(MGP)Depois de ter sido submetido a um intenso e exigente período de treino e avaliação por parte do Centro Integrado de Treino e Avaliação Naval (CITAN), o navio largou de Lisboa no dia 06 de Janeiro de 2020 com o intuito de render o NRP Mondego. Durante o trânsito realizaram-se acções de vigilância no Banco do Gorringe, contribuindo para o contínuo esforço de controlo das águas sob jurisdição Nacional.
Após o período de treino, a guarnição encontra-se preparada, motivada e confiante para enfrentar os desafios que a missão irá apresentar.
O NRP Douro encontra-se preparado para realizar operações de salvaguarda da vida humana no mar, apoiar a rendição dos elementos da polícia marítima e do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas nas ilhas Desertas e na ilha da Selvagem grande, conduzir acções de patrulhamento e vigilância marítima, participar em exercícios e iniciativas como “alista-te por um dia", mantendo desta forma uma constante e activa presença junto da comunidade marítima da região.
O navio patrulha Douro modelo STANFLEX 300 é comandado pelo primeiro-tenente David Manuel Buinho Menúrias e tem uma guarnição de 26 militares (5 Oficiais, 5 Sargentos e 16 Praças). Este navio da classe Tejo e foi aumentado ao efectivo dos navios da Marinha em 12 de maio de 2017.
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10 de janeiro de 2020
5 de maio de 2019
NRP Tejo comemora o seu terceiro aniversário
(MGP)O NRP Tejo, navio que dá nome à classe, é um navio de patrulha costeira, adquirido pelo Estado Português ao Reino da Dinamarca em 2015 e que depois de um processo de modernização nos estaleiros navais do Arsenal do Alfeite S.A. entrou ao serviço da Marinha a 5 de Maio de 2016.
Este navio da Marinha realiza essencialmente missões de interesse público como a busca e salvamento marítimo, patrulha e vigilância marítima e apoio a outras entidades do Estado. Desde que o NRP Tejo entrou ao serviço já percorreu mais de 37000 milhas náuticas (cerca de 69.000 Km) o que equivale a cerca de 90% da viagem de circum-navegação iniciada por Fernão de Magalhães há 500 anos atrás.
O NRP Tejo tem uma guarnição de 25 militares e encontra-se actualmente em missão na Zona Marítima da Madeira naquela que é a sua quarta comissão na região.
Este navio da Marinha realiza essencialmente missões de interesse público como a busca e salvamento marítimo, patrulha e vigilância marítima e apoio a outras entidades do Estado. Desde que o NRP Tejo entrou ao serviço já percorreu mais de 37000 milhas náuticas (cerca de 69.000 Km) o que equivale a cerca de 90% da viagem de circum-navegação iniciada por Fernão de Magalhães há 500 anos atrás.
O NRP Tejo tem uma guarnição de 25 militares e encontra-se actualmente em missão na Zona Marítima da Madeira naquela que é a sua quarta comissão na região.
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18 de agosto de 2018
Novo navio patrulha “Mondego” faz a sua primeira missão na Madeira
A Região Autónoma da Madeira recebeu o NRP Mondego, nesta que é a primeira missão do navio, para uma comissão no dispositivo do Comando da Zona Marítima da Madeira onde irá permanecer até final de Novembro de 2018.
Durante este período o navio, que chegou à Madeira esta quinta-feira, irá estar empenhado em diversas tarefas, nomeadamente no âmbito da busca e salvamento no mar, patrulhamento marítimo, controlo da navegação, prevenção e combate à poluição marítima e apoio ao Instituto das Florestas e Conservação da Natureza.
O NRP Mondego, o terceiro navio da classe “Tejo" modelo “FLYVEFISKEN" ou “STANFLEX 300", comandado pelo Primeiro-Tenente Pereira Robalo, tem uma guarnição de 26 militares (5 Oficiais, 5 Sargentos e 16 Praças) é o terceiro de quatro navios adquiridos à Dinamarca. O navio chegou a Portugal no dia 28 de Abril de 2015 tendo sido aumentado ao efectivo dos navios da Marinha a 12 de Junho deste ano. Foi entretanto modernizado nos estaleiros da Arsenal do Alfeite, SA (AA), o que vem assim concretizar a substituição progressiva dos actuais navios patrulhas da Classe Cacine, em serviço há mais de 40 anos. (MGP)
Durante este período o navio, que chegou à Madeira esta quinta-feira, irá estar empenhado em diversas tarefas, nomeadamente no âmbito da busca e salvamento no mar, patrulhamento marítimo, controlo da navegação, prevenção e combate à poluição marítima e apoio ao Instituto das Florestas e Conservação da Natureza.
