(Exército) Teve início, no Regimento de Engenharia N.º 1, em Tancos, o Curso de Explosivos, Destruições, Minas e Armadilhas, ministrado a Oficiais e Sargentos dos quadros permanentes da Arma de Engenharia.
Este curso tem a duração de 46 dias úteis de formação, incluindo 5 dias de Exercício Final de Campo, onde os formandos irão ser confrontados com diversos cenários para colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos ao longo do período de formação.
No final do curso os formandos ficarão habilitados a planear, coordenar e executar missões envolvendo o emprego de minas, armadilhas e substâncias explosivas, assim como a executar destruições e sabotagens diversas e a reconhecer engenhos explosivos.
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11 de maio de 2021
Curso de Explosivos, Destruições, Minas e Armadilhas teve início no Regimento de Engenharia N. º1
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27 de abril de 2021
Regimento de Engenharia N.º 3 realiza Exercício “BARROTE 211”
(Exército)O Módulo de Engenharia de Combate Médio do Regimento de Engenharia N.º 3 (RE3), em Espinho, realizou o Exercício "BARROTE 211", que integra o plano de aprontamento dos Módulos de Apoio de Combate do Agrupamento Mecanizado que atribuídos à Brigada “Very High Readiness Joint Task Force 22" e “Response Force 2022" (AgrMec/VJTF/eNRF22), no âmbito da NATO.
O RE3, através da Companhia de Engenharia de Combate Médio (EngCombMed), constitui-se como a Unidade Mobilizadora do Módulo de EngCombMed do AgrMec/VJTF/eNRF22.
O Exercício “BARROTE 211" teve como principais objetivos a avaliação e validação da proficiência técnica, individual e coletiva das Secções de Engenharia e da Secção de Equipamento, possibilitando às Secções de Engenharia conduzir operações de apoio à mobilidade, destacando-se a pesquisa e limpeza de itinerários e abertura de brechas, e à Secção de Equipamento a realização de operações de apoio à sobrevivência e de apoio à mobilidade, através da execução de Posições Defensivas e desobstrução de itinerários com remoção de “Road Block".
25 de setembro de 2019
Equipa de Engenharia Militar é projectada para a República Centro-Africana
(Exército)O Exército, através do Regimento de Engenharia N.º 3, projectou uma Equipa de Engenharia Militar para o Teatro de Operações (TO) da República Centro-Africana, entre 21 de Junho e 13 de Setembro.
A Equipa projectada teve como principal missão executar trabalhos de engenharia, essencialmente orientados para a melhoria e adequação das infraestruturas relacionadas com a operação e manutenção de equipamentos e viaturas.
A equipa constituída por 1 Oficial, 1 Sargento e 10 Praças, materializou a construção de um conjunto de infraestruturas, que garantem a sustentabilidade das Viaturas Blindada de Rodas PANDUR 8X8 e dos Veículos Blindados de Transporte de Pessoal HUMVEE, viaturas que equipam a Força de Reacção Rápida, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas.
Os trabalhos desenvolvidos incluíram a construção de 3 parques cobertos, de 1 tenda oficina, dedicada à manutenção das PANDUR, e 1 tenda que irá ser utilizada como terminal da Força, com os inerentes trabalhos de instalação da rede eléctrica de cada infraestrutura.
Para o efeito executaram-se diversos trabalhos de movimentação de terras, execução de fundações em betão armado e montagem de estruturas metálicas, demonstrando, desta forma, as diversas capacidades e meios da Engenharia Militar, numa das suas importantes missões de Apoio Geral de Engenharia.
A Equipa projectada teve como principal missão executar trabalhos de engenharia, essencialmente orientados para a melhoria e adequação das infraestruturas relacionadas com a operação e manutenção de equipamentos e viaturas.
A equipa constituída por 1 Oficial, 1 Sargento e 10 Praças, materializou a construção de um conjunto de infraestruturas, que garantem a sustentabilidade das Viaturas Blindada de Rodas PANDUR 8X8 e dos Veículos Blindados de Transporte de Pessoal HUMVEE, viaturas que equipam a Força de Reacção Rápida, no âmbito da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas.
Os trabalhos desenvolvidos incluíram a construção de 3 parques cobertos, de 1 tenda oficina, dedicada à manutenção das PANDUR, e 1 tenda que irá ser utilizada como terminal da Força, com os inerentes trabalhos de instalação da rede eléctrica de cada infraestrutura.
Para o efeito executaram-se diversos trabalhos de movimentação de terras, execução de fundações em betão armado e montagem de estruturas metálicas, demonstrando, desta forma, as diversas capacidades e meios da Engenharia Militar, numa das suas importantes missões de Apoio Geral de Engenharia.
16 de março de 2018
Apresentação dos trabalhos do Exército na barragem do Pego do Altar
No dia 16 de Março, no Auditório Municipal de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, teve lugar a apresentação dos trabalhos que estão a ser realizados pela Engenharia Militar na barragem do Pego do Altar.
A esta apresentação, realizada com o objectivo de dar a conhecer o ponto de situação dos trabalhos, assistiram o Ministro da Defesa Nacional, Prof. Dr. Azeredo Lopes, o Ministro do Ambiente, Eng.º Matos Fernandes, o Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Dr. Vítor Proença, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Teixeira Rolo, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, representantes da Agência Portuguesa do Ambiente e outras entidades civis e militares.
