O Conselho Superior de Defesa Nacional reuniu-se sob a presidência do Presidente da República.
No final da reunião, que decorreu na Base Aérea N.º1, em Sintra, foi divulgado, pelo Secretário do Conselho Tenente-General José Carlos Calçada, uma nota informativa.
“O Conselho Superior de Defesa Nacional reuniu hoje, 13 de Março de 2017, em sessão ordinário, sob a Presidência de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.
O Sr. Presidente abriu a sessão com uma palavra de apreço pelo apoio da Força Aérea à concretização desta reunião na Base Aérea N.º 1.
Apreciada que foi a proposta apresentada pelo Governo, o Conselho deliberou dar parecer favorável às alterações a introduzir na Iniciativa Mar Aberto, no Golfo da Guiné.
Por fim, o Conselho fez Ponto de Situação das Operações das FND (Forças Nacionais Destacadas) em Curso.” (PR)
Mostrar mensagens com a etiqueta Conselho Superior Defesa Nacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Conselho Superior Defesa Nacional. Mostrar todas as mensagens
15 de março de 2017
6 de outubro de 2016
Portugal vai ter militares na Colômbia e diminuir presença no Kosovo
O Conselho Superior de Defesa Nacional aprovou a participação portuguesa na missão das Nações Unidas na Colômbia e a diminuição da presença na força liderada pela NATO no Kosovo (KFOR) até meio do próximo ano.
Estas decisões, tomadas após a apreciação de propostas apresentadas pelo Governo, constam de um comunicado distribuído aos jornalistas no final da reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional, que decorreu a bordo do navio-escola "Sagres", na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
O comunicado refere que foi decidido "dar parecer favorável à participação nacional na missão das Nações Unidas na Colômbia naturalmente atendendo à situação envolvente" - em que o acordo de paz entre o Governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) foi rejeitado em referendo.
Quanto à missão de paz liderada pela NATO no Kosovo, segundo o comunicado, foi dado "parecer favorável à retracção da força nacional na KFOR até ao fim do primeiro semestre de 2017, no quadro da continuação de idêntico empenhamento português na Aliança Atlântica".
"Por fim, o Conselho concluiu com uma primeira análise e debate sobre a possível participação das Forças Armadas em operações e/ou missões no exterior do território nacional, durante o ano de 2017", lê-se no documento.
A nota distribuída aos jornalistas refere ainda que o Presidente da República "abriu a sessão com uma palavra de apreço pelo apoio da Marinha à concretização desta reunião no navio-escola "Sagres", 'bandeira' de Portugal e do seu espírito empreendedor no mundo".
Desde que Marcelo Rebelo de Sousa assumiu a chefia do Estado, a 09 de Estas decisões, tomadas após a apreciação de propostas apresentadas pelo Governo, constam de um comunicado distribuído aos jornalistas no final da reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional, que decorreu a bordo do navio-escola "Sagres", na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
O comunicado refere que foi decidido "dar parecer favorável à participação nacional na missão das Nações Unidas na Colômbia naturalmente atendendo à situação envolvente" - em que o acordo de paz entre o Governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) foi rejeitado em referendo.
Quanto à missão de paz liderada pela NATO no Kosovo, segundo o comunicado, foi dado "parecer favorável à retracção da força nacional na KFOR até ao fim do primeiro semestre de 2017, no quadro da continuação de idêntico empenhamento português na Aliança Atlântica".
"Por fim, o Conselho concluiu com uma primeira análise e debate sobre a possível participação das Forças Armadas em operações e/ou missões no exterior do território nacional, durante o ano de 2017", lê-se no documento.
A nota distribuída aos jornalistas refere ainda que o Presidente da República "abriu a sessão com uma palavra de apreço pelo apoio da Marinha à concretização desta reunião no navio-escola "Sagres", 'bandeira' de Portugal e do seu espírito empreendedor no mundo".
Desde que Marcelo Rebelo de Sousa assumiu a chefia do Estado, a 9 de Março, o Conselho Superior de Defesa Nacional tem-se reunido aproximadamente de três em três meses. As anteriores reuniões realizaram-se a 24 de Março e a 12 de Julho. (RR)
Estas decisões, tomadas após a apreciação de propostas apresentadas pelo Governo, constam de um comunicado distribuído aos jornalistas no final da reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional, que decorreu a bordo do navio-escola "Sagres", na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
O comunicado refere que foi decidido "dar parecer favorável à participação nacional na missão das Nações Unidas na Colômbia naturalmente atendendo à situação envolvente" - em que o acordo de paz entre o Governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) foi rejeitado em referendo.
Quanto à missão de paz liderada pela NATO no Kosovo, segundo o comunicado, foi dado "parecer favorável à retracção da força nacional na KFOR até ao fim do primeiro semestre de 2017, no quadro da continuação de idêntico empenhamento português na Aliança Atlântica".
"Por fim, o Conselho concluiu com uma primeira análise e debate sobre a possível participação das Forças Armadas em operações e/ou missões no exterior do território nacional, durante o ano de 2017", lê-se no documento.
A nota distribuída aos jornalistas refere ainda que o Presidente da República "abriu a sessão com uma palavra de apreço pelo apoio da Marinha à concretização desta reunião no navio-escola "Sagres", 'bandeira' de Portugal e do seu espírito empreendedor no mundo".
Desde que Marcelo Rebelo de Sousa assumiu a chefia do Estado, a 09 de Estas decisões, tomadas após a apreciação de propostas apresentadas pelo Governo, constam de um comunicado distribuído aos jornalistas no final da reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional, que decorreu a bordo do navio-escola "Sagres", na Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
O comunicado refere que foi decidido "dar parecer favorável à participação nacional na missão das Nações Unidas na Colômbia naturalmente atendendo à situação envolvente" - em que o acordo de paz entre o Governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) foi rejeitado em referendo.
Quanto à missão de paz liderada pela NATO no Kosovo, segundo o comunicado, foi dado "parecer favorável à retracção da força nacional na KFOR até ao fim do primeiro semestre de 2017, no quadro da continuação de idêntico empenhamento português na Aliança Atlântica".
"Por fim, o Conselho concluiu com uma primeira análise e debate sobre a possível participação das Forças Armadas em operações e/ou missões no exterior do território nacional, durante o ano de 2017", lê-se no documento.
A nota distribuída aos jornalistas refere ainda que o Presidente da República "abriu a sessão com uma palavra de apreço pelo apoio da Marinha à concretização desta reunião no navio-escola "Sagres", 'bandeira' de Portugal e do seu espírito empreendedor no mundo".
Desde que Marcelo Rebelo de Sousa assumiu a chefia do Estado, a 9 de Março, o Conselho Superior de Defesa Nacional tem-se reunido aproximadamente de três em três meses. As anteriores reuniões realizaram-se a 24 de Março e a 12 de Julho. (RR)
12 de julho de 2016
Conselho Superior de Defesa Nacional em Belém
O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) reúne-se hoje no Palácio de Belém, pelas 15:00, com os resultados da cimeira da NATO e o ponto da situação sobre as Forças Nacionais Destacadas na agenda.
O Conselho Superior de Defesa Nacional fará o ponto da situação sobre as missões internacionais actuais e as que estão previstas para o segundo semestre do ano, incluindo o envio de uma força do Exército para a República Centro Africana. (DNnoticias)
O Conselho Superior de Defesa Nacional fará o ponto da situação sobre as missões internacionais actuais e as que estão previstas para o segundo semestre do ano, incluindo o envio de uma força do Exército para a República Centro Africana. (DNnoticias)
24 de março de 2016
Reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional
O Conselho Superior de Defesa Nacional reuniu-se sob a presidência do Presidente da República.
No final da reunião, que decorreu no Palácio de Belém, foi divulgado, pelo Secretário do Conselho Tenente-General José Carlos Calçada, um comunicado.
“O Conselho Superior de Defesa Nacional reuniu em sessão ordinária, sob a Presidência de Sua Exa. o Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, para deliberar sobre a participação das Forças Armadas em operações no exterior do Território Nacional.
