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31 de outubro de 2019

"LOBOS" TERMINAM MISSÃO NAS ÁGUAS DO MEDITERRÂNEO

(Fap)Uma aeronave P-3C CUP+ e 30 militares da esquadra 601 – “Lobos”, que estiveram destacados durante 3 meses, na Base Aérea de Sigonella, em Itália, a participar em missões de vigilância marítima, regressaram no dia 30 de Outubro a Portugal.

Durante este período, integraram a Operação Sophia, no âmbito da União Europeia, e a Operação Sea Guardian, no âmbito da NATO. As operações tinham como objectivo o patrulhamento do mar mediterrâneo, sendo que o principal foco da Operação Sophia foi o auxílio ao combate à imigração ilegal.

O destacamento português realizou 40 missões operacionais e mais de 300 horas de voo.

7 de setembro de 2019

Força Aérea já iniciou voos de patrulhamento no Mediterrâneo

(Emgfa)A aeronave P-3C CUP+ da Força Aérea Portuguesa realizou, no passado sábado, o primeiro voo de patrulhamento integrada na Operação “Sea Guardian”, uma operação de segurança marítima da NATO que decorre no Mediterrâneo.

Os 35 militares portugueses participam nesta operação até ao próximo dia 28 de Setembro, realizando voos de patrulhamento em coordenação com outros meios navais e aéreos sob o Controlo Operacional do Comando Marítimo Aliado (MARCOM), a partir da Base Aérea italiana de Sigonella, localizada na ilha Sicília.

O MARCOM servirá como centro de partilha de informação de segurança marítima para a Aliança. Assim, este meio aéreo nacional irá realizar tarefas que contribuirão para o combate ao terrorismo marítimo, combate à proliferação de armas de destruição maciça, protecção de infraestruturas críticas, defender a liberdade de navegação, apoiar a consciência da situação marítima e apoiar tarefas de interdição.

A Operação “Sea Guardian” da NATO iniciou-se em 2016 e Portugal participa desde então com regularidade nesta missão.

1 de agosto de 2019

Força Aérea Portuguesa inicia missão no Mediterrâneo

(Emgfa)35 militares e uma aeronave de Patrulhamento Marítimo P-3C da Força Aérea Portuguesa iniciam hoje a missão de patrulhamento na zona sul do Mediterrâneo Central, contribuindo para o desmantelamento de redes de introdução clandestina de migrantes e de tráfico de pessoas, visando acabar com a tragédia humana vivida nestas águas.

Esta Força Nacional Destacada foi projectada para a Base Aérea de Sigonella na Sicília, República Italiana, no passado dia 29 de Julho, onde vai contribuir para a operação militar da União Europeia, “European Union Naval Force Mediterranean (EUNAVFOR MED)”, Operação “Sophia”, até ao próximo dia 29 de Agosto.

Enquanto tarefa adicional, os resultados do patrulhamento da aeronave P-3C irão contribuir para a implementação do embargo de armas e colecta de informação acerca do contrabando de petróleo exportado ilegalmente, conforme previsto em resoluções do Concelho de Segurança das Nações Unidas.

26 de maio de 2019

Secretária de Estado da Defesa recebe submarino no regresso de missão

(MGP)​O submarino Tridente largou da Base Naval de Lisboa no dia 18 de Março para integrar a Força Naval da União Europeia para o Mediterrâneo (EUNAVFORMED), na operação SOPHIA, contribuindo para a identificação das rotas marítimas utilizadas pelas redes clandestinas de migração irregular no Mediterrâneo central.

O submarino português esteve ainda em apoio à operação da NATO “SEA GUARDIAN”, disponibilizando as suas capacidades e sistemas para a recolha de elementos de informação no âmbito do conhecimento situacional marítimo na região do Mediterrâneo, partilhados com a estrutura de comandos marítimos da Aliança.

