (Empresa de Investigação e Desenvolvimento) e internacionalizar a actividade desenvolvida pela Defloc e pela Defaerloc, empresas criadas para servir de intermediárias na compra de equipamento militar. (E)

16 de dezembro de 2014

Critical renova parceria com a Agusta Westland

As iniciativas de colaboração vão prolongar-se por mais três anos, durante os quais a utilização da capacidade tecnológica da Critical será promovida dentro do grupo Finmeccanica.

A Critical Software anunciou o prolongamento da parceria com a Agusta Westland, fabricante anglo-italiano de helicópteros, do grupo italiano Finmeccanica até 31 de Dezembro de 2017. A parceria vigora há já 10 anos e actual renovação pressupõe a promoção e comercialização da capacidade tecnológica do fornecedor português no referido conjunto de empresas.

A relação com um dos principais clientes da Critical “teve início no âmbito do programa de contrapartidas dos helicópteros AW101 fornecidos à Força Aérea Portuguesa, esteve na base da expansão internacional da tecnológica portuguesa”, diz um comunicado.

No âmbito da mesma a empresa portuguesa criou a sua subsidiária no Reino Unido e “afirmou-se a partir daí à escala global no mercado da Aeronáutica”, diz a nota de imprensa. O novo acordo abrange outras empresas do grupo português ‒ como por exemplo, a Critical Materials.

Entre os projectos previstos na parceria organização destaca aqueles relacionados com estações logísticas terrestres de suporte a frotas; programas de planeamento de missões de voo; ou a manutenção de activos aeronáuticos, aprovisionamento e desempenho logístico; bem como o desenho, desenvolvimento e teste dos sistemas críticos de segurança dos sistemas de aviação avançados destinados a novas aeronaves.

A Critical Software colaborou com a Agusta Westland no desenvolvimento de diversos sistemas críticos, entre os quais se contam projectos militares classificados do Reino Unido e nos EUA, diz em comunicado. “Durante este período de tempo, mais de uma centena de engenheiros, a maioria portugueses, tiveram a oportunidade de amadurecer um leque alargado de exigentes competências técnicas”, acrescenta.

Essa evolução, segundo a Critical, permitiu-lhe posicionar-se e ganhar outros contratos com vários clientes como a Alstom, a Rolls-Royce ou a GE Aviation. A colaboração com a Agusta Westland contribuiu para reforçar a posição da empresa portuguesa como fornecedor qualificado da indústria da defesa no Reino Unido e nos EUA, “um mercado acessível apenas a um grupo muito limitado de fornecedores”.

Projectos da parceria:

- O desenvolvimento, manutenção e renovação das Estações Logísticas Terrestres das plataformas AW101 Merlin, Apache AW159 e Wildcat;

- Produção de um sistema de segurança e análise de perigos para a plataforma AW101 Merlin;

- O desenvolvimento de um sistema de planeamento de missões para as plataformas Apache AH Mk1 e AW159 Wildcat;

- Produção do sistema de controlo da robustez das plataformas Sea King, AW101Merlin, Apache AH Mk1 e Wildcat;

- O desenvolvimento de software de simulação de treinos para a plataforma AW 159 Wildcat;

- Produção e teste de uma Unidade de Processamento Táctico e de uma Unidade Touch Screen para a plataforma AW101 Merlin;

- Avaliação, desenvolvimento e certificação de um browser web para entrega de publicações técnicas na plataforma EH101 Merlin;

- Avaliação, produção e manutenção de um sistema para gerir a grande remodelação de todas as rotinas das plataformas dos helicópteros;

- Desenvolvimento de um sistema de Monitorização da Robustez e da Utilização (HUMS) das estações terrestres para captura de dados e análise. (CW)

24 de setembro de 2013

Ministro da Defesa Nacional destaca “associação virtuosa” entre empresas e Forças Armadas

Durante uma visita à empresa Critical Software, no âmbito da Base Tecnológica e Industrial para a Defesa (BTID), José Pedro Aguiar-Branco referiu que, para além das empresas públicas ligadas à defesa, existem empresas com "capacidade” de intervenção no desenvolvimento de projectos para as Forças Armadas" portuguesas.

Para o Ministro da Defesa Nacional, as Forças Armadas "têm um prestígio internacional que é de primeira linha” e que importa aliar à "capacidade e inteligência" da iniciativa privada.

"Se conseguirmos juntar esse prestígio, essa experiência acumulada de terreno (…) ao desenvolvimento para a área tecnológica, ganhando corpo para a industrialização e para a exportação, estamos a fazer algo que o pais agradece”, frisou Aguiar-Branco, acrescentando que “em vez de estarmos a trabalhar de costas viradas uns para os outros, estamos convergentes em benefício da economia portuguesa”.

