O Ministro da Defesa recebeu esta quarta-feira o seu homólogo da Bélgica. Durante o encontro político, que decorreu no forte de São Julião da Barra, José Azeredo Lopes e Steven Vandeput debateram o reforço da cooperação entre os dois países.
Portugal e a Bélgica partilham, no âmbito do European Participating Air Forces (EPAF), a edificação de capacidades militares relacionadas com o Poder Aéreo, em particular com o F-16.
Os dois governantes analisaram ainda assuntos relacionados com a União Europeia, como por exemplo a Cooperação Estruturada Permanente (PESCO), e com a Cimeira da NATO agendada para 11 e 12 de Julho em Bruxelas. (Defesa)
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21 de julho de 2018
11 de outubro de 2017
Drone militar belga despenha-se em Beja
Um drone da Força Aérea belga despenhou-se esta terça-feira junto à base de Beja, onde estava em testes.
O incidente, noticiado pelo JN, ocorreu a meio da tarde e depois de o drone militar ter desaparecido dos radares de controlo aéreo.
A queda deu-se a cerca de dois quilómetros da base da Força Aérea no Alentejo, entre as localidades de Mombeja e Santa Vitória, tendo um agricultor dado o alerta.
Militares portugueses deslocaram-se para o local com uma grua para recuperar a aeronave, adiantou ainda o JN. (DN)
O incidente, noticiado pelo JN, ocorreu a meio da tarde e depois de o drone militar ter desaparecido dos radares de controlo aéreo.
A queda deu-se a cerca de dois quilómetros da base da Força Aérea no Alentejo, entre as localidades de Mombeja e Santa Vitória, tendo um agricultor dado o alerta.
Militares portugueses deslocaram-se para o local com uma grua para recuperar a aeronave, adiantou ainda o JN. (DN)
13 de março de 2013
COOPERAÇÃO ENTRE AS TROPAS PARAQUEDISTAS PORTUGUESAS E BELGAS
No contexto do Memorando de Entendimento assinado entre o Exército Português e o Ministério da Defesa do Reino da Bélgica, teve início no dia 1 de março de 2013, a cooperação bilateral conjunta e combinada entre Portugal e a Bélgica, com especial incidência nos âmbitos da formação e do treino operacional e particular relevo na área aeroterrestre, envolvendo a Brigada Pára-Comando das Forças Armadas Belgas e a Escola de Tropas Pára-quedistas (ETP), da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR).
Esta cooperação bilateral conta com a participação de 900 militares belgas e 600 militares da BrigRR e irá decorrer nos concelhos de Vila Nova da Barquinha, Constância, Chamusca, Abrantes, Tomar, Entroncamento, Alcochete e Portalegre, no período entre 1 e 28 de março, incluindo no seu programa a realização de diversas actividades de treino cruzado de natureza operacional e aeroterrestre entre as duas Brigadas.
Este tipo de actividade de cooperação bilateral entre forças pertencentes a países aliados e amigos constitui-se como uma mais-valia, pela obtenção de múltiplas sinergias que resultam do intercâmbio e da experimentação de novas capacidades, equipamentos e procedimentos que se constituem como um retorno valioso em termos operacionais, técnico-tácticos e doutrinários.
A advance party da Brigada Pára-Comando Belga aterrou no Aeródromo Militar de Tancos (AMT) no dia 28 de fevereiro e foi recebida por uma delegação da ETP, liderada pelo seu Comandante, o Coronel de Infantaria Paraquedista Duarte da Costa.
Para além da ETP, estão empenhadas na Cooperação Técnico Militar Luso-Belga, a Unidade de Aviação Ligeira do Exército (UALE), o Campo de Tiro de Alcochete, os meios aéreos das Esquadras 502 e 751 da Força Aérea Portuguesa, bem como o Campo Militar de Santa Margarida.
Esta cooperação bilateral conta com a participação de 900 militares belgas e 600 militares da BrigRR e irá decorrer nos concelhos de Vila Nova da Barquinha, Constância, Chamusca, Abrantes, Tomar, Entroncamento, Alcochete e Portalegre, no período entre 1 e 28 de março, incluindo no seu programa a realização de diversas actividades de treino cruzado de natureza operacional e aeroterrestre entre as duas Brigadas.
