O Governo recebeu `luz verde´ do Tribunal de Contas (TdC) para avançar com a adjudicação directa à Agusta Westland do contrato para a modernização dos helicópteros Lynx da Marinha, no montante de 69 milhões de euros até 2021.
Segundo o despacho do ministro da Defesa Nacional publicado em Fevereiro, a AgustaWestland foi a empresa escolhida por ser "a única entidade detentora dos direitos de propriedade intelectual e das competências técnicas exigidas" para o projecto.
A modernização de cinco helicópteros Lynx da Marinha, adquiridos em 1993, incluirá novos motores e a actualização dos sistemas electrónicos e equipamentos.
O despacho estabelece um "preço máximo" de 69 milhões de euros até 2021, dos quais oito milhões ainda em 2016. Segundo fonte do ministério da Defesa, os trabalhos começarão ainda este ano. (NM)
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7 de outubro de 2016
17 de abril de 2016
Helicópteros da Marinha vão ser modernizados
O Ministério da Defesa assinou um contrato com a Augusta Westland Limited (AWL) a fim de modernizar os helicópteros Lynx Mk95 da Marinha portuguesa, confirmou fonte da tutela ao Notícias ao Minuto.
A “actualização de equipamentos” terá um custo de 69 milhões de euros, de acordo com um despacho do ministro Azeredo Lopes datado de 18 de Fevereiro, e assegura “a aero navegabilidade continuada e permanente, sob pena destas aeronaves não poderem operar no espaço aéreo controlado europeu, a partir de 2018”.
Após autorização da tutela, o contrato celebrado por ajuste directo deverá ser submetido à provação do Tribunal de Contas.
No mesmo despacho, o ministro da Defesa justifica a não abertura de um concurso com o facto de a “Augusta Westland Limited (AWL) se a única entidade detentora dos direitos de propriedade intelectual e das competências técnicas exigidas para o estudo, desenvolvimento e implementação do conjunto de modificações inerentes à modernização destas aeronaves”. (NM)
A “actualização de equipamentos” terá um custo de 69 milhões de euros, de acordo com um despacho do ministro Azeredo Lopes datado de 18 de Fevereiro, e assegura “a aero navegabilidade continuada e permanente, sob pena destas aeronaves não poderem operar no espaço aéreo controlado europeu, a partir de 2018”.
Após autorização da tutela, o contrato celebrado por ajuste directo deverá ser submetido à provação do Tribunal de Contas.
No mesmo despacho, o ministro da Defesa justifica a não abertura de um concurso com o facto de a “Augusta Westland Limited (AWL) se a única entidade detentora dos direitos de propriedade intelectual e das competências técnicas exigidas para o estudo, desenvolvimento e implementação do conjunto de modificações inerentes à modernização destas aeronaves”. (NM)
3 de março de 2016
Agusta-Westland vai modernizar os helicópteros Lynx da Marinha
O ministério da Defesa admite avançar com uma adjudicação directa de 69 milhões de euros à empresa Agusta-Westland para a renovação dos helicópteros Lynx da Marinha. A dispensa de um concurso público ou internacional é justificada pela tutela com o facto de não haver outras empresas certificadas para fazer esta operação.
A modernização dos helicópteros Lynx da Marinha ainda não foi entregue, disse ontem o ministro Azeredo Lopes. "Está agora a iniciar-se um processo negocial que, tendencialmente, será por ajuste directo", explicou o governante. Segundo Azeredo Lopes, "a regra da contratação pública é a de que, em princípio, deve haver concurso público", mas este é dispensado "se estiver preenchida uma das excepções que a legislação estipula", o que "é o caso". (CM)
A modernização dos helicópteros Lynx da Marinha ainda não foi entregue, disse ontem o ministro Azeredo Lopes. "Está agora a iniciar-se um processo negocial que, tendencialmente, será por ajuste directo", explicou o governante. Segundo Azeredo Lopes, "a regra da contratação pública é a de que, em princípio, deve haver concurso público", mas este é dispensado "se estiver preenchida uma das excepções que a legislação estipula", o que "é o caso". (CM)
16 de dezembro de 2014
Critical renova parceria com a Agusta Westland
As iniciativas de colaboração vão prolongar-se por mais três anos, durante os quais a utilização da capacidade tecnológica da Critical será promovida dentro do grupo Finmeccanica.
