O Estado-Maior General das Forças Armadas realiza o exercício anual “LUSITANO 2018" (LUS18), entre os dias 19 e 25 de Outubro, sediado no Regimento de Infantaria N.º10, em São Jacinto e ainda, no Aeródromo de Manobra N.º1, em Ovar, com um total de 642 militares, dois navios e três aeronaves.
Sendo o exercício anual das Forças Armadas Portuguesas, o LUS18 tem por finalidade avaliar e certificar a sua capacidade operacional, proporcionando treino, qualificação e aprontamento dos militares participantes, no âmbito das Operações de Resposta a Crise, envolvendo a Estrutura de Crise do Comando Conjunto para as Operações Militares, Comandos e Estados-Maiores, forças e meios das Componentes da Força de Reacção Imediata, da Componente de Operações Especiais e do Destacamento Conjunto da Companhia Geral de CIMIC.
Para além de exercitar o comando e controlo das forças armadas, o LUS18 tem o objectivo de proporcionar treino operacional conjunto, nomeadamente em operações de resposta a situações de catástrofe, no Espaço Estratégico de Interesse Nacional Conjuntural, na proteção, socorro e evacuação de cidadãos nacionais, em áreas de crise e, no reforço ou proteção de Forças Nacionais Destacadas.
Tendo em consideração os objectivos de treino, os constrangimentos e restrições inerentes aos exercícios militares, foi desenvolvido um cenário específico para o LUS18, de modo a proporcionar um ambiente operacional o mais realista possível e típico dos teatros de operações actuais, nos quais os militares portugueses possam vir a participar. (Emgfa)
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22 de outubro de 2018
3 de novembro de 2017
Exército participa no Exercício LUSITANO 17
O Exército participou no exercício LUSITANO 17 (LUS17), entre 24 e 30 de Outubro, empenhando o 2º Batalhão de Infantaria Para quedista (2BIPara) no âmbito da Força de Reacção Imediata, na Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores.
O LUSITANO consiste num exercício de grande escala envolvendo os três ramos das Forças Armadas (FA): Exército, Marinha e Força Aérea, - que visa exercitar e testar o comando e controlo das FA no planeamento e execução de operações simultâneas, dentro e fora do território nacional, nomeadamente em Operações de Evacuação de Não-combatentes (NEO – Non-combatant Evacuation Operations), de resposta a crise e de apoio à proteção civil, envolvendo, de forma integrada e convergente, todos os níveis de planeamento.
Inserido num cenário e contexto de crise, instabilidade sociopolítica e ameaça assimétrica, o 2BIPara executou tarefas e missões de segurança de Pessoas Elegíveis para Evacuação (PEEVAC), segurança aos Pontos de Recolha, Áreas de Concentração e Locais de Embarque de PEEVAC; montagem, segurança e operação do Centros de Controlo de Evacuados, escolta a colunas de PEEVAC e segurança a pontos sensíveis.
Com um total de 173 militares compreendidos em Equipa Táctica, Equipa de Inativação de Explosivos, Destacamento de Transmissões e Módulo Sanitário, o 2BIPara garante a Componente Terrestre da Força de Reacção Imediata e tem um estado de prontidão de 5 dias, podendo ser projectada para participar em operações de evacuação de cidadãos nacionais em áreas de tensão ou crise, em missões decorrentes de acidente grave, catástrofe ou calamidade em Território Nacional e em missões de apoio a assistência humanitária no Espaço Estratégico de Interesse Nacional. (Exército)
O LUSITANO consiste num exercício de grande escala envolvendo os três ramos das Forças Armadas (FA): Exército, Marinha e Força Aérea, - que visa exercitar e testar o comando e controlo das FA no planeamento e execução de operações simultâneas, dentro e fora do território nacional, nomeadamente em Operações de Evacuação de Não-combatentes (NEO – Non-combatant Evacuation Operations), de resposta a crise e de apoio à proteção civil, envolvendo, de forma integrada e convergente, todos os níveis de planeamento.
Inserido num cenário e contexto de crise, instabilidade sociopolítica e ameaça assimétrica, o 2BIPara executou tarefas e missões de segurança de Pessoas Elegíveis para Evacuação (PEEVAC), segurança aos Pontos de Recolha, Áreas de Concentração e Locais de Embarque de PEEVAC; montagem, segurança e operação do Centros de Controlo de Evacuados, escolta a colunas de PEEVAC e segurança a pontos sensíveis.
