(MGP)O navio de patrulha oceânico Viana do Castelo atracou ontem, dia 30 de Setembro, na Base Naval de Lisboa, após um intenso período durante o qual navegou cerca de 5.800 milhas náuticas, realizando acções de monitorização a navios de pesca numa área com cerca de 2.700.000 Km2, em águas internacionais no Atlântico Noroeste, denominada por área da convenção North Atlantic Fishing Organization (NAFO).
Para esta missão, realizada ao longo de todo o mês de Setembro, o navio contou com uma guarnição de 46 militares, à qual acresce quatro inspectores, sendo dois inspectores de pescas da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), um inspetor de pesca da entidade homóloga da Estónia e um coordenador da Agência Europeia de Controlo de Pescas (EFCA).
Ao longo dos anos, a Marinha Portuguesa tem empenhado meios navais para o desenvolvimento da actividade de monitorização da pesca na área NAFO, com inspectores comunitários e da DGRM, garantindo os compromissos assumidos por Portugal, naquela área do globo.
A participação dos navios da Marinha Portuguesa nesta parceria contribui para a protecção do ecossistema marinho e, consequentemente para a salvaguarda de um desenvolvimento económico sustentável. Desta forma, a Marinha contribui para a redução do impacto ambiental negativo que a pesca abusiva acarreta, numa região que hoje se constitui como importante fonte de alimento mundial – o fundo do mar dos Grandes Bancos da Terra Nova.
O navio realizou uma paragem logística em St. John's, um porto cuja história é indissociável das
campanhas da frota portuguesa de pesca à linha do bacalhau no mar da Terra Nova e na Gronelândia. Foi, até ao início dos anos 70, abrigo para milhares de pescadores portugueses, e paragem obrigatória para o reabastecimento de isco fresco, mantimentos, água e combustível. A visita a St. John's revestiu-se de significado especial, pela carga emocional e relevância histórica da ligação desta terra longínqua a Portugal.
A missão foi concluída com a consciência de que a Marinha, através do NRP Viana do Castelo, patrulhou e apoiou a fiscalização nos Grandes Bancos da Terra Nova, dando também um contributo positivo e determinante para reforçar os laços existentes entre Newfoundland and Labrador e Portugal, assim como, manter viva a memória dos pescadores da “Portuguese White Fleet", cuja existência constitui parte significativa da nossa história.
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1 de outubro de 2019
18 de setembro de 2019
Navio patrulha oceânico Setúbal inicia missão nos Açores
(MGP)O navio patrulha oceânico Setúbal inicia amanhã, dia 18 de Setembro, a sua missão nos Açores, para guarnecer o dispositivo naval daquele arquipélago até ao dia 29 de Dezembro.
O NRP Setúbal tem por objectivo guarnecer o dispositivo naval nos Açores, desenvolvendo tarefas específicas no âmbito da busca e salvamento marítimo, da monitorização e controlo da pesca e da navegação, da prevenção e combate à poluição marinha e na prevenção e combate a actividades ilegais, como o narcotráfico.
Para além das tarefas acima referidas, o navio poderá ser empregue em operações militares e está capacitado para dar apoio humanitário na sequência de desastre naturais, tendo um importante papel no apoio à estrutura da Protecção Civil dos Açores
O NRP Setúbal tem por objectivo guarnecer o dispositivo naval nos Açores, desenvolvendo tarefas específicas no âmbito da busca e salvamento marítimo, da monitorização e controlo da pesca e da navegação, da prevenção e combate à poluição marinha e na prevenção e combate a actividades ilegais, como o narcotráfico.
Para além das tarefas acima referidas, o navio poderá ser empregue em operações militares e está capacitado para dar apoio humanitário na sequência de desastre naturais, tendo um importante papel no apoio à estrutura da Protecção Civil dos Açores
31 de agosto de 2019
Marinha apoia Autoridade Nacional de Pesca no mar do Canadá
(MGP)Nesta missão, que surge no âmbito das funções da Marinha, nas áreas da vigilância, patrulha dos espaços marítimos e protecção de recursos naturais, decorre até ao dia 30 de Setembro. Estarão embarcados no navio da Marinha quatro inspectores, sendo um inspector de pesca da DGRM, dois inspectores de pesca da Estónia e um coordenador da Agência Europeia de Controlo de Pescas (EFCA).
As acções de vistorias das embarcações de pesca estendem-se por uma vasta área marítima, denominada por área NAFO (North Atlantic Fishing Organization), situada a Leste da Terra Nova-Canadá, onde o navio português irá navegar cerca de 650 horas, percorrendo aproximadamente 7.000 milhas, cerca de 13.000 km.
No decorrer da missão prevê-se a realização de uma paragem logísticaa no porto de St. John’s, Terra Nova. Um porto intrinsecamente ligado à história marítima das campanhas portuguesas da pesca do bacalhau, que ali também fizeram escala durante décadas.
Esta missão representa o contributo de Portugal para a preservação e exploração sustentada dos recursos de pesca existentes na área convencionada, salvaguardando o ecossistema marinho numa região do globo onde, para além de navios de pesca portugueses, pescam com frequência inúmeros navios de diferentes nacionalidades.
O NRP Viana do Castelo conta, para esta missão, com uma guarnição de 49 militares, complementada com a referida equipa de inspectores.
As acções de vistorias das embarcações de pesca estendem-se por uma vasta área marítima, denominada por área NAFO (North Atlantic Fishing Organization), situada a Leste da Terra Nova-Canadá, onde o navio português irá navegar cerca de 650 horas, percorrendo aproximadamente 7.000 milhas, cerca de 13.000 km.
No decorrer da missão prevê-se a realização de uma paragem logísticaa no porto de St. John’s, Terra Nova. Um porto intrinsecamente ligado à história marítima das campanhas portuguesas da pesca do bacalhau, que ali também fizeram escala durante décadas.
Esta missão representa o contributo de Portugal para a preservação e exploração sustentada dos recursos de pesca existentes na área convencionada, salvaguardando o ecossistema marinho numa região do globo onde, para além de navios de pesca portugueses, pescam com frequência inúmeros navios de diferentes nacionalidades.
O NRP Viana do Castelo conta, para esta missão, com uma guarnição de 49 militares, complementada com a referida equipa de inspectores.