Os trabalhos que o Exército está a realizar através de meios do Regimento de Engenharia Nº1, do Regimento de Engenharia Nº 3 e da Companhia de Engenharia de Combate Pesado da Brigada Mecanizada, inserem-se na sua missão de satisfação das necessidades básicas e a melhoria da qualidade de vida das populações e traduzem a resposta do Exército a um pedido de apoio do Ministério do Ambiente. Os trabalhos tiveram início a 14 de Fevereiro de 2018, e consistem na limpeza e desassoreamento dos leitos, visando o aumento da capacidade de armazenamento de água da albufeira da barragem do Pego do Altar.
Na sua intervenção, o General Rovisco Duarte mencionou a permanente disponibilidade do Exército em apoiar, salientando que a forma rápida como o fez resulta do facto de o Exército manter uma estrutura permanentemente pronta e treinada para todas as missões. Salientou também a preocupação e os esforços feitos pelo Ramo na obtenção e manutenção dos equipamentos e capacidades afectos ao Apoio Militar de Emergência, mencionando, ainda, a importância que o Exército dá à formação e que, neste caso concreto, a qualidade da formação dos militares de Engenharia é colocada ao serviço dos portugueses.
Por sua vez, o Ministro do Ambiente relevou a importância do plano de combate à seca, bem como o trabalho que o Exército, diariamente, desenvolve em prol da sociedade.
A finalizar este evento, realizou-se uma visita à frente de trabalho da Engenharia na albufeira da barragem do Pego do Altar. (Exército)
A esta apresentação, realizada com o objectivo de dar a conhecer o ponto de situação dos trabalhos, assistiram o Ministro da Defesa Nacional, Prof. Dr. Azeredo Lopes, o Ministro do Ambiente, Eng.º Matos Fernandes, o Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Dr. Vítor Proença, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Teixeira Rolo, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Rovisco Duarte, representantes da Agência Portuguesa do Ambiente e outras entidades civis e militares.
Os trabalhos que o Exército está a realizar através de meios do Regimento de Engenharia Nº1, do Regimento de Engenharia Nº 3 e da Companhia de Engenharia de Combate Pesado da Brigada Mecanizada, inserem-se na sua missão de satisfação das necessidades básicas e a melhoria da qualidade de vida das populações e traduzem a resposta do Exército a um pedido de apoio do Ministério do Ambiente. Os trabalhos tiveram início a 14 de Fevereiro de 2018, e consistem na limpeza e desassoreamento dos leitos, visando o aumento da capacidade de armazenamento de água da albufeira da barragem do Pego do Altar.
Na sua intervenção, o General Rovisco Duarte mencionou a permanente disponibilidade do Exército em apoiar, salientando que a forma rápida como o fez resulta do facto de o Exército manter uma estrutura permanentemente pronta e treinada para todas as missões. Salientou também a preocupação e os esforços feitos pelo Ramo na obtenção e manutenção dos equipamentos e capacidades afectos ao Apoio Militar de Emergência, mencionando, ainda, a importância que o Exército dá à formação e que, neste caso concreto, a qualidade da formação dos militares de Engenharia é colocada ao serviço dos portugueses.
Por sua vez, o Ministro do Ambiente relevou a importância do plano de combate à seca, bem como o trabalho que o Exército, diariamente, desenvolve em prol da sociedade.
A finalizar este evento, realizou-se uma visita à frente de trabalho da Engenharia na albufeira da barragem do Pego do Altar. (Exército)
8 de julho de 2017
Protocolo entre o Exército e o Município de Mafra
Decorreu, no dia 27 de Junho, a assinatura do protocolo de colaboração entre o Exército, através do Regimento de Engenharia Nº 1 (RE1), e o Município de Mafra, enquadrado nas missões de apoio ao desenvolvimento e bem-estar das populações.
O Protocolo estabelecido visou a realização de trabalhos de montagem de uma ponte militar Mabey Compact, sobre o Rio Lizandro, junto à localidade de Carvoeira.
A montagem, efectuada pela Companhia de Pontes, tem como finalidade estabelecer uma alternativa à Estrada Regional 247, via estruturante no acesso à Zona Litoral e que se encontra sujeita a obras de estabilização de taludes. (Exército)
O Protocolo estabelecido visou a realização de trabalhos de montagem de uma ponte militar Mabey Compact, sobre o Rio Lizandro, junto à localidade de Carvoeira.
A montagem, efectuada pela Companhia de Pontes, tem como finalidade estabelecer uma alternativa à Estrada Regional 247, via estruturante no acesso à Zona Litoral e que se encontra sujeita a obras de estabilização de taludes. (Exército)
5 de janeiro de 2017
Curso de Técnico Especialista em Demolições com Explosivos
Decorreu no Regimento de Engenharia Nº1, de 21 de Novembro a 15 de Dezembro, o 2º Curso de Técnico Especialista em Demolições com Explosivos (TEDEX). O curso habilita ao planeamento, controlo e execução de demolições por métodos explosivos, através dos módulos de Escoramentos de Emergência, Cargas e Explosivos, e de Demolição e Modelação de Estruturas, e culmina com a execução de um Projecto de Demolição.
O método explosivo é empregue em Portugal fundamentalmente pela Engenharia Militar e o seu domínio exige a capacidade de interligar conceitos das engenharias de estruturas e de explosivos.