A Critical Software anunciou o prolongamento da parceria com a Agusta Westland, fabricante anglo-italiano de helicópteros, do grupo italiano Finmeccanica até 31 de Dezembro de 2017. A parceria vigora há já 10 anos e actual renovação pressupõe a promoção e comercialização da capacidade tecnológica do fornecedor português no referido conjunto de empresas.
A relação com um dos principais clientes da Critical “teve início no âmbito do programa de contrapartidas dos helicópteros AW101 fornecidos à Força Aérea Portuguesa, esteve na base da expansão internacional da tecnológica portuguesa”, diz um comunicado.
No âmbito da mesma a empresa portuguesa criou a sua subsidiária no Reino Unido e “afirmou-se a partir daí à escala global no mercado da Aeronáutica”, diz a nota de imprensa. O novo acordo abrange outras empresas do grupo português ‒ como por exemplo, a Critical Materials.
Entre os projectos previstos na parceria organização destaca aqueles relacionados com estações logísticas terrestres de suporte a frotas; programas de planeamento de missões de voo; ou a manutenção de activos aeronáuticos, aprovisionamento e desempenho logístico; bem como o desenho, desenvolvimento e teste dos sistemas críticos de segurança dos sistemas de aviação avançados destinados a novas aeronaves.
A Critical Software colaborou com a Agusta Westland no desenvolvimento de diversos sistemas críticos, entre os quais se contam projectos militares classificados do Reino Unido e nos EUA, diz em comunicado. “Durante este período de tempo, mais de uma centena de engenheiros, a maioria portugueses, tiveram a oportunidade de amadurecer um leque alargado de exigentes competências técnicas”, acrescenta.
Essa evolução, segundo a Critical, permitiu-lhe posicionar-se e ganhar outros contratos com vários clientes como a Alstom, a Rolls-Royce ou a GE Aviation. A colaboração com a Agusta Westland contribuiu para reforçar a posição da empresa portuguesa como fornecedor qualificado da indústria da defesa no Reino Unido e nos EUA, “um mercado acessível apenas a um grupo muito limitado de fornecedores”.
Projectos da parceria:
- O desenvolvimento, manutenção e renovação das Estações Logísticas Terrestres das plataformas AW101 Merlin, Apache AW159 e Wildcat;
- Produção de um sistema de segurança e análise de perigos para a plataforma AW101 Merlin;
- O desenvolvimento de um sistema de planeamento de missões para as plataformas Apache AH Mk1 e AW159 Wildcat;
- Produção do sistema de controlo da robustez das plataformas Sea King, AW101Merlin, Apache AH Mk1 e Wildcat;
- O desenvolvimento de software de simulação de treinos para a plataforma AW 159 Wildcat;
- Produção e teste de uma Unidade de Processamento Táctico e de uma Unidade Touch Screen para a plataforma AW101 Merlin;
- Avaliação, desenvolvimento e certificação de um browser web para entrega de publicações técnicas na plataforma EH101 Merlin;
- Avaliação, produção e manutenção de um sistema para gerir a grande remodelação de todas as rotinas das plataformas dos helicópteros;
- Desenvolvimento de um sistema de Monitorização da Robustez e da Utilização (HUMS) das estações terrestres para captura de dados e análise. (CW)
A Critical Software anunciou o prolongamento da parceria com a Agusta Westland, fabricante anglo-italiano de helicópteros, do grupo italiano Finmeccanica até 31 de Dezembro de 2017. A parceria vigora há já 10 anos e actual renovação pressupõe a promoção e comercialização da capacidade tecnológica do fornecedor português no referido conjunto de empresas.
A relação com um dos principais clientes da Critical “teve início no âmbito do programa de contrapartidas dos helicópteros AW101 fornecidos à Força Aérea Portuguesa, esteve na base da expansão internacional da tecnológica portuguesa”, diz um comunicado.
No âmbito da mesma a empresa portuguesa criou a sua subsidiária no Reino Unido e “afirmou-se a partir daí à escala global no mercado da Aeronáutica”, diz a nota de imprensa. O novo acordo abrange outras empresas do grupo português ‒ como por exemplo, a Critical Materials.