O NRP Mondego, o terceiro navio da classe “Tejo" modelo “FLYVEFISKEN" ou “STANFLEX 300", comandado pelo Primeiro-Tenente Pereira Robalo, tem uma guarnição de 26 militares (5 Oficiais, 5 Sargentos e 16 Praças) é o terceiro de quatro navios adquiridos à Dinamarca. O navio chegou a Portugal no dia 28 de Abril de 2015 tendo sido aumentado ao efectivo dos navios da Marinha a 12 de Junho deste ano. Foi entretanto modernizado nos estaleiros da Arsenal do Alfeite, SA (AA), o que vem assim concretizar a substituição progressiva dos actuais navios patrulhas da Classe Cacine, em serviço há mais de 40 anos. (MGP)
5 de maio de 2018
NRP TEJO FAZ DOIS ANOS AO SERVIÇO DE PORTUGAL
O navio patrulha Tejo modelo STANFLEX 300 é actualmente comandado pelo Primeiro-tenente Loureiro da Paixão.
O navio é o primeiro da classe e dá o nome à mesma.
É um navio patrulha costeiro que opera junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa. (MGP)
O navio é o primeiro da classe e dá o nome à mesma.
É um navio patrulha costeiro que opera junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa. (MGP)
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6 de junho de 2017
NRP Douro faz provas de mar
O mais recente navio de patrulha costeira da Marinha, o NRP Douro, está a realizar provas de mar durante os próximos dois dias, com vista a testar as diversas áreas técnicas do navio.
As provas de mar fazem parte do conjunto de etapas previstas para a preparação dos navios antes do empenhamento operacional para as missões. O NRP Douro passará a integrar o dispositivo naval padrão da Marinha já no final do mês, com a primeira missão na zona marítima da Madeira.
Recorde-se que este navio de patrulha costeira passou ao estado de armamento normal no passado dia 12 de maio, em cerimónia realizada na Base Naval de Lisboa.
O NRP Douro pertence à classe de navios Tejo, que se destina a operar junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa. Estes estão, após a acção de modernização levada a cabo no Arsenal do Alfeite SA, essencialmente vocacionados para funções de segurança e autoridade do Estado no mar e guarnecer o dispositivo naval padrão da Marinha na região Autónoma da Madeira, reforçar a capacidade de resposta a situações de busca e salvamento marítimo, contribuir para o esforço de fiscalização marítima, apoiar aos órgãos de proteção civil regionais em situações de calamidade ou catástrofe naturais, e cooperar com outros departamentos do Estado com competências no mar.
O NRP Douro tem uma guarnição de 23 elementos e é comandado pelo primeiro-tenente Vacas de Carvalho.
As provas de mar fazem parte do conjunto de etapas previstas para a preparação dos navios antes do empenhamento operacional para as missões. O NRP Douro passará a integrar o dispositivo naval padrão da Marinha já no final do mês, com a primeira missão na zona marítima da Madeira.
Recorde-se que este navio de patrulha costeira passou ao estado de armamento normal no passado dia 12 de maio, em cerimónia realizada na Base Naval de Lisboa.
O NRP Douro pertence à classe de navios Tejo, que se destina a operar junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa. Estes estão, após a acção de modernização levada a cabo no Arsenal do Alfeite SA, essencialmente vocacionados para funções de segurança e autoridade do Estado no mar e guarnecer o dispositivo naval padrão da Marinha na região Autónoma da Madeira, reforçar a capacidade de resposta a situações de busca e salvamento marítimo, contribuir para o esforço de fiscalização marítima, apoiar aos órgãos de proteção civil regionais em situações de calamidade ou catástrofe naturais, e cooperar com outros departamentos do Estado com competências no mar.
O NRP Douro tem uma guarnição de 23 elementos e é comandado pelo primeiro-tenente Vacas de Carvalho.
3 de março de 2017
PRIMEIRA MISSÃO DO NRP TEJO
O navio, que dá nome à classe, efectuou até ao presente momento quatro missões às Selvagens, para apoio logístico à Autoridade Marítima Local, em especifico para os agentes da Polícia Marítima que asseguram na ilha selvagem Grande a extensão do comando local da Policia Marítima do Funchal e ao pessoal do Troço do Mar que assegura as funções de repartição marítima, e também para apoio aos Vigilantes da Natureza do Parque Natural da Madeira, em serviço na Reserva Natural das Ilhas Selvagens.
É desta forma que a Marinha e a Autoridade Marítima, com o apoio do sistema de vigilância COSTA SEGURA, dos meios navais da Marinha e dos meios náuticos da Polícia Marítima, asseguram em permanência a busca e o salvamento marítimo e o exercício da autoridade do Estado do mar naquele arquipélago, bem como a vigilância da fronteira externa mais a Sul do país.
O NRP Tejo, modelo STANFLEX 300 proveniente da Dinamarca, é o primeiro de quatro navios, que dá o nome à classe. O navio chegou a Portugal no dia 12 de maio de 2015 tendo sido aumentado ao efectivo a 05 de maio de 2016. Esta unidade naval foi modernizada na Arsenal do Alfeite, SA, representando o início da substituição progressiva dos actuais navios patrulha da Classe Cacine.
