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25 de abril de 2019

Exército associa-se à comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

(Exército)O Exército Português, através do Museu Militar de Elvas que está integrado na Rede Portuguesa de Museus, associou-se à Direcção-Geral do Património Cultural na comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, no dia 18 de Abril.

Este dia, criado em 1982, tem como objectivo de sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para a necessidade da sua protecção e valorização. O tema escolhido este ano para as comemorações foi: “Património e Paisagem Rural".

O programa da visita guiada ao Museu Militar de Elvas, subordinada ao tema “A fortificação Abaluartada: A fronteira entre o Militar e o Rural", iniciou-se com uma explicação sobre a fortificação abaluartada, as suas obras exteriores, interiores e acessórias, seguida de uma visita à referida muralha, como parte integrante do complexo defensivo da cidade de “Elvas Património Mundial da UNESCO".

20 de dezembro de 2016

Bispo das Forças Armadas descerrou placa original com nomes dos Para-Quedistas mortos na Bósnia

Os nomes dos cinco para-quedistas portugueses mortos na Bósnia-Herzegovina, em 1996 e 2004, estão desde segunda-feira presentes no Museu das Tropas Para-quedistas, em Tancos.

Numa cerimónia solene e "profundamente emotiva" para os familiares dos mortos, que terminou com o Hino dos Boinas Verdes, segundo contou esta terça-feira ao DN o tenente-coronel para-quedista Miguel Machado, o Bispo das Forças Armadas descerrou a placa original colocada em 2004 no quartel português da localidade bósnia de Doboj.

Embora ainda a título provisória, a placa agora descerrada no Museu das Tropas Para-quedistas inaugura o espaço dedicado aos militares dessa força de elite mortos nas operações de paz: Alcino Mouta, Rui Tavares, Francisco Barradas, Ricardo Souto (em 1996) e Ricardo Valério (2004).

A acompanhar D. Manuel Linda estavam os comandantes da Brigada de Reacção Rápida, major-general Carlos Perestrelo, e do Regimento de Para-quedistas, coronel Dionísio Peixeiro, familiares dos cinco soldados mortos, oficiais e sargentos ligados aos batalhões a que pertenceram aqueles militares.

O Museu das Tropas Para-quedistas foi remodelado no início dos anos 1990, criando um espaço de memória para homenagear os para-quedistas mortos na guerra do Ultramar.

Esse espaço é composto por uma cripta, onde estão os nomes e fotografias dos militares caídos em combate, e uma estátua do padroeiro dessas forças especiais, o Arcanjo São Miguel - junto à qual foi colocada a réplica do monumento de Doboj dedicado a "Portugal ao Serviço da Paz na Bósnia Herzegovina 1996-2007".

Foi nessa réplica que agora foi descerrada a placa original com os nomes dos cinco mortos, que foi retirada do monumento no final da missão (2007) e enviada para Portugal - onde durante anos se desconheceu qual o seu paradeiro.

Na prática, a cerimónia de ontem marcou o fim das comemorações realizadas ao longo de 2016 para assinalar os 20 anos do início da missão militar na Bósnia-Herzegovina - a qual marcou o regresso dos militares portugueses aos teatros de operações na Europa após a participação na I Grande Guerra. (DN)

17 de abril de 2015

18 de ABRIL - DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS (Marinha)

Assim, ao longo do país e com acesso livre, poderemos encontrar as seguintes iniciativas:


Instituto Hidrográfico (IH)
- Exposição de pintura barroca do artista André Gonçalves, no Convento das Trinas do Mocambo. 

Comissão Cultural de Marinha
- Estão abertas as portas do Aquário Vasco da Gama, da Fragata D. Fernando II e Glória, do Museu de Marinha e do Planetário Calouste Gulbenkian.

Faróis
Das 14h00 às 17h00, podem ser visitados os seguintes faróis: 
- Continente: Montemor, Leça, Aveiro, Cabo Mondego, Penedo da Saudade, Cabo Carvoeiro, Cabo da Roca, Cabo Espichel, Cabo Sardão, Cabo São Vicente, Alfanzina, Santa Maria e Vila Real de Santo António;
- Açores: Ferraria, Arnel, Gonçalo Velho, Contendas, Ponta da Barca, Ponta da Ilha, Ponta do Topo e Albarnaz; 
- Madeira: Ponta do Pargo. (MGP)

17 de abril de 2013

Marinha associa-se ao dia Internacional dos Monumentos e Sítios

Para assinalar a efeméride, a Marinha, irá realizar as seguintes actividades:

- Visitas comentadas ao Convento das Trinas, aos pólos museológicos de Oceanografia e Hidrografia, para as quais será necessária marcação prévia;

- Visitas guiadas ao Aquário Vasco da Gama, à Cordoaria Nacional, à Biblioteca Central de Marinha e Arquivo Histórico, para as quais será necessária marcação prévia ;

- Entradas gratuitas no Museu de Marinha, na Sala Museu do Fuzileiro, na Fragata D. Fernando II e Glória, na Biblioteca Central de Marinha e Arquivo Histórico.

