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25 de janeiro de 2019

FORÇA AÉREA DINAMARQUESA COM DESTACAMENTO EM MONTE REAL

(FAP)Iniciou no dia 14 de Janeiro, na Base Aérea N.º 5, em Monte Real, o Destacamento Winter Hide da Força Aérea da Dinamarca.

Este destacamento, composto por cerca de 150 militares e aeronaves F-16, está em Portugal para treinar as suas tripulações, tirando partido das condições atmosféricas características do sul da Europa.

A Base Aérea N.º 5 foi a escolhida para este destacamento devido à possibilidade do treino conjunto entre as esquadras dinamarquesas e portuguesas que operam o F-16, bem como pelas condições proporcionadas pela Força Aérea Portuguesa, ao permitir o desenvolvimento de missões de treino em cenários próximos dos encontrados nas operações reais.

O destacamento termina no final do mês de Janeiro.

13 de janeiro de 2017

Chefe do Estado-Maior da Força Aérea na Dinamarca

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General Manuel Teixeira Rolo, visitou a Força Aérea Real Dinamarquesa nos dias 11 e 12 de Janeiro de 2017.

A visita decorreu a convite do Chief of Air Staff da Força Aérea Real Dinamarquesa, Major-General Max Nielson, inserida no âmbito de uma reunião bilateral entre estes ramos das Forças Armadas de ambos os países.

O General CEMFA visitou as bases aéreas de Karup e Skrydstrup, tendo acompanhado pessoalmente os desenvolvimentos efectuados nas aeronaves EH-101Merlin e F-16 daquele país, aeronaves que a Força Aérea Portuguesa também possui. (FAP)

23 de março de 2015

Dinamarca pode se tornar alvo de mísseis russos

Em artigo de opinião para o jornal dinamarquês Jyllands-Posten, neste sábado (21/03), o embaixador russo em Copenhaga, Mikhail Vanin, comentou que o país poderá ser alvo de mísseis nucleares, caso participe do sistema de defesa antiaérea da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

"Acho que os dinamarqueses não compreendem plenamente as consequências de a Dinamarca aderir à defesa anti-mísseis liderada pelos Estados Unidos", escreveu o diplomata. "Se isso acontecer, os navios de guerra dinamarqueses se tornam alvos dos mísseis nucleares russos."

Ministro Martin Lidegaard: ameaças inaceitáveis

As declarações suscitaram reacção irada do ministro dinamarquês do Exterior, Martin Lidegaard, que classificou as ameaças de Vanin como "inaceitáveis" e "totalmente fora de proporção". "A Rússia sabe muito bem que o escudo anti-mísseis da Otan é defensivo, e não está direccionado contra ela", explicou.

Mette Gjerskov, presidente da Comissão Parlamentar de Política Estrangeira da Dinamarca, declarou à agência de notícias francesa AFP que os comentários do embaixador russo são "muito ameaçadores e desnecessários".

Pedra no sapato do Kremlin

O escudo anti-mísseis, iniciado em 2005 e que deverá estar operando plenamente em 2025, tem sido um constante pomo de discórdia entre Moscovo e a Otan, pois o Kremlin o considera uma ameaça para o equilíbrio estratégico do continente. A Aliança Atlântica rebate que a rede de radares e armamentos oferecerá, a seus países-membros europeus, protecção contra os assim chamados "Estados renegados".

Em Agosto de 2014, a Dinamarca concordou em contribuir com pelo menos uma fragata com capacidade de radar avançada para o escudo da Otan, que já inclui navios de guerra com potencial anti-míssil na Espanha, sistemas anti-mísseis na Turquia e intercepta dores de mísseis na Roménia.

O sistema europeu de defesa da Otan mantém seu quartel-general na Alemanha e planeia estabelecer bases na Polónia e na Roménia, o que desagrada Moscovo seriamente. (DW)

24 de outubro de 2014

PORTUGAL REEQUIPA FROTA COM QUATRO NAVIOS PATRULHA “STANFLEX 300”

"Depois de três anos muito difíceis e exigentes na gestão da ‘coisa’ pública, este momento assinala (…) a retoma das condições para se investir na modernização das Forças Armadas, em geral, e na Marinha em particular”, afirmou o ministro da Defesa Nacional.

