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24 de março de 2021
ESQUADRA 601 COMEMORA 35 ANOS
(FAP)A celebrar 35 anos de existência, a história da Esquadra 601 remonta a 24 de Março de 1986.
Os “Lobos”, como são conhecidos, têm como principal missão executar operações aéreas em ambiente marítimo, onde se destaca o patrulhamento marítimo, a vigilância do espaço estratégico de interesse nacional e a busca e salvamento.
Inicialmente sediada na Base Aérea N.º 6, em Montijo, desde 2008 que se encontram na na Base Aérea N.º 11, em Beja.
Depois de vários anos equipada com a aeronave P-3P, que contabilizou mais de 25.000 horas de voo, a Esquadra 601 recebeu em 2010 uma nova aeronave. Na altura, a frota de seis P-3P foi substituída por cinco aeronaves P-3C, adquiridas à Real Marinha Holandesa. Aeronaves essas que posteriormente foram modernizadas para a atual versão P-3C CUP+.
O P-3C CUP+ mantém todas as capacidades de patrulhamento marítimo herdadas do P-3P, nomeadamente Luta Antisubmarina, Luta Antisuperfície e Busca e Salvamento. Além disso, um conjunto de sensores modernos associados a um sistema tático de missão completamente integrado, capacita o P-3C CUP+ a operar também em diversas missões em ambiente terrestre. A frota ficou também equipada com um sistema de autoproteção Missile and Laser Warning System, que permite a deteção de ameaças e o disparo de contra medidas.
A conjugação destas capacidades com as caraterísticas inatas desta aeronave, onde se destacam a sua enorme autonomia, raio de ação, velocidade, a disponibilidade para transportar sensores e armamento, operar de dia e de noite e em quaisquer condições meteorológicas, resultaram num sistema de armas extremamente versátil e flexível.
Capacidades essas que permitem aos “Lobos” contribuir ainda para o dispositivo de Busca e Salvamento nacional, mantendo uma aeronave e uma tripulação em alerta permanente, orgulhando-se de contribuir com o seu auxílio no resgate das vítimas que se julgavam perdidas no mar.
Aos Lobos, ser-lhe-á todo o Oceano obediente.
17 de março de 2021
ESQUADRA 601 PARTICIPA EM EXERCÍCIO INTERNACIONAL NO GOLFO DA GUINÉ
(FAP)Um avião P-3C CUP+ da Força Aérea vai participar no exercício Obangame Express 2021, que decorre no Golfo da Guiné até 27 de março.
Os 36 militares da Esquadra 601 – “Lobos” partem na madrugada de 18 de março com destino a São Tomé e Princípe, aeroporto a partir do qual vão operar.
Aquele que é considerado o maior exercício aeronaval internacional realizado no Golfo da Guiné tem como principal objetivo promover a segurança global na região.
16 de março de 2021
ESQUADRA 601 BATE RECORDE DE VOO EM P-3
(FAP)A Esquadra 601 efetuou 13:30 horas de voo em missão sobre o Oceano Atlântico.
A aeronave P-3C CUP+ com o número de cauda 14808 descolou às 05h40 e aterrou às 19h10. Na missão estiveram envolvidos 13 tripulantes.
10 de setembro de 2020
Força Aérea integra ÍNDALO 2020
(FAP)Decorreu ontem, dia 8 de Setembro, na Base Aérea N.º 11 (B11), Beja, a cerimónia de entrega da Bandeira Nacional ao destacamento aéreo que irá participar na Operação ÍNDALO 2020, da Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX).
A cerimónia foi presidida pelo Director de Operações Aéreas, Brigadeiro-General João Caldas, que fez questão de desejar sucesso aos militares. Esteve ainda presente o Comandante da BA11, Coronel Paulo Costa e o Capelão da Força Aérea que efectuou a benção da missão e da Imagem da Nossa Senhora do Ar.
O destacamento, que irá participar nesta operação de 9 de Setembro a 5 de Novembro, é constituído por uma aeronave P-3C Cup+, da Esquadra 601 – “Lobos”, e 30 militares destacados em Málaga e ainda, um oficial de ligação em Madrid no International Coordination Center da agência FRONTEX.
A ÍNDALO 2020 é uma operação que tem como objectivo combater o tráfico de estupefacientes, controlar a imigração ilegal, poluição marítima, pesca ilegal e ainda missões de busca e salvamento, no Mar Mediterrâneo.
7 de setembro de 2019
P-3C CUP+ EM OPERAÇÃO SEA GUARDIAN DA NATO
(FAP)A Força Aérea encontra-se a participar na operação Sea Guardian, da NATO, com uma aeronave P-3C CUP+ e 35 militares, a partir da Base Aérea italiana de Sigonella (ilha Sicília), até ao próximo dia 28 de Setembro.
A missão de vigilância marítima, realizada pela Esquadra 601 - "Lobos", visa contribuir para o combate ao terrorismo marítimo, combate à proliferação de armas de destruição maciça, protecção de infraestruturas críticas, defender a liberdade de navegação, apoiar a consciência da situação marítima e apoiar tarefas de interdição.
A missão de vigilância marítima, realizada pela Esquadra 601 - "Lobos", visa contribuir para o combate ao terrorismo marítimo, combate à proliferação de armas de destruição maciça, protecção de infraestruturas críticas, defender a liberdade de navegação, apoiar a consciência da situação marítima e apoiar tarefas de interdição.
