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18 de maio de 2021

Selo presta homenagem aos 30 anos das fragatas da Classe Vasco da Gama

(Marinha)Decorreu esta manhã, a bordo da fragata Álvares Cabral, na Base Naval do Alfeite, a cerimónia de lançamento dos selos alusivos aos 30 anos das fragatas da classe Vasco da Gama, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante António Mendes Calado. A cerimónia contou com a presença e intervenção do Diretor da Filatelia dos CTT, Dr. Raul Moreira.

A Bandeira Nacional foi içada, pela primeira vez, a bordo das fragatas NRP Vasco da Gama, NRP Álvares Cabral e NRP Corte-Real no ano de 1991. Nestes trinta anos ao serviço de Portugal, os três navios da classe Vasco da Gama participaram em inúmeras missões e operações em todo o mundo, desempenhando diversas tarefas e representando Portugal em defesa dos interesses nacionais em várias partes do globo, designadamente nos oceanos Atlântico e Índico, no mar Mediterrâneo, no mar do Norte, no mar Adriático e no mar Báltico, entre outros.

A entrada das três fragatas da classe Vasco da Gama ao serviço da Marinha representou a atualização e modernização de procedimentos e conceitos operacionais que permitiram atualizar a esquadra e todo o universo que a rodeia, como o apoio logístico, a formação e o Treino. Permitiu ainda à Marinha continuar como uma importante parceira junto das organizações internacionais.

A fragata Vasco da Gama é o primeiro navio da classe e foi em 18 de janeiro de 1991 que a Bandeira Nacional foi içada a bordo, pela primeira vez.

O NRP Álvares Cabral é o segundo navio da classe Vasco da Gama foi aumentado ao efetivo dos navios da Marinha no dia 24 de maio de 1991.

A fragata Corte-Real é o terceiro e ultimo navio desta classe tendo sido aumentada ao efetivo em 22 de novembro de 1991.

Ao longo destes 30 anos, os três navios da Marinha já navegaram mais de 500 mil milhas náuticas cada um, cumprindo as mais diversas missões ao serviço de Portugal, o que perfaz mais de 1.500 mil milhas no total, o equivalente a mais de 70 voltas ao mundo.

23 de outubro de 2018

Fragatas da classe "Vasco da Gama" vão perder capacidade de combate

Os três navios da classe Vasco da Gama perdem a capacidade de combate em teatros de alta intensidade no final desta década.

Essas fragatas "vão ser o parente pobre" dos programas de modernização da Marinha para os próximos anos, assumiu esta segunda-feira uma das fontes ouvidas pelo DN.

Esta informação terá sido um dos temas abordados durante a primeira visita oficial realizada esta segunda-feira à Marinha pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante Silva Ribeiro - que está a par do assunto por ter participado nos trabalhos de revisão da Lei de Programação Militar (LPM).

O porta-voz da Marinha, comandante Pereira da Fonseca, confirmou a informação ao DN, mas sublinhando que os navios vão manter capacidade de combate nas operações mais frequentes e que são de baixa e média intensidade - como a luta contra a pirataria ou de interdição marítima.

Em causa está o não haver dinheiro para tudo, no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar (LPM) em curso, obrigando a fazer opções. Contudo, a aquisição de novos patrulhas oceânicos, do navio reabastecedor e de um navio polivalente logístico deverá ser feita a estaleiros portugueses e a própria compra de equipamentos, na máxima extensão possível, ​​​​à indústria nacional.

As três fragatas da classe Vasco da Gama - ou MEKO 200 - foram construídas no início dos anos 1990 pelos estaleiros alemães de Kiel e uma das suas grandes mais-valias operacionais, a par do salto tecnológico que deu à Marinha, assentou na existência de helicópteros a bordo.

O primeiro dos navios a entrar ao serviço da Marinha - e que deu o nome a essa classe de escoltas oceânicos - foi a Vasco da Gama, em Janeiro de 1991. Quatro meses depois foi adicionada ao efectivo naval a Álvares Cabral e, em Novembro do mesmo ano, chegou a Corte Real.

Com um cumprimento de 115,9 metros e uma boca máxima (largura) de 14,2 metros, esses navios têm capacidade para deslocar 3200 toneladas - e uma das suas primeiras missões foi precisamente num cenário de alta intensidade ao serviço da NATO: o Adriático, em 1995 e no quadro das guerras balcânicas.

Modernização

A capacidade da Marinha para intervir em ambientes de alta intensidade vai assim ficar limitada aos dois navios da classe Bartolomeu Dias, construídos também no início dos anos 1990 mas em estaleiros holandeses.