Este tipo de actividade de cooperação bilateral entre forças pertencentes a países aliados e amigos constitui-se como uma mais-valia, pela obtenção de múltiplas sinergias que resultam do intercâmbio e da experimentação de novas capacidades, equipamentos e procedimentos que se constituem como um retorno valioso em termos operacionais, técnico-tácticos e doutrinários.
A advance party da Brigada Pára-Comando Belga aterrou no Aeródromo Militar de Tancos (AMT) no dia 28 de fevereiro e foi recebida por uma delegação da ETP, liderada pelo seu Comandante, o Coronel de Infantaria Paraquedista Duarte da Costa.
Para além da ETP, estão empenhadas na Cooperação Técnico Militar Luso-Belga, a Unidade de Aviação Ligeira do Exército (UALE), o Campo de Tiro de Alcochete, os meios aéreos das Esquadras 502 e 751 da Força Aérea Portuguesa, bem como o Campo Militar de Santa Margarida.
17 de fevereiro de 2013
APOIO DA BRIGADA MECANIZADA AO PROGRAMA DE TREINO DA ROYAL MILITARY ACADEMY DA BÉLGICA
No âmbito do intercâmbio entre as Forças Armadas Portuguesas e Belgas, a Brigada Mecanizada (BrigMec) recebeu a missão de apoiar a realização do “winter camp” da Royal Military Academy (RMA), durante o período entre 23 de Janeiro e 10 de Fevereiro de 2013.
Dos 153 Militares que constituíram o contingente belga, os 118 cadetes desenvolveram actividades no âmbito da táctica de Pelotão e de Companhia, nomeadamente patrulhas apeadas e montadas, ocupação de posições defensivas, reacção a emboscadas e ainda várias provas topográficas. As actividades foram acompanhadas e observadas pelo Comandante da RMA, Major-General Harry Vindevogel, que para o efeito, se deslocou a Portugal nos dias 05 e 06 de Fevereiro.
Além do treino militar, a comitiva belga teve oportunidade de efetuar algumas visitas culturais aos principais locais históricos e turísticos da região, atividade que contou com o apoio das autoridades e organismos locais.
O apoio prestado pela BrigMec foi apresentado no Welcome Briefing, onde, além dos aspetos relacionados com a segurança, foram indicadas as principais questões administrativas relacionadas com o quotidiano na BrigMec e referidos os apoios no âmbito das áreas de alojamento e treino que incluíram o Quartel da Pucariça e as regiões do Monte Novo e Valeira Alta. De relevar que o apoio envolveu todas as Unidades da BrigMec, tendo sido empregues, em permanência, 22 viaturas e respetivos condutores, além do pessoal de apoio às infraestruturas de treino.
No final, a comitiva belga expressou ao Comandante da Brigada Mecanizada, Major-General António Menezes, o reconhecimento pelo apoio prestado pelo Exército Português, em geral, e pela BrigMec em particular, que contribuiu para a formação pessoal e institucional dos futuros oficiais belgas, frisando a qualidade dos quadros e tropas que servem na Brigada Mecanizada.(Exército)
Dos 153 Militares que constituíram o contingente belga, os 118 cadetes desenvolveram actividades no âmbito da táctica de Pelotão e de Companhia, nomeadamente patrulhas apeadas e montadas, ocupação de posições defensivas, reacção a emboscadas e ainda várias provas topográficas. As actividades foram acompanhadas e observadas pelo Comandante da RMA, Major-General Harry Vindevogel, que para o efeito, se deslocou a Portugal nos dias 05 e 06 de Fevereiro.
Além do treino militar, a comitiva belga teve oportunidade de efetuar algumas visitas culturais aos principais locais históricos e turísticos da região, atividade que contou com o apoio das autoridades e organismos locais.
O apoio prestado pela BrigMec foi apresentado no Welcome Briefing, onde, além dos aspetos relacionados com a segurança, foram indicadas as principais questões administrativas relacionadas com o quotidiano na BrigMec e referidos os apoios no âmbito das áreas de alojamento e treino que incluíram o Quartel da Pucariça e as regiões do Monte Novo e Valeira Alta. De relevar que o apoio envolveu todas as Unidades da BrigMec, tendo sido empregues, em permanência, 22 viaturas e respetivos condutores, além do pessoal de apoio às infraestruturas de treino.
