(Marinha) O navio patrulha oceânico da Marinha Portuguesa NRP Setúbal fundeou no dia 28 de abril na baía de Santo António em Príncipe, após ter realizado no dia anterior, patrulha conjunta com o navio da Marinha Espanhola ESPS Furor.
No decorrer do período da patrulha conjunta com incidência na segurança marítima em alto mar, na área do Golfo da Guiné, foi possível desenvolver diversas ações de operações militares focando o treino de reabastecimento do mar, por forma a manter a sustentabilidade dos navios em teatros de operações, partilha de informação e compilação do panorama de superfície através de comunicações táticas e treino de abordagem a embarcações suspeitas de ações de pirataria, narcotráfico e tráfico de armas. Por fim, o navio patrulha oceânico Setúbal, realizou, no arco noturno, patrulha com o NRP Zaire até à chegada ao Príncipe.
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29 de abril de 2021
15 de abril de 2021
NRP Setúbal em Luanda
(Marinha)O navio patrulha oceânico Setúbal chegou esta semana a Luanda, após ter largado de São Tomé, no âmbito da missão Mar Aberto.
Durante o trânsito, o navio fundeou ao largo de Ambriz, em Angola, para realizar várias atividades com o Grupo Especial de Fuzileiros da Marinha angolana. Além dos exercícios e da troca de conhecimentos entre as Marinhas, foram realizadas palestras e formações e o NRP Setúbal recebeu a visita de vários oficiais da Marinha angolana.
Em Luanda, a guarnição do NRP Setúbal vai receber a bordo a visita dos cadetes da Marinha de Guerra de Angola e realizar ações de formação e cooperação com os militares daquele país.
Durante o trânsito, o navio fundeou ao largo de Ambriz, em Angola, para realizar várias atividades com o Grupo Especial de Fuzileiros da Marinha angolana. Além dos exercícios e da troca de conhecimentos entre as Marinhas, foram realizadas palestras e formações e o NRP Setúbal recebeu a visita de vários oficiais da Marinha angolana.
Em Luanda, a guarnição do NRP Setúbal vai receber a bordo a visita dos cadetes da Marinha de Guerra de Angola e realizar ações de formação e cooperação com os militares daquele país.
2 de março de 2021
NRP Setúbal parte para missão no Golfo da Guiné
(MGP)O navio patrulha oceânico NRP Setúbal largou hoje da Base Naval de Lisboa com destino ao Golfo da Guiné onde irá realizar uma missão de cooperação bilateral, desenvolvendo ações de colaboração no âmbito do projeto piloto das Presenças Marítimas Coordenadas no Golfo da Guiné até 30 de maio.
A missão, denominada Mar Aberto, contextualiza-se na cooperação técnico militar, com os países da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), materializando parte dos acordos de cooperação de defesa e fiscalização, de vigilância conjunta, segurança marítima e atividades científicas.
Neste âmbito, o navio irá prestar apoio às atividades de Cooperação no Domínio da Defesa, designadamente em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. Durante a permanência no Golfo da Guiné está previsto o embarque de equipas de fiscalização de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe por forma a realizar ações de vigilância e fiscalização marítima no quadro dos Tratados vigentes de fiscalização conjunta.
Durante a presente missão, o NRP Setúbal irá ainda participar no exercício OBANGAME EXPRESS, organizado pelos Estados Unidos da América, que visa estimular e incrementar a cooperação regional e partilha de informação entre os diversos centros de comando e controlo de operações marítimas no Golfo da Guiné e promover o intercâmbio de conhecimento na área do domínio marítimo, assim como a interoperabilidade entre todas as forças e unidades navais.
O NRP Setúbal é comandado pelo capitão-de-fragata Artur Dias Marques e possui uma guarnição de 58 militares, onde se inclui uma equipa de abordagem, uma equipa de mergulhadores, um oficial médico naval e ainda um aspirante a oficial da Escola Naval em estágio.
