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6 de maio de 2021

Marinha realiza exercício Contex/Phibex


(Marinha)A Força Naval Portuguesa efetuou uma saída coordenada da Base Naval de Lisboa sob ameaça assimétrica, no âmbito do exercício Contex/Phibex que se está a realizar na costa portuguesa.

Durante o dia de ontem realizaram-se diversos exercícios de manobras e evoluções no mar, exercícios de defesa aérea e de superfície.

Simultaneamente, decorreu uma operação anfíbia conjunta entre navios da Marinha Portuguesa e da Marinha dos Estados Unidos da América na área de Tróia.

4 de maio de 2021

Destacamento de Mergulhadores Sapadores Nº3 participam em exercício internacional

(MGP)Seis mergulhadores da Marinha Portuguesa estão a participar no exercício Spanish Minex 21 (SPMINEX21), integrados na Força Marítima Europeia (EUROMARFOR), que decorre até ao próximo dia 09 de maio. Desde o dia 26 de abril já realizaram 22 mergulhos para identificação e inativação de minas marítimas.

O SPMINEX21 tem como principal objetivo treinar os Comandos e as Unidades na Guerra de Minas e conta com a participação de Unidades Navais, Mergulhadores e Unidades de Deteção Remota, da Bélgica, EUA, Espanha, França, Grécia, Itália, Portugal e Turquia.

O Destacamento de Mergulhadores Sapadores Nº3 (DMS3) tem empenhada, neste exercício, uma equipa de seis militares com as valências de inativação de engenhos explosivos submarinos (UWEOD) e deteção remota através de um veículo submarino autónomo (AUV) e é empenhada, juntamente com mergulhadores dos EUA, Espanhóis e uma equipa de AUV Belga, em profundidades mais baixas, onde os navios caça-minas não conseguem operar.

Durante a primeira semana do exercício a equipa do DMS3 efetuou mais de 20 horas de operação com o AUV para deteção e 22 mergulhos para identificação e inativação de minas marítimas.​

3 de maio de 2021

Marinha Portuguesa organiza exercício multinacional CONTEX-PHIBEX 21


(Marinha)Entre os dias 3 e 14 de maio, ao longo da costa ocidental portuguesa, vai realizar-se um dos maiores exercícios organizados pela Marinha Portuguesa, o CONTEX-PHIBEX 21, que conta com a participação de mais de 1500 militares portugueses, espanhóis, italianos e norte americanos.

O exercício CONTEX-PHIBEX 21 é um exercício naval e anfíbio que tem como objetivo treinar e aperfeiçoar as aptidões da Força Naval Portuguesa, em conjunto com as forças armadas de outros países, para dar resposta a cenários de crise.

No CONTEX-PHIBEX 21 participam vários meios da Marinha Portuguesa como os navios Álvares Cabral, Figueira da Foz, Sines, Tridente, Cassiopeia e Pégaso, e também uma Força de Fuzileiros, o Destacamento de Ações Especiais, o Pelotão de Abordagem e o Destacamento de Mergulhadores Sapadores Nº1 e Nº2. O exercício conta, ainda, com a participação d navio anfíbio USS Carter Hall e da aeronave MV22, da Marinha dos Estados Unidos, do navio ITS Antonio Marceglia, da Marinha Italiana, e dos navios ESPS Almirante Juan de Bornón e ​ESPS Patiño,​ da Marinha Espanhola.

28 de março de 2021

NRP Zaire participa no exercício Obangame Express 2021

(MGP)Esta semana decorreu a fase do exercício OBANGAME EXPRESS 2021 (OE21) nas águas da República Democrática de São Tomé e Príncipe (STP) coordenado pela Guarda Costeira (GC) na qual o NRP Zaire que se encontra em missão de Fiscalização Conjunta e Capacitação Operacional Marítima da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe. Para além do NRP Zaire, esta fase do exercício contou com uma aeronave P-3 da Força Aérea Portuguesa, com o navio patrulha camaronês La Sanaga e as várias embarcações da GC-STP.