No final, a comitiva belga expressou ao Comandante da Brigada Mecanizada, Major-General António Menezes, o reconhecimento pelo apoio prestado pelo Exército Português, em geral, e pela BrigMec em particular, que contribuiu para a formação pessoal e institucional dos futuros oficiais belgas, frisando a qualidade dos quadros e tropas que servem na Brigada Mecanizada.(Exército)
8 de fevereiro de 2013
APOIO DA BRIGADA MECANIZADA AO TREINO DOS CADETES DA ROYAL MILITARY ACADEMY DA BÉLGICA
No âmbito do intercâmbio entre as Forças Armadas Portuguesas e Belgas, a Brigada Mecanizada recebeu a missão de apoiar a realização do treino da Royal Military Academy belga, no período entre 23 de Janeiro a 10 de Fevereiro de 2013.
O destacamento belga é formado por 118 cadetes, enquadrados pelos respetivos instrutores e pessoal de apoio, totalizando um efetivo de 153 militares, entre os quais 1 Oficial General (Comandante do Destacamento), 5 Oficiais Superiores, 8 Oficiais Subalternos, 10 Sargentos e 11 Praças.
Alojados nas instalações da Valeira Alta, contando com o apoio logístico da Unidade de Apoio da Brigada Mecanizada (UnAp/BrigMec), os Cadetes belgas terão a oportunidade de desenvolver “treino básico em condições difíceis e ambiente austero, no âmbito da infantaria ligeira”. (Exército)
O destacamento belga é formado por 118 cadetes, enquadrados pelos respetivos instrutores e pessoal de apoio, totalizando um efetivo de 153 militares, entre os quais 1 Oficial General (Comandante do Destacamento), 5 Oficiais Superiores, 8 Oficiais Subalternos, 10 Sargentos e 11 Praças.
Alojados nas instalações da Valeira Alta, contando com o apoio logístico da Unidade de Apoio da Brigada Mecanizada (UnAp/BrigMec), os Cadetes belgas terão a oportunidade de desenvolver “treino básico em condições difíceis e ambiente austero, no âmbito da infantaria ligeira”. (Exército)
2 de abril de 2012
COOPERAÇÃO MILITAR LUSO-BELGA ENTRE TROPAS PÁRA-QUEDISTAS
Realizou-se no período de 03 a 18 de Março 2012 a Cooperação Bilateral Técnico-Militar entre Portugal e o Reino Unido da Bélgica – Fase I.Esta atividade traduziu-se na realização de treino cruzado de procedimentos técnicos e táticos, de natureza aeroterrestre, sendo a Escola de Tropas Pára-Quedistas (ETP) a entidade primariamente responsável pela sua execução. Estiveram envolvidos 621 militares de nacionalidade belga, divididos em 2 períodos/grupos de 250 e 371 militares, respectivamente, e cerca de 60 militares portugueses da ETP e da Unidade de Aviação Ligeira do Exército (UALE).
Para Portugal, os objectivos pretenderam, entre outros, evidenciar a capacidade que o Exército Português detém na realização de exercícios conjuntos/combinados de natureza aeroterrestre, bem como garantir o intercâmbio de conhecimentos técnicos e tácticos da mesma natureza.
No decorrer da Fase I desta Cooperação ficaram demonstradas as valências técnicas dos especialistas aeroterrestres nacionais, assim como os meios estruturais, ambientais e geográficos, no âmbito da candidatura de Portugal à implementação do centro de excelência aeroterrestre OTAN, em Tancos. (EXÈRCITO)
29 de março de 2012
Aeródromo de Manobra Nº1 recebeu Destacamento Belga
No período de 20 de fevereiro a 23 de março, o Aeródromo de Manobra Nº 1, em Ovar, recebeu um destacamento da Componente Aérea das Forças Armadas Belgas, para a realização de exercícios de treino táctico e qualificação de tripulações, designado Air Block Training 2012 (ATB12).A força, composta por quatro aeronaves C-130, diversos meios terrestres e um efectivo de 210 militares, efetuou várias missões de transporte aéreo táctico diurnas e nocturnas (com night vision goggles), a destacar a largada de para-quedistas e largada de cargas.