24 de abril de 2019

Navio patrulha “Figueira da Foz” vai treinar “guerra de minas” no Mediterrâneo

(Emgfa)O navio patrulha oceânico “Figueira da Foz”, da Marinha Portuguesa, partiu esta madrugada da Base Naval de Lisboa para participar no exercício SPANISH MINEX 19, realizado no âmbito da primeira activação deste ano da força naval europeia EUROMARFOR, de que fazem parte ainda Espanha, França e Itália. O navio da Marinha chega a Maó, na Ilha Menorca, Baleares, no próximo dia 27 de Abril, permanecendo no Mediterrâneo Ocidental até ao próximo dia 13 de maio. Esta Força marítima europeia é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias.

O SPANISH MINEX é um exercício anual organizado pela Marinha espanhola, cujo objectivo é pôr em prática os procedimentos comuns para a defesa de portos contra a ameaça de minas e providenciar segurança aos navios mercantes.

A Força naval será constituída pelo navio “Figueira da Foz”, mergulhadores do Destacamento de Guerra de Minas e militares de apoio ao comandante do grupo tarefa EUROMARFOR, num total de 65 militares.

A missão de cada participante é manter as águas livres da ameaça de minas, harmonizando procedimentos e incrementando o grau de interoperabilidade com as restantes marinhas aliadas. As minas usadas neste exercício internacional são simuladas por dispositivos submarinos inertes amigos do ambiente que serão recolhidos quando a missão terminar.

Portugal assumiu a partir de 19 de Setembro de 2018, por um período de dois anos, o comando rotativo da EUROMARFOR, actualmente comandada pelo Vice-almirante Gouveia e Melo, Comandante Naval da Marinha Portuguesa. Esta força naval multinacional é activada especificamente para o cumprimento de missões ou operações navais, aéreas e anfíbias, podendo, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em missões humanitárias e de salvamento, manutenção da paz, de combate em gestão de crises e restabelecimento da paz.

28 de fevereiro de 2019

Fragata da Marinha portuguesa inicia missão de escolta a porta-aviões francês

(Emgfa)A fragata “Corte-Real”, da Marinha portuguesa, iniciou ontem, dia 27 de Fevereiro, a navegação em direcção ao mar Mediterrâneo, para integrar a missão de escolta ao porta-aviões francês “Charles de Gaulle”, com duração de 20 dias. O navio da Marinha juntar-se-á ao porta-aviões francês em Toulon, no próximo dia 4 de Março.

A “Corte-Real” terá como missão contribuir para a proteção antissubmarina do porta-aviões durante o período de permanência no mar Mediterrâneo, numa operação que visa contribuir para o esforço de segurança internacional, em especial nas principais artérias por onde passa grande parte do tráfego marítimo mundial, estreitando simultaneamente o relacionamento militar com a Marinha francesa.

De Março a Julho de 2019, França empenhará o porta-aviões “Charles de Gaulle” numa missão operacional, com um grupo aéreo embarcado, estando planeado navegar no mar Mediterrâneo, no Mar Vermelho, no Oceano Índico e na região da Ásia-Pacífico.

Durante este período será constituída uma força naval (“Task Force 473”), comandada pelo contra-almirante Olivier Lebas, da Marinha francesa, de que fará parte o navio da marinha portuguesa, mas que contará também com a participação prevista de outros navios escoltas europeus, da Dinamarca, Itália e do Reino Unido, mas também da Austrália e dos EUA.

Para além da robusta capacidade militar de prevenção e de intervenção, em caso de necessidade e em qualquer ponto do globo, o “Charles de Gaulle” também realizará acções de cooperação bilateral com a maioria dos países parceiros ao longo das áreas geográficas por onde vai passar, durante o período de emprego operacional.

A integração de navios das nações aliadas no contexto do compromisso conjunto para a segurança internacional, em particular de Portugal, tem como objectivo optimizar as capacidades do porta-aviões francês “Charles de Gaulle”, além de reforçar a interoperabilidade entre as marinhas aliadas.