Com uma guarnição de 23 elementos, construção modular e com comprimento de 54 metros, atinge uma velocidade máxima de 28 nós e tem uma autonomia de 2400 milhas náuticas. É um navio versátil, que opera junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa, em funções de segurança e autoridade do Estado, entre outras missões de natureza não militar.
Durante este período, o navio de patrulha costeiro foi empenhado numa operação de busca e salvamento e realizou 16 acções no âmbito do controlo da actividades marítimas e da pesca na região. (MGP)
É desta forma que a Marinha e a Autoridade Marítima, com o apoio do sistema de vigilância COSTA SEGURA, dos meios navais da Marinha e dos meios náuticos da Polícia Marítima, asseguram em permanência a busca e o salvamento marítimo e o exercício da autoridade do Estado do mar naquele arquipélago, bem como a vigilância da fronteira externa mais a Sul do país.
O NRP Tejo, modelo STANFLEX 300 proveniente da Dinamarca, é o primeiro de quatro navios, que dá o nome à classe. O navio chegou a Portugal no dia 12 de maio de 2015 tendo sido aumentado ao efectivo a 05 de maio de 2016. Esta unidade naval foi modernizada na Arsenal do Alfeite, SA, representando o início da substituição progressiva dos actuais navios patrulha da Classe Cacine.
Com uma guarnição de 23 elementos, construção modular e com comprimento de 54 metros, atinge uma velocidade máxima de 28 nós e tem uma autonomia de 2400 milhas náuticas. É um navio versátil, que opera junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa, em funções de segurança e autoridade do Estado, entre outras missões de natureza não militar.
Durante este período, o navio de patrulha costeiro foi empenhado numa operação de busca e salvamento e realizou 16 acções no âmbito do controlo da actividades marítimas e da pesca na região. (MGP)
24 de julho de 2015
Preparativos do NRP Tejo para entrar ao serviço da Marinha Portuguesa
Com o apoio de rebocadores o navio deu hoje entrada na doca flutuante da Arsenal do Alfeite, SA.
Irão ser efectuadas as devidas adaptações para estar apto a entrar ao serviço da Marinha Portuguesa.
Fonte: M.G.P/Facebook oficial da Marinha Portuguesa
21 de maio de 2015
Navios Patrulhas adquiridos à Dinamarca são “uma oportunidade para a economia portuguesa”
O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou que os navios patrulha STANFLEX 300, recentemente adquiridos à Dinamarca, são uma oportunidade para a economia e para as indústrias portuguesas, designadamente, para o Arsenal do Alfeite, que será a empresa responsável “pela sua restauração e recuperação”.
No final de uma visita ao NRP Tejo, o primeiro dos quatro STANFLEX 300 a chegar a Portugal, José Pedro Aguiar-Branco afirmou que estes navios, com uma vida útil de cerca de 15/20 anos, estão em excelentes condições.
“Esta venda aconteceu porque a Dinamarca mudou o seu conceito estratégico de defesa”, frisou ministro da Defesa Nacional, na Base Naval de Lisboa, acrescentando que estes patrulhas irão “aumentar a capacidade de operação da Marinha Portuguesa, depois de ultrapassadas as dificuldades financeiras dos últimos quatro anos”.
Questionado sobre a data em que poderão começar a operar, José Pedro Aguiar-Branco referiu que dois deles estarão prontos no segundo semestre de 2016 e, os outros dois, no segundo semestre de 2017.
Os quatro navios terão um custo individual de adaptação na ordem dos sete milhões, representando, para o Estado Português, um investimento global de cerca de 28 milhões de euros o que, conforme refere o ministro da Defesa Nacional, seria o valor correspondente “à compra de um navio novo”. (Defesa)
No final de uma visita ao NRP Tejo, o primeiro dos quatro STANFLEX 300 a chegar a Portugal, José Pedro Aguiar-Branco afirmou que estes navios, com uma vida útil de cerca de 15/20 anos, estão em excelentes condições.
“Esta venda aconteceu porque a Dinamarca mudou o seu conceito estratégico de defesa”, frisou ministro da Defesa Nacional, na Base Naval de Lisboa, acrescentando que estes patrulhas irão “aumentar a capacidade de operação da Marinha Portuguesa, depois de ultrapassadas as dificuldades financeiras dos últimos quatro anos”.
Questionado sobre a data em que poderão começar a operar, José Pedro Aguiar-Branco referiu que dois deles estarão prontos no segundo semestre de 2016 e, os outros dois, no segundo semestre de 2017.
Os quatro navios terão um custo individual de adaptação na ordem dos sete milhões, representando, para o Estado Português, um investimento global de cerca de 28 milhões de euros o que, conforme refere o ministro da Defesa Nacional, seria o valor correspondente “à compra de um navio novo”. (Defesa)
12 de maio de 2015
NOVO PATRULHA DA MARINHA PORTUGUESA CHEGA A LISBOA
O NRP Tejo conjuntamente com as restantes três unidades navais que serão entregues até 2016 irão reforçar a capacidade do Estado Português nas áreas da fiscalização marítima, busca e salvamento marítimo, combate à poluição e preservação do mar, possibilitando à Marinha levar a cabo as tarefas no âmbito da sua responsabilidade, dentro de parâmetros de racionalidade, compatíveis com os recursos materiais, humanos e financeiros de que dispõe.