Com um total de 173 militares compreendidos em Equipa Táctica, Equipa de Inativação de Explosivos, Destacamento de Transmissões e Módulo Sanitário, o 2BIPara garante a Componente Terrestre da Força de Reacção Imediata e tem um estado de prontidão de 5 dias, podendo ser projectada para participar em operações de evacuação de cidadãos nacionais em áreas de tensão ou crise, em missões decorrentes de acidente grave, catástrofe ou calamidade em Território Nacional e em missões de apoio a assistência humanitária no Espaço Estratégico de Interesse Nacional. (Exército)
30 de outubro de 2017
LUSITANO17 demonstra a "excelência das nossas Forças Armadas"
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa assistiu, durante a manhã da passada quinta-feira, juntamente com o Ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, ao exercício Lusitano 2017.
Para o Presidente da República, o Lusitano17 é um “exercício plenamente bem-sucedido em todas as suas fases”, que demonstra realmente a “excelência das nossas Forças Armadas testada no terreno”.
O Presidente da República e o Ministro da Defesa Nacional assistiram, juntamente com o Presidente do Governo Regional e outras entidades regionais, à fase final do Exercício Lusitano17 na Base Aérea n. º 4, na Ilha Terceira, onde a Força de Reação Imediata (FRI), num País fictício designado por “Gabulândia”, teve de reagir a diversos incidentes inseridos num cenário de proteção e evacuação de cidadãos nacionais em áreas de tensão ou crise.
Para o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, o Lusitano17 teve quatro objectivos específicos: exercitar o apoio das Forças Armadas ao serviço regional de Protecção Civil dos Açores em situação de catástrofe; exercitar e avaliar as capacidades de reforço militar dos Açores; treinar e testar os planos de defesa das unidades/estabelecimentos/órgãos das Forças Armadas face a uma alteração dos estados de segurança perante uma possível ameaça de grupos extremistas; e, por último, certificar a FRI para o ano de 2018, num cenário de evacuação de cidadãos nacionais em área de crise.
O Lusitano é um exercício anual sob a responsabilidade do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, que tem como primeiro objectivo o treino operacional conjunto dos três ramos; na sua edição de 2017 envolveu cerca de 843 militares. (Defesa)
Para o Presidente da República, o Lusitano17 é um “exercício plenamente bem-sucedido em todas as suas fases”, que demonstra realmente a “excelência das nossas Forças Armadas testada no terreno”.
O Presidente da República e o Ministro da Defesa Nacional assistiram, juntamente com o Presidente do Governo Regional e outras entidades regionais, à fase final do Exercício Lusitano17 na Base Aérea n. º 4, na Ilha Terceira, onde a Força de Reação Imediata (FRI), num País fictício designado por “Gabulândia”, teve de reagir a diversos incidentes inseridos num cenário de proteção e evacuação de cidadãos nacionais em áreas de tensão ou crise.
Para o Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro, o Lusitano17 teve quatro objectivos específicos: exercitar o apoio das Forças Armadas ao serviço regional de Protecção Civil dos Açores em situação de catástrofe; exercitar e avaliar as capacidades de reforço militar dos Açores; treinar e testar os planos de defesa das unidades/estabelecimentos/órgãos das Forças Armadas face a uma alteração dos estados de segurança perante uma possível ameaça de grupos extremistas; e, por último, certificar a FRI para o ano de 2018, num cenário de evacuação de cidadãos nacionais em área de crise.
O Lusitano é um exercício anual sob a responsabilidade do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, que tem como primeiro objectivo o treino operacional conjunto dos três ramos; na sua edição de 2017 envolveu cerca de 843 militares. (Defesa)
28 de outubro de 2017
Exercício Militar Lusitano 2017
Decorre desde 19 de Outubro de 2017 e termina no dia 31 de Outubro, o exercício anual conjunto das Forças Armadas, Lusitano 2017 (LUS17), realizando-se ontem dia 26 de Outubro na Ilha Terceira o Distinguished Visitors Day (DVD).