Entre os projectos previstos na parceria organização destaca aqueles relacionados com estações logísticas terrestres de suporte a frotas; programas de planeamento de missões de voo; ou a manutenção de activos aeronáuticos, aprovisionamento e desempenho logístico; bem como o desenho, desenvolvimento e teste dos sistemas críticos de segurança dos sistemas de aviação avançados destinados a novas aeronaves.
A Critical Software colaborou com a Agusta Westland no desenvolvimento de diversos sistemas críticos, entre os quais se contam projectos militares classificados do Reino Unido e nos EUA, diz em comunicado. “Durante este período de tempo, mais de uma centena de engenheiros, a maioria portugueses, tiveram a oportunidade de amadurecer um leque alargado de exigentes competências técnicas”, acrescenta.
Essa evolução, segundo a Critical, permitiu-lhe posicionar-se e ganhar outros contratos com vários clientes como a Alstom, a Rolls-Royce ou a GE Aviation. A colaboração com a Agusta Westland contribuiu para reforçar a posição da empresa portuguesa como fornecedor qualificado da indústria da defesa no Reino Unido e nos EUA, “um mercado acessível apenas a um grupo muito limitado de fornecedores”.
Projectos da parceria:
- O desenvolvimento, manutenção e renovação das Estações Logísticas Terrestres das plataformas AW101 Merlin, Apache AW159 e Wildcat;
- Produção de um sistema de segurança e análise de perigos para a plataforma AW101 Merlin;
- O desenvolvimento de um sistema de planeamento de missões para as plataformas Apache AH Mk1 e AW159 Wildcat;
- Produção do sistema de controlo da robustez das plataformas Sea King, AW101Merlin, Apache AH Mk1 e Wildcat;
- O desenvolvimento de software de simulação de treinos para a plataforma AW 159 Wildcat;
- Produção e teste de uma Unidade de Processamento Táctico e de uma Unidade Touch Screen para a plataforma AW101 Merlin;
- Avaliação, desenvolvimento e certificação de um browser web para entrega de publicações técnicas na plataforma EH101 Merlin;
- Avaliação, produção e manutenção de um sistema para gerir a grande remodelação de todas as rotinas das plataformas dos helicópteros;
- Desenvolvimento de um sistema de Monitorização da Robustez e da Utilização (HUMS) das estações terrestres para captura de dados e análise. (CW)
20 de agosto de 2014
A Agusta Westland vai manter-se como responsável pela manutenção dos EH-101.
O Governo vai investir 56 milhões de euros na manutenção de doze helicópteros EH101 da Força Aérea. Uma fonte do ministério da Defesa terá confirmado à Rádio Renascença que o contrato assinado com a Agusta Westland foi feito por ajuste directo e será válido por quatro anos e meio.
A mesma fonte terá ainda explicado as razões para o contrato ter sido feito por ajuste directo: uma exigência de certificação aeronáutica faz com que tenha de ser a empresa anglo-italiana que construiu os helicópteros a manter-se como responsável pela manutenção dos aparelhos.
Os doze helicópteros encontram-se ao serviço da Esquadra 751 da Força Aérea Portuguesa. Seis foram encaminhados para operações de busca e salvamento, quatro foram designados para realizar buscas e salvamento mas em situação de combate. Os dois restantes fazem parte do sistema de fiscalização das pescas. (NM)
A mesma fonte terá ainda explicado as razões para o contrato ter sido feito por ajuste directo: uma exigência de certificação aeronáutica faz com que tenha de ser a empresa anglo-italiana que construiu os helicópteros a manter-se como responsável pela manutenção dos aparelhos.
Os doze helicópteros encontram-se ao serviço da Esquadra 751 da Força Aérea Portuguesa. Seis foram encaminhados para operações de busca e salvamento, quatro foram designados para realizar buscas e salvamento mas em situação de combate. Os dois restantes fazem parte do sistema de fiscalização das pescas. (NM)
15 de julho de 2014
Aeronaves satisfazem, mas faltou contrato de manutenção a helicópteros
O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea mostrou-se hoje satisfeito com o parque aeronáutico disponível e sua renovação na década anterior, mas estranhou a inexistência de um contrato de manutenção para os helicópteros EH-101.