A aquisição destes navios vem preencher a lacuna de meios para operar na faixa costeira sentida pela Marinha, desde que foram abatidos 7 navios patrulha da classe Cacine pelo elevado estado de desgaste, e irá proporcionar à indústria nacional uma oportunidade de trabalho, uma vez que a modernização destes meios que apresentam baixos custos de manutenção do casco, dos equipamentos e sistemas de plataforma ficará a cargo do Arsenal do Alfeite sa. (MGP)
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O primeiro STANFLEX 300 chegou hoje a Lisboa
Chegou hoje o NRP Tejo, uma das lanchas STANFLEX 300 adquiridas à Dinamarca. A nova lancha, que chegou a Lisboa ao início da tarde, é a primeira das quatro embarcações a ser entregue.
As quatro novas lanchas vêm reforçar a capacidade da Marinha Portuguesa na fiscalização da pesca, segurança da navegação, combate à poluição e preservação do mar.
O contrato de aquisição das quatro lanchas foi celebrado em Outubro do ano passado e a sua modernização será feita no Arsenal do Alfeite. A entrega destes navios à Marinha Portuguesa está prevista para 2016.
Aquando da assinatura do contrato de aquisição o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, destacou a que a aquisição destes equipamentos era agora possível devido ao esforço “deste Governo” de “reequilibrar as contas públicas”, bem como à “Reforma 2020”, que teve início há cerca de três anos e na qual foram definidos o “referencial do PIB para efeitos de receita orçamental” e o objectivo de atingir 15 % para investimento em novos equipamentos, sem o aumento da “despesa global”.
Para o Chefe do Estado-Maior da Armada, Macieira Fragoso, a compra dos navios dinamarqueses “representa uma solução quase imediata, adequada, exequível e aceitável para colmatar as actuais lacunas do efectivo nacional de navios de patrulha e fiscalização costeira”, lê-se, no despacho.
Por outro lado, estas embarcações apresentam baixos custos de manutenção do casco e dos equipamentos e sistemas de plataforma “constituindo ainda uma oportunidade de trabalho para a indústria nacional, nomeadamente o Arsenal do Alfeite”, refere ainda o despacho.(Defesa)
As quatro novas lanchas vêm reforçar a capacidade da Marinha Portuguesa na fiscalização da pesca, segurança da navegação, combate à poluição e preservação do mar.
O contrato de aquisição das quatro lanchas foi celebrado em Outubro do ano passado e a sua modernização será feita no Arsenal do Alfeite. A entrega destes navios à Marinha Portuguesa está prevista para 2016.
Aquando da assinatura do contrato de aquisição o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, destacou a que a aquisição destes equipamentos era agora possível devido ao esforço “deste Governo” de “reequilibrar as contas públicas”, bem como à “Reforma 2020”, que teve início há cerca de três anos e na qual foram definidos o “referencial do PIB para efeitos de receita orçamental” e o objectivo de atingir 15 % para investimento em novos equipamentos, sem o aumento da “despesa global”.
Para o Chefe do Estado-Maior da Armada, Macieira Fragoso, a compra dos navios dinamarqueses “representa uma solução quase imediata, adequada, exequível e aceitável para colmatar as actuais lacunas do efectivo nacional de navios de patrulha e fiscalização costeira”, lê-se, no despacho.
Por outro lado, estas embarcações apresentam baixos custos de manutenção do casco e dos equipamentos e sistemas de plataforma “constituindo ainda uma oportunidade de trabalho para a indústria nacional, nomeadamente o Arsenal do Alfeite”, refere ainda o despacho.(Defesa)
22 de janeiro de 2015
Os investimentos em equipamentos militares e armamento para equipar Forças Armadas até 2018
Nos próximos quatro anos. o Estado português estima investir 1074 milhões de euros em armamento e equipamento para as Forças Armadas. Segundo a proposta de Lei de Programação Militar que esta quinta-feira à tarde é debatida no Parlamento, quase 90% desse montante correspondente a investimento público (€960 milhões) e pouco mais de 10% (€114 milhões) provêm de receitas próprias.
A fatia de leão (37,7% ou €414 milhões) vai para os designados "serviços centrais" que dizem respeito aos investimentos transversais aos três ramos: Exército, Marinha e Força Aérea. É daqui que sairá o dinheiro para a eventual substituição da mítica G3, a arma ligeira de fabrico alemão ao serviço das Forças Armadas portuguesas desde a década de 1960. Este investimento já foi por diversas vezes adiado.
Para os três ramos, no quadriénio 2015-2018, estão reservados 629 milhões de euros, metade dos quais para a Marinha (320 milhões), um terço para a Força Aérea (182 milhões) e um quinto para o Exército (126 milhões).