Durante a cerimónia de assinatura de contrato de aquisição dos navios STANFLEX 300, à Dinamarca, que decorreu na Base Naval de Lisboa, no Alfeite, José Pedro Aguiar-Branco relembrou que dos 480 milhões de euros disponíveis, em 2004, para a aquisição de “cinco lanchas de fiscalização costeira e seis Navios Patrulha Oceânicos (NPO)”, apenas 2,5 % desse valor foi executado, entre 2005 e 2011.

Para o ministro da Defesa Nacional, a aquisição deste equipamento é agora possível devido ao esforço “deste Governo” (e do Ministério da Defesa Nacional, em particular) de “reequilibrar as contas públicas”, bem como à “Reforma 2020”, que teve início há cerca de três anos e na qual foram definidos o “referencial do PIB para efeitos de receita orçamental” e o objectivo de atingir 15 % para investimento em novos equipamentos, sem o aumento da “a despesa global”.

Durante a sua intervenção, Aguiar-Branco destacou ainda as decisões tomadas durante os últimos três anos, que “contribuíram para que houvesse ganhos de gestão” e que tiveram efeitos directos nas “condições financeiras”, permitindo poupanças de vários milhões de euros, agora afectos a áreas mais “importantes”.

O ministro da Defesa Nacional adiantou que, até ao final de 2014, será apresentada uma nova Lei de Programação Militar, dotada de “realismo e pragmatismo”, em prol de “umas Forças Armadas mais sustentáveis”.

O contrato, agora assinado, entre os ministérios da Defesa de Portugal e da Dinamarca prevê a aquisição de quatro navios patrulha STANFLEX 300, cuja modernização será feita em 2015, no Arsenal do Alfeite. A entrega à Marinha portuguesa está prevista para 2016. O investimento, incluindo aquisição e modernização, ronda os 28 milhões de euros. (Defesa)

22 de outubro de 2014

NOVOS PATRULHAS: ASSINATURA DO CONTRATO DE AQUISIÇÃO

Realiza-se amanhã, dia 23 de Outubro, pelas 16h30, a assinatura do contrato de aquisição dos navios patrulha dinamarqueses STANFLEX 300, na Base Naval de Lisboa.

​Estarão presentes o Ministro da Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Director-Geral de Armamento e Infra-estruturas de Defesa o Embaixador da Dinamarca e respectivos representantes da Dinamarca.

Programa:
15h45 – Hora limite da chegada dos OCS à Base Naval de Lisboa.
16h30 – Início da cerimónia de assinatura do contrato.
- Assinatura do contrato.
- Intervenção do representante dinamarquês.
- Intervenção do Chefe do Estado-Maior da Armada
- Intervenção do Ministro da Defesa Nacional ( Fonte: M.G.P)

14 de outubro de 2014

Patrulhas costeiras compradas por 4 ME à Dinamarca serão equipadas em Portugal

O Governo vai comprar quatro patrulhas de fiscalização costeira à Dinamarca por 4 milhões de euros e o equipamento será assegurado pela indústria portuguesa, disse à Lusa fonte do ministério da Defesa.

De acordo com o despacho, a que a Agência Lusa teve acesso, o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, autorizou a compra dos quatro patrulhas STANFLEX 300, pelo preço máximo de 4 milhões de euros.

Contactado pela Lusa, fonte do ministério adiantou que o equipamento dos quatro navios será feito em Portugal, estimando que o custo total do projecto, com a aquisição e o equipamento atinja cerca de 25 milhões de euros. O contrato deverá ser assinado nas próximas semanas.

A mesma fonte disse que os navios deverão estar em Portugal até ao fim do ano mas dificilmente estarão prontos para estar ao serviço da Marinha em 2015.


A opção permite adiar o projecto das Lanchas de Fiscalização Costeira até estar concluído o "processo prioritário de construção dos restantes navios de patrulha oceânica" (NPO), segundo o despacho.

Para o Chefe do Estado-Maior da Armada, Macieira Fragoso, a compra dos navios dinamarqueses "representa uma solução quase imediata, adequada, exequível e aceitável para colmatar as actuais lacunas do efectivo nacional de navios de patrulha e fiscalização costeira", lê-se, no despacho.

