(MGP)A Força Naval Portuguesa envolveu cerca de 500 militares, integrando a fragata NRP Corte-Real (navio chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata RNM Sultan M. Ismail da Marinha Real de Marrocos. A sua actividade foi desenvolvida em águas nacionais, num cenário fictício de projecção para uma região assolada por elevada instabilidade social e política, cumprindo com uma determinação da comunidade internacional, e tendo como principal missão garantir a resposta rápida e eficaz em cenário de crise.
Durante cinco dias foi realizado um diversificado conjunto de exercícios desde as áreas convencionais (guerra de superfície, guerra antissubmarina e guerra anti-aérea), defesa contra ameaça assimétrica, operações de interdição marítima e embargo, exercícios de artilharia e exercícios de reabastecimento.
Com maior especificidade, foi realizado um desembarque anfíbio, projectando do mar para terra, uma força de fuzileiros com o objectivo de controlar um porto considerado essencial para a condução das operações, e, destaca-se ainda a concretização de uma abordagem e inspecção ao navio mercante Daytona, que, tendo colaborado no contexto deste exercício, permitiu uma oportunidade única de treino deste tipo de operação.
Acompanhando o desenvolvimento das ameaças que hoje se colocam nos teatros de operações, foram ainda realizados diversos exercícios de cyber defesa, testando a capacidade de reacção da força a ataques cibernéticos.
O principal objectivo estabelecido para o exercício INSTREX19/ALCANTARA19 foi o treino de operações litorais em grupo-tarefa promovendo as relações bilaterais com a Marinha Real de Marrocos e o United States Marine Corps. Considera-se que o objectivo foi amplamente atingido.
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12 de abril de 2019
Força naval portuguesa termina treino de resposta a cenários de crises
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13 de março de 2018
MARINHA REALIZA FASE DE MAR DO EXERCÍCIO INSTREX 2018
Teve início, esta segunda-feira dia 12 de Março, a fase de mar do exercício naval INSTREX. O INSTREX é um exercício anual, que este ano decorre entre os dias 12 e 15 de Março, e tem como principal objectivo proporcionar treino próprio à esquadra e à Força Naval Portuguesa (FNP) para assegurar a prontidão, eficiência e eficácia da Marinha na condução de operações navais em resposta a cenários de crise.
Neste primeiro dia, foram realizados vários treinos que envolveram um exercício de defesa em força contra ameaça assimétrica no qual duas lanchas rápidas simularam ser forças opositoras. Estes exercícios têm como objectivo incrementar os padrões de prontidão operacional, num cenário de entrada num porto de um país com grau de ameaça elevado e possibilidade de actos hostis por facções opositoras à presença de uma força naval.
Ao largo de Sesimbra foi realizado um treino de Busca e Salvamento (SAR) a um suposto náufrago que teria sido detectado por uma aeronave. Neste seguimento foi empenhado um meio naval para realização das buscas, com base em técnicas de estima da deriva oceanográfica, e após detecção foram realizados procedimentos de recolha do náufrago.
A bordo da fragata D. Francisco de Almeida e da fragata Corte-Real foram efectuadas operações de voo com os helicópteros Lynx, possibilitando o treino e a certificação das guarnições em operações de voo e das equipas das aeronaves.
Durante a noite o submarino Arpão juntou-se à força para iniciar um conjunto de exercícios no âmbito da guerra anti-submarina que contou também com a presença de uma aeronave da Força Aérea Portuguesa. (MGP)
Neste primeiro dia, foram realizados vários treinos que envolveram um exercício de defesa em força contra ameaça assimétrica no qual duas lanchas rápidas simularam ser forças opositoras. Estes exercícios têm como objectivo incrementar os padrões de prontidão operacional, num cenário de entrada num porto de um país com grau de ameaça elevado e possibilidade de actos hostis por facções opositoras à presença de uma força naval.
Ao largo de Sesimbra foi realizado um treino de Busca e Salvamento (SAR) a um suposto náufrago que teria sido detectado por uma aeronave. Neste seguimento foi empenhado um meio naval para realização das buscas, com base em técnicas de estima da deriva oceanográfica, e após detecção foram realizados procedimentos de recolha do náufrago.
A bordo da fragata D. Francisco de Almeida e da fragata Corte-Real foram efectuadas operações de voo com os helicópteros Lynx, possibilitando o treino e a certificação das guarnições em operações de voo e das equipas das aeronaves.
