(Exército) partir de 03 de Outubro de 2019, o Exército Português passa a reger-se por um novo Regulamento de Uniformes do Exército (RUE), aprovado pela Portaria n.º 345/2019, de 02 de Outubro, do Ministro da Defesa Nacional.
O RUE vai concorrer significativamente para a promoção da imagem de um Exército credível, moderno e atractivo, garantindo:
- Uniformidade entre todos os militares dos quadros permanentes (QP), em regime de voluntariado e de contrato (RV/RC) e alunos da Academia Militar (AM) e da Escola de Sargentos do Exército (ESE);
- Maior conforto e funcionalidade em todo o espectro da sua utilização;
- Satisfação e compatibilização das necessidades e requisitos dos militares do sexo feminino, com a adaptação das peças de fardamento à sua própria morfologia;
- Racionalização, contemplando as peças estritamente necessárias;
- Economia, modernidade, inovação, tecnologia e qualidade;
- Simplificação da função logística reabastecimento, pela redução da quantidade de peças de fardamento.
O novo RUE resultou da necessidade de enquadrar a multidisciplinaridade de situações que engloba o serviço militar no Exército, nomeadamente o crescente emprego operacional em missões internacionais, com a participação de forças e elementos nacionais destacados em diversos teatros de operações. Teve em consideração a evolução dos uniformes no Exército Português, os uniformes em uso em Exércitos de vários países, a par do processo de transformação do Exército, da evolução tecnológica dos materiais e da simplicidade e flexibilidade de utilização dos uniformes.
O RUE passou a integrar sete tipos de uniforme (grande uniforme, jaqueta e uniformes n.ºs 1, 2, 3, 4 e 5), para utilização em cerimónias, representação, serviço, campanha, guarnição, instrução e treino físico.
Destacam-se como principais alterações as seguintes:
- O grande uniforme e a jaqueta passam a ser utilizados pelos Oficiais e Sargentos dos QP e em RV/RC;
- O uniforme n.º 1 passa a ser utilizado por todos os militares do Exército, tendo como referência a utilização do dólman;
- O atual uniforme n.º 2, na cor verde, deixa de ser utilizado, passando o novo uniforme n.º 2 a ter a cor cinzenta, utilizando a maioria das peças de fardamento do uniforme n.º 1;
- É introduzido um blusão impermeável, como peça de fardamento do uniforme n.º 2;
- É introduzido um capote impermeável, como artigo complementar dos uniformes n.ºs 1 e 2;
- O blusão de pele, na cor cinzenta, mantém-se como artigo complementar do uniforme n.º 2;
- A cor das passadeiras dos uniformes n.ºs 1 e 2 dos Oficiais Generais é alterada para azul-ferrete;
- São alterados o padrão e as características do uniforme n.º 3, respondendo a maiores exigências operacionais (n.º 3A) e de qualidade para o serviço de guarnição (n.º 3B);
- Mantém-se em uso o atual uniforme camuflado, no padrão “floresta”, com a designação de uniforme n.º 4 (instrução), para distribuição aos alunos da AM e ESE e aos formandos dos cursos de formação de oficiais, sargentos e praças em RV/RC;
- As botas passam a ser de cor castanha;
- A boina do Exército passa a ser de cor preta, com duas fitas nas cores da bandeira nacional, podendo os militares com a especialidade de comandos, operações especiais e paraquedista usar a boina respectiva em unidades, forças constituídas e cerimónias específicas das referidas especialidades.
A implementação no Exército Português do novo RUE será realizada de acordo com orientações superiores a difundir, num prazo de transição de quatro anos, durante o qual a substituição e distribuição das peças de fardamento serão programadas e faseadas, tendo em consideração os prazos necessários à obtenção das novas peças de fardamento.
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3 de outubro de 2019
29 de novembro de 2018
Governo assinala 3 anos com a iniciativa “soldado do futuro”
(Defesa)O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho recebeu o Primeiro-Ministro, António Costa, esta manhã na Universidade do Minho (UM) em Braga, um dos parceiros do “Soldado do Futuro”.
Nesta iniciativa estavam expostas viaturas, fardamento, sistemas de carga, sistemas de proteção e postos de comando, os projectos das empresas parceiras que constituem os sistemas de combate do “Soldado do Futuro” que incluí equipamentos de proteção, fardamento e sistemas de carga, sistemas de comando e controlo, comunicações, computadores e informação.
