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11 de abril de 2021
Corveta João Roby conclui missão na Zona Marítima dos Açores
(Marinha)O NRP João Roby terminou hoje mais uma missão na Região Autónoma dos Açores (RAA), com duração de cerca de 3 meses, e ruma agora com destino à Base Naval de Lisboa. Durante esta missão o navio cumpriu 2160 horas de missão, percorrendo 5825 milhas náuticas, o equivalente a 10.787 kms.
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9 de abril de 2021
Corveta António Enes regressa aos Açores
(Marinha)O NRP António Enes largou hoje da Base Naval de Lisboa rumo ao arquipélago dos Açores para uma missão de três meses naquela zona marítima.
A corveta António Enes é comandada pelo capitão-de-fragata Bruno Alexandre Cortes Banha e tem uma guarnição de 72 elementos.
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12 de dezembro de 2019
Exército testa apoio à Protecção Civil em socorro das populações na Ilha Terceira
(Exército)No âmbito da activação do plano de operações “SOLIDÁRIO XXI", o Exército, através da Zona Militar dos Açores (ZMA), participou entre os dias 25 e 28 de Novembro, no Exercício “METROSÍDERO 192", que decorreu na Ilha Terceira e que visou testar os planos de apoio às autoridades civis no quadro da protecção civil e bem-estar das populações.
Os militares do 1.º Batalhão de Infantaria, do Regimento de Guarnição N.º 1 (RG1), ao integrarem o Agrupamento Militar de Apoio Civil N.º 1, foram sujeitos a testes de prontidão, proficiência e adequabilidade aos meios para o cumprimento da missão, designadamente no âmbito do transporte de carga, transporte de pessoal, abastecimento de água, evacuação sanitária, patrulhas de segurança e busca, salvamento e remoção de escombros.
Os militares do 1.º Batalhão de Infantaria, do Regimento de Guarnição N.º 1 (RG1), ao integrarem o Agrupamento Militar de Apoio Civil N.º 1, foram sujeitos a testes de prontidão, proficiência e adequabilidade aos meios para o cumprimento da missão, designadamente no âmbito do transporte de carga, transporte de pessoal, abastecimento de água, evacuação sanitária, patrulhas de segurança e busca, salvamento e remoção de escombros.
6 de dezembro de 2019
Zona Militar dos Açores realiza exercício com sessão de Fogos Reais
(Exército)No âmbito do Ciclo de Treino Operacional dos Elementos da Componente Operacional do Sistema de Forças, o 2.º Batalhão de Infantaria do Regimento de Guarnição N.º 2, reforçado com uma secção de morteiros do 1.º Batalhão de Infantaria do Regimento de Guarnição N.º 1, realizou no dia 27 de Novembro, na Ponta do Cintrão, na Ilha de S. Miguel, uma sessão de Fogos Reais (LFX).
Este exercício teve como objectivo principal treinar os militares, que integram os Batalhões de Infantaria da Zona militar dos Açores (ZMA), na execução de fogos reais com as suas armas pesadas orgânicas, nomeadamente Morteiro 81mm, Morteiro 120mm, Metralhadora Browning 12,7mm e Canhão AA Bitubo 20mm, tendo participado 130 militares.
Além dos procedimentos técnicos e tácticos das guarnições, este exercício possibilitou o treino de diversas valências, nomeadamente a coordenação com as entidades responsáveis pela interdição dos espaços aéreo, marítimo e terrestre, praticar os procedimentos técnicos e tácticos do planeamento e execução de uma sessão de fogos reais, de acordo com as normas e procedimentos de segurança estabelecidos, bem como avaliar as capacidades e limitações dos meios humanos e materiais.
Este exercício teve como objectivo principal treinar os militares, que integram os Batalhões de Infantaria da Zona militar dos Açores (ZMA), na execução de fogos reais com as suas armas pesadas orgânicas, nomeadamente Morteiro 81mm, Morteiro 120mm, Metralhadora Browning 12,7mm e Canhão AA Bitubo 20mm, tendo participado 130 militares.
Além dos procedimentos técnicos e tácticos das guarnições, este exercício possibilitou o treino de diversas valências, nomeadamente a coordenação com as entidades responsáveis pela interdição dos espaços aéreo, marítimo e terrestre, praticar os procedimentos técnicos e tácticos do planeamento e execução de uma sessão de fogos reais, de acordo com as normas e procedimentos de segurança estabelecidos, bem como avaliar as capacidades e limitações dos meios humanos e materiais.
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17 de outubro de 2019
3ª edição do exercício “FOCA 1904”
(mgp)O navio patrulha oceânico Setúbal participou este domingo, dia 14 de Outubro, na 3ª edição do exercício “FOCA 1904” que decorreu na ilha Terceira, nos Açores.