O ATB12 contou também com a participação de meios aéreos da Força Aérea Portuguesa, nomeadamente as aeronaves C-130 da Esquadra 501 e F-16 das Esquadras 201 e 301, e de tropas para-quedistas do Exército.
A presença da Componente Aérea Belga em Portugal surge no âmbito de uma cooperação Luso-Belga existente há mais de 10 anos e que tem permitido não só o treino de forças dos dois países como também a partilha de conhecimentos e experiências nas várias vertentes da aeronáutica. (FAP)
9 de fevereiro de 2012
PITVANT adquire conhecimento com Destacamento da Esquadra Belga de aeronaves não-tripuladas
Na sequência de contactos mantidos no âmbito do Projeto de Investigação e Tecnologia em Veículos Aéreos Não-Tripulados (PITVANT) , por parte da Academia da Força Aérea (AFA), no 19th International Seminar of the Alfredo Kindelán Chair, subordinado ao tema "Training, management and operation of UAV's", organizado pela Força Aérea Espanhola, de 17 a 20 de novembro de 2009, em Madrid, e onde estiveram presentes delegados de todas as Forças Aéreas Europeias, houve a oportunidade de organizar um destacamento, em Portugal, do sistema UAV B-Hunter, pertencente ao 80th Squadron da Força Aérea Belga (FAB).
Este destacamento, constituído por 4 unidades daquele sistema, decorreu de 25 de outubro a 25 de novembro de 2011, tendo como base de operação a Base Aérea Nº11 , em Beja.
O sistema UAV B-Hunter é de fabrico israelita (Israel Aircraft Industries), utiliza tecnologia dos anos 90, e está vocacionado para missões de reconhecimento.
Entre outras, destacam-se as seguintes características operacionais deste sistema: 727 kg de peso máximo à descolagem, capacidade para carga útil (sensores) de 70 kg, autonomia de 10 a 12 horas e alcance máximo de 100 km.
Realça-se que a FAB opera este sistema desde 2001 e tem experiência operacional na utilização deste tipo de plataformas aéreas não-tripuladas em cenários operacionais na Bósnia-Herzégovina e no Congo. Dispõe de 18 unidades daquele sistema, cujo custo total foi de 60 M€.
O destacamento foi permanentemente acompanhado por elementos do projeto PITVANT que tiveram a oportunidade de: assistir a diversos briefings dados pelo Comandante do destacamento Belga a propósito da atividade desenvolvida pelo 80th Squadron da Força Aérea Belga; visitar o hangar em que se encontravam as plataformas e as respetivas estações de controlo de terra, de modo a observar de perto detalhes de todo o sistema; observar e analisar todos os procedimentos de preparação e operação em voo das plataformas; avaliar as capacidades técnicas e operacionais do sistema; e observar, in loco, a forma como é feita a coordenação das operações com o Controlo de Tráfego Aéreo, bem como os procedimentos de comunicação e segurança adotados na operação desta plataforma.
Decorrente do acompanhamento da operação do sistema UAV B-Hunter, as principais informações/conclusões recolhidas, de interesse para o projeto PITVANT, foram as seguintes:
Embora se trate dum sistema operacional, muitas das funcionalidades nele em uso são equivalentes às disponibilizadas, tanto nas plataformas como na Estação de Terra do projeto PITVANT;
Trata-se de um sistema que, em termos gerais, é relativamente antigo, o que aliado ao facto de ser um sistema fechado, faz com que utilize alguma tecnologia que, entretanto, se encontra descontinuada. Refere-se, a propósito, que alguma da tecnologia em operação nas plataformas PITVANT está muito à frente da utilizada naquele sistema, nomeadamente, no âmbito da integração de sistemas de navegação GPS e de inércia; de opções e animações gráficas das consolas de operação da Estação de Terra; da facilidade de implementação e de integração de novos software e hardware de missão;
A arquitetura do sistema de comando e controlo/comunicações é em tudo semelhante à adotada no projeto PITVANT;
O conjunto de procedimentos de operação em terra e no ar para plataformas UAV, desenvolvidos e testados ao longo dos três anos de duração que já leva o projeto PITVANT, são bastante similares aos utilizados pelo 80th Squadron da Força Aérea Belga na operação do seu sistema;
Por fim, é de salientar, a grande mobilidade das estações de terra do sistema UAV B-Hunter, característica que permite fazer destacamentos com grande eficiência.