Após a visita, em declarações aos jornalistas, o Ministro da Defesa sublinhou o interesse do projecto em que “aqui se vê como se pode fazer uma aliança entre as necessidades de proteção dos nossos soldados que vão muitas vezes para ambientes adversos, não permissivos e precisam de ter toda a proteção possível e desenvolve-se aqui ao longo dos últimos anos, onde tem havido um investimento para melhorar a capacidade de proteção dos nossos soldados, através de equipamentos inovadores, muito ligeiros e muito protectores e isto acontece através de uma aliança, com a investigação, o sistema nacional de investigação, e temos excelentes investigadores aqui na Universidade do Minho e outros pontos do país e uma capacidade empresarial inovadora também”.
“Portanto é um circulo virtuoso que permitirá, não só habilitar e capacitar melhor os nossos soldados, protege-los melhor que é a nossa primeira obrigação, mas permite também desenvolver novas aplicações e criar novas possibilidades de exportação e novas possibilidades de utilização destes materiais para fins civis” acrescentou o Ministro da Defesa.
João Gomes Cravinho enalteceu que “são tecnologias portuguesas pensadas para o ambiente e necessidades portuguesas num primeiro momento e pensadas para as possibilidades de internacionalização num segundo momento”.
O Ministro da Defesa referiu que “a indústria mais relacionada com a proteção” a que “nós temos aqui, não tanto as indústrias letais, são mais as de proteção”, onde “por exemplo a indústria automóvel pode beneficiar dos mecanismos das blindagens que estão a ser desenvolvidas com materiais muito leves para” as viaturas blindadas de rodas Pandur “mas que podem vir a ser utilizadas e incorporadas em automóveis normais de uso civil”.
Questionado sobre a possibilidade da utilização, por parte das Forças Armadas Portuguesas, da utilização destes equipamentos, o governante afirmou que “o 8º contingente que está no Iraque, de quem me despedi há poucas semanas, já está a utilizar este equipamento, os novos fardamentos que foram desenvolvidos primeiro no ambiente de laboratório e num segundo momento testados aqui pelos nossos Comandos e Para-quedistas, enfim, forças com maior grau de exigência e agora, terceiro e último momento do teste, na prática, no terreno, no Iraque”.
Após esta visita no Campus de Gualtar da UM, o Primeiro-Ministro e o Ministro da Defesa Nacional dirigiram-se para a Reitoria da universidade, no centro da cidade, outra das iniciativas destes três anos da Legislatura, para uma sessão de perguntas ao Primeiro-Ministro onde estiveram presentes outros membros do Governo.
Sobre o “Soldado do Futuro”
“Sistemas de Combate do Soldado” é um dos sete projectos estruturantes da proposta de Lei de Programação Militar aprovada esta quinta-feira, 22 de Novembro, em Conselho de Ministros.
A Defesa Nacional, o Exército, a Academia e a Indústria nacional uniram-se para melhorar a proteção dos soldados e a eficácia da sua missão, o que vai ao encontro da aposta no factor humano como directriz política de defesa nacional. O fardamento e o equipamento de proteção individual, produzidos exclusivamente por empresas nacionais, já estão a ser utilizados no Iraque pelo 8º contingente, que partiu a 5 de Novembro. Estes equipamentos iniciarão a fase de produção em larga escala em 2019, sendo estimada a sua distribuição em 2020.
Este projecto visa dotar o soldado português de equipamentos de alta tecnologia, que faz com que esteja nos mais altos patamares do desenvolvimento tecnológico na área, em termos de segurança e conforto, para que possa atingir os melhores desempenhos, mesmo em condições extremas, apelidado de “soldado do futuro” devido ao patamar elevado de tecnologia que atingem os equipamentos utilizados.
Trata-se de um projecto que conjuga a experiência operacional do Exército, o conhecimento científico e a tecnologia portuguesa, potenciando a economia e o emprego qualificado.
Este projecto de Sistemas de Combate do Soldado abrange ainda equipamentos de comando e controlo, comunicações, computadores e informações, sensores e auxiliares de pontaria.