Neste dia, a Autoridade Marítima Nacional oferece visitas guiadas aos faróis de Portugal Continental, Açores e Madeira.
Os faróis onde se realizam visitas guiadas nesse dia, das 14h00 às 17h00, são os seguintes:
Montemor, Leça, Aveiro, Cabo Mondego, Penedo da Saudade, Cabo Carvoeiro, Cabo Espichel, Cabo são Vicente, Alfanzina, Santa Maria e Vila Real de Santo António no continente. Para além de Ferraria, Arnel, Gonçalo Velho, Contendas, Ponta da Barca, Ponta da Ilha, Ponta do topo e Albarnaz nos Açores e na Madeira poderão visitar o farol da Ponta do Pargo.

Mais informações e para aceder a um programa mais alargado consulte o site da Direção-Geral do Património Cultural (www.patrimoniocultural.gov.pt).(M.G.P)

13 de março de 2013

HERÓIS DE PEDRA | Forte de S. Lourenço do Bugio (Vídeo)

As suas origens remontam ao Século XVI. Inspirado num Castelo Romano, foi construído por portugueses e italianos.

Ficou destruído pelo terramoto de 1755, tendo sido mandado reconstruir pelo Marquês de Pombal.
No início do Século XX perdeu a sua vocação defensiva, funcionando apenas como Farol.

Venha descobrir estas e outras curiosidades da história do Forte de S. Lourenço do Bugio.(D.N)

17 de novembro de 2011

Monumento aos Combatentes do Ultramar em S. Teotónio / Odemira

Em 7 de Novembro, o Núcleo da Liga dos Combatentes de S. Teotónio, com o apoio da Caixa Agrícola, a Junta de Freguesia de S. Teotónio, a Câmara de Odemira bem como de membros do Núcleo, reuniu os esforços necessários para que fosse possível erguer mais um Monumento referente à Guerra do Ultramar.

Presentes muitos combatentes e Presidentes de diferentes Núcleos da Liga da região e outras Associações, entre elas a de Fuzileiros.

Usaram da palavra na cerimónia o Presidente do Núcleo, o Presidente da Direcção Central da Liga, que se fez acompanhar do Secretário da Direcção da Liga e Coordenador do CEAMPS.

As forças vivas de S.Teotónio e muito público assistiram à cerimónia da inauguração do Monumento, obra de um Arquitecto natural de S. Teotónio.

Seguiu-se um alegre almoço convívio com a presença de dois alegres grupos, um coro e um musical, que abrilhantaram este momento. (LC)

14 de setembro de 2011

RI3 e Associação Comercial querem criar monumento ao soldado alentejano em Beja

A Associação de Comércio, Serviços e Turismo do Distrito de Beja e o comando do Regimento de Infantaria (RI) 3 pretendem erguer na rotunda da entrada Sul de Beja, na ligação da cidade à unidade militar, um monumento com 12 metros de altura em homenagem aos soldados alentejanos.

Trata-se de uma escultura com 12 metros de altura, toda em pedra branca sem veios, constituído por três espadas entrelaçadas, de modo a reforçar a ideia de "solidariedade e união" entre as forças armadas nas suas três componentes (marítima, aérea e terrestre).

Em cada uma das espadas será incrustado o símbolo de cada um dos três ramos militares, sendo que o corpo principal do monumento terá por base a Cruz de Guerra como símbolo da bravura dos militares e civis alentejanos que prestaram serviço nas forças armadas portuguesas.

A génese da escultura remonta ao ano de 1968 e o projecto foi retomado em Fevereiro deste ano pela "mão" do empresário Leonel Cameirinha e do coronel Desidério Vilas Leitão.

À parceria estabelecida entretanto entre o RI 3 e a Associação Comercial juntaram-se posteriormente a Câmara de Beja e (até à tomada de posso do actual Governo) o Governo Civil.

A obra está avaliada em 150 mil euros, mas os parceiros do projecto contam neste momento com apenas 9.696,14 euros no banco, a que se juntaram os apoios da Câmara da Vidigueira (500 euros) e de um grupo de funcionários da Caixa Geral de Depósitos (cerca de 100 euros).

Toda as autarquias e várias empresas da região foram contactadas a colaborar com o projecto, apelo que o comandante do RI 3 estende a todos os alentejanos.

"Este monumento é transversal ao passado, presente e futuro. […] Não é um momento para o RI 3, para a Associação Comercial ou para a Câmara de Beja, mas sim um momento que pretende evocar o orgulho que temos no soldado alentejano", argumenta o coronel Vilas Leitão. (C.A)

12 de julho de 2011

Inauguração da estátua do Fuzileiro/Dia do Fuzileiro

As cerimónias da inauguração da estátua do Fuzileiro, na cidade do Barreiro, e do Dia do Fuzileiro, na Escola de Fuzileiros, do passado dia 2 de Julho, decorreram com a solenidade e dignidade que se impunha.