Os 320 milhões de euros reservados à Armada destinam-se, entre outros investimentos, à já anunciada encomenda de mais dois navios patrulha oceânicos (NPO) aos estaleiros de Viana do Castelo (concessionados à empresa West Sea do Grupo Martifer) e à compra de quatro patrulhas costeiras (NPC) Stanflex 300 à Dinamarca. Estas aquisições destinam-se a substituir, respectivamente, as corvetas e os patrulhas da classe Cacine, todos eles ao serviço da Marinha há mais de 40 anos.
No final do ano passado. o Governo autorizou a Marinha a investir quase dez milhões de euros (mais IVA) na reparação e manutenção da fragata Corte-Real, lançada à água em Junho de 1990. Na sua mensagem de Natal, o chefe de Estado-Maior da Armada, almirante Macieira Fragoso, confirmou ainda a instalação de um novo simulador de acção táctica.
Parte dos 182 milhões destinados à Força Aérea poderão ser aplicados na substituição dos seis aviões Hércules C-130. O primeiro chegou a Portugal em 15 de Setembro de 1977. Em 2011, 34 anos depois, o ministro da Defesa assinou a carta de intenção de comprar à brasileira Embraer seis KC-390; e a 21 de Outubro do ano passado assistiu à apresentação, em São Paulo, do protótipo desta aeronave, que poderá ser utilizada para o transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e salvamento e combate a incêndios florestais.
Até Junho, a Embraer deverá dizer ao Governo quanto custarão os seis aviões.
Para além do C-130, em Novembro último, tal como noticiou o Expresso, o ministro José Pedro Aguiar-Branco instruiu a Direcção-Geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa para que estudasse a substituição dos três Falcon 50 da esquadra 504 "Linces". Comprados entre 1989 e 1991, o modelo português já não é fabricado pelos franceses da Marcel-Dassault.
Com os 126 milhões que lhe estão destinados até 2018, o Exército deverá investir na aquisição de viaturas tácticas ligeiras 4X4, num sistema de informação e comunicações táctico, sendo ainda o maior beneficiário da eventual substituição da G-3. (Expresso)
A fatia de leão (37,7% ou €414 milhões) vai para os designados "serviços centrais" que dizem respeito aos investimentos transversais aos três ramos: Exército, Marinha e Força Aérea. É daqui que sairá o dinheiro para a eventual substituição da mítica G3, a arma ligeira de fabrico alemão ao serviço das Forças Armadas portuguesas desde a década de 1960. Este investimento já foi por diversas vezes adiado.
Para os três ramos, no quadriénio 2015-2018, estão reservados 629 milhões de euros, metade dos quais para a Marinha (320 milhões), um terço para a Força Aérea (182 milhões) e um quinto para o Exército (126 milhões).
Os 320 milhões de euros reservados à Armada destinam-se, entre outros investimentos, à já anunciada encomenda de mais dois navios patrulha oceânicos (NPO) aos estaleiros de Viana do Castelo (concessionados à empresa West Sea do Grupo Martifer) e à compra de quatro patrulhas costeiras (NPC) Stanflex 300 à Dinamarca. Estas aquisições destinam-se a substituir, respectivamente, as corvetas e os patrulhas da classe Cacine, todos eles ao serviço da Marinha há mais de 40 anos.
No final do ano passado. o Governo autorizou a Marinha a investir quase dez milhões de euros (mais IVA) na reparação e manutenção da fragata Corte-Real, lançada à água em Junho de 1990. Na sua mensagem de Natal, o chefe de Estado-Maior da Armada, almirante Macieira Fragoso, confirmou ainda a instalação de um novo simulador de acção táctica.
Parte dos 182 milhões destinados à Força Aérea poderão ser aplicados na substituição dos seis aviões Hércules C-130. O primeiro chegou a Portugal em 15 de Setembro de 1977. Em 2011, 34 anos depois, o ministro da Defesa assinou a carta de intenção de comprar à brasileira Embraer seis KC-390; e a 21 de Outubro do ano passado assistiu à apresentação, em São Paulo, do protótipo desta aeronave, que poderá ser utilizada para o transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e salvamento e combate a incêndios florestais.
Até Junho, a Embraer deverá dizer ao Governo quanto custarão os seis aviões.
Para além do C-130, em Novembro último, tal como noticiou o Expresso, o ministro José Pedro Aguiar-Branco instruiu a Direcção-Geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa para que estudasse a substituição dos três Falcon 50 da esquadra 504 "Linces". Comprados entre 1989 e 1991, o modelo português já não é fabricado pelos franceses da Marcel-Dassault.