As parcerias de empresas, academias que contribuem para esta evolução nos sistemas e nos equipamentos constituem-se como grupos tecnológicos e destacamos o CITEVE, que é um Centro Tecnológico, organização privada sem fins lucrativos, sediado em Vila Nova de Famalicão e com delegações comerciais em vários países e que disponibiliza as empresas do Sector Têxtil e do Vestuário, principalmente PME (90%), um portefólio de serviços que inclui ensaios laboratoriais, certificação de produtos, consultoria técnica e tecnológica, I&D+inovação, formação, moda e design.
O AuxDefense é um projecto financiado pelo Ministério da Defesa Nacional que tem como objectivo o desenvolvimento de equipamentos de proteção individual avançados com elevada resistência ao impacto, corte e perfuração e de componentes de equipamentos militares (compósitos) com excelente resistência ao impacto.
Deste projecto resultou a criação de produtos inovadores, incluindo coletes e capacetes balísticos e fardamento de combate como joelheiras e cotoveleiras, recorrendo a estruturas com comportamento auxético.
A Critical Software é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções de software e serviços de engenharia de informação para o suporte de sistemas críticos orientados à segurança, à missão e ao negócio de empresas.
Em 15 de Setembro de 2014, o Exército Português e a Critical Software constituíram um consórcio com a Marinha, a Autoridade Marítima e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Investigação e Desenvolvimento – Lisboa, para apresentação de uma candidatura à Call I&D da Defesa – 2014 com o projecto “Produto de Conhecimento Situacional para baixos escalões, Tecnologia de duplo uso TRL 8”. Em 12 de Outubro de 2015, foi assinado o protocolo entre o consórcio do projecto BMS - Battlefield Management System & EMM – Emergency Mobile Mesh e o Ministério da Defesa Nacional, com um horizonte temporal de desenvolvimento até 2018.
Nesta iniciativa estavam expostas viaturas, fardamento, sistemas de carga, sistemas de proteção e postos de comando, os projectos das empresas parceiras que constituem os sistemas de combate do “Soldado do Futuro” que incluí equipamentos de proteção, fardamento e sistemas de carga, sistemas de comando e controlo, comunicações, computadores e informação.
Após a visita, em declarações aos jornalistas, o Ministro da Defesa sublinhou o interesse do projecto em que “aqui se vê como se pode fazer uma aliança entre as necessidades de proteção dos nossos soldados que vão muitas vezes para ambientes adversos, não permissivos e precisam de ter toda a proteção possível e desenvolve-se aqui ao longo dos últimos anos, onde tem havido um investimento para melhorar a capacidade de proteção dos nossos soldados, através de equipamentos inovadores, muito ligeiros e muito protectores e isto acontece através de uma aliança, com a investigação, o sistema nacional de investigação, e temos excelentes investigadores aqui na Universidade do Minho e outros pontos do país e uma capacidade empresarial inovadora também”.
“Portanto é um circulo virtuoso que permitirá, não só habilitar e capacitar melhor os nossos soldados, protege-los melhor que é a nossa primeira obrigação, mas permite também desenvolver novas aplicações e criar novas possibilidades de exportação e novas possibilidades de utilização destes materiais para fins civis” acrescentou o Ministro da Defesa.
João Gomes Cravinho enalteceu que “são tecnologias portuguesas pensadas para o ambiente e necessidades portuguesas num primeiro momento e pensadas para as possibilidades de internacionalização num segundo momento”.
O Ministro da Defesa referiu que “a indústria mais relacionada com a proteção” a que “nós temos aqui, não tanto as indústrias letais, são mais as de proteção”, onde “por exemplo a indústria automóvel pode beneficiar dos mecanismos das blindagens que estão a ser desenvolvidas com materiais muito leves para” as viaturas blindadas de rodas Pandur “mas que podem vir a ser utilizadas e incorporadas em automóveis normais de uso civil”.
Questionado sobre a possibilidade da utilização, por parte das Forças Armadas Portuguesas, da utilização destes equipamentos, o governante afirmou que “o 8º contingente que está no Iraque, de quem me despedi há poucas semanas, já está a utilizar este equipamento, os novos fardamentos que foram desenvolvidos primeiro no ambiente de laboratório e num segundo momento testados aqui pelos nossos Comandos e Para-quedistas, enfim, forças com maior grau de exigência e agora, terceiro e último momento do teste, na prática, no terreno, no Iraque”.
