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27 de março de 2021
REAL THAW 2021: MISSÃO CUMPRIDA
(FAP)Chegou ontem ao fim (26 de Março), o exercício anual da Força Aérea de treino conjunto com a Marinha e o Exército, Real Thaw 2021, organizado anualmente pelo Comando Aéreo.
O Real Thaw permite treinar, qualificar e certificar todas as Unidades para responder a todos os compromissos assumidos por Portugal.
26 de março de 2021
Batalhão de Comandos participa no Exercício Conjunto “Real Thaw 2021”
(Exército)O Batalhão de Comandos da Brigada de Reação Rápida (BRR), no âmbito do Exercício Conjunto “Real Thaw 2021", foi projetado para a Base Aérea N.º 11, em Beja, em que esteve envolvido um sub-grupo de combate constituído por três equipas de militares Comandos, apoiados com dois Tactical Air Control Party (TACP), três aeronaves KOALA AW119MKII e, ainda, dois F-16MLU.
Este exercício multidisciplinar, organizado pela Força Aérea Portuguesa, permitiu ao Batalhão de Comandos treinar e validar as Técnicas, Táticas e Procedimentos de Top Cover, Rappel, Heli Assault e Vehicle Interdiction. Os treinos efetuados culminaram numa operação final com o objetivo de eliminar um líder terrorista que se encontrava refugiado numa casa.
A força foi mobilizada para o objetivo através das aeronaves KOALA, mantendo dois Top Cover a cobrir a área. No desenrolar da ação, na tentativa de fuga de uma viatura com dois elementos terroristas, foi efetuado um Vehicle Interdiction, com a finalidade de imobilizar a mesma. A pedido do comandante da manobra, foi efetuado um “Air Strike" pelos F-16 na viatura do inimigo, eliminando assim toda a ameaça no objetivo.
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AW119 Koala,
Comandos,
Exercícios Militares,
Real Thaw
24 de março de 2021
Força de Operações Especiais participa no Exercício Conjunto “Real Thaw 2021”
(Exército)A Força de Operações Especiais (FOE) da Brigada de Reação Rápida (BRR) empenhou uma Unidade Táctica de Operações Especiais e uma Equipa Sniper nas zonas de Beja, Alcochete, Campo Militar de Santa Margarida e Tancos, no âmbito do Exercício Conjunto “Real Thaw 2021".
Os militares de Operações Especiais envolvidos neste exercício, organizado pela Força Aérea Portuguesa, tiveram como objetivos de treino a validação de Técnicas, Táticas e Procedimentos de Top Cover, Sniping Shooting e Tactical Air Landing Operation (TALO).
O Exército participa neste exercício multidisciplinar, que decorre de 15 a 26 de março, com militares da BRR, nomeadamente do 2.º Batalhão de Infantaria Paraquedista, do Batalhão de Operacional Aeroterrestre, do Batalhão de Comandos e da FOE.
20 de março de 2021
COOPERAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL CONJUNTA NO REAL THAW 2021
(FAP)Termina hoje a primeira semana de operação do Real Thaw 2021, a decorrer desde a Base Aérea N.º 11, em Beja, até ao próximo dia 26 de Março.
O RT21 tem como principais objetivos qualificar e aprontar as forças nacionais participantes para os quadros estratégicos nacionais e internacionais que Portugal integra, proporcionando missões aéreas e terrestres conjuntas entre a Força Aérea, Marinha e Exército num ambiente segregado.
Neste sentido, foram criados diferentes cenários de treino de defesa do espaço aéreo, proteção de helicópteros e viaturas terrestres de transporte em missões humanitárias, apoio aéreo próximo a forças terrestres e operações especiais, lançamento de carga e de paraquedistas, extração de elementos com ou sem ameaça aérea, busca e salvamento em zonas de combate e ataques convencionais com armamento guiado a alvos fixos e móveis.
Adaptando-se ao contexto pandémico atual, a Força Aérea assumiu o compromisso de criar as condições de segurança contra a COVID-19 que possibilitassem o desenvolvimento destas operações, dia e noite, de forma a maximizar a aprendizagem e interoperabilidade entre os Ramos.