O Exército assume assim um papel preponderante nesta matéria, tanto no âmbito da cooperação técnico-militar como no apoio militar de emergência, em resposta à ruína prematura de estruturas por causas naturais ou intencionais. (Exército)
O método explosivo é empregue em Portugal fundamentalmente pela Engenharia Militar e o seu domínio exige a capacidade de interligar conceitos das engenharias de estruturas e de explosivos.
O Exército assume assim um papel preponderante nesta matéria, tanto no âmbito da cooperação técnico-militar como no apoio militar de emergência, em resposta à ruína prematura de estruturas por causas naturais ou intencionais. (Exército)
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28 de dezembro de 2016
Engenharia do Exército vai limpar 45 quilómetros de linhas de água em Cantanhede
O Regimento de Engenharia N.º 3 do Exército vai realizar no concelho de Cantanhede, distrito de Coimbra, operações de limpeza, alargamento e regularização do leito de nove linhas de água, anunciou esta terça-feira a autarquia local.
O protocolo de cooperação celebrado entre a Câmara e o Regimento prevê a valorização de 45 quilómetros de cursos naturais de drenagem hídrica, adianta uma nota de imprensa do município.
“Esta cooperação dá sequência a experiências idênticas realizadas há alguns anos e que se revelaram uma boa fórmula para intervenções a um custo substancialmente inferior ao que seria necessário pagar com recurso a outros meios”, salienta a vice-presidente da autarquia, citada no documento. (Observador)
O protocolo de cooperação celebrado entre a Câmara e o Regimento prevê a valorização de 45 quilómetros de cursos naturais de drenagem hídrica, adianta uma nota de imprensa do município.
“Esta cooperação dá sequência a experiências idênticas realizadas há alguns anos e que se revelaram uma boa fórmula para intervenções a um custo substancialmente inferior ao que seria necessário pagar com recurso a outros meios”, salienta a vice-presidente da autarquia, citada no documento. (Observador)
17 de abril de 2016
Ponte do Exército já serve de alternativa à A14
Pouco passaria das 11h00 de ontem, quando o trânsito Figueira/Coimbra e vice-versa, deixou de cumprir o desvio pelo interior de Maiorca, passando por Santo Amaro da Boiça e Quinhendros, e pôde regressar à Nacional 111, utilizando a ponte militar montada por elementos do Exército.
Sandra Santos foi uma das primeiras automobilistas a utilizar o percurso e não escondia a sua satisfação.«Trabalho nos arredores de Coimbra, faço este percurso diariamente e o desvio era um problema, pelo tempo que perdia, pelo muito trânsito e pelos quilómetros que fazia a mais», explicou ao nosso Jornal, apenas fazendo votos para que a A14 «esteja pronta no prazo que dizem. É para isso que pagamos tantos impostos», adiantou a condutora. (Jornal de Aveiro)
7 de abril de 2016
Ponte militar “de última geração” começou a ser montada junto à A14 na Figueira da Foz
A ponte militar que vai ligar a autoestrada A14 à EN 111 na zona de Maiorca, Figueira da Foz, começou esta quinta-feira a ser instalada e deverá estar concluída até final da próxima semana, disse fonte do Exército.
Ao longo do dia decorreram trabalhos de construção de um aterro junto à EN 111 para nivelar aquela via com a autoestrada A14, a partir do qual a ponte será construída por 25 militares, apoiados por nove viaturas.
“É uma ponte metálica de última geração e grande capacidade de carga, muito pesada, daí também o seu tempo de construção ser maior”, disse à agência Lusa o capitão Pedro Coelho, da Companhia de Pontes do Regimento de Engenharia n.º 1 do Exército português.
A estrutura tem cerca de 55 metros de comprimento, 4,2 metros de faixa de rodagem (com circulação alternada) e uma capacidade de carga de 40 toneladas e vai ligar a autoestrada A14 à EN 111 por cima da chamada Vala Real, na zona do nó de Santa Eulália, junto às chamadas pontes de Maiorca.
Pedro Coelho explicou ainda que a ponte – uma das várias que o Exército possui, quer para missões tácticas, quer para apoio logístico – não possui um limite de viaturas diárias que a podem atravessar mas tem restrições ao nível da velocidade de circulação (limitada a 20 km por hora), estando ainda por definir a distância que os veículos terão de observar entre si, particularmente os veículos pesados, durante a travessia.
O responsável do Exército disse ainda que o prazo previsível de montagem é de sete dias e a ponte deverá estar operacional no final da próxima semana.
Já Franco Caruso, director de comunicação da concessionária Brisa, destacou a “capacidade de colaboração” entre a empresa, a autarquia local, a Autoridade Nacional de Protecção Civil e o Exército português, numa solução que responda “às necessidades de ligação entre a Figueira da Foz e Coimbra”.
A A14 está interdita à circulação automóvel, na zona de Maiorca, concelho da Figueira da Foz, distrito de Coimbra, desde as 08h30 de domingo, na sequência de um aluimento do piso.
De acordo com a Brisa a reparação deverá demorar seis a sete semanas, mas o secretário de Estado das Infraestruturas, que na terça-feira visitou o local, alargou esse prazo para sete a nove semanas, mais de dois meses.
A EN111, que deveria funcionar como “alternativa natural” à autoestrada A14 está também interrompida ao trânsito, nos dois sentidos, devido a obras na zona das Pontes de Maiorca (onde a ponte militar irá ser instalada), estando o tráfego entre a Figueira da Foz e Coimbra a processar-se por vias secundárias. (Observador)
Ao longo do dia decorreram trabalhos de construção de um aterro junto à EN 111 para nivelar aquela via com a autoestrada A14, a partir do qual a ponte será construída por 25 militares, apoiados por nove viaturas.