A bordo da fragata “Corte-Real”, comandada pelo Capitão-de-fragata Coelho Gomes, seguem 197 militares, com helicóptero Lynx MK-95 embarcado e o respectivo destacamento de operação, uma equipa de fuzileiros e uma equipa de mergulhadores.

31 de outubro de 2018

C-295M DA FORÇA AÉREA PATRULHA MEDITERRÂNEO CENTRAL

Um avião C-295M e cerca de 20 militares da Força Aérea integram, de 01 de Novembro a 20 de Dezembro, a Operação Themis, da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (FRONTEX).

O destacamento português vai estar sediado em Lamezia Terme, em Itália, para esta operação de controlo de fronteiras, vigilância marítima e busca e salvamento no Mediterrâneo Central. (FAP)

1 de setembro de 2018

Submarino português detecta mais de 16000 navios em dois meses no Mediterrâneo

Após dois meses em missão no Mediterrâneo central, o submarino "Arpão" da Marinha portuguesa regressou ontem, 31 de Agosto, à Base Naval, no Alfeite.

Durante a missão realizada em apoio à operação “SOPHIA” da Força Naval da União Europeia (EUNAVFOR MED), que tem como principal objectivo contribuir para o desmantelamento do modelo de negócio das redes de introdução clandestina de migrantes e tráfico de pessoas, bem como para o combate ao contrabando de combustíveis no Mediterrâneo central, o submarino “Arpão” contabilizou 16.374 navios identificados, em 45 dias na área de operações e perto de 1000 horas de patrulha em imersão.

A missão primordial do submarino português consistiu na identificação de navios que constam nas bases de dados internacionais, conhecidos ou suspeitos de exercerem actividades ilícitas associadas ao financiamento ilícito e indirecto de organizações criminosas, ou associadas ao terrorismo transnacional e, consequentemente contribuir para manutenção da segurança marítima nesta região do mediterrâneo.

O submarino da Marinha portuguesa foi capaz de detectar e recolher informação de 43 navios referenciados pela missão da União Europeia presumivelmente como navios relacionados com actividades ilícitas.

Durante as operações realizadas o "Arpão" caracterizou também o tipo e padrões de navegação e as principais linhas de comunicação marítima do Mediterrâneo central, região do globo conhecida por ser uma das principais artérias por onde passa o tráfego marítimo mundial.

O submarino português apoiou simultaneamente a operação “SEA GUARDIAN” da NATO, tendo prestado um relevante contributo através da partilha de informação do panorama marítimo com as marinhas da Aliança.

30 de agosto de 2018

MEIOS DA FORÇA AÉREA PATRULHAM MEDITERRÂNEO

Uma aeronave P-3C Cup+ e 30 militares da Força Aérea partiram no dia 30 de Agosto rumo a Sigonella, Itália, para participar na Operação Sophia 2018 (EURONAVFOR MED). Esta operação da União Europeia, no âmbito da qual os meios nacionais vão realizar missões de vigilância marítima, tem como objectivo identificar, capturar e neutralizar navios e bens utilizados, ou que possam ser utilizados, pelos traficantes e pelas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de seres humanos e na migração clandestina. É também um esforço internacional para evitar a perda de vidas no Mediterrâneo. (FAP)

29 de junho de 2018

Submarino português vai participar nas operações “SOPHIA” e “SEA GUARDIAN” no Mediterrâneo

O submarino da Marinha portuguesa, NRP “Arpão”, inicia uma missão de dois meses no mediterrâneo central (de 2 de Julho a 31 de Agosto), onde participará na operação militar “SOPHIA”, sob égide da força naval da União Europeia em missão no Mediterrâneo (EUNAVFOR MED), e na Operação da NATO “SEA GUARDIAN”, conduzida a partir do comando marítimo do quartel-general da NATO no Reino Unido. As áreas de operação desta missão abrangem o mar mediterrâneo, essencialmente nas zonas oeste e central.