Neste exercício, participam Esquadras de Voo, o Centro de Relato e Controlo, os Tactical Air Control Party (TACP) e a Raven Team (Núcleo de Operações Táticas de Projeção) da Força Aérea, a Brigada de Reação Rápida e Brigada Mecanizada do Exército e os Fuzileiros e o Destacamento da Ações Especial da Marinha.
O RT21 assume uma importância crucial para a Força Aérea no desenvolvimento e preparação dos sistemas de armas C-295M para a missão MINUSMA, F-16M para o Policiamento dos Países Bálticos e dos sistemas de armas que integram a NATO Response Force: P-3C Cup+ e F-16M.
19 de março de 2021
Exército participa no “Real Thaw 2021”
(Exército)O Batalhão Operacional Aeroterrestre (BOAT) da Brigada de Reação Rápida iniciou a sua participação no exercício multidisciplinar “Real Thaw 2021", que decorre de 15 a 26 de março. Este exercício, apoiado na Base aérea N.º 11, decorre entre a região de Beja e de Tancos.
Integrado no treino operacional do BOAT, foram empenhados três destacamentos - um de percursores, um de operação de base de partida e um de abastecimento aéreo -, que estão a treinar as suas capacidades de infiltração com paraquedas automáticos e manuais em altitudes fisiológicas e não fisiológicas, operações de bases de partida em aeródromos e lançamento de cargas de reabastecimento de diversas tipologias, assim como operação de zonas de lançamento de cargas e pessoal.
15 de março de 2021
REAL THAW 2021 “DESCOLA” EM BEJA
(FAP)O exercício multidisciplinar Real Thaw 2021 (RT21) teve início hoje, dia 15 de março, na Base Aérea N.º 11, em Beja, e decorrerá até ao próximo dia 26 de março.
O Diretor de Operações Aéreas, Brigadeiro-General João Caldas, refere que “organizar o RT21 é um grande desafio para a Força Aérea, mas também uma grande necessidade, dado que 2020 foi um ano com muito pouca atividade de treino operacional devido à pandemia COVID-19”.
Sendo por isso importante “proporcionar aos militares um treino de qualidade que reflita as condições que vão encontrar nos teatros de operações atuais, enquanto mantemos os protocolos de segurança por forma a mitigar a proliferação da COVID-19.”
12 de outubro de 2019
Exército participa no exercício internacional “Real Thaw 19”
(Exercito)O Exército, através do Esquadrão de Reconhecimento (ERec) do Agrupamento (Agr) Intelligence, Surveillance, Targeting, Acquisition & Reconnaissance (ISTAR) do Regimento de Cavalaria N.º 3, participou no exercício Real Thaw 19 (RT19), nos dias 22 de Setembro a 04 de Outubro, na Base Aérea 11 (BA11) em Beja.
Neste exercício, o ERec executou missões de Transporte Aéreo Táctico (TAT), entre a BA11 e o Campo Militar de Santa Margarida, seguidas de desembarque de assalto a partir de uma aeronave e a respectiva reorganização da Força, tendo culminado com as missões específicas de um ERec, que incluíram operações de reconhecimento e operações de segurança.
O AgrISTAR empenhou na primeira semana três viaturas tácticas ligeiras de reconhecimento PANHARD M11, guarnecidas com as respectivas guarnições, sendo estas transportadas por três aeronaves C130, uma das quais portuguesa e as restantes norte-americanas. Destaca-se, de igual forma, a participação de uma Força de cenário constituída por militares e meios do ERec transportada numa aeronave C-295 portuguesa.
Na segunda semana o TAT foi feito em duas aeronaves C130 norte americanas, entre a BA11 e o Comando da Brigada de Reacção Rápida, em Tancos, à noite, de forma a que os pilotos pudessem utilizar apenas aparelhos de visão nocturna e as luzes infravermelhas da pista para aterrar as aeronaves. De igual modo as guarnições das viaturas PANHARD M11 utilizaram aparelhos de visão nocturna para o cumprimento da sua missão de vigilância, sendo os deslocamentos feitos com recurso às luzes tácticas mais conhecidas por “olhos de gato".