As duas fragatas foram adquiridas em segunda mão à Holanda, onde eram designadas como Karel Doorman: a Bartolomeu Dias chegou em 2009 e a D.Francisco de Almeida um ano depois, em Janeiro 2010.

A primeira está precisamente a modernizar os seus sistemas de combate (radares, armamento, mísseis) e vai mesmo receber um mastro novo, processo a que vai ser sujeita a D. Francisco de Almeida no próximo ano - alargando a sua vida útil operacional por mais de duas décadas.

Quanto às da classe Vasco da Gama, a sua modernização - já iniciada - vai limitar-se aos sistemas da plataforma, através da qual é feito o controlo da propulsão (motores e turbinas), das avarias, da produção e distribuição de energia, ar condicionado e água ou das bombas de combustível e de lemes, entre outros meios auxiliares de funcionamento dos navios.

Essa actualização também permitirá prolongar a vida útil das Vasco da Gama por cerca de duas décadas para as referidas operações de baixa e média intensidade, adiantaram as fontes.

Note-se que a revisão da LPM inclui também os helicópteros Lynx, com novas motorizações e sonares a par da modernização do cockpit. (DN)

31 de janeiro de 2017

FRAGATA VASCO DA GAMA REGRESSA A LISBOA APÓS TER TERMINADO A SUA PARTICIPAÇÃO NA OPERAÇÃO TRITON

A fragata VASCO DA GAMA terminou, no dia 27 de Janeiro, a sua participação na Operação TRITON, que decorreu no Mediterrâneo Central, a sul e leste da Itália, no âmbito da agência FRONTEX.

Esta operação, visou contribuir para a redução do fluxo de migração irregular em direcção às fronteiras externas da União Europeia e combater o crime transfronteiriço, conta com a participação de meios aéreos e navais de diversos países da União Europeia e do espaço Schengen.

Nos 59 dias em que participou na operação, o navio realizou um total de 998 horas de patrulha, percorreu 10 800 milhas, detectou 2 embarcações suspeitas e questionou 8 navios mercantes, 1 embarcação de recreio e 2 embarcações de pesca.

A fragata VASCO DA GAMA teve embarcados 149 militares, incluindo duas equipas de abordagem compostas por militares fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica. Esteve ainda embarcado um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. (Emgfa)

24 de janeiro de 2017

FRAGATA VASCO DA GAMA PATRULHA MAIS DE 960 HORAS NO MEDITERRÂNEO

O navio da Marinha, que largou de Portugal no dia 27 de Novembro, realizou, até à data, um total de 960 horas de patrulha no mar, tendo, durante este período, detectado dois contactos suspeitos e realizado questionários a duas embarcações de pesca, uma embarcação de recreio e nove embarcações mercantes.

Na última semana, o NRP Vasco da Gama foi empregue numa área a leste da ilha de Sicília, a fim detectar embarcações que utilizem a rota do Mediterrâneo oriental para o tráfego de migrantes em direcção ao continente europeu.

A operação TRITON tem como objectivo principal contribuir para a redução do fluxo de migração irregular em direcção às fronteiras externas da União Europeia, reduzindo simultaneamente o flagelo de perdas de vidas no mar, através da presença permanente de meios com capacidade para executar operações de salvamento marítimo de pessoas em massa, contando com a participação de meios aéreos, marítimos e navais de diversos países.

O navio da Marinha regressa a Portugal em Fevereiro. (MGP)

4 de janeiro de 2017

FRAGATA VASCO DA GAMA PROSSEGUE MISSÃO DE SEGURANÇA MARÍTIMA NO MEDITERRÂNEO

No âmbito dos compromissos assumidos por Portugal no seio da União Europeia, esta missão representa o contributo nacional para a redução do fluxo de migração irregular em direcção às fronteiras externas da União Europeia, contribuindo também para a redução de perda de vidas humanas no mar.

A fragata Vasco da Gama realizou, até à data, um total de 539 horas de patrulha nas fronteiras marítimas da União Europeia, tendo detectado dois contactos suspeitos e interrogado seis navios mercantes. O navio tem ainda realizado vários exercícios de treino interno para manutenção das perícias e capacidades que este tipo de missão exige, nomeadamente salvamento de náufragos em massa. (Fonte: MGP)

27 de abril de 2016

Chegada a Lisboa da fragata Vasco da Gama

A fragata NRP VASCO DA GAMA, regressa hoje (27 de Abril) à Base Naval de Lisboa, após ter participado desde o dia 29 de Fevereiro numa missão na costa ocidental africana. A missão enquadrou-se no âmbito das Forças Nacionais Destacadas tendo em vista contribuir para o esforço da comunidade internacional no apoio à capacitação dos países da região do Golfo da Guiné na segurança marítima. Visou, ainda, a presença nacional junto de países africanos de língua portuguesa, dinamizando os projectos em curso de cooperação técnico-militar, escalando para o efeito os portos de Luanda e Lobito (Angola), da Cidade da Praia e Mindelo (Cabo Verde), São Tomé (São Tomé e Prínicipe), com escalas logísticas em Ponta Negra (Congo) e Tema (Gana).