Do programa do DVD releva-se um briefing sumário sobre o Exercício propriamente dito, uma visita a um Centro de Controlo de Evacuados, uma demonstração de capacidades conjuntas dos três Ramos das Forças Armadas, na Base das Lajes e Praia da Vitória - Ilha Terceira nos Açores, onde se assistiu:
- Empenhamento de um pelotão da Polícia do Exército numa acção táctica de controlo de tumultos;
- Manobra de defesa de uma grupo de cidadãos portugueses como resposta ao ataque de um grupo armado, sendo para tal empregue conjuntamente a Força de Reacção Rápida da Componente Terrestre e a sua componente aérea (com 2 F16) da Força de Reacção Imediata (FRI);
- Resgate de um cidadão nacional raptado pelos insurgentes, empenhando uma Unidade Táctica de Operações Especiais constituída por elementos da Marinha e do Exército, um helicóptero Lynx e uma fragata da Marinha Portuguesa;
- Manobra de evacuação de cidadãos portugueses sendo a sua extracção efectuada através da Componente Naval da FRI.
O evento terminou com uma visita a uma exposição estática de capacidades e meios militares existentes na Região Autónoma dos Açores, designadamente vocacionados para o apoio à protecção e salvaguarda de pessoas e bens.
Este exercício militar é da responsabilidade do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), tendo como finalidade o treino operacional conjunto, envolvendo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e os três Ramos das Forças Armadas. A sua realização visa exercitar o Comando e Controlo (C2) das Forças Armadas no planeamento e execução de operações simultâneas, dentro e fora do território nacional, nomeadamente, em Operações de Evacuação de Não Combatentes (NEO), em Operações de Resposta a Crises (CRO) e em Operações de Apoio à Protecção Civil, envolvendo, de forma integrada e convergente, todos os níveis de planeamento e condução de operações.
Assistiram ao evento, Sua Excelência o Presidente da República, o Ministro da Defesa Nacional, o Representante da República para a Região Autónoma dos Açores, o Presidente do Governo Regional dos Açores, os Chefes Militares, a Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna, entre as demais entidades civis, militares e religiosas do continente e da Região Autónoma dos Açores.(Emgfa)
Do programa do DVD releva-se um briefing sumário sobre o Exercício propriamente dito, uma visita a um Centro de Controlo de Evacuados, uma demonstração de capacidades conjuntas dos três Ramos das Forças Armadas, na Base das Lajes e Praia da Vitória - Ilha Terceira nos Açores, onde se assistiu:
- Empenhamento de um pelotão da Polícia do Exército numa acção táctica de controlo de tumultos;
- Manobra de defesa de uma grupo de cidadãos portugueses como resposta ao ataque de um grupo armado, sendo para tal empregue conjuntamente a Força de Reacção Rápida da Componente Terrestre e a sua componente aérea (com 2 F16) da Força de Reacção Imediata (FRI);
- Resgate de um cidadão nacional raptado pelos insurgentes, empenhando uma Unidade Táctica de Operações Especiais constituída por elementos da Marinha e do Exército, um helicóptero Lynx e uma fragata da Marinha Portuguesa;
- Manobra de evacuação de cidadãos portugueses sendo a sua extracção efectuada através da Componente Naval da FRI.
O evento terminou com uma visita a uma exposição estática de capacidades e meios militares existentes na Região Autónoma dos Açores, designadamente vocacionados para o apoio à protecção e salvaguarda de pessoas e bens.
Este exercício militar é da responsabilidade do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), tendo como finalidade o treino operacional conjunto, envolvendo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) e os três Ramos das Forças Armadas. A sua realização visa exercitar o Comando e Controlo (C2) das Forças Armadas no planeamento e execução de operações simultâneas, dentro e fora do território nacional, nomeadamente, em Operações de Evacuação de Não Combatentes (NEO), em Operações de Resposta a Crises (CRO) e em Operações de Apoio à Protecção Civil, envolvendo, de forma integrada e convergente, todos os níveis de planeamento e condução de operações.
Assistiram ao evento, Sua Excelência o Presidente da República, o Ministro da Defesa Nacional, o Representante da República para a Região Autónoma dos Açores, o Presidente do Governo Regional dos Açores, os Chefes Militares, a Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna, entre as demais entidades civis, militares e religiosas do continente e da Região Autónoma dos Açores.(Emgfa)
25 de outubro de 2017
FORÇA NAVAL CHEGA AOS AÇORES PARA INICIAR A PARTICIPAÇÃO NO EXERCÍCIO LUSITANO 17
Inserido num cenário e contexto de crise e instabilidade sociopolítica, onde emerge a ameaça assimétrica, e de forma a assegurar a utilização deste porto como ponto de desembarque e de apoio logístico, foram delineadas e executadas um conjunto de acções preparatórias e essenciais para garantir o cumprimento da missão em segurança.