O NRP Zaire no âmbito do OE21 teve a oportunidade de treinar a guarnição perante os vários cenários apresentados: Pesca Ilegal, Não declarada e Não regulamentada (INN), Busca e Salvamento (SAR), Combate à Pirataria, Tráfico ilegal de armas, Narcotráfico e Trasfega ilegal de combustível em alto mar (Bunkering), permitindo também incrementar a coordenação e comunicação entre os navios e o Centro de Operações Marítimas (COM) de STP aumentando desta forma a capacidade de resposta da GC-STP.
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De todas as ações realizadas é de destacar o treino para as ações de abordagem e comunicações entre o navio patrulha da Marinha Portuguesa, a lancha Rodman 33 da GC e o CNS La Sanaga da Marinha dos Camarões, contribuindo desta forma para o treino e resposta pronta dos militares da GC-STP e da República do Camarões.

O navio português, actualmente operado por uma guarnição mista, constituída por militares portugueses e santomenses, prossegue a sua missão de Capacitação Operacional Marítima da GC-STP, ilustrando a importância do treino e da cooperação bilateral entre estes dois países lusófonos, contribuindo, para o desenvolvimento de doutrina e procedimentos ligados às operações navais.

24 de novembro de 2019

Patrulha Zaire participa em exercício Grand African Nemo 2019

(MGP)O navio patrulha Zaire e a Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, participaram, no início deste mês, no exercício “Grand African Nemo 2019”, organizado pela Marinha Francesa no Golfo da Guiné.

​Este exercício reuniu 19 países do Golfo da Guiné e 8 países europeus, abordando diversas áreas da segurança marítima como a luta contra a pesca ilegal, a poluição no mar, a pirataria, o terrorismo marítimo e a assistência a navios.

Neste âmbito o NRP Zaire e o Centro de Operações da Guarda Costeira santomense realizaram exercícios, em conjunto com o navio “Atalaya" da Marinha Espanhola, que visaram assegurar o treino das equipas de abordagem santomenses em cenários de pesca ilegal e na condução de acções de busca e salvamento marítimo.

O navio português, actualmente operado por uma guarnição mista, constituída por militares portugueses e santomenses, prossegue a sua missão de Capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, ilustrando a importância da cooperação bilateral entre estes dois países lusófonos, contribuindo, através de um esforço conjunto, para a segurança na região.​

20 de setembro de 2019

A fragata “Corte-Real” participa no exercício GABIAN 19.3

(Emgfa)A fragata “Corte-Real” da Marinha Portuguesa, esteve no sul de França a participar no exercício naval GABIAN 19.3 e na cerimónia de entrega de comando da EUROMARFOR, que passou agora para a responsabilidade da Marinha Francesa.

O exercício realizou-se entre 16 e 19 de Setembro, e contou com a participação da fragata “Corte-Real” e de outros navios das Marinhas Francesa, Italiana e Espanhola. Durante o exercício, os militares portugueses participaram em séries de defesa aérea, tiro real, operações com helicópteros e reabastecimento no mar.

No dia 19 de Setembro, a bordo do Porta-helicópteros anfíbio francês FS Tonnerre, realizou-se a cerimónia de entrega de comando da EUROMARFOR para a Marinha Francesa, que foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada Francesa, Almirante Christophe Prazuck.

A EUROMARFOR é agora comandada pelo Vice-almirante Jean-Philippe Rolland, Commandant de la Force d’Action Navale, que sucede ao Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa, no comando desta Força desde Setembro de 2017.

Esta Força Marítima Europeia é uma força naval multinacional, não permanente, criada em 1995 pela Espanha, França, Itália e Portugal, e é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção e restabelecimento da paz e de combate em gestão de crises.

A bordo da “Corte-Real”, além da respectiva guarnição, encontra-se um helicóptero orgânico, uma equipa de segurança, uma equipa médica e uma equipa de mergulhadores, perfazendo um total de 185 elementos.

12 de setembro de 2019

Fragata "Corte-Real" participa em exercício militar no comando da EUROMARFOR

(emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa", participa a partir de hoje, 12 de Setembro, numa nova missão da EUROMARFOR, força naval multinacional não permanente, sob Comando Nacional, desde Setembro de 2017.