O exercício consistiu num treino operacional conjunto com o embarque de militares do Exército pertencentes à zona militar dos Açores, a bordo do NRP Setúbal, a fim de aperfeiçoar a prontidão e a interoperabilidade dos militares em operações que envolvam o seu transporte por via marítima.
O NRP Setúbal, atracado no cais comercial do porto da praia da vitória, recebeu cerca de 50 militares do 1º Batalhão de Infantaria da zona militar dos Açores, permitindo o treino de procedimentos de embarque e desembarque por rede de abordagem e transporte de tropas em embarcações. O treino envolveu também uma embarcação do Instituto de Socorro a Náufragos, em apoio às operações.
Este exercício contribuiu também para elevar os padrões de prontidão das unidades envolvidas em resposta a cenários de apoio à Protecção Civil dos Açores.
O exercício consistiu num treino operacional conjunto com o embarque de militares do Exército pertencentes à zona militar dos Açores, a bordo do NRP Setúbal, a fim de aperfeiçoar a prontidão e a interoperabilidade dos militares em operações que envolvam o seu transporte por via marítima.
O NRP Setúbal, atracado no cais comercial do porto da praia da vitória, recebeu cerca de 50 militares do 1º Batalhão de Infantaria da zona militar dos Açores, permitindo o treino de procedimentos de embarque e desembarque por rede de abordagem e transporte de tropas em embarcações. O treino envolveu também uma embarcação do Instituto de Socorro a Náufragos, em apoio às operações.
Este exercício contribuiu também para elevar os padrões de prontidão das unidades envolvidas em resposta a cenários de apoio à Protecção Civil dos Açores.
10 de outubro de 2019
Navio patrulha “Setúbal” entrega meios de 1ª necessidade no Corvo
(Emgfa)As Forças Armadas, através do navio patrulha “Setúbal”, da Marinha Portuguesa, desembarcaram hoje no Corvo, diverso material e bens de 1ª necessidade destinados a apoiar a população desta ilha.
Durante as operações de desembarque, o Presidente da Câmara Municipal da ilha, Dr. José Silva, realizou uma visita a bordo do navio patrulha “Setúbal”. Aproveitando esta deslocação, a equipa de engenharia do Exército realizou assessoria técnica ao Presidente.
Na ilha das Flores ficaram concluídos os trabalhos de remoção de destroços de um dos blocos de betão submersos, que foi submetido a uma acção de detonação. Após esta operação, foi já efectuada, pela equipa hidrográfica, uma sondagem com recurso a sonar lateral, para verificar que não restaram quaisquer destroços no local
Nestas operações estão empenhados, em estreita colaboração com a Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas e os Portos dos Açores, desde o dia 3 de Outubro, na sequência da passagem do furacão LOURENZO, cerca de 350 militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea.
Durante as operações de desembarque, o Presidente da Câmara Municipal da ilha, Dr. José Silva, realizou uma visita a bordo do navio patrulha “Setúbal”. Aproveitando esta deslocação, a equipa de engenharia do Exército realizou assessoria técnica ao Presidente.
Na ilha das Flores ficaram concluídos os trabalhos de remoção de destroços de um dos blocos de betão submersos, que foi submetido a uma acção de detonação. Após esta operação, foi já efectuada, pela equipa hidrográfica, uma sondagem com recurso a sonar lateral, para verificar que não restaram quaisquer destroços no local
Nestas operações estão empenhados, em estreita colaboração com a Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas e os Portos dos Açores, desde o dia 3 de Outubro, na sequência da passagem do furacão LOURENZO, cerca de 350 militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea.
18 de setembro de 2019
Navio patrulha oceânico Setúbal inicia missão nos Açores
(MGP)O navio patrulha oceânico Setúbal inicia amanhã, dia 18 de Setembro, a sua missão nos Açores, para guarnecer o dispositivo naval daquele arquipélago até ao dia 29 de Dezembro.
O NRP Setúbal tem por objectivo guarnecer o dispositivo naval nos Açores, desenvolvendo tarefas específicas no âmbito da busca e salvamento marítimo, da monitorização e controlo da pesca e da navegação, da prevenção e combate à poluição marinha e na prevenção e combate a actividades ilegais, como o narcotráfico.
Para além das tarefas acima referidas, o navio poderá ser empregue em operações militares e está capacitado para dar apoio humanitário na sequência de desastre naturais, tendo um importante papel no apoio à estrutura da Protecção Civil dos Açores
O NRP Setúbal tem por objectivo guarnecer o dispositivo naval nos Açores, desenvolvendo tarefas específicas no âmbito da busca e salvamento marítimo, da monitorização e controlo da pesca e da navegação, da prevenção e combate à poluição marinha e na prevenção e combate a actividades ilegais, como o narcotráfico.