Deste acompanhamento ao Destacamento do 80th Squadron da Força Aérea Belga resultou, para a equipa do projeto PITVANT, a oportunidade de adquirir valioso conhecimento no âmbito de procedimentos relativamente à coordenação do voo de plataformas UAV, não só com o Controlo de Tráfego Aéreo, mas também com outras plataformas em voo, bem como de procedimentos de comunicação e segurança. (F.A.P)
Este destacamento, constituído por 4 unidades daquele sistema, decorreu de 25 de outubro a 25 de novembro de 2011, tendo como base de operação a Base Aérea Nº11 , em Beja.
O sistema UAV B-Hunter é de fabrico israelita (Israel Aircraft Industries), utiliza tecnologia dos anos 90, e está vocacionado para missões de reconhecimento.
Entre outras, destacam-se as seguintes características operacionais deste sistema: 727 kg de peso máximo à descolagem, capacidade para carga útil (sensores) de 70 kg, autonomia de 10 a 12 horas e alcance máximo de 100 km.
Realça-se que a FAB opera este sistema desde 2001 e tem experiência operacional na utilização deste tipo de plataformas aéreas não-tripuladas em cenários operacionais na Bósnia-Herzégovina e no Congo. Dispõe de 18 unidades daquele sistema, cujo custo total foi de 60 M€.
O destacamento foi permanentemente acompanhado por elementos do projeto PITVANT que tiveram a oportunidade de: assistir a diversos briefings dados pelo Comandante do destacamento Belga a propósito da atividade desenvolvida pelo 80th Squadron da Força Aérea Belga; visitar o hangar em que se encontravam as plataformas e as respetivas estações de controlo de terra, de modo a observar de perto detalhes de todo o sistema; observar e analisar todos os procedimentos de preparação e operação em voo das plataformas; avaliar as capacidades técnicas e operacionais do sistema; e observar, in loco, a forma como é feita a coordenação das operações com o Controlo de Tráfego Aéreo, bem como os procedimentos de comunicação e segurança adotados na operação desta plataforma.
Decorrente do acompanhamento da operação do sistema UAV B-Hunter, as principais informações/conclusões recolhidas, de interesse para o projeto PITVANT, foram as seguintes:
Embora se trate dum sistema operacional, muitas das funcionalidades nele em uso são equivalentes às disponibilizadas, tanto nas plataformas como na Estação de Terra do projeto PITVANT;
Trata-se de um sistema que, em termos gerais, é relativamente antigo, o que aliado ao facto de ser um sistema fechado, faz com que utilize alguma tecnologia que, entretanto, se encontra descontinuada. Refere-se, a propósito, que alguma da tecnologia em operação nas plataformas PITVANT está muito à frente da utilizada naquele sistema, nomeadamente, no âmbito da integração de sistemas de navegação GPS e de inércia; de opções e animações gráficas das consolas de operação da Estação de Terra; da facilidade de implementação e de integração de novos software e hardware de missão;
A arquitetura do sistema de comando e controlo/comunicações é em tudo semelhante à adotada no projeto PITVANT;
O conjunto de procedimentos de operação em terra e no ar para plataformas UAV, desenvolvidos e testados ao longo dos três anos de duração que já leva o projeto PITVANT, são bastante similares aos utilizados pelo 80th Squadron da Força Aérea Belga na operação do seu sistema;
Por fim, é de salientar, a grande mobilidade das estações de terra do sistema UAV B-Hunter, característica que permite fazer destacamentos com grande eficiência.