Força Aérea já iniciou voos de patrulhamento no Mediterrâneo
(Emgfa)A aeronave P-3C CUP+ da Força Aérea Portuguesa realizou, no passado sábado, o primeiro voo de patrulhamento integrada na Operação “Sea Guardian”, uma operação de segurança marítima da NATO que decorre no Mediterrâneo.
Os 35 militares portugueses participam nesta operação até ao próximo dia 28 de Setembro, realizando voos de patrulhamento em coordenação com outros meios navais e aéreos sob o Controlo Operacional do Comando Marítimo Aliado (MARCOM), a partir da Base Aérea italiana de Sigonella, localizada na ilha Sicília.
O MARCOM servirá como centro de partilha de informação de segurança marítima para a Aliança. Assim, este meio aéreo nacional irá realizar tarefas que contribuirão para o combate ao terrorismo marítimo, combate à proliferação de armas de destruição maciça, protecção de infraestruturas críticas, defender a liberdade de navegação, apoiar a consciência da situação marítima e apoiar tarefas de interdição.
A Operação “Sea Guardian” da NATO iniciou-se em 2016 e Portugal participa desde então com regularidade nesta missão.
Os 35 militares portugueses participam nesta operação até ao próximo dia 28 de Setembro, realizando voos de patrulhamento em coordenação com outros meios navais e aéreos sob o Controlo Operacional do Comando Marítimo Aliado (MARCOM), a partir da Base Aérea italiana de Sigonella, localizada na ilha Sicília.
O MARCOM servirá como centro de partilha de informação de segurança marítima para a Aliança. Assim, este meio aéreo nacional irá realizar tarefas que contribuirão para o combate ao terrorismo marítimo, combate à proliferação de armas de destruição maciça, protecção de infraestruturas críticas, defender a liberdade de navegação, apoiar a consciência da situação marítima e apoiar tarefas de interdição.
A Operação “Sea Guardian” da NATO iniciou-se em 2016 e Portugal participa desde então com regularidade nesta missão.
1 de agosto de 2019
Força Aérea Portuguesa inicia missão no Mediterrâneo
(Emgfa)35 militares e uma aeronave de Patrulhamento Marítimo P-3C da Força Aérea Portuguesa iniciam hoje a missão de patrulhamento na zona sul do Mediterrâneo Central, contribuindo para o desmantelamento de redes de introdução clandestina de migrantes e de tráfico de pessoas, visando acabar com a tragédia humana vivida nestas águas.
Esta Força Nacional Destacada foi projectada para a Base Aérea de Sigonella na Sicília, República Italiana, no passado dia 29 de Julho, onde vai contribuir para a operação militar da União Europeia, “European Union Naval Force Mediterranean (EUNAVFOR MED)”, Operação “Sophia”, até ao próximo dia 29 de Agosto.
Enquanto tarefa adicional, os resultados do patrulhamento da aeronave P-3C irão contribuir para a implementação do embargo de armas e colecta de informação acerca do contrabando de petróleo exportado ilegalmente, conforme previsto em resoluções do Concelho de Segurança das Nações Unidas.
Esta Força Nacional Destacada foi projectada para a Base Aérea de Sigonella na Sicília, República Italiana, no passado dia 29 de Julho, onde vai contribuir para a operação militar da União Europeia, “European Union Naval Force Mediterranean (EUNAVFOR MED)”, Operação “Sophia”, até ao próximo dia 29 de Agosto.
Enquanto tarefa adicional, os resultados do patrulhamento da aeronave P-3C irão contribuir para a implementação do embargo de armas e colecta de informação acerca do contrabando de petróleo exportado ilegalmente, conforme previsto em resoluções do Concelho de Segurança das Nações Unidas.
29 de abril de 2019
"LOBOS" EM OPERAÇÃO DE PATRULHAMENTO MARÍTIMO EM CABO VERDE
(FAP)Uma aeronave P-3C CUP+, da Esquadra 601 – “Lobos”, descolou de Beja rumo a Cabo Verde, no dia 26 de Abril, para participar na Operação Junction Rain 2019 (OJR19).
A OJR19 é uma operação trilateral de patrulhamento marítimo, na zona económica exclusiva de Cabo Verde. Além daquele país, conta com a participação de Portugal e dos Estados Unidos.
Com a aeronave dos “Lobos”, estarão 35 militares, destacados na Cidade da Praia, entre os dias 26 de Abril e 08 de maio.
A OJR19 é uma operação trilateral de patrulhamento marítimo, na zona económica exclusiva de Cabo Verde. Além daquele país, conta com a participação de Portugal e dos Estados Unidos.
Com a aeronave dos “Lobos”, estarão 35 militares, destacados na Cidade da Praia, entre os dias 26 de Abril e 08 de maio.
29 de março de 2019
P3-C CUP+ inicia missão ao serviço da NATO no Báltico
(Emgfa)Uma aeronave P3-C CUP+, da Força Aérea portuguesa parte hoje, dia 29 de Março, para a Polónia, para iniciar uma missão no âmbito das medidas de tranquilização da NATO no flanco leste.
A aeronave portuguesa será empenhada na missão da NATO "Focused Collection Activities", até ao próximo dia 20 de abril, onde irá contribuir para a vigilância das actividades militares naquela região.