Durante a noite o submarino Arpão juntou-se à força para iniciar um conjunto de exercícios no âmbito da guerra anti-submarina que contou também com a presença de uma aeronave da Força Aérea Portuguesa. (MGP)
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11 de março de 2018
MAIS DE 650 MILITARES DA MARINHA TREINAM CENÁRIOS DE CRISE
A Marinha inicia esta segunda-feira, dia 12 de Março, o exercício naval INSTREX que irá decorrer até ao dia 15 de Março e tem como principal objectivo proporcionar treino próprio à esquadra e à Força Naval Portuguesa (FNP) para assegurar a prontidão, eficiência e eficácia da Marinha na condução de operações navais em resposta a cenários de crise.
Na edição de 2018 do exercício INSTREX estarão empenhados vários meios navais, dos quais se destaca a fragata Corte-Real, que será o navio-chefe da FNP, a fragata D. Francisco de Almeida e o submarino Arpão juntamente com uma Força de Fuzileiros (Força de Desembarque), dois Destacamentos de Mergulhadores e um Destacamento de Acções Especiais, envolvendo cerca de 660 militares da Marinha Portuguesa.Também a Força Aérea Portuguesa participará no exercício.
A bordo do NRP Corte-Real estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra Diogo Arroteia, e respectivo Estado-Maior da força. (MGP)
Na edição de 2018 do exercício INSTREX estarão empenhados vários meios navais, dos quais se destaca a fragata Corte-Real, que será o navio-chefe da FNP, a fragata D. Francisco de Almeida e o submarino Arpão juntamente com uma Força de Fuzileiros (Força de Desembarque), dois Destacamentos de Mergulhadores e um Destacamento de Acções Especiais, envolvendo cerca de 660 militares da Marinha Portuguesa.Também a Força Aérea Portuguesa participará no exercício.
A bordo do NRP Corte-Real estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra Diogo Arroteia, e respectivo Estado-Maior da força. (MGP)
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14 de março de 2016
Marinha inicia exercício para preparar resposta a cenários de crise
A Marinha iniciou hoje um exercício naval para assegurar a prontidão, a eficiência e eficácia da força naval portuguesa na resposta a cenários de crise, informou hoje este ramo militar em comunicado.
O objetivo do exercício é "garantir ações prontas de resposta militar para a defesa do território nacional e proteção dos interesses nacionais onde tal for necessário", refere a Marinha.
O exercício, denominado INSTREX-16-1 e que ocorre anualmente, vai decorrer até sexta-feira no porto e no mar.
Na edição deste ano, participam as fragatas Bartolomeu Dias, D. Francisco Almeida e Álvares Cabral, as corvetas Jacinto Cândido e João Roby, o submarino Tridente e o navio reabastecedor de esquadra Bérrio.
Segundo o comunicado, no exercício participam também o navio hidrográfico D. Carlos I, as lanchas de fiscalização Dragão e Orion, bem como as forças de fuzileiros, mergulhadores e elementos das operações especiais, num total de 980 militares da Marinha. (DN Madeira)
O objetivo do exercício é "garantir ações prontas de resposta militar para a defesa do território nacional e proteção dos interesses nacionais onde tal for necessário", refere a Marinha.
O exercício, denominado INSTREX-16-1 e que ocorre anualmente, vai decorrer até sexta-feira no porto e no mar.
Na edição deste ano, participam as fragatas Bartolomeu Dias, D. Francisco Almeida e Álvares Cabral, as corvetas Jacinto Cândido e João Roby, o submarino Tridente e o navio reabastecedor de esquadra Bérrio.
Segundo o comunicado, no exercício participam também o navio hidrográfico D. Carlos I, as lanchas de fiscalização Dragão e Orion, bem como as forças de fuzileiros, mergulhadores e elementos das operações especiais, num total de 980 militares da Marinha. (DN Madeira)
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22 de março de 2015
MARINHA TREINA RESPOSTA AOS NOVOS CENÁRIOS DE CRISE
O INSTREX é um exercício semestral conduzido pelo Comando Naval tendo como principal objectivo proporcionar treino próprio aos navios e à força naval, no mar, assegurando a prontidão, credibilidade e eficiência da Marinha na condução de operações navais em resposta aos novos cenários de crise resultantes das referências geopolíticas existentes.
A Força Naval Portuguesa comandada pelo capitão-de-mar-e-guerra António Gonçalves Alexandre é uma força operacional com elevada prontidão, a quem são atribuídas unidades navais, de fuzileiros e de mergulhadores, para a execução de operações expedicionárias marítimas ou para integração em forças operacionais conjuntas, constituindo-se como a componente naval da Força de Reacção Imediata (FRI), com o fim de garantir opções de resposta militar para a defesa do território nacional e protecção dos interesses nacionais. (MGP)
A Força Naval Portuguesa comandada pelo capitão-de-mar-e-guerra António Gonçalves Alexandre é uma força operacional com elevada prontidão, a quem são atribuídas unidades navais, de fuzileiros e de mergulhadores, para a execução de operações expedicionárias marítimas ou para integração em forças operacionais conjuntas, constituindo-se como a componente naval da Força de Reacção Imediata (FRI), com o fim de garantir opções de resposta militar para a defesa do território nacional e protecção dos interesses nacionais. (MGP)
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7 de abril de 2014
Força Aérea participa no INSTREX 14
Decorreu de 31 de Março a 4 de Abril, o exercício INSTREX 14 na costa a Sudoeste de Portugal Continental e que contou com a participação de meios aéreos da Força Aérea.