“É uma ponte metálica de última geração e grande capacidade de carga, muito pesada, daí também o seu tempo de construção ser maior”, disse à agência Lusa o capitão Pedro Coelho, da Companhia de Pontes do Regimento de Engenharia n.º 1 do Exército português.
A estrutura tem cerca de 55 metros de comprimento, 4,2 metros de faixa de rodagem (com circulação alternada) e uma capacidade de carga de 40 toneladas e vai ligar a autoestrada A14 à EN 111 por cima da chamada Vala Real, na zona do nó de Santa Eulália, junto às chamadas pontes de Maiorca.
Pedro Coelho explicou ainda que a ponte – uma das várias que o Exército possui, quer para missões tácticas, quer para apoio logístico – não possui um limite de viaturas diárias que a podem atravessar mas tem restrições ao nível da velocidade de circulação (limitada a 20 km por hora), estando ainda por definir a distância que os veículos terão de observar entre si, particularmente os veículos pesados, durante a travessia.
O responsável do Exército disse ainda que o prazo previsível de montagem é de sete dias e a ponte deverá estar operacional no final da próxima semana.
Já Franco Caruso, director de comunicação da concessionária Brisa, destacou a “capacidade de colaboração” entre a empresa, a autarquia local, a Autoridade Nacional de Protecção Civil e o Exército português, numa solução que responda “às necessidades de ligação entre a Figueira da Foz e Coimbra”.
A A14 está interdita à circulação automóvel, na zona de Maiorca, concelho da Figueira da Foz, distrito de Coimbra, desde as 08h30 de domingo, na sequência de um aluimento do piso.
De acordo com a Brisa a reparação deverá demorar seis a sete semanas, mas o secretário de Estado das Infraestruturas, que na terça-feira visitou o local, alargou esse prazo para sete a nove semanas, mais de dois meses.
A EN111, que deveria funcionar como “alternativa natural” à autoestrada A14 está também interrompida ao trânsito, nos dois sentidos, devido a obras na zona das Pontes de Maiorca (onde a ponte militar irá ser instalada), estando o tráfego entre a Figueira da Foz e Coimbra a processar-se por vias secundárias. (Observador)
7 de fevereiro de 2016
Regimento de Engenharia Militar nº 1 recupera estradas de Monchique
O Presidente da Câmara Municipal de Monchique, Rui André, solicitou o apoio da equipa de engenharia do exército para começar a requalificar alguns troços de estradas e passagens hidráulicas naquele concelho serrano.
Ao que Rui André explicou ao «barlavento» esta intervenção, iniciada após a assinatura de um protocolo com o Regimento de Engenharia Militar nº 1, sediado em Tancos, servirá para apoiar o município em zonas de serra mais complexas, onde há registo de estragos nas linhas de água e nalgumas vias de circulação devido ao mau tempo.
Esta unidade disponibiliza os recursos para apoiar nalgumas intervenções em que seja necessária a maquinaria e os recursos humanos disponíveis no Exército Português. O edil explicou que, em contrapartida a este apoio, o município apenas tem que «dar a comida e a dormida aos militares, bem como pagar o combustível para a maquinaria» ou disponibilizar os materiais necessários para que as obras sejam realizadas.
O comandante do Regimento de Engenharia, coronel João Pires visitou, na semana passada, a requalificação em curso na estrada que liga a Foz do Besteiro a Marmelete. No entanto, esta é apenas uma das muitas obras prioritárias para a mobilidade no concelho que ficarão a cargo do exército, no âmbito deste protocolo.
Para o presidente da Câmara este é um bom exemplo do «eficaz e valioso uso dos recursos do Estado, bem aproveitados para as necessidades dos municípios».
«O concelho de Monchique apresenta uma rede viária bastante extensa desgastada devido à utilização regular de veículos pesados de transporte de madeira e pedra, a uma deficiente construção de algumas vias», sublinhou.
Apesar de a Câmara Municipal ter verba destinada para diversas obras de melhoria das vias, este protocolo incide em zonas mais críticas e de difícil acesso. (Fonte: Barlavento)
Ao que Rui André explicou ao «barlavento» esta intervenção, iniciada após a assinatura de um protocolo com o Regimento de Engenharia Militar nº 1, sediado em Tancos, servirá para apoiar o município em zonas de serra mais complexas, onde há registo de estragos nas linhas de água e nalgumas vias de circulação devido ao mau tempo.
Esta unidade disponibiliza os recursos para apoiar nalgumas intervenções em que seja necessária a maquinaria e os recursos humanos disponíveis no Exército Português. O edil explicou que, em contrapartida a este apoio, o município apenas tem que «dar a comida e a dormida aos militares, bem como pagar o combustível para a maquinaria» ou disponibilizar os materiais necessários para que as obras sejam realizadas.
O comandante do Regimento de Engenharia, coronel João Pires visitou, na semana passada, a requalificação em curso na estrada que liga a Foz do Besteiro a Marmelete. No entanto, esta é apenas uma das muitas obras prioritárias para a mobilidade no concelho que ficarão a cargo do exército, no âmbito deste protocolo.