Destas medidas, destacam-se a realização da “limpeza” da praia de desembarque e de uma inspecção ao cais de atracação pela Equipa de Inativação de Engenhos Explosivos da Força, composta pelos mergulhadores da Marinha e ainda a condução de um levantamento hidrográfico expedito por uma equipa do NRP Corte-Real, por forma a assegurar que não existiam obstruções nos respectivos acessos.
Toda a força naval encontra-se em preparativos logísticos necessários para a condução de operações de evacuação de cidadãos nacionais e para apoio humanitário a uma população em caso de catástrofe natural, como sejam, a edificação de um Centro de Controlo de Evacuados e de um Posto Avançado de Socorrismo.
A componente naval da Força de Reacção Imediata (FRI) é constituída pelo reabastecedor NRP Bérrio como navio-chefe, pela fragata NRP Corte-Real, uma força de fuzileiros e equipas de mergulhadores com valências de inactivação de engenhos explosivos e de busca e salvamento e neste exercício junta-se ainda o navio patrulha oceânico NRP Figueira da Foz, actualmente em missão nos Açores. (MGP)
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26 de outubro de 2016
Demonstração de Capacidades durante o exercício Lusitano 2016
O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, e a Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, deslocam-se à Madeira no dia 28 de Outubro para participar no último dia do Exercício Lusitano 2016, no qual assistirão à demonstração de capacidades militares.
No Distinguished Visitors Day (DVD), do Exercício Lusitano, estarão também presentes os Chefes Militares, General do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, o Chefe do Estado-Maior da Armada, o Chefe do Estado-Maior do Exército e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea.
O “Lusitano 2016”, exercício anual das Forças Armadas que junta cerca de 1300 militares, tem como finalidade o treino operacional conjunto. Este exercício visa ainda exercitar o Comando e Controlo das Forças Armadas no planeamento e execução de operações simultâneas, dentro e fora do território nacional, nomeadamente em Operações de Evacuação de Não Combatentes, Operações de Resposta a Crises e Operações de Apoio à Protecção Civil, envolvendo, de forma integrada e convergente, em todos os níveis de planeamento e condução de operações.
Entre os principais meios e unidades destacam-se o Comando Conjunto para as Operações Militares, os Comandos Operacionais dos Açores e da Madeira, os Comandos e Estados-Maiores da Componente de Operações Especiais e da Força de Reacção Imediata, um Destacamento Conjunto da Companhia Geral CIMIC, cinco navios, um helicóptero “Lynx”, duas companhias de fuzileiros, um destacamento de mergulhadores sapadores, um destacamento de acções especiais, o Comando e Estado-Maior de um Batalhão Para-quedista, duas companhias de para-quedistas, uma companhia de atiradores, um Destacamento de Operações Especiais e quatro aeronaves. (Defesa)
No Distinguished Visitors Day (DVD), do Exercício Lusitano, estarão também presentes os Chefes Militares, General do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, o Chefe do Estado-Maior da Armada, o Chefe do Estado-Maior do Exército e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea.
O “Lusitano 2016”, exercício anual das Forças Armadas que junta cerca de 1300 militares, tem como finalidade o treino operacional conjunto. Este exercício visa ainda exercitar o Comando e Controlo das Forças Armadas no planeamento e execução de operações simultâneas, dentro e fora do território nacional, nomeadamente em Operações de Evacuação de Não Combatentes, Operações de Resposta a Crises e Operações de Apoio à Protecção Civil, envolvendo, de forma integrada e convergente, em todos os níveis de planeamento e condução de operações.
Entre os principais meios e unidades destacam-se o Comando Conjunto para as Operações Militares, os Comandos Operacionais dos Açores e da Madeira, os Comandos e Estados-Maiores da Componente de Operações Especiais e da Força de Reacção Imediata, um Destacamento Conjunto da Companhia Geral CIMIC, cinco navios, um helicóptero “Lynx”, duas companhias de fuzileiros, um destacamento de mergulhadores sapadores, um destacamento de acções especiais, o Comando e Estado-Maior de um Batalhão Para-quedista, duas companhias de para-quedistas, uma companhia de atiradores, um Destacamento de Operações Especiais e quatro aeronaves. (Defesa)
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