O Sr. Presidente abriu a sessão expressando votos de boas vindas a todos os membros e relevando a importância dos contributos para o processo deliberativo em matérias tão relevantes no contexto nacional e internacional.
À luz dos recentes acontecimentos em Bruxelas, foi seguidamente feita uma apresentação ao Conselho sobre o contexto actual e perspectivas no curto e médio prazo da Política de Defesa Nacional.
Apreciadas que foram as propostas apresentadas pelo Governo, o Conselho deliberou dar parecer favorável ao reforço da participação nacional com uma unidade de manobra terrestre, na missão das Nações Unidas, na República Centro Africana, enquadrada no apoio solicitado pela França a Portugal e, em geral aos países de UE.
No âmbito da operação Sophia, da União Europeia, visando combater redes ilegais de tráfico de migrantes no Mediterrâneo, o Conselho deu parecer favorável ao reforço da participação nacional com uma aeronave P-3C, a operar a partir de Itália.
Foi ainda deliberado dar parecer favorável à participação de um Navio Hidrográfico, em substituição de um Navio Patrulha Oceânico, no âmbito das missões do Golfo da Guiné, orientada para apoio das Autoridades de S. Tomé e Príncipe. Este contributo está enquadrado em acções de âmbito bilateral e multilateral e, especificamente, no da CPLP.
Por fim, o Conselho debateu as tendências de evolução da situação política e de segurança na região dos Balcãs, no Norte de África e no Médio Oriente.” (Presidência da República)
No final da reunião, que decorreu no Palácio de Belém, foi divulgado, pelo Secretário do Conselho Tenente-General José Carlos Calçada, um comunicado.
“O Conselho Superior de Defesa Nacional reuniu em sessão ordinária, sob a Presidência de Sua Exa. o Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, para deliberar sobre a participação das Forças Armadas em operações no exterior do Território Nacional.
O Sr. Presidente abriu a sessão expressando votos de boas vindas a todos os membros e relevando a importância dos contributos para o processo deliberativo em matérias tão relevantes no contexto nacional e internacional.
À luz dos recentes acontecimentos em Bruxelas, foi seguidamente feita uma apresentação ao Conselho sobre o contexto actual e perspectivas no curto e médio prazo da Política de Defesa Nacional.
Apreciadas que foram as propostas apresentadas pelo Governo, o Conselho deliberou dar parecer favorável ao reforço da participação nacional com uma unidade de manobra terrestre, na missão das Nações Unidas, na República Centro Africana, enquadrada no apoio solicitado pela França a Portugal e, em geral aos países de UE.
No âmbito da operação Sophia, da União Europeia, visando combater redes ilegais de tráfico de migrantes no Mediterrâneo, o Conselho deu parecer favorável ao reforço da participação nacional com uma aeronave P-3C, a operar a partir de Itália.
Foi ainda deliberado dar parecer favorável à participação de um Navio Hidrográfico, em substituição de um Navio Patrulha Oceânico, no âmbito das missões do Golfo da Guiné, orientada para apoio das Autoridades de S. Tomé e Príncipe. Este contributo está enquadrado em acções de âmbito bilateral e multilateral e, especificamente, no da CPLP.
Por fim, o Conselho debateu as tendências de evolução da situação política e de segurança na região dos Balcãs, no Norte de África e no Médio Oriente.” (Presidência da República)
Missão na República Centro Africana reforçada
O Conselho Superior de Defesa Nacional aprovou esta quinta-feira o "reforço da participação nacional, com uma unidade de manobra terrestre, na missão das Nações Unidas na República Centro Africana, enquadrada no apoio solicitado por França".
O "parecer favorável" a esta proposta do Governo consta de um comunicado lido pelo tenente-coronel José Carlos Calçada, secretário do Conselho Superior de Defesa Nacional, que hoje se reuniu pela primeira vez sob a presidência do novo chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, no Palácio de Belém, em Lisboa, durante cerca de duas horas e meia.
Por outro lado, "no âmbito da operação Sophia, da União Europeia, visando combater redes ilegais de tráfego de migrantes no Mediterrâneo, o Conselho deu parecer favorável ao reforço da participação nacional, com uma aeronave P-3C, a operar a partir de Itália", refere o mesmo comunicado.(CM)
24 de novembro de 2015
Conselho Superior de Defesa Nacional reune hoje ao final da tarde
O Conselho Superior de Defesa Nacional, que é presidido pelo Presidente da República, reúne esta terça-feira, pelas 17:00.
O CSDN é o órgão consultivo do Presidente da República para os temas da Defesa, reúne periodicamente, e inclui os titulares das pastas da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações.
É composto ainda pelos quatro chefes militares das Forças Armadas, os representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e outros dois deputados da Assembleia da República.
A última reunião do CSDN realizou-se em Abril e, nessa altura, foi dado parecer favorável ao envio de quatro caças F-16 para a Roménia, por um período de dois meses, no âmbito de uma missão da NATO.
O CSDN deu ainda parecer favorável à participação de um batalhão de infantaria mecanizada "em exercícios de postos de comando e exercícios reais", em 2016, no âmbito das "forças de resposta" da NATO. (Porto Canal)
O CSDN é o órgão consultivo do Presidente da República para os temas da Defesa, reúne periodicamente, e inclui os titulares das pastas da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações.
É composto ainda pelos quatro chefes militares das Forças Armadas, os representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e outros dois deputados da Assembleia da República.
A última reunião do CSDN realizou-se em Abril e, nessa altura, foi dado parecer favorável ao envio de quatro caças F-16 para a Roménia, por um período de dois meses, no âmbito de uma missão da NATO.
O CSDN deu ainda parecer favorável à participação de um batalhão de infantaria mecanizada "em exercícios de postos de comando e exercícios reais", em 2016, no âmbito das "forças de resposta" da NATO. (Porto Canal)
5 de maio de 2015
Missão urgente chega ao Iraque cinco meses após autorização
Só a escassos dias de se cumprirem cinco meses do Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) ter autorizado o envio de 30 instrutores militares para treinar os efectivos do exército iraquiano estes tropas comandos chegam ao Iraque. É terça ou quarta-feira que os efectivos desembarcam naquele país, no âmbito de uma missão encomendada a Portugal pela coligação internacional contra o auto-proclamado Estado Islâmico (EI).
“Face às recentes preocupações de segurança internacional, o Conselho analisou e deu parecer favorável a uma missão de assistência e apoio, no âmbito da NATO, e à possibilidade de participação na coligação multilateral no Iraque, no quadro da formação e treino militar”, afirmava a nota de imprensa divulgada pelo CSDN. As “recentes preocupações” que o texto refere manifestaram-se, na verdade, bons meses antes,
Foi em 24 de Setembro de 2014 que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, por unanimidade, a resolução 2178, que fixou um conjunto de obrigações vinculativas para os Estados membros no combate ao EI. Esta resolução foi aprovada após a intervenção, em 10 de Setembro, do Presidente Barak Obama, que fixou quatro eixos de acção contra o EI, na sequência da divulgação dos atentados cometidos contra minorias e a população civil pelos efectivos do EI na Síria e no Iraque. Entre esses eixos, figura o envio de conselheiros militares para ajudar as forças de segurança iraquianas, incluindo as curdas, com treino, fornecimento de informações e equipamento. Meses antes, a 25 de Julho, por iniciativa da Rússia, o Conselho de Segurança aprovara uma declaração condenando o comércio de petróleo originário do Iraque e da Síria através dos grupos terroristas EI e da Frente al-Nusra para, assim, pôr fim a uma das formas de financiamento destas organizações. Deste modo, e por diversas formas, ficou assegurada a legalidade internacional para a constituição e acções da coligação internacional.
