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14 de janeiro de 2020

Fuzileiros portugueses e Marines norte-americanos realizam exercício conjunto

(MGP)Começou hoje, dia 13 de Janeiro, a segunda fase do exercício bilateral Wild Crocodile que envolve a participação dos Fuzileiros portugueses e a Special Purpose Marine Air-Ground Task Force Crisis Response – Africa (SP-MAGTF CRA) dos Marines norte-americanos.

​Esta fase do exercício, que decorre até ao dia 17 de Janeiro, envolve 60 militares portugueses 44 militares norte-americanos e tem como objectivo capitalizar o produto operacional obtido na Fase I, que decorreu em Novembro de 2019 e teve como objectivo garantir os padrões de adestramento dos fuzileiros à aeronave MV-22 OSPREY.

​Com esta segunda fase, serão reforçados os padrões de interoperabilidade entre as duas forças, através da realização de um período de “Combat Enhancement Training" envolvendo o elemento de combate da SP-MAGTF, seguido de uma sub fase táctica com a participação da componente aérea da força norte-americana, bem como com uma equipa de controlo aéreo-táctico e aeronaves F-16 da Força Aérea Portuguesa.

No dia 16 de Janeiro decorrerá uma visita de altas entidades portuguesas e norte-americanas a fim de observarem, in loco as acções tácticas da força combinada entre Portugal e os Estados Unidos da América.

6 de novembro de 2019

Fuzileiros em exercício conjunto com Marines

(MGP)O exercício têm lugar na Escola de Fuzileiros e no Ponto de Apoio Naval de Troia, e envolve mais de 40 Fuzileiros.

Esta actividade divide-se em duas fases distintas, sendo esta a 1ª fase, que decorre entre os dias 5 e 7 de Novembro, e tem como propósito o de garantir adequados padrões de adestramento dos Fuzileiros à aeronave MV-22 OSPREY.

A 2ª fase decorrerá no mês de Janeiro de 2020 e visa reforçar a interoperabilidade, o treino de procedimentos tácticos e a prontidão na resposta destas Forças, perante um cenário complexo de resposta a uma situação de crise.​

12 de abril de 2019

Força naval portuguesa termina treino de resposta a cenários de crises

​​​​(MGP)A Força Naval Portuguesa envolveu cerca de 500 militares, integrando a fragata NRP Corte-Real (navio chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata RNM Sultan M. Ismail da Marinha Real de Marrocos. A sua actividade foi desenvolvida em águas nacionais, num cenário fictício de projecção para uma região assolada por elevada instabilidade social e política, cumprindo com uma determinação da comunidade internacional, e tendo como principal missão garantir a resposta rápida e eficaz em cenário de crise.

Durante cinco dias foi realizado um diversificado conjunto de exercícios desde as áreas convencionais (guerra de superfície, guerra antissubmarina e guerra anti-aérea), defesa contra ameaça assimétrica, operações de interdição marítima e embargo, exercícios de artilharia e exercícios de reabastecimento.

Com maior especificidade, foi realizado um desembarque anfíbio, projectando do mar para terra, uma força de fuzileiros com o objectivo de controlar um porto considerado essencial para a condução das operações, e, destaca-se ainda a concretização de uma abordagem e inspecção ao navio mercante Daytona, que, tendo colaborado no contexto deste exercício, permitiu uma oportunidade única de treino deste tipo de operação.

Acompanhando o desenvolvimento das ameaças que hoje se colocam nos teatros de operações, foram ainda realizados diversos exercícios de cyber defesa, testando a capacidade de reacção da força a ataques cibernéticos.

O principal objectivo estabelecido para o exercício INSTREX19/ALCANTARA19 foi o treino de operações litorais em grupo-tarefa promovendo as relações bilaterais com a Marinha Real de Marrocos e o United States Marine Corps. Considera-se que o objectivo foi amplamente atingido.

9 de abril de 2019

Marinha treina cenários de instabilidade e insegurança

(MGP)O INSTREX19 é conduzido segundo um cenário de crise regional que requer a intervenção de uma força-tarefa multinacional para a realização de uma operação destinada a contribuir para a segurança, estabilidade e paz da região, ao abrigo de um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A Força Naval Portuguesa integra diversos meios da esquadra, nomeadamente, a fragata NRP Corte-Real (Navio-chefe), o reabastecedor NRP Bérrio e os navios de patrulha oceânica NRP Figueira da Foz e NRP Viana do Castelo, contando também com a participação da fragata Marroquina RNM Sultan M. Ismail.

