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3 de fevereiro de 2015

GNR a caminho do quartel do Exército na Pontinha

O quartel albergava uma unidade de Engenharia Militar, que mercê da reestruturação do Exército passou para Tancos. No entanto, o imóvel não está incluído na lista de 62 instalações militares a disponibilizar pelo Ministério da Defesa Nacional (MDN), assunto já noticiado pelo JN, uma vez que o processo de negociação e cedência, envolvendo o MDN, a Administração Interna e as Finanças, ficou concluído em finais do ano passado.

A Pontinha é considerada uma estrutura com boas instalações e uma boa área. E um pelotão da Unidade de Intervenção (UI) já está ali baseado para garantir a segurança do espaço, abrindo caminho à mudança em curso. A UI está instalada no centro de Lisboa, nos quartéis de Santa Bárbara, frente ao Hospital da Estefânia e da Estrela, onde estão aquartelados o Grupo de Intervenção, Operações Especiais, Cinotécnica e Explosivos. Uma outra unidade da UI, o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro, está no Grafanil, nas Galinheiras, e vai ser também transferido para a Pontinha, se bem que o quartel se mantenha na GNR, acolhendo a logística.

GNR fica em Portalegre

Em contrapartida, não vai haver alterações na localização do Centro de Formação da GNR, em Portalegre, um assunto que está a levantar polémica e interrogações na cidade envolvendo a presidente da Câmara e a Oposição. O quartel ocupa o Convento de São Bernardo e está integrado na lista de imóveis que o MDN quer rentabilizar, que em Portalegre envolve também a carreira de tiro da Pedra Alçada e o Convento de S. Francisco.

No entanto, não vai haver implicações na localização do Centro de Formação, segundo várias fontes adiantaram ao JN, e poderá tratar-se de uma negociação a nível de Estado, tal como aconteceu com os quartéis da Pontinha e Conde de Lipe. Com efeito, a lei para rentabilização que enquadra os prédios militares prevê a permuta, o arrendamento, assim como a alienação, se bem que normalmente apenas se fale na venda. (JN)

5 de dezembro de 2012

Governo condecora missão da GNR em Timor-Leste


Dia que assinala o fim da missão de oito anos será dividido: primeiro, com parada militar e dois ministros; depois uma parte mais reservada, no gabinete do primeiro-ministro.

A Unidade de Intervenção da GNR, que forneceu a quase totalidade dos mais de dois mil militares para a missão em Timor-Leste, vai esta quarta-feira ser condecorada pelo Governo.

O dia que assinala o fim da missão de oito anos será dividido: primeiro, com parada militar e dois ministros; depois uma parte mais reservada, no gabinete do primeiro-ministro.

Ao início da tarde, os ministros da Administração Interna, Miguel Macedo, e da Saúde, Paulo Macedo, vão condecorar a Unidade de Intervenção com a medalha de serviços distintos de Segurança Pública – grau ouro.

O despacho publicado na terça-feira em "Diário da Republica" não poupa elogios ao desempenho da GNR, considerando ser um caso de exemplar competência e profissionalismo.

Perante as várias centenas de militares que cumpriram missão de 2000 a 2002 e, depois, de 2006 a 2012, o Executivo vai também homenagear os dois militares que perderam a vida em Timor e, simbolicamente, os comandantes dos primeiros contingentes de cada uma das missões, bem como o primeiro médico do INEM a ser enviado com a GNR para Díli, o mesmo que hoje em dia é presidente do INEM.

A partir das 17h00, homenagem transfere-se para o gabinete do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, em S. Bento.

Nessa altura, Pedro Passos Coelho vai receber uma comitiva da GNR mais restrita, composta pelo Comandante Geral e o Comandante da Unidade de Intervenção, os comandantes de todos os contingentes enviados para Timor, uma delegação de sargentos e ainda outra de guardas. (RR)

17 de maio de 2012

3.º Aniversário da Unidade de Intervenção/GNR

A Unidade de Intervenção realizou hoje (dia 16 de maio), pelas 15:30 horas, uma cerimónia militar alusiva ao seu 3.º aniversário.

A cerimónia constou de uma formatura onde foram impostas várias condecorações e se lembrou a memória dos dois militares da unidade recentemente falecidos, tendo sido precedida da entrega de certificados aos militares que passaram à situação de reserva.

De destacar ainda o descerrar de uma placa, nas instalações do Grupo de Intervenção de Ordem Pública, em memória do alferes Daniel Simões, falecido em missão no âmbito das Nações Unidas no teatro de Timor-Leste. Da alocução do major-general Botelho Miguel, Comandante da Unidade, relevam-se a lembrança e o tributo prestado às unidades antecessoras, o empenhamento operacional durante o ano 2011, com especial referência ao que decorreu em prol do dispositivo da Guarda, a qualidade da formação e instrução, enquanto fator determinante na preparação técnico-profissional dos militares, com particular enfoque para as responsabilidade da unidade na preparação dos contingentes a destacar para Timor e para o Afeganistão e a importância do trabalho desenvolvido ao nível do estado-maior e do apoio de serviços, enquanto ancoragem da capacidade operacional da unidade, tendo a sua intervenção terminado com uma exaltação aos efetivos no sentido de enfrentar os desafios futuros, de manter os níveis operacionais unanimemente reconhecidos e de não defraudar as expetativas que legitimamente impendem sobre a unidade.

12 de novembro de 2011

Grupo de Intervenção Cinotecnico da Guarda Nacional Republicana

O Grupo de Intervenção Cinotecnico, da Unidade de Intervenção, tem como missão colocar ao serviço de Portugal e dos portugueses binómios (homem/cão) para o cumprimento de diversas missões.

Neste sentido, os binómios estão preparados para actuar em acções de Manutenção da Ordem e Intervenção Táctica; detectar de odores químicos, papel-moeda, explosivos e armas; detecção de policarbonato (CD e DVD), estupefacientes e agentes incendiários, e no caso de binómios pisteiros detectar o odor Humano, actuar em busca e salvamento, detectar vestígios biológicos e de cadáveres. Por abranger áreas tão distintas como o uso da força, o apoio à investigação criminal, o salvamento de vidas humanas ou o combate à imigração ilegal, nas fronteiras da UE (Espanha, Grécia e Hungria), o Grupo de Intervenção Cinotecnico foi abordado numa reportagem exclusiva para o Jornal Expresso e que pode ser visualizada através do link: http://www.expresso.pt/gic-k9 (GNR)