(Exército) Esta madrugada, partiram 50 militares da 9.ª Força Nacional Destacada (9FND) para o Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana (RCA), no âmbito da missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização daquele país (MINUSCA).
A Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Professora Doutora Catarina Sarmento e Castro, e o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca, entre outras entidades militares, estiveram presentes no momento de despedida dos militares que partiram hoje do Aeródromo de Trânsito N.º 1, em Figo Maduro, Lisboa.
A Secretária de Estado de Recursos Humanos dirigiu as suas primeiras palavras aos familiares dos militares, apelando à tranquilidade e à confiança no aprontamento árduo e intenso desenvolvido pela Força, onde os militares aperfeiçoaram capacidades técnicas, físicas e psicológicas, pelo que estão preparados a cumprir a sua missão no TO. “Esta é uma missão difícil, mas sabemos que trabalharam arduamente", reforçou a Professora Doutora Catarina Sarmento e Castro, desejando uma boa missão a todos os militares da 9FND.
A partida dos restantes 130 militares desta Força está prevista para o próximo dia 14 de Maio.
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19 de abril de 2021
29 de março de 2021
9.ª Força Nacional Destacada para a República Centro-Africana realizou o Exercício BANGUI 211
(Exército)O exercício decorreu de 22 a 26 de Março, na região de Estremoz, e marcou o final do aprontamento da 9.ª Força Nacional Destacada para o Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana (9FND/RCA).
Esta Força, que irá constituir-se como a próxima Força de Reação Rápida da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a RCA (MINUSCA), foi testada num cenário que procurou recriar o ambiente existente no TO, possibilitando a validação da sua prontidão para o combate, ao nível do planeamento, controlo e execução das tarefas no âmbito da missão.
A 9FND/RCA é composta por 180 militares, maioritariamente do 1.º Batalhão de Infantaria Paraquedista, que se encontra sediado no Regimento de Infantaria N.º 15, em Tomar. Fazem igualmente parte da Força militares de outras Unidades do Exército Português, que reforçam a sua capacidade operacional, e três militares da Força Aérea Portuguesa, que constituem uma Equipa de Controlo Aéreo Tático.
Das capacidades diferenciadoras provenientes de outras Unidades do Exército, destacam-se as valências na área da Engenharia, do Apoio Sanitário, das Comunicações, da Alimentação, da Manutenção e das Viaturas Blindadas de Rodas PANDUR II.
No decorrer do Exercício BANGUI 211, a Força foi certificada como "Combat Ready" pela equipa da Inspeção-Geral do Exercito que realizou a avaliação nos dias 23, 24 e 25 de março, através uma "Combat Readiness Evaluation"(CREVAL).
Durante o Exercício, o Regimento de Cavalaria N.º 3 constitui-se como "Main Operating Base", simulando o Campo M´POKO, em Bangui.
24 de janeiro de 2020
ELOGIO À “CORAGEM, EFICÁCIA E VONTADE NA AJUDA À REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA”
(Emgfa)O Subsecretário dos EUA para os Assuntos Africanos, Sr. Tibor Nagy, visitou, no dia 21 de Janeiro, os militares do Exército e da Força Aérea Portuguesa que compõem a 6ª Força Nacional Destacada na missão das Nações Unidas na República Centro-Africana.
Esta visita teve como objectivo contactar com os militares portugueses, cujo desempenho acompanha regularmente pelos relatórios das Nações Unidas.
Foram prestadas as honras formais pela Companhia de Paraquedistas, apresentados o Estado-Maior e Comandantes das Subunidades, tendo-se seguido uma apresentação sobre os recentes empenhamentos da Força de Reacção Rápida Portuguesa, os seus meios e capacidades.
No final, o Sr. Tibor Nagy agradeceu a oportunidade de conhecer os militares portugueses e elogiou a sua coragem, eficácia e vontade na ajuda à República Centro-Africana.
Esta visita teve como objectivo contactar com os militares portugueses, cujo desempenho acompanha regularmente pelos relatórios das Nações Unidas.
Foram prestadas as honras formais pela Companhia de Paraquedistas, apresentados o Estado-Maior e Comandantes das Subunidades, tendo-se seguido uma apresentação sobre os recentes empenhamentos da Força de Reacção Rápida Portuguesa, os seus meios e capacidades.
No final, o Sr. Tibor Nagy agradeceu a oportunidade de conhecer os militares portugueses e elogiou a sua coragem, eficácia e vontade na ajuda à República Centro-Africana.
13 de janeiro de 2020
MILITARES PORTUGUESES E BRASILEIROS EM ACÇÃO SOLIDÁRIA NA REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA
(Emgfa)Os militares portugueses e brasileiros, integrados na Missão de Treino da União Europeia na República Centro-Africana, realizaram esta semana uma acção de solidariedade na Escola Saint Bernard de Menthon, em Kassai, Bangui, na qual foram doados brinquedos, roupa e calçado a crianças entre os 3 e os 10 anos.
Os militares portugueses e brasileiros regressam brevemente aos respectivos países, terminando a sua missão de formação e treino da Forças Armadas da República Centro-Africana.
Este tipo de acções foram realizadas frequentemente ao longo da missão, através da angariação de material junto dos respectivos Ramos (Marinha, Exército e Força Aérea), entregando-o a instituições, particularmente em épocas festivas, dando a hipótese a crianças mais desfavorecidas, muitas delas orfãs, de receberam um simbólico presente para assinalar a data, que de outra forma seria impossível.
A acção contou ainda com a presença de militares e civis de outras nações integradas nesta missão da União Europeia, que se associaram a esta causa.
Os militares portugueses e brasileiros regressam brevemente aos respectivos países, terminando a sua missão de formação e treino da Forças Armadas da República Centro-Africana.
Este tipo de acções foram realizadas frequentemente ao longo da missão, através da angariação de material junto dos respectivos Ramos (Marinha, Exército e Força Aérea), entregando-o a instituições, particularmente em épocas festivas, dando a hipótese a crianças mais desfavorecidas, muitas delas orfãs, de receberam um simbólico presente para assinalar a data, que de outra forma seria impossível.
