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3 de maio de 2021
Marinha Portuguesa organiza exercício multinacional CONTEX-PHIBEX 21
(Marinha)Entre os dias 3 e 14 de maio, ao longo da costa ocidental portuguesa, vai realizar-se um dos maiores exercícios organizados pela Marinha Portuguesa, o CONTEX-PHIBEX 21, que conta com a participação de mais de 1500 militares portugueses, espanhóis, italianos e norte americanos.
O exercício CONTEX-PHIBEX 21 é um exercício naval e anfíbio que tem como objetivo treinar e aperfeiçoar as aptidões da Força Naval Portuguesa, em conjunto com as forças armadas de outros países, para dar resposta a cenários de crise.
No CONTEX-PHIBEX 21 participam vários meios da Marinha Portuguesa como os navios Álvares Cabral, Figueira da Foz, Sines, Tridente, Cassiopeia e Pégaso, e também uma Força de Fuzileiros, o Destacamento de Ações Especiais, o Pelotão de Abordagem e o Destacamento de Mergulhadores Sapadores Nº1 e Nº2. O exercício conta, ainda, com a participação d navio anfíbio USS Carter Hall e da aeronave MV22, da Marinha dos Estados Unidos, do navio ITS Antonio Marceglia, da Marinha Italiana, e dos navios ESPS Almirante Juan de Bornón e ESPS Patiño, da Marinha Espanhola.
7 de abril de 2021
NRP Sines realiza treino operacional no mar
(Marinha) Esta fase de treino no mar tem a duração de seis dias e permite ao navio e à sua guarnição aumentar os seus Padrões de Prontidão Naval e manter a sua capacidade operacional e a proficiência de todos os elementos a bordo.
Ao longo deste período, a guarnição tem a oportunidade de consolidar os seus conhecimentos, sendo colocada à prova sob o olhar atento dos avaliadores do Centro Integrado de Treino e Avaliação Naval (CITAN).
O NRP Sines é comandado pela capitão-tenente Ester Lopes e possui uma guarnição de 46 militares. Neste período de treino, está também embarcada uma equipa de avaliadores do CITAN, com experiência em diferentes áreas de conhecimento e cujo propósito é instruir e ministrar treino às unidades navais da Marinha.
7 de outubro de 2019
Navio patrulha “Sines” largou hoje rumo ao Golfo da Guiné
O navio patrulha oceânico “Sines” largou hoje da Base Naval de Lisboa em direcção ao Golfo da Guiné, iniciando uma missão no âmbito da cooperação no domínio da Defesa, diplomacia naval e apoio à política externa do Estado, inserida na iniciativa MAR ABERTO 2019.
Nesta missão, que vai decorrer até ao mês de Dezembro, o navio vai desenvolver diversas actividades com as Marinhas e Guardas Costeiras do Senegal, Cabo Verde, Togo, República Democrática de São Tomé e Príncipe, Angola, Nigéria , Costa do Marfim e Guiné Bissau. O navio irá ainda contribuir para a segurança marítima nesta região do globo.
O “Sines” tem embarcado o Comandante do Grupo Tarefa, Capitão-de-mar-e-guerra Rodrigues Campos, e é comandado pela Capitão-tenente Mónica Martins. A guarnição está reforçada com uma equipa de Fuzileiros e Mergulhadores, totalizando 60 militares e levará pela primeira vez um destacamento de veículos autónomos não tripulados.
Nesta missão, que vai decorrer até ao mês de Dezembro, o navio vai desenvolver diversas actividades com as Marinhas e Guardas Costeiras do Senegal, Cabo Verde, Togo, República Democrática de São Tomé e Príncipe, Angola, Nigéria , Costa do Marfim e Guiné Bissau. O navio irá ainda contribuir para a segurança marítima nesta região do globo.
O “Sines” tem embarcado o Comandante do Grupo Tarefa, Capitão-de-mar-e-guerra Rodrigues Campos, e é comandado pela Capitão-tenente Mónica Martins. A guarnição está reforçada com uma equipa de Fuzileiros e Mergulhadores, totalizando 60 militares e levará pela primeira vez um destacamento de veículos autónomos não tripulados.
4 de setembro de 2019
Navio patrulha oceânico Sines abre ao público na Madeira
(MGP)O NRP Sines está no porto do Funchal, na ilha da Madeira, onde vai abrir a visitas a partir de amanhã, dia 4 de Setembro, e durante uma semana no horário das 15h00 às 17h00.
Uma oportunidade a não perder de conhecer o Navio de Patrulha Oceânico da Marinha Portuguesa. O NRP Sines foi baptizado em Julho do ano passado e tem como principal função a busca e salvamento marítimos, a vigilância marítima, a prevenção e combate à poluição e outras tarefas de interesse público.