O general José Araújo Pinheiro garantiu ter existido "transferência tecnológica efectiva para as Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica (OGMA) porque foram fazendo revisões gerais das aeronaves da Força Aérea (portuguesa) e a empresa foi sendo subcontratada por outras forças para modificações em modelos semelhantes", em resposta a deputados do PCP e do PS, na Comissão Parlamentar de Inquérito aos Programas Relativos à Aquisição de Equipamentos Militares (EH-101, P-3 Orion, C-295, torpedos, F-16, submarinos, Pandur II).
"A manutenção técnica é da responsabilidade do fabricante, sendo que quem está a fazer a manutenção no dia-a-dia é as OGMA, sob supervisão da Augusta Westland (empresa britânica construtora dos EH101)", explicou, esclarecendo não saber "o que esteve na base da decisão de não se ter feito logo um contrato de manutenção", pois, por exemplo, quando a FA adquiriu o (avião bimotor) C295 tal foi garantido.
O deputado comunista Jorge Machado tinha estranhado a opção por um modelo que é "um dos helicópteros mais caros do Mundo" e questionou o responsável sobre outras escolhas possíveis ou mesmo a possibilidade de não ter 12 aparelhos daqueles, mas antes uma frota complementar de aeronaves mais acessíveis.
,progra
"Não foi a FA que decidiu a aquisição nem o poderia fazer porque os valores em causa implicam decisão ao mais alto nível. Foi decidido pelo Governo. Obviamente, a intervenção da FA é identificar uma necessidade e propor uma opção. A aquisição, seja qual for o equipamento militar, é sempre do Governo", afirmou o general, remetendo as dúvidas sobre os valores em causa para relatórios publicados pelo Tribunal de Contas.
O parlamentar socialista José Magalhães também lembrou o plano de aquisição por parte do Exército de "helicópteros leves", entretanto abandonada, e formalizou mesmo um requerimento para saber mais pormenores junto do Chefe do Estado-Maior do Exército, já ouvido na Assembleia da República.
"A manutenção (dos EH101) é cara", reconheceu Araújo Pinheiro, adiantando que "está a ser renegociado o contrato" pela direcção-geral respectiva e "haverá margem de manobra para a FA poder assumir alguma da manutenção e assim reduzir custos".
Falando globalmente dos quatro programas de equipamento em causa - helicópteros EH101 e aviões P-3 Orion, C-295 e F-16 -, o CEMFA garantiu estarem "aprovados e em curso, decorrendo com alguma normalidade e a chegar ao seu termo" e que "os equipamentos que foram adquiridos eram necessários e no tempo certo, sem perda de capacidade".
Os deputados do PSD e do CDS-PP António Prôa e Cecília Meireles, respectivamente, apresentaram também questões sobre a necessidade e o real emprego dos referidos equipamentos e pormenores sobre as datas das decisões políticas.
Araújo Pinheiro esclareceu que as decisões sobre os F-16 remontam a 1990 - a primeira de duas frotas - e a 1998, enquanto os contratos para as restantes aeronaves foram assinados pelo Estado português em Dezembro de 2001 (EH101) e em agosto de 2005 (P-3 e C-295), ou seja, com o PS no Governo.
A comissão de inquérito retomará os seus trabalhos quarta-feira, pelas 10:00, com a audição do antigo ministro da Defesa Nacional António Vitorino, seguindo-se outro ex-responsável pela pasta Castro Caldas, às 15:00. (Jornal I)
O general José Araújo Pinheiro garantiu ter existido "transferência tecnológica efectiva para as Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica (OGMA) porque foram fazendo revisões gerais das aeronaves da Força Aérea (portuguesa) e a empresa foi sendo subcontratada por outras forças para modificações em modelos semelhantes", em resposta a deputados do PCP e do PS, na Comissão Parlamentar de Inquérito aos Programas Relativos à Aquisição de Equipamentos Militares (EH-101, P-3 Orion, C-295, torpedos, F-16, submarinos, Pandur II).
"A manutenção técnica é da responsabilidade do fabricante, sendo que quem está a fazer a manutenção no dia-a-dia é as OGMA, sob supervisão da Augusta Westland (empresa britânica construtora dos EH101)", explicou, esclarecendo não saber "o que esteve na base da decisão de não se ter feito logo um contrato de manutenção", pois, por exemplo, quando a FA adquiriu o (avião bimotor) C295 tal foi garantido.