Já no âmbito destas iniciativas, em 3 de Novembro do ano passado, em Washington, o embaixador português na capital dos Estados Unidos participou numa reunião da coligação internacional ao nível dos chefes de missão. E, um mês depois, em Bruxelas, aproveitando a logística da sede da NATO, decorreu uma reunião ministerial dos titulares dos Negócios Estrangeiros da coligação sob a presidência do secretário de Estado norte-americano John Kerry. Neste último encontro, de âmbito meramente político e diplomático, os 60 Estados membros da coligação internacional fizeram um balanço da situação e comprometeram-se com várias formas de apoio.
Então foi constatado com preocupação, o que já fora detectado no Verão: um crescendo da operacionalidade militar dos combatentes do EI, a utilização de um Estado falhado, a Líbia, como via de penetração em África e a disseminação das suas actividades terroristas pelos países do Magrebe. Dito de outra forma: o terrorismo instalou-se próximo da fronteira sul do Mediterrâneo. Foi este facto que tornou mais urgente a intervenção. Primeiro, através dos bombardeamentos selectivos aos poços de petróleo controlados na Síria pelo EI e utilizados para o financiamento da organização. Depois, no auxílio à formação e treino das forças militares iraquianas.
Em Lisboa, como em todas as capitais dos países envolvidos no denominado “processo de diálogo 5+5” no Mediterrâneo Ocidental – Portugal, Espanha, França, Itália e Malta, do lado europeu, e Marrocos Mauritânia, Tunísia, Argélia e Líbia, no norte de África – dispararam as luzes de alarme. Finalmente, o compromisso de enviar instrutores para o Iraque foi assumido pelo Governo, do primeiro-ministro ao ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros passando pelo titular da pasta da Defesa, após concordância das chefias militares.
Em 16 de Dezembro, o CSDN, que integra o Presidente da República, o primeiro-ministro e o vice-primeiro-ministro, os titulares dos Negócios Estrangeiros, Defesa Nacional, Administração Interna, Finanças, Indústria e Energia, e Transportes e Comunicações, deu luz verde ao envio de instrutores. No conselho, têm também presença o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas e os chefes dos três ramos, os representantes da República para a Madeira e Açores e os presidentes dos governos regionais. Por fim, são igualmente membros o presidente da Comissão parlamentar de Defesa Nacional e outros dois deputados eleitos pelo Parlamento.
Entre a tomada de decisão político do governo, a aprovação pelas chefias militares e a votação no CSDN houve um compasso de tempo. Também não foram céleres os trâmites entre a decisão do Conselho de 16 de Dezembro último e o início da missão de um ano, que arranca nas próximas horas: quase cinco meses. Uma gestão temporal que em nada se coaduna com a urgência da situação reconhecida a vários níveis: da ONU aos estrategas da coligação internacional. E reconhecida pela comunidade internacional.
Inicialmente, estava previsto o envio de várias dezenas de instrutores, embora sempre menos de uma centena, mas afinal são 30 os que amanhã ou quarta-feira desembarcam em solo iraquiano. Observadores ligados a questões de defesa, que solicitaram o anonimato, afirmaram ao PÚBLICO que tem sido sempre mais célere a decisão para o envio de tropas para as antigas colónias portuguesas em África e lamentam o que classificam como excessiva prudência no apoio a missões internacionais onde um país pequeno, como Portugal, ganha protagonismo. As consequências de possíveis baixas e a sua repercussão na opinião pública causam receios.
Quanto ao tempo de preparação dos 30 instrutores comandos, quase cinco meses, o Ministério da Defesa Nacional disse, ao PÚBLICO, nada haver de anormal na duração deste planeamento operacional, e que era necessária uma preparação específica. Versão que peritos castrenses não compartem, ao sublinharem que as tropas de elite – comandos, neste caso - não necessitam de preparação concreta para ministrarem formação.
Pela simples razão de, a este nível, as forças estarem sempre em treino, donde preparadas. Os mesmos especialistas, que não querem ser identificados, assinalam uma crescente relutância do poder político no envio de tropas terrestres para missões internacionais, alegando o temor de baixas e a preferência por meios de maior repercussão mediática, como os aéreos e navais. No entanto, estes têm custos mais elevados, o que agrava uma já complicada gestão de recursos. Assim, concluem os peritos, os 53 milhões de euros destinados este ano pelo Ministério da Defesa Nacional às missões de forças nacionais destacadas, o mesmo que em 2014, são clara e manifestamente insuficientes para os compromissos internacionais do país. (Público)
“Face às recentes preocupações de segurança internacional, o Conselho analisou e deu parecer favorável a uma missão de assistência e apoio, no âmbito da NATO, e à possibilidade de participação na coligação multilateral no Iraque, no quadro da formação e treino militar”, afirmava a nota de imprensa divulgada pelo CSDN. As “recentes preocupações” que o texto refere manifestaram-se, na verdade, bons meses antes,
Foi em 24 de Setembro de 2014 que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, por unanimidade, a resolução 2178, que fixou um conjunto de obrigações vinculativas para os Estados membros no combate ao EI. Esta resolução foi aprovada após a intervenção, em 10 de Setembro, do Presidente Barak Obama, que fixou quatro eixos de acção contra o EI, na sequência da divulgação dos atentados cometidos contra minorias e a população civil pelos efectivos do EI na Síria e no Iraque. Entre esses eixos, figura o envio de conselheiros militares para ajudar as forças de segurança iraquianas, incluindo as curdas, com treino, fornecimento de informações e equipamento. Meses antes, a 25 de Julho, por iniciativa da Rússia, o Conselho de Segurança aprovara uma declaração condenando o comércio de petróleo originário do Iraque e da Síria através dos grupos terroristas EI e da Frente al-Nusra para, assim, pôr fim a uma das formas de financiamento destas organizações. Deste modo, e por diversas formas, ficou assegurada a legalidade internacional para a constituição e acções da coligação internacional.
Já no âmbito destas iniciativas, em 3 de Novembro do ano passado, em Washington, o embaixador português na capital dos Estados Unidos participou numa reunião da coligação internacional ao nível dos chefes de missão. E, um mês depois, em Bruxelas, aproveitando a logística da sede da NATO, decorreu uma reunião ministerial dos titulares dos Negócios Estrangeiros da coligação sob a presidência do secretário de Estado norte-americano John Kerry. Neste último encontro, de âmbito meramente político e diplomático, os 60 Estados membros da coligação internacional fizeram um balanço da situação e comprometeram-se com várias formas de apoio.
Então foi constatado com preocupação, o que já fora detectado no Verão: um crescendo da operacionalidade militar dos combatentes do EI, a utilização de um Estado falhado, a Líbia, como via de penetração em África e a disseminação das suas actividades terroristas pelos países do Magrebe. Dito de outra forma: o terrorismo instalou-se próximo da fronteira sul do Mediterrâneo. Foi este facto que tornou mais urgente a intervenção. Primeiro, através dos bombardeamentos selectivos aos poços de petróleo controlados na Síria pelo EI e utilizados para o financiamento da organização. Depois, no auxílio à formação e treino das forças militares iraquianas.
Em Lisboa, como em todas as capitais dos países envolvidos no denominado “processo de diálogo 5+5” no Mediterrâneo Ocidental – Portugal, Espanha, França, Itália e Malta, do lado europeu, e Marrocos Mauritânia, Tunísia, Argélia e Líbia, no norte de África – dispararam as luzes de alarme. Finalmente, o compromisso de enviar instrutores para o Iraque foi assumido pelo Governo, do primeiro-ministro ao ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros passando pelo titular da pasta da Defesa, após concordância das chefias militares.
Em 16 de Dezembro, o CSDN, que integra o Presidente da República, o primeiro-ministro e o vice-primeiro-ministro, os titulares dos Negócios Estrangeiros, Defesa Nacional, Administração Interna, Finanças, Indústria e Energia, e Transportes e Comunicações, deu luz verde ao envio de instrutores. No conselho, têm também presença o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas e os chefes dos três ramos, os representantes da República para a Madeira e Açores e os presidentes dos governos regionais. Por fim, são igualmente membros o presidente da Comissão parlamentar de Defesa Nacional e outros dois deputados eleitos pelo Parlamento.