A acção contou ainda com a presença de militares e civis de outras nações integradas nesta missão da União Europeia, que se associaram a esta causa.
9 de outubro de 2019
Militares Portugueses envolvidos em confronto armado na República Centro-Africana
(Emgfa)No período de 23 a 30 de Setembro, a companhia portuguesa, que é a Força de Reacção Imediata (Quick Reaction Force – QRF) da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), no cumprimento de ordens emanadas pelo Comando daquela operação de “capacetes azuis”, foi projectada para a povoação de Bocaranga, na região Noroeste da República Centro-Africana, com a finalidade de proteger a população contra a postura ofensiva de um dos grupos armados existentes na RCA. Este, em manifesto incumprimento com o estipulado nos Acordos de Paz assinados em Fevereiro deste ano, em Bangui, entre o Governo da República Centro- Africana e os grupos armados, hostilizava a população e operava fora da Região de Koui (cerca de 25 quilómetros a oeste de Bocaranga), à qual deveria estar circunscrito.
A projecção da força portuguesa fez-se com um destacamento avançado por via aérea e o grosso da força por via terrestre.
A projecção por via terrestre implicou um movimento de cerca de 600 Km que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de três dias.
A passagem em itinerários estreitos, sobre sucessivos cursos de água em que as pontes são improvisadas e frágeis face à tipologia de viaturas da força, como são o caso das Viaturas Blindadas Pandur 8x8, exigiu das guarnições um cuidado redobrado e muitas vezes terem de lidar com imprevistos de vária ordem.
À chegada da força portuguesa a Yade (cerca de 20 quilómetros a sudoeste de Bocaranga), no dia 26 de Setembro, foi observado pelos meios aéreos (helicópteros e os novos Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven” do Exército Português) a fuga precipitada de vários elementos, pertencentes ao grupo armado opositor.
Num dos movimentos subsequentes da força portuguesa para garantir a segurança das populações numa área mais alargada, uma das colunas da força foi emboscada. É observável pelas imagens o momento em que um engenho explosivo é deflagrado (coluna de fumo) à frente da viatura testa, acompanhado de fogo de armas ligeiras sobre a coluna. Verifica-se que esta aumenta a velocidade para sair da zona perigosa, ao mesmo tempo que responde ao fogo com as suas armas de bordo, em estreita coordenação com a aeronave que se mantinha em sobreapoio.
Na resposta à emboscada, a força portuguesa empenhou a viatura Pandur com arma controlada remotamente (Remote Weapon System), a qual permite realizar fogo com muita precisão, evitando danos colaterais.
No evoluir da operação, a força deslocou-se à região onde tinha sido identificado positivamente pelos meios aéreos a presença de elementos do grupo armado. Nessa região, parte da Força apeou – em condições de contacto iminente – com a finalidade de garantir que o local se encontrava seguro e que não havia a presença, não autorizada, de elementos do grupo armado.
É observável que o grupo armado, numa manobra de detecção, usa material do UNHCR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).
Nos trabalhos subsequentes de recolha de indícios, foram identificados uniformes militares com a identificação objectiva do grupo armado, equipamentos de comunicações e estupefacientes.
A operação contou sempre com o apoio aéreo dos meios da MINUSCA que tinham também a bordo militares portugueses.
Durante a emboscada, algumas viaturas portuguesas foram atingidas. Nas imagens é observável uma viatura do tipo HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle) que conseguindo mover-se por meios próprios, apresenta o lado esquerdo flagelado por rebentamento de um engenho explosivo.
Este tipo de operações é realizado empenhando toda a tipologia de viaturas blindadas, incluindo, como observado nas imagens, a Viatura Blindada Pandur de Recuperação e viaturas blindadas ambulância do tipo Pandur e HMMWV.
Esta é a 6ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, sendo o actual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.
A projecção da força portuguesa fez-se com um destacamento avançado por via aérea e o grosso da força por via terrestre.
A projecção por via terrestre implicou um movimento de cerca de 600 Km que, por força das condições meteorológicas e do terreno, se traduziu num deslocamento de três dias.
A passagem em itinerários estreitos, sobre sucessivos cursos de água em que as pontes são improvisadas e frágeis face à tipologia de viaturas da força, como são o caso das Viaturas Blindadas Pandur 8x8, exigiu das guarnições um cuidado redobrado e muitas vezes terem de lidar com imprevistos de vária ordem.
À chegada da força portuguesa a Yade (cerca de 20 quilómetros a sudoeste de Bocaranga), no dia 26 de Setembro, foi observado pelos meios aéreos (helicópteros e os novos Veículos Aéreos Não Tripulados “Raven” do Exército Português) a fuga precipitada de vários elementos, pertencentes ao grupo armado opositor.
Num dos movimentos subsequentes da força portuguesa para garantir a segurança das populações numa área mais alargada, uma das colunas da força foi emboscada. É observável pelas imagens o momento em que um engenho explosivo é deflagrado (coluna de fumo) à frente da viatura testa, acompanhado de fogo de armas ligeiras sobre a coluna. Verifica-se que esta aumenta a velocidade para sair da zona perigosa, ao mesmo tempo que responde ao fogo com as suas armas de bordo, em estreita coordenação com a aeronave que se mantinha em sobreapoio.
Na resposta à emboscada, a força portuguesa empenhou a viatura Pandur com arma controlada remotamente (Remote Weapon System), a qual permite realizar fogo com muita precisão, evitando danos colaterais.
No evoluir da operação, a força deslocou-se à região onde tinha sido identificado positivamente pelos meios aéreos a presença de elementos do grupo armado. Nessa região, parte da Força apeou – em condições de contacto iminente – com a finalidade de garantir que o local se encontrava seguro e que não havia a presença, não autorizada, de elementos do grupo armado.