15 de dezembro de 2019
Exercício conjunto “FOCA 193” juntou militares do Exército e da Marinha
(Exército)O Exército, através do 2.º Batalhão de Infantaria do Regimento de Guarnição N.º 2 (2BI/RG2), participou, no dia 6 de Dezembro, no exercício conjunto “FOCA 193", na Ilha de S. Miguel, na Região Autónoma dos Açores, conjuntamente com o Navio Patrulha Oceânico “NRP Setúbal".
Integrado no Ciclo de Treino Operacional dos Elementos da Componente Operacional do Sistema de Forças, este exercício permitiu o treino dos militares em operações de embarque, instalação, transporte e/ou projecção por via marítima.
Realizado em “alto mar", este exercício contou com a participação de 50 militares do RG2, tendo-se constituído numa excelente oportunidade de treino operacional conjunto entre o Exército e a Marinha, servindo igualmente para reforçar e exponenciar as capacidades e competências individuais para o cumprimento de missões conjuntas.
Integrado no Ciclo de Treino Operacional dos Elementos da Componente Operacional do Sistema de Forças, este exercício permitiu o treino dos militares em operações de embarque, instalação, transporte e/ou projecção por via marítima.
Realizado em “alto mar", este exercício contou com a participação de 50 militares do RG2, tendo-se constituído numa excelente oportunidade de treino operacional conjunto entre o Exército e a Marinha, servindo igualmente para reforçar e exponenciar as capacidades e competências individuais para o cumprimento de missões conjuntas.
10 de outubro de 2019
Navio patrulha “Setúbal” entrega meios de 1ª necessidade no Corvo
(Emgfa)As Forças Armadas, através do navio patrulha “Setúbal”, da Marinha Portuguesa, desembarcaram hoje no Corvo, diverso material e bens de 1ª necessidade destinados a apoiar a população desta ilha.
Durante as operações de desembarque, o Presidente da Câmara Municipal da ilha, Dr. José Silva, realizou uma visita a bordo do navio patrulha “Setúbal”. Aproveitando esta deslocação, a equipa de engenharia do Exército realizou assessoria técnica ao Presidente.
Na ilha das Flores ficaram concluídos os trabalhos de remoção de destroços de um dos blocos de betão submersos, que foi submetido a uma acção de detonação. Após esta operação, foi já efectuada, pela equipa hidrográfica, uma sondagem com recurso a sonar lateral, para verificar que não restaram quaisquer destroços no local
Nestas operações estão empenhados, em estreita colaboração com a Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas e os Portos dos Açores, desde o dia 3 de Outubro, na sequência da passagem do furacão LOURENZO, cerca de 350 militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea.
Durante as operações de desembarque, o Presidente da Câmara Municipal da ilha, Dr. José Silva, realizou uma visita a bordo do navio patrulha “Setúbal”. Aproveitando esta deslocação, a equipa de engenharia do Exército realizou assessoria técnica ao Presidente.
Na ilha das Flores ficaram concluídos os trabalhos de remoção de destroços de um dos blocos de betão submersos, que foi submetido a uma acção de detonação. Após esta operação, foi já efectuada, pela equipa hidrográfica, uma sondagem com recurso a sonar lateral, para verificar que não restaram quaisquer destroços no local
Nestas operações estão empenhados, em estreita colaboração com a Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas e os Portos dos Açores, desde o dia 3 de Outubro, na sequência da passagem do furacão LOURENZO, cerca de 350 militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea.
18 de setembro de 2019
Navio patrulha oceânico Setúbal inicia missão nos Açores
(MGP)O navio patrulha oceânico Setúbal inicia amanhã, dia 18 de Setembro, a sua missão nos Açores, para guarnecer o dispositivo naval daquele arquipélago até ao dia 29 de Dezembro.
O NRP Setúbal tem por objectivo guarnecer o dispositivo naval nos Açores, desenvolvendo tarefas específicas no âmbito da busca e salvamento marítimo, da monitorização e controlo da pesca e da navegação, da prevenção e combate à poluição marinha e na prevenção e combate a actividades ilegais, como o narcotráfico.