Para o presidente da Câmara este é um bom exemplo do «eficaz e valioso uso dos recursos do Estado, bem aproveitados para as necessidades dos municípios».
«O concelho de Monchique apresenta uma rede viária bastante extensa desgastada devido à utilização regular de veículos pesados de transporte de madeira e pedra, a uma deficiente construção de algumas vias», sublinhou.
Apesar de a Câmara Municipal ter verba destinada para diversas obras de melhoria das vias, este protocolo incide em zonas mais críticas e de difícil acesso. (Fonte: Barlavento)
16 de dezembro de 2015
MONTAGEM DE PONTE MILITAR TREADWAY NO MUNICÍPIO DA LAGOA
O Exército, no âmbito das Outras Missões de Interesse Público e através do Regimento de Engenharia Nº1, executou a montagem de uma Ponte Treadway, com 16,20 m de comprimento e com a capacidade de 100 toneladas, em apoio à Câmara Municipal de Lagoa, na freguesia de Ferragudo.
Esta cooperação com a edilidade teve como finalidade a criação de uma alternativa à passagem de viaturas pesadas no local, devido às obras de reabilitação da Ponte de Ferragudo. (Exército)
Esta cooperação com a edilidade teve como finalidade a criação de uma alternativa à passagem de viaturas pesadas no local, devido às obras de reabilitação da Ponte de Ferragudo. (Exército)
28 de novembro de 2015
INTERCÂMBIO ENTRE UNIDADES DE ENGENHARIA
No âmbito das iniciativas planeadas na LVIII Reunião dos Estados-Maiores Peninsulares realizou-se, na semana de 09 a 13 de Novembro de 2015, uma visita às Unidades de Engenharia do Exército de uma delegação do Exército Espanhol, pertencente ao Regimiento de Especialidades de Ingenieros nº 11(Salamanca).
A visita da referida delegação, constituída por dois oficiais, iniciou-se, em 09 de Novembro, no Regimento de Engenharia Nº3 em Espinho, onde os militares assistiram a um brífingue sobre as capacidades e actividades desenvolvidas, seguindo-se uma visita pela Unidade. Na tarde do mesmo dia, foi feita uma visita ao Centro de Formação Profissional – Rio Meão, entidade com quem o Regimento tem um protocolo para a formação profissional, suscitando grande interesse por parte da delegação visitante. Na manhã do dia 10, foi visitado o Destacamento de Engenharia, que se encontra a desenvolver trabalhos em apoio do Sport Club do Porto, tendo sido trocadas experiências e discutidas questões doutrinárias relativas ao emprego das forças de engenharia militar.
Ao longo dos dias 11 e 12 de Novembro, a delegação foi recebida no Regimento de Engenharia Nº1, onde, também aqui, ficou a conhecer as actividades desenvolvidas neste Regimento, nomeadamente as actividades de formação e dos encargos operacionais, através de demonstrações e exposições estáticas de material e equipamento. Foi ainda visitado o Castelo de Almourol, símbolo da Engenharia Militar Portuguesa.
O último dia da visita foi destinado à Companhia de Engenharia da Brigada Mecanizada, em Santa Margarida. A delegação espanhola foi recebida pelo 2º Comandante da Brigada Mecanizada, tendo sido feita uma breve apresentação na Companhia de Engenharia, onde tiveram contacto com as principais actividades desenvolvidas por esta Unidade. Visitaram posteriormente as instalações, onde se inseriu uma exposição estática dos meios da Companhia, seguindo-se a visita aos trabalhos realizados no Campo Militar.
A visita terminou ao início da tarde de dia 13, altura em que os militares se despediram dos Engenheiros Militares Portugueses em Santa Margarida, iniciando o seu deslocamento de regresso a Salamanca. (Exército)
A visita da referida delegação, constituída por dois oficiais, iniciou-se, em 09 de Novembro, no Regimento de Engenharia Nº3 em Espinho, onde os militares assistiram a um brífingue sobre as capacidades e actividades desenvolvidas, seguindo-se uma visita pela Unidade. Na tarde do mesmo dia, foi feita uma visita ao Centro de Formação Profissional – Rio Meão, entidade com quem o Regimento tem um protocolo para a formação profissional, suscitando grande interesse por parte da delegação visitante. Na manhã do dia 10, foi visitado o Destacamento de Engenharia, que se encontra a desenvolver trabalhos em apoio do Sport Club do Porto, tendo sido trocadas experiências e discutidas questões doutrinárias relativas ao emprego das forças de engenharia militar.
Ao longo dos dias 11 e 12 de Novembro, a delegação foi recebida no Regimento de Engenharia Nº1, onde, também aqui, ficou a conhecer as actividades desenvolvidas neste Regimento, nomeadamente as actividades de formação e dos encargos operacionais, através de demonstrações e exposições estáticas de material e equipamento. Foi ainda visitado o Castelo de Almourol, símbolo da Engenharia Militar Portuguesa.
O último dia da visita foi destinado à Companhia de Engenharia da Brigada Mecanizada, em Santa Margarida. A delegação espanhola foi recebida pelo 2º Comandante da Brigada Mecanizada, tendo sido feita uma breve apresentação na Companhia de Engenharia, onde tiveram contacto com as principais actividades desenvolvidas por esta Unidade. Visitaram posteriormente as instalações, onde se inseriu uma exposição estática dos meios da Companhia, seguindo-se a visita aos trabalhos realizados no Campo Militar.