A presença de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Doutor Anibal Cavaco Silva e a vontade manifestada pela Câmara Municipal, através do seu presidente, Carlos Humberto Palácios Pinheiro de Carvalho em se aliar aos 50 anos da Escola de Fuzileiros, numa eficaz sintonia com a Associação de Fuzileiros, conferiram ao evento um grande impacto no Concelho, materializado pela forte adesão da sua população a que se juntou um grupo significativo de veteranos de guerra.

Marcaram ainda presença o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Dr. Paulo Braga Lino, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Saldanha Lopes, o Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, Frederico Fernandes Pereira, o Comandante Naval, Vice-almirante José Montenegro, o Comandante do Corpo de Fuzileiros, Contra-almirante Picciochi e os presidentes das Juntas de Freguesias do Concelho, eleitos municipais e centenas de convidados civis e militares.

Esta iniciativa é também mais um sinal das profícuas e salutares relações institucionais e de colaboração mútua que têm sido mantidas ao longo dos tempos entre a Câmara Municipal do Barreiro e a Escola de Fuzileiros, unidade do Corpo de Fuzileiros sedeada no Concelho, de que são exemplos:

O apoio da Escola de Fuzileiros às várias campanhas arqueológicas realizadas no Campo Arqueológico da Mata da Machada;

A participação activa da Câmara Municipal do Barreiro na primeira fase de alteração museológica realizada na Sala – Museu do Fuzileiro, e na produção de uma exposição sobre o Complexo Real de Vale de Zebro e a sua integração no Barreiro do séc. XV;
A integração da Sala – Museu do Fuzileiro no roteiro cultural do Concelho do Barreiro, acolhendo anualmente dezenas de visitas de grupos de alunos e de seniores, integradas nos “Passeios pelo Património”;

A parceria da Escola de Fuzileiros com o Centro de Educação ambiental da Mata da Machada, concretizada através da assinatura de um protocolo dedicado;
A realização de inúmeros eventos culturais, lúdicos, sociais e desportivos, quer da iniciativa da Escola de Fuzileiros, quer da Câmara Municipal do Barreiro os quais, ao longo dos últimos 50 anos, contribuíram, sobremaneira, para o estreitamento dos laços de amizade entre a população do Concelho do Barreiro e os militares da Escola de Fuzileiros de Vale de Zebro.

O Monumento ao Fuzileiro está edificado na Praça dos Fuzileiros (situada na Avenida da Escola de Fuzileiros Navais) assim denominada, por unanimidade, em deliberação da Reunião Ordinária Privada da Câmara Municipal do Barreiro datada de 1 de Junho de 2011.

Este “Monumento” pretende representar o mote dos Fuzileiros “... do mar p’rá terra, desembarcar, ao assalto, ...”. Vislumbra-se, em perspectiva, a silhueta de um navio de guerra que, pairando a distância adequada, faz a cobertura do desembarque materializando assim a ligação dos Fuzileiros à Marinha no cumprimento da sua missão.

O assalto anfíbio apresentado, voltado para o exterior da Cidade do Barreiro, simboliza as raízes e o carácter humanista que o Fuzileiro transporta consigo fruto do contacto com as suas gentes, em resultado da sua “casa mãe”, a Escola de Fuzileiros, estar sedeada neste Concelho desde 1961. Este facto é realçado pela forma espontânea como foi abraçada a oportunidade de o Grupo Coral dos Trabalhadores das Autarquias do Barreiro cantarem o Hino do Fuzileiro nesta oportunidade.

A obra foi concebida e executada pelo artista Tolentino Abegoaria, conhecido por “Tolentino de Lagos”. É autor de inúmeros trabalhos em espaços públicos de que se destaca o monumento ao pescador na sua terra natal, a cidade de Lagos.

A cerimónia teve início com as honras protocolores a Sua Excelência o Presidente da República prestadas por uma Guarda de Honra comandada pelo Capitão-de-fragata Fuzileiro Mariano Alves, Comandante do Batalhão de Fuzileiros n.º 2, e constituída por:

Banda da Armada, chefiada pelo Segundo-tenente Músico José Veloso;
Bloco de Estandartes Nacionais do Corpo de Fuzileiros ostentando as mais altas condecorações nacionais:
Ordem Militar da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito;
Três Cruzes de Guerra de 1ª Classe;
Ordem Militar de Avis;
Duas Medalhas de Ouro de Serviços Distintos;
Três Ordens do Infante D. Henrique;
Ordem da Liberdade;
Medalha da Ordem de Tamandaré, do Brasil.
A circundar a Praça do Fuzileiro dispunha-se o Bloco de Guiões das antigas unidades de Fuzileiros, comandado pelo Sargento-mor Fuzileiro Francisco Pereira e que posteriormente integrou o desfile da Guarda de Honra e ainda os Guiões da Cidade do Barreiro, da Associação de Fuzileiros e das Delegações da Associação de Fuzileiros do Algarve, de Juromenha/Elvas e de Vila Nova de Gaia.
Bloco de Guiões do Corpo de Fuzileiros, comandado pelo Sargento-chefe Fuzileiro Ataíde Martins;
Batalhão de Fuzileiros nº2, a três companhias comandadas respectivamente:
CF21 pelo Primeiro-tenente Fuzileiro Macedo Alves;
CF22 pelo Primeiro-tenente Fuzileiro Rocha Rei;
CF23 pelo Primeiro-tenente Fuzileiro Drago Gonçalves.
A ladear o monumento encontrava-se postada uma secção protocolar com Fuzileiros da Companhia de Apoio de Fogos (CAF) envergando uniformes representativos do Terço da Armada Real (1621), Brigada Real de Marinha (finais do Século XVIII), Destacamentos de Fuzileiros (1961) e da actualidade.

Seguiu-se o descerramento da placa evocativa da inauguração do Monumento ao Fuzileiro, a benção do Monumento pelo Capelão do Corpo de Fuzileiros, Capitão-tenente Capelão Licínio Silva e o Hino do Fuzileiro cantado pelo Grupo Coral dos Trabalhadores das Autarquias do Barreiro. Sua Excelência o Presidente da República foi acompanhado neste acto pelo Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, pelo Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, pelo Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada e pelo Presidente da Associação de Fuzileiros.

A cerimónia de homenagem aos Fuzileiros Mortos em Defesa da Pátria consistiu na deposição de uma coroa de flores, transportada por uma cidadã do Barreiro e um antigo Fuzileiro, junto ao Monumento ao Fuzileiro, por Sua Excelência o Presidente da República e, seguidamente, a Fanfarra da Armada executou sequencialmente os toques de silêncio e de homenagem aos mortos após o que se respeitou um momento de silêncio. O Capelão do Corpo de Fuzileiros proferiu uma invocação religiosa, concluindo-se esta cerimónia com o toque de alvorada.

Concluídos estes dois eventos que se vieram a revelar portadores de elevada emotividade, o Presidente da Associação de Fuzileiros, Capitão-de-mar-e-guerra Fuzileiro Lhano Preto usou da palavra para sublinhar a relevância, pela acção, dos Fuzileiros ao longo dos seus 390 anos, da actividade da Associação, designadamente no acompanhamento, com dedicação, dos problemas dos seus associados e que levou mais tarde Sua Excelência o Presidente da República a sublinhar no seu discurso, “...A união de esforços e as acções de apoio àqueles a quem a vida não corre de feição são fundamentais. Na vida, como no combate, o Fuzileiro não deixa ninguém para trás.” terminando a sua intervenção com um agradecimento a todos os que tornaram possível este marco histórico.

O presidente da Câmara Municipal do Barreiro referiu o imenso respeito e consideração que a cidade e as gentes do Barreiro sentiam ao participarem na iniciativa, sublinhando que “As Forças Armadas são um elemento central na defesa da soberania e da independência nacional.”. Encerrou a sua alocução manifestando a satisfação por estar ao lado dos representantes da estrutura superior da Marinha, da Associação de Fuzileiros e das mais altas entidades do Estado português a prestar homenagem aos mais de 22.000 Fuzileiros que passaram pela Escola de Fuzileiros.

Sua Excelência o Presidente da República na sua intervenção alusiva dirigiu “... uma palavra especial à cidade do Barreiro, pela forma como tem acolhido e acarinhado os seus Fuzileiros, traduzida num forte sentimento de mútua pertença, de que todos justamente se orgulham.”, saudou “... a conjugação de esforços entre a Associação de Fuzileiros e a Câmara Municipal do Barreiro, que permitiu a criação de um monumento que se perpectuará no tempo e que dá expressão ao reconhecimento do Fuzileiro como um pilar de coragem, de galhardia e de respeito pelos valores pátrios.” e exortou os Fuzileiros a manterem “... este vosso espírito de corpo, espalhem esta cultura de profissionalismo e de capacidade de bem-fazer. Sem bons exemplos, não há bons seguidores, e todo temos de participar no esforço de construir um Portugal mais forte e capaz, tanto nas grandes como nas pequenas realizações do nosso dia-a-dia [...] “só tem Pátria quem sabe lutar”, o que desencadeou outro momento emotivo com os veteranos de guerra a proferirem o grito do Fuzileiros no final do seu discurso.

Seguiu-se o desfile da Guarda de Honra, em continência a Sua Excelência o Presidente da República, Comandante Supremo das Forças Armadas.