É observável que o grupo armado, numa manobra de detecção, usa material do UNHCR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados).
Nos trabalhos subsequentes de recolha de indícios, foram identificados uniformes militares com a identificação objectiva do grupo armado, equipamentos de comunicações e estupefacientes.
A operação contou sempre com o apoio aéreo dos meios da MINUSCA que tinham também a bordo militares portugueses.
Durante a emboscada, algumas viaturas portuguesas foram atingidas. Nas imagens é observável uma viatura do tipo HMMWV (High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle) que conseguindo mover-se por meios próprios, apresenta o lado esquerdo flagelado por rebentamento de um engenho explosivo.
Este tipo de operações é realizado empenhando toda a tipologia de viaturas blindadas, incluindo, como observado nas imagens, a Viatura Blindada Pandur de Recuperação e viaturas blindadas ambulância do tipo Pandur e HMMWV.
Esta é a 6ª Força Nacional Destacada neste teatro de operações, sendo o actual contingente composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Paraquedistas do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.
25 de setembro de 2019
Equipa de Engenharia Militar é projectada para a República Centro-Africana
(Exército)O Exército, através do Regimento de Engenharia N.º 3, projectou uma Equipa de Engenharia Militar para o Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana, entre 21 de Junho e 13 de Setembro.
A Equipa projectada teve como principal missão executar trabalhos de engenharia, essencialmente orientados para a melhoria e adequação das infraestruturas relacionadas com a operação e manutenção de equipamentos e viaturas.
A equipa constituída por 1 Oficial, 1 Sargento e 10 Praças, materializou a construção de um conjunto de infraestruturas, que garantem a sustentabilidade das Viaturas Blindada de Rodas PANDUR 8X8 e dos Veículos Blindados de Transporte de Pessoal HUMVEE, viaturas que equipam a Força de Reacção Rápida, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas.
Os trabalhos desenvolvidos incluíram a construção de 3 parques cobertos, de 1 tenda oficina, dedicada à manutenção das PANDUR, e 1 tenda que irá ser utilizada como terminal da Força, com os inerentes trabalhos de instalação da rede eléctrica de cada infraestrutura.
Para o efeito executaram-se diversos trabalhos de movimentação de terras, execução de fundações em betão armado e montagem de estruturas metálicas, demonstrando, desta forma, as diversas capacidades e meios da Engenharia Militar, numa das suas importantes missões de Apoio Geral de Engenharia.
A Equipa projectada teve como principal missão executar trabalhos de engenharia, essencialmente orientados para a melhoria e adequação das infraestruturas relacionadas com a operação e manutenção de equipamentos e viaturas.
A equipa constituída por 1 Oficial, 1 Sargento e 10 Praças, materializou a construção de um conjunto de infraestruturas, que garantem a sustentabilidade das Viaturas Blindada de Rodas PANDUR 8X8 e dos Veículos Blindados de Transporte de Pessoal HUMVEE, viaturas que equipam a Força de Reacção Rápida, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas.
Os trabalhos desenvolvidos incluíram a construção de 3 parques cobertos, de 1 tenda oficina, dedicada à manutenção das PANDUR, e 1 tenda que irá ser utilizada como terminal da Força, com os inerentes trabalhos de instalação da rede eléctrica de cada infraestrutura.
Para o efeito executaram-se diversos trabalhos de movimentação de terras, execução de fundações em betão armado e montagem de estruturas metálicas, demonstrando, desta forma, as diversas capacidades e meios da Engenharia Militar, numa das suas importantes missões de Apoio Geral de Engenharia.
17 de setembro de 2019
Ministra da Defesa Nacional da República Centro-Africana visita Regimento de Comandos
No RCmds, após serem prestadas as honras, a Ministra da Defesa Nacional da RCA participou na cerimónia de homenagem aos “Mortos Comandos", seguindo-se uma apresentação que visou a missão, a organização, a formação ministrada pela Unidade, o emprego e o treino do encargo operacional do Regimento.
A delegação visitante ficou a conhecer mais em pormenor a realidade dos “Comandos" do Exército Português ao visitar uma exposição de equipamentos, meios e capacidades do Batalhão de Comandos.
No decorrer do encontro foram realçadas as diversas missões que têm sido atribuídas aos “Comandos", em especial a da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização na RCA, na qual tem sido destacada a importância das Forças portuguesas naquele Teatro de Operações.
13 de setembro de 2019
Paraquedistas já descolaram… BOA SORTE!!
(Emgfa)Os 180 militares do Exército Português que compõem a 6ª Força Nacional Destacada para a República Centro-Africana, maioritariamente composta por Paraquedistas do 1º Batalhão de Infantaria Paraquedista da Brigada de Reacção Rápida, já se encontram a caminho daquele país para cumprir seis meses de missão.
A 6.ª Força Nacional Destacada neste país constituir-se-á, à semelhança das anteriores Forças, como Força de Reacção Rápida da componente militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), no âmbito das operações de apoio à paz em qualquer região do país, a fim de contribuir para a estabilização, segurança e controlo do território da República Centro-Africana.
A Cerimónia Militar de despedida destes militares, decorreu, há minutos, no aeroporto de Lisboa, e foi presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, que no seu discurso, deixou a todos uma palavra de esperança e confiança e desejos de uma boa missão.
Na despedida, estiveram ainda presentes, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Nunes Borrego e o Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Soares de Almeida.
A todos o Estado-Maior-General das Forças Armadas deseja os maiores sucessos!
BOA SORTE PÁRAS!!!
A 6.ª Força Nacional Destacada neste país constituir-se-á, à semelhança das anteriores Forças, como Força de Reacção Rápida da componente militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), no âmbito das operações de apoio à paz em qualquer região do país, a fim de contribuir para a estabilização, segurança e controlo do território da República Centro-Africana.
A Cerimónia Militar de despedida destes militares, decorreu, há minutos, no aeroporto de Lisboa, e foi presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, que no seu discurso, deixou a todos uma palavra de esperança e confiança e desejos de uma boa missão.