Neste exercício, o ERec executou missões de Transporte Aéreo Táctico (TAT), entre a BA11 e o Campo Militar de Santa Margarida, seguidas de desembarque de assalto a partir de uma aeronave e a respectiva reorganização da Força, tendo culminado com as missões específicas de um ERec, que incluíram operações de reconhecimento e operações de segurança.
O AgrISTAR empenhou na primeira semana três viaturas tácticas ligeiras de reconhecimento PANHARD M11, guarnecidas com as respectivas guarnições, sendo estas transportadas por três aeronaves C130, uma das quais portuguesa e as restantes norte-americanas. Destaca-se, de igual forma, a participação de uma Força de cenário constituída por militares e meios do ERec transportada numa aeronave C-295 portuguesa.
Na segunda semana o TAT foi feito em duas aeronaves C130 norte americanas, entre a BA11 e o Comando da Brigada de Reacção Rápida, em Tancos, à noite, de forma a que os pilotos pudessem utilizar apenas aparelhos de visão nocturna e as luzes infravermelhas da pista para aterrar as aeronaves. De igual modo as guarnições das viaturas PANHARD M11 utilizaram aparelhos de visão nocturna para o cumprimento da sua missão de vigilância, sendo os deslocamentos feitos com recurso às luzes tácticas mais conhecidas por “olhos de gato".
8 de outubro de 2019
ENCERRAMENTO DA 11.ª EDIÇÃO DO REAL THAW
(FAP)Realizou-se, dia 03 de Outubro, a cerimónia de encerramento da 11.ª edição do Real Thaw, que decorreu na Base Aérea N.º 11, em Beja.
O exercício anual da Força Aérea permitiu às várias nações participantes avaliar e certificar as suas capacidades.
A cerimónia foi presidida pelo Director de Operações Aéreas, Coronel João Caldas, acompanhado pelo Exercise Control Chief, Tenente-Coronel Jorge Gonçalves, e pelo Comandante da Unidade, Coronel Fernando da Costa.
Neste evento, foram distinguidos os militares que mais se destacaram durante o exercício e entregues certificados de participação.
O exercício anual da Força Aérea permitiu às várias nações participantes avaliar e certificar as suas capacidades.
A cerimónia foi presidida pelo Director de Operações Aéreas, Coronel João Caldas, acompanhado pelo Exercise Control Chief, Tenente-Coronel Jorge Gonçalves, e pelo Comandante da Unidade, Coronel Fernando da Costa.
Neste evento, foram distinguidos os militares que mais se destacaram durante o exercício e entregues certificados de participação.
27 de setembro de 2019
Paraquedista morre durante exercício militar
(Exército Português)"É com pesar que o Exército informa que hoje, pelas 09h40, faleceu um Militar Paraquedista de 34 anos, que se encontrava a participar no exercício multinacional Real Thaw 2019, na Base Aérea N.º 11, em Beja.
Durante a execução de um salto de queda livre operacional, o sistema de para-quedas não funcionou devidamente, tendo resultado na queda do nosso Militar dentro do perímetro da Base Aérea N.º 11.
Foram accionados os procedimentos de emergência médica e o Exército encontra-se a realizar o processo de averiguações para apurar todas as circunstâncias em que ocorreu este acidente, tendo sido accionado o apoio psicológico.
Num momento de profunda dor para o Exército com a perda de um dos nossos, enviamos as mais sentidas condolências à Família e Amigos".
Durante a execução de um salto de queda livre operacional, o sistema de para-quedas não funcionou devidamente, tendo resultado na queda do nosso Militar dentro do perímetro da Base Aérea N.º 11.
Foram accionados os procedimentos de emergência médica e o Exército encontra-se a realizar o processo de averiguações para apurar todas as circunstâncias em que ocorreu este acidente, tendo sido accionado o apoio psicológico.
Num momento de profunda dor para o Exército com a perda de um dos nossos, enviamos as mais sentidas condolências à Família e Amigos".
