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30 de setembro de 2019

Comemorações do 209.º aniversário da Batalha do Buçaco

(Exército)O Exército Português, através da Direcção de História e Cultura Militar, comemorou o 209.º aniversário da Batalha do Buçaco, na Mata do Buçaco, concelho da Mealhada, local onde, no dia 27 de Setembro de 1810, o Exército Anglo-Luso derrotou o temido Exército Napoleónico, que invadia, pela terceira vez, o nosso país.

O hastear das bandeiras nacionais de Portugal, Reino Unido e França, seguindo-se um cortejo histórico-militar e religioso, no Terreiro do Monumento evocativo da Batalha do Buçaco, marcou o início das comemorações, ao que se seguiu a celebração de uma missa campal, destacando-se do programa comemorativo a cerimónia de Homenagem aos Mortos, com a deposição de coroas de flores junto ao monumento, assim como uma palestra, apresentada pelo Coronel Américo Henriques, sobre a Batalha do Buçaco.

19 de setembro de 2017

Comemorações do 207º Aniversário da Batalha do Buçaco

O Exército promove as comemorações do 207º Aniversário da Batalha do Buçaco, no dia 27 de Setembro, centralizando-as no Museu Militar do Buçaco e no Terreiro do Monumento, Mata do Buçaco, concelho de Mealhada. (Exército)

24 de abril de 2016

O MUSEU MILITAR DO BUÇACO

Inaugurado em 1910, por ocasião do 1.º centenário da Batalha do Buçaco, que sintetiza a valentia e a acção heróica do exército anglo--luso durante o período da Guerra Peninsular. Ampliado e remodelado em 1962, dispõe de valiosas colecções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na batalha. Em painéis, aludindo aos feitos de armas praticados, recorda-se o comportamento corajoso de todas as unidades portuguesas que tomaram parte na Guerra Peninsular (1808-1814). À sua acção se ficou a dever a defesa da identidade e independência nacionais. (Expresso)

1 de outubro de 2015

Milhares de pessoas assistiram à recriação da Batalha do Bussaco

As portas de Sula serviram ontem de cenário à reprodução histórica da Batalha do Bussaco, por cerca de 150 recriadores de várias associações napoleónicas da Europa. Uma verdadeira aula de história, que levou uma imensidão de pessoas ao local onde tudo aconteceu. Um recuo de 205 anos no tempo, com os recriadores – fardados a rigor e com armamento da época – a reproduzirem, da forma mais fiel possível, um dos mais violentos confrontos das Invasões Francesas, entre as forças de Massena e as tropas portuguesas e inglesas, lideradas pelo general Arthur Wellesley, duque de Wellington. A recriação histórica decorreu depois das habituais cerimónias militares e protocolares do Exército Português, presididas pelo vice-chefe de Estado-maior do Exército, o tenente-general Pereira Agostinho.

Dia 27 de Setembro de 1810. No topo da serra do Bussaco, as forças portuguesas e inglesas, sob o comando do general Arthur Wellesley, duque de Wellington, aguardavam o ataque das tropas francesas, lideradas por Massena. O exército napoleónico, em maior número, subia a encosta da serra e procurava, a todo o custo, ganhar posição. Wellington sabia que o exército de Massena teria de ser travado ali e sabia ainda que tinha um contingente reduzido. Esperou, pacientemente, até o inimigo estar muito perto, e atacou. As tropas luso-britânicas, com o apoio do povo, conseguiram travar o exército francês e gritaram “Vitória”!

Ontem, também foi assim nas Portas de Sula. O rigor dos recriadores, o som dos canhões e dos mosquetes e o cheiro a pólvora transportaram o público presente para o dia 27 de Setembro de 1810. “Fogo à peça”, ouvia-se, seguido do estrondo ensurdecedor do canhão a disparar. Tudo parecia real. A diferença é que não eram 110 mil combatentes, eram 150 recriadores, não houve mortos e feridos, e o povo não participou da batalha, foi sim convidado a assistir e a aplaudir. “Fazemos uma investigação profunda, o rigor histórico é essencial”, explicou o presidente da Associação Napoleónica Portuguesa, o coronel Faria e Silva, acrescentando: “fazemos isto por gosto, é uma homenagem que fazemos aos nossos combatentes”.