A visita terminou ao início da tarde de dia 13, altura em que os militares se despediram dos Engenheiros Militares Portugueses em Santa Margarida, iniciando o seu deslocamento de regresso a Salamanca. (Exército)
4 de novembro de 2015
Exército Alemão instala pontes de última geração para travessia do Tejo
O Trident Juncture 2015 - o maior exercício NATO desde 2002 - está a decorrer em Constância e Vila Nova da Barquinha, para além de outras localidades portuguesas, até 6 de Novembro, tendo começado hoje a fase do exercício que envolve o recurso a fogo real, com o "resgate de uma nação amiga da NATO" da ocupação inimiga, e com a travessia do rio Tejo para se alcançar o ponto que centraliza as operações de libertação.
Em declarações à agência Lusa, o capitão Pedro Coelho, Comandante da Companhia de Pontes portuguesa, disse que, "na fase da ofensiva", que hoje teve início, "existe um obstáculo natural (rio Tejo) que tem de se transpor, tendo as forças de manobra vários sítios de transposição, sendo que dois deles são assegurados pelas companhias de pontes portuguesas e alemã".
Segundo observou o militar, "os equipamentos em causa são diferentes e têm capacidades diferentes", tendo as viaturas anfíbias alemãs, as M3, de última geração, capacidade flutuante para criar pontes até 300 metros de comprimento. As portuguesas, mais antigas, têm capacidade de até 82 metros".
No caso da ligação de Almourol (em Vila Nova da Barquinha), ao Arripiado, no concelho da Chamusca, a ponte flutuante está a ser assegurada pela companhia de pontes portuguesa. A companhia alemã instalou, a jusante daquele ponto, 20 viaturas flutuantes M3 para criar uma ponte que permita a transposição dos 230 metros que o rio ali mede, em comprimento.
Em declarações à Lusa, o Major João Pais, Oficial de Operações do Batalhão de Infantaria Mecanizado (BIMEC) disse que o exercício visa "intervir e repor as fronteiras no âmbito da invasão de um país fictício pertencente à Aliança (NATO), sendo que, para tal, é necessário fazer a travessia do Tejo com pontes flutuantes instaladas para o efeito".
O Batalhão Português esteve hoje de manhã com a missão de assegurar a segurança na ponte da Chamusca, por onde circula a grande maioria das viaturas militares. O exercício contemplou um ataque NBQR (Nuclear, Biológico, Químico e Radiológico) à coluna, seguido da respectiva descontaminação.
No âmbito deste exercício internacional, Portugal, como nação hospedeira, está a participar com cerca de três mil militares, entre os quais 940 pertencem à NRF16 (1 Fragata, 200 militares, 1 Batalhão de Infantaria Mecanizado, 600 militares, 6 Aeronaves F16, 140 militares) e cerca de 700 viaturas militares (tácticas).
Na totalidade, estima-se que em território português haja cerca de 10 500 militares (nacionais e estrangeiros) envolvidos no Trident Juncture 2015 (TRJE15).
"Estamos muito bem (as forças militares portuguesas) perante as capacidades de outras unidades que connosco têm estado a trabalhar no âmbito deste exercício internacional", disse à Lusa o Tenente-Coronel Pedro Barreiro, que destacou a "capacidade de adaptação e a determinação na execução de tarefas" por parte dos militares portugueses.
"Estamos claramente ao nível do que melhor se faz em termos militares ao nível internacional", destacou o Comandante do Batalhão de Infantaria Mecanizado (BIMEC).
MYF // JPF Lusa/Fim
Em declarações à agência Lusa, o capitão Pedro Coelho, Comandante da Companhia de Pontes portuguesa, disse que, "na fase da ofensiva", que hoje teve início, "existe um obstáculo natural (rio Tejo) que tem de se transpor, tendo as forças de manobra vários sítios de transposição, sendo que dois deles são assegurados pelas companhias de pontes portuguesas e alemã".
Segundo observou o militar, "os equipamentos em causa são diferentes e têm capacidades diferentes", tendo as viaturas anfíbias alemãs, as M3, de última geração, capacidade flutuante para criar pontes até 300 metros de comprimento. As portuguesas, mais antigas, têm capacidade de até 82 metros".
No caso da ligação de Almourol (em Vila Nova da Barquinha), ao Arripiado, no concelho da Chamusca, a ponte flutuante está a ser assegurada pela companhia de pontes portuguesa. A companhia alemã instalou, a jusante daquele ponto, 20 viaturas flutuantes M3 para criar uma ponte que permita a transposição dos 230 metros que o rio ali mede, em comprimento.
Em declarações à Lusa, o Major João Pais, Oficial de Operações do Batalhão de Infantaria Mecanizado (BIMEC) disse que o exercício visa "intervir e repor as fronteiras no âmbito da invasão de um país fictício pertencente à Aliança (NATO), sendo que, para tal, é necessário fazer a travessia do Tejo com pontes flutuantes instaladas para o efeito".
O Batalhão Português esteve hoje de manhã com a missão de assegurar a segurança na ponte da Chamusca, por onde circula a grande maioria das viaturas militares. O exercício contemplou um ataque NBQR (Nuclear, Biológico, Químico e Radiológico) à coluna, seguido da respectiva descontaminação.