Após esta visita no Campus de Gualtar da UM, o Primeiro-Ministro e o Ministro da Defesa Nacional dirigiram-se para a Reitoria da universidade, no centro da cidade, outra das iniciativas destes três anos da Legislatura, para uma sessão de perguntas ao Primeiro-Ministro onde estiveram presentes outros membros do Governo.
Sobre o “Soldado do Futuro”
“Sistemas de Combate do Soldado” é um dos sete projectos estruturantes da proposta de Lei de Programação Militar aprovada esta quinta-feira, 22 de Novembro, em Conselho de Ministros.
A Defesa Nacional, o Exército, a Academia e a Indústria nacional uniram-se para melhorar a proteção dos soldados e a eficácia da sua missão, o que vai ao encontro da aposta no factor humano como directriz política de defesa nacional. O fardamento e o equipamento de proteção individual, produzidos exclusivamente por empresas nacionais, já estão a ser utilizados no Iraque pelo 8º contingente, que partiu a 5 de Novembro. Estes equipamentos iniciarão a fase de produção em larga escala em 2019, sendo estimada a sua distribuição em 2020.
Este projecto visa dotar o soldado português de equipamentos de alta tecnologia, que faz com que esteja nos mais altos patamares do desenvolvimento tecnológico na área, em termos de segurança e conforto, para que possa atingir os melhores desempenhos, mesmo em condições extremas, apelidado de “soldado do futuro” devido ao patamar elevado de tecnologia que atingem os equipamentos utilizados.
Trata-se de um projecto que conjuga a experiência operacional do Exército, o conhecimento científico e a tecnologia portuguesa, potenciando a economia e o emprego qualificado.
Este projecto de Sistemas de Combate do Soldado abrange ainda equipamentos de comando e controlo, comunicações, computadores e informações, sensores e auxiliares de pontaria.
As parcerias de empresas, academias que contribuem para esta evolução nos sistemas e nos equipamentos constituem-se como grupos tecnológicos e destacamos o CITEVE, que é um Centro Tecnológico, organização privada sem fins lucrativos, sediado em Vila Nova de Famalicão e com delegações comerciais em vários países e que disponibiliza as empresas do Sector Têxtil e do Vestuário, principalmente PME (90%), um portefólio de serviços que inclui ensaios laboratoriais, certificação de produtos, consultoria técnica e tecnológica, I&D+inovação, formação, moda e design.
O AuxDefense é um projecto financiado pelo Ministério da Defesa Nacional que tem como objectivo o desenvolvimento de equipamentos de proteção individual avançados com elevada resistência ao impacto, corte e perfuração e de componentes de equipamentos militares (compósitos) com excelente resistência ao impacto.
Deste projecto resultou a criação de produtos inovadores, incluindo coletes e capacetes balísticos e fardamento de combate como joelheiras e cotoveleiras, recorrendo a estruturas com comportamento auxético.
A Critical Software é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções de software e serviços de engenharia de informação para o suporte de sistemas críticos orientados à segurança, à missão e ao negócio de empresas.
Em 15 de Setembro de 2014, o Exército Português e a Critical Software constituíram um consórcio com a Marinha, a Autoridade Marítima e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Investigação e Desenvolvimento – Lisboa, para apresentação de uma candidatura à Call I&D da Defesa – 2014 com o projecto “Produto de Conhecimento Situacional para baixos escalões, Tecnologia de duplo uso TRL 8”. Em 12 de Outubro de 2015, foi assinado o protocolo entre o consórcio do projecto BMS - Battlefield Management System & EMM – Emergency Mobile Mesh e o Ministério da Defesa Nacional, com um horizonte temporal de desenvolvimento até 2018.
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20 de outubro de 2018
FIBRENAMICS APRESENTA EQUIPAMENTOS MILITARES
A Fibrenamics, a Plataforma Internacional da Universidade do Minho, vai apresentar os equipamentos de proteção militar que desenvolveu ao novo ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho. O governante estará este sábado em Guimarães para o arranque das comemorações do Dia do Exército.