O NRP Sines é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem 46 militares embarcados.
O NRP Sines é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem 46 militares embarcados.
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11 de fevereiro de 2019
Marinha e Exército fazem treino conjunto
(MGP)O NRP Sines, em missão nos Açores, realizou hoje um treino operacional de embarque e desembarque de 50 militares do 2º Batalhão de Infantaria da Zona Militar dos Açores, no primeiro exercício FOCA realizado este ano.
Este treino conjunto, que contou ainda com o apoio da Capitania do Porto de Ponta Delgada, através da participação da embarcação da Estação Salva-Vidas, SR-39, tem por fim garantir o adestramento e prontidão dos militares do Exército Português em operações conjuntas que envolvam o seu transporte por via marítima.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines encontra-se em missão nos Açores desde Dezembro, este navio é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo". Comandado pela capitão-tenente Mónica Martins tem embarcados 48 militares.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines encontra-se em missão nos Açores desde Dezembro, este navio é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo". Comandado pela capitão-tenente Mónica Martins tem embarcados 48 militares.
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14 de dezembro de 2018
O NRP Sines inicia a sua primeira grande missão nos Açores
(MGP)O navio patrulha oceânico “Sines” largou hoje da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, rumo aos Açores, onde irá estar em missão nos próximos três meses.
Durante este período o navio tem como objectivos prioritários responder a pedidos de busca e salvamento marítimo no mar dos Açores, prestando assistência a pessoas e embarcações em perigo em caso de necessidade, bem como vigiar e patrulhar os espaços marítimos da Região Autónoma dos Açores.
O navio tem igualmente capacidade para apoiar a Protecção Civil e as autoridades regionais para auxílio à população em caso de catástrofe natural ou calamidade.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines, o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem embarcados 48 militares.
Durante este período o navio tem como objectivos prioritários responder a pedidos de busca e salvamento marítimo no mar dos Açores, prestando assistência a pessoas e embarcações em perigo em caso de necessidade, bem como vigiar e patrulhar os espaços marítimos da Região Autónoma dos Açores.
O navio tem igualmente capacidade para apoiar a Protecção Civil e as autoridades regionais para auxílio à população em caso de catástrofe natural ou calamidade.
O Navio da República Portuguesa (NRP) Sines, o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem embarcados 48 militares.
20 de novembro de 2018
Navio patrulha oceânico Sines abre ao público em Sines
(MGP)O mais recente navio da Marinha, o NRP Sines, irá visitar pela primeira vez a cidade que lhe dá nome de 23 a 25 de Novembro.
O Município de Sines, fundado em 1362 pelo Rei D. Pedro I, comemora 656 anos no dia 24 de Novembro e o navio patrulha oceânico Sines marcará presença e estará aberto ao público para visitas no porto de serviços do Porto de Sines nos seguintes dias e horários:
- 24 Novembro, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00;
- 25 Novembro, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00.
O NRP Sines foi aumentado ao efectivo dos navios da Marinha no dia 6 de julho deste ano, é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", todos construídos em Portugal.
O navio é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem uma guarnição de 44 elementos.
O Município de Sines, fundado em 1362 pelo Rei D. Pedro I, comemora 656 anos no dia 24 de Novembro e o navio patrulha oceânico Sines marcará presença e estará aberto ao público para visitas no porto de serviços do Porto de Sines nos seguintes dias e horários:
- 24 Novembro, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00;
- 25 Novembro, das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00.
O NRP Sines foi aumentado ao efectivo dos navios da Marinha no dia 6 de julho deste ano, é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", todos construídos em Portugal.
O navio é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem uma guarnição de 44 elementos.
4 de agosto de 2018
NRP Sines entrou pela primeira vez na Base Naval de Lisboa
O navio largou de Viana do Castelo, onde foi construído, na quinta-feira e após a chegada à Base Naval prepara-se agora para iniciar o seu plano de treino operacional, uma fase exigente e fundamental para os navios e guarnições.
No cais a guarnição do NRP Sines tinha à sua espera o Comandante Naval, Vice-Almirante Gouveia e Melo, camaradas, amigos, familiares e até um grupo de jovens escuteiros que não quiseram perder este importante momento para a Marinha e para o navio, a entrada e a primeira atracação do NRP Sines.