6 de junho de 2019
Navio da Marinha abre a visitas este sábado em Angra do Heroísmo
(MGP)O Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo vai estar aberto a visitas no próximo sábado, dia 8 de Junho, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.
O NRP Viana do Castelo é um navio patrulha oceânico e foi construído em Portugal, nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. É o primeiro navio, dos actuais quatro, da classe “Viana do Castelo” e foi entregue à Marinha no dia 30 de Dezembro de 2010.
12 de abril de 2019
Força naval portuguesa termina treino de resposta a cenários de crises
(MGP)A Força Naval Portuguesa envolveu cerca de 500 militares, integrando a fragata NRP Corte-Real (navio chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata RNM Sultan M. Ismail da Marinha Real de Marrocos. A sua actividade foi desenvolvida em águas nacionais, num cenário fictício de projecção para uma região assolada por elevada instabilidade social e política, cumprindo com uma determinação da comunidade internacional, e tendo como principal missão garantir a resposta rápida e eficaz em cenário de crise.
Durante cinco dias foi realizado um diversificado conjunto de exercícios desde as áreas convencionais (guerra de superfície, guerra antissubmarina e guerra anti-aérea), defesa contra ameaça assimétrica, operações de interdição marítima e embargo, exercícios de artilharia e exercícios de reabastecimento.
Com maior especificidade, foi realizado um desembarque anfíbio, projectando do mar para terra, uma força de fuzileiros com o objectivo de controlar um porto considerado essencial para a condução das operações, e, destaca-se ainda a concretização de uma abordagem e inspecção ao navio mercante Daytona, que, tendo colaborado no contexto deste exercício, permitiu uma oportunidade única de treino deste tipo de operação.
Acompanhando o desenvolvimento das ameaças que hoje se colocam nos teatros de operações, foram ainda realizados diversos exercícios de cyber defesa, testando a capacidade de reacção da força a ataques cibernéticos.
O principal objectivo estabelecido para o exercício INSTREX19/ALCANTARA19 foi o treino de operações litorais em grupo-tarefa promovendo as relações bilaterais com a Marinha Real de Marrocos e o United States Marine Corps. Considera-se que o objectivo foi amplamente atingido.
Durante cinco dias foi realizado um diversificado conjunto de exercícios desde as áreas convencionais (guerra de superfície, guerra antissubmarina e guerra anti-aérea), defesa contra ameaça assimétrica, operações de interdição marítima e embargo, exercícios de artilharia e exercícios de reabastecimento.
Com maior especificidade, foi realizado um desembarque anfíbio, projectando do mar para terra, uma força de fuzileiros com o objectivo de controlar um porto considerado essencial para a condução das operações, e, destaca-se ainda a concretização de uma abordagem e inspecção ao navio mercante Daytona, que, tendo colaborado no contexto deste exercício, permitiu uma oportunidade única de treino deste tipo de operação.
Acompanhando o desenvolvimento das ameaças que hoje se colocam nos teatros de operações, foram ainda realizados diversos exercícios de cyber defesa, testando a capacidade de reacção da força a ataques cibernéticos.
O principal objectivo estabelecido para o exercício INSTREX19/ALCANTARA19 foi o treino de operações litorais em grupo-tarefa promovendo as relações bilaterais com a Marinha Real de Marrocos e o United States Marine Corps. Considera-se que o objectivo foi amplamente atingido.
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9 de abril de 2019
Marinha treina cenários de instabilidade e insegurança
(MGP)O INSTREX19 é conduzido segundo um cenário de crise regional que requer a intervenção de uma força-tarefa multinacional para a realização de uma operação destinada a contribuir para a segurança, estabilidade e paz da região, ao abrigo de um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A Força Naval Portuguesa integra diversos meios da esquadra, nomeadamente, a fragata NRP Corte-Real (Navio-chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata Marroquina RNM Sultan M. Ismail.
A bordo do navio-chefe estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra João Paulo Silva Pereira, e respectivo Estado-Maior.
Os referidos meios irão operar com uma Força de Fuzileiros Nacional (Força de Desembarque), uma Força de Fuzileiros do U.S. Marine Corps, o Destacamento de Acções Especiais e diversas aeronaves da Força Aérea Portuguesa.
Sendo este o primeiro exercício naval de 2019, o INSTREX19/ALCANTARA19 permitirá desenvolver as competências do Estado-Maior da Força Naval Portuguesa para a condução de operações navais, o treino de operações anfíbias e operações especiais, e, a interoperabilidade com as Marinhas dos Estados Unidos e de Marrocos.
A Força Naval Portuguesa contará aproximadamente com 492 militares no teatro de operações.
A Força Naval Portuguesa integra diversos meios da esquadra, nomeadamente, a fragata NRP Corte-Real (Navio-chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata Marroquina RNM Sultan M. Ismail.
A bordo do navio-chefe estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra João Paulo Silva Pereira, e respectivo Estado-Maior.
Os referidos meios irão operar com uma Força de Fuzileiros Nacional (Força de Desembarque), uma Força de Fuzileiros do U.S. Marine Corps, o Destacamento de Acções Especiais e diversas aeronaves da Força Aérea Portuguesa.
Sendo este o primeiro exercício naval de 2019, o INSTREX19/ALCANTARA19 permitirá desenvolver as competências do Estado-Maior da Força Naval Portuguesa para a condução de operações navais, o treino de operações anfíbias e operações especiais, e, a interoperabilidade com as Marinhas dos Estados Unidos e de Marrocos.
A Força Naval Portuguesa contará aproximadamente com 492 militares no teatro de operações.
28 de setembro de 2018
Navio patrulha oceânico “Viana do Castelo” em missão no Golfo da Guiné
O navio patrulha oceânico da Marinha “Viana do Castelo”, encontra-se a cumprir uma missão (MAR ABERTO 2018) no âmbito da cooperação no domínio da Defesa e apoio à política externa do Estado. Visitou São Tomé e o Príncipe entre 22 e 26 de Setembro, onde desenvolveu acções no âmbito dos acordos de cooperação bilateral com as Forças Armadas, em matérias tão diversas como a segurança, a vigilância e a fiscalização marítima e o apoio médico.