Esta missão, que decorrerá entre 12 e 24 de Setembro, no âmbito da cooperação bilateral entre Portugal e França, tem por objectivo a participação do navio português num exercício naval francês e incluirá igualmente os navios "ESPS VICTORIA" de Espanha, "FS CMT BLAISON" de França e o "ITS ZEFFIRO" da marinha italiana e a entrega do comando da EUROMARFOR a França.

Portugal assumiu o comando rotativo da EUROMARFOR, a 19 de Setembro de 2017, por um período de dois anos, tendo sido comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa.

Esta Força Marítima Europeia é uma força naval multinacional, não permanente, criada em 1995 pela Espanha, França, Itália e Portugal, e é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção e restabelecimento da paz e de combate em gestão de crises.

A bordo da “Corte-Real”, além da respectiva guarnição, segue também um helicóptero orgânico, uma equipa de segurança, uma equipa médica e uma equipa de mergulhadores, perfazendo um total de 185 elementos.

26 de julho de 2019

Mergulhadores da Marinha partiram hoje para missão da NATO no Báltico e Mar do Norte

(Emgfa)Um destacamento de mergulhadores sapadores da Marinha Portuguesa partiu hoje para a missão da NATO - Standing NATO Mine Countermeasures Group 1 (SNMCMG1), no Báltico e Mar do Norte.

Este é o segundo ano consecutivo que um destacamento de mergulhadores da Marinha integra esta força da NATO. A equipa, constituída por 4 militares, com valências na inactivação de engenhos explosivos em ambiente submarino, irá embarcar no navio alemão “Weilhem”.

A missão decorre até ao próximo dia 29 de Setembro e vai contribuir para a segurança da navegação e, por inerência, tem impacto directo na protecção da vida humana daqueles que diariamente navegam nestas águas.

11 de julho de 2019

Fragata “Corte-Real” regressa de exercício de cooperação com o Reino de Marrocos

(Emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa regressa este sábado, dia 13 de Julho, após participação no exercício “Multi Cooperative 2019”, no âmbito da activação da Força Marítima Europeia (EUROMARFOR), que decorreu ao largo de Marrocos.

A Secretária de Estado da Defesa Nacional, Professora Doutora Ana Santos Pinto, irá receber a fragata portuguesa, embarcando no navio entre o cais do Centro de Controlo de Tráfego Marítimo (VTS) do Porto de Lisboa e a Base Naval de Lisboa, acompanhada pelo Vice-chefe do Estado-Maior da Armada, Vice-almirante Novo Palma, e pelo Comandante Naval, Vice-almirante Gouveia e Melo.

Este exercício, que decorreu nos dias 4 e 5 de Julho, visou a cooperação multilateral da EUROMARFOR com o Reino de Marrocos e envolveu ainda as fragatas “Victoria”, da Marinha Espanhola, e “Tarik Ben Ziyad”, da Marinha Marroquina.

A Força naval realizou um vasto conjunto de exercícios, com o objectivo de consolidar a cooperação e interoperabilidade entre a Marinha Real Marroquina e as Marinhas dos países constituintes da EUROMARFOR, no domínio da Segurança Marítima.

Entre os dias 1 e 3 de Julho, a Força esteve atracada em Casablanca, período durante o qual, juntamente com os dois navios que participaram no exercício, desenvolveu diversas acções de treino, no âmbito das operações de interdição marítima (embargo), operações de busca e salvamento, mergulho, técnicas de protecção de navios contra ameaças assimétricas e ataques terroristas, assistência médica e técnicas de controlo de avarias.

Portugal assumiu a 19 de Setembro de 2017, por um período de dois anos, o comando rotativo da EUROMARFOR, actualmente comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa. Esta Força Marítima Europeia é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção e restabelecimento da paz e de combate em gestão de crises.

24 de junho de 2019

Navios da Federação Russa seguem exercício da Marinha Portuguesa

(MGP)A corveta Vasily Bykov e o navio auxiliar Spasatel Demidov encontram-se em águas nacionais em trânsito para norte, tendo-se aproximado, na manhã de ontem, da área onde se desenvolve o exercício CONTEX-PHIBEX.