Entre a tomada de decisão político do governo, a aprovação pelas chefias militares e a votação no CSDN houve um compasso de tempo. Também não foram céleres os trâmites entre a decisão do Conselho de 16 de Dezembro último e o início da missão de um ano, que arranca nas próximas horas: quase cinco meses. Uma gestão temporal que em nada se coaduna com a urgência da situação reconhecida a vários níveis: da ONU aos estrategas da coligação internacional. E reconhecida pela comunidade internacional.
Inicialmente, estava previsto o envio de várias dezenas de instrutores, embora sempre menos de uma centena, mas afinal são 30 os que amanhã ou quarta-feira desembarcam em solo iraquiano. Observadores ligados a questões de defesa, que solicitaram o anonimato, afirmaram ao PÚBLICO que tem sido sempre mais célere a decisão para o envio de tropas para as antigas colónias portuguesas em África e lamentam o que classificam como excessiva prudência no apoio a missões internacionais onde um país pequeno, como Portugal, ganha protagonismo. As consequências de possíveis baixas e a sua repercussão na opinião pública causam receios.
Quanto ao tempo de preparação dos 30 instrutores comandos, quase cinco meses, o Ministério da Defesa Nacional disse, ao PÚBLICO, nada haver de anormal na duração deste planeamento operacional, e que era necessária uma preparação específica. Versão que peritos castrenses não compartem, ao sublinharem que as tropas de elite – comandos, neste caso - não necessitam de preparação concreta para ministrarem formação.
Pela simples razão de, a este nível, as forças estarem sempre em treino, donde preparadas. Os mesmos especialistas, que não querem ser identificados, assinalam uma crescente relutância do poder político no envio de tropas terrestres para missões internacionais, alegando o temor de baixas e a preferência por meios de maior repercussão mediática, como os aéreos e navais. No entanto, estes têm custos mais elevados, o que agrava uma já complicada gestão de recursos. Assim, concluem os peritos, os 53 milhões de euros destinados este ano pelo Ministério da Defesa Nacional às missões de forças nacionais destacadas, o mesmo que em 2014, são clara e manifestamente insuficientes para os compromissos internacionais do país. (Público)
Etiquetas:
Combate ao Terrorismo,
Conselho Superior Defesa Nacional,
Defesa Nacional,
Estado Islâmico,
Forças Armadas Portuguesas,
Forças Nacionais Destacadas,
MDN,
Missões Internacionais,
MNE,
NATO,
Portugal
24 de abril de 2015
Conselho Superior de Defesa dá parecer favorável ao envio de quatro F-16 para a Roménia
O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) deu nesta quinta-feira parecer favorável ao envio de quatro caças F-16 para a Roménia, por um período de dois meses, no âmbito de uma missão da NATO.
De acordo com um comunicado distribuído no final do encontro, na reunião extraordinária do CSDN foram analisadas três propostas do Governo relativas a "preparação, treino e actividade em operações militares" no âmbito da NATO, que mereceram parecer favorável do Conselho.
A primeira proposta dizia respeito ao "estacionamento e base operacional na Roménia" de quatro caças F-16, durante dois meses, no âmbito das "medidas de tranquilização" da NATO.
A segunda proposta era relativa à realização de "um grande exercício" da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte, OTAN na sigla em português), que se desenrolará em Portugal no último trimestre deste ano.
O exercício deverá envolver "significativos meios dos três ramos das Forças Armadas portugueses" e, pelo menos, 13 países da Aliança.
O CSDN deu ainda parecer favorável à participação de um batalhão de infantaria mecanizada "em exercícios de postos de comando e exercícios reais", em 2016, no âmbito das "forças de resposta" da NATO.
O CSDN é o órgão consultivo do Presidente da República para os temas da Defesa, reúne periodicamente, e inclui os titulares das pastas da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações.
É composto ainda pelos quatro chefes militares das Forças Armadas, os representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e outros dois deputados da Assembleia da República.
De acordo com um comunicado distribuído no final do encontro, na reunião extraordinária do CSDN foram analisadas três propostas do Governo relativas a "preparação, treino e actividade em operações militares" no âmbito da NATO, que mereceram parecer favorável do Conselho.
A primeira proposta dizia respeito ao "estacionamento e base operacional na Roménia" de quatro caças F-16, durante dois meses, no âmbito das "medidas de tranquilização" da NATO.
A segunda proposta era relativa à realização de "um grande exercício" da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte, OTAN na sigla em português), que se desenrolará em Portugal no último trimestre deste ano.
O exercício deverá envolver "significativos meios dos três ramos das Forças Armadas portugueses" e, pelo menos, 13 países da Aliança.
O CSDN deu ainda parecer favorável à participação de um batalhão de infantaria mecanizada "em exercícios de postos de comando e exercícios reais", em 2016, no âmbito das "forças de resposta" da NATO.
O CSDN é o órgão consultivo do Presidente da República para os temas da Defesa, reúne periodicamente, e inclui os titulares das pastas da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações.
É composto ainda pelos quatro chefes militares das Forças Armadas, os representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e outros dois deputados da Assembleia da República.
Etiquetas:
Conselho Superior Defesa Nacional,
Exercícios Militares,
Exército Português,
Força Aérea Portuguesa,
Forças Nacionais Destacadas,
Missões Internacionais,
NATO
17 de abril de 2015
Portugal vai ter 600 homens em força da NATO
O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) reúne-se na próxima quinta-feira para oficializar o envio de quatro caças F16 para a Roménia e de 600 militares do Exército para a nova força de reacção rápida da NATO.
Segundo adiantaram à agência Lusa fontes do sector da Defesa, a data inicial do CSDN era 14 de Abril, mas a reunião terá sido adiada para 23, depois de o envio de caças para a Roménia ter sido anunciado pelo Ministério da Defesa antes da sua aprovação formal por todos os órgãos de soberania.
A 4 de Março, o Ministério da Defesa confirmou à Lusa o envio para a Lituânia de 140 militares do Exército e para a Roménia de quatro aviões F-16 para participarem em missões de policiamento aéreo da NATO e reforço da sua presença no leste europeu.
Na noite anterior, a 3 de Março, as Forças Armadas romenas tinham anunciado a participação dos caças portugueses na missão da NATO naquele país.
Nesta reunião do CSDN deve ainda ser discutida e aprovada a participação de um batalhão de 600 militares do Exército na nova força de elevada prontidão da NATO (`Very High Readiness Joint Task Force`, em inglês) para responder às acções da Rússia na Ucrânia, que envolve cerca de 5000 mil homens.
No Palácio de Belém, deverá estar também em cima da mesa uma discussão sobre o Trident Juncture 2015, um exercício que vai decorrer em Portugal, Espanha e Itália, entre 3 de Outubro e 6 de Novembro.
O CSDN é o órgão consultivo do Presidente da República para os temas da Defesa, reúne periodicamente, e inclui os titulares das pastas da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações.
É composto ainda pelos quatro chefes militares das Forças Armadas, os representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e outros dois deputados da Assembleia da República. (RR)
Etiquetas:
Conselho Superior Defesa Nacional,
Forças Armadas Portuguesas,
Forças Nacionais Destacadas,
MDN,
Missões Internacionais,
NATO,
Presidente da República
12 de março de 2015
Conselho Superior de Defesa aprova envio de militares para República Centro-Africana
O Conselho Superior de Defesa deu parecer favorável à participação portuguesa na operação da União Europeia na República Centro-Africana, com oito militares, numa missão de um ano.
O Conselho, presidido pelo Chefe de Estado, Cavaco Silva, que é o Comandante Supremo das Forças Armadas, deu parecer favorável à proposta do Governo de “participação de oito militares, durante um ano, na operação da União Europeia na República Centro-Africana, para apoio às autoridades deste país e da gestão das suas forças armadas”, foi divulgado em comunicado.