Na despedida, estiveram ainda presentes, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Nunes Borrego e o Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Soares de Almeida.
A todos o Estado-Maior-General das Forças Armadas deseja os maiores sucessos!
BOA SORTE PÁRAS!!!
1 de agosto de 2019
Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas Centro-Africanas visita Exército Português
(Exército)O Exército recebeu ontem, no Regimento de Comandos (RCmds), na Serra da Carregueira, a visita do Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (CEMGFA) da República Centro-Africana (RCA), General de Brigada Zéphirin Mamadou.
O General de Brigada Zéphirin Mamadou, acompanhado pelo Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenente-General Davide Guerra Pereira, após ter recebido as honras militares regulamentares, assistiu a uma apresentação sobre o Exército Português e o RCmds, tendo, de seguida, visitado uma exposição de equipamentos e meios do Batalhão de Comandos.
O General de Brigada Zéphirin Mamadou agradeceu o trabalho realizado na RCA pelos militares portugueses, onde se incluem os militares do RCmds, em prol da segurança do seu país e do bem-estar da população local.
No decorrer desta visita ficou evidenciado o interesse no desenvolvimento de atividades de cooperação militar entre Portugal e a RCA, nomeadamente através da participação de militares das Forças Armadas Centro-Africanas em acções de formação ministradas no RCmds.
A terminar a visita o General de Brigada Zéphirin Mamadou, assinou o Livro de Honra do Regimento.
O General de Brigada Zéphirin Mamadou, acompanhado pelo Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenente-General Davide Guerra Pereira, após ter recebido as honras militares regulamentares, assistiu a uma apresentação sobre o Exército Português e o RCmds, tendo, de seguida, visitado uma exposição de equipamentos e meios do Batalhão de Comandos.
O General de Brigada Zéphirin Mamadou agradeceu o trabalho realizado na RCA pelos militares portugueses, onde se incluem os militares do RCmds, em prol da segurança do seu país e do bem-estar da população local.
No decorrer desta visita ficou evidenciado o interesse no desenvolvimento de atividades de cooperação militar entre Portugal e a RCA, nomeadamente através da participação de militares das Forças Armadas Centro-Africanas em acções de formação ministradas no RCmds.
A terminar a visita o General de Brigada Zéphirin Mamadou, assinou o Livro de Honra do Regimento.
10 de julho de 2019
Ministro da Defesa Nacional visita militares portugueses na República Centro-Africana
(Exército)O Ministro da Defesa Nacional, Professor Doutor João Gomes Cravinho, acompanhado pelo o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, pelo Chefe de Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Joaquim Almeida, e pelo Adjunto Diplomático do Ministério de Defesa Nacional, Dr. Nuno Cabral, deslocou-se, nos dias 07 e 08 de Julho, ao Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana (RCA).
Ao chegar ao aquartelamento de M'POKO, em Bangui, o Ministro da Defesa Nacional foi recebido pela Ministra da Defesa da RCA, Marie-Noëlle Koyara, pelo 2.º Comandante da Componente Militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), Tenente-General Marco Serronha, pelo Comandante da Missão de Treino da União Europeia (EUTM) na RCA, Major-General Hermínio Maio, e pelo Comandante da 5.ª Força Nacional Destacada (5FND), Tenente-Coronel Rui Moura.
No decorrer da visita o Professor Doutor João Gomes Cravinho, recebeu um brífingue proferido pelo Comandante da 5FND/MINUSCA e impôs a Medalha de Cruz de São Jorge, 1.º classe, ao Force Chief ofStaff da Componente Militar da MINUSCA, Brigadeiro-General Remi Seigle.
No Campo de M'POKO, num ambiente de proximidade e confraternização, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses que, desde Março, constituem a força de estabilização de paz para consolidação do território e assistiu a uma exposição estática de meios e capacidades.
No Campo EUCATEX, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses integrados na missão da EUTM RCA e participou na cerimónia de Transferência de Comando de Portugal para França.
Ao chegar ao aquartelamento de M'POKO, em Bangui, o Ministro da Defesa Nacional foi recebido pela Ministra da Defesa da RCA, Marie-Noëlle Koyara, pelo 2.º Comandante da Componente Militar da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), Tenente-General Marco Serronha, pelo Comandante da Missão de Treino da União Europeia (EUTM) na RCA, Major-General Hermínio Maio, e pelo Comandante da 5.ª Força Nacional Destacada (5FND), Tenente-Coronel Rui Moura.
No decorrer da visita o Professor Doutor João Gomes Cravinho, recebeu um brífingue proferido pelo Comandante da 5FND/MINUSCA e impôs a Medalha de Cruz de São Jorge, 1.º classe, ao Force Chief ofStaff da Componente Militar da MINUSCA, Brigadeiro-General Remi Seigle.
No Campo de M'POKO, num ambiente de proximidade e confraternização, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses que, desde Março, constituem a força de estabilização de paz para consolidação do território e assistiu a uma exposição estática de meios e capacidades.
No Campo EUCATEX, o Ministro da Defesa Nacional contactou com os militares portugueses integrados na missão da EUTM RCA e participou na cerimónia de Transferência de Comando de Portugal para França.
27 de junho de 2019
Comandos regressam a Bangui após complexa operação
(Emgfa)Após um mês de uma complexa operação em Bocaranga, a cerca de 500 km de Bangui, os militares do Exército e da Força Aérea da 5ª Força Nacional Destacada na República Centro-Africana, maioritariamente composta por Comandos, estão de regresso à base na capital.
A Força de Reacção Rápida portuguesa foi chamada a intervir para proteger as localidades de Letele, Boukaya e Bohong da opressão de elementos afectos a grupos armados, na sequência do massacre de mais de 50 pessoas, no passado mês de maio.
Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e potenciou a negociação entre uma delegação da União Africana, o Governo da República Centro-Africana, representantes da Missão das Nações Unidas e a liderança do grupo armado, na procura de uma solução ao abrigo do acordo de paz de Cartum, firmado no início deste ano.