O NRP Sines, que foi aumentado ao efectivo dos navios da Marinha no dia 6 de Julho, é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", todos construídos em Portugal. O NRP Sines junta-se assim ao NRP Viana do Castelo e NRP Figueira da Foz, actualmente no activo. O navio é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem uma guarnição de 44 elementos. (MGP)
No cais a guarnição do NRP Sines tinha à sua espera o Comandante Naval, Vice-Almirante Gouveia e Melo, camaradas, amigos, familiares e até um grupo de jovens escuteiros que não quiseram perder este importante momento para a Marinha e para o navio, a entrada e a primeira atracação do NRP Sines.
O NRP Sines, que foi aumentado ao efectivo dos navios da Marinha no dia 6 de Julho, é o terceiro navio da classe "Viana do Castelo", todos construídos em Portugal. O NRP Sines junta-se assim ao NRP Viana do Castelo e NRP Figueira da Foz, actualmente no activo. O navio é comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e tem uma guarnição de 44 elementos. (MGP)
21 de julho de 2018
Primeiro Ministro anuncia mais sete novos navios para a Marinha
O primeiro-ministro anunciou esta sexta-feira, em Viana do Castelo, a construção, nos próximos seis a oito anos, de sete novos navios para a Marinha portuguesa, no âmbito da revisão da Lei de Programação Militar (LPM).
António Costa falava nos estaleiros da West Sea, na cerimónia de baptismo do Navio-Patrulha Oceânico (NPO) Sines, o primeiro de dois em construção nos estaleiros da subconcessionária dos extintos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
A madrinha de baptismo do novo navio foi a sua mulher, Fernanda Tadeu.
O chefe do Governo revelou que o investimento se integra no compromisso assumido por Portugal junto da NATO de reforço do dispositivo das Forças Armadas até 2024 e adiantou que a construção será efectuada na indústria portuguesa.
“Cada euro investido passará a valer por três porque reforçaremos a Defesa nacional, o sistema científico e o tecido industrial”, disse.
António Costa adiantou que, no total, serão construídos dez NPO e um navio logístico polivalente.
Cada um dos NPO custará 60 milhões de euros e demorará cerca de dois anos a construir.
António Costa disse que hoje “é um dia de parabéns para a indústria portuguesa de construção e reparação naval”, confirma a “vitalidade dos estaleiros” e honra a sua “longa actividade”, sublinhando que toda a tecnologia usada foi desenvolvida em Portugal e está ao nível do melhor que se faz em todo o mundo”.
“É um exemplo muito feliz do que pretendemos fazer para reforçar as nossas Forças Armadas”, concluiu. (Expresso)
António Costa falava nos estaleiros da West Sea, na cerimónia de baptismo do Navio-Patrulha Oceânico (NPO) Sines, o primeiro de dois em construção nos estaleiros da subconcessionária dos extintos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
A madrinha de baptismo do novo navio foi a sua mulher, Fernanda Tadeu.
O chefe do Governo revelou que o investimento se integra no compromisso assumido por Portugal junto da NATO de reforço do dispositivo das Forças Armadas até 2024 e adiantou que a construção será efectuada na indústria portuguesa.
“Cada euro investido passará a valer por três porque reforçaremos a Defesa nacional, o sistema científico e o tecido industrial”, disse.
António Costa adiantou que, no total, serão construídos dez NPO e um navio logístico polivalente.
Cada um dos NPO custará 60 milhões de euros e demorará cerca de dois anos a construir.
António Costa disse que hoje “é um dia de parabéns para a indústria portuguesa de construção e reparação naval”, confirma a “vitalidade dos estaleiros” e honra a sua “longa actividade”, sublinhando que toda a tecnologia usada foi desenvolvida em Portugal e está ao nível do melhor que se faz em todo o mundo”.
“É um exemplo muito feliz do que pretendemos fazer para reforçar as nossas Forças Armadas”, concluiu. (Expresso)
1 de junho de 2018
Novo navio patrulha oceânico faz provas de mar com sucesso
O futuro NRP Sines, que será aumentado ao efectivo dos navios da Marinha em Julho, será o terceiro navio patrulha oceânico construído em Portugal após os NRP Viana do Castelo e NRP Figueira da Foz, actualmente no activo. Estes navios vêm substituir as corvetas com mais de 40 anos.
O NRP Sines será comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e terá uma guarnição de 44 elementos. (MGP)
O NRP Sines será comandado pela capitão-tenente Mónica Martins e terá uma guarnição de 44 elementos. (MGP)
19 de maio de 2017
NRP Sines já se encontra a flutuar
O Ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, assistiu à cerimónia de flutuação do terceiro Navio Patrulha Oceânico, o futuro NRP Sines, durante a sua visita à West Sea – Estaleiros Navais, na qual tomou conhecimento do projecto de construção de mais dois patrulhas oceânicos para a Marinha Portuguesa e de algumas propostas de construção de navios que possam vir a equipar a Marinha.