Relembrando que o universo das indústrias da defesa “não está circunscrito às participações do Estado”, o Ministro da Defesa Nacional afirmou que importa agora afinar um modelo que demonstre o potencial do sector em Portugal.

Esta nova fase constitui “um desafio para nós” e esta é também “a razão para eu estar aqui hoje”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco, acrescentando que “nós estamos numa situação internacional, em que os constrangimentos são grandes, a necessidade de partilha é grande e as politicas ao nível da NATO e da União Europeia são a de tentar fomentar, ao máximo, a partilha do desenvolvimento e da industrialização”.

"Se juntarmos o otimismo com a energia positiva, a persistência típica e a resiliência das forças armadas o resultado vai ser, seguramente, altamente positivo", concluiu o Ministro. (DN)

5 de julho de 2012

Critical Software nomeada no SmartOcean 2012

A Critical Software - empresa especializada no fornecimento de soluções, serviços e tecnologias fiáveis para sistemas de informação críticos - foi nomeada pela organização do evento SmartOcean 2012, na categoria de empresa inovadora, pelo desenvolvimento do sistema de informação e suporte a operações marítimas Oversee, desenvolvido em parceria com a Marinha.

O Oversee responde a um conjunto de necessidades de organizações privadas e governamentais com responsabilidades no âmbito da segurança, defesa e proteção do ambiente marinho, trazendo-lhes eficácia e eficiência.

Esta solução desenvolvida pela Critical Software, em cooperação com a Marinha Portuguesa, destaca-se por oferecer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes. Traz também a capacidade de antecipação de incidentes, oferecendo igualmente ferramentas de apoio à decisão e comando e controlo.

A organização da terceira edição do SmartOcean Workshop and Innovation Exchange 2012, que se realizou a 2 e 3 de Julho e Galway (Irlanda), decidiu nomear a Critical Software pelo carácter inovador da solução Oversee, um sistema de informação para suporte a operações marítimas nomeadamente busca e salvamento, fiscalização marítima e monitorização ambiental.

A edição 2012 do SmartOcean decorreu sob o lema "Getting more from our Marine Resources through Technology", contando com a presença de profissionais do sector, agências de inovação de diversos países e vários institutos de investigação. O prémio SmartOcean Innovation Exchange 2012, premeia empresas pela sua inovação, segundo critérios de desenvolvimento e implementação de tecnologias no sector do mar, que produzam benefícios económicos e possibilitem um alcance verdadeiramente global. (MGP)

23 de março de 2012

Critical Software quer exportar solução de busca e salvamento da Marinha

Desde Abril de 2011 que está a ser usado como sistema de suporte da Marinha Portuguesa para as operações de busca e salvamento, mas o Oversee Search and Rescue pretende "cruzar mares" e chegar a outros portos.

A plataforma foi desenvolvida pela Critical Sofware, com a cooperação da Marinha, e disponibiliza, num único interface, toda a informação de que um operacional de um centro de busca e salvamento necessita para responder perante um incidente.

O sistema inclui também um conjunto de ferramentas de análise de risco, apoio à decisão e de gestão de incidentes, oferecendo capacidade de antecipação.

O objetivo é oferecer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes, explica Ricardo Maia, da área de Maritime Solutions da Critical Software.

"Ao agregar os vários elementos de contexto nomeadamente, dados sobre tráfego marítimo, alertas, condições meteorológicas e oceanográficas, elementos hidrográficos, e informação sobre as embarcações evita-se a consulta de diferentes sistemas facilitando-se ao mesmo tempo o corelacionamento dos diferentes elementos", referiu o responsável ao TeK.

A solução acaba de conhecer uma nova versão, atualmente em fase de validação no Centro de Busca e Salvamento (MRCC) de Lisboa, a mesma que a Critical Software decidiu levou ao SAR Europe 2012, um evento que junta anualmente especialistas civis e militares internacionais da área.

A apresentação do Oversee no certame correspondeu a uma primeira ação no sentido de internacionalizar a solução, com o objetivo de estabelecer contactos e potenciar a sua comercialização. "Será a comercialização nos mercados internacionais que permitirá rentabilizar este enorme investimento que temos vindo a realizar", afirma Ricardo Maia.

O responsável nota que o sistema tira partido das competências internacionalmente reconhecidas da Marinha portuguesa, assim como de um conjunto de protótipos, "mas a verdade é que se trata de uma solução completamente inovadora, aliás protegida através de um pedido de patente".