Os 30 militares que constituem o destacamento juntam-se, neste período, aos F-16 portugueses já em missão na Polónia a realizar treino com aliados e parceiros da Aliança, nos Bálticos.
A aeronave portuguesa será empenhada na missão da NATO "Focused Collection Activities", até ao próximo dia 20 de abril, onde irá contribuir para a vigilância das actividades militares naquela região.
Os 30 militares que constituem o destacamento juntam-se, neste período, aos F-16 portugueses já em missão na Polónia a realizar treino com aliados e parceiros da Aliança, nos Bálticos.
7 de março de 2019
Força Aérea e Marinha no maior exercício militar no Golfo da Guiné
(Emgfa)A aeronave P-3C CUP+, da Esquadra 601 - "Lobos" da Força Aérea portuguesa e a fragata “Álvares Cabral”, da Marinha portuguesa, participam, de 8 a 23 de Março, no maior exercício militar aeronaval internacional no Golfo da Guiné, o OBANGAME EXPRESS 19, com o objectivo de promover a segurança marítima na região.
A aeronave da Força Aérea, com um total de 36 militares empenhados, participa na edição anual do OBANGAME EXPRESS entre 8 e 12 de Março a partir da República de Cabo Verde e entre 12 a 22 de Março a partir de São Tomé e Príncipe. A fragata “Álvares Cabral”, actualmente em missão em Angola com 159 militares embarcados, juntar-se-á mais tarde, a sul da Nigéria, durante o período entre 15 a 20 de Março.
Este exercício tem como principal objectivo promover a segurança global na região, através da cooperação entre todas as forças e unidades dos países participantes e a partilha de informação no domínio marítimo entre os diversos centros de operações marítimas no Golfo da Guiné, destacando-se a participação de meios de 19 países africanos (Angola, Benin, Camarões, Cabo Verde, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Marrocos, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe e Togo).
A capacitação dos países do Golfo da Guiné, em concreto na área da segurança marítima e do combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate contra a pirataria, o narcotráfico e a delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região, são outros dos grandes objectivos deste exercício militar conduzido pelo Comando Africano dos Estados Unidos (United States Africa Command - U.S. AFRICOM).
Relembra-se que no Golfo da Guiné situam-se 4.000 milhões de metros cúbicos de reservas de gás natural e é onde tem origem cerca de 50% da produção de petróleo do continente africano, representando 10% da produção mundial, estimando-se que desde 2013 são perdidos por dia 40.000 barris devido a actos de pirataria ou roubo.
Salienta-se também que aproximadamente 40% do volume de peixe capturado nas águas da África Ocidental são provenientes de pesca ilegal, representando uma perda anual de mais de 1,5 milhões de dólares para os Estados da região.
A aeronave da Força Aérea, com um total de 36 militares empenhados, participa na edição anual do OBANGAME EXPRESS entre 8 e 12 de Março a partir da República de Cabo Verde e entre 12 a 22 de Março a partir de São Tomé e Príncipe. A fragata “Álvares Cabral”, actualmente em missão em Angola com 159 militares embarcados, juntar-se-á mais tarde, a sul da Nigéria, durante o período entre 15 a 20 de Março.
Este exercício tem como principal objectivo promover a segurança global na região, através da cooperação entre todas as forças e unidades dos países participantes e a partilha de informação no domínio marítimo entre os diversos centros de operações marítimas no Golfo da Guiné, destacando-se a participação de meios de 19 países africanos (Angola, Benin, Camarões, Cabo Verde, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Marrocos, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe e Togo).
A capacitação dos países do Golfo da Guiné, em concreto na área da segurança marítima e do combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate contra a pirataria, o narcotráfico e a delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região, são outros dos grandes objectivos deste exercício militar conduzido pelo Comando Africano dos Estados Unidos (United States Africa Command - U.S. AFRICOM).
Relembra-se que no Golfo da Guiné situam-se 4.000 milhões de metros cúbicos de reservas de gás natural e é onde tem origem cerca de 50% da produção de petróleo do continente africano, representando 10% da produção mundial, estimando-se que desde 2013 são perdidos por dia 40.000 barris devido a actos de pirataria ou roubo.
Salienta-se também que aproximadamente 40% do volume de peixe capturado nas águas da África Ocidental são provenientes de pesca ilegal, representando uma perda anual de mais de 1,5 milhões de dólares para os Estados da região.
18 de setembro de 2018
CERIMÓNIA DE RECEPÇÃO DOS MILITARES DO BAP18 E AM18
A Base Aérea N.º 5, em Monte Real, acolheu, no dia 12 de Setembro, a Cerimónia de Recepção aos militares que integraram as missões NATO Baltic Air Policing 18 (BAP18) e Assurance Measures 18 (AM18), na Lituânia.
Estiveram destacados, na Lituânia, dois contingentes da Força Aérea, um no âmbito da missão BAP18, composto por quatro aeronaves F-16M e cerca de 90 militares, e outro no âmbito do AM18, composto por uma aeronave P-3C CUP+ e 30 militares. As missões tiveram a duração de quatro e dois meses, respectivamente.