Para além das tarefas acima referidas, o navio poderá ser empregue em operações militares e está capacitado para dar apoio humanitário na sequência de desastre naturais, tendo um importante papel no apoio à estrutura da Protecção Civil dos Açores
O NRP Setúbal tem por objectivo guarnecer o dispositivo naval nos Açores, desenvolvendo tarefas específicas no âmbito da busca e salvamento marítimo, da monitorização e controlo da pesca e da navegação, da prevenção e combate à poluição marinha e na prevenção e combate a actividades ilegais, como o narcotráfico.
Para além das tarefas acima referidas, o navio poderá ser empregue em operações militares e está capacitado para dar apoio humanitário na sequência de desastre naturais, tendo um importante papel no apoio à estrutura da Protecção Civil dos Açores
7 de julho de 2019
NRP Setúbal terminou Plano de Treino Operacional
(Marinha)No dia 3 de Julho realizou um exercício de assistência a navio sinistrado, simulado pelo NRP Figueira da Foz. Neste exercício a guarnição é empenhada no socorro a um navio que sofreu um incêndio a bordo, perdeu propulsão e energia e tem vários feridos.
E ontem, dia 5 de Julho, o navio patrulha oceânico foi testado num exercício de assistência a catástrofe e apoio humanitário, conduzido conjuntamente com o NRP Figueira da Foz. Este exercício visa treinar as guarnições nas acções de apoio humanitário aos habitantes de uma povoação atingida por uma catástrofe. Para o efeito foi criado um cenário no parque de treino da Escola de Tecnologias Navais da Armada (ETNA), simulando uma povoação isolada face aos danos causados por um sismo de grande intensidade (7,8 na escala de Ritcher).
Ambos os exercícios foram conduzidos com sucesso, permitindo à guarnição testar a sua organização e competências técnicas nas mais diversas áreas, integrando cenários complexos, permitindo o aprontamento do navio e respectiva guarnição para missões fundamentais de salvaguarda da vida humana.
Termina assim a importante fase do Plano de Treino Operacional previsto para o mais recente navio da Marinha Portuguesa, comprovando a aptidão para desempenhar todas as missões e tarefas que lhe forem incumbidas, ao serviço de Portugal.
O NRP Setúbal é comandado pelo capitão-tenente Rui Manuel Zambujo Madeira e possui uma guarnição de 45 elementos.
(Marinha)No dia 3 de Julho realizou um exercício de assistência a navio sinistrado, simulado pelo NRP Figueira da Foz. Neste exercício a guarnição é empenhada no socorro a um navio que sofreu um incêndio a bordo, perdeu propulsão e energia e tem vários feridos.
E ontem, dia 5 de Julho, o navio patrulha oceânico foi testado num exercício de assistência a catástrofe e apoio humanitário, conduzido conjuntamente com o NRP Figueira da Foz. Este exercício visa treinar as guarnições nas acções de apoio humanitário aos habitantes de uma povoação atingida por uma catástrofe. Para o efeito foi criado um cenário no parque de treino da Escola de Tecnologias Navais da Armada (ETNA), simulando uma povoação isolada face aos danos causados por um sismo de grande intensidade (7,8 na escala de Ritcher).
Ambos os exercícios foram conduzidos com sucesso, permitindo à guarnição testar a sua organização e competências técnicas nas mais diversas áreas, integrando cenários complexos, permitindo o aprontamento do navio e respectiva guarnição para missões fundamentais de salvaguarda da vida humana.
Termina assim a importante fase do Plano de Treino Operacional previsto para o mais recente navio da Marinha Portuguesa, comprovando a aptidão para desempenhar todas as missões e tarefas que lhe forem incumbidas, ao serviço de Portugal.
O NRP Setúbal é comandado pelo capitão-tenente Rui Manuel Zambujo Madeira e possui uma guarnição de 45 elementos.
19 de junho de 2019
Marinha Portuguesa organiza o maior exercício multinacional dos últimos dois anos
(MGP)Começa hoje, dia 19 de Junho, a fase de mar do exercício naval CONTEX-PHIBEX 19, o maior exercício multinacional organizado pela Marinha Portuguesa, nos últimos dois anos em Portugal.