A bordo do navio-chefe estará embarcado o Comandante da Força Naval Portuguesa, Capitão-de-mar-e-guerra João Paulo Silva Pereira, e respectivo Estado-Maior.
Os referidos meios irão operar com uma Força de Fuzileiros Nacional (Força de Desembarque), uma Força de Fuzileiros do U.S. Marine Corps, o Destacamento de Acções Especiais e diversas aeronaves da Força Aérea Portuguesa.

Sendo este o primeiro exercício naval de 2019, o INSTREX19/ALCANTARA19 permitirá desenvolver as competências do Estado-Maior da Força Naval Portuguesa para a condução de operações navais, o treino de operações anfíbias e operações especiais, e, a interoperabilidade com as Marinhas dos Estados Unidos e de Marrocos.

A Força Naval Portuguesa contará aproximadamente com 492 militares no teatro de operações.

28 de março de 2019

Fuzileiros e marines treinam em conjunto em Portugal

(MGP)Está a realizar-se até 13 de Abril um exercício bilateral entre a Força de Fuzileiros Nº 2 (FFZ2) e a 22nd Marine Expeditionary Unit (22nd MEU) do United States Marines Corps (USMC). As actividades têm lugar na Escola de Fuzileiros, Ponto de Apoio Naval de Tróia, Fonte da Telha e no campo de tiro de Alcochete e envolvem cerca de 200 militares.

25 de fevereiro de 2019

Fuzileiros e Marines norte-americanos treinam em Portugal

(MGP)Até ao dia 3 de Março realiza-se um exercício bilateral entre os Fuzileiros e a Special Purpose Marine Air-Ground Task Force (SPMAGTF) do United States Marines Corps (USMC) na Base Naval de Lisboa, Ponto de Apoio Naval de Troia e no campo de tiro do Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz.

O objectivo deste treino passa pelo reforço da partilha de experiências e conhecimentos nos vários domínios de actuação a fim de elevar os níveis de interoperabilidade e proficiência mútuos.

O planeamento das actividades de treino foi conduzido de forma progressiva a fim de se treinarem, numa primeira fase, as competências básicas de um fuzileiro. Estas competências irão assentar na realização de treinos parcelares nas áreas de combate em ambiente urbano, realização de tiro de combate com recurso ao armamento orgânico, testes de comunicações com os equipamentos rádio de cada força e treino de socorrismo em combate.

Numa segunda fase irão ocorrer acções deliberadas impondo maior capacidade de comando e controlo, nomeadamente: uma incursão ao Campo de Tiro de Pinheiro da Cruz, com uso de munições reais; e a realização de um ataque deliberado integrando ambas as forças sob comando combinado.

Posteriormente será realizada uma demonstração de capacidades por cada força onde a SPMAGTF irá demonstrar como monta e opera um Centro de Controlo de Evacuados e a Força de Fuzileiros irá demonstrar como reage a uma situação de calamidade e apoio à população.

​Este exercício, em particular, irá permitir consolidar várias técnicas, tácticas e procedimentos da Força de Fuzileiros Nº1, a força de fuzileiros que estará em treino, e assim confirmar a sua prontidão em diversos cenários de atuação como componente anfíbia da Força de Reacção Imediata Portuguesa.

21 de outubro de 2015

Areias de Pinheiro da Cruz bloquearam Marines dos EUA

A NATO estava em festa e para comemorar chamou jornalistas. A ocasião merecia: quatro mil militares, exercícios conjuntos entre fuzileiros e marines, poderio militar nunca visto em Portugal e convidados de honra para ajudar.

O tenente-coronel Eric Hamstra, dos United States Marine Corps, tinha avisado: “isto é algo que preparámos nos últimos dois anos. E isto é uma oportunidade para os fuzileiros e os marines aprenderem uns com os outros. Vão partilhar tácticas, técnicas e procedimentos.”

Só não houve aviso prévio quanto à falta de colaboração do areal de Grândola. Vamos por partes. Tudo começava com a chegada dos dois hovercraft que tinham saído do USS Arlington e vinham a alta velocidade em direcção à praia. Mas a travagem na rebentação foi tão forte que impediu a chegada e, vergonha das vergonhas, foi preciso voltar a ganhar balanço para chegar enfim à praia. Grândola 1, NATO 0. O balanço reforçado equilibrou as contas e os anfíbios lá chegaram ao areal.