Após atravessar o estreito de Gibraltar o submarino “Arpão” contribuirá para o cumprimento das tarefas no âmbito da operação “SEA GUARDIAN” da NATO, que consistirá na recolha e partilha de informação com as marinhas da Aliança relativa ao panorama marítimo, numa das principais artérias mundiais por onde passa o tráfego marítimo mundial. O objectivo primordial destas acções consiste na identificação de navios que são conhecidos ou suspeitos de exercerem actividades ilícitas, associadas ao financiamento ilícito e indirecto de organizações criminosas ou associadas ao terrorismo transnacional e, consequentemente, contribuir pela manutenção da segurança marítima nesta região do mediterrâneo

Já na zona do mediterrâneo central, criada através do Conselho da União Europeia em 18 de maio de 2015, com o suporte de diversas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, encontra-se em operação a força naval da União Europeia. O “Arpão” colaborará com esta força, «contribuindo para o desmantelamento do modelo de negócio das redes de introdução clandestina de migrantes e tráfico de pessoas» missão principal da operação "SOPHIA".

Esta será a segunda vez em que o submarino da Marinha portuguesa vai participar na Operação “SEA GUARDIAN” e a terceira na Operação “SOPHIA”. (Emgfa)

25 de junho de 2018

NRP Arpão em missão de combate ao terrorismo

O NRP Arpão irá iniciar uma missão de 60 dias, de 2 de Julho a 31 de Agosto, onde participará na Operação Sophia da Força Naval da União Europeia (EUNAVFOR MED), e na Operação da NATO Sea Guardian. no Mar Mediterrâneo, essencialmente nas zonas oeste e central.

Ao entrar no Mediterrâneo, o NRP Arpão contribuirá para o cumprimento das tarefas definidas pelo Comando Marítimo da NATO, no âmbito da Operação Sea Guardian, que passam pelo controlo do panorama marítimo (MAS - Maritime Situational Awareness), pelo combate ao terrorismo e, consequentemente, contribuindo para a segurança marítima no Mediterrâneo.

Já na zona do Mediterrâneo central, criada através do Conselho da União Europeia em 18 de maio de 2015, com o suporte de diversas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, encontra-se em operação uma força naval da União Europeia (EUNAVFOR MED). O NRP Arpão colaborará com esta força, «contribuindo para o desmantelamento do modelo de negócio das redes de introdução clandestina de migrantes e tráfico de pessoas» na Europa, missão principal da Operação Sophia.

Esta será a segunda vez em que o NRP Arpão participará na Operação Sea Guardian e a terceira na Operação Sophia, sendo que nas missões anteriores o contributo do submarino português foi enaltecido pelos Comandos destas Operações. (MGP)

3 de maio de 2018

Força Aérea em operação no Mediterrâneo

Os meios da Força Aérea participam na operação INDALO da Agência Europeia da Guarda Costeira e Fronteiras (FRONTEX), de 01 de Maio a 30 de Junho, com destacamento em Málaga.

A Esquadra 502 – Elefantes, com uma aeronave C-295M VIMAR, colabora assim na promoção da estabilidade e da segurança em todo o Mediterrâneo, monitorizando situações de narcotráfico, de migração ilegal e de poluição marítima.

Para isso, contribuem não só a experiência dos militares envolvidos, mas também a tecnologia associada a esta aeronave, no que concerne a comunicações e sensores de reconhecimento e vigilância. (FAP)

24 de março de 2018

Fragata da Marinha na nova missão de controlo de fronteiras da União Europeia

Durante o período de 26 de Março a 5 de Junho de 2018, a fragata D. Francisco de Almeida irá participar na operação internacional conjunta “THEMIS” de segurança marítima, no âmbito da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira – FRONTEX, no Mediterrâneo Central.