No âmbito deste exercício internacional, Portugal, como nação hospedeira, está a participar com cerca de três mil militares, entre os quais 940 pertencem à NRF16 (1 Fragata, 200 militares, 1 Batalhão de Infantaria Mecanizado, 600 militares, 6 Aeronaves F16, 140 militares) e cerca de 700 viaturas militares (tácticas).
Na totalidade, estima-se que em território português haja cerca de 10 500 militares (nacionais e estrangeiros) envolvidos no Trident Juncture 2015 (TRJE15).
"Estamos muito bem (as forças militares portuguesas) perante as capacidades de outras unidades que connosco têm estado a trabalhar no âmbito deste exercício internacional", disse à Lusa o Tenente-Coronel Pedro Barreiro, que destacou a "capacidade de adaptação e a determinação na execução de tarefas" por parte dos militares portugueses.
"Estamos claramente ao nível do que melhor se faz em termos militares ao nível internacional", destacou o Comandante do Batalhão de Infantaria Mecanizado (BIMEC).
MYF // JPF Lusa/Fim
3 de novembro de 2015
EXÉRCITO AJUDA O MUNICIPIO DE SINES
No âmbito do Plano de Actividade Operacional Civil para 2015, o Exército, através do Regimento de Engenharia N.º 1 (RE1), apoiou a Câmara Municipal de Sines, no período de 27 de Abril a 13 de outubro de 2015, na execução de diversos trabalhos de desmatação, alargamento e melhoramento de caminhos rurais.
Estas acções decorreram durante 85 dias úteis em todo o concelho de Sines, numa extensão aproximada de 50 km. A equipa de trabalho foi constituída por um Sargento e três Praças da 1ª Companhia de Engenharia de Apoio Geral. No terreno estiveram em permanência um Tractor de Lagartas, uma Niveladora, um Cilindro e uma Viatura Táctica Ligeira.
É de salientar o esforço, dedicação e espírito de missão de todos quantos integraram esta equipa de trabalho, amplamente reconhecidos pelos munícipes do concelho de Sines, elevando assim o nome da Engenharia Militar, do RE1 e do Exército. (EXÉRCITO)
Estas acções decorreram durante 85 dias úteis em todo o concelho de Sines, numa extensão aproximada de 50 km. A equipa de trabalho foi constituída por um Sargento e três Praças da 1ª Companhia de Engenharia de Apoio Geral. No terreno estiveram em permanência um Tractor de Lagartas, uma Niveladora, um Cilindro e uma Viatura Táctica Ligeira.
É de salientar o esforço, dedicação e espírito de missão de todos quantos integraram esta equipa de trabalho, amplamente reconhecidos pelos munícipes do concelho de Sines, elevando assim o nome da Engenharia Militar, do RE1 e do Exército. (EXÉRCITO)
26 de outubro de 2015
MONTAGEM DE PONTES MILITARES SOBRE O RIO TEJO, NO ÂMBITO DO EXERCÍCIO TRIDENT JUNCTURE 15
Em 23 de Outubro, decorreu nas proximidades da vila de Tancos, incluído na fase LIVEX do exercício TRIDENT JUNCTURE 2015, um exercício de treino operacional, que consistiu na montagem e desmontagem de duas pontes sobre o rio Tejo.
Este exercício de treino operacional, em que participaram militares de Engenharia dos Exércitos Português e Alemão, permitiu treinar procedimentos, técnicas e tácticas. (Emgfa)
Este exercício de treino operacional, em que participaram militares de Engenharia dos Exércitos Português e Alemão, permitiu treinar procedimentos, técnicas e tácticas. (Emgfa)
9 de julho de 2015
PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO (RE3) E O MUNICÍPIO DE CASTANHEIRA DE PERA
No âmbito das Outras Missões de Interesse Público, o Exército, através da Brigada de Intervenção e do Regimento de Engenharia Nº3 (RE3), assinou em 04 de Julho um protocolo de colaboração visando a beneficiação de 12 itinerários da rede viária florestal, perfazendo um total de 39,00 km.
O protocolo foi celebrado durante a sessão solene comemorativa do 101.º aniversário do Concelho de Castanheira de Pera, tendo o Exército sido representado pelo Comandante do RE3, Cor Eng Fausto Vale do Couto e o Município de Castanheira de Pera pelo seu presidente, Dr. Fernando José Pires Lopes. (Exército)
O protocolo foi celebrado durante a sessão solene comemorativa do 101.º aniversário do Concelho de Castanheira de Pera, tendo o Exército sido representado pelo Comandante do RE3, Cor Eng Fausto Vale do Couto e o Município de Castanheira de Pera pelo seu presidente, Dr. Fernando José Pires Lopes. (Exército)
18 de junho de 2015
Exército repara estradas no concelho de Ferreira do Alentejo
A Câmara de Ferreira do Alentejo e o Regimento de Engenharia 1 do Exército Português, que está sediado em Tancos, assinaram esta semana um protocolo de colaboração.
O acordo vai permitir a reparação de dois troços da estrada a partir da aldeia velha de Canhestros, um na ligação à EN 383 e outro na Rua da Escola Nova.
Na cerimónia de assinatura do protocolo, o presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, Aníbal Reis Costa, elogiou o acordo e manifestou a vontade do Município de poder contar com a colaboração do Regimento de Engenharia “ao nível de outros trabalhos a realizar futuramente, nomeadamente nos próximos dois anos”.