Após dois dias de treinos na Base Naval de Lisboa, navios, fuzileiros e mergulhadores estão prontos para iniciar a fase de mar deste exercício que conta com a participação da Força Aérea Portuguesa e das Marinhas de Espanha, França, Itália e Estados Unidos. O exercício termina no dia 28 de Junho e conta com a participação de cerca de 1700 militares.
O CONTEX-PHIBEX 19 é um exercício naval e anfíbio que tem como objectivo melhorar a proficiência da esquadra da Marinha Portuguesa e dos fuzileiros que, juntamente com as outras forças e unidades aliadas, interagem perante um cenário multidimensional, no âmbito das operações de resposta a crise.
Durante a participação no exercício, a fragata Corte-Real vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha. A Marinha Portuguesa irá também empenhar a fragata Álvares Cabral, os navios patrulha oceânicos Setúbal e Figueira da Foz, o submarino Tridente, o navio reabastecedor Bérrio, o navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho, o navio patrulha costeiro Tejo, as lanchas Dragão e Escorpião, uma força de fuzileiros e os mergulhadores.
Este exercício, que contempla o disparo de mísseis, operação de veículos autónomos e desembarques anfíbios, contribuirá de forma significativa para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e interoperabilidade das unidades participantes, bem como a coesão de todas as forças e comandos envolvidos, nomeadamente da Força Naval Portuguesa e da Força Marítima Europeia.
Após dois dias de treinos na Base Naval de Lisboa, navios, fuzileiros e mergulhadores estão prontos para iniciar a fase de mar deste exercício que conta com a participação da Força Aérea Portuguesa e das Marinhas de Espanha, França, Itália e Estados Unidos. O exercício termina no dia 28 de Junho e conta com a participação de cerca de 1700 militares.
O CONTEX-PHIBEX 19 é um exercício naval e anfíbio que tem como objectivo melhorar a proficiência da esquadra da Marinha Portuguesa e dos fuzileiros que, juntamente com as outras forças e unidades aliadas, interagem perante um cenário multidimensional, no âmbito das operações de resposta a crise.
Durante a participação no exercício, a fragata Corte-Real vai comandar a Força Naval Europeia (EUROMARFOR), composta por navios das Marinhas de França, Itália, Portugal e Espanha. A Marinha Portuguesa irá também empenhar a fragata Álvares Cabral, os navios patrulha oceânicos Setúbal e Figueira da Foz, o submarino Tridente, o navio reabastecedor Bérrio, o navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho, o navio patrulha costeiro Tejo, as lanchas Dragão e Escorpião, uma força de fuzileiros e os mergulhadores.
Este exercício, que contempla o disparo de mísseis, operação de veículos autónomos e desembarques anfíbios, contribuirá de forma significativa para a manutenção dos elevados padrões de prontidão e interoperabilidade das unidades participantes, bem como a coesão de todas as forças e comandos envolvidos, nomeadamente da Força Naval Portuguesa e da Força Marítima Europeia.
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6 de fevereiro de 2019
Baptismo do NRP Setúbal
(MGP)Na cerimónia de hoje estiveram presentes o Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, e o Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante António Mendes Calado.
O mais recente navio patrulha oceânico da Marinha terá como madrinha a Dra. Jessica Rachel Hallett.
O NRP Setúbal é o quarto navio da classe "Viana do Castelo", todos construídos em Portugal. O NRP Setúbal junta-se assim ao NRP Viana do Castelo, NRP Figueira da Foz e NRP Sines, actualmente no activo. Estes navios vêm substituir as corvetas com mais de 40 anos. O NRP Setúbal é comandado pelo capitão-tenente Rui Zambujo Madeira e tem uma guarnição de 44 elementos.
O mais recente navio patrulha oceânico da Marinha terá como madrinha a Dra. Jessica Rachel Hallett.