O Estado português, através do SEF e com o apoio da Marinha, disponibiliza mais uma vez capacidades humanas, técnicas e materiais numa operação internacional, liderada pela União Europeia, que tem por objectivo o controlo da migração irregular em direcção às fronteiras externas da Europa Europeia e outras formas de crime transnacional

Esta missão, enquadrada no esforço europeu de controlo das fronteiras externas marítimas, será coordenada pelas autoridades italianas e conta com a participação de diversos meios marítimos, navais e aéreos de várias organizações e países da União Europeia.

Em colaboração com os Estados-Membros (EM), a Agência Europeia FRONTEX identificou zonas onde o fluxo migratório requer uma maior atenção. Para esse efeito, foram criadas áreas onde se desenvolvem operações conjuntas, em que os EM são convidados a participar, cooperando entre si sob coordenação do país que exerce jurisdição. Nesse sentido, Portugal disponibilizou a fragata da Marinha D. Francisco de Almeida para participação nesta operação.

Durante este período de 72 dias, o navio irá patrulhar as áreas atribuídas do Sul de Itália, entre o Norte de África e Leste da Europa, realizando cerca de 1.000 horas de navegação na vigilância das fronteiras externas, no apoio a operações de busca e salvamento em massa de migrantes náufragos, e também na prevenção e deteção de crimes transfronteiriços tais como o tráfico de migrantes, o narcotráfico, o tráfico de armas, entre outros.

A fragata “D. Francisco de Almeida” possui uma guarnição de 168 militares, incluindo duas equipas de abordagem de Fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.

A bordo segue igualmente um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e dois oficiais de ligação Italianos (Guardia di Finanza e Guardia Costiera). (Emgfa)

18 de janeiro de 2018

Esquadra 502 detectaram mais de 27 mil embarcações na operação FRONTEX

Terminou a 30 de Novembro a participação da Esquadra 502 - Elefantes na operação FRONTEX de 2017. A retracção deste destacamento, de Málaga para a Base Aérea N.º 6, contou com a cooperação da Esquadra 501 - Bisontes.

Este foi sétimo ano consecutivo em que os “Elefantes” contribuíram para a vigilância do mar Mediterrâneo, tendo cumprido no total sete meses de missão, operando a partir de Catânia (Itália) e de Málaga (Espanha).

Com mais de 700 horas de voo ao serviço da FRONTEX, no ano passado, os ‘Elefantes’ asseguraram a cobertura de uma área superior a quatro milhões de quilómetros quadrados, bem como a identificação de mais de 27 mil embarcações.

Destaque para a missão de 28 de maio, onde foi efectuado pela Esquadra 502 o primeiro lançamento, em ambiente operacional, de uma balsa salva-vidas (kit MA-1). Esta balsa, lançada a partir da aeronave C-295M, permitiu o salvamento de 34 migrantes, que estavam em perigo de vida, após a embarcação em que seguiam se ter incendiado.

Os destacamentos da Esquadra 502 foram merecedores da visita de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa e Comandante Supremo das Forças Armadas, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, e ainda da Ministra da Imigração e Integração da Dinamarca, Inger Stojberg, e do ministro dos Negócios Estrangeiros da Áustria, Sebastian Kurz.

Nos últimos anos de operação para a agência europeia FRONTEX, a Esquadra 502 realizou 754 missões, tendo efectuado mais de 3600 horas de voo, com cobertura de, aproximadamente, 30 milhões de quilómetros quadrados e a detecção de mais de 6400 migrantes.
(FAP)

1 de novembro de 2017

"Lobos" partem para Sigonella

Uma aeronave P-3C Cup+ e 30 militares da Força Aérea partiram no dia 31 de Outubro para Sigonella, Itália, a fim de participarem na Operação Sophia2017 (European Union Naval Force - Mediterranean - EUNAVFOR MED). Esta operação tem como objectivo desmantelar redes de introdução clandestina de migrantes e de tráfico de pessoas na zona sul do Mediterrâneo central.