Assume ainda especial importância o apoio logístico ao patrulha da Marinha portuguesa “Zaire”, em missão de longa duração no país desde Janeiro de 2018, no âmbito da capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe. Neste contexto, releva-se a acção de fiscalização conjunta com elementos da Guarda Costeira de São Tomé realizada pelo NRP Viana do Castelo com o NRP Zaire, enquadrada no âmbito do apoio que Portugal tem vindo a realizar na ajuda à capacitação das Marinhas e Guardas Costeiras dos países amigos na região do Golfo da Guiné, procurando, desta forma, ajudar a reforçar a segurança marítima e a proteção dos recursos marinhos nas respectivas áreas de soberania e jurisdição dos países visitados.
Na ilha do Príncipe, a equipa médica do navio prestou apoio no Hospital Dr. Manuel Quaresma Dias da Graça, da cidade de Santo António, onde teve um acolhimento muito significativo.
Foi igualmente entregue na secretaria regional para a acção social diverso material (roupas e brinquedos), recolhido voluntariamente por elementos da guarnição, e distribuído directamente no hospital a crianças internadas. Esta acção foi reconhecida pelo Presidente do Governo Regional do Príncipe.
A missão MAR ABERTO 2018 teve inicio em 20 de Agosto de 2018 e prevê um périplo de 10.000 milhas náuticas pela costa ocidental africana e Golfo da Guiné. O navio já visitou a República de Angola (Luanda) de 15 a 19 de Setembro, onde realizou um intenso programa de actividades de cooperação com as Forças Armadas de Angola, tendo previsto visitar ainda a Costa do Marfim (Abidjan) de 28 de Setembro a 1 de Outubro, e Cabo Verde (Praia) de 15 a 23 de Outubro, chegando a Lisboa no dia 29 de Outubro. (Emgfa)
Assume ainda especial importância o apoio logístico ao patrulha da Marinha portuguesa “Zaire”, em missão de longa duração no país desde Janeiro de 2018, no âmbito da capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe. Neste contexto, releva-se a acção de fiscalização conjunta com elementos da Guarda Costeira de São Tomé realizada pelo NRP Viana do Castelo com o NRP Zaire, enquadrada no âmbito do apoio que Portugal tem vindo a realizar na ajuda à capacitação das Marinhas e Guardas Costeiras dos países amigos na região do Golfo da Guiné, procurando, desta forma, ajudar a reforçar a segurança marítima e a proteção dos recursos marinhos nas respectivas áreas de soberania e jurisdição dos países visitados.
Na ilha do Príncipe, a equipa médica do navio prestou apoio no Hospital Dr. Manuel Quaresma Dias da Graça, da cidade de Santo António, onde teve um acolhimento muito significativo.
Foi igualmente entregue na secretaria regional para a acção social diverso material (roupas e brinquedos), recolhido voluntariamente por elementos da guarnição, e distribuído directamente no hospital a crianças internadas. Esta acção foi reconhecida pelo Presidente do Governo Regional do Príncipe.
A missão MAR ABERTO 2018 teve inicio em 20 de Agosto de 2018 e prevê um périplo de 10.000 milhas náuticas pela costa ocidental africana e Golfo da Guiné. O navio já visitou a República de Angola (Luanda) de 15 a 19 de Setembro, onde realizou um intenso programa de actividades de cooperação com as Forças Armadas de Angola, tendo previsto visitar ainda a Costa do Marfim (Abidjan) de 28 de Setembro a 1 de Outubro, e Cabo Verde (Praia) de 15 a 23 de Outubro, chegando a Lisboa no dia 29 de Outubro. (Emgfa)
17 de agosto de 2018
Navio da Marinha Portuguesa parte para missão no Golfo da Guiné
O navio patrulha oceânico da Marinha portuguesa, “Viana do Castelo”, larga na próxima segunda-feira, dia 20 de Agosto, da Base Naval de Lisboa, em direcção à costa ocidental africana, iniciando uma missão no âmbito da cooperação no domínio da Defesa, diplomacia naval e apoio à política externa do Estado, inserida na iniciativa MAR ABERTO 2018.
Nesta missão, que se prolongará até ao próximo dia 29 de Outubro, o navio navegará cerca de 10.000 milhas náuticas, visitando a República de Angola, a República Democrática de São Tomé e Príncipe, a República da Costa do Marfim e a República de Cabo-Verde.
Durante a permanência nos referidos países, o navio desenvolverá acções no âmbito dos acordos de cooperação bilateral com as Marinhas dos países amigos, em matérias tão diversas como a vigilância, patrulhamento marítimo e segurança marítima, bem como outras acções de apoio à política externa do Estado e a promoção da indústria da base tecnológica de Defesa Nacional junto dos países visitados.
Actualmente, o navio tem embarcado 53 militares, incluindo o Comandante da Unidade de Tarefa - capitão-de-mar-e-guerra Noronha Bragança, a Comandante do navio, capitão-tenente Vânia Filipa Carvalho, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
A missão do navio à costa ocidental africana vai permitir efectuar o transporte de diverso material em apoio a entidades e organismos sediados nesses países, iniciando com uma escala em São Tomé e Príncipe, onde assume especial importância o apoio logístico ao navio patrulha “Zaire” que se encontra em missão de longa duração desde 3 de Janeiro de 2018, no âmbito da capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe. (Emgfa)
Nesta missão, que se prolongará até ao próximo dia 29 de Outubro, o navio navegará cerca de 10.000 milhas náuticas, visitando a República de Angola, a República Democrática de São Tomé e Príncipe, a República da Costa do Marfim e a República de Cabo-Verde.
Durante a permanência nos referidos países, o navio desenvolverá acções no âmbito dos acordos de cooperação bilateral com as Marinhas dos países amigos, em matérias tão diversas como a vigilância, patrulhamento marítimo e segurança marítima, bem como outras acções de apoio à política externa do Estado e a promoção da indústria da base tecnológica de Defesa Nacional junto dos países visitados.
Actualmente, o navio tem embarcado 53 militares, incluindo o Comandante da Unidade de Tarefa - capitão-de-mar-e-guerra Noronha Bragança, a Comandante do navio, capitão-tenente Vânia Filipa Carvalho, uma equipa de fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma equipa médica.