A Marinha continuará, na prossecução da sua missão de vigilância dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional, a acompanhar a passagem destes navios.

22 de junho de 2019

Fuzileiros portugueses treinam com a Infantería de Marina

(MGP)No âmbito do CONTEX/PHIBEX, o exercício naval multinacional organizado pela Marinha Portuguesa, os fuzileiros portugueses encontram-se a realizar vários treinos em conjunto com a Armada Española, integrados no Batalhão Combinado com a Infantería de Marina e um pelotão italiano.

​​Este treino tem como objectivo testar a elevada prontidão dos Fuzileiros na execução de operações anfíbias, através da sua projecção do mar para a terra. As operações serão realizadas a partir do navio anfíbio espanhol L-51 Galícia, para a Península de Troia, com recursos a várias capacidades navais, como mergulhadores, submarinos, aeronaves, navios e equipas de operações especiais.
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19 de junho de 2019

Marinha Portuguesa organiza o maior exercício multinacional dos últimos dois anos

(MGP)Começa hoje, dia 19 de Junho, a fase de mar do exercício naval CONTEX-PHIBEX 19, o maior exercício multinacional organizado pela Marinha Portuguesa, nos últimos dois anos em Portugal. ​

Após dois dias de treinos na Base Naval de Lisboa, navios, fuzileiros e mergulhadores estão prontos para iniciar a fase de mar deste exercício que conta com a participação da Força Aérea Portuguesa e das Marinhas de Espanha, França, Itália e Estados Unidos. O exercício termina no dia 28 de Junho e conta com a participação de cerca de 1700 militares.​​​

O CONTEX-PHIBEX 19 é um exercício naval e anfíbio que tem como objectivo melhorar a proficiência da esquadra da Marinha Portuguesa e dos fuzileiros que, juntamente com as outras forças e unidades aliadas, interagem perante um cenário multidimensional, no âmbito das operações de resposta a crise.

​Durante a participação no exercício, a fragata Corte-Real vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha. A Marinha Portuguesa irá também empenhar a fragata Álvares Cabral, os navios patrulha oceânicos Setúbal e Figueira da Foz, o submarino Tridente, o navio reabastecedor Bérrio, o navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho, o navio patrulha costeiro Tejo, as lanchas Dragão e Escorpião, uma força de fuzileiros e os mergulhadores.

Este exercício, que contempla o disparo de mísseis, operação de veículos autónomos e desembarques anfíbios, contribuirá de forma significativa para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e interoperabilidade das unidades participantes, bem como a coesão de todas as forças e comandos envolvidos, nomeadamente da Força Naval Portuguesa e da Força Marítima Europeia. ​

18 de junho de 2019

Fragata “Corte-Real” vai comandar Força Naval no maior exercício organizado por Portugal


(Emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha Portuguesa, vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha, na participação no maior exercício naval organizado pela Marinha Portuguesa em 2019, o CONTEX-PHIBEX.

A cerimónia de activação da EUROMARFOR, presidida pela Secretária de Estado da Defesa Nacional, Professora Doutora Ana Santos Pinto, realizou-se hoje, no Porto de Lisboa, onde, há 24 anos, França, Itália, Portugal e Espanha assumiram o compromisso de cooperação em prol da segurança marítima.

No CONTEX-PHIBEX, a decorrer até 28 de Junho, a força naval europeia irá participar num calendário de eventos desafiante e dinâmico, para melhorar a sua prontidão, competências e capacidades, bem como para manter os níveis de interoperabilidade entre as Marinhas, enfrentando todas as possíveis ameaças à segurança marítima comum.

Esta 42ª activação será liderada pelo Comandante Salvado de Figueiredo, com o seu Estado-Maior internacional embarcado na fragata portuguesa “Corte-Real”.

Depois da participação no CONTEX-PHIBEX, a força partirá para Marrocos, onde irá cooperar e treinar com a Marinha Real Marroquina, no âmbito da segurança marítima comum.