O destacamento decorrerá entre os dias 01 e 30 de Novembro. O objectivo deste esforço multinacional, em que participam os militares da Esquadra 601- Lobos, da Base Aérea N.º11, é identificar, capturar e neutralizar navios e bens utilizados, ou que possam vir a ser utilizados, pelos traficantes e pelas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de seres humanos e na migração clandestina. (FAP)

2 de outubro de 2017

NRP D. FRANCISCO DE ALMEIDA EM EXERCÍCIO INTERNACIONAL

A fragata D. Francisco de Almeida começa hoje a participação no exercício Brilliant Mariner, que irá decorrer até ao dia 13 de Outubro no Mar Mediterrâneo a sul de França na área do golfo de Lion.(MGP)

30 de setembro de 2017

MARINHA PORTUGUESA TREINA CENÁRIOS DE TERRORISMO MARÍTIMO

O grupo dos 5+5 é constituído pelos países magrebinos Mauritânia, Marrocos, Argélia, Líbia e Tunísia, e pelos países da bacia do Mediterrâneo, onde se inclui Portugal, Espanha, França, Itália e Malta.

No exercício anual dos 5+5, participam meios navais e aéreos da Argélia, Espanha, França, Itália, Malta, Marrocos e vários observadores internacionais. da Marinha e da Força Aérea daqueles países. Portugal participará com o Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo.

O exercício contempla cenários de terrorismo marítimo e de fluxos migratórios irregulares com origem nas alterações climáticas. Está igualmente previsto ser realizada a interceção de um navio mercante reportado como ligado a uma rede de crime transnacional com destino a um porto europeu bem como ações de cooperação internacional no âmbito da busca e salvamento no mar.

O objectivo do exercício passa por criar mecanismos de troca de informação e procedimentos de cooperação estimulando simultaneamente as relações de confiança entre as Marinhas e Forças Aéreas dos 10 países, por forma a melhorar a actuação conjunta e eficiente em operações internacionais de segurança marítima no mar Mediterrâneo.

Nesta missão o NRP Viana do Castelo embarca ainda uma equipa de abordagem dos Fuzileiros

13 de abril de 2017

FRAGATA DA MARINHA CONTRIBUI PARA A SEGURANÇA DE NAVIOS DE PAVILHÃO PORTUGUÊS NO MAR MEDITERRÂNEO

No âmbito da operação NATO SEA GUARDIAN, a fragata da Marinha Bartolomeu Dias acompanha de perto toda a navegação em trânsito no Mediterrâneo Central, em particular os navios que arvoram pavilhão português, contribuindo desta forma para o sentimento de segurança da comunidade marítima que opera nesta região.

No dia de ontem, a fragata Bartolomeu Dias, em trânsito para Mediterrâneo Oriental, durante a sua actividade de patrulha e vigilância aproximou-se do navio mercante “Souselas”, de bandeira portuguesa, do registo da Madeira, navio com mais de 150 metros de comprimento de transporte de carga a granel, que regressava da Albânia.

O contributo para a segurança no Mediterrâneo, através do contacto próximo com os navios mercantes em actividade na região, é um dos principais objectivos da presença de navios da NATO nesta operação, contribuindo ainda para a dissuasão do terrorismo transnacional e combatendo actividades ilícitas que se constituam como ameaças à liberdade de navegação.

Foram passadas informações adicionais ao comandante do navio de como proceder em caso de ameaça ou na presença de comportamentos suspeitos por parte de outros navios, presumivelmente ligados a actividades ilícitas em alto-mar. A operação SEA GUARDIAN, que actua com base nos princípios da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, resulta das transformação da Operação Active Endeavour (OAE) numa operação Non-Article 5 Maritme Security Operation (NA5MSO), decorrente da Cimeira da NATO de Varsóvia, em Julho de 2016, e cujas principais tarefas se enquadram no âmbito da segurança marítima numa das principais artérias de comunicação por onde passa o tráfego marítimo mundial. (MGP)

8 de abril de 2017

FRAGATA BARTOLOMEU DIAS PARTE PARA O MEDITERRÂNEO ORIENTAL A FIM DE INTEGRAR OPERAÇÃO DA NATO

A fragata Bartolomeu Dias largou, dia 7 de Abril, da Base Naval de Lisboa para uma missão na região do Mediterrâneo Oriental com a duração de um mês, como parte do contributo de Portugal para a operação Sea Guardian (OSG), no âmbito da NATO, integrada no esforço internacional de segurança marítima e combate às actividades ilícitas no mar associadas ao financiamento do terrorismo transnacional.