O Exercício que tem por objectivo a preparação das unidades e forças da Marinha Portuguesa, envolveu as Esquadras da Força Aérea 201 “FALCÕES” e 301 “JAGUARES”, em missões de luta aérea anti-superfície e luta aérea defensiva e 601 “LOBOS”, em missões de luta anti-superfície, anti-submarina e largada de torpedos em cenários tácticos.
Durante o exercício, as aeronaves F-16 e P-3C CUP +, operaram de uma forma integrada com diversos navios e submarinos, nacionais e internacionais, permitindo treino e certificação das forças participantes, no decurso das operações navais.
Participou ainda o Centro de Relato e Controlo, em Monsanto, prestando apoio ao exercício, no que diz respeito ao controlo efectivo das aeronaves F-16, assim como a célula de gestão de Links tácticos do Comando Aéreo coordenando toda a actividade de link dedicada ao exercício, integrando desta forma, todos os meios navais e aéreos nas várias redes utilizadas.
No exercício, as aeronaves da Força Aérea realizaram 11 missões num total de 24 horas. (FAP)
O Exercício que tem por objectivo a preparação das unidades e forças da Marinha Portuguesa, envolveu as Esquadras da Força Aérea 201 “FALCÕES” e 301 “JAGUARES”, em missões de luta aérea anti-superfície e luta aérea defensiva e 601 “LOBOS”, em missões de luta anti-superfície, anti-submarina e largada de torpedos em cenários tácticos.
Durante o exercício, as aeronaves F-16 e P-3C CUP +, operaram de uma forma integrada com diversos navios e submarinos, nacionais e internacionais, permitindo treino e certificação das forças participantes, no decurso das operações navais.
Participou ainda o Centro de Relato e Controlo, em Monsanto, prestando apoio ao exercício, no que diz respeito ao controlo efectivo das aeronaves F-16, assim como a célula de gestão de Links tácticos do Comando Aéreo coordenando toda a actividade de link dedicada ao exercício, integrando desta forma, todos os meios navais e aéreos nas várias redes utilizadas.
No exercício, as aeronaves da Força Aérea realizaram 11 missões num total de 24 horas. (FAP)
31 de março de 2014
Militares da Marinha e da Força Aérea em treino
Cerca de 900 militares da Marinha e da Força Aérea participam até 4 de Abril no exercício naval de treino e preparação INSTREX 14, menos 400 do que no exercício de 2013.
O exercício, que se realiza de 24 de Março a 4 de Abril, conta com a participação de sete navios de superfície, um submarino, dois tipos de aeronaves da Força Aérea Portuguesa e forças de mergulhadores e fuzileiros embarcadas, envolvendo ao todo cerca de 900 militares.
De acordo com uma nota divulgada pela Marinha, o INSTREX tem como objectivo geral «proporcionar treino às unidades participantes» para «manter e melhorar os padrões de prontidão operacional estabelecidos, habilitando-as para o cumprimento das missões específicas e a sua integração em forças navais».
Em 2013, o exercício INSTREX contou com 1300 militares da Marinha e da Força Aérea.
O exercício iniciou-se com uma fase de treino preparatória, com os navios atracados na Base Naval de Lisboa, de 24 a 27 de Março, e uma fase de mar, na costa oeste de Portugal Continental, que começou a 30 de Março, segundo a nota.
A Força Naval Portuguesa é comandada pelo capitão-de-mar-e-guerra Croca Favinha e constitui-se como a Componente Naval da Força de Reacção Imediata (FRI) portuguesa. (TVI 24)
O exercício, que se realiza de 24 de Março a 4 de Abril, conta com a participação de sete navios de superfície, um submarino, dois tipos de aeronaves da Força Aérea Portuguesa e forças de mergulhadores e fuzileiros embarcadas, envolvendo ao todo cerca de 900 militares.
De acordo com uma nota divulgada pela Marinha, o INSTREX tem como objectivo geral «proporcionar treino às unidades participantes» para «manter e melhorar os padrões de prontidão operacional estabelecidos, habilitando-as para o cumprimento das missões específicas e a sua integração em forças navais».
Em 2013, o exercício INSTREX contou com 1300 militares da Marinha e da Força Aérea.