Para além das tarefas acima referidas, o navio poderá ser empregue em operações militares e está capacitado para dar apoio humanitário na sequência de desastre naturais, tendo um importante papel no apoio à estrutura da Protecção Civil dos Açores
13 de setembro de 2019
Exército participa no exercício militar “AÇOR 19” na Ilha do Corvo
(Exército)O Exército, através do Regimento de Guarnição Nº 2 (RG2), participou entre o dia 4 a 9 de Setembro, na Ilha do Corvo, no Exercício do Comando Operacional dos Açores (COA) denominado de “AÇOR 19", um exercício anual que se insere num programa de exercícios e treinos operacionais conjuntos das Forças Armadas, com o objectivo de avaliar a prontidão do Sistema de Forças Nacional.
O RG2 participou neste exercício com um Pelotão de Atiradores, uma Secção Sanitária, uma Secção de Alimentação, uma Equipa de Apoio e uma Equipa de Policia do Exército, num efectivo total de 55 militares do 2.º Batalhão de Infantaria da Zona Militar dos Açores (2BI/FZMA).
Em sede de transferência de autoridade (ORBATOA), o comando das Forças Conjuntas (CFC), materializado em Comando Táctico (TACOM) do Teatro de Operações (TO), foi atribuído ao Comandante do 2BI/FZMA para a execução de uma operação designada de OPERAÇÃO ILHA PRETA, conforme indicações da OPLAN (Plano de Operações) do exercício.
O exercício foi conduzido pelo COA e, através das solicitações emanadas por este Comando, permitiu treinar a interoperabilidade dos meios militares presentes na Região, designadamente a projecção por meio Naval Militar, a partir da Ilha de São Miguel para o Corvo, a utilização de meios aéreos (C295 e C-130) e meios navais (NRP JOÃO ROBY E NRP TEJO) para projecção da componente terrestre materializada em forças de assalto.
Dentro dos objectivos estabelecidos, o “Açor 19" revelou-se de extrema importância, uma vez que permitiu testar a projecção de valências e capacidades da ZMA no âmbito da coordenação e colaboração com os meios dos outros ramos.
O RG2 participou neste exercício com um Pelotão de Atiradores, uma Secção Sanitária, uma Secção de Alimentação, uma Equipa de Apoio e uma Equipa de Policia do Exército, num efectivo total de 55 militares do 2.º Batalhão de Infantaria da Zona Militar dos Açores (2BI/FZMA).
Em sede de transferência de autoridade (ORBATOA), o comando das Forças Conjuntas (CFC), materializado em Comando Táctico (TACOM) do Teatro de Operações (TO), foi atribuído ao Comandante do 2BI/FZMA para a execução de uma operação designada de OPERAÇÃO ILHA PRETA, conforme indicações da OPLAN (Plano de Operações) do exercício.
O exercício foi conduzido pelo COA e, através das solicitações emanadas por este Comando, permitiu treinar a interoperabilidade dos meios militares presentes na Região, designadamente a projecção por meio Naval Militar, a partir da Ilha de São Miguel para o Corvo, a utilização de meios aéreos (C295 e C-130) e meios navais (NRP JOÃO ROBY E NRP TEJO) para projecção da componente terrestre materializada em forças de assalto.
Dentro dos objectivos estabelecidos, o “Açor 19" revelou-se de extrema importância, uma vez que permitiu testar a projecção de valências e capacidades da ZMA no âmbito da coordenação e colaboração com os meios dos outros ramos.
20 de julho de 2019
NRP João Roby ruma aos Açores para mais uma missão
(MGP)O NRP João Roby largou hoje da Base Naval de Lisboa para mais uma missão na Zona Marítima dos Açores, integrando o Dispositivo Naval Permanente naquele arquipélago e onde permanecerá até ao dia 18 de Setembro. O NRP João Roby rende o NRP Viana do Castelo que após terminar a missão irá navegar rumo a Lisboa.
A corveta João Roby, comandada pelo Capitão-tenente Pedro Miguel Costa Caetano, tem como missão exercer acções de patrulha e vigilância marítima, protecção e controlo das actividades económicas, científicas e culturais ligadas ao mar, bem como de protecção dos recursos naturais e defesa do ambiente, através da prevenção e combate à poluição marinha naquele arquipélago.
Para além da missão de busca e salvamento, o NRP João Roby realizará o embarque dos cadetes de segundo ano da Escola Naval na habitual viagem de instrução de final de ano.
A corveta João Roby, comandada pelo Capitão-tenente Pedro Miguel Costa Caetano, tem como missão exercer acções de patrulha e vigilância marítima, protecção e controlo das actividades económicas, científicas e culturais ligadas ao mar, bem como de protecção dos recursos naturais e defesa do ambiente, através da prevenção e combate à poluição marinha naquele arquipélago.
Para além da missão de busca e salvamento, o NRP João Roby realizará o embarque dos cadetes de segundo ano da Escola Naval na habitual viagem de instrução de final de ano.