Portugal assumiu a partir de 19 de Setembro de 2017, por um período de dois anos, o comando rotativo da EUROMARFOR, actualmente comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa. Esta força naval multinacional é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção da paz, de combate em gestão de crises e restabelecimento da paz.

24 de abril de 2019

Navio patrulha “Figueira da Foz” vai treinar “guerra de minas” no Mediterrâneo

(Emgfa)O navio patrulha oceânico “Figueira da Foz”, da Marinha Portuguesa, partiu esta madrugada da Base Naval de Lisboa para participar no exercício SPANISH MINEX 19, realizado no âmbito da primeira activação deste ano da força naval europeia EUROMARFOR, de que fazem parte ainda Espanha, França e Itália. O navio da Marinha chega a Maó, na Ilha Menorca, Baleares, no próximo dia 27 de Abril, permanecendo no Mediterrâneo Ocidental até ao próximo dia 13 de maio. Esta Força marítima europeia é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias.

O SPANISH MINEX é um exercício anual organizado pela Marinha espanhola, cujo objectivo é pôr em prática os procedimentos comuns para a defesa de portos contra a ameaça de minas e providenciar segurança aos navios mercantes.

A Força naval será constituída pelo navio “Figueira da Foz”, mergulhadores do Destacamento de Guerra de Minas e militares de apoio ao comandante do grupo tarefa EUROMARFOR, num total de 65 militares.

A missão de cada participante é manter as águas livres da ameaça de minas, harmonizando procedimentos e incrementando o grau de interoperabilidade com as restantes marinhas aliadas. As minas usadas neste exercício internacional são simuladas por dispositivos submarinos inertes amigos do ambiente que serão recolhidos quando a missão terminar.

Portugal assumiu a partir de 19 de Setembro de 2018, por um período de dois anos, o comando rotativo da EUROMARFOR, actualmente comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa. Esta força naval multinacional é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção da paz, de combate em gestão de crises e restabelecimento da paz.

12 de abril de 2019

Força naval portuguesa termina treino de resposta a cenários de crises

​​​​(MGP)A Força Naval Portuguesa envolveu cerca de 500 militares, integrando a fragata NRP Corte-Real (navio chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata RNM Sultan M. Ismail da Marinha Real de Marrocos. A sua actividade foi desenvolvida em águas nacionais, num cenário fictício de projecção para uma região assolada por elevada instabilidade social e política, cumprindo com uma determinação da comunidade internacional, e tendo como principal missão garantir a resposta rápida e eficaz em cenário de crise.

Durante cinco dias foi realizado um diversificado conjunto de exercícios desde as áreas convencionais (guerra de superfície, guerra antissubmarina e guerra anti-aérea), defesa contra ameaça assimétrica, operações de interdição marítima e embargo, exercícios de artilharia e exercícios de reabastecimento.

Com maior especificidade, foi realizado um desembarque anfíbio, projectando do mar para terra, uma força de fuzileiros com o objectivo de controlar um porto considerado essencial para a condução das operações, e, destaca-se ainda a concretização de uma abordagem e inspecção ao navio mercante Daytona, que, tendo colaborado no contexto deste exercício, permitiu uma oportunidade única de treino deste tipo de operação.

Acompanhando o desenvolvimento das ameaças que hoje se colocam nos teatros de operações, foram ainda realizados diversos exercícios de cyber defesa, testando a capacidade de reacção da força a ataques cibernéticos.

O principal objectivo estabelecido para o exercício INSTREX19/ALCANTARA19 foi o treino de operações litorais em grupo-tarefa promovendo as relações bilaterais com a Marinha Real de Marrocos e o United States Marine Corps. Considera-se que o objectivo foi amplamente atingido.

9 de abril de 2019

Marinha treina cenários de instabilidade e insegurança

(MGP)O INSTREX19 é conduzido segundo um cenário de crise regional que requer a intervenção de uma força-tarefa multinacional para a realização de uma operação destinada a contribuir para a segurança, estabilidade e paz da região, ao abrigo de um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A Força Naval Portuguesa integra diversos meios da esquadra, nomeadamente, a fragata NRP Corte-Real (Navio-chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata Marroquina RNM Sultan M. Ismail.