Relembra-se que o actual contingente desta Força de Reacção Rápida, de 180 militares em missão no país, é constituído maioritariamente por tropas especiais, Comandos, do Exército português, integrando militares de outras unidades do Exército e ainda três controladores aéreos avançados da Força Aérea.
A Força de Reacção Rápida portuguesa foi chamada a intervir para proteger as localidades de Letele, Boukaya e Bohong da opressão de elementos afectos a grupos armados, na sequência do massacre de mais de 50 pessoas, no passado mês de maio.
Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e potenciou a negociação entre uma delegação da União Africana, o Governo da República Centro-Africana, representantes da Missão das Nações Unidas e a liderança do grupo armado, na procura de uma solução ao abrigo do acordo de paz de Cartum, firmado no início deste ano.
Relembra-se que o actual contingente desta Força de Reacção Rápida, de 180 militares em missão no país, é constituído maioritariamente por tropas especiais, Comandos, do Exército português, integrando militares de outras unidades do Exército e ainda três controladores aéreos avançados da Força Aérea.
13 de junho de 2019
Militar ferido com gravidade em acidente de viação na República Centro-Africana
(Emgfa)Durante a tarde de hoje, um soldado do Exército português pertencente à força de reacção rápida portuguesa em missão na República Centro-Africana, ao serviço das Nações Unidas, sofreu um traumatismo grave nas duas pernas, na sequência de um acidente de viação.
A família do militar já foi informada.
O acidente aconteceu enquanto realizavam um trajecto logístico junto à região de Bouar, situada a 350 km a noroeste da capital do país, durante o qual ocorreu o despiste e capotamento de uma das viaturas tácticas ligeiras blindadas HMMWV, vulgarmente conhecidas por “Humvee”.
Desconhecem-se ainda as causas do acidente, mas a forte precipitação que assola a região, bem como o estado altamente precário da rede viária, poderão ter sido causas contributivas para o despiste.
A equipa de médicos portugueses desta Força Nacional Destacada está a acompanhar a evolução clínica do militar em estreita ligação com os médicos do Hospital das Forças Armadas em Portugal.
A família do militar já foi informada.
O acidente aconteceu enquanto realizavam um trajecto logístico junto à região de Bouar, situada a 350 km a noroeste da capital do país, durante o qual ocorreu o despiste e capotamento de uma das viaturas tácticas ligeiras blindadas HMMWV, vulgarmente conhecidas por “Humvee”.
Desconhecem-se ainda as causas do acidente, mas a forte precipitação que assola a região, bem como o estado altamente precário da rede viária, poderão ter sido causas contributivas para o despiste.
A equipa de médicos portugueses desta Força Nacional Destacada está a acompanhar a evolução clínica do militar em estreita ligação com os médicos do Hospital das Forças Armadas em Portugal.
28 de março de 2019
Comandos em acção na República Centro-Africana
(Emgfa)Duas semanas depois chegar à capital Bangui, a 5ª Força Nacional Destacada ao serviço das Nações Unidas (MINUSCA), maioritariamente composta por Comandos, tem realizado tarefas de adaptação ao teatro de operações e realizado as rotinas operacionais inerentes ao cumprimento da missão de paz.
Das actividades desenvolvidas destacam-se as sessões de treino de tiro, os reconhecimentos na área de operações com as viaturas blindadas HUMVEE e PANDUR, os reconhecimento aéreos a nordeste da capital, com apoio dos helicópteros MI17 da aviação do Sri Lanka, a demonstração das capacidades dos drones da Força à MINUSCA, a formação no âmbito das operações de paz ministrada pelas Nações Unidas aos comandantes dos grupos de combate e ao comandante do módulo das viaturas blindadas de rodas PANDUR.
Das actividades desenvolvidas destacam-se as sessões de treino de tiro, os reconhecimentos na área de operações com as viaturas blindadas HUMVEE e PANDUR, os reconhecimento aéreos a nordeste da capital, com apoio dos helicópteros MI17 da aviação do Sri Lanka, a demonstração das capacidades dos drones da Força à MINUSCA, a formação no âmbito das operações de paz ministrada pelas Nações Unidas aos comandantes dos grupos de combate e ao comandante do módulo das viaturas blindadas de rodas PANDUR.
11 de março de 2019
BOA SORTE COMANDOS
"A Sorte protege os audazes"!
Parte hoje, a 5ª Força Nacional Destacada Conjunta para a República Centro-Africana.
150 militares dos Comandos, de outras unidades do Exército e da Força Aérea , do Destacamento de Controlo Aéreo Táctico, vão dar continuidade a esta missão de paz das Nações Unidas, durante mais seis meses neste teatro de operações.
Estes militares juntam-se hoje aos 30 militares da equipa avançada, que já se encontra em Bangui, na República Centro-Africana.(Emgfa)
MAMA SUME
20 de janeiro de 2019
Para-quedistas enfrentam novamente bolsas de resistência armada em Bambari
(Emgfa)Os para-quedistas portugueses viram-se novamente envolvidos em confrontos em Bambari, entre os dias 17 e 19 de Janeiro, por forma a repelir bolsas de resistência de combatentes que se reagruparam na cidade a fim de reconquistar as posições perdidas nas últimas semanas. Estas acções ocorrem após os violentos combates que se iniciaram no passado dia 10 e depois se estenderam a Bokolobo, principal bastião e posto de comando do grupo rebelde ex-Seleka UPC (União para a paz na República Centro-Africana), 60 km a sudeste de Bambari.
Nas imagens obtidas pelos veículos aéreos não tripulados da missão militar da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) e pelos drones da força portuguesa, foi possível observar a movimentação de 30 a 40 combatentes da UPC que recorreram às armas para impedir o avanço das tropas especiais portuguesas. Não conseguindo esse objectivo, bateram em retirada para o interior da selva em busca de refúgio.