O NRP Setúbal é o quarto navio da classe "Viana do Castelo", todos construídos em Portugal. O NRP Setúbal junta-se assim ao NRP Viana do Castelo, NRP Figueira da Foz e NRP Sines, actualmente no activo. Estes navios vêm substituir as corvetas com mais de 40 anos. O NRP Setúbal é comandado pelo capitão-tenente Rui Zambujo Madeira e tem uma guarnição de 44 elementos.
Ministro da Defesa no Baptismo do NRP Setúbal
(Defesa)O Ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, esteve hoje presente na cerimónia de Baptismo do NRP Setúbal, o mais recente navio patrulha oceânico da Marinha. A cerimónia, onde também esteve presente o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Mendes Calado, realizou-se nos Estaleiros da West Sea, em Viana do Castelo.
O Ministro felicitou todos os que estiveram envolvidos neste projecto de construção, “é com grande satisfação que hoje testemunhamos o renovar de dinamismo que se faz sentir nestas instalações históricas e é com confiança no futuro da indústria naval portuguesa que hoje participamos na entrega de mais um navio fundamental para a Marinha”.
Para o Ministro da Defesa, esta cerimónia de enorme tradição assinalou o inicio de uma nova etapa não só para o navio e respectiva guarnição, mas para todos os portugueses. “Para o nosso país é fundamental dotar as nossas Forças Armadas dos meios essenciais à sua acção, mas temos também de saber dotar o país de capacidade autónoma de desenvolvimento desses meios”, frisou o Ministro.
João Cravinho Gomes salientou a urgência na construção de novos navios patrulha oceânicos, uma vez que a sua interoperabilidade se adequa ao vasto conjunto de funções desempenhadas pela Marinha. “A modernização da esquadra naval portuguesa corresponde ao desígnio de termos uma Marinha capacitada, comprometida e atenta às suas responsabilidades”, acrescentou.
No seu discurso, o Ministro destacou ainda que “temos obrigação de dotar o nosso País dos meios necessários para responder às responsabilidades decorrentes da sua localização geográfica e dos compromissos internacionais que assumimos no âmbito das Nações Unidas, da NATO e da União Europeia”.
As palavras finais foram dirigidas ao NRP Setúbal, ao seu comandante o Capitão-tenente Rui Zambujo Madeira e à guarnição de 44 elementos. Desejando as maiores felicidades a todos, o Ministro da Defesa afirmou “estar plenamente confiante que saberão cuidar deste investimento que os portugueses vos confiam e que levarão a cabo a missão que vos é confiada exactamente com o brio e o espírito de missão que tão bem caracteriza a forma de atuar da nossa Marinha”
O NRP Setúbal teve como madrinha a Dra. Jessica Rachel Hallett.”
O Ministro felicitou todos os que estiveram envolvidos neste projecto de construção, “é com grande satisfação que hoje testemunhamos o renovar de dinamismo que se faz sentir nestas instalações históricas e é com confiança no futuro da indústria naval portuguesa que hoje participamos na entrega de mais um navio fundamental para a Marinha”.
Para o Ministro da Defesa, esta cerimónia de enorme tradição assinalou o inicio de uma nova etapa não só para o navio e respectiva guarnição, mas para todos os portugueses. “Para o nosso país é fundamental dotar as nossas Forças Armadas dos meios essenciais à sua acção, mas temos também de saber dotar o país de capacidade autónoma de desenvolvimento desses meios”, frisou o Ministro.
João Cravinho Gomes salientou a urgência na construção de novos navios patrulha oceânicos, uma vez que a sua interoperabilidade se adequa ao vasto conjunto de funções desempenhadas pela Marinha. “A modernização da esquadra naval portuguesa corresponde ao desígnio de termos uma Marinha capacitada, comprometida e atenta às suas responsabilidades”, acrescentou.
No seu discurso, o Ministro destacou ainda que “temos obrigação de dotar o nosso País dos meios necessários para responder às responsabilidades decorrentes da sua localização geográfica e dos compromissos internacionais que assumimos no âmbito das Nações Unidas, da NATO e da União Europeia”.