Com os 126 milhões que lhe estão destinados até 2018, o Exército deverá investir na aquisição de viaturas tácticas ligeiras 4X4, num sistema de informação e comunicações táctico, sendo ainda o maior beneficiário da eventual substituição da G-3. (Expresso)
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23 de dezembro de 2014
Portugal compra quatro navios à Dinamarca e substitui frota de C-130
O Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira a proposta de Lei de Programação Militar (LPM), que prevê a aquisição de dois navios de Patrulha Oceânica, a renovação das fragatas e a modernização e substituição da frota das aeronaves C-130.
O comunicado do Conselho de Ministros adianta que a proposta de LPM, que não é revista desde 2009, estabelece a "programação do investimento público das Forças Armadas em matéria de armamento e equipamento, com vista à modernização e operacionalização do sistema de forças".
Na semana passada, após a aprovação da proposta no Conselho Superior da Defesa Nacional, fonte oficial disse à Lusa que a LPM incluirá nos projectos relativos "aos primeiros anos" a aquisição de dois NPO para a Marinha, a renovação das fragatas da classe Vasco da Gama e classe Bartolomeu Dias e a substituição dos motores dos helicópteros Lynx.
A compra de quatro patrulhas costeiras Stanflex à Dinamarca, já anunciada, também está contemplada na proposta que o Governo espera apresentar em breve à Assembleia da República.
Para o Exército, o diploma incluirá entre os projectos prioritários a aquisição das viaturas tácticas ligeiras, o Sistema de Informação e Comunicações Táctico e o início do "processo de substituição da arma ligeira".
A revisão prevê, relativamente ao reequipamento da Força Aérea Portuguesa, as verbas para a substituição da frota dos C-130, mas também para a "regeneração do potencial de voo" das aeronaves permitindo que sejam usadas até à substituição, adiantou a mesma fonte.
A LPM contempla ainda, na Força Aérea, a actualização do software operacional da frota dos caças F-16.
O Conselho de Ministros aprovou ainda a proposta de Lei de Programação das Infraestruturas Militares e a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, bem como as competências dos respectivos órgãos e os princípios de gestão aplicáveis.
De acordo com o comunicado do Governo, na proposta da Lei de Programação das Infraestruturas Militares "é feita a programação do investimento com vista à conservação, manutenção, modernização e edificação de infraestruturas da componente fixa do sistema de forças" e são estabelecidas as disposições de gestão dos imóveis afectos à defesa e disponibilizados para rentabilização, "visando aplicar os resultados obtidos em projectos já previstos na proposta agora aprovada".
Sobre a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, refere-se no comunicado que "é constituído pelos Pólos de Lisboa e do Porto, tendo uma direcção composta pelo director, director clínico, um subdirector para Lisboa e um subdirector o do Porto".
Aviação passa a ter entidade reguladora
O Governo aprovou também a conversão do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) em entidade reguladora, passando a designar-se como Autoridade Nacional da Aviação Civil, reforçando os seus poderes de supervisão e inspecção.
"A ANAC vê, como regulador, alargados os seus poderes normativos, bem como reforçados os poderes de supervisão e de inspecção", informa o executivo no comunicado do Conselho de Ministros.
Segundo o Governo, os estatutos do novo regulador da aviação civil dão maior "autonomia e flexibilidade de gestão" à entidade liderada por Luís Trindade dos Santos, desburocratizando os procedimentos, designadamente no domínio financeiro e quanto à contratação externa de quadros especializados.
O Conselho de Ministros aprovou ainda uma alteração aos estatutos da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), eliminando a compensação pecuniária prevista para os titulares de cargos de direcção da entidade pelos impedimentos legalmente previstos no período de dois anos posterior ao exercício de funções, respeitando o estabelecido na lei-quadro das autoridades reguladoras. (Fonte: Jornal Público)
O comunicado do Conselho de Ministros adianta que a proposta de LPM, que não é revista desde 2009, estabelece a "programação do investimento público das Forças Armadas em matéria de armamento e equipamento, com vista à modernização e operacionalização do sistema de forças".
Na semana passada, após a aprovação da proposta no Conselho Superior da Defesa Nacional, fonte oficial disse à Lusa que a LPM incluirá nos projectos relativos "aos primeiros anos" a aquisição de dois NPO para a Marinha, a renovação das fragatas da classe Vasco da Gama e classe Bartolomeu Dias e a substituição dos motores dos helicópteros Lynx.
A compra de quatro patrulhas costeiras Stanflex à Dinamarca, já anunciada, também está contemplada na proposta que o Governo espera apresentar em breve à Assembleia da República.
Para o Exército, o diploma incluirá entre os projectos prioritários a aquisição das viaturas tácticas ligeiras, o Sistema de Informação e Comunicações Táctico e o início do "processo de substituição da arma ligeira".
A revisão prevê, relativamente ao reequipamento da Força Aérea Portuguesa, as verbas para a substituição da frota dos C-130, mas também para a "regeneração do potencial de voo" das aeronaves permitindo que sejam usadas até à substituição, adiantou a mesma fonte.
A LPM contempla ainda, na Força Aérea, a actualização do software operacional da frota dos caças F-16.