Para a consecução desses objectivos o navio participou nos exercícios OBANGAME/SAHARAN EXPRESS 2016 promovidos pelo US Naval Forces Africa (NAVAF), sob o Comando do US AFRICOM, no Golfo da Guiné. Em simultâneo, e em acções bilaterais de treino e formação com as guardas costeiras e Marinhas de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Angola, tendo em vista potenciar as capacidades de defesa e segurança marítima, e as relações de amizade e confiança entre os países de língua portuguesa.

A fragata VASCO DA GAMA, teve embarcados 186 militares, entre os quais uma secção de fuzileiros com equipas de abordagem, uma equipa de mergulhadores de combate, e uma equipa médica para treino e assistência humanitária. Embarcaram ainda vários militares convidados de Marinhas Amigas e Aliadas, designadamente, do Brasil, de Espanha, dos Estados Unidos da América e do Reino Unido. (Fonte:Emgfa)

9 de abril de 2016

FRAGATA NRP VASCO DA GAMA VISITA SÃO TOMÉ E PRINCIPE

A fragata NRP VASCO DA GAMA, no âmbito das Forças Nacionais Destacadas, fundeou na Baía de Ana Chaves, em São Tomé e Príncipe, no período de 04 a 06 de Abril.

Esta visita visou apoiar os projectos em curso no domínio da cooperação técnico-militar, potenciando as capacidades de defesa e segurança marítima, e as relações de amizade e confiança entre os dois países.

A presença do navio na Baía de Ana Chaves, ilha São Tomé, permitiu ainda renovar o espírito de equipa e generosidade da sua guarnição mediante uma iniciativa solidária que recolheu junto dos seus elementos, famílias e amigos, diversos livros escolares e brinquedos, e entregou a uma missão da Igreja Católica em Neves, Lembá.

Pouco horas antes de o navio suspender e largar para uma escala logística em Tema, no Gana, ainda recebeu a visita de Sua Excelência o Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe e outros membros do Governo, tendo sublinhado o "reconhecimento das excelentes relações entre Portugal e São Tomé e Príncipe no domínio da defesa e do mar". (Emgfa)

7 de abril de 2016

Fragata Vasco da Gama reforça cooperação militar em Cabo Verde

Em declarações à agência Lusa, o adido de Defesa de Portugal em Cabo Verde, comandante Pinto e Lobo, explicou que a fragata ficará na Praia até quarta-feira, período durante o qual realizará acções para "reforço da formação na área da cooperação técnico-militar" com fuzileiros cabo-verdianos.

O navio segue depois para o Golfo da Guiné para participar nos exercícios "Saharan Express" e "Obangame 2015".

Estes dois exercícios fazem parte dos quatro exercícios marítimos regionais promovidos anualmente em África pela marinha norte-americana, integrados no programa Africa Partnership Station.

Com a participação de forças de países da NATO e africanos, o objectivo principal destes exercícios é o fortalecimento de parcerias marítimas globais através de actividades de formação e de colaboração para melhoraria da segurança marítima nas regiões do Golfo da Guiné e da costa ocidental africana.

A fragata regressará a Cabo Verde, ao porto do Mindelo, na ilha de São Vicente, a 17 de Abril para mais exercícios envolvendo militares cabo-verdianos, devendo deixar São Vicente em direcção a Portugal a 19 de Abril.

A Vasco da Gama zarpou da Base Naval de Lisboa a 29 de Fevereiro para uma missão que terá a duração de dois meses.

A missão visa contribuir para o esforço da comunidade internacional na capacitação dos países da região do Golfo da Guiné na segurança marítima e marcar presença junto dos países africanos de língua portuguesa, através da dinamização dos projectos em curso de cooperação técnico militar.

Além da participação nos exercícios do US Africom, o navio participará em acções bilaterais de treino e formação com as guardas costeiras e marinhas de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Angola.

A fragata Vasco da Gama é comandada pelo capitão-de-fragata Neves Rodrigues, tem embarcados 185 militares, incluindo uma secção de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores de combate e uma equipa médica de treino e assistência humanitária.

Durante a missão irá embarcar vários militares de marinhas de países da região, nomeadamente de Angola.