A missão do navio à costa ocidental africana vai permitir efectuar o transporte de diverso material em apoio a entidades e organismos sediados nesses países, iniciando com uma escala em São Tomé e Príncipe, onde assume especial importância o apoio logístico ao navio patrulha “Zaire” que se encontra em missão de longa duração desde 3 de Janeiro de 2018, no âmbito da capacitação da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe. (Emgfa)
22 de julho de 2018
Navios da Marinha já fiscalizaram cerca de 24 mil milhas náuticas nos Açores em 2018
O Comando da Zona Marítima dos Açores anunciou este domingo que "os navios da Marinha" em missão na Região já percorreram desde o início de 2018 cerca de 24 mil milhas náuticas, o equivalente a 45 mil quilómetros, da Zona Económica Exclusiva (ZEE) dos Açores.
Segundo um comunicado enviado à agência Lusa, os navios da Marinha em missão nos Açores efectuaram desde o início deste ano "48 acções de patrulha e vigilância" que resultaram na identificação de 19 embarcações "em presumível infracção", registando-se um aumento de 12% em relação ao ano passado.
Ao longo dos primeiros seis meses deste ano, as acções nas "áreas adjacentes e protegidas sob a responsabilidade do Estado Português", feitas pelo navio patrulha oceânico Viana do Castelo, a corveta António Enes e o Navio Patrulha Tejo, direccionaram-se sobretudo para a pesca ilegal.
"As acções de patrulha e vigilância dos espaços marítimos tiveram especial enfoque na detecção de embarcações a operar de forma ilegal nas águas portuguesas e em zonas de pesca interdita, nomeadamente nos limites da ZEE, entre as 100 e 200 milhas náuticas, destacando-se as áreas de pesca proibidas nos Bancos Condor e as reservas naturais dos ilhéus das Formigas e Banco D. João de Castro, as áreas dos Banco dos Açores e do Banco Princesa Alice", lê-se no comunicado.
Além da vertente de fiscalização, a Marinha destaca, no mesmo comunicado, que estas acções serviram ainda para alertar "a comunidade piscatória" para a importância de "ter a bordo meios de salvamento adequados e operacionais, a preservação do meio marinho e das espécies, e para o flagelo do lixo e plásticos no mar". (CM)
Segundo um comunicado enviado à agência Lusa, os navios da Marinha em missão nos Açores efectuaram desde o início deste ano "48 acções de patrulha e vigilância" que resultaram na identificação de 19 embarcações "em presumível infracção", registando-se um aumento de 12% em relação ao ano passado.
Ao longo dos primeiros seis meses deste ano, as acções nas "áreas adjacentes e protegidas sob a responsabilidade do Estado Português", feitas pelo navio patrulha oceânico Viana do Castelo, a corveta António Enes e o Navio Patrulha Tejo, direccionaram-se sobretudo para a pesca ilegal.
"As acções de patrulha e vigilância dos espaços marítimos tiveram especial enfoque na detecção de embarcações a operar de forma ilegal nas águas portuguesas e em zonas de pesca interdita, nomeadamente nos limites da ZEE, entre as 100 e 200 milhas náuticas, destacando-se as áreas de pesca proibidas nos Bancos Condor e as reservas naturais dos ilhéus das Formigas e Banco D. João de Castro, as áreas dos Banco dos Açores e do Banco Princesa Alice", lê-se no comunicado.
Além da vertente de fiscalização, a Marinha destaca, no mesmo comunicado, que estas acções serviram ainda para alertar "a comunidade piscatória" para a importância de "ter a bordo meios de salvamento adequados e operacionais, a preservação do meio marinho e das espécies, e para o flagelo do lixo e plásticos no mar". (CM)
21 de maio de 2018
Navio da Marinha termina missão europeia
O navio patrulha oceânico "Viana do Castelo", da Marinha portuguesa, regressa hoje a Lisboa, após 27 dias de integração na força marítima Europeia (EUROMARFOR), activada para os exercícios internacionais SPANISH MINEX 18, em Espanha, e MARE APERTO 18, em Itália.
Portugal assume o comando desta força marítima internacional, exercido com base na rotatividade pelos estados que contribuem para esta força, no biénio 2017/2019.
Durante o período de atribuição à EUROMARFOR, o NRP "Viana do Castelo" interagiu com 54 unidades navais, incluindo 3 submarinos, 1 porta-aviões, 1 porta-helicópteros, 2 navios anfíbios e 3 reabastecedores. No total, o navio navegou mais de meio milhar de horas e percorreu mais de 4000 milhas náuticas, numa área compreendida entre o Estreito de Gibraltar e a Ilha da Sicília.
O SPANISH MINEX é um exercício organizado pela Armada espanhola, que ocorre todos os anos, cujo objectivo é pôr em prática os procedimentos comuns para a defesa de portos e ancoradouros contra a ameaça de minas navais.
O MARE APERTO 2018 é exercício italiano que tem como objectivo treinar navios, submarinos e meios aéreos na participação em Operações de Estabilização, nas quais se incluem operações anfíbias e operações de interdição marítima, de modo a aumentar as capacidades de combate e de interoperabilidade entre as nações participantes.
Pelo navio passaram ainda elementos do estado-maior internacional da EUROMARFOR, duas equipas do pelotão de abordagem dos Fuzileiros, o destacamento dos mergulhadores sapadores de guerra de minas e uma equipa médica, que muito contribuíram para uma missão concluída com sucesso.(Emgfa)
Portugal assume o comando desta força marítima internacional, exercido com base na rotatividade pelos estados que contribuem para esta força, no biénio 2017/2019.
Durante o período de atribuição à EUROMARFOR, o NRP "Viana do Castelo" interagiu com 54 unidades navais, incluindo 3 submarinos, 1 porta-aviões, 1 porta-helicópteros, 2 navios anfíbios e 3 reabastecedores. No total, o navio navegou mais de meio milhar de horas e percorreu mais de 4000 milhas náuticas, numa área compreendida entre o Estreito de Gibraltar e a Ilha da Sicília.
O SPANISH MINEX é um exercício organizado pela Armada espanhola, que ocorre todos os anos, cujo objectivo é pôr em prática os procedimentos comuns para a defesa de portos e ancoradouros contra a ameaça de minas navais.