O Comandante do Destacamento, Tenente-Coronel Afonso Gaiolas, procedeu à entrega da Imagem da Nossa Senhora do Ar e das Bandeiras Nacional e da Força Aérea, que acompanharam os militares durante toda a missão, a Suas Excelências o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), Almirante Silva Ribeiro, e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General Manuel Teixeira Rolo.
O evento, que contou ainda com a presença do Secretário de Estado da Defesa, Dr. Marcos Perestrello, terminou com uma fotografia de grupo. (FAP)
Estiveram destacados, na Lituânia, dois contingentes da Força Aérea, um no âmbito da missão BAP18, composto por quatro aeronaves F-16M e cerca de 90 militares, e outro no âmbito do AM18, composto por uma aeronave P-3C CUP+ e 30 militares. As missões tiveram a duração de quatro e dois meses, respectivamente.
O Comandante do Destacamento, Tenente-Coronel Afonso Gaiolas, procedeu à entrega da Imagem da Nossa Senhora do Ar e das Bandeiras Nacional e da Força Aérea, que acompanharam os militares durante toda a missão, a Suas Excelências o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), Almirante Silva Ribeiro, e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General Manuel Teixeira Rolo.
O evento, que contou ainda com a presença do Secretário de Estado da Defesa, Dr. Marcos Perestrello, terminou com uma fotografia de grupo. (FAP)
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30 de agosto de 2018
MEIOS DA FORÇA AÉREA PATRULHAM MEDITERRÂNEO
Uma aeronave P-3C Cup+ e 30 militares da Força Aérea partiram no dia 30 de Agosto rumo a Sigonella, Itália, para participar na Operação Sophia 2018 (EURONAVFOR MED). Esta operação da União Europeia, no âmbito da qual os meios nacionais vão realizar missões de vigilância marítima, tem como objectivo identificar, capturar e neutralizar navios e bens utilizados, ou que possam ser utilizados, pelos traficantes e pelas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de seres humanos e na migração clandestina. É também um esforço internacional para evitar a perda de vidas no Mediterrâneo. (FAP)
22 de junho de 2018
Esquadra 601 vigia espaço aéreo dos Báltico
Uma aeronave P-3C CUP + da, Esquadra 601 - Lobos, aterrou, a 16 de Junho, na Lituânia, para integrar a Operação NATO Assurance Measures (AM) 2018.
Esta Força Nacional Destacada irá realizar missões de patrulhamento marítimo nos países bálticos, com a missão de detectar e seguir movimentos de interesse.
O destacamento da Força Aérea, composto por cerca de 30 militares de diversas especialidades, junta-se ao já existente na Base Aérea Aérea de Siauliai, ao serviço na missão Baltic Air Policing 2018, que conta com 80 militares e quatro F-16. (Fap)
Esta Força Nacional Destacada irá realizar missões de patrulhamento marítimo nos países bálticos, com a missão de detectar e seguir movimentos de interesse.
O destacamento da Força Aérea, composto por cerca de 30 militares de diversas especialidades, junta-se ao já existente na Base Aérea Aérea de Siauliai, ao serviço na missão Baltic Air Policing 2018, que conta com 80 militares e quatro F-16. (Fap)
16 de abril de 2018
Militares portugueses combatem aumento da pirataria no Golfo da Guiné
No âmbito do exercício internacional OBANGAME EXPRESS 2018, três navios, uma aeronave e 342 militares portugueses treinaram no Golfo da Guiné, entre os dias 21 e 28 de Março, tendo em vista a promoção da segurança marítima global da região.
Este foi o maior exercício multinacional na costa oeste de África, que se realiza anualmente e que pretende reforçar a interoperabilidade e proficiência dos países do Golfo da Guiné, em parceria com os países euro-atlânticos, por forma a promover acções que contribuam directamente para a segurança marítima na região.
Do total de 342 militares, 311 eram da Marinha e 31 da Força Aérea, apoiados por três navios da Marinha - a fragata “Álvares Cabral”, o reabastecedor “Berrio” e o patrulha “Zaire” - e uma aeronave P-3C de vigilância marítima da Força Aérea.
Portugal participou neste exercício promovido pelo comandante das forças navais norte-americanas para a Europa e África e 6ª Esquadra (United States Naval Forces Europe-Africa/United States 6th Fleet), em cooperação com países africanos (Angola, Benim, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal, Togo, República do Congo, República Democrática do Congo e Serra leoa), bem como com a Alemanha, Bélgica, Brasil, Canada, Dinamarca, Espanha, França, Marrocos, Holanda, Noruega, Espanha, Turquia e EUA.
Este exercício, visou essencialmente reforçar as capacidades de resposta aos riscos e ameaças emergentes no Golfo da Guiné, em concreto mo combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate à pirataria marítima, narcotráfico e delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região.
A fragata da Marinha Portuguesa, NRP Álvares Cabral, participou em 8 exercícios de abordagens a navios suspeitos de actividades ilícitas, tendo proporcionado em especifico treino e formação às equipas de abordagem e vistoria das Marinhas dos países do Senegal, Gâmbia, Guiné-Bissau, República de Cabo Verde, Marrocos.
O patrulha da Marinha “Zaire”, colaborou directamente no treino de abordagem de equipas de fuzileiros santomenses, que estão a ser treinadas pelos fuzileiros portugueses. Sob coordenação do Centro de Operações da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, o navio efectuou igualmente uma acção de abordagem e vistoria ao navio dos Camarões, que simulou uma embarcação suspeita de tráfico humano e imigração ilegal onde, no âmbito do exercício, foram detectados cinco imigrantes ilegais, posteriormente entregues às autoridades locais.