6 de junho de 2019
Navio da Marinha abre a visitas este sábado em Angra do Heroísmo
(MGP)O Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo vai estar aberto a visitas no próximo sábado, dia 8 de Junho, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
O NRP Viana do Castelo é um navio patrulha oceânico e foi construído em Portugal, nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. É o primeiro navio, dos actuais quatro, da classe “Viana do Castelo” e foi entregue à Marinha no dia 30 de Dezembro de 2010.
11 de fevereiro de 2019
Marinha e Exército fazem treino conjunto
(MGP)O NRP Sines, em missão nos Açores, realizou hoje um treino operacional de embarque e desembarque de 50 militares do 2º Batalhão de Infantaria da Zona Militar dos Açores, no primeiro exercício FOCA realizado este ano.
Este treino conjunto, que contou ainda com o apoio da Capitania do Porto de Ponta Delgada, através da participação da embarcação da Estação Salva-Vidas, SR-39, tem por fim garantir o adestramento e prontidão dos militares do Exército Português em operações conjuntas que envolvam o seu transporte por via marítima.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines encontra-se em missão nos Açores desde Dezembro, este navio é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo". Comandado pela capitão-tenente Mónica Martins tem embarcados 48 militares.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines encontra-se em missão nos Açores desde Dezembro, este navio é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo". Comandado pela capitão-tenente Mónica Martins tem embarcados 48 militares.
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14 de dezembro de 2018
O NRP Sines inicia a sua primeira grande missão nos Açores
(MGP)O navio patrulha oceânico “Sines” largou hoje da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, rumo aos Açores, onde irá estar em missão nos próximos três meses.
Durante este período o navio tem como objectivos prioritários responder a pedidos de busca e salvamento marítimo no mar dos Açores, prestando assistência a pessoas e embarcações em perigo em caso de necessidade, bem como vigiar e patrulhar os espaços marítimos da Região Autónoma dos Açores.
O navio tem igualmente capacidade para apoiar a Protecção Civil e as autoridades regionais para auxílio à população em caso de catástrofe natural ou calamidade.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines, o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem embarcados 48 militares.
Durante este período o navio tem como objectivos prioritários responder a pedidos de busca e salvamento marítimo no mar dos Açores, prestando assistência a pessoas e embarcações em perigo em caso de necessidade, bem como vigiar e patrulhar os espaços marítimos da Região Autónoma dos Açores.
O navio tem igualmente capacidade para apoiar a Protecção Civil e as autoridades regionais para auxílio à população em caso de catástrofe natural ou calamidade.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines, o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem embarcados 48 militares.
18 de setembro de 2018
EXERCÍCIO "ASAREX18" DECORRE ATÉ 21 DE SETEMBRO
A Força Aérea e a Marinha organizam, de 17 a 21 de Setembro, o Advanced Search and Rescue Exercise 2018 (ASAREX18), o maior exercício de busca e salvamento do País, integrado no VIII Encontro de Busca e Salvamento dos Açores.
O ASAREX18, conduzido pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo das Lajes e pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada, irá decorrer a partir da ilha de São Miguel, com empenhamento de meios da Força Aérea, da Marinha, da Autoridade Marítima Nacional e de outras entidades competentes, nacionais e internacionais (Canadá e dos Estados Unidos da América).
Este exercício tem como principal objectivo o treino conjunto e a troca de experiências e conhecimentos entre os participantes, procurando promover e maximizar a proficiência, cooperação e interoperabilidade.
O evento terá início com um ciclo de conferências, no dia 18 de Setembro, no Centro Cívico e Cultural de Santa Clara, e contará com uma demonstração de capacidades (LIVEX), no dia 20 de Setembro, entre as 9H30 e as 14H00, no miradouro do Forno da Cal e no cais das Portas do Mar, em Ponta Delgada.
A demonstração irá envolver o lançamento de equipas de salvamento de para-quedistas, uma aeronave C-130, operada pela Esquadra 501 – “Bisontes”, um helicóptero EH-101 Merlin, operado pela Esquadra 751 – “Pumas”, e a corveta António Enes. (FAP)
O ASAREX18, conduzido pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo das Lajes e pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada, irá decorrer a partir da ilha de São Miguel, com empenhamento de meios da Força Aérea, da Marinha, da Autoridade Marítima Nacional e de outras entidades competentes, nacionais e internacionais (Canadá e dos Estados Unidos da América).
Este exercício tem como principal objectivo o treino conjunto e a troca de experiências e conhecimentos entre os participantes, procurando promover e maximizar a proficiência, cooperação e interoperabilidade.
O evento terá início com um ciclo de conferências, no dia 18 de Setembro, no Centro Cívico e Cultural de Santa Clara, e contará com uma demonstração de capacidades (LIVEX), no dia 20 de Setembro, entre as 9H30 e as 14H00, no miradouro do Forno da Cal e no cais das Portas do Mar, em Ponta Delgada.