Ricardo Maia salienta ainda que o Oversee responde a um conjunto de desafios enfrentados pela generalidade das guardas costeiras e para os quais ainda não existia uma resposta clara. "Posso referir que neste momento continuamos a trabalhar nas vertentes de antecipação de incidentes, análise de risco e apoio á decisão. O projeto envolve inclusivamente instituições de I&D que irão, com certeza, reforçar o caracter inovador da solução". (TEK)

15 de março de 2012

Marinha e Critical Software juntas na busca e salvamento Marítimo

A Critical Software em parceria com a Marinha Portuguesa, vai lançar no evento SAR Europe 2012, o seu mais recente sistema de informação de suporte a operações de busca e salvamento – Oversee Search and Rescue. Esta é a décima quinta edição do SAR Europe, que este ano decorrerá em Dublin nos dias 15 e 16 de Março e que junta anualmente especialistas civis e militares internacionais da área.

O Oversee, desenvolvido pela Critical Software em cooperação com a Marinha Portuguesa, é uma linha de produtos para suporte a operações marítimas, nomeadamente busca e salvamento, fiscalização marítima e monitorização ambiental.

Usando tecnologia de última geração para disponibilizar aos seus utilizadores um conjunto de funcionalidades inovadoras, o Oversee Search and Rescue procura dar resposta a desafios sentidos pelos profissionais da busca e salvamento no seu dia-a-dia.

“Este novo produto, atualmente em fase de validação no Centro de Busca e Salvamento (MRCC) de Lisboa, irá trazer uma visão integrada do panorama marítimo, permitindo correlacionar e fundir informação proveniente de várias fontes, extrair conhecimento e identificar padrões de comportamento relevantes. Trará igualmente a capacidade de antecipação de incidentes, bem como um conjunto de ferramentas de apoio à decisão e de comando e controlo”, refere Ricardo Maia responsável de negócio pela área de Maritime Solutions.

“Com a entrada em exploração deste sistema, o que sucederá a esta fase de validação, esperamos uma melhoria significativa na capacidade de resposta à gestão de incidentes, nomeadamente de busca e salvamento marítimo, com reflexo na qualidade do serviço prestado”, refere o Gestor de Operações do Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa. (Rostos)

12 de maio de 2011

Critical Software «O mar tem de voltar a ser um desígnio de todos»

A Critical Software vai colaborar com a Marinha Portuguesa em «acções e projectos de concepção, desenvolvimento e experimentação de sistemas de informação» relacionados com o uso do mar, disse esta quarta-feira um responsável da empresa, escreve a Lusa.

O acordo estabelecido entre a Marinha e a empresa com sede em Coimbra tem como enfoque do trabalho a desenvolver as «vertentes de conhecimento situacional marítimo, controlo e fiscalização de actividades de pesca, protecção ambiental e salvaguarda da vida humana no mar».

«A celebração deste protocolo de colaboração é para a Critical Software um momento especial», afirmou à Lusa Gonçalo Quadros, presidente executivo da empresa, sublinhando que «o mar tem de voltar a ser um desígnio de todos».

Segundo este responsável, é necessário «investigar, inovar e desenvolver a economia nacional à sua volta».

«O mar, mais que qualquer outra ideia, é decisivo» para projectar «a imagem de Portugal no mundo», acrescentou Gonçalo Quadros.

Esta parceria entre a Critical e a Marinha baseia-se num «modelo de relacionamento onde o benefício recíproco é a chave do sucesso», salientou.

O acordo entre as duas entidades foi formalizado, na Escola Naval, na segunda-feira, pelo vice-chefe do Estado-Maior da Armada, vice-almirante Carvalho Abreu, e pelo presidente executivo da Critical Software, Gonçalo Quadros. (TVI24)

9 de fevereiro de 2011

Critical Software vai fornecer serviços à Força Aérea dos EUA

A Critical Software é a única empresa não norte-americana a integrar um consórcio para fornecer serviços de tecnologia de informação (TI) para a Força Aérea dos EUA (USAAF), disse hoje fonte daquela empresa de Coimbra.

«Este acordo é o reconhecimento da qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver em mercados maduros e exigentes», afirmou à Agência Lusa Gonçalo Quadros, presidente executivo da Critical Software.

A Força Aérea dos EUA (Estados Unidos da América) vai adquirir, no âmbito deste acordo, «uma vasta gama de serviços e soluções de TI cobrindo um espectro alargado de operações e missões», acrescentou.

Diário Digital / Lusa