A bordo do navio-chefe estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra João Paulo Silva Pereira, e respectivo Estado-Maior.
Os referidos meios irão operar com uma Força de Fuzileiros Nacional (Força de Desembarque), uma Força de Fuzileiros do U.S. Marine Corps, o Destacamento de Acções Especiais e diversas aeronaves da Força Aérea Portuguesa.

Sendo este o primeiro exercício naval de 2019, o INSTREX19/ALCANTARA19 permitirá desenvolver as competências do Estado-Maior da Força Naval Portuguesa para a condução de operações navais, o treino de operações anfíbias e operações especiais, e, a interoperabilidade com as Marinhas dos Estados Unidos e de Marrocos.

A Força Naval Portuguesa contará aproximadamente com 492 militares no teatro de operações.

24 de outubro de 2018

Marinha portuguesa participa no maior exercício de sempre da NATO

A Fragata “Corte-Real”, da Marinha portuguesa, integrada na força naval permanente da NATO (Standing NATO Maritime Group 1 - SNMG1), iniciou ontem, dia 22 de Outubro, a participação no exercício “Trident Juncture 18”, ao largo da Noruega, que junta cerca de 52 navios, 150 aeronaves e 17.000 militares no terreno, constituindo uma demonstração de poder naval por parte da Aliança Atlântica.

Este exercício da NATO, que decorre até 7 de Novembro, é o maior de todos os tempos, quer em meios quer em quantitativos de pessoal. Tem como objectivo testar a resposta e interoperabilidade da forca naval a um exigente cenário, assim como o treino em todas as áreas da Guerra Naval convencional, contra terrorismo, Cyberataque e na condução de tiro de artilharia contra alvos aéreos, superfície e em terra.

O cenário deste exercício consiste numa situação fictícia de violação da soberania de um dos estados membros da NATO, neste caso a Noruega, com invocação do artigo V. para defesa colectiva. Ao navio português foi atribuída a função de “Force Anti-Surface Warfare Commander” ou Comandante de guerra de superfície.

Está prevista ocorrer nos dias 29 e 30 de Outubro a visita ao teatro de operações do Secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, durante a qual será realizada uma demonstração de capacidades.(Emgfa)

11 de outubro de 2018

Fragata “Corte-Real” integrada em força da NATO treina com navios da Marinha Britânica

Passado um ano após a conclusão do “Operational Sea Training (OST)” em Plymouth, Reino Unido, em 30 de Setembro de 2017, a fragata “Corte-Real”, da Marinha portuguesa, regressa à área de exercícios do “Flag Officer Sea Trainig (FOST)”, da Marinha Britânica, para mais um treino operacional de mar.

O navio português, integrado na Força Naval Permanente da NATO (“Standing NATO Maritime Group 1 [SNMG1]), teve oportunidade de, na passada quinta-feira, dia 4 de Outubro, participar na já conhecida “Weekly War”, ou “Guerra de 5ª feira”, juntamente com os restantes navios da SNMG1.

Esta participação contribuiu para enriquecer o treino proporcionado pelo FOST aos navios sob o seu programa de treino e avaliação, assim como para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e resposta dos meios integrados na SNMG1.

O “Task Group” constituído para a realização da “Weekly War” contou com quatro navios em treino, nomeadamente, o HMS Northumberland (Reino Unido), o HMS Montrose (Reino Unido), o HNLMS Johan De Witt (Holanda), o ORP General Kazimierz Pulaski (Polónia) e três navios da SNMG1, o HDMS Esbern Snare (Dinamarca), HNOMS Helge Ingstad (Noruega) e a Fragata “Corte-Real”.

Coube ao HMS Northumberland do Reino Unido exercer a função de Comandante da Força Naval, com uma missão que começou por um trânsito em canal rocegado sob ameaça assimétrica e de minas, passando por um trânsito multiameaça (aérea, superfície e Sub-superficie), garantindo a segurança da unidade essencial para a missão, neste caso o HNLMS Johan De Witt (navio anfíbio). A operação culminou com a realização de uma operação anfíbia simulada.