O exercício iniciou-se com uma fase de treino preparatória, com os navios atracados na Base Naval de Lisboa, de 24 a 27 de Março, e uma fase de mar, na costa oeste de Portugal Continental, que começou a 30 de Março, segundo a nota.
A Força Naval Portuguesa é comandada pelo capitão-de-mar-e-guerra Croca Favinha e constitui-se como a Componente Naval da Força de Reacção Imediata (FRI) portuguesa. (TVI 24)
MARINHA REALIZA EXERCÍCIO INSTREX 14
A Marinha realiza, no período de 24 de Março a 4 de Abril, o exercício naval INSTREX 14. Participam neste exercício sete navios de superfície, um submarino, dois tipos diferentes de aeronaves da Força Aérea Portuguesa e forças de Mergulhadores e Fuzileiros embarcadas, envolvendo um total de cerca de 900 militares
Para o comando e controlo dos meios envolvidos, embarca o Comandante e o Estado-Maior da Força Naval Portuguesa.
O INSTREX 14 tem como objectivo geral proporcionar treino às unidades participantes a fim de manter e melhorar os padrões de prontidão operacional estabelecidos, habilitando-as para o cumprimento das missões específicas e a sua integração em forças navais. Visa também desenvolver as capacidades da força naval portuguesa e do estado-maior embarcado em operações navais, com ênfase na condução de operações de segurança marítima. Paralelamente, colabora com o Plano de Treino Básico (PTB) do NRP D. Francisco de Almeida e apoia o curso de especialização de oficiais de acção táctica, nomeadamente na sua componente prática. O exercício iniciou com uma fase de treino preparatória, com os navios atracados na Base Naval de Lisboa, de 24 a 27 de Março, e uma fase de mar, na costa oeste de Portugal Continental, que começou a 30 de Março.
A Força Naval Portuguesa é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra Croca Favinha e constitui-se como a Componente Naval da Força de Reacção Imediata (FRI) portuguesa.
O exercício INSTREX 14 é realizado sob o comando do Vice-almirante Monteiro Montenegro, Comandante Naval. (Fonte: MGP)
O INSTREX 14 tem como objectivo geral proporcionar treino às unidades participantes a fim de manter e melhorar os padrões de prontidão operacional estabelecidos, habilitando-as para o cumprimento das missões específicas e a sua integração em forças navais. Visa também desenvolver as capacidades da força naval portuguesa e do estado-maior embarcado em operações navais, com ênfase na condução de operações de segurança marítima. Paralelamente, colabora com o Plano de Treino Básico (PTB) do NRP D. Francisco de Almeida e apoia o curso de especialização de oficiais de acção táctica, nomeadamente na sua componente prática. O exercício iniciou com uma fase de treino preparatória, com os navios atracados na Base Naval de Lisboa, de 24 a 27 de Março, e uma fase de mar, na costa oeste de Portugal Continental, que começou a 30 de Março.
A Força Naval Portuguesa é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra Croca Favinha e constitui-se como a Componente Naval da Força de Reacção Imediata (FRI) portuguesa.
O exercício INSTREX 14 é realizado sob o comando do Vice-almirante Monteiro Montenegro, Comandante Naval. (Fonte: MGP)
1 de maio de 2013
Exercício Naval INSTREX 01-13 (Vídeo)
A Marinha realizou, no período de 03 a 16 de Abril, o exercício naval INSTREX 01-13. Participaram neste exercício dez navios de superfície, dois submarinos, três tipos diferentes de aeronaves da Força Aérea Portuguesa, forças de mergulhadores e fuzileiros embarcadas, envolvendo um total de cerca de 1300 militares.
O INSTREX 01-13 tem como objectivo geral proporcionar treino às unidades participantes, a fim de manter e melhorar os padrões de prontidão operacional estabelecidos, habilitando-as para o cumprimento das missões específicas e sua integração em forças navais. Visa também desenvolver as capacidades da força naval portuguesa e estado-maior embarcado em operações navais, com ênfase na condução de operações de segurança marítima. É composto por uma fase de treino preparatória, com os navios atracados, de 03 a 05 de Abril, e uma fase de mar, na costa oeste de Portugal Continental, que irá iniciar-se a 08 de Abril.
A Força Naval Portuguesa é comandada pelo Capitão-de-mar-e-guerra Croca Favinha e constitui-se como a Componente Naval da Força de Reacção Imediata (FRI) portuguesa.
Para o comando e controlo dos meios envolvidos, embarcou o Comandante e Estado-Maior da Força Naval Portuguesa, que utiliza a rede de comunicações e informação do Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), de tecnologia e configuração nacional, e que liga os três ramos das Forças Armadas.
O exercício INSTREX 01-13 é realizado sob o comando do Vice-Almirante Monteiro Montenegro, Comandante Naval. (M.G.P)
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