O deputado comunista Jorge Machado tinha estranhado a opção por um modelo que é "um dos helicópteros mais caros do Mundo" e questionou o responsável sobre outras escolhas possíveis ou mesmo a possibilidade de não ter 12 aparelhos daqueles, mas antes uma frota complementar de aeronaves mais acessíveis.
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"Não foi a FA que decidiu a aquisição nem o poderia fazer porque os valores em causa implicam decisão ao mais alto nível. Foi decidido pelo Governo. Obviamente, a intervenção da FA é identificar uma necessidade e propor uma opção. A aquisição, seja qual for o equipamento militar, é sempre do Governo", afirmou o general, remetendo as dúvidas sobre os valores em causa para relatórios publicados pelo Tribunal de Contas.
O parlamentar socialista José Magalhães também lembrou o plano de aquisição por parte do Exército de "helicópteros leves", entretanto abandonada, e formalizou mesmo um requerimento para saber mais pormenores junto do Chefe do Estado-Maior do Exército, já ouvido na Assembleia da República.
"A manutenção (dos EH101) é cara", reconheceu Araújo Pinheiro, adiantando que "está a ser renegociado o contrato" pela direcção-geral respectiva e "haverá margem de manobra para a FA poder assumir alguma da manutenção e assim reduzir custos".
Falando globalmente dos quatro programas de equipamento em causa - helicópteros EH101 e aviões P-3 Orion, C-295 e F-16 -, o CEMFA garantiu estarem "aprovados e em curso, decorrendo com alguma normalidade e a chegar ao seu termo" e que "os equipamentos que foram adquiridos eram necessários e no tempo certo, sem perda de capacidade".
Os deputados do PSD e do CDS-PP António Prôa e Cecília Meireles, respectivamente, apresentaram também questões sobre a necessidade e o real emprego dos referidos equipamentos e pormenores sobre as datas das decisões políticas.
Araújo Pinheiro esclareceu que as decisões sobre os F-16 remontam a 1990 - a primeira de duas frotas - e a 1998, enquanto os contratos para as restantes aeronaves foram assinados pelo Estado português em Dezembro de 2001 (EH101) e em agosto de 2005 (P-3 e C-295), ou seja, com o PS no Governo.
A comissão de inquérito retomará os seus trabalhos quarta-feira, pelas 10:00, com a audição do antigo ministro da Defesa Nacional António Vitorino, seguindo-se outro ex-responsável pela pasta Castro Caldas, às 15:00. (Jornal I)
25 de agosto de 2009
Augusta Westland...Finalmente vai cumprir os contratos de contrapartidas dos EH-101 Merlin
O britânico Bill Hodson, director-geral da subsidiária portuguesa da Augusta Westland (AW), está em Lisboa para concretizar uma tarefa há muito esperada: cumprir os contratos de contrapartidas, negociados em Agosto de 2008 com o Estado português, para a manutenção dos 12 helicópteros EH-101 Merlin da Força Aérea Portuguesa, comprados à AW em 2001.
Mas Bill Hodson quer ir além do acordo. Ele quer rentabilizar a operação da AW, usando a diplomacia portuguesa como porta de negócios nos mercados africanos, revelou ao Negócios."Existem regiões do mundo, como África, onde a influência portuguesa pode ajudar-nos. Portugal terá memorandos de entendimento que podem facilitar ou reforçar a nossa presença nessas regiões", afirma Bill Hodson. "Sabemos que os negócios assentam em relações e Portugal tem relações antigas com determinadas regiões...", frisa. (Jornal de Negócios)
Mas Bill Hodson quer ir além do acordo. Ele quer rentabilizar a operação da AW, usando a diplomacia portuguesa como porta de negócios nos mercados africanos, revelou ao Negócios."Existem regiões do mundo, como África, onde a influência portuguesa pode ajudar-nos. Portugal terá memorandos de entendimento que podem facilitar ou reforçar a nossa presença nessas regiões", afirma Bill Hodson. "Sabemos que os negócios assentam em relações e Portugal tem relações antigas com determinadas regiões...", frisa. (Jornal de Negócios)
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