“Hoje estamos aqui a recordar a nossa história, a homenagear os nossos combatentes”, concordou o presidente da Câmara da Mealhada, Rui Marqueiro, que ontem falou em nome dos seus congéneres de Penacova e Mortágua, uma vez que todo o programa das comemorações dos 205 anos da Batalha do Bussaco foi organizado pelos três municípios e pela Fundação Mata do Buçaco. “É a primeira vez que este projeto é desenvolvido pelos três municípios e, como podem constatar, está a ser um sucesso”, prosseguiu Rui Marqueiro, afirmando mesmo que as equipas dos três municípios que organizaram estas comemorações “vão começar já amanhã a preparar a próxima edição”.

“Tivemos sorte com o dia magnífico, com todo este sol, mas ficou provado que as pessoas aderem a estas iniciativas. A recriação histórica foi um sucesso e é para continuar”, garantiu o presidente da Câmara da Mealhada, realçando ainda a importância turística do evento. “O evento movimenta pessoas. Claro que este sucesso se deve também a esta parceria, porque para além dos mealhadenses, vêm também as populações de Penacova e Mortágua e muitos outras pessoas de vários locais do país”, acrescentou, concluindo que este evento foi o primeiro passo de uma estratégia conjunta de valorização do produto Batalha do Bussaco, para a promoção do turismo histórico e cultural destes três municípios.

As habituais cerimónias militares e protocolares do Exército Português aconteceram antes da recriação, logo de manhã, pelas 9h. As cerimónias foram presididas pelo vice-chefe de Estado-maior do Exército, o tenente-general Pereira Agostinho e contaram com um programa semelhante ao dos anos anteriores: o hastear das bandeiras nacionais de Portugal, Reino Unido e França; o cortejo histórico, militar e religioso; a missa campal, a cerimónia de homenagem aos mortos, com a deposição de uma coroa de flores junto ao monumento do Obelisco; uma palestra alusiva à Batalha do Bussaco; e o regresso do cortejo histórico, militar e religioso e a retirada da Unidade Escalão Companhia. As cerimónias contaram com a presença especial da Embaixadora do Reino Unido em Portugal, Kirsty Hayes.


Combate nocturno foi “um preâmbulo” das recriações da Batalha do Bussaco

Um dia antes, no sábado, 26 de Setembro, a vila do Luso foi o palco das iniciativas do programa de comemorações dos 205 anos da Batalha do Bussaco. Uma multidão rumou à vila termal para assistir ao desfile das tropas, ao combate nocturno e ao concerto da Orquestra Ligeira do Exército.

Depois da desfilada pelas ruas do Luso, os recriadores juntaram-se no topo da Avenida Emídio Navarro e realizaram um combate nocturno, que serviu de aperitivo à recriação do dia seguinte. “É um preâmbulo da recriação histórica da batalha. Uma pequena escaramuça entre as tropas avançadas francesas e as tropas aliadas”, explicou o presidente da Associação Napoleónica Portuguesa, o coronel Faria e Silva.

Os estrondosos tiros de canhão, os disparos de espingarda, o fumo e o inconfundível cheiro a pólvora seca deixaram antever o que aconteceu no dia seguinte, nas Portas de Sula. Foi uma pequena demonstração da batalha, que recebeu os maiores aplausos do público presente.

Depois do aperitivo servido, as comemorações prosseguiram com um concerto da Orquestra Ligeira do Exército na Alameda do Casino, que pareceu ser um espaço pequeno demais para a multidão presente. A orquestra animou os espectadores durante mais de hora e meia, num concerto ecléctico, que trouxe temas antigos e actuais dos mais diferentes géneros musicais, passando pelo pop, jazz e bossa nova.