Em 2015, Portugal participou nestes exercícios navais com a fragata Bartolomeu Dias. (Lusa/Sapo)

18 de março de 2016

Fragata NRP VASCO DA GAMA visita Angola

A fragata NRP VASCO DA GAMA, no âmbito das Forças Nacionais Destacadas, participando em missão na costa ocidental africana, tem previsto visitar os portos de Luanda (23 a 27 de Março) e do Lobito (29 a 31 de Março), em Angola.Esta visita visa apoiar os projectos em curso no domínio da cooperação técnico-militar, potenciando as capacidades de defesa e segurança marítima, e as relações de amizade e confiança entre os dois países.

Antes da visita o navio participará no exercício OBANGAME/SAHARAN EXPRESS 2016 promovido pelo USNaval Forces Africa (NAVAF), sob o Comando do US AFRICOM, no Golfo da Guiné. Este exercício visa contribuir para o esforço da comunidade internacional na capacitação dos países da região do Golfo da Guiné na segurança marítima. Durante esse exercício a fragata NRP VASCO DA GAMA realizará várias interacções de treino e formação com equipas das Forças Armadas de Angola, e com o Centro de Operações Marítimas em Luanda.

A fragata VASCO DA GAMA é comandada pelo capitão-de-fragata Neves Rodrigues, tem embarcados 185 militares, incluindo uma secção de fuzileiros com equipas de abordagem, uma equipa de mergulhadores de combate, e uma equipa médica para treino e assistência humanitária. Tem ainda embarcados vários militares convidados de Marinhas Amigas e Aliadas. (Emgfa)

10 de março de 2016

FRAGATA VASCO DA GAMA APOIA ACTIVIDADES DE COOPERAÇÃO EM CABO VERDE

A fragata NRP VASCO DA GAMA largou do porto da Praia, Cabo Verde, onde esteve atracada entre os dias 06 e 09 de Março de 2016, assegurando o apoio aos projectos em curso de cooperação técnico-militar (CTM) e a presença nacional junto das comunidades locais e de portugueses que residem e trabalham na ilha de Santiago.

As actividades de apoio à CTM permitiram potenciar as relações de amizade e confiança com as Forças Armadas de Cabo Verde, incidindo no treino e formação no âmbito das operações de segurança marítima, em especial, nas acções de abordagem com meios de superfície, e natação de combate e o socorrismo em combate.

A presença da Vasco da Gama no porto da Praia permitiu ainda renovar o espírito de equipa e generosidade da sua guarnição mediante uma iniciativa solidária que recolheu junto dos seus elementos, famílias e amigos, diversos livros escolares e brinquedos, e entregou às escolas de S. Lourenço dos Órgãos, no interior da Ilha de Santiago.

O navio segue agora para o exercício OBANGAME/SAHARAN EXPRESS 16 que se inicia no dia 18 de Março e decorre até ao dia 23 de Março. Este é um exercício promovido pelo Comando das Forças Americanas em África que têm como objectivo reforçar as capacidades de segurança marítima dos Estados do Golfo da Guiné. (Emgfa)

18 de janeiro de 2016

Fragata NRP Vasco da Gama "25 anos a servir Portugal"

A classe Vasco da Gama é de concepção alemã dos estaleiros Blohm & Voss, é composta pelo NRP Vasco da Gama, NRP Álvares Cabral e NRP Corte Real, estes navios têm representado e defendido o País e os interesses nacionais em vários cenários de crise, destacando-se missões de combate ao terrorismo, à pirataria, ajuda humanitária, entre outras. O projecto para a construção de três fragatas desta classe foi autorizado pelo governo português em 1985 e o primeiro navio chegou a Portugal em Janeiro de 1991.

Para assinalar a efeméride o NRP Vasco da Gama, navio que dá o nome à classe, irá atracar no cais do Jardim do Tabaco e abrirá gratuitamente a visitas no dia 19 de Janeiro, das 10h00 às 18h00. (Marinha)

6 de junho de 2014

FRAGATA VASCO DA GAMA INTEGRA A EUROPEAN MARITIME FORCE

A Fragata Vasco da Gama largou da Base Naval de Lisboa em 5 de Junho, dirigindo-se para a Base Naval de Rota, no sul de Espanha, onde ocorrerá a integração na força tarefa da EMF.

O objetivo do MCE14 visa testar a interoperabilidade entre as unidades da EUROMARFOR e da Marinha Real Marroquina em diversas áreas das operações navais, como sejam a busca e salvamento marítimo, segurança marítima, comunicações e manobras e evoluções, contribuindo desta forma para a segurança e estabilidade na faixa marítima entre o sul da Europa e o Norte de África. Este exercício incluirá uma visita a Casablanca (Marrocos), de 9 a 11 de Junho, e será dividido em duas fases:

- Fase de terra: com os navios da EMF atracados em Casablanca, onde decorrerão reuniões setoriais, palestras e ações de formação para militares da Marinha Real Marroquina.