A demonstração irá envolver o lançamento de equipas de salvamento de para-quedistas, uma aeronave C-130, operada pela Esquadra 501 – “Bisontes”, um helicóptero EH-101 Merlin, operado pela Esquadra 751 – “Pumas”, e a corveta António Enes. (FAP)
19 de agosto de 2018
Navio-escola Sagres visita os Açores
Após cumpridos 21 dias de navegação desde que largou da Colômbia, cruzando o Mar das Caraíbas e parte do Oceano Atlântico, o navio chegou aos Açores.
Com o intuito dos cadetes do 2º ano da Escola Naval, que se encontram a realizar a sua Viagem de Instrução, praticarem navegação costeira o navio navegou nas proximidades da Ilha das Flores e do Corvo, seguindo-se o grupo central: Faial, Pico e S. Jorge e por fim Terceira, onde o navio fundeou na manhã do dia 17 de Agosto.
Este sábado o navio atracou no porto da Praia da Vitória (Terceira) onde permanecerá até ao dia 21. De seguida rumará ao grupo oriental, estando previsto atracar no dia 22 no porto de Ponta Delgada (S. Miguel).
A viagem de instrução dos cadetes do 2º ano da Escola Naval terminou ontem, 18 de Agosto, e hoje iniciam a viagem de instrução 57 cadetes do 1º ano da Escola Naval, aos quais se juntam 5 cadetes convidados de Marinhas amigas (Brasil, Marrocos, Tunísia e Ucrânia).
O navio abre hoje a visitas das 14h às 20h e das 21h às 23h, no Cais nº 10 do porto de Praia da Vitória e no dia 22 de Agosto nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, das 14h às 16h00.
O navio-escola Sagres é comandado pelo Capitão-de-fragata António Manuel Maurício Camilo, que conta para esta missão com uma guarnição de 127 militares aos quais acresce os cadetes em viagem de instrução. (MGP)
Com o intuito dos cadetes do 2º ano da Escola Naval, que se encontram a realizar a sua Viagem de Instrução, praticarem navegação costeira o navio navegou nas proximidades da Ilha das Flores e do Corvo, seguindo-se o grupo central: Faial, Pico e S. Jorge e por fim Terceira, onde o navio fundeou na manhã do dia 17 de Agosto.
Este sábado o navio atracou no porto da Praia da Vitória (Terceira) onde permanecerá até ao dia 21. De seguida rumará ao grupo oriental, estando previsto atracar no dia 22 no porto de Ponta Delgada (S. Miguel).
A viagem de instrução dos cadetes do 2º ano da Escola Naval terminou ontem, 18 de Agosto, e hoje iniciam a viagem de instrução 57 cadetes do 1º ano da Escola Naval, aos quais se juntam 5 cadetes convidados de Marinhas amigas (Brasil, Marrocos, Tunísia e Ucrânia).
O navio abre hoje a visitas das 14h às 20h e das 21h às 23h, no Cais nº 10 do porto de Praia da Vitória e no dia 22 de Agosto nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, das 14h às 16h00.
O navio-escola Sagres é comandado pelo Capitão-de-fragata António Manuel Maurício Camilo, que conta para esta missão com uma guarnição de 127 militares aos quais acresce os cadetes em viagem de instrução. (MGP)
22 de julho de 2018
Navios da Marinha já fiscalizaram cerca de 24 mil milhas náuticas nos Açores em 2018
O Comando da Zona Marítima dos Açores anunciou este domingo que "os navios da Marinha" em missão na Região já percorreram desde o início de 2018 cerca de 24 mil milhas náuticas, o equivalente a 45 mil quilómetros, da Zona Económica Exclusiva (ZEE) dos Açores.
Segundo um comunicado enviado à agência Lusa, os navios da Marinha em missão nos Açores efectuaram desde o início deste ano "48 acções de patrulha e vigilância" que resultaram na identificação de 19 embarcações "em presumível infracção", registando-se um aumento de 12% em relação ao ano passado.
Ao longo dos primeiros seis meses deste ano, as acções nas "áreas adjacentes e protegidas sob a responsabilidade do Estado Português", feitas pelo navio patrulha oceânico Viana do Castelo, a corveta António Enes e o Navio Patrulha Tejo, direccionaram-se sobretudo para a pesca ilegal.
"As acções de patrulha e vigilância dos espaços marítimos tiveram especial enfoque na detecção de embarcações a operar de forma ilegal nas águas portuguesas e em zonas de pesca interdita, nomeadamente nos limites da ZEE, entre as 100 e 200 milhas náuticas, destacando-se as áreas de pesca proibidas nos Bancos Condor e as reservas naturais dos ilhéus das Formigas e Banco D. João de Castro, as áreas dos Banco dos Açores e do Banco Princesa Alice", lê-se no comunicado.
