A Esquadra de Manutenção de Material Aéreo (EMMA) da Base Aérea N.º 6, no Montijo, reparou recentemente um veículo de controlo remoto para inactivação de engenhos explosivos improvisados - o Wheelbarow Revolution, da empresa Inglesa Northrop Grumam, pertencente ao Centro de Treino de Sobrevivência da Força Aérea (CTSFA).
As estimativas iniciais para a reparação deste equipamento eram de 50 mil euros, pelo que foi proposto à EMMA o desafio de efectuar esse trabalho.
A difícil e complexa tarefa foi atribuída ao 1SAR MELECA Nuno Silva, com o apoio do 2SAR MELECA Diogo Esteves, que durante vários meses efectuaram uma extensa análise de todos sistemas que compõem o robot.
O robot apresentava vários problemas no LCD da consola e na câmara do braço.
A resolução dos problemas passou pela substituição do transformador responsável pela alimentação do LCD e pela modificação do esquema eléctrico de forma a adicionar um novo ponto de massa junto à câmara.
O custo dos equipamentos adquiridos para a reparação do robot ficou em cerca de 120 euros. (FAP)
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31 de dezembro de 2016
5 de julho de 2016
MARINHA TESTA ROBÓTICA NO “ROBOTICS EXERCISE 2016”
No âmbito das actividades e projectos de investigação do Centro de Investigação Naval (CINAV),encontra-se a decorrer o “Robotics Exercise 2016” (REX16), sendo já a quarta edição deste exercício anual.
O exercício esta semana, de 04 a 08 de Julho, decorre a bordo de um navio entre São Julião da Barra e Cascais. Na semana passada o REX realizou-se no Canal do Arsenal do Alfeite, no Rio Tejo.
Estes exercícios, que são promovidos pela Marinha através do Centro de Investigação Naval, visam testar e demonstrar tecnologias usadas em robótica e recolher dados para investigação científica nas áreas de interesse da Marinha.
Para além dos investigadores do CINAV o evento conta com a participação de outras entidades de referência, nomeadamente: do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores – Tecnologia e Ciência (INESC-TEC), Centro de Investigação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNINOVA) e TEKEVER.
Ainda associado ao exercício REX16, está a decorrer uma Escola de Verão subordinada ao tema “Introduction to advanced marine technologies”, que terá uma parte prática de mar em conjunto com o exercício. (MGP)
O exercício esta semana, de 04 a 08 de Julho, decorre a bordo de um navio entre São Julião da Barra e Cascais. Na semana passada o REX realizou-se no Canal do Arsenal do Alfeite, no Rio Tejo.
Estes exercícios, que são promovidos pela Marinha através do Centro de Investigação Naval, visam testar e demonstrar tecnologias usadas em robótica e recolher dados para investigação científica nas áreas de interesse da Marinha.
Para além dos investigadores do CINAV o evento conta com a participação de outras entidades de referência, nomeadamente: do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores – Tecnologia e Ciência (INESC-TEC), Centro de Investigação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (UNINOVA) e TEKEVER.
Ainda associado ao exercício REX16, está a decorrer uma Escola de Verão subordinada ao tema “Introduction to advanced marine technologies”, que terá uma parte prática de mar em conjunto com o exercício. (MGP)
26 de setembro de 2015
Exército dos EUA testou o seu primeiro cão robot
Os robots têm estado a ocupar lugares em funções que até agora estavam atribuídas a pessoas ou a outros veículos. Por norma têm funções bem definidas, mas as novas propostas começam a fazer deles máquinas muito úteis em diferentes cenários.
O exército Americano tem estado a desenvolver os seus robots e o Spot, o primeiro cão robot, começou agora os primeiros testes.
Estes novos robots que estão a chegar junto do exército conseguem aliviar muitas das tarefas que os soldados têm, permitindo também que estes possam estar mais protegidos.
Os primeiros testes com o Spot, o cão robot que os fuzileiros navais receberam da DARPA (Agência de Projectos de Pesquisa Avançada de Defesa), mostraram que este tem futuro garantido no exército.
As funções do Spot podem ser várias, desde o transporte de carga, que deixa de ser transportado pelo tropas, até à realização de missões de reconhecimento, que mais uma vez não precisam de ser feitas pelos soldados.
Este não é o primeiro robot que os fuzileiros testam, mas o Spot mostrou-se melhor por ser mais leve, mais silencioso, mais resistente e mais autónomo.
Tem ainda a capacidade de andar sobre vários tipos de terreno, pode ser controlada remotamente, via wireless, até um limite máximo de 500 metros do operador e tem a capacidade de identificar possíveis ameaças para os soldados.
Para já os testes com o Spot vão continuar, procurando torná-lo ainda melhor e mais adaptado a esta nova função.
O exército e em particular os fuzileiros querem aprimorar estas máquinas e fazer delas os companheiros ideais para os soldados, para os ajudar nas suas missões, protegendo-os contra todos os tipos de ameaças. (Sapo)
O exército Americano tem estado a desenvolver os seus robots e o Spot, o primeiro cão robot, começou agora os primeiros testes.
Estes novos robots que estão a chegar junto do exército conseguem aliviar muitas das tarefas que os soldados têm, permitindo também que estes possam estar mais protegidos.
Os primeiros testes com o Spot, o cão robot que os fuzileiros navais receberam da DARPA (Agência de Projectos de Pesquisa Avançada de Defesa), mostraram que este tem futuro garantido no exército.
As funções do Spot podem ser várias, desde o transporte de carga, que deixa de ser transportado pelo tropas, até à realização de missões de reconhecimento, que mais uma vez não precisam de ser feitas pelos soldados.
Este não é o primeiro robot que os fuzileiros testam, mas o Spot mostrou-se melhor por ser mais leve, mais silencioso, mais resistente e mais autónomo.
Tem ainda a capacidade de andar sobre vários tipos de terreno, pode ser controlada remotamente, via wireless, até um limite máximo de 500 metros do operador e tem a capacidade de identificar possíveis ameaças para os soldados.
Para já os testes com o Spot vão continuar, procurando torná-lo ainda melhor e mais adaptado a esta nova função.
O exército e em particular os fuzileiros querem aprimorar estas máquinas e fazer delas os companheiros ideais para os soldados, para os ajudar nas suas missões, protegendo-os contra todos os tipos de ameaças. (Sapo)
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