Durante o destacamento da aeronave P-3C da Força Aérea portuguesa foram realizadas 6 missões dedicadas ao exercício, das quais 3 foram em ambiente de operação real de emprego do meio. Foram cobertos mais de 1.500.000 Km2 em patrulha, tendo para isso sido percorridos 9.000 Km nas mais de 30 horas voadas.
A fase de mar do OBANGAME EXPRESS 2018 terminou com a realização de um exercício de busca e salvamento marítimo conjunto, para a detecção e salvamento de um náufrago, tendo contado com a participação da fragata portuguesa “Álvares Cabral” e de navios patrulhas da marinha da Gâmbia e do Senegal e de uma aeronave de patrulha marítima deste país. (Emgfa)
Este foi o maior exercício multinacional na costa oeste de África, que se realiza anualmente e que pretende reforçar a interoperabilidade e proficiência dos países do Golfo da Guiné, em parceria com os países euro-atlânticos, por forma a promover acções que contribuam directamente para a segurança marítima na região.
Do total de 342 militares, 311 eram da Marinha e 31 da Força Aérea, apoiados por três navios da Marinha - a fragata “Álvares Cabral”, o reabastecedor “Berrio” e o patrulha “Zaire” - e uma aeronave P-3C de vigilância marítima da Força Aérea.
Portugal participou neste exercício promovido pelo comandante das forças navais norte-americanas para a Europa e África e 6ª Esquadra (United States Naval Forces Europe-Africa/United States 6th Fleet), em cooperação com países africanos (Angola, Benim, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal, Togo, República do Congo, República Democrática do Congo e Serra leoa), bem como com a Alemanha, Bélgica, Brasil, Canada, Dinamarca, Espanha, França, Marrocos, Holanda, Noruega, Espanha, Turquia e EUA.
Este exercício, visou essencialmente reforçar as capacidades de resposta aos riscos e ameaças emergentes no Golfo da Guiné, em concreto mo combate às actividades ilícitas no mar, onde se destaca o combate à pirataria marítima, narcotráfico e delapidação abusiva dos recursos marinhos, bem como a proteção das bases de exploração petrolífera existentes na região.
A fragata da Marinha Portuguesa, NRP Álvares Cabral, participou em 8 exercícios de abordagens a navios suspeitos de actividades ilícitas, tendo proporcionado em especifico treino e formação às equipas de abordagem e vistoria das Marinhas dos países do Senegal, Gâmbia, Guiné-Bissau, República de Cabo Verde, Marrocos.
O patrulha da Marinha “Zaire”, colaborou directamente no treino de abordagem de equipas de fuzileiros santomenses, que estão a ser treinadas pelos fuzileiros portugueses. Sob coordenação do Centro de Operações da Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, o navio efectuou igualmente uma acção de abordagem e vistoria ao navio dos Camarões, que simulou uma embarcação suspeita de tráfico humano e imigração ilegal onde, no âmbito do exercício, foram detectados cinco imigrantes ilegais, posteriormente entregues às autoridades locais.
Durante o destacamento da aeronave P-3C da Força Aérea portuguesa foram realizadas 6 missões dedicadas ao exercício, das quais 3 foram em ambiente de operação real de emprego do meio. Foram cobertos mais de 1.500.000 Km2 em patrulha, tendo para isso sido percorridos 9.000 Km nas mais de 30 horas voadas.
A fase de mar do OBANGAME EXPRESS 2018 terminou com a realização de um exercício de busca e salvamento marítimo conjunto, para a detecção e salvamento de um náufrago, tendo contado com a participação da fragata portuguesa “Álvares Cabral” e de navios patrulhas da marinha da Gâmbia e do Senegal e de uma aeronave de patrulha marítima deste país. (Emgfa)
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P-3C CUP
30 de março de 2018
Força Aérea patrulha zonas marítimas de Cabo Verde
Uma aeronave P-3C CUP+ Orion da Força Aérea Portuguesa vai patrulhar, entre 29 de Março e 03 de Abril, as zonas marítimas de Cabo Verde no âmbito da cooperação técnico-militar entre os dois países.
Um destacamento, composto por 29 militares portugueses, vai realizar acções de patrulhamento marítimo têm como principal objectivo contribuir para o combate ao tráfico de droga e pessoas, detecção de acções de delapidação dos recursos marinhos e de poluição marinha originada por navios em trânsito na região.
Esta missão, realizada em coordenação com as autoridades de Cabo Verde, insere-se no plano dos compromissos de cooperação militar bilateral entre Portugal e Cabo-Verde, na qual Portugal disponibiliza meios militares que contribuam para a vigilância e para operações de segurança marítima na costa oeste de África e no Golfo da Guiné, sendo que os militares também vão colaborar e apoiar eventuais operações de busca e salvamento na área de responsabilidade de Cabo Verde.
Durante a sua permanência em Cabo Verde, a aeronave da Esquadra 601 - Lobos irá contar com a visita de alunos da Universidade Cabo Verde, dos cursos de Engenharia Electrotécnica e Engenharia Mecânica, bem como de militares das Forças Armadas de Cabo Verde.