O Conselho de Ministros aprovou ainda a proposta de Lei de Programação das Infraestruturas Militares e a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, bem como as competências dos respectivos órgãos e os princípios de gestão aplicáveis.
De acordo com o comunicado do Governo, na proposta da Lei de Programação das Infraestruturas Militares "é feita a programação do investimento com vista à conservação, manutenção, modernização e edificação de infraestruturas da componente fixa do sistema de forças" e são estabelecidas as disposições de gestão dos imóveis afectos à defesa e disponibilizados para rentabilização, "visando aplicar os resultados obtidos em projectos já previstos na proposta agora aprovada".
Sobre a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, refere-se no comunicado que "é constituído pelos Pólos de Lisboa e do Porto, tendo uma direcção composta pelo director, director clínico, um subdirector para Lisboa e um subdirector o do Porto".
Aviação passa a ter entidade reguladora
O Governo aprovou também a conversão do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) em entidade reguladora, passando a designar-se como Autoridade Nacional da Aviação Civil, reforçando os seus poderes de supervisão e inspecção.
"A ANAC vê, como regulador, alargados os seus poderes normativos, bem como reforçados os poderes de supervisão e de inspecção", informa o executivo no comunicado do Conselho de Ministros.
Segundo o Governo, os estatutos do novo regulador da aviação civil dão maior "autonomia e flexibilidade de gestão" à entidade liderada por Luís Trindade dos Santos, desburocratizando os procedimentos, designadamente no domínio financeiro e quanto à contratação externa de quadros especializados.
O Conselho de Ministros aprovou ainda uma alteração aos estatutos da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), eliminando a compensação pecuniária prevista para os titulares de cargos de direcção da entidade pelos impedimentos legalmente previstos no período de dois anos posterior ao exercício de funções, respeitando o estabelecido na lei-quadro das autoridades reguladoras. (Fonte: Jornal Público)
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Stanflex 300
23 de outubro de 2014
O Chefe do Estado-Maior da Armada, Luís Macieira Fragoso, advertiu esta quinta-feira que é urgente "revisitar" o projecto de construção dos Navios de Patrulha Oceânica (NPO) para substituir "no curto prazo" as cinco corvetas, já com mais de 40 anos.
Numa intervenção na assinatura do contrato para a aquisição de quatro navios dinamarqueses de fiscalização costeira "Stanflex 300", que decorreu na Base do Alfeite, Almada, Macieira Fragoso salientou que as características oceânicas portuguesas, onde predominam ventos fortes e mar alteroso, "obriga à utilização de navios com elevada autonomia, fiabilidade e resiliência às condições do mar".
Para as missões de cariz tipicamente oceânico, a Marinha conta actualmente com "5 corvetas, já com mais de 40 anos, e 2 NPO, que são manifestamente insuficientes", considerou. "Podemos assim facilmente constatar que também é urgente revisitar o projecto de construção dos NPO, para, no curto prazo, substituir as corvetas, e manter a nossa capacidade oceânica", sustentou Macieira Fragoso. (C.M)
Numa intervenção na assinatura do contrato para a aquisição de quatro navios dinamarqueses de fiscalização costeira "Stanflex 300", que decorreu na Base do Alfeite, Almada, Macieira Fragoso salientou que as características oceânicas portuguesas, onde predominam ventos fortes e mar alteroso, "obriga à utilização de navios com elevada autonomia, fiabilidade e resiliência às condições do mar".
Para as missões de cariz tipicamente oceânico, a Marinha conta actualmente com "5 corvetas, já com mais de 40 anos, e 2 NPO, que são manifestamente insuficientes", considerou. "Podemos assim facilmente constatar que também é urgente revisitar o projecto de construção dos NPO, para, no curto prazo, substituir as corvetas, e manter a nossa capacidade oceânica", sustentou Macieira Fragoso. (C.M)
22 de outubro de 2014
NOVOS PATRULHAS: ASSINATURA DO CONTRATO DE AQUISIÇÃO
Realiza-se amanhã, dia 23 de Outubro, pelas 16h30, a assinatura do contrato de aquisição dos navios patrulha dinamarqueses STANFLEX 300, na Base Naval de Lisboa.
Estarão presentes o Ministro da Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Director-Geral de Armamento e Infra-estruturas de Defesa o Embaixador da Dinamarca e respectivos representantes da Dinamarca.
Programa:
15h45 – Hora limite da chegada dos OCS à Base Naval de Lisboa.
16h30 – Início da cerimónia de assinatura do contrato.
- Assinatura do contrato.
- Intervenção do representante dinamarquês.
- Intervenção do Chefe do Estado-Maior da Armada
- Intervenção do Ministro da Defesa Nacional ( Fonte: M.G.P)
Estarão presentes o Ministro da Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Director-Geral de Armamento e Infra-estruturas de Defesa o Embaixador da Dinamarca e respectivos representantes da Dinamarca.
Programa:
15h45 – Hora limite da chegada dos OCS à Base Naval de Lisboa.
16h30 – Início da cerimónia de assinatura do contrato.