Por outro lado, apresentam baixos custos de manutenção do casco e dos equipamentos e sistemas de plataforma "constituindo ainda uma oportunidade de trabalho para a indústria nacional, nomeadamente o Arsenal do Alfeite", refere ainda o despacho.

Os navios STANFLEX 300 foram considerados adequados às necessidades da Marinha estando aptos para a fiscalização da pesca, segurança da navegação, combate à poluição e preservação do mar e têm uma "vida útil residual de pelo menos dez anos". (Lusa/RTP)

23 de janeiro de 2010

Força Aérea realiza exercício Real Thaw 2010

A Força Aérea Portuguesa (FAP) realiza entre os dias 25 de Janeiro e 4 de Fevereiro a edição de 2010 do exercício ‘Real Thaw’ (Descongelamento Real).

A actividade aérea será variada e, na sua maioria, executada a partir da Base Aérea n.º 5 (BA5), em Monte Real. Contudo, será também instalada uma ‘Base Aérea Táctica’, no Aeródromo da Covilhã, de onde serão operados os helicópteros ‘ALOUETTE III’, e onde estarão também instalados os militares do Exército Português que participam neste exercício.

O exercício, que conta com a presença de outras Forças Aéreas aliadas, procura verificar e testar as capacidades dos participantes no que diz respeito a missões de ‘Apoio Aéreo Próximo’ a forças ou populações, no terreno.

Participam no ‘Real Thaw 10’ cerca de 1000 militares e 50 aeronaves das Forças Aéreas de Portugal, Bélgica, Espanha, Dinamarca e Estados Unidos, assim como um avião de vigilância radar (E3A AWACS) da Aliança Atlântica (NATO) e um destacamento de Pára-quedistas e Operações Especiais, do Exército Português.

Além da BA5 e o Aeródromo da Covilhã, vão estar também envolvidos o Comando Aéreo e as Bases Aéreas de Beja e do Montijo.

A FAP vai colocar on-line uma página Internet, inteiramente, dedicada ao Real Thaw 10, cujo endereço é www.emfa.pt/realthaw.

Refira-se ainda que, em 2009, este exercício atraiu o interesse de várias nações. Os Estados Unidos da América participaram com equipas de controladores aéreos tácticos, a Dinamarca com quatro aeronaves F-16, Espanha com quatro F-18 e a NATO com um ‘avião-radar’, o E3A. (D.Leiria)

21 de agosto de 2009

Beja - Exercise Summer Riddler 09


O clima quente e seco que se sente no Baixo Alentejo foi um teste para os elementos do Centro Móvel de Controle Aéreo, uma unidade da força aérea dinamarquesa que se instalou desde o dia 4 de Agosto na Base Aérea de Beja.


Os cerca de 80 militares cumprem hoje o último dia de exercício nesta base alentejana, um local escolhido para testar a capacidade de resistência e adaptação do equipamento e dos elementos desta unidade a um clima diferente.


"O primeiro dia foi muito duro. Andámos todos com tonturas e bebemos cinco ou seis litros de água. Mas já nos habituámos...", confessou a Tenente Glaser, um dos militares dinamarqueses que passaram o mês em Beja.


Para o Tenente-coronel M. Kranker, Comandante da unidade, a missão foi um sucesso dados os conhecimentos adquiridos pelos militares deste destacamento.


Apesar de não existir ainda nenhuma missão específica para esta recente unidade militar, o exercício serviu também como preparação para uma possível missão no Afeganistão.


A Tenente Glaser também se mostrou satisfeita com a experiência e com a possibilidade de pôr em prática alguns procedimentos que apenas tinham testado em teoria. Mas a questão do clima é, inevitavelmente, aquela que mais comentários suscita. "É muito bom perceber que o nosso corpo consegue adaptar-se a este tipo de clima", afirmou. Uma opinião que coincide com a do comandante da unidade que garantiu sentir-se mais preparado depois desta missão.


Para os responsáveis da Base Aérea de Beja a experiência demonstrou a capacidade das forças portuguesas trabalharem em conjunto com outras unidades internacionais.

O Exercise Summer Riddler 09, designação desta missão, termina hoje e os militares dinamarqueses devem deixar no domingo a Base Aérea de Beja.(Sapo)