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29 de junho de 2018

Exército participou no exercício TOBRUQ LEGACY 2018

O Exército Português, através do Regimento de Artilharia Antiaérea Nº1, participou no exercício TOBRUQ LEGACY 2018 (TOLY18), que se realizou na Hungria, no período de 4 a 15 de Junho.

O TOLY18 é um exercício multinacional, incluído no conjunto de exercícios SABER STRIKE, que, desde 2010, é realizado pelo Exército dos Estados Unidos na Europa (USAEUR), com foco nos Estados Bálticos, e tem como finalidade treinar os participantes no que concerne ao comando e controle, à interoperabilidade com parceiros regionais, e às comunicações tácticas num ambiente conjunto, realizando a integração dos sistemas de armas e sensores de antiaérea, com os meios da componente aérea.

Tendo iniciado com a fase de exercício de Posto de Comando (Command Post Exercise - CPX), executando o exercício de Campo de Treino (Field Trainning Exercise - FTX) e terminando com um exercício real (Live Exercise - LIVEX), o TOLY18 contou com a participação de 19 nações, que garantiram o “manning" e os meios necessários para a consecução do exercício.

No final do exercício, um dos militares portugueses participantes no exercício foi reconhecido, pela nação hospedeira (Host Nation - HN), por ter demonstrado uma “excepcional performance" nas suas funções, o que muito dignificou a presença da comitiva portuguesa neste evento internacional. (Exército)

19 de maio de 2018

Militares Húngaros no Hot Blade

A Hungria encontra-se a participar no exercício Hot Blade, na Base Aérea N.º 11, em Beja, com um destacamento de militares e dois helicópteros MI-17.

Para poderem chegar a Portugal, os militares húngaros necessitaram fazer, aproximadamente, três mil quilómetros de viagem, com uma projecção que demorou dois dias e quase 14 horas de voo.

O destacamento, comandado pelo Tenente-Coronel Endre Daróczi, veio com o objectivo de treinar num ambiente diferente do que está habituado, uma vez que o clima português é bastante diferente do húngaro.

Para o Hot Blade 2018, a Hungria trouxe no planeamento as aterragens em zonas quentes e poeirentas, pretendendo praticar as missões com Operações Especiais Terrestres. (FAP)

22 de setembro de 2015

Hungria aprova envio de Exército para as fronteiras

Depois de erguer vedações de arame farpado ao longo das fronteiras com a Sérvia, a Croácia e a Roménia, o governo da Hungria impulsionou um novo conjunto de medidas ainda mais incisivo. O parlamento húngaro aprovou a mobilização do exército para reforçar o trabalho da polícia nas fronteiras e o uso de armas não letais em determinadas situações.

O ministro da Defesa, István Simicskó, declarou que “a proposta de lei respeita todos os requisitos constitucionais. A nova missão dos militares é limitada ao contexto da crise dos migrantes. Os soldados podem utilizar armas no desempenho das suas funções, mas apenas em situação de autodefesa ou de protecção doutros soldados. Em todas as outras situações, terão de tomar outro tipo de medidas.”

A nova disposição prevê também que as autoridades húngaras possam entrar em qualquer residência particular suspeita de abrigar refugiados. Em vésperas da cimeira europeia, o primeiro-ministro Viktor Orbán declara que os refugiados colocam “a Hungria e toda a Europa em perigo”.  (EuroNews)