Em resultado das operações da Força de Reacção Rápida portuguesa, foram destruídas 8 viaturas pick up armadas com duas metralhadoras pesadas, capturadas 11 granadas antitanque de lança granadas foguete (RPG), espingardas automáticas, armas artesanais, uniformes e documentação.
Os para quedistas portugueses capturaram também 5 elementos da UPC, sendo um deles presumivelmente pertencente à estrutura de liderança do grupo armado.
Durante as operações foram novamente empregues as viaturas blindadas de rodas PANDUR e fogo de apoio contra o grupo opositor, por forma a conferir aos militares portugueses maior proteção durante a tomada dos locais de concentração dos elementos da UPC.
A actuação dos capacetes azuis portugueses, que têm apoiado as Forças Armadas Centro-Africanas e as autoridades locais, cumpriu os objectivos militares da MINUSCA, para repelir os rebeldes afectos à UPC, não estando no entanto postos de parte novos confrontos caso surja nova tentativa de retornarem à cidade de Bambari.
A operação em curso “Bambari sem grupos armados e armas”, manter-se-á nos próximos dias por forma a assegurar em simultâneo a segurança da população civil, o reforço da autoridade do Estado em Bambari, e impedir que os rebeldes se misturem com a população e ocupem de forma ilegal as suas habitações.
A cidade de Bambari é um ponto de acesso essencial aos locais onde se situam importantes recursos minerais e por onde passa a maior parte do tráfego rodoviário em direcção à capital Bangui e aos sectores nordeste e este do país. Ao longo do conflito, Bambari tem sido palco de violentos combates contra a presença das autoridades locais, capacetes azuis e entre grupos armados que disputam entre si o controlo da região, para efectuaram cobrança ilegal de impostos aos transportes de mercadorias e à população local.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares.
Nas imagens obtidas pelos veículos aéreos não tripulados da missão militar da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) e pelos drones da força portuguesa, foi possível observar a movimentação de 30 a 40 combatentes da UPC que recorreram às armas para impedir o avanço das tropas especiais portuguesas. Não conseguindo esse objectivo, bateram em retirada para o interior da selva em busca de refúgio.
Em resultado das operações da Força de Reacção Rápida portuguesa, foram destruídas 8 viaturas pick up armadas com duas metralhadoras pesadas, capturadas 11 granadas antitanque de lança granadas foguete (RPG), espingardas automáticas, armas artesanais, uniformes e documentação.
Os para quedistas portugueses capturaram também 5 elementos da UPC, sendo um deles presumivelmente pertencente à estrutura de liderança do grupo armado.
Durante as operações foram novamente empregues as viaturas blindadas de rodas PANDUR e fogo de apoio contra o grupo opositor, por forma a conferir aos militares portugueses maior proteção durante a tomada dos locais de concentração dos elementos da UPC.
A actuação dos capacetes azuis portugueses, que têm apoiado as Forças Armadas Centro-Africanas e as autoridades locais, cumpriu os objectivos militares da MINUSCA, para repelir os rebeldes afectos à UPC, não estando no entanto postos de parte novos confrontos caso surja nova tentativa de retornarem à cidade de Bambari.
A operação em curso “Bambari sem grupos armados e armas”, manter-se-á nos próximos dias por forma a assegurar em simultâneo a segurança da população civil, o reforço da autoridade do Estado em Bambari, e impedir que os rebeldes se misturem com a população e ocupem de forma ilegal as suas habitações.
A cidade de Bambari é um ponto de acesso essencial aos locais onde se situam importantes recursos minerais e por onde passa a maior parte do tráfego rodoviário em direcção à capital Bangui e aos sectores nordeste e este do país. Ao longo do conflito, Bambari tem sido palco de violentos combates contra a presença das autoridades locais, capacetes azuis e entre grupos armados que disputam entre si o controlo da região, para efectuaram cobrança ilegal de impostos aos transportes de mercadorias e à população local.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares.
11 de janeiro de 2019
Para-quedistas empenhados na frente de combate em Bambari
Os para-quedistas portugueses da 4ª Força Nacional Destacada, em missão na República Centro-Africana ao serviço das Nações Unidas, foram empenhados esta tarde para uma operação de manutenção da paz, após um ataque violento de um grupo armado no centro da cidade de Bambari, situada a 400 km da capital Bangui.
Os capacetes azuis portugueses estiveram 5 horas em combate directo com elementos do grupo armado ex-Seleka UPC (União para a paz na República Centro-Africana), com o objectivo de proteger civis e restabelecer a paz, entrepondo-se entre o grupo opositor e a população civil indefesa. Os militares portugueses encontram-se todos em segurança.
A ofensiva por parte deste grupo armado foi levada a cabo com recurso a armamento pesado, numa demonstração de capacidade de controlo do comércio local, colocando civis no fogo cruzado durante o confronto com as Forças Armadas centro-africanas (FACA). As organizações governamentais têm tentado a todo o custo impedir a presença de combatentes no centro da cidade, que disputam recursos e a cobrança ilegal de impostos à população. A entrada do grupo armado em Bambari provocou a debandada precipitada da população para fora da cidade, ameaçando a estabilidade, a segurança e a liberdade de circulação.
Relembra-se que de acordo com as resoluções em vigor do Conselho de Segurança das Nações Unidas, os pacificadores portugueses têm como tarefas prioritárias a proteção dos civis, o apoio ao processo de paz, facilitar a assistência humanitária e a proteção do pessoal, instalações, equipamentos e bens das Nações Unidas. O mandato da Missão Multidimensional Integrada das Nações para a estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA) prevê a tomada de acções que antecipem, dissuadam e respondam, de forma efectiva, a ameaças sérias e credíveis à população civil.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares, reforçadas com viaturas blindadas de rodas PANDUR. (Emgfa)
Os capacetes azuis portugueses estiveram 5 horas em combate directo com elementos do grupo armado ex-Seleka UPC (União para a paz na República Centro-Africana), com o objectivo de proteger civis e restabelecer a paz, entrepondo-se entre o grupo opositor e a população civil indefesa. Os militares portugueses encontram-se todos em segurança.