O convívio do Dia do Fuzileiro, na Escola de Fuzileiros, foi melhorado graças à experiência dos anos anteriores, e já se constitui com uma referência, sobretudo pela oportunidade de convívio inter-geracional da família dos Fuzileiros.(Fuzileiros)

2 de julho de 2011

2 de Julho 2011 - Inauguração do Monumento aos Fuzileiros

No próximo dia 2 de Julho, pelas 11h30, será inaugurado, no Barreiro, um monumento alusivo aos Fuzileiros, integrado nas comemorações dos 50 anos da Escola de Fuzileiros. Esta inauguração contará com as presenças de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Aníbal Cavaco Silva, do Secretário de Estado Adjunto da Defesa Nacional, Dr. Paulo Braga Lino, do Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto de Carvalho, do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante José Saldanha Lopes, do Presidente da Associação de Fuzileiros, Comandante Lhano Preto e de individualidades militares e municipais.

O monumento fica situado na rotunda da Avenida Escola de Fuzileiros Navais que se passará a chamar “Praça dos Fuzileiros”. Este projecto é uma iniciativa conjunta da Associação de Fuzileiros, da Câmara Municipal do Barreiro e do Corpo/Escola de Fuzileiros.

De referir que a obra foi realizada pelo artista Tolentino Abegoaria.(Marinha)

17 de junho de 2011

Monumento ao Fuzileiro inaugurado no Barreiro !

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, na última reunião pública da autarquia, que decorreu na SFUA 1º de Dezembro, na freguesia de Santo António da Charneca, divulgou que no próximo dia 2 de Julho vai ser inaugurada no Barreiro uma estátua de homenagem ao Fuzileiro, que ficará localizada na Praça dos Fuzileiros Navais, frente às instalações do Hipermercado Continente.

Carlos Humberto referiu que na cerimónia inaugural vão estar presentes – “as mais altas individualidades da Marinha”, e, acrescentou, que vão marcar presença “outras altas individualidades”, mas, as quais não revelou, porque, tal deverá previamente ser divulgado por essas entidades.

O autarca salientou que para a cerimónia estão convidados todos os autarcas do concelho e entidades diversas. (Rostos)

7 de junho de 2011

Penamacor inaugura um Monumento ao Combatente do Ultramar

No dia 29 de Maio, a Câmara Municipal de Penamacor com o apoio dado a uma Comissão de Honra para o efeito, garantiu através do seu Presidente Dr. Domingos Torrão, erguer um significativo Monumento aos Mortos do Ultramar numa digna Praça da entrada da vila.

Nos Paços do Concelho foi levada a efeito uma cerimónia alusiva ao acto, precisamente no dia do Concelho em que usaram da palavra o Presidente da Câmara, o Presidente da Comissão de Honra Major-general Bento Soares e o Presidente da Assembleia Municipal.

A Liga dos Combatentes fez-se representar pelo seu Presidente General Chito Rodrigues e 1º Vogal Administrativo Tenente-coronel Martins.
Seguiu-se a cerimónia da inauguração do Monumento onde se juntaram combatentes, família e gentes da terra.
Após a descrição do Monumento da autoria do Engº Eugénio , seguiu-se a Benção do mesmo.

Usaram depois da palavra o Presidente da Liga dos Combatentes e um representante da Comissão de Honra, após o que se colocaram duas Coroas de flores, uma pela edilidade e outra pela Liga dos Combatentes.

Seguiu-se o toque aos Mortos e Alvorada com as respectivas honras militares prestadas por um pelotão da Escola Prática de Cavalaria, de Abrantes. (LC)

12 de abril de 2011

18 de Abril - Marinha participa nas Comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

A Marinha participa nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, assinalado a 18 de Abril com a temática Água: cultura e património, através da realização de várias actividades de índole cultural e da abertura gratuita ao público de alguns dos seus organismos culturais.

A água constitui um bem essencial à vida e tem influenciado, de forma decisiva, a actividade humana. Para assinalar a efeméride, a Marinha, para além de facultar, no dia 18 de Abril, o acesso gratuito ao Museu de Marinha, ao Pólo Museológico do Farol do Cabo de São Vicente, à Sala Museu do Fuzileiro e ao Aquário Vasco da Gama, disponibiliza ao público visitas guiadas a faróis e um Itinerário Cultural e Patrimonial.

Em Belém, no dia 18 de Abril, tem lugar um concerto no Pavilhão das Galeotas do Museu de Marinha realizado pelo Quinteto de Sopro da Banda da Armada, com início às 15h30, e de 18 a 25 de Abril efectua-se, nas instalações da Biblioteca Central de Marinha, uma exposição bibliográfica e documental dedicada ao tema "A Fábrica Nacional de Cordoaria: 240 anos".

O Itinerário Cultural e Patrimonial, que se realiza no dia 18 de Abril, permite dar a conhecer ao público edifícios da Marinha de significativo e reconhecido valor histórico e patrimonial, em Lisboa. O Itinerário, realizado para um mínimo de 10 e um máximo de 30 pessoas, será permanentemente acompanhado e incluirá visitas guiadas ao Hospital da Marinha, no Campo de Santa Clara, às Instalações Centrais da Marinha, junto à Praça do Comércio e ao Convento das Trinas, situado na rua do mesmo nome e local onde hoje está instalado o Instituto Hidrográfico. A inscrição, que deve ser efectuada até dia 15 de Abril, é gratuita e podem ser obtidas mais informações no site da Marinha ou contactando o Capitão-de-mar-e-guerra Fuzileiro Rocha e Abreu (919985190/ rocha.abreu@marinha.pt).