As palavras finais foram dirigidas ao NRP Setúbal, ao seu comandante o Capitão-tenente Rui Zambujo Madeira e à guarnição de 44 elementos. Desejando as maiores felicidades a todos, o Ministro da Defesa afirmou “estar plenamente confiante que saberão cuidar deste investimento que os portugueses vos confiam e que levarão a cabo a missão que vos é confiada exactamente com o brio e o espírito de missão que tão bem caracteriza a forma de atuar da nossa Marinha”
O NRP Setúbal teve como madrinha a Dra. Jessica Rachel Hallett.”
28 de dezembro de 2018
NRP Setúbal é o mais recente navio da Marinha
(MGP)O NRP Setúbal, que foi hoje aumentado ao efectivo dos navios da Marinha, é o quarto navio da classe "Viana do Castelo", todos construídos em Portugal. O NRP Setúbal junta-se assim ao NRP Viana do Castelo, NRP Figueira da Foz e NRP Sines, actualmente no activo. Estes navios vêm substituir as corvetas com mais de 40 anos.
O Comandante Rui Zambujo Madeira, pertence à classe de Marinha, é mergulhador de especialização, tem 42 anos e é natural de Lisboa, tendo ingressado na Marinha em 1994. Ao longo da sua carreira já realizou diversas missões nacionais e internacionais. O comandante Zambujo Madeira foi o último comandante do NRP Jacinto Cândido, navio que passou ao estado de desarmamento no dia 15 de Novembro de 2018.
O Comandante Rui Zambujo Madeira, pertence à classe de Marinha, é mergulhador de especialização, tem 42 anos e é natural de Lisboa, tendo ingressado na Marinha em 1994. Ao longo da sua carreira já realizou diversas missões nacionais e internacionais. O comandante Zambujo Madeira foi o último comandante do NRP Jacinto Cândido, navio que passou ao estado de desarmamento no dia 15 de Novembro de 2018.
14 de setembro de 2017
FLUTUAÇÃO DO NRP SETÚBAL
Teve lugar ontem, dia 13 de Setembro, nos estaleiros da West Sea (Viana do Castelo) a flutuação do futuro navio patrulha oceânico da Marinha, o NRP Setúbal. O navio foi movimentado para o cais esta manhã, onde irão decorrer as fases seguintes de construção.
A flutuação deste navio ocorreu com dois meses de avanço relativamente ao planeamento contratual, o que permite que a Marinha encare de forma optimista a complexa fase dos primeiros arranques dos sistemas, testes, provas e correcções inerentes a uma nova construção. A entrega deste navio à Marinha está prevista para Junho de 2018.
O futuro NRP Setúbal será o 4º navio da classe de navios patrulha oceânicos (NPO) construídos em Viana do Castelo.
Neste momento já se encontram ao serviço da Marinha o NRP Viana do Castelo, que dá nome à classe, e o NRP Figueira da Foz.
Os navios patrulha oceânicos do projecto NPO 2000 são navios utilizados prioritariamente em missões de segurança e Autoridade do Estado, e missões de interesse público. São navios versáteis, com longa autonomia e com grande capacidade de operar em condições extremas de mar. (MGP)
A flutuação deste navio ocorreu com dois meses de avanço relativamente ao planeamento contratual, o que permite que a Marinha encare de forma optimista a complexa fase dos primeiros arranques dos sistemas, testes, provas e correcções inerentes a uma nova construção. A entrega deste navio à Marinha está prevista para Junho de 2018.
O futuro NRP Setúbal será o 4º navio da classe de navios patrulha oceânicos (NPO) construídos em Viana do Castelo.
Neste momento já se encontram ao serviço da Marinha o NRP Viana do Castelo, que dá nome à classe, e o NRP Figueira da Foz.
Os navios patrulha oceânicos do projecto NPO 2000 são navios utilizados prioritariamente em missões de segurança e Autoridade do Estado, e missões de interesse público. São navios versáteis, com longa autonomia e com grande capacidade de operar em condições extremas de mar. (MGP)
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