Aquele órgão deu ainda parecer favorável à “participação adicional de um navio patrulha oceânico, no âmbito da missão no Golfo da Guiné, aprovada na anterior sessão do Conselho”.
Na reunião foi debatida a “situação das Forças Nacionais actualmente destacadas em diversos países da Europa, Médio Oriente e África, cumprindo missões de apoio à paz e de carácter humanitário, no âmbito da União Europeia, da ONU e da Aliança Atlântica”.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, tinha anunciado na segunda-feira que o Conselho Superior de Defesa Nacional iria analisar a possibilidade de as Forças Armadas Portuguesas participarem na missão da União Europeia na República Centro-Africana.
A República Centro-Africana é palco de violências interreligiosas desde que o presidente François Bozizé foi afastado do poder, em Março de 2013, por uma coligação predominantemente muçulmana, a Séléka.
Desde o início da intervenção francesa no país – a operação ‘Sangaris’ foi lançada em Dezembro do mesmo ano -, a violência entre as milícias cristãs ‘antibalaka’ (antimachete, em língua sago) e a Séléka multiplicaram-se, levando a crise do golpe de Estado a uma “crise inter religiosa”.
Para além do Presidente da República, o Conselho Superior de Defesa é composto pelo primeiro-ministro, pelos titulares das pastas da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações.
Têm também assento os quatro chefes militares das Forças Armadas, os representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e dois deputados da Assembleia da República. (Observador)
O Conselho, presidido pelo Chefe de Estado, Cavaco Silva, que é o Comandante Supremo das Forças Armadas, deu parecer favorável à proposta do Governo de “participação de oito militares, durante um ano, na operação da União Europeia na República Centro-Africana, para apoio às autoridades deste país e da gestão das suas forças armadas”, foi divulgado em comunicado.
Aquele órgão deu ainda parecer favorável à “participação adicional de um navio patrulha oceânico, no âmbito da missão no Golfo da Guiné, aprovada na anterior sessão do Conselho”.
Na reunião foi debatida a “situação das Forças Nacionais actualmente destacadas em diversos países da Europa, Médio Oriente e África, cumprindo missões de apoio à paz e de carácter humanitário, no âmbito da União Europeia, da ONU e da Aliança Atlântica”.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, tinha anunciado na segunda-feira que o Conselho Superior de Defesa Nacional iria analisar a possibilidade de as Forças Armadas Portuguesas participarem na missão da União Europeia na República Centro-Africana.
A República Centro-Africana é palco de violências interreligiosas desde que o presidente François Bozizé foi afastado do poder, em Março de 2013, por uma coligação predominantemente muçulmana, a Séléka.
Desde o início da intervenção francesa no país – a operação ‘Sangaris’ foi lançada em Dezembro do mesmo ano -, a violência entre as milícias cristãs ‘antibalaka’ (antimachete, em língua sago) e a Séléka multiplicaram-se, levando a crise do golpe de Estado a uma “crise inter religiosa”.
Para além do Presidente da República, o Conselho Superior de Defesa é composto pelo primeiro-ministro, pelos titulares das pastas da Defesa, dos Negócios Estrangeiros, da Administração Interna, das Finanças, da Indústria e Energia e dos Transportes e Comunicações.
Têm também assento os quatro chefes militares das Forças Armadas, os representantes da República para as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os presidentes dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira, o presidente da Comissão Parlamentar de Defesa e dois deputados da Assembleia da República. (Observador)
Etiquetas:
Conselho Superior Defesa Nacional,
Forças Armadas Portuguesas,
Forças Nacionais Destacadas,
Missões Internacionais,
República Centro-Africana
23 de dezembro de 2014
Portugal compra quatro navios à Dinamarca e substitui frota de C-130
O Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira a proposta de Lei de Programação Militar (LPM), que prevê a aquisição de dois navios de Patrulha Oceânica, a renovação das fragatas e a modernização e substituição da frota das aeronaves C-130.
O comunicado do Conselho de Ministros adianta que a proposta de LPM, que não é revista desde 2009, estabelece a "programação do investimento público das Forças Armadas em matéria de armamento e equipamento, com vista à modernização e operacionalização do sistema de forças".
Na semana passada, após a aprovação da proposta no Conselho Superior da Defesa Nacional, fonte oficial disse à Lusa que a LPM incluirá nos projectos relativos "aos primeiros anos" a aquisição de dois NPO para a Marinha, a renovação das fragatas da classe Vasco da Gama e classe Bartolomeu Dias e a substituição dos motores dos helicópteros Lynx.
A compra de quatro patrulhas costeiras Stanflex à Dinamarca, já anunciada, também está contemplada na proposta que o Governo espera apresentar em breve à Assembleia da República.
Para o Exército, o diploma incluirá entre os projectos prioritários a aquisição das viaturas tácticas ligeiras, o Sistema de Informação e Comunicações Táctico e o início do "processo de substituição da arma ligeira".
A revisão prevê, relativamente ao reequipamento da Força Aérea Portuguesa, as verbas para a substituição da frota dos C-130, mas também para a "regeneração do potencial de voo" das aeronaves permitindo que sejam usadas até à substituição, adiantou a mesma fonte.
A LPM contempla ainda, na Força Aérea, a actualização do software operacional da frota dos caças F-16.
O Conselho de Ministros aprovou ainda a proposta de Lei de Programação das Infraestruturas Militares e a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, bem como as competências dos respectivos órgãos e os princípios de gestão aplicáveis.
De acordo com o comunicado do Governo, na proposta da Lei de Programação das Infraestruturas Militares "é feita a programação do investimento com vista à conservação, manutenção, modernização e edificação de infraestruturas da componente fixa do sistema de forças" e são estabelecidas as disposições de gestão dos imóveis afectos à defesa e disponibilizados para rentabilização, "visando aplicar os resultados obtidos em projectos já previstos na proposta agora aprovada".
Sobre a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, refere-se no comunicado que "é constituído pelos Pólos de Lisboa e do Porto, tendo uma direcção composta pelo director, director clínico, um subdirector para Lisboa e um subdirector o do Porto".
Aviação passa a ter entidade reguladora
O Governo aprovou também a conversão do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) em entidade reguladora, passando a designar-se como Autoridade Nacional da Aviação Civil, reforçando os seus poderes de supervisão e inspecção.
"A ANAC vê, como regulador, alargados os seus poderes normativos, bem como reforçados os poderes de supervisão e de inspecção", informa o executivo no comunicado do Conselho de Ministros.
Segundo o Governo, os estatutos do novo regulador da aviação civil dão maior "autonomia e flexibilidade de gestão" à entidade liderada por Luís Trindade dos Santos, desburocratizando os procedimentos, designadamente no domínio financeiro e quanto à contratação externa de quadros especializados.
O Conselho de Ministros aprovou ainda uma alteração aos estatutos da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), eliminando a compensação pecuniária prevista para os titulares de cargos de direcção da entidade pelos impedimentos legalmente previstos no período de dois anos posterior ao exercício de funções, respeitando o estabelecido na lei-quadro das autoridades reguladoras. (Fonte: Jornal Público)
O comunicado do Conselho de Ministros adianta que a proposta de LPM, que não é revista desde 2009, estabelece a "programação do investimento público das Forças Armadas em matéria de armamento e equipamento, com vista à modernização e operacionalização do sistema de forças".
Na semana passada, após a aprovação da proposta no Conselho Superior da Defesa Nacional, fonte oficial disse à Lusa que a LPM incluirá nos projectos relativos "aos primeiros anos" a aquisição de dois NPO para a Marinha, a renovação das fragatas da classe Vasco da Gama e classe Bartolomeu Dias e a substituição dos motores dos helicópteros Lynx.
A compra de quatro patrulhas costeiras Stanflex à Dinamarca, já anunciada, também está contemplada na proposta que o Governo espera apresentar em breve à Assembleia da República.
Para o Exército, o diploma incluirá entre os projectos prioritários a aquisição das viaturas tácticas ligeiras, o Sistema de Informação e Comunicações Táctico e o início do "processo de substituição da arma ligeira".