- Fase de mar: que decorre de 11 a 13 de Junho e conta com a participação de uma unidade naval marroquina, a operar em conjunto com a força tarefa da EMF.

A EUROMARFOR é uma Força Marítima Europeia que visa a segurança e defesa da União Europeia em ambiente marítimo através da condução de operações navais, aéreas e anfíbias. A sua composição depende da missão atribuída.

A EUROMARFOR foi criada em 1995 pela França, Itália, Portugal e Espanha na sequência da Declaração de Petersberg (1992). As quatro nações fundaram uma Força Marítima Multinacional com capacidade para ser empregue de forma independente ou em conjunto com outras forças em missões humanitárias ou de evacuação de não combatentes, de manutenção de paz e de combate.

A EUROMARFOR é uma força naval multinacional, não permanente, podendo ser ativada num prazo máximo de cinco dias. (MGP)

17 de fevereiro de 2013

Fragata Vasco da Gama participa em programa de treino da Marinha Espanhola

No âmbito do aprontamento para assumir a função de navio de reserva da Operação ATALANTA a partir de 15 de Março de 2013, a fragata “Vasco da Gama” participa, entre 18 e 21 de Fevereiro, no programa de treino da fragata espanhola “Numancia” que decorre no Golfo de Cádis.

Este treino, que se realiza ao abrigo de um acordo bilateral entre as marinhas de Portugal e Espanha, irá incidir em acções de segurança marítima, mais concretamente, no combate à pirataria, escolta a navios, controlo de emigração ilegal e apoio a navios sinistrados.

Realizar-se-á sob a égide do centro de treino da marinha espanhola, Centro de Valoración y Apoyo a la Calificación Operativa para el Combate (CEVACO), contando também com a colaboração de militares do Centro Integrado de Treino e Avaliação Naval (CITAN), da Marinha Portuguesa.

A operação ATALANTA é uma missão da força naval europeia (EU NAVFOR) para a proteção dos navios do Programa Alimentar Mundial e para o combate à pirataria no Golfo de Aden e na costa da Somália.

A fragata Vasco da Gama foi construída em 1990, nos estaleiros Blohm & Voss (Hamburgo, Alemanha), sendo o primeiro dos três navios da classe “Vasco da Gama”.

Desde o seu aumento ao efetivo da Armada, em 18 de Janeiro de 1991, tem representado e defendido o país e os interesses nacionais em vários cenários, designadamente em Angola, mar adriático, Guiné-Bissau, Timor-Leste, mar mediterrâneo oriental e oceano índico (Somália).

A fragata Vasco da Gama é comandada pelo Capitão-de-fragata Ricardo Freitas Braz e a sua guarnição é constituída por 194 militares: 22 oficiais, 50 sargentos e 122 praças. Tem embarcado um helicóptero orgânico e duas equipas de abordagem. (MGP)

5 de maio de 2012

Força de Reação Imediata já iniciou o regresso a Portugal

Parte dos meios da Força de Reação Imediata (FRI) portuguesa enviada, em meados de Abril, para Cabo Verde, na sequência de um golpe de Estado na Guiné-Bissau, começou hoje a regressar a Portugal. O objetivo do envio fora o de, se necessário, resgatar cidadãos portugueses e europeus daquela antiga colónia caso o conflito político-militar se agravasse.

No entanto, nos últimos 15 dias, a evolução da situação permitiu fazer uma avaliação mais favorável quanto à segurança dos portugueses na Guiné, abrindo caminho à retração do dispositivo militar português na região.

"O evoluir da situação, nomeadamente a alteração de circunstâncias (a reabertura do espaço aéreo e o desenvolvimento político e diplomático dos últimos 15 dias) faz com que a presente avaliação de risco permita a retração, já hoje, de parte da força", afirmou esta sexta-feira, 4, José Pedro Aguiar Branco, numa entrevista à VISÃO, que será publicada na edição da próxima quinta-feira.

Desse modo, a fragata Vasco da Gama e o navio reabastecedor Bérrio da Marinha iniciaram o seu regresso a Portugal. Na região vão permanecer ainda os navios Bartolomeu Dias (fragata) e Batista de Andrade (corveta).

A ordem de partida para África foi dada a 13 de abril, e 48 horas depois já a Vasco da Gama, a Bartolomeu Dias e o Bérrio se encontravam a caminho.