23 de setembro de 2019
CERIMÓNIA DE ABERTURA DA 11.ª EDIÇÃO DO REAL THAW 2019
(FAP)Realizou-se ontem, dia 22 de Setembro, a cerimónia de abertura da 11.ª edição do exercício Real Thaw 2019, na Base Aérea N.º 11, em Beja.
O evento contou com a presença de militares dos vários ramos e de diferentes nacionalidades.
A cerimónia foi presidida pelo Director de Operações Aéreas, Coronel João Caldas, acompanhado pelo Exercise Control Chief, Tenente-Coronel Jorge Gonçalves, e pelo Comandante da Unidade, Coronel Fernando da Costa.
O Real Thaw é um exercício militar, organizado pela Força Aérea Portuguesa, que este ano conta com o envolvimento da NATO, França, Espanha e Estados Unidos.
O evento contou com a presença de militares dos vários ramos e de diferentes nacionalidades.
A cerimónia foi presidida pelo Director de Operações Aéreas, Coronel João Caldas, acompanhado pelo Exercise Control Chief, Tenente-Coronel Jorge Gonçalves, e pelo Comandante da Unidade, Coronel Fernando da Costa.
O Real Thaw é um exercício militar, organizado pela Força Aérea Portuguesa, que este ano conta com o envolvimento da NATO, França, Espanha e Estados Unidos.
2 de março de 2018
Exército participou no Exercício REAL THAW 18
O Exército, através das suas Brigadas e unidades territoriais, participou no exercício sectorial da Força Aérea Portuguesa (FAP), Real Thaw 18, de âmbito multinacional, que decorreu entre os dias 29 de Janeiro e 9 de Fevereiro.
O Real Thaw 18, planeado e conduzido sob a égide do Comando Aéreo, órgão da FAP responsável pelo treino e aprontamento das suas unidades operacionais, desenrolou-se a partir da Base Aérea de Monte Real, desenvolveu-se nas zonas de Beja, Santa Margarida, interior norte de Portugal e a leste da região da Costa Vicentina, e contou com a participação da Marinha, do Exército e da Força Aérea, assim como com forças oriundas de Espanha, França, Bélgica, Dinamarca, Holanda e Estados Unidos da América.
Tendo como objectivo avaliar e certificar a capacidade operacional da FAP em ambientes diurnos e nocturnos, preparar os militares para missões internacionais em cenários operacionais e proporcionar interoperabilidade entre países e respectivos meios, o exercício permitiu que as forças do Exército participantes, num total de 1312 militares e 53 viaturas empenhados, consolidassem o treino individual e colectivo, bem como o desenvolvimento de novas capacidades, fruto dos equipamentos recebidos, destacando-se o equipamento Rover, os rádios e as viaturas Ultra-ligeiras de Operações Especiais, utilizadas no decorrer do exercício pela força do Centro de Tropas de Operações Especiais. (Exército)
O Real Thaw 18, planeado e conduzido sob a égide do Comando Aéreo, órgão da FAP responsável pelo treino e aprontamento das suas unidades operacionais, desenrolou-se a partir da Base Aérea de Monte Real, desenvolveu-se nas zonas de Beja, Santa Margarida, interior norte de Portugal e a leste da região da Costa Vicentina, e contou com a participação da Marinha, do Exército e da Força Aérea, assim como com forças oriundas de Espanha, França, Bélgica, Dinamarca, Holanda e Estados Unidos da América.
Tendo como objectivo avaliar e certificar a capacidade operacional da FAP em ambientes diurnos e nocturnos, preparar os militares para missões internacionais em cenários operacionais e proporcionar interoperabilidade entre países e respectivos meios, o exercício permitiu que as forças do Exército participantes, num total de 1312 militares e 53 viaturas empenhados, consolidassem o treino individual e colectivo, bem como o desenvolvimento de novas capacidades, fruto dos equipamentos recebidos, destacando-se o equipamento Rover, os rádios e as viaturas Ultra-ligeiras de Operações Especiais, utilizadas no decorrer do exercício pela força do Centro de Tropas de Operações Especiais. (Exército)
9 de fevereiro de 2018
Real Thaw 2018 “aterra” com sucesso
Realizou-se no dia 08 de Fevereiro, a cerimónia de encerramento do exercício Real Thaw 2018 (RT18), na Base Aérea Nº5 (BA5), em Monte Real.