A revisão prevê, relativamente ao reequipamento da Força Aérea Portuguesa, as verbas para a substituição da frota dos C-130, mas também para a "regeneração do potencial de voo" das aeronaves permitindo que sejam usadas até à substituição, adiantou a mesma fonte.
A LPM contempla ainda, na Força Aérea, a actualização do software operacional da frota dos caças F-16.
O Conselho de Ministros aprovou ainda a proposta de Lei de Programação das Infraestruturas Militares e a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, bem como as competências dos respectivos órgãos e os princípios de gestão aplicáveis.
De acordo com o comunicado do Governo, na proposta da Lei de Programação das Infraestruturas Militares "é feita a programação do investimento com vista à conservação, manutenção, modernização e edificação de infraestruturas da componente fixa do sistema de forças" e são estabelecidas as disposições de gestão dos imóveis afectos à defesa e disponibilizados para rentabilização, "visando aplicar os resultados obtidos em projectos já previstos na proposta agora aprovada".
Sobre a estrutura orgânica e funcional do Hospital das Forças Armadas, refere-se no comunicado que "é constituído pelos Pólos de Lisboa e do Porto, tendo uma direcção composta pelo director, director clínico, um subdirector para Lisboa e um subdirector o do Porto".
Aviação passa a ter entidade reguladora
O Governo aprovou também a conversão do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) em entidade reguladora, passando a designar-se como Autoridade Nacional da Aviação Civil, reforçando os seus poderes de supervisão e inspecção.
"A ANAC vê, como regulador, alargados os seus poderes normativos, bem como reforçados os poderes de supervisão e de inspecção", informa o executivo no comunicado do Conselho de Ministros.
Segundo o Governo, os estatutos do novo regulador da aviação civil dão maior "autonomia e flexibilidade de gestão" à entidade liderada por Luís Trindade dos Santos, desburocratizando os procedimentos, designadamente no domínio financeiro e quanto à contratação externa de quadros especializados.
O Conselho de Ministros aprovou ainda uma alteração aos estatutos da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), eliminando a compensação pecuniária prevista para os titulares de cargos de direcção da entidade pelos impedimentos legalmente previstos no período de dois anos posterior ao exercício de funções, respeitando o estabelecido na lei-quadro das autoridades reguladoras. (Fonte: Jornal Público)
Etiquetas:
C-130 Hércules,
Conselho Superior Defesa Nacional,
Defesa Nacional,
F-16,
Forças Armadas Portuguesas,
Fragatas,
LPM,
MDN,
NPO,
Programas de Modernização,
Programas de Reequipamento,
Stanflex 300
18 de dezembro de 2014
Conselho Superior de Defesa Nacional
O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) deu parecer favorável a "uma missão de assistência e apoio" no Iraque, no âmbito da NATO, e "à possibilidade de participação na coligação multilateral" com "formação e treino militar".
"Face às recentes preocupações de segurança internacional, o conselho analisou e deu parecer favorável a uma missão de assistência e apoio, no âmbito da NATO, e à possibilidade de participação na coligação multilateral no Iraque, no quadro da formação e treino militar", veiculou o CSDN.
O conselho também deu parecer favorável às propostas do Governo de Lei de Programação Militar (LPM) e de lei de infraestruturas militares (LPIM), considerando que estão "em condições de transitarem para decisão do Governo e, posteriormente, da Assembleia da República".
No comunicado, informa-se igualmente que o CSDN deu parecer favorável à "proposta do Governo sobre as missões para o ano de 2015" no âmbito da NATO, da União Europeia e da ONU, "que, de uma maneira geral, dão continuidade às missões realizadas em 2014".
Mantém-se a participação de Portugal na missão da NATO no Kosovo, em operações de policiamento aéreo do Báltico, na operação Atalanta, que visa a prevenção da pirataria prevendo a vigilância marítima na costa da Somália, e no Mali, na missão de Estabilização Multidimensional Integrada das Nações Unidas (MINUSMA).
Aquele órgão foi também informado sobre a "situação das forças nacionais em missões de paz no exterior" e o comunicado menciona especificamente a missão no Afeganistão, já concluída.
Em relação à missão portuguesa que desde 2003 vinha a ser cumprida no Afeganistão, "foi sublinhado o profissionalismo demonstrado em tarefas de elevado risco e sacrifício", o que foi reconhecido "pelas mais altas entidades da Aliança Atlântica e do próprio governo local".
"O conselho considerou que a actividade das Forças Armadas em missões tão diferenciadas e em lugares tão distintos tem dado um forte contributo para a imagem internacional do nosso país", lê-se ainda no comunicado.
O conselho é presidido pelo Presidente da República, que tem voto de qualidade, e é composto também pelo Primeiro-ministro, Vice-Primeiro-ministro e ministros de Estado, pelo ministro da Defesa Nacional, ministra da Administração Interna e ministro da Economia.
Integram ainda o CSDN o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, representantes da República para as regiões autónomas, presidentes dos governos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, o presidente da comissão parlamentar de Defesa Nacional da Assembleia da República, os chefes dos Estados-Maiores dos três Ramos e dois deputados à Assembleia da República. (Defesa)
"Face às recentes preocupações de segurança internacional, o conselho analisou e deu parecer favorável a uma missão de assistência e apoio, no âmbito da NATO, e à possibilidade de participação na coligação multilateral no Iraque, no quadro da formação e treino militar", veiculou o CSDN.
O conselho também deu parecer favorável às propostas do Governo de Lei de Programação Militar (LPM) e de lei de infraestruturas militares (LPIM), considerando que estão "em condições de transitarem para decisão do Governo e, posteriormente, da Assembleia da República".
No comunicado, informa-se igualmente que o CSDN deu parecer favorável à "proposta do Governo sobre as missões para o ano de 2015" no âmbito da NATO, da União Europeia e da ONU, "que, de uma maneira geral, dão continuidade às missões realizadas em 2014".
Mantém-se a participação de Portugal na missão da NATO no Kosovo, em operações de policiamento aéreo do Báltico, na operação Atalanta, que visa a prevenção da pirataria prevendo a vigilância marítima na costa da Somália, e no Mali, na missão de Estabilização Multidimensional Integrada das Nações Unidas (MINUSMA).
Aquele órgão foi também informado sobre a "situação das forças nacionais em missões de paz no exterior" e o comunicado menciona especificamente a missão no Afeganistão, já concluída.
Em relação à missão portuguesa que desde 2003 vinha a ser cumprida no Afeganistão, "foi sublinhado o profissionalismo demonstrado em tarefas de elevado risco e sacrifício", o que foi reconhecido "pelas mais altas entidades da Aliança Atlântica e do próprio governo local".
"O conselho considerou que a actividade das Forças Armadas em missões tão diferenciadas e em lugares tão distintos tem dado um forte contributo para a imagem internacional do nosso país", lê-se ainda no comunicado.
O conselho é presidido pelo Presidente da República, que tem voto de qualidade, e é composto também pelo Primeiro-ministro, Vice-Primeiro-ministro e ministros de Estado, pelo ministro da Defesa Nacional, ministra da Administração Interna e ministro da Economia.
Integram ainda o CSDN o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, representantes da República para as regiões autónomas, presidentes dos governos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, o presidente da comissão parlamentar de Defesa Nacional da Assembleia da República, os chefes dos Estados-Maiores dos três Ramos e dois deputados à Assembleia da República. (Defesa)
16 de dezembro de 2014
Portugal vai ajudar no combate ao Estado Islâmico
O Conselho Superior de Defesa Nacional debate esta terça-feira a participação militar portuguesa na coligação internacional contra o Estado Islâmico (EI). As hipóteses de empenhamento em cima da mesa são o treino de militares iraquianos e ajuda humanitária, sendo certo que o envio de militares para terreno de combate está fora de causa, tal como já garantiu ao Observador o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco.