O programa comemorativo dos 205 anos da Batalha do Bussaco foi organizado pelas câmaras municipais da Mealhada, Mortágua e Penacova, bem como pela Fundação Mata do Buçaco, e contou com o apoio do Exército Português, da Associação Napoleónica Portuguesa, da Fundação Luso, da Extramotion, da Associação de Aposentados da Bairrada e do Grupo de Recriação Histórica de Almeida. (Local.Pt)

19 de setembro de 2015

205º ANIVERSÁRIO DA BATALHA DO BUÇACO

O Exército promove as comemorações do 205º Aniversário da Batalha do Buçaco, no dia 27 de Setembro, centralizando-as no Museu Militar do Buçaco e no Terreiro do Monumento, Mata do Buçaco, concelho da Mealhada.

A Batalha do Buçaco, integrada na última das três invasões napoleónicas a Portugal (com início em Julho de 1810 e termo em Abril de 1811), foi uma das inúmeras batalhas travadas entre o Exército Anglo-Luso e Francês.

Os antecedentes relativos à sua preparação, bem como as consequências de um só dia de confronto (27 de Setembro), elevam-na a um plano operacional de enorme conceito militar, não só pelo que ela representa nos seus termos mais objectivos – derrota das brigadas do comandante supremo, Marechal André Masséna – mas, principalmente, pelo que ela representou na preparação de um confronto seguinte que decidiria o enfraquecimento definitivo do invasor francês nas Linhas de Torres Vedras.

As comemorações, nas quais participam forças da Brigada de Intervenção, Centro de Saúde Militar de Coimbra, Fanfarra do Exército, Guarda Nacional Republicana e Associações Napoleónicas iniciam-se pelas 09h00 com o hastear das Bandeiras Nacionais de Portugal, Reino Unido e França e, após a recepção dos convidados, segue-se um Cortejo Histórico Religioso, Missa Campal e Cerimónia de Homenagem aos Mortos.

Destas cerimónias comemorativas do Aniversário da Batalha do Buçaco se dá conhecimento, convidando-se desde já todos os interessados para estarem presentes nas actividades que terão lugar na Mata do Buçaco, junto do Terreiro do Monumento, em 27 de Setembro de 2015. (Exército)

10 de setembro de 2014

204º ANIVERSÁRIO DA BATALHA DO BUÇACO

O Exército promove as comemorações do 204º Aniversário da Batalha do Buçaco, no dia 27 de Setembro, centralizando-as no Museu Militar do Buçaco e no Terreiro do Monumento, Mata do Buçaco, concelho de Mealhada.

A Batalha do Buçaco, integrada na última das três invasões napoleónicas a Portugal (com início em Julho de 1810 e termo em Abril de 1811), foi uma das inúmeras batalhas travadas entre o Exército Anglo-luso e Francês. Pela acção moral que exerceu nos dois exércitos antagonistas, teve uma importância capital para o resultado da campanha.

Após esta Batalha, o exército anglo-luso perdeu o medo às águias napoleónicas, que ameaçavam dilacerar a Península e os ingleses reconheceram que os soldados portugueses eram dignos concorrentes no valor e brio militar, com os quais podiam e deviam contar.

As comemorações, nas quais participam forças do Regimento de Infantaria 14 (Viseu) da Brigada de Intervenção, Fanfarra do Exército, Guarda Nacional Republicana e Associação Napoleónica Portuguesa, iniciam-se pelas 09h00 com o hastear das Bandeiras Nacionais de Portugal, Reino Unido e França e, após a recepção dos convidados às 09h30, segue-se um Cortejo Histórico Religioso, Missa Campal e Cerimónia de Homenagem aos Mortos.

Destas cerimónias comemorativas do Aniversário da Batalha do Buçaco se dá conhecimento, convidando desde já todos os interessados para estarem presentes nas actividades que terão lugar na Mata do Buçaco, junto do Terreiro do Monumento, em 27 de Setembro de 2014.Fonte : Exército

27 de setembro de 2013

Mealhada assinala os 203 anos da Batalha do Bussaco

Os 203 anos da Batalha do Bussaco foram hoje assinalados, com a cerimónia oficial a decorrer junto ao monumento do Obelisco, numa iniciativa que contou com a presença de representantes do Exército Português, da Associação Napoleónica de Portugal e da Câmara Municipal da Mealhada, entre outros. As comemorações vão prosseguir hoje à noite, com um concerto da Orquestra Ligeira do Exército, que terá início pelas 21h no Pavilhão Municipal do Luso, uma vez que as condições meteorológicas não permitem que se realize na Fonte de S. João, como estava inicialmente previsto. Uma iniciativa da Câmara Municipal da Mealhada.