A cerimónia, que contou com a presença de militares dos vários Ramos e das várias nações participantes, foi presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-general Joaquim Borrego, e contou com a presença do Director de Operações Aéreas, Brigadeiro-general Rui Freitas, e do Comandante da BA5, Coronel João Pereira.
Nesta cerimónia foram distinguidos os militares que mais se destacaram durante o exercício e entregues certificados de participação a todas as esquadras e entidades participantes. (FAP)
A cerimónia, que contou com a presença de militares dos vários Ramos e das várias nações participantes, foi presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-general Joaquim Borrego, e contou com a presença do Director de Operações Aéreas, Brigadeiro-general Rui Freitas, e do Comandante da BA5, Coronel João Pereira.
Nesta cerimónia foram distinguidos os militares que mais se destacaram durante o exercício e entregues certificados de participação a todas as esquadras e entidades participantes. (FAP)
29 de janeiro de 2018
CERIMÓNIA DE ABERTURA DO REAL THAW 2018
Realizou-se este domingo, dia 28 de Janeiro, a cerimónia de abertura do exercício Real Thaw 2018 (RT18), na Base Aérea Nº5 (BA5), em Monte Real.
A cerimónia, que contou com a presença de militares dos vários Ramos e das várias nações participantes, foi presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-general Joaquim Borrego, e contou com a presença do Director de Operações Aéreas, Brigadeiro-general Rui Freitas, e do Comandante da BA5, Coronel João Pereira.
Ao usar da palavra, o Comandante Aéreo afirmou que “este exercício representa um compromisso para melhorar capacidades e procedimentos operacionais, tendo sempre presente os desafios dos teatros operacionais actuais”.
Na mesma linha, o coordenador do exercício, Tenente-Coronel João Rosa, lembrou que o Real Thaw permite ainda “maximizar a integração das esquadras, voando sempre que possível em simultâneo para a mesma finalidade, planeando e aprendendo em conjunto”.
O Coronel João Pereira, por sua vez, manifestou o seu agrado pelo regresso do exercício a “casa”, garantindo desde já o “apoio total” da parte da BA5. Recorde-se que a Unidade receberá cerca de 1500 militares de vários países durante duas semanas, o que trará também uma nova dinâmica a Monte Real, à região e ao País. (FAP)
A cerimónia, que contou com a presença de militares dos vários Ramos e das várias nações participantes, foi presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-general Joaquim Borrego, e contou com a presença do Director de Operações Aéreas, Brigadeiro-general Rui Freitas, e do Comandante da BA5, Coronel João Pereira.
Ao usar da palavra, o Comandante Aéreo afirmou que “este exercício representa um compromisso para melhorar capacidades e procedimentos operacionais, tendo sempre presente os desafios dos teatros operacionais actuais”.
Na mesma linha, o coordenador do exercício, Tenente-Coronel João Rosa, lembrou que o Real Thaw permite ainda “maximizar a integração das esquadras, voando sempre que possível em simultâneo para a mesma finalidade, planeando e aprendendo em conjunto”.
O Coronel João Pereira, por sua vez, manifestou o seu agrado pelo regresso do exercício a “casa”, garantindo desde já o “apoio total” da parte da BA5. Recorde-se que a Unidade receberá cerca de 1500 militares de vários países durante duas semanas, o que trará também uma nova dinâmica a Monte Real, à região e ao País. (FAP)
23 de janeiro de 2018
Real Thaw 2018 prestes a 'descolar'
A Força Aérea Portuguesa realiza o exercício multinacional Real Thaw 2018 (RT18) entre os dias 29 de Janeiro e 09 de Fevereiro, a partir da Base Aérea N.º5, em Monte Real.
O RT18 junta militares da Força Aérea, Marinha e Exército portugueses e forças da Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Estados Unidos da América e NATO, num total de 1500 participantes e 35 aeronaves.