“O nosso apoio pode-se fazer no campo da ajuda humanitária, ajuda logística ou de formação e treino de outros países. As chamadas tropas no terreno para fazer combate não está no campo da nossa avaliação”, afirmara o ministro da Defesa, em entrevista a Observador, em Outubro, recordando que neste momento Portugal tem Forças Armadas empenhadas no Kosovo, Golfo da Guiné e Mali.
Portugal comprometeu-se com a coligação internacional contra o EI no verão. “Uma coligação tem o apoio do Estado português, porque concordamos que este tipo de terrorismo não se pode combater apenas com meios militares, mas eles têm que ser utilizados. Sempre que conquistam uma cidade matam civis e violam mulheres. A contenção imediata não se pode fazer com diálogo”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, considerando que este é um “género de terrorismo complexo e difícil de combater”.
“Compreende-se que o presidente Obama tenha, nestas circunstâncias muito especiais, pedido uma coligação para encontrar as formas de combate mais adequadas. Portugal está de acordo, apesar de não ter ainda nenhuma decisão, até porque não temos meios que facilmente vão tão distantes”, salientou.
Portugal já teve presença militar no Iraque entre 2004 e Março de 2009, com militares do Exército (53 ao todo) para uma missão de formação das estruturas de comando das forças de segurança iraquianas. Entre 2003 e 2005, o Governo de então enviou militares da GNR para uma primeira missão naquele território.
O Conselho Superior de Defesa Nacional, que se reúne esta tarde, é um órgão consultivo do Presidente da República e nele têm assento os quatro chefes militares, do Estado-Maior General das Forças Armadas e de cada um dos ramos. (Observador)
“O nosso apoio pode-se fazer no campo da ajuda humanitária, ajuda logística ou de formação e treino de outros países. As chamadas tropas no terreno para fazer combate não está no campo da nossa avaliação”, afirmara o ministro da Defesa, em entrevista a Observador, em Outubro, recordando que neste momento Portugal tem Forças Armadas empenhadas no Kosovo, Golfo da Guiné e Mali.
Portugal comprometeu-se com a coligação internacional contra o EI no verão. “Uma coligação tem o apoio do Estado português, porque concordamos que este tipo de terrorismo não se pode combater apenas com meios militares, mas eles têm que ser utilizados. Sempre que conquistam uma cidade matam civis e violam mulheres. A contenção imediata não se pode fazer com diálogo”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, considerando que este é um “género de terrorismo complexo e difícil de combater”.
“Compreende-se que o presidente Obama tenha, nestas circunstâncias muito especiais, pedido uma coligação para encontrar as formas de combate mais adequadas. Portugal está de acordo, apesar de não ter ainda nenhuma decisão, até porque não temos meios que facilmente vão tão distantes”, salientou.
Portugal já teve presença militar no Iraque entre 2004 e Março de 2009, com militares do Exército (53 ao todo) para uma missão de formação das estruturas de comando das forças de segurança iraquianas. Entre 2003 e 2005, o Governo de então enviou militares da GNR para uma primeira missão naquele território.
O Conselho Superior de Defesa Nacional, que se reúne esta tarde, é um órgão consultivo do Presidente da República e nele têm assento os quatro chefes militares, do Estado-Maior General das Forças Armadas e de cada um dos ramos. (Observador)
25 de março de 2014
Portugal participa na neutralização das armas químicas sírias
A Forças Armadas Portuguesas vão ter três novas missões no estrangeiro. Nos próximos meses, 144 militares portugueses serão destacados para missões que vão dos países bálticos a África.
Destes, 22 serão incorporados na missão das Nações Unidas responsável pela neutralização das armas químicas sírias, juntamente com um avião C-130.
Para a missão da União Europeia encarregada da estabilização da República Centro-Africana seguirão 47 militares e um avião de vigilância P3 Orion. Outros 70 efectivos serão destacados para o policiamento do espaço aéreo da Lituânia, uma das responsabilidades da NATO.
Ao mesmo tempo que se preparam estas novas missões, ficou definida a redução do efectivo português no Afeganistão, retirando 60 militares daquele país.
As missões receberam o “parecer favorável” do Conselho Superior de Defesa Nacional, reunido na segunda-feira no Palácio de Belém. A informação foi veiculada pelo major-general Goulão de Melo.
O CSDN é um órgão para consulta do Presidente da República em relação a assuntos de defesa nacional. Este mesmo órgão, “após exposição e debate das propostas”, considerou “em condições de transitarem para decisão do Governo” as alterações apresentadas pelo executivo quanto à Lei de Defesa Nacional e a Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas. (Público)
Destes, 22 serão incorporados na missão das Nações Unidas responsável pela neutralização das armas químicas sírias, juntamente com um avião C-130.
Para a missão da União Europeia encarregada da estabilização da República Centro-Africana seguirão 47 militares e um avião de vigilância P3 Orion. Outros 70 efectivos serão destacados para o policiamento do espaço aéreo da Lituânia, uma das responsabilidades da NATO.
Ao mesmo tempo que se preparam estas novas missões, ficou definida a redução do efectivo português no Afeganistão, retirando 60 militares daquele país.
As missões receberam o “parecer favorável” do Conselho Superior de Defesa Nacional, reunido na segunda-feira no Palácio de Belém. A informação foi veiculada pelo major-general Goulão de Melo.
O CSDN é um órgão para consulta do Presidente da República em relação a assuntos de defesa nacional. Este mesmo órgão, “após exposição e debate das propostas”, considerou “em condições de transitarem para decisão do Governo” as alterações apresentadas pelo executivo quanto à Lei de Defesa Nacional e a Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas. (Público)
Reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional
No final da reunião, que decorreu no Palácio de Belém, foi divulgada uma Nota Informativa.
É o seguinte o teor da Nota Informativa:
“O Conselho reuniu em sessão ordinária, tendo o Sr. Ministro da Defesa Nacional exposto a evolução da execução da reforma da Defesa Nacional e das Forças Armadas.
O Sr. Ministro informou também sobre os trabalhos relativos ao ciclo subsequente ao Conceito Estratégico de Defesa Nacional, recentemente aprovado.
Entretanto, o Conselho aprovou, nos termos da alínea a), do nº 2, do artigo 17º da Lei de Defesa Nacional, relativa à sua competência administrativa, uma proposta do Governo sobre alterações da componente fixa do Sistema de Forças, nas áreas da saúde militar (Hospital das Forças Armadas) e do sistema de formação no Exército (Escola das Armas).
O Governo apresentou dois projectos de propostas de diplomas, sobre a Lei de Defesa Nacional e a Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas. O Conselho, após exposição e debate das propostas, considerou-as em condições de transitarem para decisão do Governo e, posteriormente, da Assembleia da República.
O Conselho deu parecer favorável à proposta do Governo sobre o empenhamento de Destacamentos das Forças Armadas em missões no exterior do território nacional, em 2014, de que se sublinham:
As seguintes novas missões:
Missão de policiamento do espaço aéreo da Lituânia, no âmbito da OTAN, com o emprego de 6 F16 e um efectivo de 70 militares, durante 4 meses;
Missão de apoio na República Centro Africana, no âmbito da União Europeia, com o emprego de uma aeronave C-130 e 47 militares, durante 1 mês, ficando os meios estacionados em Libreville, no Gabão;
Missão de apoio às operações de segurança para neutralização das armas químicas da Síria, no âmbito das Nações Unidas, com o emprego de uma aeronave P3C e um efectivo de 22 militares, no Mediterrâneo.” (Presidência.Pt)
24 de março de 2014
Força Aérea vai patrulhar espaço aéreo dos Bálticos
O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) deu, esta segunda-feira, parecer favorável a uma missão de patrulhamento do espaço aéreo dos países bálticos pela Força Aérea.
A missão de quatro meses ficará sediada na Lituânia, deverá realizar-se no Outono e envolverá o emprego de seis caças F-16 e 70 efectivos da Força Aérea.
Esta missão, que se realiza sob a bandeira da NATO e já foi assumida em 2007 por Portugal, é anunciada numa altura de crescente tensão entre os aliados e a Rússia por causa da Ucrânia.