Foi com o içar das bandeiras nacionais de Portugal, do Reino Unido e da França que se deu início, mais uma vez, às comemorações do 27 de Setembro no Buçaco. Depois de recebidos os convidados, as comemorações prosseguiram com o cortejo militar e religioso que, este ano, aconteceu sob a ameaça de chuva. A palestra coube ao Sargento-Chefe Sousa Gomes, que fez um discurso de “recuo na máquina do tempo”, retratando com descrição os acontecimentos de 27 de Setembro. E a chuva tanto ameaçou que, precisamente no momento do depósito das coroas de flores junto ao monumento do Obelisco, fez-se sentir e bem, obrigando todos a apressarem-se a regressar ao Museu Militar.

Já no Museu Militar, o ponto alto foi a apresentação do livro “As invasões Napoleónicas”, do Coronel José Custódio Madaleno Geraldo, uma das maiores obras sobre as Invasões Francesas que foram escritas até aos dias de hoje. O livro serviu também de base ao conhecido filme “As Linhas de Wellington”, de Valeria Sarmiento, nomeado para os Óscares na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

As comemorações dos 203 anos da Batalha do Bussaco prosseguem esta noite, no Luso, com um concerto da Orquestra Ligeira do Exército, promovido pela Câmara Municipal da Mealhada. O concerto está marcado para as 21h no Pavilhão Municipal do Luso, uma vez que as condições meteorológicas não permitem que se realize na Fonte de S. João, como estava inicialmente previsto.

Recorde-se que a Orquestra Ligeira do Exército é um agrupamento musical militar composto por cinco saxofones (flauta/clarinete), quatro trompetes, quatro trombones, dois teclados, duas violas, duas percussões e três vocalistas, que executa composições ligeiras e “tem procurado incrementar o gosto pela música nacional, (…) sendo hoje considerada uma verdadeira ‘embaixadora’ do Exército Português junto da sociedade militar e civil, contribuindo para a afirmação e valorização cultural”, lê-se na resenha história da Orquestra Ligeira do Exército. A Orquestra volta ao Luso três anos depois de ter actuado na Fonte de S. João, num concerto de hora e meia que mereceu os maiores aplausos de todos os presentes.(Local)

22 de setembro de 2013

Batalha do Buçaco revivida após 203 anos

Exército mantém viva a memória de uma das batalhas mais emblemáticas. As cerimónias estão marcadas para o dia 27, no Terreiro do Monumento e Museu Militar.

Simboliza a garra do povo luso e a “capacidade do Exército Português para combater o invasor”. Falamos da Batalha do Buçaco, que assumiu um especial relevo no contexto da chamada Guerra Peninsular, durante a terceira invasão francesa.

Decorria o ano de 1810. As tropas francesas, comandadas pelo emblemático general Massena e constituídas por três corpos de exército e um corpo de cavalaria de reserva, “tomaram” Portugal. Animados pela vitória, depois de conquistarem Cuidad Rodrigo, na vizinha Espanha e, de seguida, Almeida, já em território luso, as tropas francesas prosseguiram ao longo da margem direita do Rio Mondego, deixando atrás de si um rasto de destruição e medo. (Diário de Aveiro)

9 de outubro de 2012

COMEMORAÇÕES DO 202º ANIVERSÁRIO DA BATALHA DO BUÇACO

O Exército, através da Direção de História e Cultura Militar promoveu, no passado dia 27 de Setembro de 2012, no Terreiro do Monumento, no Buçaco, as comemorações do 202º Aniversário da Batalha do Buçaco.


A cerimónia foi presidida pelo Diretor da Direção de História e Cultura Militar, Major-General, Hugo Eugénio dos Reis Borges, tendo contado com a presença de numeroso público maioritariamente constituído por habitantes da região, aos quais foi especialmente dirigida a alocução proferida pelo Diretor do Museu Militar, Coronel de Infantaria Luís Paulo Correia Sodré de Albuquerque.