O MARE APERTO 2018 é exercício italiano que tem como objectivo treinar navios, submarinos e meios aéreos na participação em Operações de Estabilização, nas quais se incluem operações anfíbias e operações de interdição marítima, de modo a aumentar as capacidades de combate e de interoperabilidade entre as nações participantes.
Pelo navio passaram ainda elementos do estado-maior internacional da EUROMARFOR, duas equipas do pelotão de abordagem dos Fuzileiros, o destacamento dos mergulhadores sapadores de guerra de minas e uma equipa médica, que muito contribuíram para uma missão concluída com sucesso.(Emgfa)
11 de maio de 2018
Militares portugueses vão participar no maior exercício internacional da Marinha Italiana
Após terminar o exercício internacional de manutenção de capacidades de guerra de minas em cenários de crise (SPANISH MINEX 2018), em Valência, Espanha, o navio patrulha oceânico da Marinha Portuguesa “Viana do Castelo”, larga hoje, dia 11 de Maio, rumo à ilha da Sicília, em Itália, para participar no maior exercício da Marinha Italiana – MARE APERTO 2018, no qual participam mais de 40 unidades navais e 5.000 militares.
Este exercício tem como objectivo treinar navios, submarinos e meios aéreos na participação em operações de estabilização, nas quais se incluem operações anfíbias e operações de interdição marítima, de modo a aumentar as capacidades de combate e de interoperabilidade entre as nações participantes.
O MARE APERTO18 desenvolve-se em ambiente marítimo, aéreo e terrestre, estando presentes 42 unidades navais, incluindo 3 submarinos, 1 porta-aviões, 1 porta-helicópteros, 2 navios anfíbios e 3 navios reabastecedores.
O NRP Viana do Castelo integrará, depois do SPANISH MINEX 2018, uma força-tarefa marítima Europeia, EUROMARFOR, activada para este exercício, constituída por meios de Espanha, França, Itália e Portugal. Portugal assume o comando desta força marítima internacional, exercido com base na rotatividade pelos estados que contribuem para esta força, no biénio 2018/2019.
Nesta missão, o NRP Viana do Castelo passará a ter uma guarnição composta por 61 militares e possui diversas valências, como sejam duas equipas do Pelotão de Abordagem dos Fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma médica. (emgfa)
Este exercício tem como objectivo treinar navios, submarinos e meios aéreos na participação em operações de estabilização, nas quais se incluem operações anfíbias e operações de interdição marítima, de modo a aumentar as capacidades de combate e de interoperabilidade entre as nações participantes.
O MARE APERTO18 desenvolve-se em ambiente marítimo, aéreo e terrestre, estando presentes 42 unidades navais, incluindo 3 submarinos, 1 porta-aviões, 1 porta-helicópteros, 2 navios anfíbios e 3 navios reabastecedores.
O NRP Viana do Castelo integrará, depois do SPANISH MINEX 2018, uma força-tarefa marítima Europeia, EUROMARFOR, activada para este exercício, constituída por meios de Espanha, França, Itália e Portugal. Portugal assume o comando desta força marítima internacional, exercido com base na rotatividade pelos estados que contribuem para esta força, no biénio 2018/2019.
Nesta missão, o NRP Viana do Castelo passará a ter uma guarnição composta por 61 militares e possui diversas valências, como sejam duas equipas do Pelotão de Abordagem dos Fuzileiros, uma equipa de mergulhadores e uma médica. (emgfa)
27 de abril de 2018
Marinha vai liderar força naval europeia em treino de guerra de minas no Mediterrâneo
O navio patrulha oceânico da Marinha Portuguesa Viana do Castelo largou ontem de Lisboa com destino a ilha de Menorca (Espanha), para participar no exercício internacional de manutenção de capacidades de guerra de minas em cenários de crise.
O SPANISH MINEX 18 é um exercício anual organizado pela Marinha espanhola, cujo objectivo é pôr em prática os procedimentos comuns para a defesa de portos contra a ameaça de minas e providenciar segurança aos navios mercantes. Decorre no mediterrâneo Oeste no período de 30 de Abril a 10 de maio.
Este navio da Marinha Portuguesa assumirá as funções de navio chefe de uma força-tarefa naval Europeia, EUROMARFOR, activada para este exercício, constituída por meios navais de Espanha, França, Itália e Portugal, com o seu estado-maior e comandante embarcados.
Portugal assume o comando desta força naval internacional, a EUROMARFOR, no biénio 2018/2019.
A EUROMARFOR, constituída pelas quatro nações simbolizadas, é uma força naval multinacional, não permanente, que pode, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em vários tipos de missões, nomeadamente missões humanitárias e de salvamento, manutenção da paz, de combate em gestão de crises e restabelecimento da paz.
A missão de cada participante é manter as águas livres da ameaça de minas, harmonizando procedimentos e incrementando o grau de interoperabilidade com as restantes marinhas aliadas. As minas usadas neste exercício internacional são simuladas por dispositivos submarinos inertes amigos do ambiente que serão recolhidos quando a missão terminar.
Para além de Portugal participam neste exercício meios navais de Espanha, França, Itália, Turquia, Reino Unido, Grécia, Bélgica, EUA e elementos do centro de investigação, experimentação e desenvolvimento marítimo da NATO, Centre for Maritime Research and Experimentatation (CMRE). Portugal, para além do NRP Viana do Castelo, empenha ainda militares da Marinha do Destacamento de Guerra de Minas com veículos autónomos subaquáticos. (Emgfa)
O SPANISH MINEX 18 é um exercício anual organizado pela Marinha espanhola, cujo objectivo é pôr em prática os procedimentos comuns para a defesa de portos contra a ameaça de minas e providenciar segurança aos navios mercantes. Decorre no mediterrâneo Oeste no período de 30 de Abril a 10 de maio.
Este navio da Marinha Portuguesa assumirá as funções de navio chefe de uma força-tarefa naval Europeia, EUROMARFOR, activada para este exercício, constituída por meios navais de Espanha, França, Itália e Portugal, com o seu estado-maior e comandante embarcados.
Portugal assume o comando desta força naval internacional, a EUROMARFOR, no biénio 2018/2019.