19 de setembro de 2018

Força de Fuzileiros portugueses embarca pela primeira vez em navio francês para missão no Golfo da Guiné

Uma Força de Fuzileiros composta por 36 militares da Marinha portuguesa iniciaram, no dia 15 de Setembro, uma missão de segurança marítima a bordo do navio francês de assalto anfíbio e de projecção e comando “BPC Mistral”, que permanecerá no Golfo da Guiné até final de Novembro.

Portugal, através da Marinha, integra assim a missão “Corymbe” de segurança marítima, permanentemente assegurada pela Marinha francesa no Golfo da Guiné, que tem como principal objectivo potenciar o aumento da segurança marítima através da cooperação com as marinhas dos países ribeirinhos do Golfo da Guiné e dissuadir acções de pirataria e roubo, que frequentemente ocorrem nesta região do globo.

Os 36 fuzileiros portugueses trabalharão pela primeira vez lado a lado com os fuzileiros franceses no âmbito de um acordo bilateral entre as Marinhas dos dois países. Os militares portugueses também irão participar em iniciativas conjuntas com a Marinha francesa tendo em vista a capacitação das marinhas dos países ribeirinhos do Golfo da Guiné.

Portugal participa na operação Corymbe desde 2016, no entanto até à data apenas com observadores militares a bordo de um navio francês (quatro militares em 2016 e dois em 2017). (Emgfa)

7 de julho de 2018

Navio português lidera força naval multinacional “EUROMARFOR”

A Força naval multinacional “EUROMARFOR”, habitualmente composta por navios de Portugal, Espanha, França e Itália, liderada pela fragata “Côrte-Real” da Marinha Portuguesa, está a participar no “Multi-cooperative Exercise 2018”, que consiste num conjunto de exercícios e actividades de demonstração de capacidades que se realizam em acções combinadas com a Marinha da Mauritânia e a Guarda-Costeira de Cabo Verde.

Neste âmbito, está incluída uma visita ao porto da Cidade da Praia entre hoje, dia 6, e o dia 8 de Julho de 2018.

Para hoje está prevista a realização de actividades de treino e formação da Guarda-Costeira e dos Fuzileiros de Cabo-Verde, bem como a formação do Destacamento de Mergulho da Unidade de Operações Especiais (UEO) de Cabo-Verde, pelo Destacamento de Mergulho da fragata “Côrte-Real” da Marinha Portuguesa.

Neste dia será ainda realizado um treino de Limitação e Prevenção de Avarias e Socorrismo para Equipa da Guarnição do navio patrulha “Djéu” de Cabo-Verde, bem como um exercício em que será simulada uma ameaça de engenho explosivo na estrutura do cais junto aos navios da EUROMARFOR e simulada a aproximação de uma embarcação suspeita de ataque terrorista, accionando resposta a ambas as ameaças.

Já no dia 8 de Julho, será realizado um exercício de abordagem e fiscalização não consentida (sem oposição), bem como um exercício SAR (“Search And Rescue”), pelos navios a participar no “Multi-cooperative Exercise 2018”.

O objectivo deste exercício, organizado pelas Marinhas pertencentes à iniciativa EUROMARFOR, em colaboração com a Guarda Costeira de Cabo- Verde, é promover e melhorar a cooperação entre esta Força naval europeia e a Guarda Costeira deste País, através de exercícios seriados no mar e demonstração de capacidades no porto, focado em operações marítimas, tendo em mente treinar procedimentos para os desafios actuais de segurança internacional.

No decorrer da visita integram esta Força naval a fragata “Côrte-Real”, da Marinha Portuguesa, que irá assumir a função de navio-chefe, e os navios “ITS Sirocco”, da Marinha Italiana e “SPS Canarias”, da Marinha Espanhola.

Durante a estadia em Cabo-Verde, no dia 7 de Julho, os navios dos três Países vão receber a bordo crianças de Instituições de Solidariedade, nomeadamente, do Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), de Aldeias Infantis SOS de Cabo-Verde e de Escolas SOS de Cabo- Verde. 
( Emgfa)