Um destacamento, composto por 29 militares portugueses, vai realizar acções de patrulhamento marítimo têm como principal objectivo contribuir para o combate ao tráfico de droga e pessoas, detecção de acções de delapidação dos recursos marinhos e de poluição marinha originada por navios em trânsito na região.
Esta missão, realizada em coordenação com as autoridades de Cabo Verde, insere-se no plano dos compromissos de cooperação militar bilateral entre Portugal e Cabo-Verde, na qual Portugal disponibiliza meios militares que contribuam para a vigilância e para operações de segurança marítima na costa oeste de África e no Golfo da Guiné, sendo que os militares também vão colaborar e apoiar eventuais operações de busca e salvamento na área de responsabilidade de Cabo Verde.
Durante a sua permanência em Cabo Verde, a aeronave da Esquadra 601 - Lobos irá contar com a visita de alunos da Universidade Cabo Verde, dos cursos de Engenharia Electrotécnica e Engenharia Mecânica, bem como de militares das Forças Armadas de Cabo Verde.
1 de novembro de 2017
"Lobos" partem para Sigonella
Uma aeronave P-3C Cup+ e 30 militares da Força Aérea partiram no dia 31 de Outubro para Sigonella, Itália, a fim de participarem na Operação Sophia2017 (European Union Naval Force - Mediterranean - EUNAVFOR MED). Esta operação tem como objectivo desmantelar redes de introdução clandestina de migrantes e de tráfico de pessoas na zona sul do Mediterrâneo central.
O destacamento decorrerá entre os dias 01 e 30 de Novembro. O objectivo deste esforço multinacional, em que participam os militares da Esquadra 601- Lobos, da Base Aérea N.º11, é identificar, capturar e neutralizar navios e bens utilizados, ou que possam vir a ser utilizados, pelos traficantes e pelas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de seres humanos e na migração clandestina. (FAP)
O destacamento decorrerá entre os dias 01 e 30 de Novembro. O objectivo deste esforço multinacional, em que participam os militares da Esquadra 601- Lobos, da Base Aérea N.º11, é identificar, capturar e neutralizar navios e bens utilizados, ou que possam vir a ser utilizados, pelos traficantes e pelas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de seres humanos e na migração clandestina. (FAP)
23 de abril de 2017
Os P-3 Orion da Força Aérea Portuguesa "são dos melhores do mundo"
Capitão Ana Silva, controladora táctica na esquadra 601, diz que as capacidades da aeronave de vigilância marítima estão a ser aproveitadas para apoiar missões terrestres
Ana Silva entrou há 17 anos para a Força Aérea, de onde o pai saiu no início de 2017. Ambos tinham a mesma especialização, como oficiais navegadores e controladores tácticos na esquadra dos P-3. Estiveram colocados nas mesmas bases militares - Montijo e Beja - mas nunca trabalharam juntos nem estiveram em simultâneo na mesma unidade, donde partiu há dias a aeronave que está em Itália ao serviço da NATO.
A capitão não integra esse destacamento na operação Sea Guardian , mas está encarregue de explicar o que são e para que servem os P-3C Orion (comprados em segunda mão à Holanda pelo então ministro da Defesa Paulo Portas) que, duas vezes por mês e no quadro da mesma operação, também partem de Beja para missões de um dia no Mediterrâneo.
Casada com um militar da Força Aérea colocado noutra base aérea, com quem forma um dos muitos casais de "solteiros geográficos" que vivem afastados durante a semana devido à carreira militar, a capitão Ana Silva trabalha em Beja e reside com a filha de 4 anos no bairro deixado junto da base alentejana, em 1993, pelos militares alemães.
No dia da partida do P3-C para Itália, a oficial entra na placa em passo apressado e com o cabelo liso molhado: "Fui treinar... tenho de aproveitar o pouco tempo livre."
Com os EUA a substituírem os seus P-3 (construídos pela Lockheed Martin) por P-8 (da Boeing), os portugueses "são dos melhores do mundo" nesta altura, assegura a TACO - sigla inglesa que designa os coordenadores tácticos, tão ou mais responsáveis que os pilotos-aviadores pelo emprego operacional dos aparelhos de patrulha marítima.
Se os pilotos decidem por onde e como levar a aeronave, é o TACO que "recebe e junta toda a informação" obtida pelos diferentes sensores e especialistas a bordo para "decidir como é pensada a guerra". Leia-se: onde lançar sonoboias de localização de submarinos, contra quem disparar os mísseis ou torpedos antinavio, em que momento largar os kits de busca e salvamento para os náufragos. "A programação do armamento é do TACO", diz a oficial, apontando para o ecrã que lhe permite "ver a situation awareness" no terreno em tempo real. "Há uma linha de comunicação privada com o piloto-comandante para a tomada de decisão e a cujas palavras mais ninguém a bordo tem acesso."
Com orgulho profissional, a oficial acrescenta que pilotos e controladores tácticos muitas vezes nem precisam de conversar, pois a sintonia dada por muitas horas de treino e de operação permite a quem está no cockpit - flight station nos P-3, onde se usam termos navais e não aeronáuticos - saber antecipadamente como, quando e para onde levar a aeronave.