A EUROMARFOR, constituída pelas quatro nações simbolizadas, é uma força naval multinacional, não permanente, que pode, num curto espaço de tempo, constituir-se como uma força pronta para actuar e ser empregue em vários tipos de missões, nomeadamente missões humanitárias e de salvamento, manutenção da paz, de combate em gestão de crises e restabelecimento da paz.
A missão de cada participante é manter as águas livres da ameaça de minas, harmonizando procedimentos e incrementando o grau de interoperabilidade com as restantes marinhas aliadas. As minas usadas neste exercício internacional são simuladas por dispositivos submarinos inertes amigos do ambiente que serão recolhidos quando a missão terminar.
Para além de Portugal participam neste exercício meios navais de Espanha, França, Itália, Turquia, Reino Unido, Grécia, Bélgica, EUA e elementos do centro de investigação, experimentação e desenvolvimento marítimo da NATO, Centre for Maritime Research and Experimentatation (CMRE). Portugal, para além do NRP Viana do Castelo, empenha ainda militares da Marinha do Destacamento de Guerra de Minas com veículos autónomos subaquáticos. (Emgfa)
6 de abril de 2018
NRP VIANA DO CASTELO TERMINA MISSÃO NOS AÇORES
O navio patrulha oceânico Viana do Castelo termina hoje, 6 de Abril, a missão na Região Autónoma dos Açores, que tinha iniciado dia 26 de Dezembro. Durante este período o navio assegurou o dispositivo naval padrão da Marinha nos Açores, garantindo, durante este período, o cumprimento de várias missões. Em especial a resposta a incidentes no âmbito da busca e salvamento marítimo, em apoio ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada.
Mesmo no período de inverno, que normalmente é extremamente rigoroso na Região Autónoma, o NRP Viana do Castelo navegou mais de 1100 horas e percorreu 11415 milhas náuticas. Neste período, realizou 30 acções de controlo da actividade da pesca, executou ainda exercícios conjuntos com o Exército e com o helicóptero EH-101 da Força Aérea Portuguesa (FAP), a operar na região, bem como operações conjuntas de vigilância marítima com a aeronave C-295 da FAP. Foram também realizados dois exercícios de combate a incêndios nos portos de Praia da Vitória e Ponta Delgada em colaboração com os bombeiros voluntários da Praia da Vitória e de Ponta Delgada.(MGP)
20 de janeiro de 2018
“VIANA DO CASTELO” PERCORREU 1340 MILHAS DURANTE MISSÃO DE VIGILÂNCIA E PATRULHA NOS AÇORES
O navio patrulha oceânico “Viana do Castelo”, no decorrer da sua actividade operacional no período de 15 a 17 de Janeiro, realizou mais uma intensa missão de vigilância e patrulha das actividades marítimas entre as 100 e as 200 milhas, na Região Autónoma dos Açores.
Nesta operação esteve envolvida a Marinha, através do empenhamento do NRP Viana do Castelo e a sala de operações do Comando da Zona Marítima dos Açores, em estreita ligação com a Autoridade Marítima, que forneceu em tempo real ao navio todo o panorama da presença de navios na área da missão.
A missão desenvolvida na ZEE dos Açores teve como objectivo principal impedir actividade de pesca ilegal, com o intuito de garantir a preservação das espécies e habitats presentes, bem como a monitorização da navegação mercante. Assim, as fiscalizações marítimas incidiram no cumprimento dos regulamentos para o exercício da pesca de palangre de superfície.
Foram verificados os documentos, nomeadamente as licenças de pesca e autorizações para pescarem na ZEE dos Açores. As equipas de fiscalização observaram os porões onde é guardado o pescado para verificação das espécies e quantidades de pescado capturado. Nas embarcações fiscalizadas constatou-se a existência de grandes quantidades de pescado, designadamente tintureiras, espadarte, tubarão anequim e alguns atuns.
Analisada toda a documentação e verificadas as quantidades e espécies pescadas, verificou-se que à luz da legislação comunitária que regula a pesca por parte das embarcações comunitárias na ZEE, as embarcações espanholas estavam em situação legal, pelo que continuaram em faina. A bordo das embarcações nacionais foram adoptados os mesmos procedimentos à luz da legislação nacional.
Durante a missão foram percorridas 1340 milhas náuticas, tendo sido detectadas três embarcações de nacionalidade espanhola, duas embarcações do continente e duas embarcações da Região a operarem entre as 150 e as 180 milhas a sul da Ilha do Faial, devidamente autorizadas.
Este tipo de operações são fundamentais para o garante da sustentabilidade dos recursos existentes na Zona Económica Exclusiva sob jurisdição nacional, bem como para a proteção dos interesses no mar, designadamente em áreas longe de costa. (MGP)
Nesta operação esteve envolvida a Marinha, através do empenhamento do NRP Viana do Castelo e a sala de operações do Comando da Zona Marítima dos Açores, em estreita ligação com a Autoridade Marítima, que forneceu em tempo real ao navio todo o panorama da presença de navios na área da missão.
A missão desenvolvida na ZEE dos Açores teve como objectivo principal impedir actividade de pesca ilegal, com o intuito de garantir a preservação das espécies e habitats presentes, bem como a monitorização da navegação mercante. Assim, as fiscalizações marítimas incidiram no cumprimento dos regulamentos para o exercício da pesca de palangre de superfície.
Foram verificados os documentos, nomeadamente as licenças de pesca e autorizações para pescarem na ZEE dos Açores. As equipas de fiscalização observaram os porões onde é guardado o pescado para verificação das espécies e quantidades de pescado capturado. Nas embarcações fiscalizadas constatou-se a existência de grandes quantidades de pescado, designadamente tintureiras, espadarte, tubarão anequim e alguns atuns.
Analisada toda a documentação e verificadas as quantidades e espécies pescadas, verificou-se que à luz da legislação comunitária que regula a pesca por parte das embarcações comunitárias na ZEE, as embarcações espanholas estavam em situação legal, pelo que continuaram em faina. A bordo das embarcações nacionais foram adoptados os mesmos procedimentos à luz da legislação nacional.
Durante a missão foram percorridas 1340 milhas náuticas, tendo sido detectadas três embarcações de nacionalidade espanhola, duas embarcações do continente e duas embarcações da Região a operarem entre as 150 e as 180 milhas a sul da Ilha do Faial, devidamente autorizadas.