Deste acompanhamento ao Destacamento do 80th Squadron da Força Aérea Belga resultou, para a equipa do projeto PITVANT, a oportunidade de adquirir valioso conhecimento no âmbito de procedimentos relativamente à coordenação do voo de plataformas UAV, não só com o Controlo de Tráfego Aéreo, mas também com outras plataformas em voo, bem como de procedimentos de comunicação e segurança. (F.A.P)
27 de maio de 2011
Mergulhador Belga condecorado pela Marinha Portuguesa por salvamento arriscado
Dia 30 de Maio, pelas 09h30, a Marinha vai condecorar o mergulhador da Marinha Belga que auxiliou e resgatou outro militar, também de nacionalidade Belga, que se encontrava em dificuldades durante um exercício de mergulho profundo no âmbito do DEEP DIVEX 2010, numa cerimónia a decorrer na Base Naval do Alfeite.
A medalha de Coragem, Abnegação e Humanidade, do Instituto de Socorros a Náufragos, foi atribuída pelo Chefe do Estado-Maior da Armada ao Cabo Istvan Den Tyn. A cerimónia será presidida pelo Comandante Naval, Vice-Almirante Monteiro Montenegro e estará presente o Embaixador da Bélgica.
O Exercício internacional de mergulho profundo DEEP DIVEX foi conduzido pela Marinha Portuguesa e decorreu entre Setembro e Outubro de 2010, a Sul de Portimão.
O DEEP DIVEX é um exercício anual organizado de forma rotativa pelos países participantes que tem como principais objectivos o treino das equipas de mergulho profundo na área militar da Guerra de Minas, Inactivação de Engenhos Explosivos, salvamento Submarino e missões de Serviço Público, nomeadamente no combate ao narcotráfico, operações de busca e salvamento e colaboração com outras entidades na resolução de acidentes subaquáticos. (Marinha)
A medalha de Coragem, Abnegação e Humanidade, do Instituto de Socorros a Náufragos, foi atribuída pelo Chefe do Estado-Maior da Armada ao Cabo Istvan Den Tyn. A cerimónia será presidida pelo Comandante Naval, Vice-Almirante Monteiro Montenegro e estará presente o Embaixador da Bélgica.
O Exercício internacional de mergulho profundo DEEP DIVEX foi conduzido pela Marinha Portuguesa e decorreu entre Setembro e Outubro de 2010, a Sul de Portimão.
O DEEP DIVEX é um exercício anual organizado de forma rotativa pelos países participantes que tem como principais objectivos o treino das equipas de mergulho profundo na área militar da Guerra de Minas, Inactivação de Engenhos Explosivos, salvamento Submarino e missões de Serviço Público, nomeadamente no combate ao narcotráfico, operações de busca e salvamento e colaboração com outras entidades na resolução de acidentes subaquáticos. (Marinha)
25 de março de 2011
Acompanhe o exercício Real Thaw 2011
A Força Aérea Portuguesa vai realizar, no período de 28 de Março a 08 de Abril, o exercício Real Thaw 11 (RT11) cujo objectivo é facultar treino ao nível táctico às forças participantes para testar o seu nível de aprontamento e performance num teatro de operações dinâmico e actual.
À semelhança de anos anteriores, para além das forças nacionais (Força Aérea, Marinha e Exército) irão participar no RT11 forças dos Estados Unidos da América, da Bélgica e Espanha para se obter um ambiente idêntico ao das actuais operações militares internacionais como também para proporcionar interoperabilidade entre países e respectivos meios.
Este exercício é coordenado a partir da Base Aérea Nº5, em Monte Real, local onde estarão sediadas algumas forças participantes, e irá desenrolar-se, na sua maioria, na região da Covilhã, Penamacor, Seia, Monfortinho e Meimoa. Acompanhe as missões, novidades, reportagens do RT11 através do site dedicado em REAL THAW 2011. (FAP)
À semelhança de anos anteriores, para além das forças nacionais (Força Aérea, Marinha e Exército) irão participar no RT11 forças dos Estados Unidos da América, da Bélgica e Espanha para se obter um ambiente idêntico ao das actuais operações militares internacionais como também para proporcionar interoperabilidade entre países e respectivos meios.
Este exercício é coordenado a partir da Base Aérea Nº5, em Monte Real, local onde estarão sediadas algumas forças participantes, e irá desenrolar-se, na sua maioria, na região da Covilhã, Penamacor, Seia, Monfortinho e Meimoa. Acompanhe as missões, novidades, reportagens do RT11 através do site dedicado em REAL THAW 2011. (FAP)
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