Daí resulta que mesmo ela, sendo a única da tripulação a saber quais vão ser as decisões do piloto-comandante no que toca aos movimentos do avião, acaba a correr para os sacos de plástico com o navegador, os operadores acústicos, de radar, comunicações e de armamento, mecânicos e técnicos de voo. "Fica tudo mareado, agarrado aos sacos.... levamos grandes tareias, porque a aeronave é muito manobrável."
Acresce que nas operações onde operam "com caças e homens no terreno em simultâneo, o trabalho é complexo, exigente... e é tudo muito rápido, porque é feito em função dos caças", explica a controladora tática, acrescentando um pormenor: "Usamos coletes com três quilos que, no fim da missão, pesam 10 ou 12 quilos."
Para receber e gerir a informação que "todos debitam", o/a TACO tem ecrãs, seis rádios com diferentes frequências encriptadas, três sistemas de troca de mensagens escritas, meios de processamento de dados e imagens em tempo real, comunicações satélite e rádio. Sendo o P-3C uma aeronave de patrulha marítima que funciona como plataforma de comando e controlo, a Força Aérea começou há alguns anos a rentabilizá-la através do apoio a operações em terra. "Conseguimos monitorizar alvos (fazer a sua detecção e identificação) a grande altitude e grandes distâncias, filmar e transmitir para o terreno imagens em tempo real", precisa Ana Silva.
Para apoiar missões que podem durar até 14 horas, o avião tem uma área de descanso e refeições. São duas ou três macas, forno, máquina de café, (DN)
Ana Silva entrou há 17 anos para a Força Aérea, de onde o pai saiu no início de 2017. Ambos tinham a mesma especialização, como oficiais navegadores e controladores tácticos na esquadra dos P-3. Estiveram colocados nas mesmas bases militares - Montijo e Beja - mas nunca trabalharam juntos nem estiveram em simultâneo na mesma unidade, donde partiu há dias a aeronave que está em Itália ao serviço da NATO.
A capitão não integra esse destacamento na operação Sea Guardian , mas está encarregue de explicar o que são e para que servem os P-3C Orion (comprados em segunda mão à Holanda pelo então ministro da Defesa Paulo Portas) que, duas vezes por mês e no quadro da mesma operação, também partem de Beja para missões de um dia no Mediterrâneo.
Casada com um militar da Força Aérea colocado noutra base aérea, com quem forma um dos muitos casais de "solteiros geográficos" que vivem afastados durante a semana devido à carreira militar, a capitão Ana Silva trabalha em Beja e reside com a filha de 4 anos no bairro deixado junto da base alentejana, em 1993, pelos militares alemães.
No dia da partida do P3-C para Itália, a oficial entra na placa em passo apressado e com o cabelo liso molhado: "Fui treinar... tenho de aproveitar o pouco tempo livre."
Com os EUA a substituírem os seus P-3 (construídos pela Lockheed Martin) por P-8 (da Boeing), os portugueses "são dos melhores do mundo" nesta altura, assegura a TACO - sigla inglesa que designa os coordenadores tácticos, tão ou mais responsáveis que os pilotos-aviadores pelo emprego operacional dos aparelhos de patrulha marítima.
Se os pilotos decidem por onde e como levar a aeronave, é o TACO que "recebe e junta toda a informação" obtida pelos diferentes sensores e especialistas a bordo para "decidir como é pensada a guerra". Leia-se: onde lançar sonoboias de localização de submarinos, contra quem disparar os mísseis ou torpedos antinavio, em que momento largar os kits de busca e salvamento para os náufragos. "A programação do armamento é do TACO", diz a oficial, apontando para o ecrã que lhe permite "ver a situation awareness" no terreno em tempo real. "Há uma linha de comunicação privada com o piloto-comandante para a tomada de decisão e a cujas palavras mais ninguém a bordo tem acesso."
Com orgulho profissional, a oficial acrescenta que pilotos e controladores tácticos muitas vezes nem precisam de conversar, pois a sintonia dada por muitas horas de treino e de operação permite a quem está no cockpit - flight station nos P-3, onde se usam termos navais e não aeronáuticos - saber antecipadamente como, quando e para onde levar a aeronave.
Daí resulta que mesmo ela, sendo a única da tripulação a saber quais vão ser as decisões do piloto-comandante no que toca aos movimentos do avião, acaba a correr para os sacos de plástico com o navegador, os operadores acústicos, de radar, comunicações e de armamento, mecânicos e técnicos de voo. "Fica tudo mareado, agarrado aos sacos.... levamos grandes tareias, porque a aeronave é muito manobrável."
Acresce que nas operações onde operam "com caças e homens no terreno em simultâneo, o trabalho é complexo, exigente... e é tudo muito rápido, porque é feito em função dos caças", explica a controladora tática, acrescentando um pormenor: "Usamos coletes com três quilos que, no fim da missão, pesam 10 ou 12 quilos."
Para receber e gerir a informação que "todos debitam", o/a TACO tem ecrãs, seis rádios com diferentes frequências encriptadas, três sistemas de troca de mensagens escritas, meios de processamento de dados e imagens em tempo real, comunicações satélite e rádio. Sendo o P-3C uma aeronave de patrulha marítima que funciona como plataforma de comando e controlo, a Força Aérea começou há alguns anos a rentabilizá-la através do apoio a operações em terra. "Conseguimos monitorizar alvos (fazer a sua detecção e identificação) a grande altitude e grandes distâncias, filmar e transmitir para o terreno imagens em tempo real", precisa Ana Silva.