Este tipo de operações são fundamentais para o garante da sustentabilidade dos recursos existentes na Zona Económica Exclusiva sob jurisdição nacional, bem como para a proteção dos interesses no mar, designadamente em áreas longe de costa. (MGP)
3 de janeiro de 2018
PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTA DELGADA VISITA O NRP VIANA DO CASTELO
O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Dr. José Manuel Bolieiro, visitou o NRP Viana do Castelo no dia 3 de Janeiro de 2018, tendo sido recebido pelo Comandante da Zona Marítima dos Açores, comodoro Valentim Rodrigues, e pelo Comandante do navio, capitão-tenente João Paulo Galocha, a quem endereçou os melhores cumprimentos de boas vindas à cidade, manifestando também o ensejo de que se prossigam os laços de cooperação já existentes e desejou as maiores felicidades ao Comandante e Guarnição do navio na sua missão na Região Autónoma dos Açores. (MGP)
30 de dezembro de 2017
NAVIO PATRULHA DA MARINHA ‘VIANA DO CASTELO’ EM MISSÃO NOS AÇORES
O Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo chegou no dia 29 de Dezembro, a Ponta Delgada a fim de iniciar uma missão na Região Autónoma dos Açores com a duração de 3 meses substituindo, o seu irmão mais novo, o Patrulha Oceânico Figueira da Foz.
O navio no ano que finda esteve envolvido em missões na Região Autónoma dos Açores, no Canadá nas áreas da NAFO (Northwest Atlantic Fisheries Ornanization), no Continente em apoio aos Destacamentos de Mergulhadores Sapadores da Marinha na certificação de mergulho profundo, em França (Toulon) num exercício de terrorismo marítimo no mediterrâneo, em Itália na operação TRITON no âmbito da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira – FRONTEX, para o controlo e vigilância das fronteiras marítimas e combate ao crime transfronteiriço e está actualmente em comissão na Zona Marítima dos Açores até ao próximo dia 31 de Março.
Comprovando a sua qualidade e utilidade no emprego no mar, recebeu a Menção Honrosa do Prémio Defesa Nacional e Ambiente em 2014, assim como os últimos salvamentos realizados no mar mediterrâneo, no passado mês de Outubro, de 182 migrantes irregulares que se encontravam a bordo de embarcações de madeira em condições de navegabilidade deficiente.
A missão que se inicia, devido às suas responsabilidades, irá ser repleta de intensa actividade operacional no extenso Mar dos Açores. (MGP)
O navio no ano que finda esteve envolvido em missões na Região Autónoma dos Açores, no Canadá nas áreas da NAFO (Northwest Atlantic Fisheries Ornanization), no Continente em apoio aos Destacamentos de Mergulhadores Sapadores da Marinha na certificação de mergulho profundo, em França (Toulon) num exercício de terrorismo marítimo no mediterrâneo, em Itália na operação TRITON no âmbito da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira – FRONTEX, para o controlo e vigilância das fronteiras marítimas e combate ao crime transfronteiriço e está actualmente em comissão na Zona Marítima dos Açores até ao próximo dia 31 de Março.
Comprovando a sua qualidade e utilidade no emprego no mar, recebeu a Menção Honrosa do Prémio Defesa Nacional e Ambiente em 2014, assim como os últimos salvamentos realizados no mar mediterrâneo, no passado mês de Outubro, de 182 migrantes irregulares que se encontravam a bordo de embarcações de madeira em condições de navegabilidade deficiente.
A missão que se inicia, devido às suas responsabilidades, irá ser repleta de intensa actividade operacional no extenso Mar dos Açores. (MGP)
10 de outubro de 2017
MARINHA EM MISSÃO INTERNACIONAL DE APOIO À AGÊNCIA FRONTEX
O navio patrulha oceânico da Marinha “Viana do Castelo” chega esta manhã a Itália, ao porto da Catânia, para iniciar a participação na operação internacional conjunta de segurança marítima no âmbito da Agência Europeia de Fronteiras e Guarda Costeira – FRONTEX, para o controlo e vigilância das fronteiras marítimas e combate ao crime transfronteiriço, estando igualmente preparado para efectuar salvamento em massa de migrantes náufragos. (MGP)
30 de setembro de 2017
MARINHA PORTUGUESA TREINA CENÁRIOS DE TERRORISMO MARÍTIMO
O grupo dos 5+5 é constituído pelos países magrebinos Mauritânia, Marrocos, Argélia, Líbia e Tunísia, e pelos países da bacia do Mediterrâneo, onde se inclui Portugal, Espanha, França, Itália e Malta.
No exercício anual dos 5+5, participam meios navais e aéreos da Argélia, Espanha, França, Itália, Malta, Marrocos e vários observadores internacionais. da Marinha e da Força Aérea daqueles países. Portugal participará com o Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo.
O exercício contempla cenários de terrorismo marítimo e de fluxos migratórios irregulares com origem nas alterações climáticas. Está igualmente previsto ser realizada a interceção de um navio mercante reportado como ligado a uma rede de crime transnacional com destino a um porto europeu bem como ações de cooperação internacional no âmbito da busca e salvamento no mar.
O objectivo do exercício passa por criar mecanismos de troca de informação e procedimentos de cooperação estimulando simultaneamente as relações de confiança entre as Marinhas e Forças Aéreas dos 10 países, por forma a melhorar a actuação conjunta e eficiente em operações internacionais de segurança marítima no mar Mediterrâneo.
Nesta missão o NRP Viana do Castelo embarca ainda uma equipa de abordagem dos Fuzileiros
No exercício anual dos 5+5, participam meios navais e aéreos da Argélia, Espanha, França, Itália, Malta, Marrocos e vários observadores internacionais. da Marinha e da Força Aérea daqueles países. Portugal participará com o Navio da República Portuguesa (NRP) Viana do Castelo.
O exercício contempla cenários de terrorismo marítimo e de fluxos migratórios irregulares com origem nas alterações climáticas. Está igualmente previsto ser realizada a interceção de um navio mercante reportado como ligado a uma rede de crime transnacional com destino a um porto europeu bem como ações de cooperação internacional no âmbito da busca e salvamento no mar.