Participaram nas cerimónias, militares de diversas unidades do Exército e da Guarda Nacional Republicana, tendo também contado com a colaboração da Câmara Municipal da Mealhada, da Fundação da Mata do Buçaco e do Hotel Palace do Buçaco.

A mensagem transmitida, centrada na capacidade do Exército Português para combater o invasor e na capacidade das populações para resistirem às contingências da guerra, designadamente à pilhagem e ao saque, serviu também para evidenciar que a História do Exército se confunde e é indissociável da História de Portugal.

As comemorações iniciaram-se com o hastear das Bandeiras Nacionais de Portugal, da França e do Reino Unido, prosseguiram com o cortejo histórico-militar e religioso, durante o qual os militares envolvidos fizeram uso do uniforme de 1810, seguido de Missa Campal, presidida pelo Capelão Adjunto do Exército, Cor SAR Jorge Manuel Marques de Matos, homenagem aos mortos e desfile das forças.

A encerrar, teve lugar no Museu Militar do Buçaco, que se constitui como um Museu vocacionado para a temática da Guerra Peninsular, o lançamento do livro “A Batalha do Buçaco, 15 dias da História de Portugal”, da autoria do Coronel José Matos Duque, seguido de visita ao espaço do Museu.(Exército)

27 de setembro de 2011

Batalha do Buçaco

Batalha do Buçaco - 27 de Setembro de 1810


A Batalha do Buçaco (ou Bussaco, de acordo com a grafia antiga), foi uma das batalhas travadas durante a Terceira Invasão Francesa, no decorrer da Guerra Peninsular, na Serra do Buçaco, a 27 de Setembro de 1810. De um lado, em atitude defensiva, encontravam-se as forças anglo-lusas sob o comando do Tenente-general Arthur Wellesley, primeiro Duque de Wellington. Do outro lado, em atitude ofensiva, as forças francesas lideradas pelo Marechal André Massena. No fim da batalha, a vitória mostrava-se nitidamente do lado português.

26 de setembro de 2010

Batalha de 1810 recriada por associações napoleónicas de seis países

Mais de centena e meia de elementos de diferentes associações napoleónicas de diversos países recriaram, hoje, no Buçaco (Mealhada), a batalha que, há 200 anos, opôs naquela serra tropas francesas e forças luso-britânicas.

À recriação histórica, integrada nas comemorações do bicentenário da Batalha do Buçaco, nas portas de Sula, o local onde em 27 de setembro de 1810 se travaram confrontos decisivos no conflito entre Portugal e França, assistiram alguns milhares de pessoas. "Não fazemos folclore", garantiu à agência Lusa, pouco antes do início da "batalha", Faria e Silva, presidente da Associação Napoleónica Portuguesa (ANP), organizadora do evento, em cooperação e com a participação das suas congéneres de Espanha, França, Reino Unido, Bélgica e Suíça e com o apoio da câmara da Mealhada e do Estado Maior do Exército.

Do confronto, há 200 anos, entre as tropas luso-britânicas, lideradas por Wellington, e o exército francês, comandado por Massena, "há gravuras" que permitem a "reprodução fiel de vestuário e armamento" então utilizado, disse Faria e Silva. Essas gravuras e outros dados permitem que seja possível reconstituir protagonistas, materiais, equipamentos e cenários com elevado grau de fiabilidade.(Expresso)

23 de setembro de 2010

Presidente da República preside às cerimónias e inaugura exposição

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, vai presidir às cerimónias militares e protocolares das comemorações dos 200 anos da Batalha do Bussaco, que se realizam na manhã da próxima segunda-feira, dia 27 de Setembro, no monumento comemorativo da batalha. O Chefe de Estado deverá chegar ao Bussaco por volta das 10 horas para presidir às cerimónias, constando ainda no programa uma visita ao Museu Militar do Bussaco e a inauguração de uma exposição no Convento de Santa Cruz do Bussaco.

