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12 de junho de 2011

Grupo de Operações Especiais da PSP alcançou o 3.º lugar em competição internacional

O Grupo de Operações Especiais (GOE) da PSP alcançou esta semana o 3.º lugar na Alemanha na prova de simulação de resgate de reféns. Na competição internacional entre polícias, que decorre de quatro em quatro anos, participaram seis agentes que treinaram dois meses. Na classificação geral, entre 50 equipas, o GOE ficou em 22º .(Correio da Manhã)

26 de dezembro de 2010

Grupo de Operações Especiais resgatam portugueses na Costa do Marfim

Seis membros do Grupo de Operações Especiais (GOE) da PSP partiram na madrugada de sexta-feira para a Costa do Marfim a fim de resgatar os portugueses residentes naquele país africano, que pode estar em vias de uma guerra civil.

Os elementos do GOE avançaram para esta operação pouco depois de o Governo português ter aconselhado os cidadãos nacionais na Costa do Marfim a abandonarem o país, numa altura em que se adensam os confrontos entre apoiantes da oposição e do presidente Laurent Gbagbo, que recusa aceitar a vitória do rival Alassane Ouattara nas presidenciais. De acordo com a ONU, entre 16 e 21 de Dezembro já resultaram desta onda de violência que se instalou no país perto de 173 mortos. Apoiantes de Ouattara asseguraram, porém, que o conflito pós-eleitoral já provocou 745 mortes. Os últimos dados oficiais dão conta do registo de cerca de seis portugueses a residir na Costa do Marfim. O CM sabe que deverão chegar a Portugal a partir de hoje. (CM)

14 de dezembro de 2010

Equipa do GOE em missão no Chade regressa a Portugal

Chegou esta tarde a Lisboa parte da equipa do Grupo de Operações Especiais, que vinha garantindo a segurança do Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas para o Chade.

Hoje regressaram oito elementos, estando previsto que no final do mês regressem os restantes quatro, o que irá pôr um ponto final numa missão de três anos, em que a PSP esteve ao serviço da ONU.

Durante esta missão, passaram pelo Chade 60 elementos do Grupo de Operações Especiais. (RR)

22 de novembro de 2010

Um dos blindados para a PSP já está em Portugal


Um dos blindados adquiridos pelo Ministério da Administração Interna, para a operação de segurança da Cimeira da NATO, que se realizou entre 19 e 20 de Novembro, chegou este domingo ao aeroporto da Portela. Um dia depois de terminado o encontro de chefes de Estado na capital.

Segundo foi confirmado ao tvi24.pt por funcionários do aeroporto, a viatura, que ficará na posse da PSP, chegou domingo ao terminal de carga da Portela, entre as 11h00 e o 12h00.

No local, para levantar os blindados estava o Grupo de Operações Especiais (GOE).

Chegou a ser avançado que tinham chegado dois blindados a Lisboa, mas tal não se verificou.

O porta-voz da PSP, Paulo Flor, garantiu ao tvi24.pt que foi entregue apenas um blindado. «Foi entregue uma viatura de transportes blindada à PSP ontem (domingo) à tarde».

Paulo Flor explicou ainda, em declarações à Lusa, que o «blindado civil» é da categoria BR6 e tem capacidade para transportar 11 polícias.

Segundo informações avançadas esta segunda-feira pelo Diário de Notícias (DN), 90% do material de segurança comprado para a cimeira da NATO, não chegou a tempo do encontro.(TVI)

11 de outubro de 2009

GOE - "Da Cova da Moura para o Iraque"


Foi a primeira força de operações especiais no âmbito da segurança interna. É composta por entre 60 e 80 homens.
A equipa entra de rompante no interior da habitação, gritos e armas apontadas intimidam os alvos, em segundos a situação está resolvida. São os GOE da PSP, tão escondidos de olhares indiscretos, mas seguramente os elementos de operações especiais mais conhecidos pelo grande público, mercê das rusgas constantes em que são chamados a intervir e por via de a PSP deter a competência territorial sobre os grandes centros urbanos, ainda mais reforçada na sequência da reestruturação do dispositivo das forças de segurança. "Estamos preparados para intervir em situações de alta violência", sustenta o subintendente Ribeiro, comandante do GOE, a unidade que está integrada na Unidade Especial de Polícia. A força é normalmente chamada a intervir em acções em apoio de uma força policial de investigação, da PSP ou da PJ, ou para dominar indivíduos de alta perigosidade. E para entrar nas casas não há como a "chave universal", como os homens do GOE designam na gíria o ariete, um cilindro metálico maciço com duas pegas nas pontas. "Não há porta que resista, a 'chave universal' abre tudo", dizem, entre gracejos, os agentes do GOE, após mais um dos inúmeros exercícios que regularmente executam. Os bairros mais perigosos de todo o país, como a Cova da Moura, são deles bem conhecidos, em acções que normalmente envolvem alto risco e perigosidade, mas a investigação criminal, ao contrário do que já acontece no GIOE da GNR, está-lhes vedada, se bem que as equipas de vigilância executem trabalho de reconhecimento. "Sim, é uma das nossas funções", admite o subintendente Ribeiro. No entanto, a sua actividade não se resume ao território nacional e têm sido com frequência recrutados para a protecção das instalações diplomáticas portuguesas no estrangeiro. "Estivemos, por exemplo, no Iraque, foi um trabalho bem duro", aponta um agente, sem adiantar mais pormenores, se bem que seja conhecido o permanente ambiente de tensão em que estes homens viviam, praticamente limitados durante meses ao espaço físico da embaixada. As saídas eram apenas aquelas que eram permitidas e previstas no âmbito da escolta e protecção dos diplomatas. Hoje, essa missão de escolta e protecção no exterior começou também a ser desempenhada pelo Corpo de Segurança Pessoal, mas em situação mais áspera aí está o GOE. (JN)