A ofensiva por parte deste grupo armado foi levada a cabo com recurso a armamento pesado, numa demonstração de capacidade de controlo do comércio local, colocando civis no fogo cruzado durante o confronto com as Forças Armadas centro-africanas (FACA). As organizações governamentais têm tentado a todo o custo impedir a presença de combatentes no centro da cidade, que disputam recursos e a cobrança ilegal de impostos à população. A entrada do grupo armado em Bambari provocou a debandada precipitada da população para fora da cidade, ameaçando a estabilidade, a segurança e a liberdade de circulação.
Relembra-se que de acordo com as resoluções em vigor do Conselho de Segurança das Nações Unidas, os pacificadores portugueses têm como tarefas prioritárias a proteção dos civis, o apoio ao processo de paz, facilitar a assistência humanitária e a proteção do pessoal, instalações, equipamentos e bens das Nações Unidas. O mandato da Missão Multidimensional Integrada das Nações para a estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA) prevê a tomada de acções que antecipem, dissuadam e respondam, de forma efectiva, a ameaças sérias e credíveis à população civil.
Portugal contribui para o esforço internacional de manutenção da paz na República Centro-Africana desde o início de 2017, com uma companhia de tropas especiais do Exército português, a operar a partir da capital Bangui como Força de Reacção Rápida.
A actual Força Nacional Destacada é maioritariamente composta por tropas especiais para-quedistas do 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, que conta agora com um efectivo total de 180 militares, reforçadas com viaturas blindadas de rodas PANDUR. (Emgfa)
21 de dezembro de 2018
Exército projecta viaturas blindadas PANDUR para a República Centro Africana
(Exército)No âmbito do reforço da capacidade blindada e da capacidade de transportes gerais da Força Nacional Destacada (FND) ao serviço da Organização das Nações Unidas no Teatro de Operações da República Centro-Africana (RCA), o Exército, através do Comando da Logística, planeou e está a efectuar a projecção de seis viaturas PANDUR II 8X8 (duas ICV, 2 RWS, 1 RV e 1 MEV) e de quatro viaturas UNIMOG.
Simultaneamente o Exército, no quadro da sua responsabilidade de assegurar a sustentação logística das FND, projectará também seis contentores com sobressalentes e cerca de 18 toneladas de material diverso, com vista a assegurar à Força as necessárias condições para a condução das operações militares no Teatro de Operações.
Esta operação logística, concretizada com recurso a aeronaves ANTONOV AN-124, asseguradas via mecanismo Strategic Air Lift International Solution (SALIS), decorrerá entre os dias 20 e 28 de Dezembro de 2018.
Salienta-se o papel do Comando da Logística em estreita colaboração com o Comando Conjunto para as Operações Militares, o Comando das Forças Terrestres e a Força Aérea Portuguesa, a qual cedeu a Base Aérea Nº11 – Beja como plataforma para a projecção das viaturas, materiais e pessoal que irá reforçar a Força Nacional Destacada.
Simultaneamente o Exército, no quadro da sua responsabilidade de assegurar a sustentação logística das FND, projectará também seis contentores com sobressalentes e cerca de 18 toneladas de material diverso, com vista a assegurar à Força as necessárias condições para a condução das operações militares no Teatro de Operações.
Esta operação logística, concretizada com recurso a aeronaves ANTONOV AN-124, asseguradas via mecanismo Strategic Air Lift International Solution (SALIS), decorrerá entre os dias 20 e 28 de Dezembro de 2018.
Salienta-se o papel do Comando da Logística em estreita colaboração com o Comando Conjunto para as Operações Militares, o Comando das Forças Terrestres e a Força Aérea Portuguesa, a qual cedeu a Base Aérea Nº11 – Beja como plataforma para a projecção das viaturas, materiais e pessoal que irá reforçar a Força Nacional Destacada.
15 de dezembro de 2018
Ministro da Defesa Nacional visitou militares portugueses na República Centro Africana
(Exército)O Ministro da Defesa Nacional, o Professor Doutor João Gomes Cravinho, acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, Almirante António Silva Ribeiro e o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Nunes da Fonseca, deslocou-se à República Centro Africana (RCA), no dia 09 de Dezembro, em visita aos Soldados de Portugal que ali se encontram em missão, onde pessoalmente tive oportunidade de percepcionar a alta intensidade daquele Teatro de Operações (TO).
No aquartelamento de M'POKO, em Bangui, num ambiente de proximidade e confraternização, estiveram presentes todos 214 militares do Exército Português que integram as duas missões a decorrer actualmente na RCA, a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic - MINUSCA) e a Missão de Treino da União Europeia (European Union Training Mission - EUTM RCA - 2018), constituídas, respectivamente, por 159 e 45 militares.
Durante a deslocação a Bangui a comitiva portuguesa, encontrou-se com o Presidente da RCA, Faustin-Archange Touadérae e a sua Ministra da Defesa, Marie-Noelle Koyara.
A 4ª Força Nacional Destacada (4FND), desde Setembro deste ano no TO da RCA, é comandada pelo Tenente-Coronel Verdelho Fontoura, e encontram-se sob o comando do Comandante Militar da MINUSCA, Tenente-General Balla Keita , tendo por missão a execução das acções atribuídas, em qualquer região da Área de Operações, como contributo para a estabilização da segurança e controlo do território da RCA por parte da Autoridade do Estado. A EUTM, comandada, desde Janeiro de 2018, pelo Brigadeiro-General Hermínio Maio e cujo treino operacional é orientado para o comando da missão, consiste numa força de estabilização de paz para consolidação de território de modo a permitir que as Forças Armadas da RCA actuem autonomamente.