A Operação Sea Guardian resulta da transformação da Operação Active Endeavour (OAE) numa operação Non-Article 5 Maritme Security Operation (NA5MSO), decorrente da Cimeira da NATO de Varsóvia, em Julho de 2016 e em virtude da situação operacional no Mediterrâneo se ter alterado havendo a necessidade de substituir o esfoço da missão de combate ao terrorismo por tarefas no âmbito da segurança marítima.

A participação da fragata portuguesa nestas tarefas irá ocorrer num período limitado, com o objectivo de incrementar o conhecimento situacional marítimo de uma forma mais robusta, designado de Focused Operations visando o reforço de vigilância naquele Teatro de Operações.

Algumas das tarefas a atribuir incluem: contribuir para a edificação de capacidades de segurança marítima, apoiar a comunidade marítima local contribuindo para um sentimento de segurança, defender a liberdade de navegação, realizar acções de abordagem e vistoria no mar, combater a proliferação de armas de destruição em massa e proteger infraestruturas críticas.

Durante a permanência no Mediterrâneo Oriental a fragata Bartolomeu Dias irá integrar um grupo tarefa sobre o comando táctico da Marinha da Grécia, contando a força naval com unidades navais de Portugal, Itália, Turquia e Grécia e ainda um submarino da Turquia. Adicionalmente também em apoio à operação Sea Guardian mas integrada noutro grupo tarefa estará presente na área de operações em simultâneo, uma aeronave de patrulha marítima e reconhecimento P3C CUP + da Força Aérea Portuguesa, a operar a partir de uma base aérea em Itália.

A fragata Bartolomeu Dias é comandada pelo Capitão-de-fragata Hermínio Alberto Sousa Miranda e possui uma guarnição de 163 militares. O navio conta ainda com duas equipas do Pelotão de Abordagem dos Fuzileiros, que permitem conduzir acções de vistoria a navios, uma equipa de mergulhadores e um médico. (Emgfa)

10 de março de 2017

Drones da Força Aérea vão Mediterrâneo

A Força Aérea Portuguesa desenvolveu drones que vão fazer acções de patrulhamento marítimo no Mar Mediterrâneo. Os primeiros testes vão acontecer em Chipre.

A notícia avançada “Jornal de Noticias” revela que no segundo semestre deste ano, a Força Aérea será líder de um exercício de teste de vigilância e controlo da imigração, que se vai realizar no Chipre. O objectivo é detectar embarcações, em particular de refugiados, mas também suspeitas de prática de crimes como tráfico de drogas e armas.

Um dos aparelhos não tripulados está em fase de testes na Base Aérea da Ota. O drone foi desenvolvido peço Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da Força Aérea.

Uma esquadra de até dez drones prevê-se que esteja pronta a partir de 2018. Cada um tem um custo entre os 100 mil e os 200 mil euros, sendo que o valor final depende dos sensores de que é dotado.

Os primeiros passos nesta área foram dados em 2006, com o lançamento de pequenas aeronaves que não ultrapassavam os 15 quilos. Mas, a nova geração pesa 600 quilos e tem uma maior capacidade para comportar mais sensores.

Entre 2014 e 2016, 1,6 milhões de pessoas chegaram à Europa depois de uma travessia do Mediterrâneo. A rota mais usada é a que liga a Líbia a Itália.

Segundo a UNICEF, só em Janeiro de 2017, em pleno Inverno, 4.463 pessoas fizeram a travessia até Itália. A organização estima-se que 228 pessoas, entre as quais pelo menos 40 crianças, tenham morrido. (RR)