Um desafio a que se mostrou receptivo o coronel João Manuel Pires, apesar de alertar “que só após uma análise aos trabalhos em causa” se poderia manifestar, dado o Regimento já ter previstas intervenções em 12 municípios em 2015. (CA)
O acordo vai permitir a reparação de dois troços da estrada a partir da aldeia velha de Canhestros, um na ligação à EN 383 e outro na Rua da Escola Nova.
Na cerimónia de assinatura do protocolo, o presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, Aníbal Reis Costa, elogiou o acordo e manifestou a vontade do Município de poder contar com a colaboração do Regimento de Engenharia “ao nível de outros trabalhos a realizar futuramente, nomeadamente nos próximos dois anos”.
Um desafio a que se mostrou receptivo o coronel João Manuel Pires, apesar de alertar “que só após uma análise aos trabalhos em causa” se poderia manifestar, dado o Regimento já ter previstas intervenções em 12 municípios em 2015. (CA)
8 de maio de 2015
APOIO DO EXÉRCITO AO MUNICÍPIO DE MIRA ATRAVÉS DA MONTAGEM DE UMA PONTE MILITAR
A Câmara Municipal de Mira, no âmbito da obra de construção do reforço do cordão dunar em curso no litoral do município de Mira, solicitou o apoio do Exército, através do Regimento de Engenharia Nº1, para a montagem de uma Ponte Militar sobre o Canal de Mira, na Ria de Aveiro, na localidade de Mira.
A ponte destinou-se a substituir temporariamente uma ponte que não apresentava condições de segurança para a passagem de viaturas pesadas de transporte de areias para a zona dunar.
A Ponte Militar do tipo MABEY, com capacidade de carga entre as 60 e as 80 toneladas e com um vão de cerca de 30 metros, esteve em apoio da autarquia durante cerca de um ano, tendo os trabalhos de desmontagem decorrido na semana de 23 a 27 de Março de 2015. (Exército)
A ponte destinou-se a substituir temporariamente uma ponte que não apresentava condições de segurança para a passagem de viaturas pesadas de transporte de areias para a zona dunar.
A Ponte Militar do tipo MABEY, com capacidade de carga entre as 60 e as 80 toneladas e com um vão de cerca de 30 metros, esteve em apoio da autarquia durante cerca de um ano, tendo os trabalhos de desmontagem decorrido na semana de 23 a 27 de Março de 2015. (Exército)
15 de janeiro de 2015
CONSTRUÇÃO DE BARREIRA DE RETENÇÃO NA FREGUESIA DE PARAMOS
Em 18 de Dezembro de 2014 o Regimento de Engenharia Nº 3 executou trabalhos para construção de uma barreira de retenção, com a finalidade de impedir o avanço das águas do mar em direcção à Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), bem como proteger a população residente na praia de Paramos.
Este apoio foi solicitado pela Câmara Municipal de Espinho com o objectivo de prevenir situações similares às registadas no início do ano de 2014, na praia de Paramos onde, para além de um núcleo habitacional de pescadores, existe também a ETAR inter-municipal que serve 3 municípios – Espinho, Santa Maria da Feira e Ovar.
A missão foi executada por um Destacamento de Engenharia constituído por um sargento e seis praças apoiados por uma escavadora giratória, um auto-dumper, uma retro-escavadora, uma viatura basculante e uma viatura táctica ligeira. (Exército)
Este apoio foi solicitado pela Câmara Municipal de Espinho com o objectivo de prevenir situações similares às registadas no início do ano de 2014, na praia de Paramos onde, para além de um núcleo habitacional de pescadores, existe também a ETAR inter-municipal que serve 3 municípios – Espinho, Santa Maria da Feira e Ovar.
A missão foi executada por um Destacamento de Engenharia constituído por um sargento e seis praças apoiados por uma escavadora giratória, um auto-dumper, uma retro-escavadora, uma viatura basculante e uma viatura táctica ligeira. (Exército)
20 de novembro de 2014
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O REGIMENTO DE ENGENHARIA Nº1 E A CÂMARA MUNICIPAL DO SARDOAL
Decorreu no passado dia 12 de Novembro de 2014 a assinatura do protocolo de colaboração entre o Regimento de Engenharia Nº 1 e a Câmara Municipal do Sardoal, enquadrando-se no âmbito do emprego da Engenharia Militar em Missões de Interesse Público.
O Protocolo estabelecido visa a execução de trabalhos inerentes à criação de faixas de gestão de combustíveis, nomeadamente beneficiação e alargamento do itinerário entre Entrevinhas e Presa, através de trabalhos de desmatação, nivelamento, compactação e de regularização de valetas.
A assinatura foi efectuada no edifício “Luís Serrão Pimentel” no RE1 em Tancos, pelo Comandante do RE1, Coronel de Engenharia João Manuel Pires e pelo Presidente da Câmara Municipal do Sardoal, Dr António Miguel Cabedal Borges. (Exército)
O Protocolo estabelecido visa a execução de trabalhos inerentes à criação de faixas de gestão de combustíveis, nomeadamente beneficiação e alargamento do itinerário entre Entrevinhas e Presa, através de trabalhos de desmatação, nivelamento, compactação e de regularização de valetas.
A assinatura foi efectuada no edifício “Luís Serrão Pimentel” no RE1 em Tancos, pelo Comandante do RE1, Coronel de Engenharia João Manuel Pires e pelo Presidente da Câmara Municipal do Sardoal, Dr António Miguel Cabedal Borges. (Exército)
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