Além da vertente de fiscalização, a Marinha destaca, no mesmo comunicado, que estas acções serviram ainda para alertar "a comunidade piscatória" para a importância de "ter a bordo meios de salvamento adequados e operacionais, a preservação do meio marinho e das espécies, e para o flagelo do lixo e plásticos no mar". (CM)
Segundo um comunicado enviado à agência Lusa, os navios da Marinha em missão nos Açores efectuaram desde o início deste ano "48 acções de patrulha e vigilância" que resultaram na identificação de 19 embarcações "em presumível infracção", registando-se um aumento de 12% em relação ao ano passado.
Ao longo dos primeiros seis meses deste ano, as acções nas "áreas adjacentes e protegidas sob a responsabilidade do Estado Português", feitas pelo navio patrulha oceânico Viana do Castelo, a corveta António Enes e o Navio Patrulha Tejo, direccionaram-se sobretudo para a pesca ilegal.
"As acções de patrulha e vigilância dos espaços marítimos tiveram especial enfoque na detecção de embarcações a operar de forma ilegal nas águas portuguesas e em zonas de pesca interdita, nomeadamente nos limites da ZEE, entre as 100 e 200 milhas náuticas, destacando-se as áreas de pesca proibidas nos Bancos Condor e as reservas naturais dos ilhéus das Formigas e Banco D. João de Castro, as áreas dos Banco dos Açores e do Banco Princesa Alice", lê-se no comunicado.
Além da vertente de fiscalização, a Marinha destaca, no mesmo comunicado, que estas acções serviram ainda para alertar "a comunidade piscatória" para a importância de "ter a bordo meios de salvamento adequados e operacionais, a preservação do meio marinho e das espécies, e para o flagelo do lixo e plásticos no mar". (CM)
16 de junho de 2018
NRP Tejo em missão nos Açores
A missão tem como objectivo prioritário a vigilância e patrulha dos espaços marítimos do arquipélago dos Açores, tendo em vista o exercício da autoridade do Estado no mar, e ainda, a presença junto das diversas comunidades das Ilhas que constituem o arquipélago, bem como realização de acções de busca e salvamento marítimo.
O navio de patrulha costeiro Tejo é o primeiro de quatro navios, que dá nome à classe, foi aumentado ao efectivo dos navios da Armada a 5 de maio de 2016, tendo sido empenhado na sua primeira missão em Dezembro do mesmo ano.
Nestes mais de dois anos ao serviço da Marinha, o NRP Tejo já realizou missões nas Zonas Marítimas da Madeira e do Norte e uma missão no âmbito da agência FRONTEX da União Europeia de controlo dos fluxos migratórios no mediterrâneo central, ao largo da costa de Itália, contribuindo para a recolha e apoio a 141 pessoas.
O navio tem ainda capacidade para prestar assistência a pessoas e embarcações em perigo, integrando a estrutura de busca e salvamento marítimo e para colaborar com a proteção civil e autoridades civis, em situações de auxílio à população, em caso de catástrofe, calamidade ou acidente.
O NRP Tejo é comandado pelo primeiro-tenente Simão Loureiro da Paixão e tem um total de 29 militares embarcados. (MGP)
O navio de patrulha costeiro Tejo é o primeiro de quatro navios, que dá nome à classe, foi aumentado ao efectivo dos navios da Armada a 5 de maio de 2016, tendo sido empenhado na sua primeira missão em Dezembro do mesmo ano.
Nestes mais de dois anos ao serviço da Marinha, o NRP Tejo já realizou missões nas Zonas Marítimas da Madeira e do Norte e uma missão no âmbito da agência FRONTEX da União Europeia de controlo dos fluxos migratórios no mediterrâneo central, ao largo da costa de Itália, contribuindo para a recolha e apoio a 141 pessoas.
O navio tem ainda capacidade para prestar assistência a pessoas e embarcações em perigo, integrando a estrutura de busca e salvamento marítimo e para colaborar com a proteção civil e autoridades civis, em situações de auxílio à população, em caso de catástrofe, calamidade ou acidente.
O NRP Tejo é comandado pelo primeiro-tenente Simão Loureiro da Paixão e tem um total de 29 militares embarcados. (MGP)
9 de maio de 2018
MARINHA INICIA CAMPANHA HIDROGRÁFICA NOS AÇORES
A Marinha, através do Instituto Hidrográfico e do navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho, encontra-se na Região Autónoma dos Açores para efectuar levantamentos topo-hidrográficos, no âmbito do Projecto de Mapeamento do Mar Português, cujo objectivo principal é contribuir para o conhecimento dos fundos marinhos, necessário à promoção de actividades de desenvolvimento técnico-científico e económico nas áreas de interesse nacional e à correspondente actualização cartográfica. (Marinha)
6 de abril de 2018
NRP VIANA DO CASTELO TERMINA MISSÃO NOS AÇORES
O navio patrulha oceânico Viana do Castelo termina hoje, 6 de Abril, a missão na Região Autónoma dos Açores, que tinha iniciado dia 26 de Dezembro. Durante este período o navio assegurou o dispositivo naval padrão da Marinha nos Açores, garantindo, durante este período, o cumprimento de várias missões. Em especial a resposta a incidentes no âmbito da busca e salvamento marítimo, em apoio ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada.