No aquartelamento de M'POKO, em Bangui, num ambiente de proximidade e confraternização, estiveram presentes todos 214 militares do Exército Português que integram as duas missões a decorrer actualmente na RCA, a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic - MINUSCA) e a Missão de Treino da União Europeia (European Union Training Mission - EUTM RCA - 2018), constituídas, respectivamente, por 159 e 45 militares.
Durante a deslocação a Bangui a comitiva portuguesa, encontrou-se com o Presidente da RCA, Faustin-Archange Touadérae e a sua Ministra da Defesa, Marie-Noelle Koyara.
A 4ª Força Nacional Destacada (4FND), desde Setembro deste ano no TO da RCA, é comandada pelo Tenente-Coronel Verdelho Fontoura, e encontram-se sob o comando do Comandante Militar da MINUSCA, Tenente-General Balla Keita , tendo por missão a execução das acções atribuídas, em qualquer região da Área de Operações, como contributo para a estabilização da segurança e controlo do território da RCA por parte da Autoridade do Estado. A EUTM, comandada, desde Janeiro de 2018, pelo Brigadeiro-General Hermínio Maio e cujo treino operacional é orientado para o comando da missão, consiste numa força de estabilização de paz para consolidação de território de modo a permitir que as Forças Armadas da RCA actuem autonomamente.
10 de novembro de 2018
Portugal solidário na República Centro-Africana
O contingente nacional da Missão da União Europeia na República Centro-Africana (EUTM RCA) tem participado nos últimos onze meses em acções de solidariedade, em coordenação com os Ministérios da Defesa e da Saúde da República Centro-Africana.
As actividades realizadas têm abrangido o apoio à educação, através da distribuição de material escolar, a divulgação de boas práticas de saúde e higiene, bem como, o apoio à proteção do meio ambiente.
Neste âmbito, o Comandante desta missão, o Brigadeiro-General Hermínio Maio, do Exército Português, inaugurou, no dia 26 de Outubro, no hospital militar da Forças Armadas da República Centro-Africana em Bangui e na presença das autoridades centro-africanas e de militares portugueses, a primeira incineradora para resíduos hospitalares dos grupos não perigosos I e II.
Este projecto, liderado pelo contingente português, em coordenação com as autoridades centro-africanas, contribui para o aperfeiçoamento do conhecimento dos recursos humanos do hospital na correta triagem dos diferentes tipos de resíduos hospitalares, potenciando a segurança e higiene em proveito das crianças e da população em geral de Bangui.
A Missão da União Europeia na República Centro-Africana é liderada por Portugal e é composta actualmente por 164 militares de 11 países, sendo 45 dos três ramos das Forças Armadas portuguesas. (Emgfa)
As actividades realizadas têm abrangido o apoio à educação, através da distribuição de material escolar, a divulgação de boas práticas de saúde e higiene, bem como, o apoio à proteção do meio ambiente.
Neste âmbito, o Comandante desta missão, o Brigadeiro-General Hermínio Maio, do Exército Português, inaugurou, no dia 26 de Outubro, no hospital militar da Forças Armadas da República Centro-Africana em Bangui e na presença das autoridades centro-africanas e de militares portugueses, a primeira incineradora para resíduos hospitalares dos grupos não perigosos I e II.
Este projecto, liderado pelo contingente português, em coordenação com as autoridades centro-africanas, contribui para o aperfeiçoamento do conhecimento dos recursos humanos do hospital na correta triagem dos diferentes tipos de resíduos hospitalares, potenciando a segurança e higiene em proveito das crianças e da população em geral de Bangui.
A Missão da União Europeia na República Centro-Africana é liderada por Portugal e é composta actualmente por 164 militares de 11 países, sendo 45 dos três ramos das Forças Armadas portuguesas. (Emgfa)
2 de novembro de 2018
Para-quedistas portugueses combatem na cidade de Bambari
Os Para quedistas da 4ª Força Nacional Destacada (4FND) na República Centro Africana (RCA), composta maioritariamente pelo 2º Batalhão de Infantaria Para-quedista, estiveram pelo segundo dia consecutivo em combate, durante o dia 2 de Novembro de 2018, na cidade de Bambari. Não há feridos a registar do lado das forças de combate portuguesas.
Uma força de combate dos Para-quedistas foi flagelada quando que se encontrava a patrulhar o centro de Bambari. Estas patrulhas destinam-se a garantir a liberdade de movimentos e segurança das populações.
Dada a dimensão da ameaça, com a existência de barricadas e o efectivo do grupo opositor em grande número fazendo uso de armas pesadas e lança rockets RPG´s, a partir de posições fortificadas, obrigou os militares portugueses a reagiram em defesa da população, uma vez que os disparos foram provenientes de locais habitados por civis que não são afectos aos grupos armados.
A população da cidade de Bambari em particular, tem sido alvo nas últimas semanas de constantes ameaças e extorsões por parte de elementos afectos aos grupos armados.
Este combate em ambiente urbano, de elevada intensidade, foi particularmente exigente por parte dos militares portugueses afim de minimizar o risco de danos colaterais face à presença de população civil nas imediações. O confronto teve a duração aproximada de sete horas. (Emgfa)
Uma força de combate dos Para-quedistas foi flagelada quando que se encontrava a patrulhar o centro de Bambari. Estas patrulhas destinam-se a garantir a liberdade de movimentos e segurança das populações.
Dada a dimensão da ameaça, com a existência de barricadas e o efectivo do grupo opositor em grande número fazendo uso de armas pesadas e lança rockets RPG´s, a partir de posições fortificadas, obrigou os militares portugueses a reagiram em defesa da população, uma vez que os disparos foram provenientes de locais habitados por civis que não são afectos aos grupos armados.
A população da cidade de Bambari em particular, tem sido alvo nas últimas semanas de constantes ameaças e extorsões por parte de elementos afectos aos grupos armados.
Este combate em ambiente urbano, de elevada intensidade, foi particularmente exigente por parte dos militares portugueses afim de minimizar o risco de danos colaterais face à presença de população civil nas imediações. O confronto teve a duração aproximada de sete horas. (Emgfa)
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