Azeredo Lopes pretendeu, com esta visita, “assinalar a concretização de etapas marcantes no desenvolvimento de um projecto que são tão estruturantes para a Marinha e, obviamente, para a Defesa Nacional”. Para o Ministro, este projecto “tem um grande significado político, tem um grande significado prático e tem um grande significado nacional”, traduzindo a “relação virtuosa entre aquilo que é a Defesa Nacional, as suas necessidades, a concretização das suas capacidades”, tal como a “relação virtuosa entre a indústria nacional, ou com forte componente nacional e as capacidades das Forças Armadas aqui especificamente da Marinha”.
“Queria registar que os prazos foram cumpridos, os procedimentos, o planeamento funcionaram, isto implicou uma relação muito profissional, muito competente” entre “a Marinha e aqueles que a representaram neste processo e a West Sea”, afirmou Azeredo Lopes, realçando o facto de os “estaleiros de Viana do Castelo terem cumprido de forma absolutamente cabal aquilo que estava contratualizado”, que para isso “também contribuiu muito a competência técnica da Marinha”.
A Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, que também participou na visita, afirmou que a “Marinha fica mais equipada” o que permite dar resposta a outras “responsabilidades” como a “vigilância e salvaguarda de um espaço”, que nos traz a “extensão da Plataforma Continental”. Esta enalteceu também o “trabalho de qualidade” do estaleiro numa indústria que é uma das “peças fundamentais da economia do Mar”.
Estiveram presentes neste evento o Vice-presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, o Secretário de Estado da Defesa Nacional, o Secretário de Estado das Pescas, o Presidente do Conselho de Administração da West Sea, o Presidente do Conselho de Administração da Edisoft, o Chefe de Estado- Maior da Armada e demais autoridades relacionadas com o projecto.
O futuro NRP Sines iniciou o seu processo de construção em Fevereiro de 2016, quando foram cortadas as primeiras peças. Em Maio desse ano estava o primeiro bloco construído, em Junho fez-se a primeira ligação de blocos e, em Julho, foi feito o assentamento de blocos. Em Maio de 2017, o navio foi dado como construído, aprovado em termos de estrutura, colocado a flutuar e atracado para prosseguirem os trabalhos de construção e instalação de todos os equipamentos. (Defesa)
Azeredo Lopes pretendeu, com esta visita, “assinalar a concretização de etapas marcantes no desenvolvimento de um projecto que são tão estruturantes para a Marinha e, obviamente, para a Defesa Nacional”. Para o Ministro, este projecto “tem um grande significado político, tem um grande significado prático e tem um grande significado nacional”, traduzindo a “relação virtuosa entre aquilo que é a Defesa Nacional, as suas necessidades, a concretização das suas capacidades”, tal como a “relação virtuosa entre a indústria nacional, ou com forte componente nacional e as capacidades das Forças Armadas aqui especificamente da Marinha”.
“Queria registar que os prazos foram cumpridos, os procedimentos, o planeamento funcionaram, isto implicou uma relação muito profissional, muito competente” entre “a Marinha e aqueles que a representaram neste processo e a West Sea”, afirmou Azeredo Lopes, realçando o facto de os “estaleiros de Viana do Castelo terem cumprido de forma absolutamente cabal aquilo que estava contratualizado”, que para isso “também contribuiu muito a competência técnica da Marinha”.
A Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, que também participou na visita, afirmou que a “Marinha fica mais equipada” o que permite dar resposta a outras “responsabilidades” como a “vigilância e salvaguarda de um espaço”, que nos traz a “extensão da Plataforma Continental”. Esta enalteceu também o “trabalho de qualidade” do estaleiro numa indústria que é uma das “peças fundamentais da economia do Mar”.
Estiveram presentes neste evento o Vice-presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, o Secretário de Estado da Defesa Nacional, o Secretário de Estado das Pescas, o Presidente do Conselho de Administração da West Sea, o Presidente do Conselho de Administração da Edisoft, o Chefe de Estado- Maior da Armada e demais autoridades relacionadas com o projecto.
O futuro NRP Sines iniciou o seu processo de construção em Fevereiro de 2016, quando foram cortadas as primeiras peças. Em Maio desse ano estava o primeiro bloco construído, em Junho fez-se a primeira ligação de blocos e, em Julho, foi feito o assentamento de blocos. Em Maio de 2017, o navio foi dado como construído, aprovado em termos de estrutura, colocado a flutuar e atracado para prosseguirem os trabalhos de construção e instalação de todos os equipamentos. (Defesa)
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