O exercício permite avaliar e certificar a capacidade operacional da Força Aérea, criando também condições únicas para que os meios da NATO treinem conjuntamente, reforcem a interoperabilidade e garantam a prontidão dos seus meios.(FAP)
O RT18 junta militares da Força Aérea, Marinha e Exército portugueses e forças da Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Estados Unidos da América e NATO, num total de 1500 participantes e 35 aeronaves.
O exercício permite avaliar e certificar a capacidade operacional da Força Aérea, criando também condições únicas para que os meios da NATO treinem conjuntamente, reforcem a interoperabilidade e garantam a prontidão dos seus meios.(FAP)
16 de março de 2017
CERIMÓNIA DE ENCERRAMENTO REAL THAW 2017
(FAP)...Decorreu, esta quinta-feira (16 de Março), a cerimónia de encerramento do exercício Real Thaw 2017, na Base Aérea N.º11, em Beja.
O evento, presidido pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Joaquim Borrego, contou com a presença de militares das várias nações envolvidas.
A nona edição deste exercício, que é baseado no conceito da interoperabilidade e projectado para o treino conjunto e combinado, terminou com o sentimento de missão cumprida.
As missões no âmbito da NATO justificam a necessidade de treino e, nesse sentido, cooperação e interoperabilidade foram as palavras de ordem.
O desenvolvimento de técnicas, tácticas e procedimentos, bem como a partilha de conhecimento e experiência foram uma mais-valia para alcançarmos uma estrutura operacional mais proficiente e coesa no cumprimento das missões.
O evento, presidido pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Joaquim Borrego, contou com a presença de militares das várias nações envolvidas.
A nona edição deste exercício, que é baseado no conceito da interoperabilidade e projectado para o treino conjunto e combinado, terminou com o sentimento de missão cumprida.
As missões no âmbito da NATO justificam a necessidade de treino e, nesse sentido, cooperação e interoperabilidade foram as palavras de ordem.
O desenvolvimento de técnicas, tácticas e procedimentos, bem como a partilha de conhecimento e experiência foram uma mais-valia para alcançarmos uma estrutura operacional mais proficiente e coesa no cumprimento das missões.
14 de março de 2017
SECRETÁRIO DE ESTADO DA DEFESA NACIONAL MARCOU PRESENÇA NO REAL THAW
(FAP)...A Base Aérea Nº.11, em Beja, recebeu esta terça-feira (14 de Março) o Distinguished Visitors Day (DV Day), no âmbito do exercício Real Thaw 2017.
A cerimónia contou com a presença do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, o General Manuel Teixeira Rolo, e outras ilustres entidades das várias nações participantes.
Do evento constou uma demonstração de capacidades de meios aéreos e terrestres, culminando no desembarque de uma força da Marinha e dois veículos, a partir de uma aeronave da Força Aérea, que depois tomaram de assalto um armazém, simulando o resgate de um ferido.
No final, as entidades presentes puderam observar de perto a aeronave da Força Aérea Norte-Americana MV-22 Osprey, bem como o E-3a AWACS da NATO, tendo ainda existido um espaço dedicado aos jornalistas para declarações.
A cerimónia contou com a presença do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello, do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, o General Manuel Teixeira Rolo, e outras ilustres entidades das várias nações participantes.
Do evento constou uma demonstração de capacidades de meios aéreos e terrestres, culminando no desembarque de uma força da Marinha e dois veículos, a partir de uma aeronave da Força Aérea, que depois tomaram de assalto um armazém, simulando o resgate de um ferido.
No final, as entidades presentes puderam observar de perto a aeronave da Força Aérea Norte-Americana MV-22 Osprey, bem como o E-3a AWACS da NATO, tendo ainda existido um espaço dedicado aos jornalistas para declarações.
"Assalto ao aeroporto" em Beja
Um "assalto" ao aeroporto conduzido com sucesso foi o cenário escolhido pela Força Aérea Portuguesa (FAP) para o exercício desta terça-feira na base de Beja, reunindo forças nacionais e estrangeiras que treinaram capacidades e experiências comuns.