- Assinatura do contrato.
- Intervenção do representante dinamarquês.
- Intervenção do Chefe do Estado-Maior da Armada
- Intervenção do Ministro da Defesa Nacional ( Fonte: M.G.P)
17 de outubro de 2014
Marinha vai ter quatro navios STANFLEX 300
O contrato deverá ser assinado nas próximas semanas e o custo total do projecto, com a aquisição e o equipamento (que será feito em Portugal) irá atingir o valor de cerca de 25 milhões de euros.
Esta opção permite adiar o projecto das Lanchas de Fiscalização Costeira até estar concluído o "processo prioritário de construção dos restantes navios de patrulha oceânica" (NPO).
Os navios STANFLEX 300 foram considerados adequados às necessidades da Marinha estando aptos para a fiscalização da pesca, segurança da navegação, combate à poluição e preservação do mar e têm uma "vida útil residual de pelo menos dez anos". (Defesa)
Esta opção permite adiar o projecto das Lanchas de Fiscalização Costeira até estar concluído o "processo prioritário de construção dos restantes navios de patrulha oceânica" (NPO).
Os navios STANFLEX 300 foram considerados adequados às necessidades da Marinha estando aptos para a fiscalização da pesca, segurança da navegação, combate à poluição e preservação do mar e têm uma "vida útil residual de pelo menos dez anos". (Defesa)
14 de outubro de 2014
Patrulhas costeiras compradas por 4 ME à Dinamarca serão equipadas em Portugal
O Governo vai comprar quatro patrulhas de fiscalização costeira à Dinamarca por 4 milhões de euros e o equipamento será assegurado pela indústria portuguesa, disse à Lusa fonte do ministério da Defesa.
De acordo com o despacho, a que a Agência Lusa teve acesso, o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, autorizou a compra dos quatro patrulhas STANFLEX 300, pelo preço máximo de 4 milhões de euros.
Contactado pela Lusa, fonte do ministério adiantou que o equipamento dos quatro navios será feito em Portugal, estimando que o custo total do projecto, com a aquisição e o equipamento atinja cerca de 25 milhões de euros. O contrato deverá ser assinado nas próximas semanas.
A mesma fonte disse que os navios deverão estar em Portugal até ao fim do ano mas dificilmente estarão prontos para estar ao serviço da Marinha em 2015.
A opção permite adiar o projecto das Lanchas de Fiscalização Costeira até estar concluído o "processo prioritário de construção dos restantes navios de patrulha oceânica" (NPO), segundo o despacho.
Para o Chefe do Estado-Maior da Armada, Macieira Fragoso, a compra dos navios dinamarqueses "representa uma solução quase imediata, adequada, exequível e aceitável para colmatar as actuais lacunas do efectivo nacional de navios de patrulha e fiscalização costeira", lê-se, no despacho.
Por outro lado, apresentam baixos custos de manutenção do casco e dos equipamentos e sistemas de plataforma "constituindo ainda uma oportunidade de trabalho para a indústria nacional, nomeadamente o Arsenal do Alfeite", refere ainda o despacho.
Os navios STANFLEX 300 foram considerados adequados às necessidades da Marinha estando aptos para a fiscalização da pesca, segurança da navegação, combate à poluição e preservação do mar e têm uma "vida útil residual de pelo menos dez anos". (Lusa/RTP)
De acordo com o despacho, a que a Agência Lusa teve acesso, o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, autorizou a compra dos quatro patrulhas STANFLEX 300, pelo preço máximo de 4 milhões de euros.
Contactado pela Lusa, fonte do ministério adiantou que o equipamento dos quatro navios será feito em Portugal, estimando que o custo total do projecto, com a aquisição e o equipamento atinja cerca de 25 milhões de euros. O contrato deverá ser assinado nas próximas semanas.
A mesma fonte disse que os navios deverão estar em Portugal até ao fim do ano mas dificilmente estarão prontos para estar ao serviço da Marinha em 2015.
A opção permite adiar o projecto das Lanchas de Fiscalização Costeira até estar concluído o "processo prioritário de construção dos restantes navios de patrulha oceânica" (NPO), segundo o despacho.
Para o Chefe do Estado-Maior da Armada, Macieira Fragoso, a compra dos navios dinamarqueses "representa uma solução quase imediata, adequada, exequível e aceitável para colmatar as actuais lacunas do efectivo nacional de navios de patrulha e fiscalização costeira", lê-se, no despacho.
Por outro lado, apresentam baixos custos de manutenção do casco e dos equipamentos e sistemas de plataforma "constituindo ainda uma oportunidade de trabalho para a indústria nacional, nomeadamente o Arsenal do Alfeite", refere ainda o despacho.
Os navios STANFLEX 300 foram considerados adequados às necessidades da Marinha estando aptos para a fiscalização da pesca, segurança da navegação, combate à poluição e preservação do mar e têm uma "vida útil residual de pelo menos dez anos". (Lusa/RTP)
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