"Podemos estar todos satisfeitos com a capacidade que as Forças Armadas têm para poder estar em prontidão dessa forma, o que obriga a muito treino, muito ensaio, disciplina e rigor durante o tempo em que não há exposição mediática", comentou o ministro.

Entretanto, num comunicado, o Ministério anunciou que a decisão "tem em conta não só as condições de segurança em que a comunidade portuguesa na Guiné Bissau se encontra, como também o facto de se verificar uma situação de abertura das fronteiras terrestres, marítimas e aéreas que tem permitido um fluxo normal de entradas e saídas do território".

O Executivo garante que continuará a seguir a situação na Guiné-Bissau, e que não deixará de assumir novas medidas de prontidão de forças adequadas para responder a quaisquer eventualidades que coloquem em causa a segurança da comunidade portuguesa.(Visão)

17 de abril de 2012

A corveta 'Baptista de Andrade' e a fragata 'Vasco da Gama' já estão a caminho da Guiné-Bissau

A corveta 'Baptista de Andrade' deixou a Madeira às 19 horas, após reabastecimento, e dirige-se com a fragata 'Vasco da Gama' para uma missão de eventual resgate de portugueses da Guiné-Bissau.


A corveta, que integra a Força de Reacção Imediata (FRI), atracou no porto do Caniçal, no concelho de Machico, às 12h10, constatou a Lusa no local. Uma hora mais tarde chegou o navio balizador 'Shultz Xavier', que saiu pelas 17h45.

«A corveta aproveitou a passagem ao largo da Madeira para reabastecer de víveres e água potável, de forma a recompletar a sua capacidade em termos logísticos, dado desconhecer-se o período de duração da missão», informou o capitão de fragata e relações públicas da Estado-Maior General das Forças Armadas, Ramos de Oliveira.

Ramos de Oliveira esclareceu que, durante o período do reabastecimento logístico da corveta, a fragata 'Vasco da Gama' que integra também a FRI »manteve-se ao largo da Madeira», explicando que «ambas vão prosseguir a missão juntas».

A FRI, que inclui ainda um avião P-3 Orion, partiu ao início da tarde de domingo para Cabo Verde, com o objectivo de, caso seja necessário, apoiar as operações de retirada de cidadãos portugueses da Guiné-Bissau, país que foi alvo de um golpe de Estado na quinta-feira.

Neste dia, fonte oficial do Ministério da Defesa afirmou à Lusa que os militares portugueses não têm qualquer operação definida para já e que esta decisão acontece na sequência do aumento do nível de prontidão da FRI.

«O objectivo desta decisão é ficarmos mais próximos da Guiné-Bissau caso venha a ser necessário proceder a uma missão de retirada de cidadãos portugueses e de pessoas de outras nacionalidades», referiu esta fonte.

A decisão de aumentar o nível de prontidão da FRI foi conhecida na sexta-feira, um dia depois do golpe de Estado de um auto denominado Comando Militar na Guiné-Bissau.

A FRI tem meios dos três ramos das Forças Armadas que variam consoante o tipo de missão, pode ser deslocada em 72 horas e é comandada pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.

Na quinta-feira à noite um grupo de militares guineenses atacou a residência do primeiro-ministro e candidato presidencial, Carlos Gomes Júnior, e ocupou vários pontos estratégicos da capital da Guiné-Bissau.

Desde esse dia que se desconhece o paradeiro de Carlos Gomes Júnior e do Presidente interino, Raimundo Pereira.

A acção foi justificada por um auto denominado Comando Militar, cuja composição se desconhece, como visando defender as Forças Armadas de uma alegada agressão de militares angolanos, que teria sido autorizada pelos chefes do Estado interino e do Governo. Lusa/SOL

15 de abril de 2012

Marinha Portuguesa parte hoje para a Guiné-Bissau

A corveta António Enes faz parte do regimento enviado para o território.

A Marinha portuguesa deverá partir hoje para a Guiné-Bissau. Além deste, está prevista a ida do NRP Bérrio - um navio de apoio logístico -, a fragata Vasco da Gama e um submarino.

Ao que o Diário Económico conseguiu apurar, a decisão surge no âmbito da reunião entre o ministro da Defesa Nacional e quatro outros chefes militares que estão a avaliar a eventual deslocação de trocas portuguesas ao país. Em causa está o golpe de Estado da Guiné-Bissau, que irrompeu ontem.