O CSDN também deu parecer favorável à proposta do Governo relativa a novos destacamentos das Forças Armadas" no exterior ao longo de 2014: uma missão de um mês na República Centro Africana, com um avião C-130 e 47 militares (a sediar no Gabão), e outra de apoio às operações de segurança no Mediterrâneo para neutralizar as armas químicas da Síria (esta com um avião P-3C e 22 militares).
Haverá ainda um reforço de cinco militares portugueses na missão de treino da UE no Mali e a redução de 60 efectivos no Afeganistão. (DN)
A missão de quatro meses ficará sediada na Lituânia, deverá realizar-se no Outono e envolverá o emprego de seis caças F-16 e 70 efectivos da Força Aérea.
Esta missão, que se realiza sob a bandeira da NATO e já foi assumida em 2007 por Portugal, é anunciada numa altura de crescente tensão entre os aliados e a Rússia por causa da Ucrânia.
O CSDN também deu parecer favorável à proposta do Governo relativa a novos destacamentos das Forças Armadas" no exterior ao longo de 2014: uma missão de um mês na República Centro Africana, com um avião C-130 e 47 militares (a sediar no Gabão), e outra de apoio às operações de segurança no Mediterrâneo para neutralizar as armas químicas da Síria (esta com um avião P-3C e 22 militares).
Haverá ainda um reforço de cinco militares portugueses na missão de treino da UE no Mali e a redução de 60 efectivos no Afeganistão. (DN)
5 de julho de 2013
Conselho de Defesa aprova envio de três militares e avião para missão da ONU no Mali
O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) deu hoje parecer favorável a uma proposta do Governo para enviar três militares e uma aeronave de transporte para participarem durante três meses na missão das Nações Unidas no Mali.
"O CSDN deu parecer favorável a uma proposta do Governo para que, no âmbito de uma missão de estabilização das Nações Unidas, na República do Mali, três militares prestem serviço do Estado-Maior da Força Internacional e uma aeronave de transporte, com a respectiva tripulação e pessoal de apoio", pode ler-se na nota distribuída aos jornalistas.
O CSDN, órgão consultivo do Presidente da República para assuntos relacionados com as Forças Armadas, esteve hoje reunido durante cerca de cinquenta minutos no Palácio de Belém.
No encontro foi ainda analisada "a situação das forças destacadas e as perspectivas de evolução nos países em que se encontram empenhadas".(Público)
"O CSDN deu parecer favorável a uma proposta do Governo para que, no âmbito de uma missão de estabilização das Nações Unidas, na República do Mali, três militares prestem serviço do Estado-Maior da Força Internacional e uma aeronave de transporte, com a respectiva tripulação e pessoal de apoio", pode ler-se na nota distribuída aos jornalistas.
O CSDN, órgão consultivo do Presidente da República para assuntos relacionados com as Forças Armadas, esteve hoje reunido durante cerca de cinquenta minutos no Palácio de Belém.
No encontro foi ainda analisada "a situação das forças destacadas e as perspectivas de evolução nos países em que se encontram empenhadas".(Público)
3 de julho de 2013
Presidente da República convoca Conselho Superior de Defesa para quinta-feira
O Presidente da República convocou para quinta-feira às 18:00 uma reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN), o seu órgão de consulta para assuntos relacionados com as Forças Armadas, refere uma nota da Presidência.
O CSDN é presidido pelo chefe de Estado, que é também Comandante Supremo das Forças Armadas, e reúne os principais responsáveis políticos e militares do país, incluindo o primeiro-ministro, vários ministros do Governo (Defesa, Negócios Estrangeiros, Finanças, Administração Interna e Economia) e os quatros chefes militares.
Os presidentes dos governos regionais, os representantes da República nas regiões autónomas, o presidente da comissão parlamentar de Defesa e dois deputados do PS e do PSD integram também este órgão do Presidente.(LUSA)
O CSDN é presidido pelo chefe de Estado, que é também Comandante Supremo das Forças Armadas, e reúne os principais responsáveis políticos e militares do país, incluindo o primeiro-ministro, vários ministros do Governo (Defesa, Negócios Estrangeiros, Finanças, Administração Interna e Economia) e os quatros chefes militares.
Os presidentes dos governos regionais, os representantes da República nas regiões autónomas, o presidente da comissão parlamentar de Defesa e dois deputados do PS e do PSD integram também este órgão do Presidente.(LUSA)
20 de março de 2013
Conselho Superior de Defesa Nacional reúne-se hoje ao final da tarde
O Conselho Superior de Defesa Nacional reúne-se hoje pelas 18:00 no Palácio de Belém, num encontro que será presidido pelo chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, que é também o comandante supremo das Forças Armadas.
Durante o debate parlamentar, a 8 de março, o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, sublinhou que o novo Conceito Estratégico constitui "uma visão para a próxima década", respondendo a novos desafios que "obrigam a uma capacidade de resposta diferente das Forças Armadas".
Aguiar-Branco notou ainda que se trata do documento "mais importante da política de Defesa nacional, a partir do qual todos emanam".
"O novo ambiente de segurança, as novas condições financeiras e as exigências das alianças obrigam a uma capacidade de resposta diferente das Forças Armadas", afirmou então.
Contudo, anteriormente, o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) já tinha defendido que a proposta precisava de ser melhorada e resumida e disse estar "cansado" de ouvir falar de racionalização em áreas onde não é possível fazê-lo.
Segundo o ministro da Defesa, a reestruturação das Forças Armadas pretende reduzir os custos em 218 milhões de euros a partir de 2014, podendo ainda ser cortados mais 40 milhões este ano "se necessário".
Cortes que o CEMGFA também já disse que gostaria de não ter que fazer, advertindo que "há uma linha a partir da qual as Forças Armadas deixam de funcionar".
"Isto é, desarticulam-se ou passam a funcionar mal, passar a funcionar mal para quem voa, navega ou usa armas quer dizer morrer, e isso é sagrado, a proteção dos nossos homens", referiu o general Luís Araújo.
Na semana passada, o Presidente da República recebeu em audiência o CEMGFA, mas o encontro apenas foi divulgado no 'site' da Presidência da República após o início da reunião.
O último Conselho Superior de Defesa Nacional realizou-se há apenas mês e meio, a 6 de fevereiro.
Na última reunião, o Conselho deu parecer favorável à proposta do Governo para as Forças Nacionais Destacadas (FND) em 2013, que inclui o envio de sete militares para a missão da União Europeia no Mali.
Lusa
Etiquetas:
Conceito Estratégico Defesa Nacional,
Conselho Superior Defesa Nacional,
Defesa Nacional,
Forças Armadas Portuguesas,
MDN,
Presidente da República
5 de fevereiro de 2013
Cavaco Silva reúne Conselho Superior de Defesa Nacional
O Presidente da República vai reunir amanhã o Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) para debater as prioridades da defesa.
Em cima da mesa devem estar a situação das Forças Nacionais Destacadas (FND) e as Grandes Opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN).
O encontro está marcado para as 18 horas, no Palácio de Belém.
O CSDN é um órgão consultivo do chefe de Estado que junta o primeiro-ministro e vários membros do Governo, os quatros chefes militares, os presidentes dos governos regionais e deputados da Assembleia da República.(A bola)
Em cima da mesa devem estar a situação das Forças Nacionais Destacadas (FND) e as Grandes Opções do Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN).
O encontro está marcado para as 18 horas, no Palácio de Belém.
O CSDN é um órgão consultivo do chefe de Estado que junta o primeiro-ministro e vários membros do Governo, os quatros chefes militares, os presidentes dos governos regionais e deputados da Assembleia da República.(A bola)
Etiquetas:
Conselho Superior Defesa Nacional,
Defesa Nacional,
Estratégia,
Forças Armadas Portuguesas,
Forças Nacionais Destacadas,
Presidente da República
Subscrever:
Mensagens (Atom)