Os faróis de Portugal Continental, Açores e Madeira que, mediante marcação, disponibilizam visitas guiadas são os seguintes: Farol do Albarnaz (Açores), Farol da Ponta da Barca (Açores), Farol da Ponta da Ilha (Açores), Farol de Gonçalo Velho (Açores), Farol da Ponta do Topo (Açores), Farol da Ferraria (Açores), Farol do Arnel (Açores), Farol das Contendas (Açores), Farol de Aveiro, Farol do Cabo da Roca (Cascais), Farol do Cabo Mondego (Figueira da Foz), Farol da Alfanzina (Lagoa), Farol de Leça (Leça da Palmeira), Farol da Ponta do Pargo (Madeira), Farol do Ilhéu de Cima (Madeira), Farol do Cabo de Santa Maria (Olhão) Farol do Cabo Carvoeiro (Peniche), Farol do Penedo da Saudade (São Pedro de Moel), Farol do Cabo Espichel (Sesimbra), Farol de Montedor (Viana do Castelo) e Farol de Vila Real de Santo António. (Marinha)

23 de março de 2011

Inauguração do Monumento aos Combatentes do Ultramar em Vila Nova de Foz Côa

Decorreram em Vila Nova de Foz Côa, em 20 de Março, as Cerimónias Comemorativas do Dia do Núcleo e de inauguração do Monumento aos Combatentes do Ultramar, simultaneamente um Memorial onde figuram os nomes dos Combatentes Fozcoenses do Exército e da Força Aérea tombados por Portugal naquele conflito ultramarino. As Cerimónias tiveram início pelas 10horas da manhã com a concentração de Convidados, Sócios e seus familiares, junto às instalações do Núcleo; seguindo-se o hastear dos estandartes da Câmara Municipal de Foz Côa e do Núcleo no Monumento aos Combatentes.

De seguida foi celebrada Eucaristia na Igreja Matriz de Foz Côa, celebrada pelo Pároco Ferraz, perante assistência de muitos Sócios e seus familiares, Delegações dos Núcleos da Guarda, Sabugal e Belmonte acompanhados dos seus Estandartes.

Ás 12horas procedeu-se ao hastear da Bandeira Nacional no Monumento, cerimónia que teve honras militares a cargo de uma força de escalão Pelotão – do Centro de Instrução de Operações Especiais, seguida da Bênção religiosa do Monumento e do momento de inauguração deste, marcado pelos discursos pelo Presidente do Núcleo de “Foz Côa”; pelo Presidente da Câmara Municipal de Foz Côa – Eng.º Gustavo Duarte e pelo Vice-Presidente da DC da LC em representação do General Presidente da DC da LC – Gen Chito Rodrigues, discursos que culminaram o momento solene, aludindo ao esforço de uma Nação e dos seus Combatentes na Guerra do Ultramar, agora consagrados no Concelho de Foz Côa com o Monumento que evoca, testemunha e perpetua esse esforço.

A Cerimónia prosseguiu com a entrega da Medalha Comemorativa das Campanhas a vários associados, finda a qual se seguiu um almoço de confraternização num restaurante da Cidade. Cerca de 90 Associados, familiares e convidados participaram nas Cerimónias do 2.º Aniversário do Núcleo. (LC)

23 de setembro de 2010

Presidente da República preside às cerimónias e inaugura exposição

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, vai presidir às cerimónias militares e protocolares das comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco, que se realizam na manhã da próxima segunda-feira, dia 27 de Setembro, no monumento comemorativo da batalha. O Chefe de Estado deverá chegar ao Bussaco por volta das 10 horas para presidir às cerimónias, constando ainda no programa uma visita ao Museu Militar do Bussaco e a inauguração de uma exposição no Convento de Santa Cruz do Bussaco.

As cerimónias militares e protocolares do Exército Português vão contar ainda com a presença de Eduardo de Windsor, Duque de Kent, em representação da Coroa Britânica, do Ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, do Bispo de Coimbra, D. Albino Cleto, e do Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luís Pinto Ramalho.

Acessos interrompidos durante as cerimónias

Tendo em conta a afluência de espectadores prevista, o trânsito vai estar interrompido durante as cerimónias, nomeadamente nas vias de acesso à Cruz Alta, ao monumento comemorativo da batalha e à Mata Nacional do Bussaco.

Programa tem início pelas 8h 45m

O programa do 27 de Setembro começa pelas 8h 45m, com o Hastear das Bandeiras Nacionais (Portugal, Reino Unido e França), junto ao monumento comemorativo da Batalha do Bussaco. De seguida, pelas 9 horas, decorrerá uma Missa Campal, no Jardim do Palace Hotel do Bussaco. Posteriormente, a chegada das entidades convidadas ao Palace Hotel do Bussaco acontece até às 10 horas.