Contactado pelo Diário Económico, fonte do gabinete do ministério da Defesa admite que a "força de reacção imediata se encontra num estado de prontidão considerado adequado para a situação em curso", não sendo possível, no entanto, confirmar se a força naval parte já dentro de dois dias.
A mesma fonte esclareceu que o objectivo desta movimentação é apenas para o eventual resgate de cidadãos portugueses e não há qualquer projecto de intervenção militar. "Está a ser feito um acompanhamento normal de uma situação deste género", garantiu. (DE)

30 de agosto de 2011

Visita do Ministro da Defesa Nacional ao NRP Vasco da Gama, por ocasião da chegada do navio da Operação “ATALANTA”

O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, visitou o NRP "Vasco da Gama", por ocasião da chegada do navio da Somália, no dia 27 de Agosto.

O Ministro da Defesa Nacional embarcou numa lancha que o transportou ao NRP "Vasco da Gama" onde proferiu uma alocução à guarnição do navio. Assistiu ao briefing de missão “Comando Português da EUNAVFOR na Operação ATALANTA”, visitou o convés de voo, o Centro de Operações e a Ponte desta unidade naval. O Ministro da Defesa Nacional desembarcou na Base Naval de Lisboa, no Alfeite. (MDN)

27 de agosto de 2011

NRP Vasco da Gama regressa a Lisboa

Regressou hoje a Lisboa a Fragata "Vasco da Gama" que, desde o dia 13 de Abril de 2011, esteve integrada na Força Naval da União Europeia (EUNAVFOR), no âmbito do apoio à política externa do estado português.

Durante o período em que integrou a EUNAFOR a fragata teve a bordo o Comandante da Operação Atalanta, Comodoro Silvestre Correia. Esta missão da força naval da UE tem como pricipais objectivos proteger os navios do Programa Alimentar Mundial (WFP) que transportam ajuda humanitária ao povo da Somália e os navios de apoio logístico à força de manutenção de paz na Somália da União Africana (AMISOM), bem como o combate à pirataria no Oceano Indico Ocidental.
A participação da "Vasco da Gama" teve a duração de 4 meses, contabilizando 87 dias no mar, durante os quais executou diversas tarefas onde se destacam as escoltas a um navio da AMISOM, patrulhas no Corredor de Transito Internacional Recomendado (IRTC) no Golfo de Aden e missões de reconhecimento e recolha de informações ao longo da costa da Somália.

A "Vasco da Gama" integrou a EUNAVFOR num período em que o fenómeno meteorológico da monção de Sudoeste (vento forte e ondulação) ainda não se fazia sentir, pelo que os actos de pirataria eram intensos contra navios mercantes em todo o Oceano Indico Ocidental. Das tarefas efectuadas destacam-se, entre outras, duas acções de disrupção a embarcações piratas, uma "Dhow" na costa da Somália e uma "Skiff" no IRTC, com captura de armas, munições, motores fora-de-borda e combustível, tendo sido ainda realizadas 7 acções de abordagem a navios suspeitos.

No capítulo da protecção e vigilância do trafego internacional maritimo, foram efectuadas diversas acções de aconselhamento das melhores práticas (BMP) a cumprir pelos navios mercantes, assim como uma vigilância permanente nas áreas atribuídas, a saber:

- 2 escoltas efectuadas a um navio da AMISOM de Mombaça a Mogadishu, e regresso a Mombaça, que coincidiu com a centésima escolta da EUNAVFOR a navios da AMISOM;

- 43 dias de vigilância e patrulha no IRTC no Golfo de Aden;

- 261 navios mercantes contactados no mar relativamente ao aconselhamento e uso das BMP;

- 19 visitas a navios mercantes no portos, com o intuito de verificar e aconselhar o uso de BMP.


No capítulo das missões de patrulha, vigilância, reconhecimento e recolha de informações destaca-se o seguinte:

- 17 dias de acções recolha de informações nos campos e fundeadouros piratas na costa Norte e Leste da Somalia;


- 19 dias de acções de patrulha e vigilância em mar aberto (Mar Arábico e Bacia da Somália);

- 144 horas de vôo do helicoptero orgânico, envolvido nas diversas acções de patrulha e vigilância, reconhecimento e recolha de informações, bem como nas acções de disrupção e abordagem.

O saldo destes 122 dias de operação é muito positivo, tendo a "Vasco da Gama" contribuido para a ajuda humanitária aos cerca de 2 milhões de desalojados Somali, tal como para o combate à pirataria na região, obtendo-se um feito único na Operação Atalanta pelo facto de não ter sido pirateado nenhum navio nos últimos três meses, o que acontece pela primeira vez desde o início da operação em 2008.