Mesmo no período de inverno, que normalmente é extremamente rigoroso na Região Autónoma, o NRP Viana do Castelo navegou mais de 1100 horas e percorreu 11415 milhas náuticas. Neste período, realizou 30 acções de controlo da actividade da pesca, executou ainda exercícios conjuntos com o Exército e com o helicóptero EH-101 da Força Aérea Portuguesa (FAP), a operar na região, bem como operações conjuntas de vigilância marítima com a aeronave C-295 da FAP. Foram também realizados dois exercícios de combate a incêndios nos portos de Praia da Vitória e Ponta Delgada em colaboração com os bombeiros voluntários da Praia da Vitória e de Ponta Delgada.(MGP)
22 de janeiro de 2018
MARINHA REALIZA TESTES DE COBERTURA NA NOVA ESTAÇÃO COSTEIRA DE COMUNICAÇÕES
A Marinha, através do Centro de Comunicações dos Açores e com o apoio do navio patrulha oceânico “Viana do Castelo", em missão na Região Autónoma dos Açores, realizou nos dias 16 e 17 de Janeiro de 2018, testes de cobertura e avaliação da qualidade do serviço da nova estação costeira de comunicações do Pico da Barrosa, edificada em Dezembro de 2017.
Esta estação , construída com o objectivo de substituir a antiga rede de comunicações rádio VHF da Marinha, acrescenta novas funcionalidades de comunicações, como o GMDSS-DSC (Digital Selective Calling), contribuindo assim para a melhoria da segurança da navegação costeira indo ao encontro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal em matéria de comunicações de segurança marítima e busca e salvamento no mar.
O Centro de Comunicações dos Açores é um centro de apoio às operações da Marinha, inaugurado no dia 29 de Abril de 2014, que tem como missão assegurar as comunicações entre os comandos e as forças e unidades em operação no mar. Este Centro funciona na dependência do Comandante Naval, através do Comandante da Zona Marítima dos Açores e constitui-se como um centro alternativo da Marinha ao Centro de Comunicações, de Dados e de Cifra da Marinha localizado em Lisboa. Pode igualmente prestar serviço de comunicações de navios da NATO.
A criação do Centro de Comunicações, de Dados e de Cifra da Marinha (CCDCM) e do Centro de Comunicações dos Açores (CCA) resulta do processo de modernização das radiocomunicações da Marinha que permitiu concentrar capacidades e competências e, desta forma, racionalizar recursos através do encerramento das antigas estações radionavais do Continente, nomeadamente, Estação Radionaval Comandante Nunes Ribeiro, Estação Radionaval Apúlia, Estação Radionaval Sagres, Centro de Comunicações de Lisboa, Centro de Comunicações do Alfeite, Centro de Comunicações de Leixões e Centro de Comunicações de Faro, dos Açores, a Estação Radionaval da Horta e o Centro de Comunicações de Ponta Delgada, e da Madeira, a Estação Radionaval Porto Santo e o Centro de Comunicações da Madeira. (MGP)
Esta estação , construída com o objectivo de substituir a antiga rede de comunicações rádio VHF da Marinha, acrescenta novas funcionalidades de comunicações, como o GMDSS-DSC (Digital Selective Calling), contribuindo assim para a melhoria da segurança da navegação costeira indo ao encontro dos compromissos internacionais assumidos por Portugal em matéria de comunicações de segurança marítima e busca e salvamento no mar.
O Centro de Comunicações dos Açores é um centro de apoio às operações da Marinha, inaugurado no dia 29 de Abril de 2014, que tem como missão assegurar as comunicações entre os comandos e as forças e unidades em operação no mar. Este Centro funciona na dependência do Comandante Naval, através do Comandante da Zona Marítima dos Açores e constitui-se como um centro alternativo da Marinha ao Centro de Comunicações, de Dados e de Cifra da Marinha localizado em Lisboa. Pode igualmente prestar serviço de comunicações de navios da NATO.