Designado "Real Thaw 2017", o exercício anual da FAP reuniu na Base Aérea n.º 11, Beja, aeronaves portuguesas, dos EUA, da Bélgica, da NATO e de Espanha, numa demonstração de meios e capacidades, a que assistiram o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Manuel Rolo, e o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello.
Seis caças F-16, 3 F-18, 3 aviões C-130, uma aeronave C-295, um Aviocar, dois caça-bombardeiros Alpha-Jet e um DA-20, aeronave de guerra electrónica, descolaram na base de Beja, numa operação coordenada pelo tenente-coronel João Rosa, que desenhou o programa dos 12 dias do exercício.
A missão consistia no resgate de um prisioneiro por uma equipa do Destacamento de Acções Especiais da Marinha, que entrou em acção após as aeronaves garantirem o "controlo aéreo" da zona e assegurarem um "corredor livre" para a libertação.
Um cenário "muito próximo" do que acontece nos teatros de operações onde os militares portugueses e dos países aliados estão empenhados, disse.
"Isso acontece frequentemente no Afeganistão, na Líbia ou na Síria em que nós temos tropas amigas muito perto de tropas inimigas. Para as aeronaves lá em cima é muito difícil saber quem é quem e então nós temos controladores aéreos táctico avançados que garantem que o piloto emprega o seu armamento no sítio certo e não no sítio errado", disse.
As aeronaves empregues hoje "são caças cujo trabalho é proteger de ameaças aéreas direccionados ao solo", explicou, frisando que são também treinadas operações como recolha de pessoal não militar em território hostil, largada de carga e evacuações médicas.
"Isto na prática traduz-se em capacidade, a aviação não é uma coisa que se vai ao `Google" aprender como se faz, e a melhor maneira de o fazer é mesmo aprender com outros, partilhando a informação", defendeu João Rosa.
Para o governo, afirmou por seu lado o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, o "Real Thaw" é um exercício "fundamental que treina actividades que as Forças Armadas treinam e praticam todos os dias nos cenários em que estão empenhadas".
"São essenciais para a capacidade de resposta, para o nível de prontidão e para a qualidade do produto operacional das nossas Forças Armadas que é reconhecida pelos nossos aliados", disse.
Ao longo de 12 dias, o exercício, que termina dia 17, reúne 3500 militares de seis países e da NATO. (JN)
Designado "Real Thaw 2017", o exercício anual da FAP reuniu na Base Aérea n.º 11, Beja, aeronaves portuguesas, dos EUA, da Bélgica, da NATO e de Espanha, numa demonstração de meios e capacidades, a que assistiram o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Manuel Rolo, e o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello.
Seis caças F-16, 3 F-18, 3 aviões C-130, uma aeronave C-295, um Aviocar, dois caça-bombardeiros Alpha-Jet e um DA-20, aeronave de guerra electrónica, descolaram na base de Beja, numa operação coordenada pelo tenente-coronel João Rosa, que desenhou o programa dos 12 dias do exercício.
A missão consistia no resgate de um prisioneiro por uma equipa do Destacamento de Acções Especiais da Marinha, que entrou em acção após as aeronaves garantirem o "controlo aéreo" da zona e assegurarem um "corredor livre" para a libertação.
Um cenário "muito próximo" do que acontece nos teatros de operações onde os militares portugueses e dos países aliados estão empenhados, disse.
"Isso acontece frequentemente no Afeganistão, na Líbia ou na Síria em que nós temos tropas amigas muito perto de tropas inimigas. Para as aeronaves lá em cima é muito difícil saber quem é quem e então nós temos controladores aéreos táctico avançados que garantem que o piloto emprega o seu armamento no sítio certo e não no sítio errado", disse.
As aeronaves empregues hoje "são caças cujo trabalho é proteger de ameaças aéreas direccionados ao solo", explicou, frisando que são também treinadas operações como recolha de pessoal não militar em território hostil, largada de carga e evacuações médicas.
"Isto na prática traduz-se em capacidade, a aviação não é uma coisa que se vai ao `Google" aprender como se faz, e a melhor maneira de o fazer é mesmo aprender com outros, partilhando a informação", defendeu João Rosa.