Reflexo disso, foi o texto recebido do Contra-almirante Duncan Potts, Comandante do Quartel-General da Operação Atalanta, que aqui se resume:

"tenham orgulho no vosso brilhante desempenho que tiveram ao liderar esta operação desde o inicio. Flexibilidade, Confiança e Iniciativa são sinónimos do vosso navio, estando permanentemente na linha da frente para enfrentar os novos e exigentes desafios colocados. A vossa flexibilidade e energia foram inspiradoras. Em nome dos 284.000 marinheiros que a bordo de 14.200 navios mercantes transitaram pela área de operações durante o vosso quarto, e dos milhares de somalis que continuam a receber preciosa ajuda humanitária, agradeço-vos por todo o vosso esforço. BZ.". (EMGFA)

26 de agosto de 2011

NRP Vasco da Gama regressa a Lisboa

Amanhã, regressa a Lisboa o NRP Vasco da Gama que esteve integrado, desde o dia 13 de Abril de 2011, na Força Naval da União Europeia (EUNAVFOR), com funções de navio-almirante do Comando da Operação Atalanta. Neste âmbito, irá a bordo o Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante José Saldanha Lopes.


A Operação Atalanta tem como missão proteger os navios do Programa Alimentar Mundial (WFP) que transportam ajuda humanitária ao povo da Somália e os navios de apoio logístico à força de manutenção de paz na Somália da União Africana (AMISOM), bem como o combate à pirataria no Oceano Indico Ocidental.
A participação da Vasco da Gama nesta missão teve a duração de 4 meses, contabilizando 87 dias no mar, durante os quais executou diversas tarefas onde se destacam as escoltas a um navio da AMISOM, patrulhas no Corredor de Trânsito Internacional Recomendado (IRTC) no Golfo de Aden e missões de reconhecimento e recolha de informações ao longo da costa da Somália.

A Vasco da Gama integrou a EUNAVFOR num período em que o fenómeno meteorológico da monção de Sudoeste (vento forte e ondulação) ainda não se fazia sentir, pelo que os actos de pirataria foram intensos contra navios mercantes em todo o Oceano Indico Ocidental. Das tarefas efectuadas pela Vasco da Gama destacam-se, entre outras, duas acções de disrupção a embarcações piratas, uma “Dhow” na costa da Somália e uma “Skiff” no IRTC, com captura de armas, munições, motores fora-de-borda e combustível, tendo sido ainda realizadas 7 acções de abordagem a navios suspeitos.

No capítulo da protecção e vigilância do tráfego internacional marítimo, foram efectuadas diversas acções de aconselhamento das melhores práticas (BMP) a cumprir pelos navios mercantes, assim como uma vigilância permanente nas áreas atribuídas, a saber:
- 2 escoltas efectuadas a um navio da AMISOM de Mombaça a Mogadishu, e regresso a Mombaça, que coincidiu com a centésima escolta da EUNAVFOR a navios da AMISOM;
- 43 dias de vigilância e patrulha no IRTC no Golfo de Aden;
- 261 navios mercantes contactados no mar relativamente ao aconselhamento e uso das BMP;
- 19 visitas a navios mercantes no portos, com o intuito de verificar e aconselhar o uso de BMP.

No capítulo das missões de patrulha, vigilância, reconhecimento e recolha de informações destaca-se o seguinte:
- 17 dias de acções recolha de informações nos campos e fundeadouros piratas na costa Norte e Leste da Somália;
- 19 dias de acções de patrulha e vigilância em mar aberto (Mar Arábico e Bacia da Somália);
- 144 horas de voo do helicóptero orgânico, envolvido nas diversas acções de patrulha e vigilância, reconhecimento e recolha de informações, bem como nas acções de disrupção e abordagem.

O saldo destes 122 dias de operação é positivo, contribuindo de forma significativa para a ajuda humanitária aos cerca de 2 milhões de desalojados Somalis, tal como para o combate à pirataria na região, obtendo-se um feito único na Operação Atalanta pelo facto de não ter sido pirateado nenhum navio nos últimos três meses, o que acontece pela primeira vez desde o início da operação em 2008.

Reflexo disso, foi o texto recebido do Contra-almirante Duncan Potts, Comandante do Quartel-General da Operação Atalanta : “tenham orgulho no vosso brilhante desempenho que tiveram ao liderar esta operação desde o início. Flexibilidade, Confiança e Iniciativa são sinónimos do vosso navio, estando permanentemente na linha da frente para enfrentar os novos e exigentes desafios colocados. A vossa flexibilidade e energia foram inspiradoras. Em nome dos 284.000 marinheiros que a bordo de 14.200 navios mercantes transitaram pela área de operações durante o vosso quarto, e dos milhares de somalis que continuam a receber preciosa ajuda humanitária, agradeço-vos por todo o vosso esforço. Well Done.” (M.G.P)