Pelas 10h 30m, decorrerá a Cerimónia Militar, junto ao monumento comemorativo da Batalha do Bussaco, presidida por Sua Excelência Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. Seguem-se a prestação de Honras Militares à Alta Entidade, a cerimónia de Homenagem aos Mortos, os discursos do presidente da Câmara Municipal da Mealhada, do General Chefe do Estado-Maior do Exército e do Presidente da República Portuguesa, e termina com o Desfile das Forças.
Pelas 11h 20m, evocar-se-á a Batalha do Bussaco, pela voz do Coronel de Infantaria Américo Henriques. Às 12 horas, dá-se a visita ao Museu Militar do Bussaco e inauguração do sistema multimédia. Meia hora mais tarde, decorre a inauguração da exposição “Linhas de Defesa de Lisboa durante a Guerra Peninsular – a Arte e o Engenho de Fortificar parou a Invasão de Massena”, apresentada pelo Tenente-Coronel José Berger, no Convento de Santa Cruz do Bussaco. (JM)

19 de setembro de 2010

Camâra de Leiria deixa ao abandono o monumento de homenagem às mulheres e às madrinhas dos antigos combatentes



O monumento de homenagem às mulheres e às madrinhas dos antigos combatentes, em Leiria, está num estado de enorme degradação, devido ao desleixo da autarquia que deixou cair a obra num total esquecimento e abandono.

Nuno Vieira, o escultor leiriense que co-assinou a obra, já alertou a autarquia para a situação e em 2008 apresentou mesmo queixa (não aceite) junto da PSP, por roubo de uma parte metálica do monumento.

Apesar das promessas da Câmara aos ex-combatentes, o monumento continua a degradar-se cada vez mais.

A revolta contra mais este insulto aos ex-combatentes tem que sair á rua.
Com efeito no dia 6 de Novembro, patriotas e ex-combatentes vão juntar-se no local onde está situado o que resta do monumento, exigindo a sua rápida recuperação da obra bem como a sua transferência para um local mais visível.

1 de dezembro de 2009

1º Dezembro - "Restauração da Independência"