As cerimónias militares e protocolares do Exército Português vão contar ainda com a presença de Eduardo de Windsor, Duque de Kent, em representação da Coroa Britânica, do Ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, do Bispo de Coimbra, D. Albino Cleto, e do Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luís Pinto Ramalho.

Acessos interrompidos durante as cerimónias

Tendo em conta a afluência de espectadores prevista, o trânsito vai estar interrompido durante as cerimónias, nomeadamente nas vias de acesso à Cruz Alta, ao monumento comemorativo da batalha e à Mata Nacional do Bussaco.

Programa tem início pelas 8h 45m

O programa do 27 de Setembro começa pelas 8h 45m, com o Hastear das Bandeiras Nacionais (Portugal, Reino Unido e França), junto ao monumento comemorativo da Batalha do Bussaco. De seguida, pelas 9 horas, decorrerá uma Missa Campal, no Jardim do Palace Hotel do Bussaco. Posteriormente, a chegada das entidades convidadas ao Palace Hotel do Bussaco acontece até às 10 horas.

Pelas 10h 30m, decorrerá a Cerimónia Militar, junto ao monumento comemorativo da Batalha do Bussaco, presidida por Sua Excelência Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. Seguem-se a prestação de Honras Militares à Alta Entidade, a cerimónia de Homenagem aos Mortos, os discursos do presidente da Câmara Municipal da Mealhada, do General Chefe do Estado-Maior do Exército e do Presidente da República Portuguesa, e termina com o Desfile das Forças.
Pelas 11h 20m, evocar-se-á a Batalha do Bussaco, pela voz do Coronel de Infantaria Américo Henriques. Às 12 horas, dá-se a visita ao Museu Militar do Bussaco e inauguração do sistema multimédia. Meia hora mais tarde, decorre a inauguração da exposição “Linhas de Defesa de Lisboa durante a Guerra Peninsular – a Arte e o Engenho de Fortificar parou a Invasão de Massena”, apresentada pelo Tenente-Coronel José Berger, no Convento de Santa Cruz do Bussaco. (JM)

7 de setembro de 2010

Batalha do Buçaco em banda desenhada

Está cada vez mais próxima a recriação histórica da Batalha do Buçaco, que se realiza nos dias 25 e 26, e as cerimónias militares e protocolares do Exército Português, na manhã do dia 27. Esta recriação insere-se nas comemorações dos 200 anos da Batalha do Buçaco, uma vez que é o mês em que decorreu a histórica batalha.

Contudo, o programa prevê já para dia 11 a apresentação de um álbum de banda desenhada sobre o tema, da autoria de José Pires e edição da Câmara da Mealhada, e a inauguração da exposição de fotografia “O(s) Rosto(s) da Batalha”, do coronel Ribeiro de Faria. . A mostra, que conta com mais de 30 fotografias, vai permanecer nas instalações do Convento de Santa Cruz do Buçaco até ao dia 23 de Setembro. No dia 25 de Setembro, a exposição passa para o Casino do Luso, onde poderá ser vista até finais de Outubro.

Sábado, às 16H00, no Convento de Santa Cruz do Buçaco, que vai ser dado a conhecer o álbum de banda desenhada “A Batalha do Buçaco – A Derrota Final dos Marechais de Napoelão Bonaparte”. O livro, que é assinado por José Pires (reformado da publicidade e agora dedicado ao que sempre gostou de fazer: banda desenhada) e editado pela Câmara Municipal da Mealhada, vai ser apresentado ao público pelo Coronel José Geraldo, director do Jornal do Exército. A entrada é gratuita e o álbum poderá ser adquirido no local.

No que à recriação da célebre batalha diz respeito, esta será realizada por cerca de 200 participantes, oriundos de associações napoleónicas de vários países europeus. Uma reprodução a preceito, com uniformes e armamento da época, que procura reproduzir, tão fielmente quanto possível, as batalhas e os combates que se realizaram. A iniciativa começa no sábado, pelas 15H00, com um desfile pela avenida central do Luso, ao qual se seguirá uma escaramuça no Buçaco, junto ao monumento da batalha, pelas 18H00. No dia seguinte, pelas 11H00, as portas de Sula vão servir de cenário à reconstituição da Batalha do Buçaco.(As Beiras)