Para o governo, afirmou por seu lado o secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, o "Real Thaw" é um exercício "fundamental que treina actividades que as Forças Armadas treinam e praticam todos os dias nos cenários em que estão empenhadas".
"São essenciais para a capacidade de resposta, para o nível de prontidão e para a qualidade do produto operacional das nossas Forças Armadas que é reconhecida pelos nossos aliados", disse.
Ao longo de 12 dias, o exercício, que termina dia 17, reúne 3500 militares de seis países e da NATO. (JN)
7 de março de 2017
Real Thaw 2017 já descolou
Decorreu este domingo, dia 5 de Março, a Cerimónia de Abertura do exercício Real Thaw 2017, na Base Aérea N.º 11, Beja.
A cerimónia, presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Joaquim Borrego, contou com a presença de militares de Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Dinamarca e Estados Unidos da América.
No seu discurso, o Comandante Aéreo salientou que “este exercício representa um compromisso para melhorar as nossas capacidades, as nossas tácticas e os nossos sistemas operacionais”.
Até ao dia 17 de Março, cerca de um milhar de militares e mais de 30 aeronaves vão percorrer os céus portugueses, encenando operações aéreas de defesa dos interesses nacionais e operações militares nos mais diversos quadros de cooperação internacional (NATO e UE). (FAP)
A cerimónia, presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-General Joaquim Borrego, contou com a presença de militares de Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Dinamarca e Estados Unidos da América.
No seu discurso, o Comandante Aéreo salientou que “este exercício representa um compromisso para melhorar as nossas capacidades, as nossas tácticas e os nossos sistemas operacionais”.
Até ao dia 17 de Março, cerca de um milhar de militares e mais de 30 aeronaves vão percorrer os céus portugueses, encenando operações aéreas de defesa dos interesses nacionais e operações militares nos mais diversos quadros de cooperação internacional (NATO e UE). (FAP)
27 de fevereiro de 2017
'Real Thaw 2017' vai envolver militares de seis países
O exercício militar anual 'Real Thaw 2017' (RT17) da Força Aérea, que decorre a partir de domingo, vai envolver a Marinha e o Exército portugueses, forças militares de seis países, incluindo os Estados Unidos, e meios aéreos da NATO.
O exercício RT17 decorre entre 5 e 17 de Março, envolvendo forças da Bélgica, da Dinamarca, dos Estados Unidos da América, de Espanha, de França e da Holanda, revelou hoje a Força Aérea Portuguesa (FAP).
"O RT17 tem como finalidade avaliar e certificar a capacidade operacional da Força Aérea, garantido desta forma, que as forças participantes estão prontas a cumprir as missões que lhes estão atribuídas", refere a FAP.
O exercício tem igualmente como objectivo "preparar os militares para missões internacionais em cenários operacionais e proporcionar interoperabilidade entre países e respectivos meios".
"Desta forma, o RT17 desenrola-se tendo como base o treino, a qualificação e o aprontamento das unidades aéreas, e respectivas tripulações, de forma a dotar as mesmas com as valências necessárias à realização de operações aéreas", expõe a FAP.
Durante o RT17 serão executadas missões de defesa do espaço aéreo, proteção a helicópteros e viaturas terrestres de transporte em missão humanitária, apoio aéreo próximo a forças terrestres e operações especiais, extracção de elementos militares ou civis, com e sem ameaça aérea, lançamento de carga e de para-quedistas.
O exercício inclui ainda missões de "busca e salvamento em zonas de combate, evacuações aeromédicas, operações de cooperação civil - militar, defesa de meios aéreos de importância estratégica, ataque convencional com armamento guiado e de alta precisão a alvos fixos e móveis, ataque convencional a forças marítimas.
De acordo com a FAP, as missões realizam-se em horário diurno e nocturno, sublinhando que, "desde o planeamento inicial, foi dedicado um cuidado especial com o impacto do ruído e transtorno por ele causado às populações nas áreas de operações". (Correio da Manhã)
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