Monumento Restauradores - Lisboa


Dá-se o nome de Restauração ao regresso de Portugal à sua completa independência em relação a Castela em 1640, depois de sessenta anos de regime de monarquia dualista (1580-1640) em que as coroas dos dois países couberam ambas a Filipe II, Filipe III e Filipe IV de Castela.
Nos anos imediatamente anteriores a 1640 começou a intensificar-se o descontentamento em relação ao regime dualista em parte dos membros da classe aristocrática, dos eclesiásticos (principalmente os jesuítas, que exploraram nesse sentido as crenças sebastianistas – e, em geral, «encobertistas») e acaso também entre os interessados no comércio com as províncias ultramarinas do Atlântico.
A má administração do governo espanhol constituía uma grande causa de insatisfação dos Portugueses em relação à união com Castela. Dessa má administração provinha o agravamento dos impostos.
A 6-VII-1628 era expedida a carta régia que, sem o voto das Cortes (por tradição, indispensável para que se criassem novos tributos), mandava levantar, por meio de empréstimo forçado, as quantias necessárias para a defesa, durante seis anos, de todos os lugares dos nossos domínios ameaçados pelos estrangeiros. A população mostrou logo a sua má vontade.
A tensão agravou-se quando o clero (cujos privilégios o isentavam de tais imposições) se viu também incluído na colecta geral.Também no Ultramar surgiram protestos.
Em 1635 era estendido a todo o reino o imposto do «real de água», bem como o aumento do das sisas. Em 1634 confiava Olivares o governo de Portugal a uma prima co-irmã de Filipe IV, a princesa Margarida, viúva de Vicêncio Gonzaga, duque de Mântua. Ao mesmo tempo (fins de 1634) Miguel de Vasconcelos era transferido do seu posto de escrivão da Fazenda para as elevadíssimas funções de secretário de Estado, em Lisboa, junto da duquesa, cargo em que teve ensejo de desagradar muito aos Portugueses não partidários de Castela.
Num escrito editado em 1641, sob o título Relação de tudo o que se passou na felice aclamação, declara-se que D. António de Mascarenhas «fora a Évora a amoestar aos cabeças daquela parcialidade que não desistissem do começado e que, para que a empresa tivesse bom sucesso, pedissem amparo à Casa de Bragança». Era no duque, com efeito, que se pensava para chefe da insurreição e futuro monarca de Portugal independente; mas ele não achava oportuno o momento para tão grande aventura, e tratou de dar provas públicas de que reprovava a ideia. É de notar, todavia, que aos incitamentos internos se acrescentava um exterior, provindo da França, então em luta com a Espanha, [que] se empenhava em impelir Portugal e a Catalunha contra o governo de Madrid.
Em 1638 tomou o conde-duque uma outra resolução que descontentou a nossa gente: a pretexto de os consultar sobre uma projectada reforma da administração do nosso País, convocou a Madrid grande número de fidalgos, e ordenou levas de tropas para servir nas guerras que a monarquia espanhola sustentava, sangrando assim Portugal das suas maiores forças.
O que veio dar mais impulso à ideia da independência foram as novas exigências do conde-duque. Em Junho de 1640, com efeito, insurgia-se a Catalunha, e Olivares pensou em mandar portugueses a combater os catalães revoltados, ao mesmo tempo que se anunciavam novos impostos.
Aderiram à conjura o juiz do povo, os Vinte e Quatro dos mesteres e vários eclesiásticos, entre os quais o arcebispo de Lisboa, D. Rodrigo da Cunha. Deram também a sua colaboração o doutor Estêvão da Cunha, deputado do Santo Ofício, e D. António Telo. Em Outubro realizou-se uma reunião conspiratória no jardim do palácio de D. Antão de Almada, a S. Domingos, em Lisboa. Assistiram, além dele, D. Miguel de Almeida, Francisco de Melo, Jorge de Melo, Pêro de Mendonça e João Pinto Ribeiro.
Teve também influxo na resolução a mulher do futuro Monarca, D. Luísa de Gusmão.
Chegado a Lisboa a 21-XI-1640, João Pinto Ribeiro convocou os conspiradores para uma reunião num palácio que o duque tinha em Lisboa e onde ele, João Pinto, residia. Decidiu-se estudar em pormenor o plano do levantamento, amiudando-se as reuniões. Por fim, marcou-se o momento de sublevação: 9 horas da manhã de sábado, 1.º de Dezembro. Na noite de 28 para 29 surgiram complicações, por haver quem julgasse que eram poucos os conjurados; mas João Pinto Ribeiro, a quem quiseram encarregar de transmitir ao duque o intuito de se adiar, opôs-se tenazmente a tal ideia, numa discussão que se prolongou até as 3 horas da manhã.
O dia 1.º de Dezembro amanheceu de atmosfera clara e muito serena. Tinham-se os conjurados confessado e comungado, e alguns deles fizeram testamento. Antes das 9 horas foram convergindo para o Terreiro do Paço os fidalgos e os populares que o padre Nicolau da Maia aliciara. Soadas as nove horas, dirigiram-se os fidalgos para a escadaria e subiram por ela a toda a pressa. Um grupo especial, composto por Jorge de Melo, Estêvão da Cunha, António de Melo, padre Nicolau da Maia e alguns populares, tinha por objectivo assaltar o forte contíguo ao palácio e dominar a guarnição castelhana, apenas os que deveriam investir no paço iniciassem o seu ataque. Estes rapidamente venceram a resistência dos alabardeiros que acudiram ao perigo e D. Miguel de Almeida assomou a uma varanda de onde falou ao povo. Estava restaurada a independência…(Fonte)

29 de novembro de 2009

Inauguração de Memorial em Homenagem dos Combatentes da Figueira da Foz, mortos na Guerra do Ultramar

Na Figueira da Foz foi inaugurado um Memorial aos combatentes do Concelho mortos na guerra do Ultramar. O Presidente da Direcção Central acompanhado do Presidente do Núcleo dirigiram-se à Câmara Municipal onde foram recebidos e cumprimentaram o senhor Presidente da Câmara tendo agradecido o apoio dado para que o evento fosse possível.

Deslocaram-se depois para a Praça onde seria inaugurado o monumento, precisamente em frente do monumento ali já existente referente à I Grande Guerra.Após a força militar prestar as honras militares ao General Chito Rodrigues, iniciou-se a cerimónia com o discurso do Presidente do Núcleo, do Presidente da Câmara Municipal e finalmente do Presidente da Direcção Central.
Seguiu-se a inauguração do Monumento, a sua bênção e a colocação de uma coroa de flores após o que foram tocados os toques de Honra aos Mortos em combate. Cerimónia digna muito significativa, numa praça central da cidade conjugando a homenagem aos Mortos da I Grande Guerra com os Mortos do Ultramar no qual foram colocados os nomes dos figueirenses caídos no Ultramar. (Liga dos Combatentes)

19 de novembro de 2009

Ministro da Defesa Nacional nos Aniversários do Armistício e da Liga dos Combatentes, no Monumento aos Combatentes(Lisboa)

O Ministro da Defesa Nacional (MDN), Augusto Santos Silva, acompanhado pelo Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Marcos Perestrello, presidiu ao 91º Aniversário do Armistício de 1918 e ao 86º Aniversário da Liga dos Combatentes. A cerimónia realizou-se este sábado, 14 de Novembro, pelas 14h45, no Forte do Bom Sucesso, em Lisboa (junto à Torre de Belém).(MDN)

Força Aérea Portuguesa - Imagem do Mês (Outubro 2009)