Para acabar com as brincadeiras, deram-se ordens de desembarque aos Humvees, jipes robustos que devem estar habituados a areias mais espessas. Porque assim que puseram as rodas em Grândola pararam para não mais de lá sair. Primeiro um de dentro de um hovercraft, depois outro de dentro do outro, ambos revelaram-se incapazes de avançar nas areias da praia. Grândola 3, NATO 1.

Era altura de entrarem os avançados que estavam no banco. O embaixador americano Robert A. Sherman e o vice-almirante Pereira da Cunha, que comandou o exercício, saíram de um dos hovercrafts e tentaram por ordem na praia. Os Marines e os Fuzileiros seguiram as ordens e com as armas em punho controlaram rapidamente a área, uns de cócoras, outro deitados. Mas os jipes nada.

Os condutores bem aceleravam, mas quanto mais a fundo, mais fundo iam os jipes. Os jornalistas iam acompanhando tudo do cimo de uma rampa, rampa pela qual os veículos deveriam sair, voltando os hovercraft ao navio para trazer mais uns quantos.

Nem as embarcações voltaram ao USS Arlington (LPD-24) para recarregar, nem os Humvee dali saíram sem um empurrãozinho – e sem essa táctica confidenciada pelos portugueses que consiste em esvaziar os pneus. O conselheiro de Imprensa da embaixada dos Estados Unidos, junto com um tenente dos marines, lá arranjaram uma conferência de imprensa para aliviar o ambiente. Enquanto falavam aos jornalistas e elogiavam a iniciativa, em fundo viam-se as tentativas para retirar os veículos das areias que tinham ganho a manhã.

O tenente-coronel Eric Hamstra, dos United States Marine Corps, confidenciou que “tudo correu bem”. Como assim, “bem”? “Os fuzileiros e os marines trabalharam bem. O exercício foi uma boa oportunidade para, quando os veículos ficam atolados, os fuzileiros e os marines saberem como tirá-los de lá para fora.”

Para cumprir a expectativa de imagens com alguma pinta, lá se arranjaram uns soldados para abrir à força de pá um carreiro para que três blindados subissem uma rampa inclinadita. Depois de muito acelerar e queimar mais gasóleo que um Volkswagen de 2015, lá se subiu a rampa. Um aviso – “It’s time to go” – assinalou o fim de festa para os jornalistas, antes da continuação do treino já sem olhos intrusos.

O exercício integra a componente naval da “Trident Juncture 15” da NATO, que começou nesta terça-feira e dura até 6 de Novembro nas áreas de Beja, Santa Margarida, Tróia e Setúbal, com militares portugueses, norte-americanos, espanhóis, franceses, holandeses e alemães. (Observador)

13 de outubro de 2015

TRIDENT JUNCTURE 2015 - ASSALTO ANFÍBIO EM PINHEIRO DA CRUZ

No âmbito do exercício NATO de Alta Visibilidade - TRIDENT JUNCTURE 2015, a STRIKFORNATO, Fuzileiros Portugueses e Fuzileiros Navais dos Estados Unidos participam num Assalto Anfíbio Combinado, a ter lugar em 20 de Outubro, na área de treino de Pinheiro da Cruz, com vista à demonstração de cooperação e interoperabilidade entre as Forças participantes. (MGP)

11 de abril de 2015

Marines dos EUA e fuzileiros em exercício conjunto em Alcochete

Créditos Fotográficos : MGP

Créditos Fotográficos : MGP

Créditos Fotográficos: MGP
Numa herdade, perto de Alcochete, cerca de 180 fuzileiros portugueses e '"marines" norte-americanos realizaram esta sexta-feira uma missão de treino de combate ao terrorismo em África mandatada pelas Nações Unidas

8 de abril de 2015

Fuzileiros e 'Marines em exercício conjunto em Tróia

Um companhia de fuzileiros da Marinha e sessenta 'marines' norte-americanos participam ao longo desta semana num exercício de treino em Tróia para missões no continente africano, com combate em áreas edificadas e manobras com tiro real.

"Cerca de 60 'marines' e marinheiros norte-americanos irão participar neste exercício, que é altamente valorizado pois identifica a logística necessária para concluir potenciais missões em África, bem como a comunicação, planeamento e ensaios detalhados que essas mesmas missões precisam", refere em comunicado a embaixada dos Estados Unidos.

Na sexta-feira, dia do exercício aberto à imprensa, estes militares norte-americanos que fazem parte da Força de Intervenção Especial de Fuzileiros Aero-terrestres de resposta a crises, que actua especialmente em África e no Médio Oriente, irão participar com os militares portugueses num 'raid' aéreo numa área edificada. (Visão)