A criação do Centro de Comunicações, de Dados e de Cifra da Marinha (CCDCM) e do Centro de Comunicações dos Açores (CCA) resulta do processo de modernização das radiocomunicações da Marinha que permitiu concentrar capacidades e competências e, desta forma, racionalizar recursos através do encerramento das antigas estações radionavais do Continente, nomeadamente, Estação Radionaval Comandante Nunes Ribeiro, Estação Radionaval Apúlia, Estação Radionaval Sagres, Centro de Comunicações de Lisboa, Centro de Comunicações do Alfeite, Centro de Comunicações de Leixões e Centro de Comunicações de Faro, dos Açores, a Estação Radionaval da Horta e o Centro de Comunicações de Ponta Delgada, e da Madeira, a Estação Radionaval Porto Santo e o Centro de Comunicações da Madeira. (MGP)
20 de janeiro de 2018
“VIANA DO CASTELO” PERCORREU 1340 MILHAS DURANTE MISSÃO DE VIGILÂNCIA E PATRULHA NOS AÇORES
O navio patrulha oceânico “Viana do Castelo”, no decorrer da sua actividade operacional no período de 15 a 17 de Janeiro, realizou mais uma intensa missão de vigilância e patrulha das actividades marítimas entre as 100 e as 200 milhas, na Região Autónoma dos Açores.
Nesta operação esteve envolvida a Marinha, através do empenhamento do NRP Viana do Castelo e a sala de operações do Comando da Zona Marítima dos Açores, em estreita ligação com a Autoridade Marítima, que forneceu em tempo real ao navio todo o panorama da presença de navios na área da missão.
A missão desenvolvida na ZEE dos Açores teve como objectivo principal impedir actividade de pesca ilegal, com o intuito de garantir a preservação das espécies e habitats presentes, bem como a monitorização da navegação mercante. Assim, as fiscalizações marítimas incidiram no cumprimento dos regulamentos para o exercício da pesca de palangre de superfície.
Foram verificados os documentos, nomeadamente as licenças de pesca e autorizações para pescarem na ZEE dos Açores. As equipas de fiscalização observaram os porões onde é guardado o pescado para verificação das espécies e quantidades de pescado capturado. Nas embarcações fiscalizadas constatou-se a existência de grandes quantidades de pescado, designadamente tintureiras, espadarte, tubarão anequim e alguns atuns.
Analisada toda a documentação e verificadas as quantidades e espécies pescadas, verificou-se que à luz da legislação comunitária que regula a pesca por parte das embarcações comunitárias na ZEE, as embarcações espanholas estavam em situação legal, pelo que continuaram em faina. A bordo das embarcações nacionais foram adoptados os mesmos procedimentos à luz da legislação nacional.
Durante a missão foram percorridas 1340 milhas náuticas, tendo sido detectadas três embarcações de nacionalidade espanhola, duas embarcações do continente e duas embarcações da Região a operarem entre as 150 e as 180 milhas a sul da Ilha do Faial, devidamente autorizadas.
Este tipo de operações são fundamentais para o garante da sustentabilidade dos recursos existentes na Zona Económica Exclusiva sob jurisdição nacional, bem como para a proteção dos interesses no mar, designadamente em áreas longe de costa. (MGP)
Nesta operação esteve envolvida a Marinha, através do empenhamento do NRP Viana do Castelo e a sala de operações do Comando da Zona Marítima dos Açores, em estreita ligação com a Autoridade Marítima, que forneceu em tempo real ao navio todo o panorama da presença de navios na área da missão.
A missão desenvolvida na ZEE dos Açores teve como objectivo principal impedir actividade de pesca ilegal, com o intuito de garantir a preservação das espécies e habitats presentes, bem como a monitorização da navegação mercante. Assim, as fiscalizações marítimas incidiram no cumprimento dos regulamentos para o exercício da pesca de palangre de superfície.
Foram verificados os documentos, nomeadamente as licenças de pesca e autorizações para pescarem na ZEE dos Açores. As equipas de fiscalização observaram os porões onde é guardado o pescado para verificação das espécies e quantidades de pescado capturado. Nas embarcações fiscalizadas constatou-se a existência de grandes quantidades de pescado, designadamente tintureiras, espadarte, tubarão anequim e alguns atuns.
Analisada toda a documentação e verificadas as quantidades e espécies pescadas, verificou-se que à luz da legislação comunitária que regula a pesca por parte das embarcações comunitárias na ZEE, as embarcações espanholas estavam em situação legal, pelo que continuaram em faina. A bordo das embarcações nacionais foram adoptados os mesmos procedimentos à luz da legislação nacional.
Durante a missão foram percorridas 1340 milhas náuticas, tendo sido detectadas três embarcações de nacionalidade espanhola, duas embarcações do continente e duas embarcações da Região a operarem entre as 150 e as 180 milhas a sul da Ilha do Faial, devidamente autorizadas.
Este tipo de operações são fundamentais para o garante da sustentabilidade dos recursos existentes na Zona Económica Exclusiva sob jurisdição nacional, bem como para a proteção dos interesses no mar, designadamente em áreas longe de costa. (MGP)
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