O objectivo do exercício passa por criar mecanismos de troca de informação e procedimentos de cooperação estimulando simultaneamente as relações de confiança entre as Marinhas e Forças Aéreas dos 10 países, por forma a melhorar a actuação conjunta e eficiente em operações internacionais de segurança marítima no mar Mediterrâneo.
Nesta missão o NRP Viana do Castelo embarca ainda uma equipa de abordagem dos Fuzileiros
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18 de setembro de 2017
Mergulhadores Sapadores da Marinha em processo de certificação de mergulho profundo
O Navio Patrulha Oceânico Viana do Castelo vai apoiar os Destacamentos de Mergulhadores Sapadores da Marinha no processo de certificação de mergulho profundo, que se realizará ao largo de Sesimbra no período 18 a 22 de Setembro.
O Destacamento de Mergulhadores Sapadores N.º2 efectua certificação com equipamento de mergulho autónomo com circuito aberto, utilizando misturas enriquecidas com oxigénio (NITROX), até uma profundidade de 54m.
O Destacamento de Mergulhadores Sapadores N.º3, vocacionado para a guerra de minas, efectua certificação com equipamento de mergulho autónomo com circuito semi-fechado, designado por Carleton Viper Plus, utilizando misturas HELIOX, até uma profundidade de 81m.
O mergulho com misturas é utilizado em missões militares e não militares. Com a concretização da certificação, os mergulhadores ficam aptos a operar em profundidade para recuperar objectos, vistorias de estruturas submersas ou outros trabalhos subaquáticos em que seja necessária uma permanência prolongada a maiores profundidades. Permite também mergulhar para detectar, identificar e destruir minas, mas também para busca e salvamento de náufragos e colaboração em missões relacionadas com o combate ao narcotráfico, nomeadamente na recuperação de estupefacientes depositados no fundo do oceano.
A utilização de diferentes equipamentos e misturas respiratórias permite uma redução dos problemas associados à descompressão e um consequente aumento da segurança dos mergulhadores, aliado a um incremento dos tempos de permanência a maiores profundidades.
Nesta missão o NRP Viana do Castelo embarca ainda uma câmara hiperbárica e equipa médica especializada de forma a garantir a segurança de todos mergulhadores. Com a presença da câmara hiperbárica no local é ainda possível cumprir períodos prolongados de descompressão no seu interior, possibilitando uma maior segurança e conforto aos mergulhadores. (MGP)
O Destacamento de Mergulhadores Sapadores N.º2 efectua certificação com equipamento de mergulho autónomo com circuito aberto, utilizando misturas enriquecidas com oxigénio (NITROX), até uma profundidade de 54m.
O Destacamento de Mergulhadores Sapadores N.º3, vocacionado para a guerra de minas, efectua certificação com equipamento de mergulho autónomo com circuito semi-fechado, designado por Carleton Viper Plus, utilizando misturas HELIOX, até uma profundidade de 81m.
O mergulho com misturas é utilizado em missões militares e não militares. Com a concretização da certificação, os mergulhadores ficam aptos a operar em profundidade para recuperar objectos, vistorias de estruturas submersas ou outros trabalhos subaquáticos em que seja necessária uma permanência prolongada a maiores profundidades. Permite também mergulhar para detectar, identificar e destruir minas, mas também para busca e salvamento de náufragos e colaboração em missões relacionadas com o combate ao narcotráfico, nomeadamente na recuperação de estupefacientes depositados no fundo do oceano.
A utilização de diferentes equipamentos e misturas respiratórias permite uma redução dos problemas associados à descompressão e um consequente aumento da segurança dos mergulhadores, aliado a um incremento dos tempos de permanência a maiores profundidades.
Nesta missão o NRP Viana do Castelo embarca ainda uma câmara hiperbárica e equipa médica especializada de forma a garantir a segurança de todos mergulhadores. Com a presença da câmara hiperbárica no local é ainda possível cumprir períodos prolongados de descompressão no seu interior, possibilitando uma maior segurança e conforto aos mergulhadores. (MGP)
25 de agosto de 2017
NRP VIANA DO CASTELO REGRESSA A PORTUGAL
O NRP Viana do Castelo chega este sábado, dia 26 de Agosto, a Ponta Delgada, após ter largado de Lisboa no passado dia 1 de Agosto de forma apoiar a Autoridade Nacional da Pesca, numa missão de fiscalização da actividade da pesca nos Grandes Bancos do mar da Terra Nova.
Após vinte e três dias de mar, e navegando mais de 500 horas e percorrendo cerca de 6000 milhas, equivalente à distância em linha recta entre Lisboa e o Japão, o navio fará uma curta visita a Ponta Delgada de 26 a 27de agosto.
No período da missão, o NRP Viana do Castelo realizou uma intensa patrulha e vigilância na área Northwest Atlantic Fisheries Organization (NAFO) contribuindo para a proteção do ecossistema marinho e para mitigar a depredação dos recursos numa região que hoje se constitui como importante fonte de alimento mundial - o fundo do mar dos Grandes Bancos da Terra Nova.
Durante a missão o navio teve oportunidade de efectuar uma visita a St. John´s, Canadá, participando em actividades que contribuíram determinantemente para reforçar os laços existentes entre "Newfoundland and Labrador" e Portugal, assim como, manter viva a memória dos pescadores da "Portuguese White Fleet", cuja existência constitui parte significativa da nossa história. (MGP)
Após vinte e três dias de mar, e navegando mais de 500 horas e percorrendo cerca de 6000 milhas, equivalente à distância em linha recta entre Lisboa e o Japão, o navio fará uma curta visita a Ponta Delgada de 26 a 27de agosto.
No período da missão, o NRP Viana do Castelo realizou uma intensa patrulha e vigilância na área Northwest Atlantic Fisheries Organization (NAFO) contribuindo para a proteção do ecossistema marinho e para mitigar a depredação dos recursos numa região que hoje se constitui como importante fonte de alimento mundial - o fundo do mar dos Grandes Bancos da Terra Nova.
Durante a missão o navio teve oportunidade de efectuar uma visita a St. John´s, Canadá, participando em actividades que contribuíram determinantemente para reforçar os laços existentes entre "Newfoundland and Labrador" e Portugal, assim como, manter viva a memória dos pescadores da "Portuguese White Fleet", cuja existência constitui parte significativa da nossa história. (MGP)
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