Para apoiar missões que podem durar até 14 horas, o avião tem uma área de descanso e refeições. São duas ou três macas, forno, máquina de café, (DN)
3 de junho de 2016
Força Aérea continua em missão no Mediterrâneo
A Esquadra 601 - “Lobos”, destacada em Sigonella, Itália, na Operação SOPHIA da EUNAVFOR MED, continua a ser determinante no esforço conjunto pela supervisão à imigração ilegal no Mar Mediterrâneo.
Depois de duas semanas que ficaram marcadas pela morte de cerca de 700 imigrantes ilegais junto à costa da Líbia, a tripulação da aeronave da Força Aérea Portuguesa P-3C CUP+ colaborou na identificação de possíveis modelos de negócio das redes de tráfico humano e imigração desregulada, bem como na prevenção da perda de mais vidas no mar.
Esta operação faz parte de uma abordagem global mais abrangente à migração por parte da União Europeia, encarando tanto os sintomas como as causas profundas, os conflitos, a pobreza, as alterações climáticas e a perseguição. (FAP)
Depois de duas semanas que ficaram marcadas pela morte de cerca de 700 imigrantes ilegais junto à costa da Líbia, a tripulação da aeronave da Força Aérea Portuguesa P-3C CUP+ colaborou na identificação de possíveis modelos de negócio das redes de tráfico humano e imigração desregulada, bem como na prevenção da perda de mais vidas no mar.
Esta operação faz parte de uma abordagem global mais abrangente à migração por parte da União Europeia, encarando tanto os sintomas como as causas profundas, os conflitos, a pobreza, as alterações climáticas e a perseguição. (FAP)
14 de abril de 2016
Força Aérea participa na Operação Sophia
Uma aeronave P-3C e 29 militares da Força Aérea chegam hoje a Sigonella, Itália, para participarem na Operação Sophia (European Union Naval Force - Mediterranean - EUNAVFOR MED) - uma operação com vista ao desmantelamento das redes de introdução clandestina de migrantes e de tráfico de pessoas na zona sul do Mediterrâneo central.
O destacamento ocorre entre os dias 15 de Abril e 15 de Junho. O objectivo deste esforço multinacional, em que participam os militares da Esquadra 601 - "Lobos", é identificar, capturar e neutralizar navios e bens utilizados, ou que possam ser utilizados, pelos traficantes e pelas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de seres humanos e na migração clandestina.
A FND em causa tem como missão principal a vigilância, o reconhecimento e a recolha de informação na área que lhe estará atribuída, em prol da EUNAVFOR MED. (Emgfa)
O destacamento ocorre entre os dias 15 de Abril e 15 de Junho. O objectivo deste esforço multinacional, em que participam os militares da Esquadra 601 - "Lobos", é identificar, capturar e neutralizar navios e bens utilizados, ou que possam ser utilizados, pelos traficantes e pelas pessoas suspeitas de estarem envolvidas no tráfico de seres humanos e na migração clandestina.
A FND em causa tem como missão principal a vigilância, o reconhecimento e a recolha de informação na área que lhe estará atribuída, em prol da EUNAVFOR MED. (Emgfa)
9 de fevereiro de 2016
Esquadra 601 participa na Operação Active Endeavour da NATO
Uma aeronave P-3C CUP+, da Força Aérea, executou a primeira missão em 2016 na Operação Active Endeavour, que tem como objectivo patrulhar e monitorizar o Mar Mediterrâneo para dissuadir, defender e proteger as nações da NATO quanto a eventuais ataques terroristas.
Esta operação realizou-se no dia 05 de Janeiro e contou com a participação de meios aéreos e de superfície da Aliança.
No que concerne à participação portuguesa, esse envolvimento só foi possível devido às qualificações e à experiência dos militares da Esquadra 601 – “Lobos”, que, sob a égide da NATO, contam 11 anos neste tipo de operação, na luta contra o terrorismo e outras actividades ilícitas em ambiente marítimo.
O pessoal de manutenção e os 13 elementos da tripulação iniciaram os preparativos com mais de 24H de antecedência, preparando a aeronave mas também os briefings e os planeamentos necessários para cumprir a missão.
A grande autonomia da plataforma P-3C CUP+ (classificada de Extra-Long Range) e os sensores que a equipam permitem que este tipo de missão possa ascender a mais de oito horas de voo, patrulhando uma área superior a 250.000 Km2. (FAP)
Esta operação realizou-se no dia 05 de Janeiro e contou com a participação de meios aéreos e de superfície da Aliança.
No que concerne à participação portuguesa, esse envolvimento só foi possível devido às qualificações e à experiência dos militares da Esquadra 601 – “Lobos”, que, sob a égide da NATO, contam 11 anos neste tipo de operação, na luta contra o terrorismo e outras actividades ilícitas em ambiente marítimo.
O pessoal de manutenção e os 13 elementos da tripulação iniciaram os preparativos com mais de 24H de antecedência, preparando a aeronave mas também os briefings e os planeamentos necessários para cumprir a missão.
A grande autonomia da plataforma P-3C CUP+ (classificada de Extra-Long Range) e os sensores que a equipam permitem que este tipo de missão possa ascender a mais de oito horas de voo, patrulhando uma área superior a 250.000 Km2. (FAP)
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