A sessão de abertura será dedicada ao tema ‘Exército Parceiro Tecnológico Nacional’ e decorrerá no Paço dos Duques, onde os produtos desenvolvidos pela Fibrenamics no projecto AuxDefense estarão em demonstração.
Capacete e colete balísticos, joelheiras e cotoveleiras desenvolvidos para o Ministério da Defesa Nacional serão os produtos em destaque, resultantes do trabalho de investigação científica e desenvolvimento tecnológico na área dos materiais avançados levado a cabo pelo consórcio AuxDefense, que associa a Universidade do Minho através da Plataforma Internacional Fibrenamics, o Exército Português e a Força Aérea Portuguesa a cinco empresas portuguesas da região norte: Fibrauto, IDT Consulting, Latino Group, LMA e Sciencentris.
Para além da investigação em materiais avançados, a Fibrenamics leva também a cabo acções de divulgação e de debate, que têm como função interiorizar junto da ITV a necessidade de as empresas tem como um dos seus focos de negócio a inovação – tanto em termos de produção como da própria gestão. Os produtos a apresentar a João Gomes Cravinho ficarão depois em exposição, aberta ao público, de 23 a 28 de Outubro. (Jornal T)
A sessão de abertura será dedicada ao tema ‘Exército Parceiro Tecnológico Nacional’ e decorrerá no Paço dos Duques, onde os produtos desenvolvidos pela Fibrenamics no projecto AuxDefense estarão em demonstração.
Capacete e colete balísticos, joelheiras e cotoveleiras desenvolvidos para o Ministério da Defesa Nacional serão os produtos em destaque, resultantes do trabalho de investigação científica e desenvolvimento tecnológico na área dos materiais avançados levado a cabo pelo consórcio AuxDefense, que associa a Universidade do Minho através da Plataforma Internacional Fibrenamics, o Exército Português e a Força Aérea Portuguesa a cinco empresas portuguesas da região norte: Fibrauto, IDT Consulting, Latino Group, LMA e Sciencentris.
Para além da investigação em materiais avançados, a Fibrenamics leva também a cabo acções de divulgação e de debate, que têm como função interiorizar junto da ITV a necessidade de as empresas tem como um dos seus focos de negócio a inovação – tanto em termos de produção como da própria gestão. Os produtos a apresentar a João Gomes Cravinho ficarão depois em exposição, aberta ao público, de 23 a 28 de Outubro. (Jornal T)
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1 de junho de 2014
Militares da GNR contra excesso de fardas
Os militares da GNR estão preocupados com a nova farda que esta força de segurança começa a usar hoje. Em causa está a "panóplia excessiva de indumentárias" e os "atrasos na entrega" dos novos equipamentos. Os militares da GNR de Faro são os únicos que já receberam os novos uniformes. "Tirando o Algarve, o processo está atrasado em todo o País. Os militares não sabem se devem adquirir os novos uniformes ou os antigos. Até porque a intendência não tem stock e não é permitido comprar noutro lado", explica ao CM César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda.
Para José Alho, presidente da Associação Socio profissional Independente da Guarda, "é preocupante que nem os portugueses consigam identificar os militares da GNR tal é o número de fardas diferentes usadas". Os dois dirigentes garantem que o único equipamento distribuído até agora foram as boinas. "E mesmo essas não chegaram a todos os comandos."
O Comando-Geral da GNR espera ter os novos uniformes distribuídos nos próximos seis meses. O processo de renovação de fardas na GNR começou em meados do ano passado. A forma como será pago o subsídio de fardamento aos militares está, tal como na PSP, dependente da aprovação do novo estatuto. (Sábado)
Para José Alho, presidente da Associação Socio profissional Independente da Guarda, "é preocupante que nem os portugueses consigam identificar os militares da GNR tal é o número de fardas diferentes usadas". Os dois dirigentes garantem que o único equipamento distribuído até agora foram as boinas. "E mesmo essas não chegaram a todos os comandos."
O Comando-Geral da GNR espera ter os novos uniformes distribuídos nos próximos seis meses. O processo de renovação de fardas na GNR começou em meados do ano passado. A forma como será pago o subsídio de fardamento aos militares está, tal como na PSP, dependente da aprovação do novo estatuto. (Sábado)
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